Tô meio tesuda agora e criei coragem pra contar minha primeira vez como esposa infiel. Aconteceu já faz uns 4 anos. Casei com 22 anos e
Uma das minhas melhores amigas sempre foi muito inquieta, ela me contava sobre as aventuras dela e, entre outras coisas, me falou de um chat onde tinha pegado uns caras.
Num momento de tédio em casa, resolvi entrar no chat. Desde que entrei, os lobos apareceram. Um e outro, uns bem grossos, outros mais na dela, mas todos atrás de sexo. Me envolvi em algumas conversas e naquele dia não passou disso.
A partir daí, comecei a entrar com uma certa frequência, umas 2 a 3 vezes por semana no começo, até que depois tava quase todo dia batendo papo. Fiz uns amigos fixos e com todos eles tinha conversas quentes.
Quem eu mais tinha intimidade era o Alfredo. Um técnico de uma empresa de TV a cabo e internet. Ele era muito safado e dominador, e me excitava do jeito que me tratava. No fim, resolvi passar meu número de telefone e a gente subiu pra conversar no WhatsApp.
Ele sempre se gabava do tamanho da pica dele e no fim começou a me mandar fotos dela. Era enorme e me excitava pra caralho. Comecei a me masturbar pensando na pica dele e depois a ter cibersexo com ele. Ele me chamava de puta e me xingava, isso me excitava, algo bem diferente do sexo bonitinho com meu marido.
Ele me falava das casadas que comia e eu comecei a desejar ser mais uma. Um dia ele me mandou um vídeo dele comendo uma senhora de 52 anos. Ver ela gemendo e gozando foi o estopim. Decidi ser dele.
Aproveitando uma viagem de trabalho do meu marido, pedi pra ele vir no apartamento, com o uniforme da empresa de TV a cabo, que é exatamente a que a gente tem em casa.
Naquele dia, ele pediu pra eu esperar de pijama.
Ele chegou no prédio,
Bateu na porta. Abri. Ver ele com o macacão de trabalho foi demais pra mim. Ele entrou no apartamento, me pegou pela cintura e me beijou com tesão. Agarrou minha bunda por cima do pijama e falou: "tá com uma raba gostosa, sua puta, hoje vai ser minha."
Eu já tava melada. Ele se deu contou e me ordenou "ajoelha". Obedeci.
Me ajoelhei. Ele soltou o macacão e puxou o pau já duro. Era realmente muito grande.
"Chupa", ele ordenou. Obedeci. Sentir aquele pau na minha boca me excitava demais, tentei fazer ele sentir que eu era uma puta. E ele me chamava assim: "puta..."
Quando ele ficou completamente excitado, segurou minha cabeça e enfiou uma boa parte do pau na minha boca. Quase vomitei. Mas aguentei e ele diminuiu a pressão. Tinha tipo meio pênis dentro da minha boca. Senti ele acelerar, queria que ele me penetrasse logo, mas estava submissa ao que ele queria e não falei nada.
Finalmente, ele gozou na minha boca. Antes que eu pudesse reagir, ele ordenou que eu engolisse.
Eu estava muito excitada e bebi o sêmen. Mas também me sentia frustrada, porque queria que ele me comesse. Mesmo assim, me esforcei pra lamber o pau dele e deixar limpo de sêmen. Mas ele foi ficando mole até que eu soltei.
Me levantei e ele disse: "Puta, me leva pra sua cama, agora é sua vez de gozar." Obedeci, porque era o que eu queria. Levei ele pro meu quarto. Ele ordenou: "Fica de quatro na beirada." Obedeci. Ainda estava de pijama.
Ele se ajoelhou atrás de mim. Baixou meu short. Me deixou de fio dental. Ele disse "que puta gostosa de fio dental fino". Puxou de lado e colocou a língua na minha buceta.
Me senti morrer com a língua dele me percorrendo. Ele separou minhas nádegas com as mãos e colocou a língua no meu cuzinho. Gozei com a língua dele. Ele continuou e se concentrou no meu cu.
Depois ele se levantou e, sem ver, senti.
O pau enorme dele, novamente duro, entrando.
Não tinha nem 2 minutos sendo a puta dele quando o telefone tocou. O chefe dele tava ligando.
Enquanto ele me comia de quatro, ele falava e coordenava uma visita técnica. Quando ele disse "tô terminando um serviço agora", me senti tão puta que gozei de novo.
Isso deixou ele a mil e, instantes depois de desligar, ele também gozou.
Com meus lábios e língua, limpei o pau dele. Com o sêmen dele e meus fluidos. Me senti muito puta.
Quando terminou, ele se arrumou pra sair e, ao me despedir, disse: "Na próxima é pelo teu cu, puta.
