Ela se chama Nataly Nictee Luna Nuñez e eu a conheço desde a época da faculdade, quando ela estudava odontologia na UNAM. Era amiga de uma namorada minha que estudava na mesma faculdade. Então, quando ela começou a pedir voluntários para os estágios dela, não hesitei em me oferecer. Adoro mulheres de jaleco médico, porque dá pra reparar nas tetas e na bunda gostosas delas.

Não importava um pouco de dor na boca, desde que eu pudesse admirar aquelas tetonas enormes. E assim se passaram 4 anos até que, de cobaia dela, me tornei seu paciente. Nunca houve nada além dos olhares para as tetas e a bunda dela; ela tinha namorado e eu pulava de relacionamento em relacionamento. Quando ela montou o primeiro consultório na zona norte da Cidade do México, decidi ir pelo menos uma vez a cada quinze dias. O namorado dela sempre foi o mesmo, e eu virei seu confidente, já que ela me contava tudo o que não gostava nele, como ele ser tão presunçoso e de olho vivo. Com a confiança, ela começou a usar blusas decotadas e até me atendia de jeans às vezes. Jamais esquecerei a primeira vez que consegui ver a calcinha dela; ela estava com um jeans na altura do quadril e, ao procurar um material nos armários, apareceu a tanga de renda vermelha. Demorou um bom tempo, então a pica começou a subir. N: Não encontro o alicate que preciso. Eu não conseguia falar nada, estava anestesiado, e só fiquei vermelho porque meu pau já estava durinho. N: Ah, olha só. Comecei a suar. N: Estão ali (apontando para uma bandeja do outro lado de mim). O mais lógico seria ela se levantar para pegar o alicate, mas, em vez disso, ela se esticou sobre mim, apoiando as tetonas no meu queixo, e a mão esquerda dela, "sem querer", roçou no meu volume. N: Ai, desculpa, disse ela, ficando vermelha. Dessa vez não passou disso.
Mas depois as coisas começaram a ficar mais safadas a cada visita. Lembro que em outra visita ela foi muito seca ao me receber e parou de usar suas roupinhas sexy, então voltou pros pijamas médicos, mas pra mim foi muito melhor. N: Pode acreditar? O idiota do ***** encheu meu saco porque um paciente me trouxe umas flores. N: Como se eu tivesse pedido ou sei lá o que ele imagina. Y: Então ele é ciumento (falei enquanto me acomodava na cadeira de exame) N: Sim, também reclamou que eu me visto muito provocante, como se o imbecil não tivesse uma bunda que merece ser pisada. Y: Muito errado, ele não tem motivo pra desconfiar de você. Sou muito chorão pra dor na boca, então quase sempre preciso de anestesia local e não consigo falar muito, então sou todo ouvidos (literalmente). Tava no meio do procedimento e ela apertou "sem querer" a pistola de água, molhando minha calça. N: Ai, desculpa, desculpa, desculpa (enquanto colocava toalhas de papel na minha virilha) N: Deixa eu te secar. Começou a dar palmadinhas e logicamente meu pau ficou duro em questão de segundos. N: Acho que já foi. O que você tem aqui? Falou enquanto tirava as luvas e começou a esfregar meu pau por cima da calça. Eu continuava sem conseguir falar nada e acho que fiz cara de que tava gostando, porque ela disse: N: Ah, então isso você gosta, dá pra sentir que tem um pauzão. Pensei que ela ia tirar ele pra fora e chupar, mas não tive tanta sorte. N: Quer ver uma coisa? Y: Aham N: Mas não pode tocar, senão não faço mais. Y: Aham Ela se virou e começou a fazer uma dança tipo twerk, eu tava extasiado vendo aquela bunda linda quicar. N: Tá gostando? Tô indo pra aulas. Y: Aham E de repente... Ela abaixou a calça e eu vi aqueles glúteos enormes e deliciosos na calcinha fio dental vermelha que eu tinha visto antes. N: Notei que outro dia você viu minha calcinha fio dental e ficou durinho, falou enquanto me olhava nos olhos e eu não parava de devorar com os olhos aquela bunda enorme. N: Vamos tentar uma coisa. Sem subir a calça, ela começou a andar de ré na minha direção. Uma imagem que vou ter sempre na minha mente. Cuzinho dela com a tanga fazendo lap dance enquanto eu não podia fazer nada.
Moví a mão porque a luxúria tava me vencendo. N: Nem pense nisso, senão não faço de novo. Só me agarrei no sofá enquanto ela esfregava a tanga no meu volume. Ela começou a dar uns gemidos e eu não soube se ela tava molhada, se foi a água que ela jogou em mim ou se eu tava gozando. Nisso, o celular dela tocou. N: Já é hora do meu próximo cliente. Eu mal ouvia o que ela dizia, meus ouvidos tavam zumbindo de tanto tesão. N: Se você continuar sendo um paciente tão obediente, a gente pode continuar se divertindo. Tudo depende de você.


