La mamá de Andrew

Andrew tá tentando se dar bem no ramo da música, só precisa de um hit pra ficar famoso. (Essa história não é minha, só tô traduzindo pro espanhol pra galera hispânica poder curtir) ------------------------------------------------------- Andrew tinha talento pra música. Tocou bateria a vida inteira e a mãe dele sabia disso. Sempre garantiu que ele tivesse tudo que precisava pra vencer. Andrew amava ser músico e tocar seu instrumento favorito. E tava perto de conseguir. A banda dele começava a receber muita atenção e elogios em alguns lugares locais. Já tinham uma base de fãs pequena. Só precisavam daquele empurrão final. Precisavam de um hit. Andrew era o líder da banda, mas não parecia, principalmente sendo o baterista. Quem conhecia a banda sempre achava que o Roy era o líder. Roy era o vocalista. Era bem diferente do Andrew. Definitivamente não tinha tanto talento, e nem compartilhava a paixão dele pela música. Na real, a única razão pra ele fazer isso era por causa das groupies. E era isso que ele tinha. Tava sempre rodeado de minas. Andrew odiava o Roy. Não só pelo jeito que ele tratava a música, mas também pela arrogância e o senso de superioridade dele. Tava sempre com um sorriso estranho, como se fosse o melhor vocalista do planeta. Ele não era ruim e tinha uma presença de palco foda, então era cativante. Isso atraía todos os olhares, principalmente das garotas. Roy sabia o que as minas gostavam. Saía sem camisa e fazia questão de encarar elas. Mesmo atrás da bateria, Andrew conseguia ver todas aquelas garotas tremendo quando olhavam pra ele. Andrew desejava aquela atenção, mas desejava algo mais. Desejava o sucesso, então não ligou. Só se importava com o que a mãe dele dizia; afinal, ela ia em todos os shows dele. Embora desconfiasse dela, como mãe, ela sempre tinha coisas positivas pra falar. Andrew confiava na opinião dela. Andrew tinha dificuldade de olhar pra mãe durante os shows. Ela sempre o incentivava quando ele fazia algo impressionante, mas também torcia por Roy por causa das travessuras dele, inclusive cantando junto com ele. Era horrível ver a mãe dele gritando igual uma groupie toda vez que Roy tirava a camisa ou molhava o público. Ver a mãe dele molhada, na frente do palco, com um decote pronunciado, era uma imagem que ele queria poder esquecer. Principalmente pensando que Roy tinha um lugar na primeira fila para aproveitar aquela vista. A mãe dele sempre dizia que torcia porque sabia que era a banda do filho, mas Andrew sempre achou que era algo a mais. Às vezes, parecia que ela até esquecia que tinha um filho, já que toda a atenção dela estava em Roy. Essa era a principal razão pela qual Roy continuava na banda. A mãe dele dizia que ele devia ficar com Roy, que era o melhor vocalista da região. Não era fácil ver a mãe dele falando todas aquelas coisas sobre um cara que ele desprezava, mas o plano dele era vencer, então faria de tudo para conseguir. Claro, ouvir a mãe dele elogiando Roy na frente dele era ainda pior, principalmente ao ver a expressão sombria no rosto dele. Toda vez que ele ia embora, Andrew via aquele idiota olhando para a bunda da mãe dele. Ele nem tentava disfarçar os olhares que dava, nem tentava parar as mãos de se aproximar do corpo da mãe dele. Embora ela não parecesse se importar, ainda era difícil ver aquele homem se aproveitando do corpo da mãe dele. Andrew odiava isso depois dos shows. As mulheres se amontoavam em volta de Roy, beijando ele, tocando nele, até deixando ele apalpar a bunda e os peitos delas. Andrew só recebia alguns elogios de outros músicos. Ele gostava de ver que estava indo bem, mas ainda queria a atenção das garotas. Principalmente porque ainda era virgem. Passou a vida inteira estudando e praticando, e se esqueceu de socializar. Mas sabia que, depois do sucesso, conseguiria qualquer garota que quisesse. Durante a semana, Roy contava para todos os membros da banda sobre as