Mãe tarada, filha gostosa

Por uma mãe e uma irmã, perdemos um puta amigão.Meus amigos e eu tivemos algo mais que palavras com a mãe e a irmã do Raul, um dos nossos melhores amigos, enquanto ele estava fora de casa.

Naquele dia, quando chegamos na casa do Raul, nada indicava que a coisa naquela noite fosse terminar do jeito que terminou. Chegamos na casa dele por volta das 21:00, como quase toda sexta-feira: Jorge, Javier, Miguel e eu, que, se vocês se importam, me chamo Marcos.

Quando batemos na porta, quem abriu foi a Dona Lúcia, a mãe do Raul. Ela não se surpreendeu nem um pouco ao nos ver. Como já disse, íamos buscar o Raul toda sexta-feira no mesmo horário, praticamente, e naquele dia, como já tinha acontecido outras vezes, o Raul não estava. A Lúcia nos disse que ele tinha pegado um plantão à tarde e que mandou a gente esperar ele em casa, que ele não achava que chegaria depois da meia-noite. A verdade é que, a princípio, não nos importava esperar, porque a gente sempre saía naquele horário, só que a gente se encontrava antes pra ir jantar. Embora conhecêssemos a Lúcia desde criança e já fôssemos uns tios de 20 anos, nunca tínhamos tido nenhuma relação especial com ela além de conversas rápidas enquanto esperávamos o Raul.

A Lúcia disse que a gente podia ficar pra jantar com ela, e a princípio eu ia recusar educadamente o convite, até que vi sair da cozinha a Raquel, a irmã do Raul. Ela sempre deixou todo mundo louco. Tinha 18 anos e, naquela idade, já era uma verdadeira gostosa, com uma longa cabeleira loira e uma bunda de impressionar. Mas, como era irmã do nosso amigo, nunca tivemos coragem de chegar nela. Sair com a irmã de um parceiro dá treta, como já tinha certeza por uma experiência anterior. Mas, como olhar não paga nada, decidi que a gente ia ficar pra jantar com elas.

Por volta das 21:45, a gente tinha terminado de jantar, e a Lúcia nos ofereceu uns drinks. Antes não tinha comentado, mas se a Raquel era uma mina nota 10, ela tinha em quem puxar. Aos 43 anos, a Lúcia era uma MILF, ou seja... É a mesma coisa, uma mãe que eu comeria, claro, só na minha imaginação e na dos meus amigos, já que era a mãe de um amigo e ainda por cima estava casada há mais de 20 anos com o Ramón, o pai do Raúl, que era piloto e passava muito tempo fora de casa e, acima de tudo, tinha um pavio curto do caralho.

O Javier se ofereceu pra servir as bebidas, pra ser sincero, até estranhei bastante, o Javier é um bom amigo, mas nunca foi a simpatia em pessoa. O caso é que a gente tomou uns drinques e começou a jogar cartas. A Raquel bebia pra caralho e forçava a mãe dela a beber também, que no começo recusava, dizendo que subia rápido na cabeça, mas no fim sempre cedia. Quando já eram 22:15 e a gente tinha tomado uns 3 cubas-libres, o Javier teve a ideia de deixar a partida de pôquer mais interessante jogando um strip-pôquer. Pra mim, aquilo já foi demais, não sabia por que o Javier tinha tido aquela ideia idiota, mas pensei que ia acabar com a dona Lúcia nos chamando de puteiros e botando a gente pra fora de casa. Mas, pra minha surpresa e de todo mundo, inclusive a Raquel, a Lúcia aceitou.

