Silvia, a mãe gostosa da minha melhor amiga

A MÃE DO MEU MELHOR AMIGO
Beleza, me chamo Ramiro, tenho 37 anos e hoje vou contar uma história das mais safadas que já vivi. Realmente acho que quando a gente começa a se entregar à própria natureza, à própria sexualidade, a gente começa a atrair o que precisa. Durante muito tempo tive uma vida sexual normal, até meio chata às vezes, mas a partir dos 25/26 anos, aos poucos, comecei a me descobrir, a me soltar e a viver situações que antes pareciam simplesmente impossíveis.

Essa história é sobre a Silvia, a mãe de quem foi meu melhor amigo na época. A Silvia era uma mulher robusta, grandona e gordinha, não me atraía fisicamente, mas, como muitos sabem, a sacanagem acaba vencendo, além do fato de que ela tinha um par de peitos enormes e uma bunda gigante que também eram tentadores. Embora não parecesse estar tudo empinado ou perfeito, convenhamos que ela tinha uns 55 anos na época, sempre curti rabetão e peitão. A Silvia era uma gostosa que adorava beber, costumava ficar de porre nas reuniões, e eu a via com frequência, já que eu e a filha dela éramos muito próximos e, por isso, mais de uma vez fazíamos um churrasco ou encontro na casa da mãe. A Silvia também fumava maconha, igual a gente, e tinha uma atitude bem liberal no geral. Vale dizer que com minha melhor amiga da época, a filha dela, a gente transava de vez em quando, tínhamos um relacionamento estranho, nada convencional.

Por um bom tempo, nunca vi a Silvia com olhos sexuais, talvez porque ainda não tinha liberado minhas taras, não as tinha separado da atração física. Mas lembro quando tudo começou, a primeira vez que a vi com outros olhos. Foi num Natal, devia ser Natal de 2015 ou 2016, minha amiga me convidou pra ir depois da minha ceia em família pra casa da Silvia, a mãe dela, que ia estar lá com o parceiro e a filha de 2 anos. Lá pra 1h30 da manhã cheguei, nem preciso dizer que já estava bem chapado e meio bêbado. A Silvia morava a meia quadra de A Avenida Rivadavia, num prédio bonito, no térreo. Quando ela veio me abrir e me cumprimentou, notei que já tava bem bêbada, fica mais carinhosa, nada que não seja normal em quase todo ser humano. Lembro que quando entrei, ela ia na minha frente e, obviamente, como bom homem punheteiro que sou, eu tava olhando pra bunda dela. Como já falei, nunca me atraí pela Silvia, mas era verdade que ela tinha uns peitos e uma bunda enormes, acho que mistura de ser grandona, um pouco gordinha e também por obra da natureza. Naquele momento, acho que pela primeira vez, olhei pra Silvia de outro jeito, ela vinha na minha frente e eu admirando a bunda dela, que realmente parecia enorme, daquelas que dá vontade de se perder ali, de enterrar a cabeça naquela raba. Ela tava meio de casa, mas muito gostosa, com uma legging bem colada no corpo que, mesmo não apertando tanto a bunda, destacava ela pra caralho. Quando ela vai chegar na porta pra abrir, deixa cair a chave e se abaixa pra pegar. Vale dizer que a Silvia, igual a filha dela, se abaixa dobrando a cintura 90 graus e deixando a bunda pra fora. Não acho que ela faça de propósito, parece um costume, mas naquele dia eu tava atrás, olhando a bunda dela, meio bebado e bem chapado. Ali foi o primeiro gatilho de tudo, de um monte de situações divertidas e safadas que a gente viveu. Quando ela se abaixou, apareceu pra caralho uma fio dental branca, minúscula, totalmente perdida naquela bunda enorme, e pra piorar, o elástico da legging desceu um pouco, deixando à mostra uma das tirinhas daquela calcinha minúscula, era um fiozinho que terminava num mini triângulo que sumia naquela raba enorme, uma visão devastadora. Naquele momento, lembro da vontade de querer passar a mão na