Edu hipnotizado e virado escravo

O calor de Córdoba em janeiro não perdoa. O ar pesava, carregado de uma umidade que colava a camisa nas minhas costas e fazia meus cachos cresparem ainda mais, virando uma massa indomável na minha testa. Eu caminhava pelas ruas do centro, sentindo o atrito das minhas coxas grossas, aquele deslizamento constante e suado que sempre me fez sentir deslocado. Sempre fui o garoto submisso, o que baixava o olhar, o que aceitava as migalhas de atenção. Por isso, quando conheci Julián, não vi um sinal de perigo, mas uma promessa de pertencimento. Julián não era como os outros. Tinha uma voz que parecia vibrar na base do meu crânio e uns olhos que não olhavam, mas dissecavam. Ele me levou ao estúdio dele, um lugar escuro, impregnado de cheiro de sândalo e couro velho. Ali, entre sombras e o tique-taque rítmico de um relógio de parede, começou o processo. Me olha nos olhos, Edu, ele ordenou. Eu fiz o que sempre fazia: obedecer. Afundei na poltrona de veludo vermelho, sentindo meu peso deformar o assento. Julián começou a falar, a voz descendo para uma frequência hipnótica, um murmúrio constante que apagava as bordas da minha realidade. Ele me falou da minha inutilidade, do meu desejo intrínseco de ser usado, de como meu corpo gordo e mole foi feito unicamente para o prazer dos outros. Sua vontade é um fio fino que eu vou cortar, ele sussurrou, aproximando o rosto do meu. Agora, cada palavra minha é uma lei gravada na sua carne. Você não é mais Edu. Você é meu escravo. Meu brinquedo. Meu buraco. Senti um estalo mental, como se uma porta se fechasse violentamente no meu cérebro. O medo sumiu, substituído por um vazio branco e quente. Uma submissão absoluta que percorria minha espinha, me deixando frouxo, vulnerável. Minha mente virou uma tela em branco onde só existia a voz de Julián. Levanta, escravo, ele ordenou. Eu me pus de pé com um movimento mecânico. Meus olhos estavam vidrados, minha respiração lenta. Eu já não pensava na vergonha ou no que dirão. Só existia o desejo fervoroso de agradá-lo. Vamos dar um passeio pela cidade, disse ele com um sorriso cruel. Quero que o mundo veja o que você é. Caminhamos até a zona de pedestres, onde a multidão se amontoava sob as lonas dos estabelecimentos. Eu o seguia a um passo, de cabeça baixa, sentindo a eletricidade da antecipação. Julián parou abruptamente no meio da praça, onde centenas de pessoas circulavam. O barulho do trânsito e os gritos dos vendedores ambulantes criavam uma cacofonia que, para mim, era só ruído de fundo. Tira a roupa, Edu. Agora mesmo. O comando atingiu minha mente como um chicote. Sem hesitar, minhas mãos subiram para os botões da minha camisa. Abri-a com dificuldade, deixando o tecido cair no chão cinza. Meus peitos caídos e minha barriga protuberante ficaram expostos ao sol escaldante e aos olhares curiosos. Senti o ar frio bater na minha pele suada. Em seguida, desabotoei o cinto e deixei a calça e a cueca escorregarem até os tornozelos. Fiquei ali, totalmente nu, um homem gordo e moreno, exposto no coração de Córdoba. Meus genitais pendiam frouxos, minha bunda larga e pálida vibrava a cada pequeno tremor das minhas pernas. As pessoas começaram a parar. Ouvi risadas, murmúrios, alguns gritos de espanto. Vi celulares se levantando para registrar minha humilhação. Mas eu não sentia vergonha; sentia uma excitação animal, uma corrente de prazer que nascia na minha próstata e subia até minha garganta. Olha pra eles, Edu. Olha enquanto eles sabem que você é uma puta, disse Julián, acariciando minha bochecha com uma frieza aterrorizante. Eu sou uma puta, senhor?, respondi com a voz trêmula, os olhos perdidos no vazio. Isso mesmo, meu gordinho submisso. Agora, ajoelha. Meus joelhos bateram no cimento áspero. A dor do impacto foi mais um estímulo. Julián desabotoou a calça e liberou o membro dele, uma rola dura e cheia de veias que pulsou diante dos meus olhos. O cheiro de sexo e pele quente inundou minhas narinas. nasais. Limpa meu pau, escravo. Quero que cada centímetro da tua boca se encha de mim. Me joguei nele com desespero. Abri a boca e envolvi a cabeça do pau dele, sentindo o gosto salgado e metálico. Comecei a chupar com força, fazendo minhas bochechas se afundarem. O som era molhado, um estalo constante de saliva e carne. Shlick, shlick, shlick. Enfiei a língua fundo, rodeando o freio, enquanto minhas mãos gordas apertavam as coxas dele. Julián soltou um grunhido e me agarrou pelo cabelo cacheado, puxando pra trás pra me obrigar a olhar pra multidão enquanto me comia a boca. Meus olhos encontraram os de um grupo de homens que observavam com luxúria. Alguns