A puta do prédio 9

Aqui vai mais um capítulo dessa história


que mesmo parecendo sem graça, é bem real


Espero que vocês aproveitem bastante.




OBRIGADO POR ME LER


JÁ SABEM, SE ELES ME SEGUEM, EU SIGO ELES














Chegou a sexta-feira, tava esperando a Brenda. Ter uma mina tão puta me deixava com muito tesão, a ideia de conhecer o namorado me dava um tesão doentio e, pra ser sincero, eu tava certo. Mesmo ela se esforçando pra disfarçar, a delicadeza dela entregava. Dessa vez a Brenda chegou com uma saia bem curtinha, isso me deixa louco. Não sei por que, mas naquela sexta eu não queria transar. O pai dela começou a desconfiar que algo tinha rolado quando viu ela chegar com o namorado. Não tava nem aí pra isso. Ficava vendo ela limpar e, toda vez que se abaixava, mostrava aquele rabão enorme. Tinha que ser de pau mole pra não ficar duro. Foi aí que eu falei pra ela que da próxima vez viesse com o namorado.


Brenda com meu namorado? E pra quê?


Bom, assim seu velho para de desconfiar.


Brenda sim, tá bom, além disso assim você conhece o Ariel, mas acho que essa não é sua intenção, não é verdade?


Por acaso vocês não dizem que ele é viado? Bom, é uma oportunidade pra confirmar isso.


Brenda, você vai comer ela?


Para ele e pra você.


Brenda, que filha da puta que você é, já me deixou todo excitado o fim de semana inteiro.


Você gosta tanto da ideia de eu arrebentar o cu do seu namorado também?


Brenda, agora vou sonhar com isso.


E da sua mãe, o que você sabe?


Brenda, tá tudo uma merda. Meu pai descobriu que ela é a puta da clínica e ficou puto, agora eles quase não se falam. Ontem ela chegou em casa muito mal, me confessou que se foderam com ela. Prometeram fazer de tudo pra efetivar ela, mas levaram ela pro depósito. Aí um médico começou a comer ela, e de repente apareceram mais dois. Os três acabaram comendo ela. Agora ela tá com medo de ser comida por todo mundo de novo.


Porra de festa que deram pra ele, o que não acredito é que ele não tenha gostado.




Brenda sim, sim, claro que eu agrado ela, conheço ela bem, o medo dela é fazer de graça, ela me disse que ia resolver isso com o doutor, mesmo tendo três e só ter ido um.


Ufff, esse trampo é ideal pra ela, não é mesmo?


Brenda briga muito com meu velho, ele fala que ela não pode sair só de jaleco, que assim parece uma puta. E ela responde que assim tá confortável, que se ele não gosta, vá trabalhar ele.


Hoje teu namorado vem te buscar?


Brenda não, ela me espera em casa.


Que vontade de te comer, gatinha.


Brenda, beleza, mas hoje não, já te falei. Melhor na terça-feira você se vinga.


Foi assim que ela foi embora e eu fui trabalhar com aquele tesão de transar. Tava no escritório quando chegou a Mabel, a do quinto andar. Parecia que ia sair pra algum lugar pelo jeito que tava vestida, mas não, ela tinha acabado de chegar do trabalho. Me pediu pra dar uma olhada na pia da cozinha ou chamar um encanador. Fechei tudo e fui com ela. Não é uma gostosa que eu pegaria, mas tem seus atributos, ainda mais vestida daquele jeito. Logo vi o problema: o sifão do ralo tava entupido. Me joguei no chão e, enquanto desmontava, ela foi trocar de roupa. Quando voltou, já tava pronto. Eu ainda deitado no chão, pedi pra ela abrir a torneira. Ela se posicionou de um jeito que dava pra ver a bunda dela por baixo, já que não tava usando calcinha. Meu pau fez uma barraca na calça, não dava pra evitar. Fui me levantando devagar por baixo da camisola dela e coloquei minha boca na buceta dela, comecei a chupar. Mabel não resistiu, só começou a gemer.


Mabel  ahhh ahhh  não, não, isso tá errado, meu marido já tá chegando ahhh ahhh, que delícia que tu chupassss  ahhh ahhh


As pernas dela foram ficando moles até que ela sentou na minha cara, levantei a camisola dela e subi em cima, pronto pra meter, enquanto Mabel se contorcia. Foi assim que, no chão da cozinha, comi ela com força enquanto ela só gemia, e até senti quando ela gozou.


Mabel, dentro não, dentro não, pelo amor de Deus, não, não, nãooo ahhh ahhh


Tirei de uma vez e assim ganhei a bunda dela, Mabel não disse nada, pelo contrário, começou a se contorcer ainda mais a cada estocada. Não demorei muito pra gozar bem dentro enquanto ela pedia pra eu continuar, tava morrendo de vontade de ter outro orgasmo e pode crer que teve. Saí de cima dela e fui pro banheiro, lavei a piroca e quando voltei ela tava se levantando.


Mabel, o que a gente fez foi uma loucura, mas te imploro: nem uma palavra sobre isso pra ninguém.


Isso pode dar como certo e, quando tiver outro problema, não hesita em me ligar.



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