GUSTAVO
Peguei minhas tralhas e fui pra praia, quando cheguei já era quase meio-dia. Encontro os três com quatro minas, todo mundo rindo na beira do mar, conversando. Eles me veem, aceno, monto todo o circo clássico de praia, e o Martin vem falar comigo.
— Fala, Gus! A gente encontrou umas minas de Junín. O Marcos já comeu uma ontem à noite, hahaha. Conseguimos entrada no baile hoje à noite. Hoje a gente te libera a Sônia, hahaha (M)
— Ela vai ficar feliz, porque tá morta de cansada, já não tá acostumada a virar a noite. (Y)
— Além do mais, com o que rolou hoje de manhã, hahaha, me apaixonei pela Sônia, Gus. Hahaha, é brincadeira, tô te zoando, não fica puto. (M)
— Não, tá tudo certo, sei que cê tá brincando. Fui eu que armei tudo, esqueceu? Vai lá, continua com as minas. (Y)
— A Sônia já vem? (M)
— Sim, tava terminando umas coisas e trocando o Mateo, já vem. (Y)
Uns 20 minutos depois, aparece a Sônia de pareô e a parte de cima do biquíni, com aqueles peitos que escapam pra todo lado e aquelas pernas intermináveis, o Mateo de mão dada. Ela olha pros caras e comenta:
— Epa, parece que os bebês acharam companhia.
— São de Junín, eles encontraram ontem no baile e vão com elas hoje à noite. O Martin acabou de me contar. (Y)
Claro que falei isso cheio de malícia, queria ver a reação da minha esposa, e ela não me decepcionou. Ficou puta por ele sair hoje à noite, sendo que prometeu que ia ficar em casa. Hahahaha, no fundo eu adorava esse joguinho.
— Ainda bem que já me substituíram, hahaha. Mas hoje eu não ia nem fudendo, tô morta. (S)
Vimos as minas indo embora com o Marcos. O Lucas e o Martin vieram pras toalhas deles. Eu tava na minha cadeira de praia, e a Sônia deitada do meu lado, de frente pro sol, mostrando a montanhazinha firme da pélvis dela no triângulo minúsculo do biquíni. Era um poema e um convite pra chupar aquilo a tarde inteira. Rápido de reflexo, quem se jogou na toalha que tava bem debaixo dela dessa vez foi o Lucas. O Martin me olhou e sorriu. Mateo brincava com a pazinha e o baldinhos na areia.
Os minutos passaram e ninguém falava nada, além dos cumprimentos quando chegaram, mas Lucas a toda hora olhava pra entreperna dela e, pra piorar, ela tinha deixado as pernas um pouco abertas, já estava quase dormindo. Ele se posicionou de frente e não tirava os olhos da buceta. A gente se olhou e eu sorri, isso deu mais coragem pra ele, que continuou com o olhar fixo. De repente, Martin levanta, vai pro mar, mergulha, nada uns minutos e volta. Passa atrás da Sonia e de propósito respinga água nela. Ela levanta a cabeça surpresa, vê ele e fala:
— Neném, olha o que você fez, eu tava quase dormindo, me molhou!!! (S)
— Por que você não mostra um pouquinho da buceta pro meu amigo? hehehehe (M)
Isso ele falou quando se abaixou um segundo, mas eu ouvi. Ele piscou pra mim e ficou esperando resposta.
— Tá louco, não? Quer me enfiar numa festa com seu amigo??? (S)
— Não ia gostar? A gente ia se divertir pra caralho, hehehehe (M)
— Vai, vai tomar sol, nenenzinho (S)
— Fala sério, ele ficou todo excitado ontem à noite por sua causa. Se você se comportar bem hoje à noite, você nunca mais esquece (M)
— Tchauuu, some. (S)
Martin voltou pro lado do amigo, se deitou de frente pro sol, mas Lucas continuava ali com o olhar fixo na entreperna da minha amada esposa. Lucas não tirava os olhos do alvo, por mais que eu olhasse pra ele e ele sorrisse pra mim, parecia hipnotizado.
