Fode a minha fornecedora gostosa

Dentro da empresa, eu decido quem serão nossos fornecedores, isso já me rendeu vários presentes, na maioria garrafas de vinho ou até produtos grátis, embora eu não decida com base nisso. Certo dia, meu gerente de compras me conta que uma nova empresa está querendo fornecer os produtos dela pra gente. A real é que conheço essa marca e, embora não seja ruim, também não é tão boa quanto a concorrência, mas o custo é bem parecido. Já tinha recusado várias abordagens antes, mas o gerente diz que pra um novo projeto poderia funcionar. Dou sinal verde pro contato e, no mesmo dia, recebo uma mensagem da "Bety", muito educada e com um bom trato. Combinamos uma visita dois dias depois pra ela me apresentar a proposta.

Chegou o dia da proposta. Uma mulher simpática, por volta dos 36 a 38 anos, com uns 1,50m de altura, mas usando um salto de pelo menos 15cm. Ela veio com um macacão colado cinza claro que deixava pouco pra imaginação, coxas bem grossas, um quadril largo e uma bunda muito bem trabalhada. Uma blusa rosa bem decotada, resultado dos peitões dela, pelo menos um sutiã D. Dava pra ver que ela malhava e, como eu disse, é simpática, não é muito bonita, mas também não é feia. A conversa fluiu super bem e, embora ela não tenha me apresentado uma proposta muito atrativa, ela tinha convicção. Mas não passou disso, falei que ia analisar.

Passaram uns dias e eu já tinha a resposta negativa, mas por causa do excesso de trabalho, não tinha entrado em contato com ela. Aí recebo uma ligação da Bety, bem insistente, e eu recusando aceitar a proposta dela pra entrar como fornecedora. No fim, ela me convida pra almoçar pra apresentar novos termos, e aceito pra aquela mesma sexta, um dia depois da ligação.