A partida foi esquentando e eu logo fiquei só de cueca. Se não fosse pelo Javier, teriam visto meu pau em menos de 10 minutos de jogo. O caso é que a gente foi jogando até que chegou a vez da Lúcia tirar o sutiã. Mais uma vez, fiquei surpreso. Ela serviu outro cuba-libre e tirou o sutiã num movimento só, deixando à mostra um dos melhores pares de peitos que eu já tinha visto na vida.Vamos, rapaziada, parece que nunca viram umas tetasLúcia ria, tirando o resto de nós do nosso ensimesmamento enquanto olhávamos fixamente pras tetas dela. Quando chegou a vez da Raquel, ela enrolando, mas a mãe obrigou ela, dizendo que se fosse uma pirralha besta não teria brincado com os mais velhos. Isso fez Raquel se irritar, que não só ficou sem sutiã, mas também, aos gritos deAcabou o jogoEla baixou a calcinha até os tornozelos, deixando todo mundo ver a buceta dela completamente depilada. Lucia não disse nada e falou que do grupo feminino só restava ela. A gente também não falou nada, mas, mais do que a buceta dela, eu não conseguia parar de olhar pras tetas das duas mulheres. As da mãe eram um pouco mais caídas e grandes, mas igualmente lindas.

Foi difícil, mas quando todo mundo já estava de cueca, a mãe do Raúl perdeu e teve que tirar a calcinha. Acho que nem precisava, mas a filha dela a provocou.Vem cá, mamãe, agora é sua vez de mostrar a coelhinhaVerdade, nunca tinha visto elas assim antes. O álcool tinha feito um puta efeito e a desinibição era total. A Lúcia tirou a calcinha e jogou pro Javier, que tinha ganhado a partida. Com um pouco de pelo curto, a buceta da Lúcia também tava de dar água na boca.

Logo percebi o que tava rolando. Decidi que era melhor a gente ir pro carro esperar o Raul e já ia começar a me vestir quando a Lúcia falou:Vocês não podem ir embora, um vencedor é um vencedor, nós perdemos e agora vocês têm direito a um desejo.Francamente, era meu amigo há 15 anos, mas quase quebrei a cara dele quando vi Javier sentar no sofá, baixar a cueca e, segurando o pau duro, falou pra Lucia.Anda, vem comerNão sabia se todos tinham ficado malucos, mas Miguel e Jorge fizeram o mesmo e sentaram no sofá igual ao Javier.

Lúcia sorriu e, sem dizer uma palavra, se aproximou, ajoelhou aos pés do sofá e começou a chupar a pica do Javier e do Miguel.Slurp, mmmfff, vai Marcos, você também tem direito ao seu prêmio, eu não dou conta de todo mundo, mas a Raquel cuida do Jorge e de você.Não podia acreditar, a mãe de um dos nossos melhores amigos tava me falando com a boca cheia de pau pra sentar e deixar a filha dela me chupar. Sei que foi errado, mas não tive escolha. Tirei a cueca e esperei sentado junto com o Raúl até a Raquel chegar e começar a mamar nossos paus.

A boca da Raquel era incrível, quente e doce, meu pau escorregava pela garganta dela numa velocidade do caralho, e a voracidade das duas mulheres não parava de me surpreender.Mamãe, aposto o que você quiser que eu faço esses gozarem antes dos seusEu não podia acreditar que algo assim tava acontecendo, mas em dois minutos a mãe e a irmã do meu amigo Raúl já tavam disputando uma corrida pra ver quem fazia eu e meus amigos, os amigos do filho dela, gozarmos na garganta delas primeiro.

Experiência nem sempre é garantia de nada, e se o Jorge não aguentou mais de três minutos, eu gozei na boquinha da Raquel em cinco minutos. Nessa hora, só o Miguel tinha gozado na boca da mãe do Raúl, e pouco depois o Javier fez o mesmo. Assim como a filha, a Lúcia não deixou uma gota de porra escapar dos lábios dela. Aquelas mulheres que eu antes achava inocentes tavam se transformando, na minha frente, nas rainhas das putas.Bom, mamãe, já viu que sou melhor que você chupando pica, então agora vai ter que fazer tudo que eu mandar.Lucia aceitou e, me surpreendendo de novo, disse pra mãe dela:Podem foder a gente às 2, mas você vai ser a única que vai levar no cuLúcia disse pra filha que ela era uma menina má, mas que tinha perdido e ia fazer aquilo — era inacreditável.