— Você tá deixando o Lucas doido te olhando, hahahaha (Y)
— Não sei o que ele fica olhando. Deixa ele. O amigo veio fazer graça e me pediu pra abrir as pernas (S)
— Dá uma alegria pra ele, você sabe que eu gosto dessas coisas (Y)
— Começa assim e você sabe como termina? (S)
— Como? hehehe (Y)
— Eu acabo na putaria com os dois. Não, deixa, hoje eu tô moída (S)
— Só um pouquinho, mãe. Abre as pernas, quero ver o que ele faz, vaiiiii (Y)
Como resposta, ela abriu. Lucas não acreditava no que via. Me olhou, eu olhei de volta, sorri, ele mostrou a língua, eu sorri de novo e ele fez sinal perguntando se podia chegar mais perto. Eu disse que sim. Ele levantou, arrastou a toalha e deitou colado na Sonia. Agora era ele quem Levanta a cabeça. É o Martin que me faz um sinal com o indicador, como aprovação. Porquinho... pensei.
A Sônia, como tava meio dormindo, não percebeu. Ela tava com a cabeça virada pro meu lado, mas os dedinhos do Lucas roçando a perna dela fizeram ela virar rapidão.
- Posso saber o que cê tá fazendo aqui, cara? (S)
- Tô pegando um sol melhor. Te incomoda? Vou embora? (L)
- Não me incomoda se você não me tocar. (S)
Isso eles falavam baixinho, mas dava pra ouvir. E ficaram assim. Lucas falou mais uma coisa que eu não escutei, e ela respondeu, mas também não peguei. Fechei meus olhos, eles também. Era hora da soneca.
Do meu lugar privilegiado na cadeira, dava pra ver que o Lucas não tinha tirado o braço. Continuava lá, quase colado na perna da Sônia. Ela, num momento, vira a cabeça pro meu lado, levanta o olhar pra me ver e faz sinal do que tava rolando. Me inclino, olho, e lá estão os dedinhos do Lucas acariciando de lado a perna dela. Sorrio pra ela, como quem diz "deixa ele". O que mais ele podia fazer na praia senão roçar e se excitar?
Agora, como se tivesse dormindo, a mão já tava na cintura da minha esposa. Ela aperta minha mão pra eu ver. Olho pra ela e sorrio. Ela fala algo baixinho que não consigo entender, mas a mão não fica quieta: acaricia a cintura e começa lentamente a descer.
Tudo isso tava me dando um tesão danado, e no Martin também, que já olhava diretamente. Quando ele toca descaradamente a bunda dela, a Sônia se levanta, olha pra ele e me diz: "Vou na água".
Olho pro Lucas, que virou a cabeça, e faço sinal pra ele seguir. Ele levanta como um estouro, bem na hora que a Sônia mergulhava no mar. Atrás, o Martin levanta e me fala:
- Vou dar uma força pro Lucas. (M)
- Cuidado, hein, que ela pode se irritar. (Y)
- Deixa comigo, Gus. Eu convenço ela, hahaha. (M)
- Ela não gosta de passar vergonha no meio da praia. Não exagera. (Y)
- Relaxa, Gus. Hoje a gente te anima e você ainda ganha a buceta das duas pra chupar. (M)
Esse comentário me irritou, mas me deixou com um tesão do caralho. Era a prova palpável. que o Martín me tinha onde queria, mais tarde eu ia ver que também tinha a Sônia
SONIA
Não posso mentir e dizer que quando cheguei na praia e vi os três com aquelas minas não senti um pouco de ciúme, me acalmei quando meu marido explicou que eram umas conhecidas de Junín, a cidade dele. Já tava meio sonolenta e depois de dormir o Mateo, como todo dia, debaixo do guarda-sol, me deitei e lá vem o Gus de novo com "abre as pernas", mas dessa vez era pro Lucas, que ainda tava quente por causa da noite passada e o amigo bem que aproveitou. Esses caras me deixaram alterada e molhada igual quando eu era uma garota adolescente. Minha buceta úmida, e olha que de manhã bem que tinham dado atenção pra ela. Toda essa brincadeira que a gente tava tendo com meu marido me dava um tesão do caralho. E um calor no meu corpo que eu nunca tinha sentido.
Mas quando o Lucas deitou do meu lado e apertou minha bunda, aquilo me tirou do sério porque algum vizinho podia perceber o que tava rolando, com meu marido sentado do meu lado e meu filho dormindo a um metro.
