Cuidado com o que deseja (cuck dá errado)

Preciso contar uma situação que foi excitante pra mim e saiu do controle. Aproveitei que esse fim de semana tô sozinho, minha mina de 6 anos, com quem moro, foi viajar perto daqui com as amigas. Eu sempre fantasio com o tesão de ser cuck, tenho 29, e já experimentei com homens e mulheres no passado. Mas, por estar num relacionamento há tanto tempo, acabei esquecendo essa parte e não procurei mais nada. Até que essa ideia voltou pra mim. Me predispus a mostrar minha mina no Telegram, como venho fazendo pra saciar meu tesão, e vários caras me escreveram. Se esfregaram de tesão. Postei fotos da bunda dela e eles batiam punheta. Às vezes me mostravam como batiam sem gozar. Me falavam o que fariam com ela. Me insultam, me fazem cumprir objetivos me humilhando como um bom cuck submisso. Riem de mim e me insultam em vídeo. Tudo isso eu curto, mas dessa vez era pouco. Quis repensar a ideia de explorar nesse fim de semana prolongado. Um dos maiores problemas desse tipo de tesão no Telegram é que a grande maioria é jovem, gente nova que, como eu, buscava só masturbação. Era difícil achar alguém pra "algo mais" de verdade. Foi aí que, depois de falar com muitos e já ter gozado uma vez, um cara me escreveu. A primeira mensagem dele foi: "aqui, maduro dominante procurando cuck slut". A mensagem já me chamou atenção, ele disse várias coisas que eu tava procurando numa frase só. Foi direto. Era maduro (e eu precisava de alguém que realmente tivesse experiência em me dominar e me fazer sentir o maior cuck do mundo), além disso, minha mina tem 26 e me dá muito tesão imaginar ela com maduros. Era dominante, diferente dos jovens de "masturbação imediata", ele gostava de dirigir, submeter e comandar, curtir o caminho de dar ordens, e pra isso precisa de tempo. Procura um cuck como eu, que se excita entregando a mina e a fazendo de puta, o toque mais profundo pra me submeter e humilhar. Tudo isso veio na minha mente e já subiu a pica pra uma próxima. Masturbação, ele conseguiu minha atenção na hora. A gente conversou um bom tempo. Não me enganei em dar atenção pra ele, não pediu foto dela logo nos primeiros 2 mensagens como todos os caras jovens. Isso já me fez perceber que ele tava atrás de outra coisa. Algo melhor, mergulhar na sensualidade, me dominar, mas conhecendo meus desejos e minhas taras. Então a gente foi falando sobre isso. Tópico após tópico, ele arrancou de mim informações sobre minhas fantasias mais obscuras, me insultava, mas falando o que faria comigo, não com ela. Disse que eu iria na casa dele, não que queria comer ela na nossa cama de casal, mas que eu iria pra que, no terreno dele, eu fosse dele. Que "procurava uma putinha" pra fazer aparecer o lado feminino dele, que através de me feminizar ele queria conhecer a minha namorada, que eu devia tirar fotos e agir como ela. Que eu usaria o nome dela, e umas outras promessas. Tudo isso me deixou com muito tesão, lembro que enquanto a gente falava dessas coisas, várias vezes tive que parar de me masturbar pra não gozar. Eu sei que se eu gozar, corta a excitação e não tenho mais interesse em conversar até outra hora de masturbação. Falei isso pra ele. E ele controlou o ritmo da conversa então. Me fez fazer videochamada e, embora curta, percebi que ele era bom no jogo de me proibir e me permitir tocar. Tava tudo indo bem. Ele não gozou e eu também não, porque num momento da conversa ele soltou a frase chave: "amanhã cê faz o quê? Vai chover e é bom pra ficar trancado em casa brincando". Mil pensamentos vieram na minha cabeça, lembro de quando fiquei com homens e como era bom transar com um ativo dominante (embora nunca com a temática de corno nos encontros), devia ir ou não? Conheço ele o suficiente? A conversa seguinte foi subindo de tom, falei frases tipo "queria ser seu escravo", "quero que me castigue por comer minha namorada errado todos esses anos com uma pica pequena". Ele me deixou a ponto de gozar. Um dos fatores que me fez decidir foi o fato de estarmos perto, na conversa ele contou que estamos a só um bairro de distância e de carro era uns 10 minutos. A conversa pra marcar se alongou. Ele conseguiu mais informações sobre mim, o bom é que o nível de putaria foi subindo. Me pediu uma foto nossa junto, ou seja, minha e da minha namorada. Mandei, ele ficou muito excitado em nos conhecer. Disse que adoraria me ter como