bunda toda dela, aquela putaria que vence a razão e a personalidade, mas de algum jeito consegui me segurar. Do que não consegui escapar quando levantei o olhar foi da Silvia me encarando, vendo como eu tava vidrado naquela bunda, e escapou uma risadinha safada dela. sorriso leve. Uma vez lá dentro, o de sempre: baseados, cervejas, risadas, mais baseados, mais cervejas e mais risadas. Eu não conseguia parar de ficar com tesão quando olhava pra ela, e cada vez me importava menos com tudo. Passei de olhar disfarçadamente pra olhar descaradamente pra bunda dela toda vez que tinha chance. Num momento, vejo ela na cozinha de costas pra geladeira, preparando uma nova leva de petiscos. A cozinha é muito estreita, então se alguém quisesse pegar algo na geladeira, era impossível não se esbarrar. Encorajado pelo tesão e pela cerveja, fui pra cozinha "pegar um copo de coca" e, depois de um "com licença, Sil", passei me enfiando entre ela e a geladeira, abrindo um pouco pra pegar a coca. Vale dizer que eu já tava de pau duro, claramente, e andava com o cuidado necessário pra não deixar transparecer. O que era pra ser uma encostadinha de tesão acabou sendo uma encostada violenta, e não tenho dúvida de que ela sentiu meu pau durasso no meio daquela bunda enorme. Ela soltou um "ufff" baixinho. Daí a pouco, todo mundo tava lá conversando e ouvindo música. Minha amiga tava meio que discutindo com o namorado, e a menina já meio cansada, pedindo pra ir dormir. Eu aproveitei e falei que ia sair pra fumar um cigarro na porta, de boa. A ideia era não fumar lá dentro. Pedi as chaves pra Silvia, e ela disse "não, deixa que vou com você, também tô precisando de um cigarro". Pegamos nossas latinhas de cerveja e saímos pra fora. A gente já tava no segundo cigarro, conversando sobre qualquer besteira e rindo igual dois bêbados que riem de tudo. Eu sentado na porta do prédio, e ela em pé, meio encostada num carro estacionado ali, com a latinha de cerveja apoiada no chão. Num momento, ela se abaixa pra pegar a latinha, deixando aquela bunda exposta igual antes, mas dessa vez não apontando pra mim, e sim de lado, na direção da avenida. Nisso, tava passando um cara bem cabeça, uns 21 anos, no máximo, e o cara com cara de doido. diz “que rabaço gostoso que você tem, veterana linda, tá pedindo carne” e enquanto continua andando, olha pra mim e fala “desculpa, mas sua mãe é uma puta gostosa”. Eu não consegui segurar a risada, mas quando olhei pra Silvia, notei uma cara que nunca tinha visto antes, era uma mistura de um pouco de raiva e muita tesão, uma cara de puta do caralho, ela mordeu o lábio e seguiu o moleque com o olhar, a putinha tinha ficado com tesão, a cara dela me dizia que se eu não estivesse ali, se não tivesse visita lá dentro, no estado em que ela tava, ela chamava o cara pra dentro pra ele arrebentar a bunda dela, assim fácil. Uns minutos depois a gente falou em entrar e enquanto fechava a porta, ela ainda tava resmungando coisas tipo “moleque filho da puta”, claramente ainda excitada com o que aconteceu, tava com a cara toda vermelha, dava pra ver que tava a mil. Eu, também descontrolado com a cara de puta que ela tinha feito e sem pensar muito, falei “bom Sil, é que você tem uma bunda enorme e com aquela calcinha fio dental minúscula, o cara pirou”, ela vinha entrando na minha frente, vira a cabeça, me olha com uma cara ainda mais perdida que antes e fala “e você como sabe que eu tô de fio dental?”