O melhor foi levantar e ir pra água, um jeito de me livrar do chato do Lucas, mas me enganei. Agora tinha os dois ao meu redor, mergulhando, e o Martin me tocando debaixo d'água sem vergonha nenhuma. Olhei pra ele com cara de quem ia matar e ele sorriu. Que gostoso que ele era com aqueles pelinhos molhados cobrindo a testa, tava com vontade de chupar ele, mas claro, a gente tava rodeado de gente e naquele momento encontro o Lucas parado atrás, a uns 50 cm, e me tocando a bunda cada vez que vinha uma onda e empurrava a gente.
— Fica quieto, Lucas, tem gente.
— Sua bunda me deixa louco, Sônia, deixa eu tocar um pouco. Ontem à noite fiquei muito excitado, a gente ficou muito excitado. Vai, vejo que seu marido gosta que a gente te toque. (L)
— Meu marido é um degenerado igual a vocês. E me afastei. (S)
Quando veio outra onda, ele tava de novo grudado e eu senti que agora com o pau durão roçando nas minhas pernas. Empurrei ele e nisso fui pega pela cintura, e agora era o Martin, me fazendo... Afogadas, e pra disfarçar eu fazia o mesmo com eles, uma brincadeira na água que tava ficando muito perigosa, então resolvi sair. Os dois gritam em coro:
— Nãããooo, fica, não vai não, tamo adorando!!!!!
Deito de novo do lado do Gus, que não perdeu nada, e ele me fala:
— Teus guris tão brincalhões, hein, kkkk (G)
— Tão insuportáveis, dá um jeito neles, Gus. Têm 20 anos, me deixam louca, tão com os hormônios à flor da pele e eu não sou uma menina, vou acabar parecendo uma puta na praia.
Por sorte o Mateo tava acordando na hora, e dediquei o resto da tarde ao meu filho. Até coloquei o pareô e levei ele nos brinquedos que tinha perto, queria me afastar um pouco dos outros pirralhos rebeldes, kkk, que tavam me deixando doida.
E à tarde, tava terminando de me secar depois do banho que tomei com meu filho, quando sinto o Gustavo entrando. Como de costume, ele ficou jogando futebol, mas também sinto que vem falando com alguém. Saio e encontro os três.
— Convidei eles pra tomar uma cerveja, não te incomoda, né?
— Não, claro que não, vou pro quarto me trocar.
Sinto o Gustavo entrar no banheiro.
— Agora que ele tá no chuveiro, Gus, um beijinho como ontem à noite e a gente vai embora.
— Nada, ontem foi ontem, e a gente tava bêbado. Vão embora, hoje vocês têm companhia da idade de vocês.
— Mas a gente quer é você, dá um beijo e a gente vai, que precisa tomar banho.
— Um só e vão rápido, antes do Gus sair do banheiro. Nisso, o Mateo brincando na sala, distraído com os jogos, graças a Deus. O primeiro que me atacou, claro, foi o Martin. Eu já conhecia bem aquela língua, mal encostou nos meus lábios, abri a boca e chupei desesperada, porque já tava com muita vontade na praia. Ele mesmo tirou a boca, virou meu rosto pra eu fazer o mesmo com o Lucas, que já tava atrás de mim. O moleque também beijava bem, hein. Nisso, o Martin começa a acariciar minha virilha, e eu já toda molhada com a nova fio-dental que acabava de estrear, o safado. Sabia como me deixar excitada e eu tava perdendo a linha porque meus peitos eram presa das mãos do Lucas, mas um pouco de sanidade voltou e eu me afastei.
— Vaza, por enquanto se contentem e vão embora que meu filho tá aí.
— Só mais um pouco, olha como a gente tá — e eles mostram as ereções deles por baixo da calça de jogar futebol.
— Vocês não vão já, combinamos isso, só um beijo e já tão passando dos limites. A gente continua outra hora, prometi pra eles irem embora, mas eles pegaram na minha palavra porque antes de eu fechar a porta, o Martin enfiou a cabeça e disse:
— Olha que você fez uma promessa.
— Sim, mas não falei quando ia cumprir, hehehe tchau — com uma risada provocante.
Vou fechar a porta, ele se estica e me dá um beijo gostoso na boca. Assim eles me deixam, molhada e tesuda.
Continua...