mascote. Me pediu pra mandar áudios manhoso, como se eu fosse minha namorada pedindo no ouvido pra ele me humilhar e castigar. Me pediu foto da roupa dela, lingerie e tal. E nesse ponto ele mostrou toda a experiência dele me dominando. Quando minha bucetinha tava prestes a explodir, ele soltou a frase certeira... "Já ficou tarde e se você não vier amanhã, não nos falamos mais". A frase me torceu toda. Se fosse pelo meu ponto de excitação, era pra ir na hora. Depois de pensar um pouco, falei que sim. Ele não insistiu muito e isso me deu uma tranquilidade, não era alguém desesperado, mas sim decidido e sabendo muito bem o que fazia... Ele disse. Textual: "você vai se animar se eu preparar surpresas, promiscuous?" Me deixei levar pelo tesão e falei que adoraria, queria gozar e tava quase. Não prestei atenção nas consequências e já era tarde da noite. Foi uma frase importante e que eu tinha deixado passar. Como ele tá pensando em "algo" pra melhorar a noite, me ocorreu perguntar textual: "o que você quer de mim amanhã à noite?". "Muitas coisas, hahaha" ele respondeu com risada no chat. E depois disse: "traz roupa íntima da sua namorada, uma tanga dela daquelas das fotos que você mandou". Ok, falei. Dormi e no dia seguinte a gente se falou umas 18h pelo Telegram. Ele mandou: "como você tá, como quer que a gente faça?". Minha resposta foi rápida porque se eu duvido, sei que não faço. Era... me convencer, agir e já estar no barco. Falei: "vou, me passa o endereço". Dirigi até a casa dele, como ele pediu. Era um prédio de 4 ou 5 andares, elegante, tinha uma cabine de segurança daquelas virtuais, a entrada era iluminada e grande, branca, e um elevador chique. Desci e... Ele cumprimentou: "vem, passa", formal, maduro, mas bonito. Uns cabelos grisalhos, barriguinha saliente, barba curta, pele branca, uns 1,79 de altura. Sapato, calça de gabardina marrom clara e camisa branca com xadrez cinza, acho. Dava pra sentir o perfume dele, então visualmente tava tudo muito bom. Parecia mais tranquilo, não me passava a vibe tarada da noite anterior. No elevador, ele chegou perto, me acariciou e me fez beijá-lo. Depois, falou bem pertinho: "então agora você vai ser minha putinha". Me excitou e me deu vergonha naquele momento. Senti um calor gostoso, falei "sim", não saiu outra palavra. Ele percebeu e gostou. Ficou um silêncio e o elevador abriu. Passamos pro corredor e ele abriu a porta de madeira. Como se fosse um hotel, atrás da porta tinha um quartinho de entrada bem pequeno com duas portas, um sofá de dois lugares, uma mesinha e um vaso com água e uma plantinha, um quadro na parede. Ele falou: "vai pro banheiro, é ali". Entrei, ele acendeu a luz e fechou a porta. Disse: "você topa se vestir com a roupa que deixei em cima do vaso?". A pergunta e o tom me deram confiança, gostei. Me passou que ele tava me dando escolha e eu falei que sim. Um momento incrível, tirei a calça jeans e a camiseta, o tênis e as meias. Tava de fio dental vermelho e me vi no espelho. Lembro que tava muito nervoso. Minhas mãos tremiam. Mas era sabendo que podia me divertir pra caralho e tava com vontade. Não tava excitado de pau duro, o nervosismo não deixava. Vi a roupa que tava em cima do vaso. Uma camisa (a gente tinha falado na noite anterior sobre meu tamanho quando me descrevi pra ele), debaixo da camisa uma saia escocesa vermelha e umas meias de rede bem compridas com quadrados grandes, pretas, que esticavam muito. Me vesti tudo e fiquei uma boa colegial ou secretária. Me fez sentir gostosa, putinha, submisso, obediente e feminizado. Aí ele bateu e falou: "tudo bem? Me passa sua roupa". Abri a porta, ele me olhou de cima a baixo, sei que ficou excitado ao me ver, eu tava duro. De quieto, ele me pegou pela cintura e me esfregou contra ele por uns minutos, segurou minha roupa com as duas mãos. E me disse: "vem, agora passa". Abriu a porta do quartinho de entrada que faltava. Tinha uma sala muito bonita, um abajur aceso no fundo que fazia sombras em tudo que estava na frente, um sofá enorme de 5 ou 6 lugares em frente a uma estante e rack com uma TV grande. Enquanto eu entrava e reconhecia o lugar, ele se adiantou e foi para um quarto. À esquerda tinha um corredor, ele entrou num quarto e saiu de lá pra voltar, tinha deixado minha roupa em algum lugar daquele cômodo. E na frente de tudo isso tinha uma mesa com mais duas pessoas. Dois amigos dele, também