Esta história é real e vou dividir em várias partes. Naquela época, ela tinha 14 ou 15 e eu 17. Ela é magrinha, peitos pequenos, mas uma bunda bem aceitável. Vale dizer que somos do mesmo bairro, mas nunca tínhamos conversado antes. Tudo acontece num sábado, quando fui a uma balada com uns amigos. Umas 5h da manhã, a gente já ia voltar pro bairro, quando ela chega perto de mim com o cabelão, uma blusinha e uma saia curta que deixava ver as pernas lindas dela e marcava aquela bunda gostosa. Ela: "Oi, tudo bem?" Eu: "Tô sim, e você?" Ela: "Mais ou menos. O idiota do meu namorado quebrou o carro e não pode me buscar." Meu amigo: "Nossa, se eu fosse seu namorado, te buscava até de bicicleta..." Ela olhou pra ele com uma cara de "que punheteiro". Aí virou pra mim e perguntou se a gente podia dar uma carona. Eu: "Claro, sem problema. Só terminar esse fernet e vamos." A gente bebeu e conversou numa boa. Eu aproveitando cada chance pra olhar ela de cima a baixo, haha. Acabou a bebida e voltamos pro bairro. Quase chegando na minha casa, ela pediu pra seguir mais umas quadras. Chegamos numa casa onde ela viu um carro e começou a chorar pra caralho. Era o carro do namorado, e a casa era da ex dele. Ele tava traindo ela. Ela ficou mal pra cacete, então eu falei pra levar ela primeiro em casa, e ela topou. Quando chegamos, ela disse chorando: "Você não pode ficar um pouco? Preciso conversar com alguém, por favor." Eu: "Beleza, vamos comprar algo pra beber, se quiser." A gente desceu, ela se acalmou um pouco e começamos a tomar um Frizze azul, lembro até hoje, haha. A gente tava do lado da casa dela, debaixo de uma árvore grande que tem lá. No fim, acabamos abraçados e nos beijando. Dava pra ver que ela queria se vingar, haha. Depois de um tempo nos beijando, ela começou a descer a mão até encontrar meu pau durasso (eu, desde que ela chegou na saída da balada, só pensava em comer ela, como todo punheteiro de 17 anos, haha). Nisso, ela se afasta rápido, como se tivesse assustada, e eu por dentro pensando que ali acabava tudo por ser um punheteiro. Ela: "Nossa, assim você Você colocou por mim
Eu: e aí, Anto, você é uma gostosa
Ela começou a sorrir e me disse: posso ver?
Eu já tava com a calça quase desabotoada, hahaha
Eu: pode, faz o que quiser
Ela chegou perto, baixou minha calça e começou a tocar, eu tava alucinando, hahaha
Ela: sabe há quanto tempo meu namorado não me toca? Tá com outra, o filho da puta, por isso
Eu: que otário, hein
Ela: é, se ele curte, que faça isso, falou enquanto se ajoelhava.
Eu não tava acreditando.
Dava pra ver que ela tinha pouca experiência, porque era meio bruta e às vezes raspava com os dentes.
A questão é que ela ficou chupando e batendo uma pra mim até eu não aguentar mais.
Eu: uuuy, Anto, que gostosa você é, tô gozando
Ela acelerou o ritmo até eu encher a boca dela, ela engasgou e quase vomitou.
Se limpou como deu e me disse: me espera enquanto vou no banheiro.
Eu aproveitei pra arrumar minha roupa, já que tava amanhecendo.
Ela saiu de casa com uma saqueta na mão, colocou no meu bolso e, toda vermelha que nem um tomate, me disse:
Anto: quando chegar na sua casa, dá uma olhada no que te dei, mas não abre agora, hein!!
Eu: hmm, beleza, então
A gente se beijou de novo e ela disse: já sabe onde eu moro..
Eu fiquei sem reação, hahaha.
Obviamente, quando virei a esquina, abri a bolsa meio escondido porque já era dia, e o que vi me deixou mais excitado do que eu já tava.
Era a calcinha dela toda molhada e um bilhete num papel que dizia:
Adorei o que a gente fez e aí tá a prova de como você me deixou. Desculpa se chupei mal, foi minha primeira vez. Na próxima, é a sua vez, hein!!
Nem preciso dizer que tive que chegar em casa e me masturbar de novo.
Bom, pessoal, até aqui a primeira parte. Desculpa pelos erros, é a primeira vez que me animo a contar e ao mesmo tempo me ajuda a desabafar, já que, como diz o título, hoje ela é minha cunhada e obviamente não posso contar isso pra minha parceira, porque é irmã dela.
Se você chegou até aqui, obrigado por ler e, se quiser que eu continue, me avisa.
Eu: e aí, Anto, você é uma gostosa
Ela começou a sorrir e me disse: posso ver?
Eu já tava com a calça quase desabotoada, hahaha
Eu: pode, faz o que quiser
Ela chegou perto, baixou minha calça e começou a tocar, eu tava alucinando, hahaha
Ela: sabe há quanto tempo meu namorado não me toca? Tá com outra, o filho da puta, por isso
Eu: que otário, hein
Ela: é, se ele curte, que faça isso, falou enquanto se ajoelhava.
Eu não tava acreditando.
Dava pra ver que ela tinha pouca experiência, porque era meio bruta e às vezes raspava com os dentes.
A questão é que ela ficou chupando e batendo uma pra mim até eu não aguentar mais.
Eu: uuuy, Anto, que gostosa você é, tô gozando
Ela acelerou o ritmo até eu encher a boca dela, ela engasgou e quase vomitou.
Se limpou como deu e me disse: me espera enquanto vou no banheiro.
Eu aproveitei pra arrumar minha roupa, já que tava amanhecendo.
Ela saiu de casa com uma saqueta na mão, colocou no meu bolso e, toda vermelha que nem um tomate, me disse:
Anto: quando chegar na sua casa, dá uma olhada no que te dei, mas não abre agora, hein!!
Eu: hmm, beleza, então
A gente se beijou de novo e ela disse: já sabe onde eu moro..
Eu fiquei sem reação, hahaha.
Obviamente, quando virei a esquina, abri a bolsa meio escondido porque já era dia, e o que vi me deixou mais excitado do que eu já tava.
Era a calcinha dela toda molhada e um bilhete num papel que dizia:
Adorei o que a gente fez e aí tá a prova de como você me deixou. Desculpa se chupei mal, foi minha primeira vez. Na próxima, é a sua vez, hein!!
Nem preciso dizer que tive que chegar em casa e me masturbar de novo.
Bom, pessoal, até aqui a primeira parte. Desculpa pelos erros, é a primeira vez que me animo a contar e ao mesmo tempo me ajuda a desabafar, já que, como diz o título, hoje ela é minha cunhada e obviamente não posso contar isso pra minha parceira, porque é irmã dela.
Se você chegou até aqui, obrigado por ler e, se quiser que eu continue, me avisa.
6 comentários - El día que conocí a Anto ( sin saberlo, hoy es mi cuñadita)