Naquela hora, algo me veio à cabeça e eu entendi que a simpatia do Javier na hora de servir as bebidas tinha tudo a ver com o que tava rolando. Também não deu tempo de pensar em mais nada, porque Lúcia e Raquel sentaram no sofá e a gente se aproximou delas de pé, pra elas começarem a chupar de novo nossos paus e deixarem eles duros outra vez. Dessa vez, eu fiquei com a mãe do Raúl, queria sentir meu pau entrando e saindo da boca daquela mulher.

Mas desde que ela tirou a calcinha, eu queria fazer uma coisa, e aquele era o momento. Tirei meu pau da boca dela e deixei o lugar pro pau do Jorge. Eu me ajoelhei e, abrindo as pernas da Lúcia, comecei a lamber a buceta dela.

Ela gemia que nem uma puta e segurava minha cabeça, apertando contra a bocetinha dela, gritando pra eu não parar, sempre que o Jorge e o pau dele davam chance pra ela falar.

Lúcia tava de olhos fechados e só abriu quando eu levantei e enfiei meu pau na buceta dela de uma só vez, entrando pra matar.

Lúcia me agarrava pela bunda pra minhas estocadas serem mais fundas, e do mesmo jeito, Javier sentou no sofá e fez Raquel sentar no pau dele, enfiando até o fundo.

Enquanto eu fodia a mãe do Raúl, a irmã dela tava a uns 50 centímetros de mim, quicando no pau do Javier, enquanto Miguel e Jorge se masturbavam esperando a vez.

Pra dar chance pro Jorge também se divertir, eu tirei a Lúcia do sofá e coloquei ela de quatro no chão da sala. Assim, eu podia continuar martelando na buceta dela enquanto ela chupava o pau do Jorge, que entrava até a campainha dela por causa das estocadas que meu pau dava na boceta dela.

A gente trocou de posição várias vezes e descansou um pouco pra trocar de par. Na mesma posição que a gente tinha fodido a Lúcia, a gente pegou a Raquel, mas dessa vez eu fodia a buceta dela. boca enquanto Jorge metia o coelho nela.

Ao mesmo tempo, vi a mãe do Raúl se apoiando nos braços do sofá enquanto Miguel a fodia na boca e Javier na buceta.

Como aquela novinha cavalgava, os peitos firmes dela pulavam na minha frente enquanto meu pau entrava centímetro por centímetro dentro dela.

Já eram 23:15 e o Raúl não demoraria muito pra chegar, então a noite de sexo não podia mais se prolongar. Aproveitando o orgasmo da Raquel, resolvi parar e sugerir pro Javier que era hora de completar o último buraco. Me surpreendi sendo eu mesmo quem sugeria que já estava na hora de comer o cu da mãe do nosso amigo Raúl.

O Javier achou a ideia a melhor, dada a hora, e a Raquel foi pra cozinha, voltando em segundos com um vidro de azeite.

Mamãe, pra você ver que sou boazinha com você, vou deixar eles molharem sua bunda com óleo, porque senão vão deixar ela igual um bebedouro de pato.O que eu estava vivendo naquela noite era incrível e eu não queria que parasse por nada neste mundo.

Lúcia se levantou e subiu em cima da mesa da sala, abriu as pernas o máximo que pôde e mandou Raquel derramar o óleo na bunda dela. A irmã de Raúl obedeceu a mãe com todo prazer e, quando o cu de Lúcia ficou bem cheio de óleo, Javier se posicionou atrás dela.