A verdade é que o que vivi com ela é muito pra um post só, então acho que vou postar pelo menos uns 3. Comenta aí e deixa uns pontos pra saber se vocês querem que eu continue contando.


Não importava um pouco de dor na boca, desde que eu pudesse admirar aquelas tetonas enormes. E assim se passaram 4 anos até que, de cobaia dela, me tornei seu paciente. Nunca houve nada além dos olhares para as tetas e a bunda dela; ela tinha namorado e eu pulava de relacionamento em relacionamento. Quando ela montou o primeiro consultório na zona norte da Cidade do México, decidi ir pelo menos uma vez a cada quinze dias. O namorado dela sempre foi o mesmo, e eu virei seu confidente, já que ela me contava tudo o que não gostava nele, como ele ser tão presunçoso e de olho vivo. Com a confiança, ela começou a usar blusas decotadas e até me atendia de jeans às vezes. Jamais esquecerei a primeira vez que consegui ver a calcinha dela; ela estava com um jeans na altura do quadril e, ao procurar um material nos armários, apareceu a tanga de renda vermelha. Demorou um bom tempo, então a pica começou a subir. N: Não encontro o alicate que preciso. Eu não conseguia falar nada, estava anestesiado, e só fiquei vermelho porque meu pau já estava durinho. N: Ah, olha só. Comecei a suar. N: Estão ali (apontando para uma bandeja do outro lado de mim). O mais lógico seria ela se levantar para pegar o alicate, mas, em vez disso, ela se esticou sobre mim, apoiando as tetonas no meu queixo, e a mão esquerda dela, "sem querer", roçou no meu volume. N: Ai, desculpa, disse ela, ficando vermelha. Dessa vez não passou disso.
Mas depois as coisas começaram a ficar mais safadas a cada visita. Lembro que em outra visita ela foi muito seca ao me receber e parou de usar suas roupinhas sexy, então voltou pros pijamas médicos, mas pra mim foi muito melhor. N: Pode acreditar? O idiota do ***** encheu meu saco porque um paciente me trouxe umas flores. N: Como se eu tivesse pedido ou sei lá o que ele imagina. Y: Então ele é ciumento (falei enquanto me acomodava na cadeira de exame) N: Sim, também reclamou que eu me visto muito provocante, como se o imbecil não tivesse uma bunda que merece ser pisada. Y: Muito errado, ele não tem motivo pra desconfiar de você. Sou muito chorão pra dor na boca, então quase sempre preciso de anestesia local e não consigo falar muito, então sou todo ouvidos (literalmente). Tava no meio do procedimento e ela apertou "sem querer" a pistola de água, molhando minha calça. N: Ai, desculpa, desculpa, desculpa (enquanto colocava toalhas de papel na minha virilha) N: Deixa eu te secar. Começou a dar palmadinhas e logicamente meu pau ficou duro em questão de segundos. N: Acho que já foi. O que você tem aqui? Falou enquanto tirava as luvas e começou a esfregar meu pau por cima da calça. Eu continuava sem conseguir falar nada e acho que fiz cara de que tava gostando, porque ela disse: N: Ah, então isso você gosta, dá pra sentir que tem um pauzão. Pensei que ela ia tirar ele pra fora e chupar, mas não tive tanta sorte. N: Quer ver uma coisa? Y: Aham N: Mas não pode tocar, senão não faço mais. Y: Aham Ela se virou e começou a fazer uma dança tipo twerk, eu tava extasiado vendo aquela bunda linda quicar. N: Tá gostando? Tô indo pra aulas. Y: Aham E de repente... Ela abaixou a calça e eu vi aqueles glúteos enormes e deliciosos na calcinha fio dental vermelha que eu tinha visto antes. N: Notei que outro dia você viu minha calcinha fio dental e ficou durinho, falou enquanto me olhava nos olhos e eu não parava de devorar com os olhos aquela bunda enorme. N: Vamos tentar uma coisa. Sem subir a calça, ela começou a andar de ré na minha direção. Uma imagem que vou ter sempre na minha mente. Cuzinho dela com a tanga fazendo lap dance enquanto eu não podia fazer nada. Moví a mão porque a luxúria tava me vencendo. N: Nem pense nisso, senão não faço de novo. Só me agarrei no sofá enquanto ela esfregava a tanga no meu volume. Ela começou a dar uns gemidos e eu não soube se ela tava molhada, se foi a água que ela jogou em mim ou se eu tava gozando. Nisso, o celular dela tocou. N: Já é hora do meu próximo cliente. Eu mal ouvia o que ela dizia, meus ouvidos tavam zumbindo de tanto tesão. N: Se você continuar sendo um paciente tão obediente, a gente pode continuar se divertindo. Tudo depende de você.



A verdade é que o que vivi com ela é muito pra um post só, então acho que vou postar pelo menos uns 3. Comenta aí e deixa uns pontos pra saber se vocês querem que eu continue contando.
5 comentários - Minha dentista é uma puta