. Sem ficar vermelho, nem pensar, eu falei “Sil, quando você se abaixa, dá pra ver a fio dental branca minúscula enfiada na sua bunda”. Claramente eu também já tava louco, não só não pensava no que falava, como também não ligava pra como falava. Já sem tentar disfarçar a tesão, ela me perguntou “então você já viu minha bunda toda?”, e eu respondi “sim, mas agora quero ver direito”, enquanto sem dar tempo dela reagir, meio que abracei ela e puxei a legging pra baixo na parte de trás, deixando aquela bunda enorme no ar. Ela fez uma tentativa falsa de se soltar e falou “não abusa”, sem fazer nada pra realmente me tirar. Quando ela terminou a frase, eu já tinha enfiado dois dedos na buceta dela e ela tava tremendo, depois levei os dedos até a boca dela pra ela chupar, e ela lambeu até limpar os próprios sucos. A Tudo isso a gente tava a 2 metros da porta do prédio dela, dentro do hall, e eu falo que quero ver aquela bunda como Deus manda, de quatro. Ela disse que eu era louco, que qualquer um podia ver a gente ali e que ela não era uma puta. Eu falei pra ela não encher o saco, que vi a cara que ela fez quando olhou pro cara e que dava pra ver a vontade que ela tava de ser comida. Falei: “vem pra escada e fica de quatro”. Ela, como uma boa putinha submissa, se entregou ao comando e se preparou pra ficar de quatro no meio da escada. Quando tava de quatro, dei um tapa bem forte na bunda dela e falei: “bota mais essa bunda pra fora, puta”, totalmente fora de mim. Ela obedeceu e fez uma pose digna de uma gostosa, toda de quatro e arqueada, estufando aquela bunda imponente o máximo que podia. Com toda a vontade, abaixei a legging dela de novo, expondo aquela raba em todo o seu esplendor. Era uma coisa de outro mundo, o tamanho daquela bunda, a fio dental minúscula totalmente perdida entre as nádegas dela. Não consegui evitar enfiar a cara naquela bunda e chupar tudo. Ela entrou num estado de descontrole total e quase na hora pediu com voz firme: “arrebenta meu cu, filho, arrebenta tudo”. Claro que em menos de 10 segundos eu tava metendo tudo de uma vez no cu dela, sem lubrificante, sem cuspir, sem nem um dedo, de uma vez até as bolas. O grito que ela deu foi lindo, se não ouviram até o terceiro andar, foi perto. A adrenalina que eu senti naquele momento é simplesmente impossível de colocar em palavras. Acho que todos os tarados e taradas vão me entender: é muito mais que prazer sexual, é um êxtase absoluto, uma corrente que percorre a espinha, um arrepio que libera coisas que a gente não costuma soltar. Totalmente excitado e alucinado, não tive interesse nem em pensar em durar, até porque não dava. A adrenalina era da possibilidade da filha dela sair pra nos procurar e encontrar a mãe sendo comida na escada pelo melhor amigo dela. Amigo, então não fiz nada além de soltar todo o meu tesão e meus instintos mais baixos comendo aquela bunda sem piedade. Quanto mais eu via ela sofrer, mais eu gostava. Obviamente, Pato era uma puta submisa de carteirinha e curtia a mesma coisa: quanto mais forte eu comia ela, mais doida ficava. Não parava de falar e soltar coisas tipo "sim, come meu cu assim", "mais forte, arrebenta tudo", "pelo amor de Deus, mesmo que eu grite de dor, não para". Também me enlouquecia quando, num surto de racionalidade, ela tentava calar os gemidos, e eu pegava ela mais forte pra mostrar que não dava, que jogo gostoso e descontrolado. Não devem ter passado nem 5 minutos e eu já sentia que ia gozar, e em vez de me preocupar em durar mais, comecei a comer ela com toda a energia que me restava. No último segundo, tirei a pica do cu dela e falei: "Engole tudo, Pato". Ela se virou rápido, com aquela desesperação linda de quem quer tomar o leite, vinda daquele estado de putaria total. Os primeiros dois jatos foram na cara dela, mesmo eu tentando acertar a boca — uma bagunça total. No terceiro, ela mesma enfiou a pica na boca e segurou a lambança. Soltei mais uns vários jatos, poucas vezes gozei tanto na vida. Ela engoliu tudo e