se masturbavam abertamente. Olhem esse porco, gritou Julián pros espectadores. Quem mais quer usar esse buraco? A resposta foi imediata. Como se o controle mental do Julián tivesse se espalhado pelo ambiente, vários homens se aproximaram, movidos por um instinto primitivo. O primeiro foi um cara robusto, de braços tatuados e olhar predador. Me deixa entrar, disse o homem, sem pedir permissão. Julián me virou com brusquidão, me obrigando a apoiar as mãos num banco de cimento, arqueando minhas costas e erguendo minha bunda gorda pro céu. O ar bateu no meu cu, que já pulsava de antecipação. O homem tatuado não perdeu tempo; cuspiu na palma da mão e lubrificou meu orifício com um movimento rápido e grosseiro. Gritei quando senti a ponta do pau dele pressionar meu esfíncter. Não foi um grito de dor, mas de entrega total. Com um empurrão violento, ele se enterrou em mim até a raiz. Ahhh! Me enche, por favor, me enche!, gritei, sentindo minhas paredes internas se esticarem ao limite. O homem começou a me comer com uma fúria cega. Cada golpe fazia minha barriga quicar contra o cimento, minhas bochechas tremerem e o som dos ovos dele batendo na minha bunda ecoar na praça. Squelch, squelch, squelch. Era um som obsceno, a música da minha degradação. Continua assim, vadia, ele gritou no meu ouvido enquanto arranhava meus ombros. Logo, outros homens se juntaram. Já não era só um. Enquanto o primeiro homem me comia por trás, outro se posicionou na minha frente, me obrigando a chupá-lo enquanto o ritmo anal ficava mais frenético. Um terceiro começou a lamber meus mamilos, mordendo-os com força, fazendo eu arquear as costas num espasmo de prazer e dor. Virou uma orgia pública, um caos de carne, suor e fluidos. Era um gangbang descontrolado. Eu sentia paus entrando e saindo da minha boca, do meu cu, roçando minhas coxas. O cheiro de porra e suor era sufocante, uma fragrância obscura que nublava meu juízo. Meus cachos estavam encharcados, colados na minha testa pelo esforço e pela excitação. Mais! Quero mais!, eu gritava, enquanto sentia minha próstata sendo martelada repetidamente, mandando choques elétricos pelo corpo todo. Julián observava a cena com uma calma sádica, dirigindo o tráfego de corpos. Agora, todos juntos, ordenou Julián. Não quero que sobre um único espaço vazio nesse porco. O ritmo aumentou. Os homens se revezavam, se amontoavam, empurrando meu corpo gordo de um lado pro outro. Eu sentia a fricção abrasadora, a umidade grossa da saliva e do pré-gozo que lubrificava cada entrada. Minha mente estava completamente fragmentada; eu já não sabia onde terminava minha pele e onde começava a dos outros. Eu era só um receptáculo, um objeto feito pra ser preenchido. Então chegou o momento final. O dono deu o sinal. Gozem nele! Façam ele se afogar em porra! O clímax foi uma explosão coletiva. O homem que estava dentro do meu cu soltou um gemido gutural e começou a ejacular com uma força violenta. Senti o jato quente disparando contra minha parede retal, enchendo meu interior com pulsações rítmicas de porra grossa. Quase ao mesmo tempo, o homem que estava na minha boca descarregou sua carga, inundando minha garganta, me obrigando a engolir uma e outra vez pra não me sufocar. Mas não terminou aí. Os outros, os que tinham esperado a vez ou só observado, começaram a gozar em cima de mim. Jatos brancos e viscosos aterrissaram no meu peito, na minha barriga, sobre meus olhos e nos meus cachos. Virei uma fonte de porra humana. O líquido quente escorria pelas dobras da minha gordura, pegajoso e brilhante sob o sol de Córdoba. Fiquei ali, ofegante, coberto por uma camada branca e espessa, com o olhar perdido e a boca aberta, pingando porra alheia. Era a imagem total da derrota e do prazer. A bolha de êxtase estourou com o som de sirenes. As viaturas da polícia chegaram rápido, alertadas pela multidão e pelos vídeos que já circulavam nas redes sociais. Os caras se espalharam rapidinho, sumindo pelos becos, deixando o Julián se afastar com um sorriso de vencedor, desaparecendo na multidão sem deixar rastro. Eu fiquei ali, pelado e coberto de fluidos, encarando o céu. — Mãos onde eu possa ver! Não se mexe! — gritou um oficial enquanto me algemava bruscamente pelas costas. O metal frio das algemas cortou minha circulação, mas o controle mental ainda tava ativo. Eu não sentia medo, só uma expectativa curiosa. Me levaram pra viatura, onde o banco de couro queimava minha pele nua. O oficial que dirigia me olhava pelo retrovisor com uma mistura de nojo e desejo. — Olha pra você, seu lixo — disse o policial com a voz rouca. — Que porra você achou que ia acontecer fazendo