Seguimos com a história da Ana.
espero que não tenham sentido minha falta
que vocês aproveitem
VALEU POR ME LER
PELOS PONTOS DELA E PELOS COMENTÁRIOS DELA
LEMBREM, SE EU SEGUIR VOCÊS, VOCÊS ME SEGUEM
Naquele domingo, a gente aproveitou pra se recuperar. A Ana tava exausta pra caralho, mas já se sentia livre por poder transar com quem quisesse sem precisar esconder de ninguém. Ela me disse: "Agora posso flertar e me mostrar à vontade". Era isso que ela mais curtia. À noite, ela se animou e resolveu falar sobre o que tinha rolado.
Ana, te falaram quando seus amigos voltam, bebê?
Acho que não vão vir muito aqui depois do que rolou ontem.
Ana, tem bebê, que pena, eu agora queria fazer outra aposta.
Que outra aposta você quer fazer?
Ana, quando é que seu time vai jogar de novo, bebê?
Por que no domingo que vem?
Ana, eu queria apostar que ela vai perder de novo.
Acho que não vão perder depois da goleada que a gente tomou.
Ana, pra mim que sim, são uns putos perdedores igual a você, meu bem. Então eu tava pensando, já que você gosta tanto de chupar pica e engolir porra, que tal apostar sua bundinha minúscula contra seus amigos? Isso sim, se o seu time perder, eu quero ver eles arrombarem seu cu.
Isso sim que não vai rolar, além disso no sábado te levo pra jantar, então domingo eles não vêm.
Ana no mesmo lugar? Pô, céu, cê tá gastando uma grana, amorzinho.
Não curte esse lugar? Até que é bem barato e ainda atendem bem, não é mesmo?
Ana, fui muito bem atendida, amor, adorei, mesmo que os banheiros estivessem um pouco sujos e o moreno que atende é muito gostoso.
E aí, já quer dar pra ele, sua putinha?
De vontade eu não tô falhando, céu.
Não come ele no bar, por favor.
Ana, meu bem, você já sabe como eu fico, não me pede isso, por favor.
Sabe que eu quero, se rolar alguma coisa durante a semana, me conta tudinho.
Ana, assim você bate punheta pro seu corno, sim amor, eu te conto tudo e com detalhes.
Foi assim que a gente dormiu, mas antes a gente transou pra caralho. No sábado ao meio-dia, voltamos pro boteco. O mesmo garçom nos atendeu, sentamos num canto. Não tinha muita gente, só uns dois caras sentados do outro lado que, quando a gordinha entrou, viraram pra olhar as tetas dela — e não era à toa, a camiseta dela só cobria os bicos. Pedimos a comida pro garçom, sabendo que ia demorar um pouco. Ana levantou e falou que ia aproveitar a demora pra ir no banheiro. Desconfiei de algo estranho, então fui atrás. Fiquei no banheiro masculino tentando ouvir o que rolava no feminino, onde a Ana tava sozinha. De repente, escuto ela falar...
Ana, o que você está fazendo de novo? Mas por favor, mais devagar, porque meu namorado outro dia percebeu e não quero confusão.
Deixa ela fazer o escândalo que quiser.
Ana, haaaa, como sentia falta dessa pica
Depois disso, só escuto ela chupando uma pica, lá estava eu de calças no chão ouvindo tudo enquanto massageava minha pica, depois de uns minutos ouvi os gemidos dela, já estavam comendo ela, eu tava tão concentrado que nem percebi que alguém tinha entrado, era o dono do boteco.
Dono, que delícia de punheta que você bate, corno. Não te incomoda se eu bater uma junto com você?
O gordo ficou do meu lado, tirou a pica dele e começou a bater uma. Não soube o que fazer, ele tinha me descoberto. Olhei pra pica dele e, sinceramente, tenho que dizer que a do dono é maior que a minha.
Dono, tu curte ser corno? Tu curte meu pau? Quer tocar nela? Vai, faz a punheta pra mim e fica tudo entre nós.
Os gemidos da Ana estavam cada vez mais fortes até que silenciaram e eu não soube por quê. O dono pegou minha mão e eu deixei ele levar até a rola dele, comecei a bater uma pra ele e soltei minha pica.
Dono, continua assim, muito bem cuck, você tá indo muito bemmm, mas agora bate uma punheta com a sua boca, vai lá
Ela me segurou pelos ombros e eu me deixei descer até ficar com o rosto na frente da rola dela.
Dono, sabe por que a puta calou a boca? Porque tá chupando o outro garçom igualzinho você.
A pica dele entrava e saía da minha boca, eu tava muito tesudo imaginando minha mina comendo duas picas, tava focado nisso e nem percebi que o gordo tava me levando pro vaso bem devagar, de repente ele sentou e me fez cair de joelhos na frente dele.