garotas com quem ele transava. Embora fossem musicistas talentosas, assim como Andrew, elas o aclamavam. —Beleza, galera, vamos focar na nossa música. Isso é mais importante! —disse Andrew em voz alta. Roy riu. "Cala a boca, viadinho! Por isso que você nunca come ninguém! É sempre sobre acordes e melodias! Foda-se isso!" "É fácil pra você falar, você só canta tudo que eu escrevo!" Roy partiu pra cima de Andrew e deu um soco no olho dele. Ele caiu no chão, enquanto Roy ficou por cima, rindo. Beleza! Vou escrever uma música e vai ser o nosso maior sucesso! Escreve minha letra! —disse, cuspindo em Andrew. Quando Andrew chegou em casa, nem conseguiu evitar a mãe. Ela sempre perguntava como tinha sido com a banda, mas ficou chocada ao ver o filho com um olho roxo. Meu Deus! O que aconteceu? —gritou—. Roy! Ele não gostou do que eu falei e me deu um soco! —O que você disse pra ele? Andrew achou estranho que a mãe achasse mais importante saber o que ele disse do que se preocupar com a segurança do filho. "Só falei que ele só cantava o que eu escrevia, nada mais!" A mãe dele só suspirou. "Querido, eu te avisei. Não briga com ele, você precisa dele na banda!" Andrew ficou sem palavras. Não queria ficar com alguém como Roy. O pior de tudo era que odiava que a mãe dele ficasse do lado do Roy. Pelo menos ele não estava lá pra ver. A banda dele tinha um show no fim de semana seguinte, e ele ia mandar Roy embora logo depois. Isso finalmente ia libertá-lo de tudo que estava rolando. Durante todos os ensaios, Roy não parava de rir do olho roxo do Andrew. Foi um inferno, mas Andrew sabia que, em só mais alguns dias, ele ia rir por último. No dia do show, Andrew estava preparando tudo. Como sempre, Roy não moveu um dedo pra ajudar. Ficou papeando com as fãs. Daí a pouco, Andrew viu a mãe dele chegar. Ela cumprimentou todo mundo, incluindo Roy, que abraçou ela com força, especialmente passando as mãos na cintura dela, descendo em direção à bunda. Andrew pensou em fazer alguma coisa, mas tinha medo de que Roy batesse nele de novo e que a mãe dele o protegesse. Não parava de pensar no final do show, quando se despediriam do Roy. Depois de alguns minutos, chegou a hora de subir no palco. Se preparou mentalmente e entrou junto com os outros músicos. Contou "1, 2, 3, 4!" e começou a primeira música. Roy costumava subir no palco mais tarde na música, como se fosse a estrela principal. Mas alguma coisa estava errada. Andrew procurou pelo Roy, mas não o encontraram. A banda começou a procurar por ele, mas não estava. Era tarde demais para parar a música, mas precisavam de alguém para cantar. Andrew teve que pensar rápido, então pediu um microfone, que alguém nos bastidores lhe deu. Quando o microfone chegou, Andrew notou alguma coisa atrás. Parecia o Roy com uma mulher. Sem dúvida, ele estava beijando ela, apalpando a bunda dela. Começou a passar as mãos por todo o corpo dela, tocando os peitos dela e ela agarrando a própria bunda com força. Andrew sabia que era a chance dele de mostrar que a banda não precisava do Roy e que ele tinha talento suficiente para tocar bateria e cantar. Então começou a cantar a música e a plateia aplaudiu. Era a primeira vez que via aqueles aplausos. Amou aquele momento. Decidiu olhar para o Roy, rir da cara dele, quando finalmente viu com quem ele estava se beijando. Era a mãe dele. Quase perdeu o ritmo e esqueceu a letra ao ver a língua da mãe dele dentro da boca do Roy. Os membros da banda começaram a se perguntar o que estava rolando e decidiram olhar nos bastidores. Foi aí que também viram. Olharam de novo para o Andrew, que tinha uma expressão de choque no rosto. Os membros da banda estavam rindo do Andrew. De repente, o sonho dele virou o pior pesadelo. Andrew decidiu parar de pensar e observar o que estava acontecendo e se concentrou no show. Repetiu tudo o que o Roy sempre dizia e cantou com o coração. Mesmo que a plateia parecesse estar gostando, não