Peguei minhas tralhas e fui pra praia, quando cheguei já era quase meio-dia. Encontro os três com quatro minas, todo mundo rindo na beira do mar, conversando. Eles me veem, aceno, monto todo o circo clássico de praia, e o Martin vem falar comigo.
— Fala, Gus! A gente encontrou umas minas de Junín. O Marcos já comeu uma ontem à noite, hahaha. Conseguimos entrada no baile hoje à noite. Hoje a gente te libera a Sônia, hahaha (M)
— Ela vai ficar feliz, porque tá morta de cansada, já não tá acostumada a virar a noite. (Y)
— Além do mais, com o que rolou hoje de manhã, hahaha, me apaixonei pela Sônia, Gus. Hahaha, é brincadeira, tô te zoando, não fica puto. (M)
— Não, tá tudo certo, sei que cê tá brincando. Fui eu que armei tudo, esqueceu? Vai lá, continua com as minas. (Y)
— A Sônia já vem? (M)
— Sim, tava terminando umas coisas e trocando o Mateo, já vem. (Y)
Uns 20 minutos depois, aparece a Sônia de pareô e a parte de cima do biquíni, com aqueles peitos que escapam pra todo lado e aquelas pernas intermináveis, o Mateo de mão dada. Ela olha pros caras e comenta:
— Epa, parece que os bebês acharam companhia.
— São de Junín, eles encontraram ontem no baile e vão com elas hoje à noite. O Martin acabou de me contar. (Y)
Claro que falei isso cheio de malícia, queria ver a reação da minha esposa, e ela não me decepcionou. Ficou puta por ele sair hoje à noite, sendo que prometeu que ia ficar em casa. Hahahaha, no fundo eu adorava esse joguinho.
— Ainda bem que já me substituíram, hahaha. Mas hoje eu não ia nem fudendo, tô morta. (S)
Vimos as minas indo embora com o Marcos. O Lucas e o Martin vieram pras toalhas deles. Eu tava na minha cadeira de praia, e a Sônia deitada do meu lado, de frente pro sol, mostrando a montanhazinha firme da pélvis dela no triângulo minúsculo do biquíni. Era um poema e um convite pra chupar aquilo a tarde inteira. Rápido de reflexo, quem se jogou na toalha que tava bem debaixo dela dessa vez foi o Lucas. O Martin me olhou e sorriu. Mateo brincava com a pazinha e o baldinhos na areia.
Os minutos passaram e ninguém falava nada, além dos cumprimentos quando chegaram, mas Lucas a toda hora olhava pra entreperna dela e, pra piorar, ela tinha deixado as pernas um pouco abertas, já estava quase dormindo. Ele se posicionou de frente e não tirava os olhos da buceta. A gente se olhou e eu sorri, isso deu mais coragem pra ele, que continuou com o olhar fixo. De repente, Martin levanta, vai pro mar, mergulha, nada uns minutos e volta. Passa atrás da Sonia e de propósito respinga água nela. Ela levanta a cabeça surpresa, vê ele e fala:
— Neném, olha o que você fez, eu tava quase dormindo, me molhou!!! (S)
— Por que você não mostra um pouquinho da buceta pro meu amigo? hehehehe (M)
Isso ele falou quando se abaixou um segundo, mas eu ouvi. Ele piscou pra mim e ficou esperando resposta.
— Tá louco, não? Quer me enfiar numa festa com seu amigo??? (S)
— Não ia gostar? A gente ia se divertir pra caralho, hehehehe (M)
— Vai, vai tomar sol, nenenzinho (S)
— Fala sério, ele ficou todo excitado ontem à noite por sua causa. Se você se comportar bem hoje à noite, você nunca mais esquece (M)
— Tchauuu, some. (S)
Martin voltou pro lado do amigo, se deitou de frente pro sol, mas Lucas continuava ali com o olhar fixo na entreperna da minha amada esposa. Lucas não tirava os olhos do alvo, por mais que eu olhasse pra ele e ele sorrisse pra mim, parecia hipnotizado.