maduros, um magro e mais baixo, e outro com barriga. Estavam tomando uma cerveja. Assim que me viram, disseram: "ih, olha só isso". Meu corpo tremeu. Fiquei duro. Ele se aproximou dos amigos e, de baixo do batente do corredor, disse: "agora você vai ser a Natalia (o nome da minha namorada) pra gente". Bom, aqui vou continuar contando... A verdade é que espero que vocês tenham tempo, porque a história é longa, é real e quero contar com todos os detalhes mais relevantes. Ele se aproximou de mim, o cara com quem eu tinha falado na noite anterior, segurou meu rosto com uma mão, firme, me puxou um pouco pra frente e pra cima, como se quisesse me obrigar a chegar perto. Pensei que queria um beijo ou selinho, mas não... Me olhou nos olhos e perguntou: "ou não é que você vai ser nossa putinha?". Eu disse "SIM", como consegui, fazendo biquinho porque ele não me soltava com a mão. "Sim, o quê?" ele falou na hora. "Sim, senhor", respondi. Enquanto isso, um dos amigos se levantou, ficou do meu lado. Dava pra ver que ele gostava das minhas pernas, que chamavam a atenção dele. Ele colocou a mão na minha perna, bem onde começava a saia, e subiu a mão pra acariciar minha bunda. Parece que gostou de eu estar de fio dental e apertou forte uma nádega com os dedos, o do meio bem no meio da tirinha da calcinha, enquanto o amigo dele me... me obrigava a olhar nos olhos dele, esse de lado sussurrou no meu ouvido "vamos arrebentar essa sua bunda pequena". Isso foi tipo... a cena do começo, sem nenhuma apresentação, eu nem sabia os nomes deles e o anonimato dava poder, liberdade e deixava eles muito excitados, acho que porque podiam ser uns filhos da puta comigo. Tenho que admitir que não era uma situação que me dava medo nem nada, eu tava tão excitada quanto eles. A situação até aquele momento só melhorava e ficava mais prazerosa pra mim. Só pensava em seguir o jogo. A excitação continuou, a gente de pé, o que tava mexendo na minha bunda colocou a mão na minha cintura e me virou pra mesa, enquanto falava "vem", dois, três passos e eu já tava com a mesa na altura da cintura, me apoiei e automaticamente coloquei as mãos na mesa, senão caía. Ele disse "deita". O primeiro (vamos chamar assim, o que falou na noite anterior) olhava enquanto o amigo brincava comigo e tava curtindo a vista. Ele se abaixou, pegou minhas pernas com as palmas pela parte de fora das minhas coxas e com a cabeça ou nariz levantou minha saia e enfiou a língua primeiro pra achar a tirinha da calcinha fio dental, depois pra puxar ela de lado, depois pra lamber meu cu por fora e por último pra meter a língua o mais fundo que conseguia. Isso sempre me excitou muito e eles perceberam na hora quando eu gemei que nem uma puta na frente dos três. A sensação era incrível por qualquer ângulo que eu olhasse, agora lembro e fico excitada, ele brincava com a língua, um amigo parado me encarando, e meu pau duro contra a mesa, eu sinto ele subir mas não posso fazer nada, a pressão dele metendo a língua fundo me deixa imóvel e me empurra pra frente. Além disso, não tem espaço entre minha barriga e a mesa, minha pica tá como se fosse explodir, sobe com minha excitação e minhas mãos forçadas a ficar na mesa. O fato de não poder me esfregar era um prazer de submisso. Quando passaram uns minutos e já tinha virado "normal" pra mim, levantei a vista e não, não tinha percebido que tinha de frente pro terceiro amigo, sentado me olhando com tesão e se tocando no volume por cima da calça jeans. Percebi naquele momento que todos os gemidos e suspiros que eu soltava eram pra ele, sem saber. De novo aquele sentimento de vergonha, mas gostosa, e ainda por cima minhas bochechas ficam vermelhas, sinto o calor subindo no meu rosto e aí percebo o quanto tô excitada. Não sei por quê, apesar de tudo, ele era o que parecia mais tímido, talvez por ficar sentado e não tomar iniciativa, sei lá... Mas era essa a minha impressão. Meu dono pegou minha mão e me levou até o sofá grande, sentou e começou a abaixar a calça e a cueca branca. Olhou nos meus olhos e disse: "chupa minha pica, me mostra como se come a sua bucetinha". Olhei pra cima, pros olhos dele, e ajoelhada no tapete, com ele confortável no sofá, me olhando, comecei a chupar as bolas dele, esticando bem a língua e passando de baixo pra cima. Várias vezes. Nessa altura, a pica dele já tava quase dura, naturalmente roçava no meu nariz e no meu