As Aventuras da Lupita - Capítulo 25

As Aventuras da Lupita - Capítulo 25As aventuras de Lupita capítulo 25
O namorado de Lupita vai entrar em casa e o padrasto dela vai estar se esbaldando com a apetitosa Lupi.

Ao fechar a porta da entrada da casa, o rapaz angustiado sentiu claramente como o padrasto, aproveitando que a mãe não estava em casa, tinha trazido outra das suas putas pra comer. Isso era comum nele e não era a primeira vez que fazia. Os bufos e os rangidos altos das molas da cama deixavam a situação bem evidente.

O jovem, muito irritado com a ação sem vergonha do padrasto, ligou a televisão no volume alto. Estava decidido a fazer o velho perceber que ele tinha chegado em casa e assim estragar a festa dele.

Enquanto isso, no quarto do casal, Lupita, a jovem de 19 anos, completamente banhada em suor, cavalgava como desesperada em cima de Dom Severiano. Estava prestes a ter o melhor orgasmo da manhã, mas o barulho forte da TV vindo da sala a desconcentrou e ela percebeu que tinha mais alguém em casa. Como pôde, foi diminuindo os movimentos até ficar olhando apavorada pro velho que ela mesma tinha estado macetando nos últimos 15 minutos.

— Dom Seve, alguém chegou em casa… — disse ela, ainda enfiada até o talo, com a carinha que tinha voltado a ter os traços finos que eram comuns nela.

— É, deve ser seu namorado, hehehe… mas você não se preocupa, ele não tem coragem de entrar aqui… só vamos continuar trepando do mesmo jeito que a gente tava — disse o velhote, com as mãos grandes apoiadas entre as nádegas macias e os quadris dela.

— É que me dá vergonha estar fazendo isso com o senhor e ele estar aí fora… — disse a menina entre sussurros. Só de imaginar que o Rodrigo estava a poucos metros de onde ela estava fodendo com o padrasto, uma vontade imensa de mexer a cintura e revirar a pica do velho lá dentro do estômago tomou conta da parte safada da mente dela.