importava. Ele não conseguia focar no show. Decidiu dar outra olhada depois de terminar a primeira música. Pra surpresa dele, a mãe dele estava de topless e tinha algo na mão: uma rola grande e dura. Ela segurava com mais força do que o Andrew segurava as baquetas. E acariciava como se estivesse morrendo de vontade de fazer aquilo há muito tempo. Andrew tinha uma das tetas dela na mão, enquanto ele chupava a outra. Ei! Foco! Era o guitarrista. Andrew percebeu que o show estava em completo silêncio desde que terminou a primeira música e que o público começava a desconfiar que algo tinha acontecido. Andrew deu o sinal pra próxima música e eles começaram. O público acompanhou o ritmo. Quando começou a cantar, decidiu checar de novo. Quase deixou cair uma baqueta e perdeu a letra outra vez. A mãe dele estava de joelhos, com a rola do Roy na boca. De algum jeito, quase parecia que ela tava cantando na frente de um microfone. Claro que ela tava engolindo aquele microfone grande e cheio de veias, enquanto babava tudo. Andrew perdeu a concentração no show quando olhou nos olhos do Roy. Eles estavam olhando pra ele. Aquele filho da puta não só tava fazendo a mãe dele chupar ele, uns dias depois de ter dado um soco na cara dele, como também não tava fazendo nada, enquanto Andrew tinha que cobrir ele. Andrew decidiu que não ia mais olhar, que não precisava do Roy e que ia terminar o show e depois lidar com todas as consequências. Terminou a segunda música e começou a terceira, sem nem olhar pro lado. Ele começou a esquecer o que tava rolando nos bastidores, enquanto observava o público, que tava vibrando e cantando junto com ele. A terceira música foi a melhor apresentação dele da noite e foi muito aplaudida. Andrew parou um momento pra respirar e agradecer o público, quando ouviu um barulho nos bastidores. Um barulho muito alto. Não conseguiu evitar olhar, junto com os membros da banda. "Porra!", gritou direto no microfone. Os gemidos vinham da mãe dele, que agora Ela estava completamente nua, sendo fodida de quatro, com o cabelo puxado e a bunda levando palmada sem parar. Roy também estava pelado, comendo ela no pelo. Cada música que a banda tocava, eles trocavam de posição. Foderam por pelo menos seis músicas. Andrew perdeu a conta. O show estava chegando ao fim e, para o público, com certeza foi um dos melhores. Andrew continuava orgulhoso de si mesmo por ter conseguido tocar bateria e cantar o show inteiro, enquanto a mãe dele dava pra cima do cara que ele mais odiava. A última música, a melhor de todas, o grande final, e enquanto Andrew olhava pra mãe dele e pro Roy, que também pareciam estar perto de gozar, Andrew tocava a música no ritmo das estocadas do Roy. A música saiu mais rápida do que o esperado, quase parecendo punk rock. Cheia de energia, o público amou. Sem dúvida, eles estavam dando tudo de si no palco, mas o olhar de Andrew estava fixo em Roy e na mãe dele. Eles estavam acelerando, e Andrew também. Quando chegou no clímax do show, ele percebeu uma coisa. O pau dele quase rasgava a calça. Tava duro feito pedra. Andrew não tinha certeza se era por causa do show ou pela trepada que tava rolando a poucos metros dele. Talvez pelos dois. Finalmente a música chegou ao fim, com a banda tocando as últimas notas, arrasando todo mundo. Enquanto Andrew olhava pra mãe dele, ela tava de joelhos, ensopada de suor, chupando as bolas do Roy enquanto ele se masturbava. Ela tirou a boca e ficou de frente pro Roy, que ainda tinha o mesmo sorriso. Por fim, ele soltou um gemido, que foi abafado pelos aplausos do público. Enquanto a banda fazia reverência, Andrew conseguiu ver Roy gozar na cara da mãe dele. Vários jatos de porra batendo nos lábios que beijavam ele toda noite, batendo nas tetas que apertavam ele quando ela abraçava ele toda noite. Ela tava toda suja da vitória do Roy. O público enlouqueceu. Pediam um bis. Andrew ficou de boca aberta. Isso nunca tinha acontecido, e