Matías é outro dos nossos corneadores favoritos. Top 3 do ranking meu e da minha amada esposa.
Conhecemos ele num site de contatos. 35 anos, casado, morava em La Plata mas trabalhava em Caba.
Rolou uma química muito boa de cara e, além das fotos no nosso perfil, desde o primeiro contato trocamos fotos com rosto e vídeos (da nossa parte, com minha putona comendo alguns corneadores, e da parte dele um vídeo onde uma gatinha chupava a pica dele, grande por sinal!, e depois ele se masturbava pra mostrar a quantidade de porra que ele soltava. Muito interessante!!!).
Antes do primeiro encontro, a gente conversou várias vezes com o Mati e também trocamos números.
Depois de algumas semanas, marcamos o encontro num bar perto do hotel.
Mati era um cara atraente e, além da pica dele, a boa energia nos conquistou.
Batemos um papo, tomamos umas cervejas e logo fomos pro hotel.
Foi um encontro muito bom. Mati foi bem rendeiro, deu 3 gozadas na minha esposa. A primeira foi na boca e foi uma enxurrada de porra que minha putona dividiu comigo.
Mati já sabia que eu gostava disso pelas conversas anteriores, mas mesmo assim ficou surpreso (como ele me disse dias depois) e, principalmente, excitado ao nos ver os dois curtindo o sêmen dele.
A segunda transa foi com ele embaixo e minha vagabunda montada na pica dele, cavalgando que nem uma amazona a todo galope. Mati fez ela gozar 2 vezes e ele encheu metade da camisinha com o néctar dele.
Eu fiquei lambendo o cu dela e as bolas dele (outro assunto que a gente tinha falado nos chats anteriores e que eu sabia que ele ia adorar!!).
Uma pausa rápida na jacuzzi e, pro final, Mati reservou pra meter no cu da minha putona, com ela de quatro em cima de mim, que tava embaixo pra chupar a buceta dela enquanto via de perto a pica do meu touro entrando naquele cuzinho lindo dela.
Foi muito excitante a transa toda, ainda mais porque a cada várias bombadas no cu dela, o safado do Mati deixava a pica escapar "sem querer" e a mandava direto pra minha boca.
Mesmo com a camisinha, a sensação daquela rola cabeçuda e duríssima na minha boca e o gosto amargo do cu da minha putona na camisinha era uma combinação doentia e de um prazer do caralho.
Minha amada esposa se masturbava e começou a chupar minha rola enquanto levava as investidas do Mati até que os ovos lindos dele batiam na bunda dela, que eu cuidava de manter aberta pra pica do meu touro entrar até o fundo das entranhas da mãe dos meus filhos.
3 vezes o filho da puta repetiu a manobra da rola dele na minha boca e quando finalmente veio a terceira gozada, ele pegou ela pela cintura, apertou contra ele e empurrou contra o cu dela como se quisesse meter tudo dentro da buceta dela.
Enquanto ele gozava na camisinha dentro do intestino da minha putona, eu lambi com muita saliva os ovos do meu novo touro e minha esposa puta acelerava a masturbação dela pra quase coincidir com a porra do Mati no 4º ou 5º orgasmo dela.
Depois do clímax, o Mati aliviou a pressão e a rola já mole dele saiu do reto da minha putona, que ficou aberto e encharcado pra eu me deliciar lambendo o cu inflamado e dilatado dela.
Depois disso, o Mati e ela tomaram banho juntos (ela chupou a rola dele de novo no chuveiro), enquanto eu, ainda quente e doente, resgatei as 2 camisinhas que o Mati encheu de porra e jogou num cesto do lado da cama e, com um tesão que me enlouquecia, esvaziei elas na minha boca e engoli todo aquele elixir de macho que eu tanto amo.
Quando saíram do banheiro, esposa e corno, foi minha vez de me higienizar.
Pouco depois, saímos os 3 do hotel, nos despedimos prometendo novos encontros e fomos embora.