— Assim mesmo, coisinha… continua se mexendo desse jeitinho… vejete ao notar como a menina, apesar de seu amado estar do outro lado do muro onde eles estavam, não conseguia parar de se remexer, começou a incentivá-la a continuar dando de forma desavergonhada, exatamente como estavam fazendo antes da chegada do infeliz cuck.
Um pouco antes disso, Rodrigo, com um sorriso malicioso, notou como seu padrasto, junto com a puta que estava ali, diminuíram a foda que estavam trocando. Erroneamente, pensou que o velho ia se levantar e botar ela pra fora, como já tinha feito outras vezes, mas, infelizmente, depois de ouvi-los cochichando entre si, os dois sem-vergonhas começaram a se mexer de novo do mesmo jeito que ele tinha ouvido quando chegou em casa. E vendo que o velho não ia parar de foder a mulher com quem estava deitado, simplesmente desligou a TV e preferiu ir pro quarto.
— Viu como é viado!? Nem se atreve a vir defender a honra da própria mãe, hahaha…
Lupe só olhava pra ele com os olhos semicerrados, sem parar de mexer os quadris pra frente e pra trás, fazendo também movimentos circulares deliciosos quando as duas pélvis se encontravam, espremendo e chupando ele com a boceta. As mãozinhas dela estavam apoiadas na barriga mole do vejete. A situação a deixava presa num tesão insano. O fato de Rodrigo estar ouvindo como ela estava sendo comida por Dom Severiano a excitava ainda mais, e, mesmo que quisesse, ela não conseguia parar de se enfiar na grossa piroca que estava metida até a altura da cintura dela.
Até que o temperamento quente dela explodiu e, sem medir consequências, se entregou à situação quente e morbidosa. Simplesmente começou a foder como uma louca.
— Ahhh… gostosooo… papai!!! Me come… me fode sempre assim!! Maldito!!
O ambiente no quarto cheirava intensamente a sexo, o cheiro erótico de coito, buceta molhada e O pau era envolvente, --Aaaahhh ahhhh… gostosoooo! Gostosoooooo!! Cachorroooo!, a menina cravava as unhas no peito peludo do seu macho, um orgasmo estremecedor vinha a passos largos, --Vou gozaaar… vou gozaaaaar papaiii!! Mmmendigoooo! Ahhhgg!!!
--Eu também!!! Mocinhaaa… te amoooo!, dizia seu Severiano só pra falar alguma coisa, --Você é divinaaa pra foderrrr… putaaaaa!!!, pau e buceta se moviam e se raspavam em uníssono uma contra a outra, até que num dado momento ambas ficaram grudadas e só se esfregando com desespero, o pau de seu Severiano se esvaziava com 5 jorros de esperma grosso dentro da buceta de Lupita, ao mesmo tempo que a garota contraía os músculos vaginais com a única intenção de extrair até a última gota de porra daquele pau grosso que a tinha enfeitiçada, assim que tudo terminou a colegial simplesmente se deixou cair, desfalecida e exausta, sobre o peito peludo do padrasto do namorado, incrivelmente se sentiu bem cuidada e satisfeita sexualmente depois da putaria bestial que tinham feito, instintivamente começou a encher a cara dele com beijos molhados e frescos que nem ela mesma sabia por que estava dando.
--Você fode gostoso garota, tem um corpo lindo… é uma delícia de mulher… a partir de hoje você é minha… só minha…, dizia o velhote que a cada palavrão apertava ela mais contra o peito, a menina simplesmente concordou com a cabeça se perguntando: e o que eu vou fazer agora com o Rodrigo?.
Rodrigo dentro do quarto dele tapava a cabeça com o travesseiro pra não ouvir as putarias que a prostituta vulgar que o padrasto estava comendo na mesma cama onde a mãe dele também dormia gritava, a voz rouca com que a mulher gostosa gritava o exasperava a tal ponto que ele nem percebeu quando o pau dele tinha ficado duro, até que finalmente ouviu os dois se soltando num orgasmo a plenos pulmões.
Rapidamente se levantou e foi Se instalou na sala pra ver televisão, a única coisa que ele queria naquela hora era que o padrasto botasse pra fora de casa de uma vez aquela puta que teve a cara de pau de trazer pra dentro de casa na ausência da santa mãe dele.

— Como é que cê tá, cara… pensei que cê tivesse na casa da sua namoradinha, hahaha…

Rodrigo viu que o padrasto tinha saído enrolado num roupão e fumando.

— O senhor não tem vergonha não? Como é que tem coragem de meter prostituta dentro de casa!? — o moleque tava puto da vida.

— Cala a boca, imbecil! Eu trago quem eu quiser pra minha casa, hahaha. Além do mais, a gostosa que acabei de comer é uma puta delícia, hahaha… Cê devia virar homem de uma vez… por que não entra no quarto e come ela? Hahaha…

— Não, valeu… eu tenho namorada e respeito ela… nunca vou ser igual o senhor!! — Rodrigo encarava o Severiano com ódio nos olhos.

— Hehehe… como cê insiste em me fazer rir, cara. Sabe de uma coisa? Aquela puta não cobra nada… só dá de graça, hahaha!!! E é tão gostosa de foder que se ela me convencer, é bem capaz de eu mandar vocês dois embora e trazer ela pra morar comigo, hahahaha!!!!

Rodrigo viu ele sumir atrás da porta do quarto de casal. É importante dizer que a mina, por enquanto, não tinha a menor intenção de sair da cama do Severiano.

