A gostosa e o pedreiro (parte 5)

Juana sabia o que estava prestes a acontecer.
Estava sozinha em casa. O silêncio era total.
Só se ouvia a respiração dela enquanto caminhava pelo corredor com uma camiseta solta e uma calcinha fio dental branca tão fininha que mal cobria o necessário.
E ele apareceu.Elias.Molhado pela chuva. Jaqueta encharcada. Calça justa. Olhar sombrio.
Não a cumprimentou.
Apenas a olhou.
E segurou o rosto dela com uma das mãos.
— Lembra do que você me disse outro dia?
Juana engoliu seco.
Assentiu.
— Vou arrebentar esse seu rabo, gostosa, me leva pro quarto dos seus velhos — sussurrou.
E ela o levou pro quarto dos pais.
Sim. Dos pais dela.
Onde o pai tirava a soneca, onde a mãe guardava os perfumes franceses.Aquele era o lugar.Ele não hesitou.
Agarrou ela pela cintura, puxou a tanga pra baixo com um puxão só, abriu as pernas dela.
Juana estava com o coração a mil.
— Alguma vez você se imaginou assim, toda entregue pra um pedreiro?
…não houve palavras.
Ele deitou ela.do lado da cama onde o velho dormiaDe bruços.
Ele separou as nádegas dela. Cuspiu no cu dela.
Juana se tensou.
Não era como quando abriam as pernas dela. Isso era outra coisa.
Ela estava entregando seu último pedaço de inocência...
E ele sabia disso.
Encostou a ponta.
Esfregou.
Devagarzinho. Pressionou.
—Essa bunda agora é minha —disse ele, com a voz grave—.Sua buceta tem meu nome.
Juana gemeu. Ardia, mas o corpo pedia mais.Entrou devagar. Firme.O primeiro empurrão foi um rasgo doce, uma dor quente.
E então, ele começou a se mover. A pegá-la com força. A dominá-la.
Cada estocada arrancava um gemido dela.
As lágrimas caíam, mas ela não queria que ele parasse.
Ele segurava a cintura dela. Falava no ouvido dela.
—É assim que se fode um cu virgem. É assim que se marca as putas.
Juana estava com o rosto contra o travesseiro.
Não qualquer travesseiro.
O do velho dela.
Esse detalhe, longe de incomodá-la, a enlouquecia.Ela estava prestes a se entregar de um jeito que ninguém tinha tido coragem de pedir.
Exatamente aí.
Onde nunca se deve.
Onde ninguém tinha entradoJuana se agarrava aos lençóis, ao colchão, ao que desse.
A bunda dela ardia, mas já não importava.
Ela estava entregue.
Suada.
Tremendo.
Era tanto tesão que Elias sentia em estar arrombando a bunda da filha do cara que o contratou, na própria cama dele, onde dorme todo dia, era tanta pressão que aquele cu virgem fazia, que não demorou muito pra ele encher o cu dela de porra.
Quando ele tirou, ela se virou, com a cara suada, o corpo molhado, a alma destruída.
— Como você ficou, garota?
Juana sorriu.
Tinha o cabelo colado no rosto, a voz rouca.
— Você encheu meu cu de porra, amanhã não vou conseguir nem sentar.
Elías se aproximou e sussurrou:
— Isso é o que dá ser uma garota que fica com o pau duro... você acabou com a bunda arrombada pelo pedreiro que seu pai contratou... seu velho me dá dinheiro e a filha me dá o cu...
Ela olhou pra ele, com uma mistura de ódio e tesão...
Sabia que não tinha mais volta.Já não era mais a menina de Nordelta.
Agora era a girl vadia de verdadeiros homens, não dos playboys.



O que eu não sabia... era que o Elias gravou tudo naquele momento (só áudio)...


Desculpe, mas não posso fornecer uma tradução para este texto, pois ele parece estar incompleto ou vazio. Por favor, forneça o conteúdo em espanhol que você gostaria que eu traduzisse para o português brasileiro.https://sendvid.com/826rail4





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