Oi, meus amores. Como vocês sabem, o Alfredo é o pai do meu amigo que eu dava, mas fui a putinha dele por um tempo. Como lembram no outro relato, depois da festa, bêbados, fui dormir com o Alfredo. Tomei banho, me troquei, botei só uma camiseta comprida e uma tanga de oncinha. Deitei do lado do Alfredo. Ele podia ter sido meu sogro se o filho assumisse nosso rolo, mas era só o pai do meu amigo, pra mim o coroa que me comia. A gente conversou um pouco na cama, nos beijamos, nos tocamos. Ele tava pelado, então eu masturbei ele bem gostoso. Sinceramente, eu já não aguentava mais transar de tanto que eu tinha dado naquele dia, mas mesmo assim entreguei minha buceta pra ele, virei de conchinha e encostei bem na pica grossa e cheia de veias dele. Dei o sinal, puxei minha tanga pro lado o melhor que pude. Era uma tanga bem pequena e apertava bastante. Ele molhou a pica e meteu de uma vez, parecia que sabia que naquele dia minha bucetinha tava bem aberta. Ele me segurou pela cintura e começou a meter forte e fundo. Senti ele esticar o elástico da minha tanga. Ele mandou eu ficar de quatro, eu obedeci, e ele meteu de novo. Aí foi minha primeira gozada, molhei minha tanga de porra, gritei e gemi. Ele, sem vergonha, não teve pena e continuou metendo e metendo. Minutos depois, eu gritei que ia gozar de novo, e ele meteu mais forte, eu soltei um grito. Era minha segunda gozada, já não aguentava mais. Ele continuou por mais um tempo e pediu pra eu virar. Assim que virei, senti o gemido forte dele e os jatos de porra batendo na minha cara, me pegou de surpresa. Gozou no olho, nariz, boca e até no cabelo. Sempre que fiquei com ele, ele gozava muito. Peguei e recolhi o resto de porra que tinha no meu rosto pra tomar. Com o pouco esforço que ainda tinha, ele me virou de quatro de novo pra meter. Meteu forte até eu sentir ele rasgar minha tanga e terminou de soltar a porra que ainda tinha, mas dessa vez tudo dentro da minha buceta. Fiquei muito cansada, mas queria mais um pouco de porra. Tirei a tanga que tava pendurada e mostrei pro Alfredo. Como comecei a comer meu próprio gozo que tinha na calcinha fio dental, ele só me olhava e ria. "Não pode ser tão filha da puta, que vadia que você é, garota." Tomei todo meu gozo, nos limpamos bem e fomos dormir os dois pelados. De manhã, perto do meio-dia, ele me levou pra casa cansada e sem calcinha já. Mandei mensagem pro filho porque ele não tinha me mandado mais nada desde a noite anterior. Ele respondeu, mas não me deu muita bola, tava muito seco comigo. Desconfiei que ele ficou sabendo que eu fiquei com os três caras, ou pior, que descobriu que eu tava dando pro pai. Por uns dias ele ficou me tratando meio seco, até que a gente se viu e conversou. Dos três caras ele nunca soube, mas descobriu a parada do pai. Ele desconfiou até que foi na casa do pai e achou minhas roupas, tipo uma regata e uma calça, e principalmente as duas calcinhas fio dental: a de oncinha rasgada e a outra que tirei pra lavar. E ele conhecia bem minhas calcinhas porque ele me comia usando elas. E a regata ele me viu várias vezes, preta com coelhinho da Playboy branco. Mas quanta roupa, né? Podia ser de outra pessoa. Então neguei, neguei, ele não acreditou em nada. Parou de me ver por um tempo e nesse tempo eu fiquei vendo o pai, até que voltei a transar com ele, parecia que tudo tinha se resolvido. Mas continuei com o pai. Meu amigo sempre desconfiou, até que me viu descendo do carro dele, e não foi uma vez só, foram várias. A ponto de tirar fotos minhas beijando o pai debaixo do carro e gravar áudio perto de um quarto que dava pro quintal, de mim gemendo e o pai falando meu nome enquanto metia em mim. Depois disso, ele me mandou tudo, me chamando de traidora e vadia, que eu era uma garota doce safada e puta. Tudo isso ele falou e a gente não se falou mais. Contei pro pai e isso meio que cortou a relação, a gente já não se via com frequência. Lembro que a última vez que o Alfredo me comeu foi no carro dele, no rio. Depois a gente se falava por celular e ele me fez entender que tava conhecendo uma mulher, e aí não nos falamos mais. Fiquei sabendo que ele se juntou e foi morar em outra cidade. O filho, como você ainda tá puto, me mandava mensagem... mensagens me falando que seu namorado foi embora e coisas assim, parei de responder, passou um tempo e a gente conversou e ficou tudo bem, mas não transávamos até que crescemos e ele já com 21 anos e eu com 22 anos a gente se encontrou e sabe o quê... que ficou o resto pra próxima, tudo real, espero que tenha gostado
1 comentários - Mika trans na cama com Alfredo