O moleque enganado de novo ouviu os barulhos que a cama do padrasto fazia com os movimentos fortes que estavam fazendo nela. Na hora, ele já deduziu que eles estavam trepando de novo. Lembrou dos gemidos que a mulher tinha dado uma hora atrás. Será que ela era tão gostosa quanto o velho tinha dito? Incrivelmente, ele sentiu o pau começar a endurecer de novo, porque os rangidos da cama estavam cada vez mais escandalosos. Sem pensar duas vezes, ele se levantou e, feito um verdadeiro espião, foi espiar pela fresta da porta que dava pro quarto de casal. A cada passo que dava em direção à porta do quarto, sentia o coração batendo a mil por hora por causa do tesão de ver como era a puta que o padrasto estava comendo. Já ouvia claramente os gemidos e o barulho dos corpos se chocando lá dentro. Com todo cuidado, se abaixou ao lado da porta e colocou o olho no buraquinho da fechadura até que os viu: os dois pelados na cama de casal. Via que o velho estava por cima dela, que o recebia com as pernas bem abertas. Por mais que tentasse achar o ângulo, não conseguia ver o rosto dela, mas admitia que a mulher devia ter um corpão, porque as coxas que ele via escancaradas eram espetaculares e muito bem torneadas. A puta naquele momento estava recebendo umas enfiadas brutais da pica do padrasto, que a empalava com força. Viu que ela o mantinha abraçado e que carinhosamente passava as unhas delicadas nas costas dele, enquanto ouvia claramente ela reclamar de dor e prazer ao mesmo tempo, já que os gemidos dela eram meio roucos, como se realmente doesse o que ele tava fazendo.

— Ooooohhhhhh… papiiiiiii mais… devagar!!!, que ela é muito grandona e tá doendo…!!! Aaaahhhhhhhh…!!!!
— Jajajaja, sim minha rainhaaaaa, mas sei que você também adoraaaa, você gostaaaa… me diz você gostaaaaaa?!!!, dizia o velho a cada estocada que dava,
— Sim, seu Severianoooo… Oooohhh, siiiim, eu adoroooo… mete mais pra dentrrooooo… Ayyyyyy! Ayyyyyyyy!! Ayyyyyyyyy!!!! Ayyyyyyyyyy!!!!, gritava a gostosa a cada uma das enfiadas ferozes que o velhote dava.

Rodrigo, que já estava ficando com um tesão do caralho por ser a única testemunha da foda bestial que estava rolando lá dentro, não aguentou mais e lentamente abaixou o zíper da calça e puxou o pau pra começar a bater uma, ajoelhado e sem tirar o olho da fresta da porta. --Arrrrrrrrgggggghhhhh, tomaaaa, vagabundaaaaa!! Tomaaaaaa!!!, o velho gritava bem na cara da Lupita, e depois continuava berrando: --Que buceta gostosa, putaaaaaa!! Sinto o delícia de como você aperta minha pica com essa sua xereca, Aaarrrgggghhhhhh!!!!.
--O senhor também faz muito gostosoooo… seu Seveeeee… me dá mais, não paraaaa!!!, Ayyyyyyy!... Ayyyyyyy!! Ayyyyyyyyyyy!!! Ohhhhhhh!!!! que grandão… e que compridona eu sinto o senhor, Donnnnnnnn!!!!!Videos da pequena Lupe—Você é um monumento de mulher gostosaaaaa…! Não sabe a vontade que eu tava de você desde a primeira vez que te vi…!!! E bem na hora que a Lupe ia responder uma putaria, o velhote calou ela com um nojento beijo de língua, que foi recebido pela boca sedenta da colegial, que acolheu abrindo sua boquinha o máximo que pôde pra começar a beijá-lo profunda e apaixonadamente, sem parar de receber as brutais carícias de pau na sua anatomia curvilínea, onde as estocadas ferozes chegavam até o fundo e no mais recôndito das suas entranhas com aquele pedaço grosso e comprido de cock que metiam e metiam, sem descanso e sem parar.

O agora cuck jovenzinho se masturbava como um condenado, olhando inconscientemente como comiam a namorada dele, via e ouvia o padrasto bufando e grunhindo como um touro diante de tamanha delícia de mulher que ele tava comendo, dando agora empurrões brutais onde o choque dos corpos suados ecoava por todo o quarto. O Rodrigo ficava excitado vendo como aquela pobre novinha aguentava ter que receber na sua buceta um pedaço de pau daqueles, que não parava de tentar enfiar o mais fundo possível.