Dono, agora senta aqui em cima, tá na hora de você receber o mesmo que sua mulher recebe.
Hesitei um segundo, mas percebi que talvez, na putaria, não podia desobedecer. Me virei e comecei a me sentar. O gordo apontou o pau pro meu cu e me segurou pela cintura. Não sei como ele fez, mas de repente me empurrou com força e enfiou o pau até o fundo. Tenho que falar a verdade: não foi uma dor absurda. Não nego que doeu, mas também não foi tanto quanto a gente imagina. Assim ele começou a subir e descer, tava me comendo o dono do boteco enquanto me chamava de corno manso e dizia que minha mina agora tava sendo comida pelos três da cozinha. Imaginei a Ana sendo macetada por três paus enquanto arrombavam meu cu igual o dela. Minha putaria tava violenta. O gordo levantou e me inclinou pra meter de pé até encher meu cu de porra, enquanto apertava minhas bolas, o que me impedia de gozar. Fiquei de joelhos com o cu escorrendo leite e me masturbando com o pau totalmente broxado, enquanto o gordo lavava o pau e me dizia
Dono, vai pra mesa, viado, e não fala nada, já tão terminando com a puta.
O gordo gozou e finalmente consegui gozar também, embora só tenham saído umas gotinhas, minhas bolas estavam doendo pra caralho e talvez por isso eu ainda estivesse fervendo de tesão. Peguei com meus dedos a gozo do gordo que tinha escorrido pelas minhas pernas e engoli. Com meu lenço, sequei a buceta e as pernas, me vesti e fui para a mesa. Sentei e, quando a Ana chegou, era impossível não notar a trepada que eu tinha levado. De tanta vergonha, quis ir embora sem comer, mas ela insistiu para ficarmos. Tinha certeza de que os dois caras da outra mesa tinham percebido tudo. O olhar vitorioso do garçom quando trouxe a comida foi como uma facada na minha dignidade. Comi muito rápido, mas não consegui evitar que, sem eu pedir, o outro garçom trouxesse a sobremesa. A Ana devorou a dela. Terminei a minha e disse para irmos embora. Ana me olhou e disse:
Ana, que vergonha que você tem, bebê. Não quer que me comam de novo? Tá bom, amor, vamos, mas me promete que a gente volta logo, o atendimento é de primeira e ainda come de graça, céu.
Bom, tá certo.
espero que não tenham sentido minha falta
que vocês aproveitem
VALEU POR ME LER
PELOS PONTOS DELA E PELOS COMENTÁRIOS DELA
LEMBREM, SE EU SEGUIR VOCÊS, VOCÊS ME SEGUEM
Naquele domingo, a gente aproveitou pra se recuperar. A Ana tava exausta pra caralho, mas já se sentia livre por poder transar com quem quisesse sem precisar esconder de ninguém. Ela me disse: "Agora posso flertar e me mostrar à vontade". Era isso que ela mais curtia. À noite, ela se animou e resolveu falar sobre o que tinha rolado.
Ana, te falaram quando seus amigos voltam, bebê?
Acho que não vão vir muito aqui depois do que rolou ontem.
Ana, tem bebê, que pena, eu agora queria fazer outra aposta.
Que outra aposta você quer fazer?
Ana, quando é que seu time vai jogar de novo, bebê?
Por que no domingo que vem?
Ana, eu queria apostar que ela vai perder de novo.
Acho que não vão perder depois da goleada que a gente tomou.
Ana, pra mim que sim, são uns putos perdedores igual a você, meu bem. Então eu tava pensando, já que você gosta tanto de chupar pica e engolir porra, que tal apostar sua bundinha minúscula contra seus amigos? Isso sim, se o seu time perder, eu quero ver eles arrombarem seu cu.
Isso sim que não vai rolar, além disso no sábado te levo pra jantar, então domingo eles não vêm.
Ana no mesmo lugar? Pô, céu, cê tá gastando uma grana, amorzinho.
Não curte esse lugar? Até que é bem barato e ainda atendem bem, não é mesmo?
Ana, fui muito bem atendida, amor, adorei, mesmo que os banheiros estivessem um pouco sujos e o moreno que atende é muito gostoso.
E aí, já quer dar pra ele, sua putinha?
De vontade eu não tô falhando, céu.
Não come ele no bar, por favor.
Ana, meu bem, você já sabe como eu fico, não me pede isso, por favor.
Sabe que eu quero, se rolar alguma coisa durante a semana, me conta tudinho.
Ana, assim você bate punheta pro seu corno, sim amor, eu te conto tudo e com detalhes.