olho, sentia o peso e a dureza aumentando enquanto sentia o cheiro de pica de homem maduro. Lembro que ele falava frases tipo "você é linda, Naty", "chupa muito bem as bolas" e disse "agora come um pouquinho ela". Não hesitei e aceitei a ordem, obedeci, chupei a pica dele enquanto ela terminava de endurecer, não era grande nem pequena, normal, gordinha, ele segurou minha cabeça com a mão esquerda e apertou de leve umas quatro vezes enquanto gemia, olhou pro lado pros amigos e, sorrindo, disse "viram que putinha linda eu trouxe?". Eu gozo rápido, enquanto tava ali chupando a pica dele, comecei a me tocar, apertar a pontinha da buceta dentro da calcinha fio dental e me masturbar duas ou três vezes, e soltava, parava porque se não fosse assim eu ia gozar e querer ir embora. Ele sabia disso. Então disse "não se toca", tirava minha mão e eu obedecia, colocando as mãos pra trás. Um amigo dele se colocou do lado, abaixou a calça e tirou a cueca. Ele já tava com a Pau duro, ele me disse "vem aqui um pouquinho Nati, chupa ele que é minha vez". Eu me movi de joelhos para me afastar pro lado, deixando ele bem na minha frente. Comecei a chupar o pau dele de uma vez e ele falou "uff, que delícia". Continuei chupando, tava muito quente, comi o pau dele até o fundo que eu conseguia. Ele adorou. Pegou minha mão e me empurrou até o fundo, me fez engasgar e eu saí, quando tirei o pau dele da boca, tava babando toda, sorri pra ele olhando nos olhos. Ele segurou minha cabeça e me fez voltar a chupar quase sem pausa. Meu dono, olhou pro amigo dele e perguntou "quer ver uma surpresa?", "sim", "vocês vão conhecer a puta do corno". Uff, foi um momento chave... Não entendi nada, meu tesão cortou na hora e me deu uma vergonha do caralho. Eu ainda tava com o pau do amigo na boca quando olhei pra ele na hora que falou aquilo, vi ele pegar o controle da TV e ligar, selecionar a fonte pra acessar um pendrive onde escolheu a primeira foto de uma pasta que ele tinha guardado. Colocou a primeira foto da lista bem grande, numa TV de umas 50 polegadas, e apareceu bem grandona a cara da minha namorada. Uma mina gostosa, sorrindo inocente, com olhos claros, pele branca, posando como se fosse foto de Instagram, mas agora tava sendo vista por três homens maduros tarados que têm 20 anos a mais que ela. O amigo na hora falou "uhh, essa é a puta de verdade", me olhou e perguntou "essa é sua puta?". Não falei nada. Não dava pra negar e já tava subentendido que sim. Foi um momento incrivelmente planejado da parte dele, me fez sentir o corno mais otário do mundo, de um lado eu tava chupando o pau dele igual ela faz, vestindo a tanga dela, a da foto seguinte, que ele colocou na TV, com a bunda dela em primeiro plano deitada como se tivesse tomando sol, e do outro lado corno a ponto de não poder negar que os três vissem ela na tela. Veio um monte de dúvida na hora, um monte de pensamento entrando na minha cabeça... E se o meu dono resolvesse chamar mais gente pra ver as fotos dela? E se algum deles conhecesse ela? Minha mente em um segundo ficou Ela fez mil perguntas. Eu tinha em primeiro plano a pica dura dos dois que se masturbavam devagar, como para aproveitar cada detalhe da minha namorada com cuidado, como querendo ver mais e mais fotos dela, eu me distraía, olhei para trás e vi uma foto da minha namorada de lingerie preta sorrindo para a câmera, gostosa, pele branca e meiga. Ouvi "vem chupar pica". Olhei para frente e obedeci a ordem. Eles olharam os peitinhos branquinhos e pequenos dela, disseram que mandariam os biquinhos. Que a teriam como secretária e me mandariam fotos e vídeos dela dançando para todos. Imaginaram que gozariam na carinha linda dela, olharam a bunda dela, a viram dormindo bonita. E aí chegou a pior foto, uma foto dela chupando minhas bolinhas com minha piquinha na mão e riram muito de mim. A frase foi "coitadinha, olha essa piquinha", "deve sonhar com picas grandes", "nasceu pra ser corno com essa pica de bebê". Cada frase deles me fazia me sentir mais uma garotinha humilhada, obediente e submissa. Meu dono me perguntou: "Você sabia que não merece ela?". Obedeci direitinho e falei "sim, senhor". Ele respondeu na lata: "vem, fica de quatro no sofá, no meio dos dois, chupa a minha e entrega a bunda pra ele.". Foi incrível, na verdade ele queria que enquanto eu chupava a pica dele de lado, visse as fotos que restavam com ele. E foi