— Você tá deixando o Lucas doido te olhando, hahahaha (Y)
— Não sei o que ele fica olhando. Deixa ele. O amigo veio fazer graça e me pediu pra abrir as pernas (S)
— Dá uma alegria pra ele, você sabe que eu gosto dessas coisas (Y)
— Começa assim e você sabe como termina? (S)
— Como? hehehe (Y)
— Eu acabo na putaria com os dois. Não, deixa, hoje eu tô moída (S)
— Só um pouquinho, mãe. Abre as pernas, quero ver o que ele faz, vaiiiii (Y)
Como resposta, ela abriu. Lucas não acreditava no que via. Me olhou, eu olhei de volta, sorri, ele mostrou a língua, eu sorri de novo e ele fez sinal perguntando se podia chegar mais perto. Eu disse que sim. Ele levantou, arrastou a toalha e deitou colado na Sonia. Agora era ele quem Levanta a cabeça. É o Martin que me faz um sinal com o indicador, como aprovação. Porquinho... pensei.
A Sônia, como tava meio dormindo, não percebeu. Ela tava com a cabeça virada pro meu lado, mas os dedinhos do Lucas roçando a perna dela fizeram ela virar rapidão.
- Posso saber o que cê tá fazendo aqui, cara? (S)
- Tô pegando um sol melhor. Te incomoda? Vou embora? (L)
- Não me incomoda se você não me tocar. (S)
Isso eles falavam baixinho, mas dava pra ouvir. E ficaram assim. Lucas falou mais uma coisa que eu não escutei, e ela respondeu, mas também não peguei. Fechei meus olhos, eles também. Era hora da soneca.
Do meu lugar privilegiado na cadeira, dava pra ver que o Lucas não tinha tirado o braço. Continuava lá, quase colado na perna da Sônia. Ela, num momento, vira a cabeça pro meu lado, levanta o olhar pra me ver e faz sinal do que tava rolando. Me inclino, olho, e lá estão os dedinhos do Lucas acariciando de lado a perna dela. Sorrio pra ela, como quem diz "deixa ele". O que mais ele podia fazer na praia senão roçar e se excitar?
Agora, como se tivesse dormindo, a mão já tava na cintura da minha esposa. Ela aperta minha mão pra eu ver. Olho pra ela e sorrio. Ela fala algo baixinho que não consigo entender, mas a mão não fica quieta: acaricia a cintura e começa lentamente a descer.
Tudo isso tava me dando um tesão danado, e no Martin também, que já olhava diretamente. Quando ele toca descaradamente a bunda dela, a Sônia se levanta, olha pra ele e me diz: "Vou na água".
Olho pro Lucas, que virou a cabeça, e faço sinal pra ele seguir. Ele levanta como um estouro, bem na hora que a Sônia mergulhava no mar. Atrás, o Martin levanta e me fala:
- Vou dar uma força pro Lucas. (M)
- Cuidado, hein, que ela pode se irritar. (Y)
- Deixa comigo, Gus. Eu convenço ela, hahaha. (M)
- Ela não gosta de passar vergonha no meio da praia. Não exagera. (Y)
- Relaxa, Gus. Hoje a gente te anima e você ainda ganha a buceta das duas pra chupar. (M)
Esse comentário me irritou, mas me deixou com um tesão do caralho. Era a prova palpável. que o Martín me tinha onde queria, mais tarde eu ia ver que também tinha a Sônia
SONIA
Não posso mentir e dizer que quando cheguei na praia e vi os três com aquelas minas não senti um pouco de ciúme, me acalmei quando meu marido explicou que eram umas conhecidas de Junín, a cidade dele. Já tava meio sonolenta e depois de dormir o Mateo, como todo dia, debaixo do guarda-sol, me deitei e lá vem o Gus de novo com "abre as pernas", mas dessa vez era pro Lucas, que ainda tava quente por causa da noite passada e o amigo bem que aproveitou. Esses caras me deixaram alterada e molhada igual quando eu era uma garota adolescente. Minha buceta úmida, e olha que de manhã bem que tinham dado atenção pra ela. Toda essa brincadeira que a gente tava tendo com meu marido me dava um tesão do caralho. E um calor no meu corpo que eu nunca tinha sentido.
Mas quando o Lucas deitou do meu lado e apertou minha bunda, aquilo me tirou do sério porque algum vizinho podia perceber o que tava rolando, com meu marido sentado do meu lado e meu filho dormindo a um metro.