isso na praça? Não consegui responder. Só soltei um gemido submisso, esfregando minha bunda no banco. Chegamos na delegacia. O processo foi rápido e humilhante. Me levaram pra um xadrez escuro, uma cela pequena com paredes de concreto descascado e um cheiro forte de mijo e confinamento. Me jogaram no chão, onde o frio do piso contrastava com o calor que sobrava no meu corpo. Fiquei ali, encolhido, esperando. Eu sabia que o jogo não tinha terminado. Alguns minutos depois, a pesada porta de ferro se abriu com um rangido estridente. Entraram três policiais. Não traziam papéis nem formulários. Seus olhares eram escuros, carregados de uma agressividade que me fez tremer de antecipação. Então é esse o porco que causou o escândalo no centro, disse o oficial mais alto, um homem de ombros largos e pescoço grosso. Ele se aproximou de mim e, sem dizer palavra, me agarrou pelo cabelo, levantando-me do chão com uma força bruta. Me esmagou contra a parede de concreto, fazendo minhas bochechas baterem contra a pedra fria. Aqui não tem câmeras, Edu, sussurrou o policial, seu hálito cheirando a tabaco e café. Aqui as regras quem faz somos nós. Senti ele desabotoar o cinto com um movimento seco. O som do couro batendo no metal foi como um sino de largada. Ele me obrigou a colocar as mãos na parede, abrindo minhas pernas gordas para expor minha buceta, que ainda estava lubrificada com o esperma da praça. Esse buraco parece que já trabalhou bastante hoje, comentou o segundo policial, se aproximando para apertar minhas nádegas com força, afundando-as nas palmas das mãos. Mas acho que ainda tem espaço pra gente. O primeiro oficial não esperou. Sem preâmbulos, empurrou sua rola dura e grossa pra dentro de mim. O impacto foi tão violento que soltei um grito que ecoou por toda a cela. Era uma penetração agressiva, sem nenhum traço de ternura, feita pra dominar e subjugar. Ahhh! Isso! Me comam, policiais! Façam eu esquecer quem eu sou!, gritei, me entregando à dor e ao prazer. O ritmo era brutal. O policial batia na minha bunda com a palma da mão enquanto metia, criando um som surdo e rítmico. Tapa, squelch, tapa. Meus cachos balançavam violentamente enquanto minha cabeça batia na parede. O segundo policial se posicionou na minha frente. Me agarrou o queixo com uma mão, abrindo minha boca à força, e enfiou o pau na minha garganta. Me sufocava, me obrigando a emitir sons guturais, enquanto sentia a pressão de dois paus reivindicando meu corpo simultaneamente. O terceiro oficial ficou observando, se masturbando com frenesi. Olha como esse gordo se sacode, zombou, antes de se juntar à ação. Eles se revezaram com uma eficiência cruel. Me viraram, me colocaram de quatro, me obrigaram a lamber suas botas enquanto me penetravam. O calabouço se encheu dos sons da luxúria mais crua: o arfar pesado dos homens, o roçar da pele suada e os gemidos desesperados de um homem que já não tinha vontade própria. Sentia meu interior virar uma massa sensível e quente. Cada estocada me afundava mais na escuridão do controle mental. Já não havia Edu, já não havia Córdoba, já não havia lei. Só existia o ato de ser usado, de ser o objeto sobre o qual descarregavam sua virilidade e seu poder. Finalmente, o clímax chegou de novo. O oficial que me comia por trás começou a tremer, os músculos tensos ao máximo. Vou encher esse seu cu nojento!, rugiu. Senti a descarga massiva de porra inundando meu reto, uma maré quente que parecia chegar até meu umbigo. Quase ao mesmo tempo, o que estava na minha boca gozou, enchendo minha garganta de uma substância espessa e amarga que engoli por instinto. O terceiro policial terminou de gozar no meu peito, deixando um rastro branco que se misturava com o suor e a poeira do calabouço. Me soltaram bruscamente. Caí no chão, um monte de carne branca e roxa, tremendo incontrolavelmente. As algemas continuavam apertando meus pulsos, marcando minha pele. Limpa o chão com sua língua quando a gente sair, escravo, disse o oficial mais alto enquanto ajustava a roupa. A porta de ferro se fechou com uma batida seca, me deixando na penumbra. Fiquei ali, deitado no concreto frio, sentindo a porra gotejando lentamente dos meus buracos. Não havia tristeza, não havia arrependimento. Só uma paz absoluta e aterrorizante. Fechei os olhos e, no silêncio do calabouço, pude ouvir a voz de Julian ressoando na minha mente, me lembrando que agora, e para sempre, eu pertencia ao prazer dos outros. Minha vontade tinha evaporado, deixando no lugar uma fome insaciável de submissão. Eu era, finalmente, o escravo que sempre estivera destinado a ser.

1 comentários - Edu hipnotizado e virado escravo