Uma das minhas melhores amigas sempre foi muito inquieta, ela me contava sobre as aventuras dela e, entre outras coisas, me falou de um chat onde tinha pegado uns caras.
Num momento de tédio em casa, resolvi entrar no chat. Desde que entrei, os lobos apareceram. Um e outro, uns bem grossos, outros mais na dela, mas todos atrás de sexo. Me envolvi em algumas conversas e naquele dia não passou disso.
A partir daí, comecei a entrar com uma certa frequência, umas 2 a 3 vezes por semana no começo, até que depois tava quase todo dia batendo papo. Fiz uns amigos fixos e com todos eles tinha conversas quentes.
Quem eu mais tinha intimidade era o Alfredo. Um técnico de uma empresa de TV a cabo e internet. Ele era muito safado e dominador, e me excitava do jeito que me tratava. No fim, resolvi passar meu número de telefone e a gente subiu pra conversar no WhatsApp.
Ele sempre se gabava do tamanho da pica dele e no fim começou a me mandar fotos dela. Era enorme e me excitava pra caralho. Comecei a me masturbar pensando na pica dele e depois a ter cibersexo com ele. Ele me chamava de puta e me xingava, isso me excitava, algo bem diferente do sexo bonitinho com meu marido.
Ele me falava das casadas que comia e eu comecei a desejar ser mais uma. Um dia ele me mandou um vídeo dele comendo uma senhora de 52 anos. Ver ela gemendo e gozando foi o estopim. Decidi ser dele.
Aproveitando uma viagem de trabalho do meu marido, pedi pra ele vir no apartamento, com o uniforme da empresa de TV a cabo, que é exatamente a que a gente tem em casa.
Naquele dia, ele pediu pra eu esperar de pijama.
Ele chegou no prédio,
Bateu na porta. Abri. Ver ele com o macacão de trabalho foi demais pra mim. Ele entrou no apartamento, me pegou pela cintura e me beijou com tesão. Agarrou minha bunda por cima do pijama e falou: "tá com uma raba gostosa, sua puta, hoje vai ser minha."
Eu já tava melada. Ele se deu contou e me ordenou "ajoelha". Obedeci.
Me ajoelhei. Ele soltou o macacão e puxou o pau já duro. Era realmente muito grande.
"Chupa", ele ordenou. Obedeci. Sentir aquele pau na minha boca me excitava demais, tentei fazer ele sentir que eu era uma puta. E ele me chamava assim: "puta..."
Quando ele ficou completamente excitado, segurou minha cabeça e enfiou uma boa parte do pau na minha boca. Quase vomitei. Mas aguentei e ele diminuiu a pressão. Tinha tipo meio pênis dentro da minha boca. Senti ele acelerar, queria que ele me penetrasse logo, mas estava submissa ao que ele queria e não falei nada.
Finalmente, ele gozou na minha boca. Antes que eu pudesse reagir, ele ordenou que eu engolisse.
Eu estava muito excitada e bebi o sêmen. Mas também me sentia frustrada, porque queria que ele me comesse. Mesmo assim, me esforcei pra lamber o pau dele e deixar limpo de sêmen. Mas ele foi ficando mole até que eu soltei.
Me levantei e ele disse: "Puta, me leva pra sua cama, agora é sua vez de gozar." Obedeci, porque era o que eu queria. Levei ele pro meu quarto. Ele ordenou: "Fica de quatro na beirada." Obedeci. Ainda estava de pijama.
Ele se ajoelhou atrás de mim. Baixou meu short. Me deixou de fio dental. Ele disse "que puta gostosa de fio dental fino". Puxou de lado e colocou a língua na minha buceta.
Me senti morrer com a língua dele me percorrendo. Ele separou minhas nádegas com as mãos e colocou a língua no meu cuzinho. Gozei com a língua dele. Ele continuou e se concentrou no meu cu.
Depois ele se levantou e, sem ver, senti.
O pau enorme dele, novamente duro, entrando.
Não tinha nem 2 minutos sendo a puta dele quando o telefone tocou. O chefe dele tava ligando.
Enquanto ele me comia de quatro, ele falava e coordenava uma visita técnica. Quando ele disse "tô terminando um serviço agora", me senti tão puta que gozei de novo.
Isso deixou ele a mil e, instantes depois de desligar, ele também gozou.
Com meus lábios e língua, limpei o pau dele. Com o sêmen dele e meus fluidos. Me senti muito puta.
Quando terminou, ele se arrumou pra sair e, ao me despedir, disse: "Na próxima é pelo teu cu, puta.
2 comentários - Minha primeira traição sendo casada