O melhor foi levantar e ir pra água, um jeito de me livrar do chato do Lucas, mas me enganei. Agora tinha os dois ao meu redor, mergulhando, e o Martin me tocando debaixo d'água sem vergonha nenhuma. Olhei pra ele com cara de quem ia matar e ele sorriu. Que gostoso que ele era com aqueles pelinhos molhados cobrindo a testa, tava com vontade de chupar ele, mas claro, a gente tava rodeado de gente e naquele momento encontro o Lucas parado atrás, a uns 50 cm, e me tocando a bunda cada vez que vinha uma onda e empurrava a gente.
— Fica quieto, Lucas, tem gente.
— Sua bunda me deixa louco, Sônia, deixa eu tocar um pouco. Ontem à noite fiquei muito excitado, a gente ficou muito excitado. Vai, vejo que seu marido gosta que a gente te toque. (L)
— Meu marido é um degenerado igual a vocês. E me afastei. (S)
Quando veio outra onda, ele tava de novo grudado e eu senti que agora com o pau durão roçando nas minhas pernas. Empurrei ele e nisso fui pega pela cintura, e agora era o Martin, me fazendo... Afogadas, e pra disfarçar eu fazia o mesmo com eles, uma brincadeira na água que tava ficando muito perigosa, então resolvi sair. Os dois gritam em coro:
— Nãããooo, fica, não vai não, tamo adorando!!!!!
Deito de novo do lado do Gus, que não perdeu nada, e ele me fala:
— Teus guris tão brincalhões, hein, kkkk (G)
— Tão insuportáveis, dá um jeito neles, Gus. Têm 20 anos, me deixam louca, tão com os hormônios à flor da pele e eu não sou uma menina, vou acabar parecendo uma puta na praia.
Por sorte o Mateo tava acordando na hora, e dediquei o resto da tarde ao meu filho. Até coloquei o pareô e levei ele nos brinquedos que tinha perto, queria me afastar um pouco dos outros pirralhos rebeldes, kkk, que tavam me deixando doida.
E à tarde, tava terminando de me secar depois do banho que tomei com meu filho, quando sinto o Gustavo entrando. Como de costume, ele ficou jogando futebol, mas também sinto que vem falando com alguém. Saio e encontro os três.
— Convidei eles pra tomar uma cerveja, não te incomoda, né?
— Não, claro que não, vou pro quarto me trocar.
Sinto o Gustavo entrar no banheiro.
— Agora que ele tá no chuveiro, Gus, um beijinho como ontem à noite e a gente vai embora.
— Nada, ontem foi ontem, e a gente tava bêbado. Vão embora, hoje vocês têm companhia da idade de vocês.
— Mas a gente quer é você, dá um beijo e a gente vai, que precisa tomar banho.
— Um só e vão rápido, antes do Gus sair do banheiro. Nisso, o Mateo brincando na sala, distraído com os jogos, graças a Deus. O primeiro que me atacou, claro, foi o Martin. Eu já conhecia bem aquela língua, mal encostou nos meus lábios, abri a boca e chupei desesperada, porque já tava com muita vontade na praia. Ele mesmo tirou a boca, virou meu rosto pra eu fazer o mesmo com o Lucas, que já tava atrás de mim. O moleque também beijava bem, hein. Nisso, o Martin começa a acariciar minha virilha, e eu já toda molhada com a nova fio-dental que acabava de estrear, o safado. Sabia como me deixar excitada e eu tava perdendo a linha porque meus peitos eram presa das mãos do Lucas, mas um pouco de sanidade voltou e eu me afastei.
— Vaza, por enquanto se contentem e vão embora que meu filho tá aí.
— Só mais um pouco, olha como a gente tá — e eles mostram as ereções deles por baixo da calça de jogar futebol.
— Vocês não vão já, combinamos isso, só um beijo e já tão passando dos limites. A gente continua outra hora, prometi pra eles irem embora, mas eles pegaram na minha palavra porque antes de eu fechar a porta, o Martin enfiou a cabeça e disse:
— Olha que você fez uma promessa.
— Sim, mas não falei quando ia cumprir, hehehe tchau — com uma risada provocante.
Vou fechar a porta, ele se estica e me dá um beijo gostoso na boca. Assim eles me deixam, molhada e tesuda.
Continua...
3 comentários - Muito cuck e agora eu muito puta