chupou minha pica por mais uns minutos até me deixar seco e com o pau brilhando. Ela mamava como uma desesperada, com dois jatos de leite cruzando a cara e mal deixando o olho direito aberto, já esquecida do que iam pensar, do risco de um vizinho ou a filha dela aparecer e encontrar ela na escada com a cara cheia de porra e limpando a pica de um cara com metade da idade dela. Simplesmente não ligava pra mais nada além de limpar o leite. Eu continuei passando a pica na cara dela pra juntar a evidência, e ela depois chupava como uma boa submisa. Não tínhamos nem guardanapo e precisávamos fazer as provas desaparecerem. No final, fui tirando a porra da cara dela com os dedos, e ela foi limpando um por um. Entramos em casa, os dois nas nuvens pelo que tinha acabado de rolar. Silvia foi... Direto pro banheiro lavar o rosto, eu falei pra minha amiga que por que a gente não bolava o último baseado, o marido dela tinha ido dormir com a filha. Uma hora depois a gente começou a viagem de volta, minha amiga e o marido dela me levaram de carro porque ficava no caminho pra casa deles, a umas 7 quadras de distância chega uma mensagem no whatsapp da Silvia falando "cara isso não pode acontecer de novo, foi incrível mas eu sou uma mulher adulta e a mãe da sua melhor amiga, não posso ser tão puta". Sei lá por que eu falei pra minha amiga que ia descer ali porque o Pablo tinha me mandado mensagem, que tava com os caras tomando umas cervejas e eu ia pra casa dele, que era ali a umas quadras, sem dar tempo deles se oferecerem pra me levar eu desci e voltei pra casa da Silvia, uns minutos depois eu tava na porta e respondi a mensagem do whatsapp: "acabei de voltar porque esqueci a latinha do beck, tô aqui fora", em dois minutos ela saiu meio nervosa falando que não me via e procurando onde tava o carro da filha dela me esperando, quando entrei com a desculpa de pegar a latinha falei "falei pra Nati que ia na casa de um amigo, eles foram embora, não perdi a latinha do beck, vim porque quero te comer toda, não posso perder uma puta como você Sil". Primeiro ela se fez de difícil falando que não, que eu sou louco, que não sabia o que tinha dado nela e que já tinha me falado por mensagem que não ia rolar de novo, aí eu respondi "eu sei o que deu em você Sil, você tá bêbada e a puta sai de dentro, é normal, dava pra ver que você precisava de uma boa fodida, e se não vai rolar mais eu diria pra gente aproveitar essa noite que você tá morrendo de vontade de ser a maior puta de todas". Cinco minutos depois eu tava sentado no sofá da sala e ela chupando minha rola sem parar. Aquela noite a gente ficou transando até as 7 da manhã, eu cansei de comer ela, no outro dia levantei, fui pegar um copo d'água e quando voltei a primeira coisa que fiz foi enfiar a rola na boca dela e acordar ela, era hora de Tomar a porra. E assim foi o começo das nossas aventuras. Hoje em dia, quando tô precisando de uma boa chupada de pau, vou visitar a Silvia. E, mesmo ela muitas vezes começando dizendo que não, o encontro sempre termina do mesmo jeito: ela com a cara cheia de porra e um sorriso perverso de orelha a orelha. Outra hora vou contar pra vocês a quantidade de situações divertidas e safadas que vivi com a Silvia, a mãe da minha melhor amiga, a coroa mais puta que já conheci na vida.

3 comentários - Silvia, a mãe gostosa da minha melhor amiga

Muy buuuuueno +10 , todos tenemos una pato en nuestras vidas, todavía no pude cogermela (la mamá de un amigo)
Buen relato hno👏.yo me garche a la MADRE d una q fue mi amiga en ese momento y se llama PATRICIA (le dicen pato)...yo era un pendejo de 17 en ese momento y ella era una mujer de 43 años Masomenos. TETAS GRANDES, CULO GRANDE media rellenita-de Mendoza