Já em casa, minha amada esposa me disse que amou o Mati, que não só era gostoso de corpo e rola, mas que transava muito bem e soltava muita porra.
E muito gostosa, completei eu enquanto descia entre as coxas dela pra chupar a buceta dela e ela se masturbar pensando no novo macho dela.
Enquanto eu fazia isso, meu celular tocou por um mensagem que na época eu não dei bola.
Depois de ter arrancado da minha putinha mais um orgasmo, ela gritando o nome do meu novo corno, e com ela no banheiro se higienizando, li a mensagem.
Era o Mati agradecendo nós dois pela puta experiência que ele teve, e especialmente a mim por ter ficado excitado em me ver compartilhar e saborear o gozo dele, pelo tesão de chupar a rola dele mesmo com camisinha enquanto eu comia a buceta dela, e pela excelente lambida de saco que dei enquanto ele gozava dentro da "nossa puta", ele escreveu.
Pedia pra continuarmos a relação. Prometia se dedicar pra caralho pra satisfazer nós dois e terminava com um detalhezinho em forma de pergunta.
"Quando você foi tomar banho e antes da gente ir embora, tive a ideia de pegar as duas camisinhas onde deixei meu gozo pra te dar de lembrança, mas estavam vazias. Se rolar novos encontros, adoraria te dar meu gozo engarrafado, e se rolar, seria foda te ver saboreando."
Respondi: não vai dar, Mati, ela não curte nada de bissexual, e muito menos homo.
Mati: ahh, que merda, mas e se ela não estiver por perto, né?
Você e eu sozinhos? perguntei, e meu cu começou a pulsar.
"Se você topar, eu adoraria."
Vamos conversar amanhã e vemos. Não nego nada que dê prazer.
Seu gozo é muito gostoso, escrevi, desliguei o celular e fui pro banheiro me masturbar, igualzinho minha puta esposa, pensando no Mati.
Conhecemos ele num site de contatos. 35 anos, casado, morava em La Plata mas trabalhava em Caba.
Rolou uma química muito boa de cara e, além das fotos no nosso perfil, desde o primeiro contato trocamos fotos com rosto e vídeos (da nossa parte, com minha putona comendo alguns corneadores, e da parte dele um vídeo onde uma gatinha chupava a pica dele, grande por sinal!, e depois ele se masturbava pra mostrar a quantidade de porra que ele soltava. Muito interessante!!!).
Antes do primeiro encontro, a gente conversou várias vezes com o Mati e também trocamos números.
Depois de algumas semanas, marcamos o encontro num bar perto do hotel.
Mati era um cara atraente e, além da pica dele, a boa energia nos conquistou.
Batemos um papo, tomamos umas cervejas e logo fomos pro hotel.
Foi um encontro muito bom. Mati foi bem rendeiro, deu 3 gozadas na minha esposa. A primeira foi na boca e foi uma enxurrada de porra que minha putona dividiu comigo.
Mati já sabia que eu gostava disso pelas conversas anteriores, mas mesmo assim ficou surpreso (como ele me disse dias depois) e, principalmente, excitado ao nos ver os dois curtindo o sêmen dele.
A segunda transa foi com ele embaixo e minha vagabunda montada na pica dele, cavalgando que nem uma amazona a todo galope. Mati fez ela gozar 2 vezes e ele encheu metade da camisinha com o néctar dele.
Eu fiquei lambendo o cu dela e as bolas dele (outro assunto que a gente tinha falado nos chats anteriores e que eu sabia que ele ia adorar!!).
Uma pausa rápida na jacuzzi e, pro final, Mati reservou pra meter no cu da minha putona, com ela de quatro em cima de mim, que tava embaixo pra chupar a buceta dela enquanto via de perto a pica do meu touro entrando naquele cuzinho lindo dela.