As implacáveis estocadas de pau duro e quente que ele dava dentro dela deixavam ela quase à beira de um orgasmo iminente, então a gata agora gemia e exigia que comessem ela mais forte do que já estavam fazendo.

—Aaaaaahhhhhhhhh!… Assim, papai…!! Assim, minha vidaaaa…!! Assim, meu amorrrrr…!!! Sim… siiiim…!!!, por favor, me dá mais forteeee…!!!! Mais forteeeeee…!!!! Ayyyyyyy…!!! Puta que pariuuuu!!! Filho da putaaaaa!!!!!

Lupita novamente estava a poucos minutos de gozar, e Rodrigo olhava toda aquela situação morbosa se masturbando atrás da porta, via excitado até a insanidade aquelas penetrações furiosas que davam naquela mulher gostosa e linda que estavam comendo, via eles fazendo movimentos rápidos de acasalamento como um cachorro quando come a sua cadela, e quando Pensou que já tinha acabado tudo, viu o casal de animais — porque não dava pra chamar de outra forma — trocando de posição, com a mulher exótica sentada e enfiada no corpo deformado do padrasto, com aquela pica enorme e dura cravada até a altura do próprio umbigo. Viu que ela tava pronta e disposta pra começar a cavalgar nele, e fez isso quase na hora, começando a rebolar a cintura pra frente e pra trás, ondulando e espremendo com a buceta, se macetando sozinha naquele pedaço grosso de pica que tava enfiado nela.

Rodrigo, que agora olhava ela de costas pra ele, via a foda em toda a sua majestade e ainda não acreditava. Embora não pudesse ver o rosto da mulher, via que o padrasto tava comendo uma verdadeira gostosa, bem novinha por sinal, com um físico espetacular. Aquele cuzão lindo com uma pinta charmosa na nádega direita tinha ele enfeitiçado. Que jeito de se mexer, puta que pariu, pensou consigo mesmo, decidindo que aquela jovem puta era uma verdadeira expert no que fazia. As nádegas lindas comprimiam a pica que tava enfiada, e da posição dele dava pra ver claramente como balançavam aqueles peitos médios mas perfeitos que a rabuda tinha, sendo chupados pelo seu Severiano em toda oportunidade que aparecia, e eram muitas.

— Gostou de como eu te como, bonecaaaa!!! Tá parecendo uma puta se macetando sozinha, hahahaha!!!
— Oooohhhh…! Como você se mexe bem, vagabundaaaaa!!

O velho Severiano, como um verdadeiro possesso, se endireitou e se jogou em cima do corpo da novinha, agora na posição inversa. Rodrigo via ela deitada de costas, com a cabeça nos pés da cama. Se não fosse porque o cabelo da Lupita tampava o rosto dela, ele teria reconhecido perfeitamente. Mas o moleque não tava preocupado em reconhecer ninguém — ele tava era muito tarado vendo a foda que os dois estavam dando lá dentro. quarto, agora via como aquela mulher gostosa novamente abria as pernas feito um convite pra que o macho dela enfiasse a pica de novo, também chamou a atenção dele aqueles poucos pelinhos pretos que aquela mina tinha na buceta.
Viu como agora de costas novamente meteram nela quase na hora assim que ela abriu as pernas, outra cacetada colossal se aproximava, o jovem já sem aguentar mais mandou três porradas de leite que acertaram a porta dos pais dele, naquela hora queria ser ele quem estava comendo aquela puta, reconhecia que se arrependia de não ter aceitado foder ela quando o padrasto propôs, aquela mulher era de comer, ele pensava enquanto continuava as descargas de essência prolífica, até que finalmente tudo passou.
NÃO PERCAM NESTE SÁBADO O CAPÍTULO FINAL, ONDE NOSSA LUPITA VAI ENTREGAR A BUNDA PRO SOGRO DEPRAVADO DELA

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