Quando cheguei no lugar, ela já estava me esperando na mesa. Ao se levantar pra me cumprimentar, veio com um vestido curto, uma ou duas polegadas abaixo da bunda dela, dava pra ver claramente as coxas bem definidas pelo exercício e um decote que mostrava um pouco dos peitos dela. brasiere, rosa pastel com renda, um rabo de cavalo como se fosse colegial, parecia mais nova e a silhueta dela, graças àquelas tetonas e aquele rabo grande e empinado, fazia ela parecer ter mais cintura. Ela me cumprimentou muito cordialmente, até demais, eu diria, me beijou na bochecha bem perto dos meus lábios. A conversa, embora agradável, não fluiu como ela esperava pro negócio. Como não teve avanço, ela mudou de assunto e ficou mais pessoal. Me contou que tinha se separado do parceiro e que era mãe de uma menina. Pensei que ela tava usando uma técnica pra influenciar minha decisão por pena, já que ela vivia de comissões, mas não era por aí. Ela me perguntou várias coisas pessoais, se eu tinha parceira e tal, eu concordei e falei que tinha namorada. Ela só respondeu com um "que pena", e eu, maliciosamente, perguntei por quê. Ela respondeu que porque tinha pensado em me convidar pra um lugar mais privado. De novo, pensei que era a técnica de negociação dela, mas imediatamente ela disse: "A verdade é que você me atraiu. Eu já sabia que você não ia aceitar as negociações, mas queria te conhecer de perto e pessoalmente você me agradou mais. Na verdade, a proposta que te apresentei hoje não é real. A comida eu tô pagando do meu bolso." Eu interrompi e falei pra ela não se preocupar, que eu pagava a comida sem problema. Ela respondeu: "Então eu pago o hotel, combinado?" Nem pensei mais e aceitei. A história tá ficando muito longa, então pra resumir um pouco, aconteceu o seguinte. A gente foi direto pro primeiro motel que encontrou, daqueles que você estaciona debaixo do quarto. Chegaram pra cobrar, ela pagou, fechou a garagem e se jogou em cima de mim. A gente se beijou com muita intensidade. Ela mesma abriu o decote e tirou os peitos do sutiã. Eu só me agarrei nos bicos dela como um recém-nascido. Ela gemia cada vez mais alto e a pele branca dela ficou vermelha rapidinho. Ela se separou e foi pra escada. Eu já tava muito excitado. Alcancei ela no primeiro degrau e segurei ela com uma mão na cintura e com a outra toquei... Nas costas dela, ela se inclinou na hora e apoiou as mãos nos degraus. Naquela posição, o vestido curto dela mostrava metade da bunda, com uma calcinha rosa pastel combinando. Tudo já tinha sido planejado por ela, e eu ia aproveitar a situação. Me ajoelhei atrás dela, e ela reagiu abrindo as pernas. Passei a mão na sua bunda dura e redonda por cima da roupa, afastei o pano e enfiei a cara entre aquelas belas nádegas brancas. Encontrei uma buceta bem molhada, com pelinhos finos e um cheiro de dar água na boca. Lambi, beijei e chupei à vontade enquanto ela gemia e gritava, cada vez mais alto, e começou a me implorar aos berros pra eu meter. Falei pra subirmos porque não tinha camisinha e a gente precisava achar uma no quarto. Ela disse: "Mete assim um pouquinho e depois a gente sobe". A situação e o corpo fenomenal dela me deixaram duro que nem pedra. Meus 19 centímetros estavam perfeitamente prontos praquele momento, então, sem mais delongas, encostei a cabeça da minha pica entre as nádegas dela. Ela começou a se mexer com meu pau por fora, roçando de vez em quando no cuzinho rosa perfeito dela, mas ela dizia: "Por aí não, pilantra". Sem nem usar a mão, com um movimento delicado e preciso, ela enfiou meu pau de uma vez só na buceta molhada dela. Ela gemeu, parecendo mais um grito, e ficou imóvel por um instante. Eu sentia as contrações apertando meu pau. As pernas dela tremeram um pouco, e ela disse: "Já tive meu primeiro orgasmo, tô na frente". Segurei ela pela cintura e comecei a meter, devagar. Rapidamente fomos ganhando velocidade e intensidade. Ela gemia gostoso pra caralho e fazia elogios pro meu pau, falando como era gostoso sentir ele dentro dela. Ela fechou um pouco as pernas, apertando a sensação entre a buceta e o cu. Eu sentia prazer demais e sabia que, se continuasse daquele jeito, ia gozar rapidinho. Avisei ela. Ela nem respondeu e continuou se mexendo. Com as mãos na cintura dela, eu controlava os movimentos, mas ela começou a forçar mais contra minha pelve. Senti aquela sensação de gozada iminente. e lembrei ela disso, ela gritou: "sim, papi, enche a tua puta de porra". claro, meus pensamentos ficaram turvos e esqueci da camisinha, simplesmente segurei ela com mais força pelos quadris, dei umas palmadas nela, e ela gemeu e disse: "dá palmada na tua puta e me enche de porra". senti as contrações na buceta dela e comecei a jorrar porra dentro dela como se não tivesse gozado em meses. continuei metendo até que ela se levantou e tirou meu pau, com as forças que ainda tinha, sentou nos degraus recuperando o fôlego, pegou meu pau com as duas mãos e começou a chupar gostoso, fazendo eu ter uma segunda gozada, muito mais intensa em sensação mas com bem menos porra. ela começou a chupar com menos intensidade e velocidade, mas sem parar, minhas bolas se contraíram num dos orgasmos mais longos que já tive, e mesmo que já não saísse mais porra, ela continuava saboreando nossos fluidos misturados. "que delícia de foda você me deu, papi", ela disse. depois, ergueu as costas e abriu as pernas, pude ver pela primeira vez essa mulher de frente, com os peitos pra fora do vestido e do sutiã, os biquinhos rosados e a buceta coroada por pelos claros e bem aparados. uns segundos depois, começou a sair minha porra da buceta dela e, sem deixar cair uma gota no chão, os dedos dela recolheram meu leite e levaram direto pra boca, lambeu os dedos bem sensual e disse: "que leitinho gostoso você deu pra sua puta. gostou do meu look de colegial?" com as poucas forças que me restavam, concordei, estendi a mão e falei: "agora sim, vamos subir pra cama pra foder como Deus manda". ela arregalou os olhos e disse: "você vai comer sua puta de novo?" e eu respondi: "claro, temos que aproveitar seu investimento e ainda temos várias horas". se gostaram do meu relato, comentem pra segunda parte desse encontro, tive mais com essa mãe solteira.

1 comentários - Fode a minha fornecedora gostosa

Excelente relato espero las fotos de esa espectacular mama soltera