Foi muito excitante a transa toda, ainda mais porque a cada várias bombadas no cu dela, o safado do Mati deixava a pica escapar "sem querer" e a mandava direto pra minha boca.
Mesmo com a camisinha, a sensação daquela rola cabeçuda e duríssima na minha boca e o gosto amargo do cu da minha putona na camisinha era uma combinação doentia e de um prazer do caralho.
Minha amada esposa se masturbava e começou a chupar minha rola enquanto levava as investidas do Mati até que os ovos lindos dele batiam na bunda dela, que eu cuidava de manter aberta pra pica do meu touro entrar até o fundo das entranhas da mãe dos meus filhos.
3 vezes o filho da puta repetiu a manobra da rola dele na minha boca e quando finalmente veio a terceira gozada, ele pegou ela pela cintura, apertou contra ele e empurrou contra o cu dela como se quisesse meter tudo dentro da buceta dela.
Enquanto ele gozava na camisinha dentro do intestino da minha putona, eu lambi com muita saliva os ovos do meu novo touro e minha esposa puta acelerava a masturbação dela pra quase coincidir com a porra do Mati no 4º ou 5º orgasmo dela.
Depois do clímax, o Mati aliviou a pressão e a rola já mole dele saiu do reto da minha putona, que ficou aberto e encharcado pra eu me deliciar lambendo o cu inflamado e dilatado dela.
Depois disso, o Mati e ela tomaram banho juntos (ela chupou a rola dele de novo no chuveiro), enquanto eu, ainda quente e doente, resgatei as 2 camisinhas que o Mati encheu de porra e jogou num cesto do lado da cama e, com um tesão que me enlouquecia, esvaziei elas na minha boca e engoli todo aquele elixir de macho que eu tanto amo.
Quando saíram do banheiro, esposa e corno, foi minha vez de me higienizar.
Pouco depois, saímos os 3 do hotel, nos despedimos prometendo novos encontros e fomos embora.
Já em casa, minha amada esposa me disse que amou o Mati, que não só era gostoso de corpo e rola, mas que transava muito bem e soltava muita porra.
E muito gostosa, completei eu enquanto descia entre as coxas dela pra chupar a buceta dela e ela se masturbar pensando no novo macho dela.
Enquanto eu fazia isso, meu celular tocou por um mensagem que na época eu não dei bola.
Depois de ter arrancado da minha putinha mais um orgasmo, ela gritando o nome do meu novo corno, e com ela no banheiro se higienizando, li a mensagem.
Era o Mati agradecendo nós dois pela puta experiência que ele teve, e especialmente a mim por ter ficado excitado em me ver compartilhar e saborear o gozo dele, pelo tesão de chupar a rola dele mesmo com camisinha enquanto eu comia a buceta dela, e pela excelente lambida de saco que dei enquanto ele gozava dentro da "nossa puta", ele escreveu.
Pedia pra continuarmos a relação. Prometia se dedicar pra caralho pra satisfazer nós dois e terminava com um detalhezinho em forma de pergunta.
"Quando você foi tomar banho e antes da gente ir embora, tive a ideia de pegar as duas camisinhas onde deixei meu gozo pra te dar de lembrança, mas estavam vazias. Se rolar novos encontros, adoraria te dar meu gozo engarrafado, e se rolar, seria foda te ver saboreando."
Respondi: não vai dar, Mati, ela não curte nada de bissexual, e muito menos homo.
Mati: ahh, que merda, mas e se ela não estiver por perto, né?
Você e eu sozinhos? perguntei, e meu cu começou a pulsar.
"Se você topar, eu adoraria."
Vamos conversar amanhã e vemos. Não nego nada que dê prazer.
Seu gozo é muito gostoso, escrevi, desliguei o celular e fui pro banheiro me masturbar, igualzinho minha puta esposa, pensando no Mati.
10 comentários - Mati, outro boi gostoso dos bons
Que rica puta tenés hermano!!!!
Ojala pusieran datos del corneador
Para tener buenas referencias digo