Olha, isso aconteceu uns 3 anos atrás. Minha esposa, na época com 36 anos, e eu com 38, tínhamos caído naquela rotina chata de sexo. Ela, trabalhando como enfermeira, tinha horários instáveis. Minha esposa é gordinha, mas bem gostosa, com uns peitões e uma raba de dar água na boca. Comecei a notar mudanças, porque quando a gente transava, ela já estava toda depilada. Fazia mais exercícios e, com alguma desculpa de ir trabalhar, saía à tarde e quase nunca atendia o celular nesses horários. Uma vez até encontrei lingerie que nunca tinha visto guardada no armário, embora admita que, na hora, longe de me chatear, me deu um tesão danado imaginar alguém botando ela de quatro com aquela lingerie, a ponto de eu bater uma pensando nisso.
Passaram-se alguns meses e, já com a curiosidade e o tesão, esperava a oportunidade de dar uma olhada no celular dela. Uma noite, quando ela chegou do trabalho, falei que queria comer ela com aquela lingerie que tinha visto no guarda-roupa. Verdade seja dita, foi o melhor sexo em anos. Quando ela tava por cima, só pensava em como outro cara podia estar pegando ela também. E o sexo foi tão bom que a gente apagou pelados. Umas horas depois, vi o celular dela em cima da cômoda e tive a chance. Felizmente, a senha era uma que os dois conheciam. Quando abri o WhatsApp, não vi nada estranho, mas quando fui ver os SMS, vi que ela tava conversando com um tal de Manuel, 48 anos, casado. A última mensagem era dela dizendo que já tava na cama com um vibrador, e ele tava acompanhando a conversa. Fui ver as mensagens antigas e vi quando ela falou que tinha adorado a posição que ele tinha metido nela, que nunca tinham feito daquele jeito, que queria experimentar tudo com ele e que adorava como ele tratava ela na cama, como uma puta. Depois disso, confesso que fiquei meio bolado com a ideia da traição. Mas, depois de um tempo, o problema se resolveu e a ideia de ver ela dando pra outro começou a me excitar. Até melhorou o sexo: ela passou a foder melhor, fazia de tudo pra me agradar. Melhorou a relação que a gente tinha.
Passaram-se alguns meses e, já com a curiosidade e o tesão, esperava a oportunidade de dar uma olhada no celular dela. Uma noite, quando ela chegou do trabalho, falei que queria comer ela com aquela lingerie que tinha visto no guarda-roupa. Verdade seja dita, foi o melhor sexo em anos. Quando ela tava por cima, só pensava em como outro cara podia estar pegando ela também. E o sexo foi tão bom que a gente apagou pelados. Umas horas depois, vi o celular dela em cima da cômoda e tive a chance. Felizmente, a senha era uma que os dois conheciam. Quando abri o WhatsApp, não vi nada estranho, mas quando fui ver os SMS, vi que ela tava conversando com um tal de Manuel, 48 anos, casado. A última mensagem era dela dizendo que já tava na cama com um vibrador, e ele tava acompanhando a conversa. Fui ver as mensagens antigas e vi quando ela falou que tinha adorado a posição que ele tinha metido nela, que nunca tinham feito daquele jeito, que queria experimentar tudo com ele e que adorava como ele tratava ela na cama, como uma puta. Depois disso, confesso que fiquei meio bolado com a ideia da traição. Mas, depois de um tempo, o problema se resolveu e a ideia de ver ela dando pra outro começou a me excitar. Até melhorou o sexo: ela passou a foder melhor, fazia de tudo pra me agradar. Melhorou a relação que a gente tinha.
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