Foi assim que a gente dormiu, mas antes a gente transou pra caralho. No sábado ao meio-dia, voltamos pro boteco. O mesmo garçom nos atendeu, sentamos num canto. Não tinha muita gente, só uns dois caras sentados do outro lado que, quando a gordinha entrou, viraram pra olhar as tetas dela — e não era à toa, a camiseta dela só cobria os bicos. Pedimos a comida pro garçom, sabendo que ia demorar um pouco. Ana levantou e falou que ia aproveitar a demora pra ir no banheiro. Desconfiei de algo estranho, então fui atrás. Fiquei no banheiro masculino tentando ouvir o que rolava no feminino, onde a Ana tava sozinha. De repente, escuto ela falar...
Ana, o que você está fazendo de novo? Mas por favor, mais devagar, porque meu namorado outro dia percebeu e não quero confusão.
Deixa ela fazer o escândalo que quiser.
Ana, haaaa, como sentia falta dessa pica
Depois disso, só escuto ela chupando uma pica, lá estava eu de calças no chão ouvindo tudo enquanto massageava minha pica, depois de uns minutos ouvi os gemidos dela, já estavam comendo ela, eu tava tão concentrado que nem percebi que alguém tinha entrado, era o dono do boteco.
Dono, que delícia de punheta que você bate, corno. Não te incomoda se eu bater uma junto com você?
O gordo ficou do meu lado, tirou a pica dele e começou a bater uma. Não soube o que fazer, ele tinha me descoberto. Olhei pra pica dele e, sinceramente, tenho que dizer que a do dono é maior que a minha.
Dono, tu curte ser corno? Tu curte meu pau? Quer tocar nela? Vai, faz a punheta pra mim e fica tudo entre nós.
Os gemidos da Ana estavam cada vez mais fortes até que silenciaram e eu não soube por quê. O dono pegou minha mão e eu deixei ele levar até a rola dele, comecei a bater uma pra ele e soltei minha pica.
Dono, continua assim, muito bem cuck, você tá indo muito bemmm, mas agora bate uma punheta com a sua boca, vai lá
Ela me segurou pelos ombros e eu me deixei descer até ficar com o rosto na frente da rola dela.
Dono, sabe por que a puta calou a boca? Porque tá chupando o outro garçom igualzinho você.
A pica dele entrava e saía da minha boca, eu tava muito tesudo imaginando minha mina comendo duas picas, tava focado nisso e nem percebi que o gordo tava me levando pro vaso bem devagar, de repente ele sentou e me fez cair de joelhos na frente dele.
Dono, agora senta aqui em cima, tá na hora de você receber o mesmo que sua mulher recebe.
Hesitei um segundo, mas percebi que talvez, na putaria, não podia desobedecer. Me virei e comecei a me sentar. O gordo apontou o pau pro meu cu e me segurou pela cintura. Não sei como ele fez, mas de repente me empurrou com força e enfiou o pau até o fundo. Tenho que falar a verdade: não foi uma dor absurda. Não nego que doeu, mas também não foi tanto quanto a gente imagina. Assim ele começou a subir e descer, tava me comendo o dono do boteco enquanto me chamava de corno manso e dizia que minha mina agora tava sendo comida pelos três da cozinha. Imaginei a Ana sendo macetada por três paus enquanto arrombavam meu cu igual o dela. Minha putaria tava violenta. O gordo levantou e me inclinou pra meter de pé até encher meu cu de porra, enquanto apertava minhas bolas, o que me impedia de gozar. Fiquei de joelhos com o cu escorrendo leite e me masturbando com o pau totalmente broxado, enquanto o gordo lavava o pau e me dizia
Dono, vai pra mesa, viado, e não fala nada, já tão terminando com a puta.
O gordo gozou e finalmente consegui gozar também, embora só tenham saído umas gotinhas, minhas bolas estavam doendo pra caralho e talvez por isso eu ainda estivesse fervendo de tesão. Peguei com meus dedos a gozo do gordo que tinha escorrido pelas minhas pernas e engoli. Com meu lenço, sequei a buceta e as pernas, me vesti e fui para a mesa. Sentei e, quando a Ana chegou, era impossível não notar a trepada que eu tinha levado. De tanta vergonha, quis ir embora sem comer, mas ela insistiu para ficarmos. Tinha certeza de que os dois caras da outra mesa tinham percebido tudo. O olhar vitorioso do garçom quando trouxe a comida foi como uma facada na minha dignidade. Comi muito rápido, mas não consegui evitar que, sem eu pedir, o outro garçom trouxesse a sobremesa. A Ana devorou a dela. Terminei a minha e disse para irmos embora. Ana me olhou e disse:
Ana, que vergonha que você tem, bebê. Não quer que me comam de novo? Tá bom, amor, vamos, mas me promete que a gente volta logo, o atendimento é de primeira e ainda come de graça, céu.
Bom, tá certo.
1 comentários - Minha namorada Ana agora no boteco