Bom, depois de um longo tempo, decidi escrever a segunda parte. Obrigado a todos pelo apoio no post anterior.
Depois que saímos da balada, de ter experimentado pela primeira vez aquela sensação de "cuckold", pedimos um Uber e fomos pra nossa casa. Assim que entramos, coloquei ela de costas, levei ela pro sofá colocando ela de quatro e comecei a meter de um jeito muito intenso. Ela gemia como nunca, eu batia naquele rabo branco que ela tem e deixava a marca da minha mão. Em um momento, aconteceu algo que eu não esperava, ela me diz "Mais forte, Mati", e no meio do ato eu perguntei quem era "Mati" e ela responde, "o garoto da balada", num estado de excitação total. Isso me acendeu como nunca e continuamos por um bom tempo. Depois, ela foi tomar banho, aí tomei banho eu e fomos dormir.
No dia seguinte, quando descemos pra tomar café, ela me diz: "e... o que você sentiu?" e eu respondo: "Uma sensação estranha, de ciúmes mas ao mesmo tempo de um tesão extremo, tipo adrenalina."
Ela: Sim, eu senti algo assim. Como se eu não quisesse fazer, mas na hora me deu muito tesão pensar que te excitava e me ver daquele jeito. Além de que não era um cara feio, o garoto era bonito.
Eu: Me conta direito como foi, o que vocês conversaram...
Ela: Nada, a gente tava dançando e ele me perguntou se eu tinha namorado...
Eu: E o que você disse?
Ela: Que sim, mas que você não era ciumento kkk que você até tava no lugar.
Eu: Tá me zoando!
Ela: Não, não, sério, falei isso pra ele. Ele disse que era muito legal a gente ser assim de mente aberta, mas que não queria arrumar problema, que eu não mentisse pra ele. Aí eu falei que não era mentira, que não ia rolar nada. Eu mesma comecei a beijar ele e depois ele me levou pra um canto.
Eu: E o quê mais?
Ela: Nada, deu pra sentir. Muito. Parecia grande kkk acho que roçou com a mão, não quis passar muito a mão porque tinha muita gente, mas ele encostou várias vezes no meu rabo quando eu rebolava e tava bem dura.
Eu: E o que você achou?
Ela: Nada, gostei, faria de novo. Aliás, falei pra ele que ia te mandar uma mensagem e que ia ir com você, ele ficou de canto e te viu quando a gente saiu junto.
Eu: Nããão! sério?
Ela: Sim! kkk mas olha... *mostra o celular* ele já me seguiu e me chamou. Falou que você tem cara de ser gente boa, que a gente avisa quando formos de novo e tomar uns drinks.
Eu: A gente tinha combinado que morria ali, sem continuar...
Ela: Bom, fluiu assim. *Ela se aproxima de mim de fio dental, se ajoelha e começa a tocar minha rola, me dizendo: você gosta que eu seja puta? A gente faz um menage com o Mati?*
Eu: Uf, se você me pede assim... óbvio *ela começa a me chupar de um jeito absurdo, como nunca antes*.
Eu: Coordena tudo e a gente resolve...
CONTINUA...
Depois que saímos da balada, de ter experimentado pela primeira vez aquela sensação de "cuckold", pedimos um Uber e fomos pra nossa casa. Assim que entramos, coloquei ela de costas, levei ela pro sofá colocando ela de quatro e comecei a meter de um jeito muito intenso. Ela gemia como nunca, eu batia naquele rabo branco que ela tem e deixava a marca da minha mão. Em um momento, aconteceu algo que eu não esperava, ela me diz "Mais forte, Mati", e no meio do ato eu perguntei quem era "Mati" e ela responde, "o garoto da balada", num estado de excitação total. Isso me acendeu como nunca e continuamos por um bom tempo. Depois, ela foi tomar banho, aí tomei banho eu e fomos dormir.
No dia seguinte, quando descemos pra tomar café, ela me diz: "e... o que você sentiu?" e eu respondo: "Uma sensação estranha, de ciúmes mas ao mesmo tempo de um tesão extremo, tipo adrenalina."
Ela: Sim, eu senti algo assim. Como se eu não quisesse fazer, mas na hora me deu muito tesão pensar que te excitava e me ver daquele jeito. Além de que não era um cara feio, o garoto era bonito.
Eu: Me conta direito como foi, o que vocês conversaram...
Ela: Nada, a gente tava dançando e ele me perguntou se eu tinha namorado...
Eu: E o que você disse?
Ela: Que sim, mas que você não era ciumento kkk que você até tava no lugar.
Eu: Tá me zoando!
Ela: Não, não, sério, falei isso pra ele. Ele disse que era muito legal a gente ser assim de mente aberta, mas que não queria arrumar problema, que eu não mentisse pra ele. Aí eu falei que não era mentira, que não ia rolar nada. Eu mesma comecei a beijar ele e depois ele me levou pra um canto.
Eu: E o quê mais?
Ela: Nada, deu pra sentir. Muito. Parecia grande kkk acho que roçou com a mão, não quis passar muito a mão porque tinha muita gente, mas ele encostou várias vezes no meu rabo quando eu rebolava e tava bem dura.
Eu: E o que você achou?
Ela: Nada, gostei, faria de novo. Aliás, falei pra ele que ia te mandar uma mensagem e que ia ir com você, ele ficou de canto e te viu quando a gente saiu junto.
Eu: Nããão! sério?
Ela: Sim! kkk mas olha... *mostra o celular* ele já me seguiu e me chamou. Falou que você tem cara de ser gente boa, que a gente avisa quando formos de novo e tomar uns drinks.
Eu: A gente tinha combinado que morria ali, sem continuar...
Ela: Bom, fluiu assim. *Ela se aproxima de mim de fio dental, se ajoelha e começa a tocar minha rola, me dizendo: você gosta que eu seja puta? A gente faz um menage com o Mati?*
Eu: Uf, se você me pede assim... óbvio *ela começa a me chupar de um jeito absurdo, como nunca antes*.
Eu: Coordena tudo e a gente resolve...
CONTINUA...
2 comentários - cornudo en la balada parte 2