assim. O que estava atrás de mim começou a brincar comigo, me deixou entregue com todo meu peso de quatro, sem poder vê-lo. Primeiro me masturbou com dois dedos e ria, disse que sou punheteiro, me deu uns tapas e disse que tenho bunda de menina, e começou a chupar minha bunda como tinha feito, mas dessa vez mais fundo, me abria forte com as duas mãos e com os dois polegares bem perto do cu, sentia que me rasgava e quando ia reclamar ele enfiava a língua para me dar prazer e um calor que me fazia esquecer a dorzinha de me deixar bem aberta. Em seguida, veio um momento que mudou totalmente a dinâmica do encontro. Foi um ponto sem volta. Quando o que estava na frente Mio me viu batendo uma, tirou minha mão, ficou bravo, disse pra eu não fazer aquilo, me viu excitada porque enquanto chupavam minha bunda eu me tocava e a parte da frente da calcinha fio-dental já tava toda molhada... Não sei se ele percebeu ou não, acho que sim, e segurou meu rosto com uma mão e perguntou... "Vai tomar a porra toda? Vou te dar toda a porra que daria pra Naty." "Não posso, amo", tentei ser bonzinho com ele pra ele aceitar. Ele segurou meu rosto mais forte, disse que eu tava à mercê dele, igual quando a gente tava de pé, me ordenou "põe a linguinha pra fora" e me deu um tapa na cara com a mesma mão, que fez barulho mas não foi tão forte. Coloquei a língua pra fora, e ele cuspiu na minha cara, falando num tom dominador "sabe o quê?... Você vai tomar a porra da Naty, e se não fizer, vai voltar pra casa assim, do jeito que tá vestida." Não tive coragem de falar nada, deu um nó na garganta, engoli seco, esqueci do que o outro cara tava fazendo comigo. De novo essa situação... Eram bombas de prazer e submissão doentia muito intensas. Não queria nem imaginar o que podia me acontecer, descer de elevador ou andar na rua até o carro vestido de putinha, muito fodido, humilhado, tímido e envergonhado, de meia e com meio cu aparecendo porque era uma saia escocesa de fantasia erótica bem curta. O tesão era máximo e eu tava à mercê dele. Chupei o pau sem pensar, não tinha tempo pra nada, ele percebeu que eu tava afetado, e em vez de parar, a situação excitava ele cada vez mais. Convidava ele a ser cada vez mais filho da puta comigo, a me fazer de mascote como ele tinha dito e meu amo de verdade. Depois, enfiou o pau na minha garganta várias vezes, escorriam lágrimas, baba pelos cantos dos meus lábios, minha cara tava vermelhinha, minhas bochechas queimando de calor, fiz barulhinhos de puta de boca fechada gemendo de prazer e sons de baba cada vez que o pau dele entrava e saía. Ouvi ele muito excitado e ele disse "toma a porra que eu tiro, Naty cuck", enfiou minha cabeça com as duas mãos pra a vez que ela levantava a bunda do sofá, não tinha saída, ficou muito excitado, gozou e não me deixava sair enquanto repetia "engole, promíscua, engole, promíscua". Ficou assim por um minuto, gritou ao gozar, não me soltava, queria ter certeza de que eu tinha engolido tudo. Depois de mais ou menos um minuto, me soltou e se jogou pra trás no encosto do sofá, como se caísse abatido, com uma exaltação de prazer lindo. O amigo dele tinha parado pra observar a cena, com o pau duro, se masturbava devagar e me xingava, acho, nem prestei atenção. Foi foda, tomei o gozo quente do primeiro coroa, finalmente submissa, humilhada e envergonhada, e penso: como foi que, passo a passo, cheguei até aqui? Diante daquele nível de tesão, deixei meu corpo cair, ou melhor, meu rosto, ombros e peito contra o sofá, como se quisesse descansar. Tava em choque, meio sem reação, cara vermelha, ofegante, minha mente sem acreditar no que tinha acontecido e minha bucetinha apertada pela calcinha fio dental, prestes a explodir de tanto tesão. Levei a mão até a calcinha e comecei a me masturbar e gemer sozinha, feito uma menina na intimidade, com a bunda levantada em primeiro plano. Nisso, meu dono, depois de gozar, tinha se levantado e ido pro banheiro, feliz e relaxado. E aí apareceu de novo o amigo, que tinha minha bunda levantada bem na frente dele. Nele, surgiu uma faceta que até então não tinha se mostrado. Agora ele era o protagonista da noite morbidosa que parecia não ter fim. Ele me viu me tocando pra gozar, me viu muito excitada. Gritou perto de mim: "O que a gente te falou?" Bravo. E continuou: "Você não pode se tocar, tem que pedir permissão." Me pegou pelos ovários e apertou forte com