ele fez isso sem a ajuda do Roy. A banda se olhou, mas tinham ficado sem músicas. Não sabiam o que tocar. Foi então que alguém saiu do backstage. Era o Roy. Ele estava sem camisa e só usava um short curto que mal escondia o pau dele, ainda duro como uma pedra. Ele se jogou no microfone vazio no centro do palco, onde deveria cantar desde o começo, e disse pro público. BOA NOITE PRA TODO MUNDO! ESPERO QUE CURTAM O SOM QUE MINHA BANDA TOCOU PRA VOCÊS ESSA NOITE! SEM DÚVIDA, ELES CUMPRIRAM TUDO QUE EU ENSINEI! MAS AGORA É HORA DE MOSTRAR COMO TERMINAR UM SHOW DE VERDADE! Andrew ficou paralisado. "Minha banda?" Como podia ser a banda do Roy? Ele não moveu um músculo durante nenhuma daquelas músicas. Mas isso não importava. Se o público já tava doido durante o show, ficaram ainda mais loucos com o Roy, principalmente as minas. Andrew olhou pra mãe dele, que tava meio nua, se vestindo, com porra escorrendo pela cara e pelos peitos. Ela se aproximou do palco pra ver, e até demorou pra olhar pro filho. Mesmo com a cara cheia de porra e o cabelo bagunçado, ela mantinha aquele sorriso orgulhoso. Até mandou um beijo pra ele, que não parecia muito carinhoso, enquanto a porra escorria dos lábios dela pra mão. Roy explicou os acordes da música pro resto da banda, e pro Andrew, só deu um sorriso e uma piscada. Andrew ficou com a pele arrepiada ao ver aquilo, principalmente ao notar que o Roy ainda tava completamente duro. Ele não usava cueca, o que significava que não tinha nada segurando o pau dele, e ele fez questão de mostrar pra todo o recinto. TODO MUNDO! VAMOS TOCAR ALGO NOVO PRA VOCÊS! NOSSA MÚSICA NOVA! ESSA MÚSICA FOI COMPOSTA HÁ MINUTOS ENQUANTO EU TAVA ME INSPIRANDO! A multidão enlouqueceu. Andrew olhou pra mãe dele, que agora tava completamente vidrada no discurso do Roy, mordendo os lábios e Ligeiramente corada. "ESSA MÚSICA SE CHAMA... A MÃE DO ANDREW!" O lugar inteiro ficou em silêncio, enquanto Andrew tremia. Os únicos aplausos que se ouviam vinham de trás do palco. Era a mãe do Andrew aplaudindo. Pra quem não sabe, o Andrew é nosso baterista! Ele fez um puta trabalho me substituindo enquanto eu compunha essa música, e como agradecimento, quero que ele cante comigo. Ele se aproximou do Andrew, que tava pálido e surpreso. "Vou te dar uma dica, mano!" Ele se virou e contou: "1, 2, 3, 4!" Nunca disse pro Andrew qual era o ritmo, mas ele pegou naturalmente. A banda seguiu o sinal enquanto o Roy começava a letra. A mãe do Andrew é uma MILF! Adora me ver cantar! Agora que eu comi ela, me sinto um rei! Ela sempre me mostra o decote! Sempre queria minha pica. E agora que eu fodi ela até apagar, vou cantar esse rock pra você! Eu comi a mãe do Andrew! Roy olhou pra trás e gritou pro Andrew: "Canta: Roy comeu minha mãe!" Andrew ficou chocado ao ouvir isso, mas era a metade da música e, enquanto olhava pra mãe dele, ela parecia estar se divertindo pra caralho, então ele cantou de volta. "Roy comeu minha mãe!" A plateia explodiu em risadas e gritos, enquanto todo mundo no palco ria. A mãe do Andrew incentivava o filho enquanto cantava a parte dele no refrão. "Roy continuou o refrão: Comi a buceta dela, comi o cu dela, comi a cara dela, fiz uma bagunça nela!" "Agora a segunda parte!!" Gozei na cara dela, porra Ela tá escorrendo com meu leite Agora que ela acabou de ser fodida Vai dar um beijo no filho dela! De volta ao refrão! Enquanto o refrão tocava, Andrew gritou: "Roy comeu minha mãe!" Cada vez que ele cantava esse verso, o pau dele pulsava. Depois de várias repetições do mesmo refrão, a multidão já tava cantando junto. Andrew olhou pra mãe dele, que também cantava, com um sorriso enorme. Quando a música terminou, a plateia gritou ainda mais alto. Mais mais forte do que Andrew jamais tinha ouvido. Era ensurdecedor. Talvez não tivesse sido tão ruim deixar Roy compor, afinal. Finalmente tinham um sucesso nas mãos.

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