Segurando-a pela cintura, apontou pro cu dela e enfiou de uma vez. Lúcia gritava e se mexia, apesar do óleo, devia ser a primeira vez que ela estava sendo sodomizada e tava doendo, mas Javier tava pouco se fodendo pra isso. Ele segurava a cintura dela com força e continuava metendo na bunda dela enquanto a irmã de Raúl descansava no sofá, se masturbando devagar.Javi, amor, deixa teus amigos comerem a bunda da minha mãe antes que meu irmão chegue.Javier parou de sodomizar a Lúcia e foi até Raquel. Ela, de fato, não deixou a gente meter no cu dela, mas começou a chupar a pica do Javier enquanto Jorge ocupava o lugar do Javier no cu da mãe do Raúl.

Depois de alguns minutos, foi a vez do Miguel e depois a minha. Os três estavam junto com a Raquel, que chupava as picas deles devagar, como se não quisesse que eles gozassem. Só faltava eu, e sem nenhum sinal de dúvida ou arrependimento, enfiei minha pica no cu da mãe do Raúl de uma só vez. Ela tava com o cu tão arrombado que mal deve ter sentido.

Enquanto bombava no cu da Lúcia, não consegui parar de olhar pra foto que estava em cima da mesa da sala. Nela estavam a Lúcia, o marido dela, meu amigo Raúl e a Raquel. Era como se o Raúl estivesse me vendo, como se visse eu metendo com fúria no cu da puta que tinha como mãe. Parei de olhar a foto, embora tenha que admitir que um certo tesão me tomou ao saber que aquela mulher gostosa que eu tava comendo era a mãe de um amigo.

Quando eu tava quase gozando, a Raquel me chamou e, parando de chupar as picas do Miguel, Javier e Jorge, se ajoelhou no meio da sala. A mãe dela fez o mesmo enquanto gritava:

Tomar um banho de porraClaro, aquele foi o desfecho final, o erro foi não prestar atenção no maldito relógio. A gente se aproximou delas e elas começaram a chupar e a masturbar a gente. Primeiro, Miguel gozou na cara da Lucia, depois Jorge na cara da Raquel e Javier na cara das duas. Só faltava eu, e enquanto a Raquel chupava minhas bolas e a Lucia enfiava meu pau até a campainha, com o nariz dela enterrado na minha pelugem pubiana, vi a porta da sala se abrir. Era o Raúl.

A cara de susto e surpresa dele era igual à dos meus outros amigos, mas nem a Raquel nem a Lucia perceberam. Bastaram mais algumas lambidas nas minhas bolas para meu corpo todo se tensar, e na presença do Raúl, não consegui evitar: gozei na cara da mãe e da irmã dele.

Poucos segundos depois, gritando como um louco e batendo na gente, ele nos expulsou de casa, nus e suados. Corremos pelados até o carro, ainda sem consciência do que tinha acontecido. Nosso amigo de infância tinha nos pegado gozando na cara da irmã e da mãe dele.

Como soube depois, naquela noite o Javier colocou umas anfetaminas nas bebidas da Raquel e da Lucia, o que aumentou claramente a desinibição delas. Nunca mais falamos com o Raúl; no fundo, a gente se sentia muito envergonhado. Um dia, passando pela casa dele algumas semanas depois do ocorrido, vi a placa de "VENDE-SE" na frente. O pai, a irmã e ele estavam no carro; não me viram. A única que me viu foi a mãe dele, que acabava de deixar a última caixa no carro da mudança. Não sei pra onde foram, nem se foi por causa do trabalho do pai do Raúl ou pra evitar que o pai dele descobrisse o que aconteceu. O fato é que, antes de entrar no carro, a Lucia me mandou um beijo. Aquele gesto me mostrou que tudo o que rolou naquela noite não foi efeito de droga nem de álcool.

Nunca mais vi o Raúl, nem a irmã ou a mãe dele. Sei que o que fiz não foi certo, mas também sei que foi uma das vezes em que mais gozei. Gozei com uma mulher e até hoje, muitos anos depois, ainda me masturbo pensando na bunda da Dona Lúcia.Relato Anterior:
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