a mão, adorou me ouvir gritar de dor. Apertou forte mais uma vez pra ouvir meu gemido de novo... Ele queria que a dor tirasse minha excitação, e conseguiu. "Ouviu?" Disse firme. Não tive outra opção a não ser dizer "sim, senhor". Em apenas alguns minutos, percebi que tinha passado por várias barreiras, tomei gozo e já tinha outro dono querendo saciar a morbidez dele. O que Poderia ser mais intenso do que o que aconteceu agora? Me ver tão submisso pra esse segundo maduro, digamos, deixou ele mais corajoso, ou talvez ele só tava respeitando a vez, já que o primeiro foi quem me contatou. Eu ouvi ele mal, meio puto, eu tava deitado com o corpo jogado no sofá e a bunda pra cima, de saia e tapa-sexo, e minha visão era pro cotovelo do sofá e uma parede. Não via pra trás. Totalmente entregue. Meu novo dono falou "agora você vai obedecer", e mandou eu colocar as mãos pra trás da minha cintura, levantadas. Ele segurou firme uma e colocou uma algema ou algo assim, senti frio no meu pulso, só sei que não era pano ou corda, juntou a outra mão e me algemou. Imediatamente olhei pra trás e os dois estavam lá, meu primeiro dono olhando e rindo, e o outro de joelhos no sofá com a pica dura. Minha cara, uma bochecha no sofá, olhando pra trás. Os dois me olhavam como propriedade deles, como uma coisa pra brincar até quebrar. O que vem a seguir é realmente a coisa mais pesada que vocês vão ouvir, ainda não sei se tô satisfeito de ter vivido isso. Foi uma experiência extrema e excitante, mesmo que eu não queira, e quando lembro meu corpo fica tenso e não consigo evitar ficar com tesão. Lembro que olhava pra trás e caíam gotas de suor, tava exausto, e vi meu dono ir pro quarto e voltar com meu celular. Meu celular tinha ficado na minha calça e ele pegou. Seguraram minha mão e colocaram dedo por dedo minha digital no sensor pra desbloquear. Falaram um monte de coisas, não lembro tudo, sinceramente. Minha mente explodia. Era outra situação que, no meio do tesão máximo, me fazia questionar por que eu tava metido nisso, se era necessário pra realizar uma fantasia e tal. O que lembro que falaram foi "agora você vai conhecer a Naty", "ela vai ver o promíscuo que o namorado é", "vai ver como você chupa paus melhor que ela", "não vai acreditar que você usa o tapa-sexo dela". Eles riam, me xingavam, falavam tudo isso. Ela pensaria ao me ver subjugado. Minha mente estava em branco, diretamente desesperado, arrependido, mas não demonstrei. Pensei: "Se eu me desesperar e mostrar, vai ser pior se ela quiser revanche". Mais uma vez me forcei a seguir o jogo. Acendeu um flash, tiraram uma foto minha com o cu entregue, de tanguinha de renda vermelha. Tiravam foto e comentavam bem tarados. "Essa foto vai pros amigos dele", ouvi. Puxaram minha tanguinha mostrando meu cu, e vi o flash de novo. Gritei: "Não, amor". Continuaram puxando minha tanguinha, dessa vez pra frente, e tiraram minha piroca pra fora. Penduradinha, pequena. Minha mente já tava pensando no que fazer diante da situação. Quando tiraram outra fotinho, a raba levantada, aberta, a piroca pendurada e dava pra ver minha cara atrás, por baixo, entre as pernas. "Essa foto vai pra todas as minas que você tem no WhatsApp". E continuou me dizendo: "A essa hora não tem ninguém acordado, mas vamos gravar um vídeozinho pra sua namorada". Vi que colocaram meu celular na frente do meu rosto, apoiado de um jeito que ficasse em pé sobre o travesseiro e encostado atrás no braço do sofá. Na tela, vejo minha cara, minha bunda e atrás dava pra distinguir eles pelados, com as caras rindo e se divertindo. Colocaram a câmera de frente. E quando olho a tela com mais cuidado, vejo que tá escrito o apelido que eu tenho pra minha namorada. Selecionaram a última conversa que tive com ela, onde a gente tinha combinado de falar mais tarde. Reconheceram ela pela foto de perfil, e não era difícil, já que era a única conversa fixada. Eu não podia acreditar, era como me olhar no espelho. Minhas bochechas vermelhas de vergonha. Me mexi pra sair da câmera, mas não tinha como... 1, 2, 3 segundos, tava gravando vídeo, e vi o sinal vermelho de REC na tela e, logo em seguida, ouvi o segundo cuspir na piroca dura dele. Me segurou pra eu não tentar sair, e meteu a piroca de uma vez. Me fez gritar, sentir tudo num só ato: força, profundidade, vergonha, tesão, dor e prazer lá no fundo. E? Se meus amigos já me viram como uma puta? E