Jogo psicológico 7

O sol da tarde caía quente no quintal da casa dos pais da Sofia. O cheiro de churrasco se misturava com a brisa fresca, enquanto uma música suave tocava ao fundo. O pai da Sofia, com uma cerveja na mão, virava os cortes na grelha com uma tranquilidade absoluta. Julián chegou caminhando ao lado da Sofia, de mãos dadas, ainda se sentindo fortalecido pela noite anterior. Camilo já estava lá, vestindo uma bermuda e uma camiseta regata. Cumprimentou Julián com um tapa forte no ombro e um sorriso despreocupado. Julián ficou no quintal perto da churrasqueira, conversando sobre futebol com o sogro enquanto a carne terminava de assar. Enquanto isso, Sofia entrou na cozinha para levar uns pratos e buscar gelo. A mãe dela estava na bancada cortando os legumes para a salada. Camilo entrou atrás da Sofia sem fazer barulho. Colou nas costas dela, passou os braços pela cintura e, enfiando as mãos por baixo do vestido curto que ela usava sem sutiã, agarrou as nádegas nuas com força, encostando a virilha na bunda dela. Sofia jogou a cabeça para trás no ombro do Camilo, soltando uma risadinha safada. Sofia: — Cami... pelo amor de Deus, a gente tá na cozinha... além disso, minha mãe tá aqui do lado e o Julián lá fora...Jogo psicológico 7Camilo: (Beijando seu pescoço enquanto acaricia sua perna para cima) —Mas você veio linda hoje, gostosa... Olha essa mina, tia, dá vontade de comer ela agora mesmo... A mãe da Sofia virou para olhar, soltou uma risada safada compartilhada com os dois e continuou picando os tomates com toda a naturalidade, falando com aquela cumplicidade familiar tão típica: A Mãe: —Ai, Cami, não fica distraindo ela não que ela tem que me ajudar a servir... Melhor subirem um pouquinho lá no quarto de cima pra pegar a louça boa pro almoço. Mas isso sim, não demorem muito pra carne não esfriar e o Julián não ficar sozinho lá fora. Camilo: —Fica tranquila, tia, a gente desce a louça rapidinho... Já ouviu sua mãe, gostosa, vamos lá pra cima. Subiram as escadas sem nenhuma pressa nem mistério. Ao entrar no quarto da infância da Sofia, Camilo fechou a porta e a empurrou suavemente contra a cama. Levantou o vestido curto até o peito e puxou a calcinha fio dental de uma só vez.infielCamilo tirou pra fora a pica já dura e, segurando Sofia pela cintura, enterrou de uma só estocada funda naquela buceta molhada. PLAC! PLAC! SCHLICK, SCHLICK!namorada infielO som seco do choque de peles ecoava no quarto. Sofia não tentou abafar seus gemidos nem morder os lábios; a tranquilidade de estar na própria casa, com o apoio da mãe lá embaixo, fazia ela gemer com total liberdade e à vontade. Sofia: —AIH... AIH... CAMI! Hummh... isso, meu amor... enfia tudo em mim... aihh ¡PLAC, PLAC, PLAC! ¡SCHLICK, SCHLURP! Da janela entreaberta do segundo andar, os gemidos suaves e constantes de Sofia vazavam para o quintal. Lá embaixo, Julián ouviu os ecos distantes no meio da música, mas ao ver a sogra sair no quintal sorridente trazendo uma jarra de suco, preferiu apertar os dentes, dar um gole longo na cerveja e se convencer de que "tudo aquilo era parte da normalidade daquela família". Camilo a agarrou com mais força, metendo com um ritmo selvagem que fazia a madeira da cama ranger, até que os dois chegaram a um orgasmo intenso que os deixou ofegantes sobre os lençóis ¡PLAC! ¡PLAC! ... ¡SCHLICK... SCHLURP!namorada vadiaDez minutos depois, Sofia e Camilo desceram as escadas trazendo as travessas e a louça boa. Sofia estava impecável, com as bochechas coradas pelo calor do encontro e um sorriso radiante. Todos se sentaram à mesa da sala de jantar para se servir do churrasco. Julián estava ao lado de Sofia, cuidando dela com devoção. Foi no meio da comida, entre risadas e conversas, que aconteceu o momento decisivo. Enquanto contavam uma anedota, Camilo se esticou na mesa com total naturalidade e, num tom de brincadeira afetuosa na frente dos pais e do Julián, ajeitou o decote da Sofia e agarrou um peito dela por cima do tecido, dando um aperto firme e brincalhão à vista de todos.cornudoO sangue de Julián gelou. O pulso pulsava nos ouvidos e ele apertou os talheres na mão. Mas antes que pudesse dizer qualquer coisa, o pai da Sofía o olhou com um sorriso de satisfação e disse com toda a serenidade: O Pai: —É assim que dá gosto ver essa mesa, Julián... em harmonia, sem mistérios nem amarguras. Aqui todos somos uma só família e nos queremos com transparência. Saúde pela maturidade. Sofía lançou a Julián um olhar brilhante, cheio de amor e cumplicidade. Julián sentiu o peso dos olhares sobre ele. Engoliu seco, sentiu a última gota do seu orgulho masculino se desmanchar no peito, e pela primeira vez na vida, em vez de reclamar, forçou um sorriso, levantou o copo e brindou com eles. Julián: —Saúde... pela família.Jogo psicológico 7Debaixo da toalha comprida da mesa, enquanto Juliano dava um gole na bebida sentindo que finalmente se encaixava, o jogo escondido escalou por completo. Sofia, com uma calma impressionante, deslizou levemente o corpo. Camilo puxou a fio dental pro lado por baixo do vestido e afundou os dedos direto na buceta quente e molhada dela. Ao mesmo tempo, por baixo da madeira, a mão de Sofia procurou a virilha de Camilo, pegando no pau dele por cima da calça pra começar a bater uma num ritmo lento e constante. SCHLICK, SCHLICK... SLURP... Sofia respirava um pouco mais ofegante, mas mantinha o olhar fixo no prato. Passou a mão livre pelo ombro de Juliano, se aproximou do ouvido dele e deu um beijo suave na bochecha, falando com a voz mais doce do mundo enquanto os dedos não paravam lá embaixo: Sofia: — Te amo, meu amor... Adoro te ver assim integrado com a gente. Juliano sorriu satisfeito, apertando a mão da namorada sobre a mesa, completamente alheio aos dedos de Camilo se afundando entre os lábios de Sofia e à mão dela trabalhando a ereção do amigo debaixo da toalha.

0 comentários - Jogo psicológico 7