se minhas amigas viram minha bucetinha bem pequenininha? Não dava tempo pra pensar. Meu dono me dava tapas, puxava meu cabelo e falava pra câmera: "Olha a Naty pro seu namoradinho", "é a puta dos males". Cada vez que ele falava isso, eu percebia ele mais excitado, eram frases que deixavam ele mais e mais tesudo. Ele me comia com força, eu queria não gemer de vergonha, mas era impossível. Quando ele metia fundo, eu ouvia meus próprios gritos e gemidos, e lá dentro ele me dava tapas cada vez mais fortes. A gravação continuava, eu não podia parar. Ele me agarrou pelos cabelos, me jogou, me fez doer. E disse: "Se você quer que pare, confessa pra ela que você é promíscua, grita sem parar, fala 'Sou uma puta e gosto de pau', sem parar." Eu falei uma vez só pra agradar ele, sabia que o tempo do vídeo do WhatsApp é limitado. Mas naquela altura, não melhorava nada. Ele puxou meu cabelo mais forte e disse: "Repete sem parar ou vou mandar agora." Não tive escolha. Cada vez que ele enfiava o pau, eu gritava sem parar "sou promíscua", na próxima enfiada eu gritava "gosto de pau". Ele mandou eu falar mais alto e puxou meu cabelo de novo, e eu gritei mais alto mais uma vez. Não parei. E percebi que ele me comia cada vez mais forte, eu falava cada vez mais rápido porque ele ficava mais e mais excitado. E eu queria que acabasse. Ele gemeu e gozou dentro de mim sem piedade. Deixou o corpo cair todo sobre o meu, sussurrando no meu ouvido: "Que puta linda, sua namorada vai ter orgulho de você" e coisas assim. Lembro que olhei pra onde estava o celular e ele disse: "Você é a melhor puta do mundo." Me dava beijinhos delicados, como quem acaricia algo que destruiu com prazer. O que mais eu podia fazer? Pensei no terceiro homem, com quem mal interagi, e além disso, nunca pude fazer nada além do que mandavam. Fiquei preocupada na hora com o celular e levantei a cabeça como dava, ainda com o corpo do meu dono aproveitando o momento de relaxamento depois de gozar e com o pau dele ainda dentro de mim, cheio de gozo. Queria descobrir se meu relacionamento tinha ido pro espaço. Porcaria ou não, se o vídeo tinha sido enviado ou não. E quando levantei a cabeça, já não vi mais o celular. Pelo visto, meu primeiro dono pegou e foi embora. Acabei largado no sofá, estupefato, sem me mexer. Tava exausto física e mentalmente, precisava descansar, sem pensar em nada. Não posso ir embora assim, não sei o que minha namorada recebeu, não sei pra quem compartilharam minhas fotos, vídeo, etc.. Só fiquei ali e fechei os olhos. Ouvi os três no quarto conversando. Pensei em ir lá e falar com eles. Mas minha mente merecia descansar. Não passaram nem 5 ou 10 minutos, no máximo. Saiu o terceiro homem dominante com meu celular na mão. Eu já tava completamente entregue, falei pra mim mesmo. Ele me olhou e disse: "Bate uma punheta pra mim", soltou minhas mãos. Mandou eu apoiar os joelhos no sofá, olhar pra onde fica a TV, abrir as pernas, jogar o corpo pra trás no encosto, e mostrar como goza a minha bucetinha. Pareceu uma brincadeira voyeur, e me excitou. Ele olhava como se quisesse me devorar com os olhos, e eu ia fazendo tudo que ele mandou devagar. O tesão foi diferente, mais sensual, se é que dá pra dizer. E ele conseguiu me fazer focar no sexo. Vi que o flash acendeu de novo e ele disse... A partir de agora, isso é um casting. Você responde, se não fizer, mando agora. Combinado? Sim, senhor, falei de novo. Ele esclareceu: "Antes de começar, te aviso, as regras são simples: você segue o jogo até o fim, se responder sim ou não em todas, acaba e eu mando, e você vai ser o corno do bairro, entendeu? - Sim, senhor. O flash da câmera acendeu. "Você gostou de ser a puta dos meus amigos?" Sim, senhor. "Vai voltar?" Sim, quando quiserem. (Foi a primeira coisa que me veio na cabeça pra acrescentar algo) Como você se chama? Naty. Quantos anos tem? 26. Ele tava me fazendo assumir o papel dela. Enquanto eu via como ele se excitava, ele abaixou a calça, ficou de cueca, e marcava uma bela rola em repouso. Não consegui evitar que isso me deixasse com tesão. Ele disse: "Agora tira a tanga devagar por trás." Eu tirei. enquanto me filmava. Agora, vira, mostra sua bucetinha e pode se tocar só com dois dedos de uma mão. Eu fiz. E enquanto tava fazendo, tava muito tesuda. Ele disse "não tão rápido. Melhor se tocar só com os dois dedinhos de cada mão". Uff, é uma tarefa difícil porque é muito complicado manter o ritmo. E eu via ele cada vez mais excitado. Eu tava muito tesuda e apressada pra gozar. Ele ria de mim, via como era difícil e o tesão que eu tava. Ele me perguntou... "Naty, a porra tava gostosa?" Sim, amor. Adorei tomar porra. Aí ele cortou o vídeo. Ou pelo menos não tava me filmando como se continuasse um vídeo. Já que não consegui ver a tela. Mas o flash continuava aceso. Ele se aproximou e me perguntou: Sabia que a porra não se desperdiça, bebê? Não, amor. Nunca se desperdiça, respondi sem pensar em outra coisa. Ele chegou perto de mim, com a mão esquerda segurando o celular com o flash aceso e com a mão direita enfiou dois dedos na minha boca, pediu pra eu chupar dentro da boca, lamber e dar beijos... enquanto tirava fotos de perto. Pediu pra eu sorrir, mesmo que não saísse natural. "Uma puta tá sempre agradecida", ele disse. Pegou a calcinha fio dental vermelha do sofá, colocou na frente do meu rosto e disse "agora você tem que limpar ela". Eu fiz. Lambi como uma boa puta. Ele olhou nos meus olhos e disse, como se fala? Obrigada, eu disse. O pau dele tava duro. Ele me colocou pra chupar pelo lado da cueca, era grande e sobrava a cabeça e mais. Chupei como uma menina muito obediente, devagar. Ele disse olha pra câmera com o pau na boca e tirou foto... Continua, ele disse. "Agora quero ver você gozar", ele disse, ligou a câmera como se fosse fazer outro vídeo. E disse se masturba até gozar, goza como uma puta pra câmera. Finalmente eu tava pensando que ia acabar e que iam me deixar. Meu pau explodia de tantas vezes que quase gozou. Mas quando pensei que terminava, ele pediu mais uma coisa. Ele disse pra eu colocar minha mão na frente do meu pau e gozar na minha mão, achei estranho mas Me custou. Gozei uma quantidade enorme de porra, um gemido e orgasmo muito libertador e profundo. Mexia a pelve pra continuar gozando. Ele se surpreendeu com a quantidade de porra e ficou rindo, se excitou e disse algo tipo "uhhh", "que lindo, promíscua, como você goza". Se aproximou me filmando com o celular e falou: "me mostra como você limpa sua mão com a língua, toma sua porra". Fiquei com muita vergonha, mas fiz pra agradar ele e pra câmera. Ele se masturbava forte. Tirou a rola e disse: "vem, faz eu gozar". Eu já só queria terminar e chupei sem hesitar. Quente, dura e grande. Em poucos minutos ele gozou. Tava muito excitado. Não me obrigou a tomar a porra dele, mas sim a mostrar a porra na câmera na minha boca. Ele falou: "pronto. Espera aqui". Demorou uns minutos. Trouxe minha roupa e o celular em cima de tudo. Os outros dois não ouvi mais. Não era ele com quem eu mais conversava, então não tinha nada pra dizer... nem ele também. Eu tava tremendo por tudo, no fundo com raiva. Mas não tinha muita margem de ação, eram três e eu tava na casa dele. Esvaziei a mente. Me vesti rápido, deixei as roupas dele no chão. Fui embora sem calcinha, só com a calça jeans e a parte de cima. Guardei meu celular e saí rápido, cumprimentei ele friamente, sem contato. A primeira coisa que fiz foi o que todo mundo quer saber. Olhei meu celular de cima a baixo, minuciosamente, entrei em cada chat. E é um celular que tenho há uns 8 anos. Tinha conversas com todo mundo, antigas, mas enfim, potenciais de serem usadas por 3 tarados pra saciar as fantasias mais obscuras deles. Não tinha nada nos chats. No chat da minha namorada, o vídeo não tinha sido enviado. Gravaram, mas não mandaram. Ao entrar na galeria, estavam todas as minhas fotos que guardei pra reviver essa experiência tão intensa. Mas vai ficar lá no esquecimento, ou lembrança pra quando precisar em algumas ocasiões. Ficou bem claro pra mim que os três entendiam bem a putaria e o jogo, a simulação ao extremo de dominar e submeter, mas sem cruzar aquela barreira pro real. puderia afetar negativamente minha vida com suas consequências. Opinem, por favor. Comentem o que acharam no geral aqui ou no privado, qual parte mais excitou vocês, o que teriam feito diferente ou se colocando no lugar de algum dos caras o que teriam feito. Valeu.

7 comentários - Cuidado com o que deseja (cuck dá errado)

Uffff yo soy como vos , cuando quedo solo busco machos por telegram para morbosear a mi mujer , fotos pajas . Y me a pasado de algunos bien morbosos que me tratan como si fuera ella . Pero nunca tuve encuentro real
La parte en que la ponen en el TV es la mejor !!!