Olá novamente!! Primeiramente, quero dizer que fiquei muito feliz com a aceitação que a primeira parte do meu relato com minha prima teve. Segundo, lembrando que são 1000000x100 reais, mas vamos ao que interessa: a primeira vez que nos reencontramos.
Minha prima já tinha se mudado de volta pra Argentina e voltou pra cidade onde foi criada, junto com o marido e os filhos. Nós continuávamos com as punhetas sob minha direção, como sempre, e ela me conta que precisava resolver um documento numa cidade grande a uma hora de viagem da casa dela. Sabendo que isso era mais ou menos no meio do caminho, falei pra ela se preparar porque finalmente íamos nos encontrar. A gente ia foder e ela seria minha submissa de vez, porque entre outras coisas, eu ia batizá-la. Ela me diz que está muito nervosa e precisa que eu coma ela de uma vez.
– Oi! Você já vai sair pra lá? Preciso que você leve o plug anal que te mandei pelo correio e esteja pronta pra obedecer em tudo!
– Ai, não acredito! Tá falando sério pra eu levar? Mal posso esperar pra estarmos juntos, respondi.
– Sim, tô falando sério. Vou estar estacionado na esquina de onde você vai estar e já vi que tem um hotel a 5 minutos. Já planejei tudo. Hoje vou te foder, chupar, beijar até você gozar mil vezes!
– Você não sabe a vontade que eu tô. Já tô meio molhada.
– Isso que eu gosto. Na estrada, vai se tocando na buceta e nos mamilos pra ficar mais quente. E me manda mensagem. Não vou responder porque vou estar dirigindo, mas assim que puder, leio e respondo.
– Sim, meu amor.
Primeira mensagem: – Amor! Coloquei um absorvente maior porque tenho medo de molhar a legging.
Segunda mensagem: – Quero que me coma! Não aguento mais!
Parei um segundo na estrada, li e falei pra ela tirar todo o absorvente e, se molhar, melhor ainda, pra todo mundo ver que puta ela é.
– Você é louco! Não vou fazer isso!
– Faz agora mesmo ou não te como! E ainda manda uma foto pra eu ver se tá falando a verdade.
– Toma, filho da puta, sempre faço o que você manda. Você quer, e ela me mandou uma foto com a legging molhada.
No final, a gente se encontrou! Vi ela vindo pela calçada, óculos, cabelo preso, camiseta branca e legging, dava pra ver a mancha na **buceta** de ter se molhado. Ela entrou no carro, imediatamente nos abraçamos bem forte, bem profundo. Depois daquele abraço, a gente se separou alguns centímetros, olhou nos olhos e se beijou como loucos, com as línguas se procurando, tentando ir não sei aonde, por uns dois minutos.
Quando a gente se acalmou, olhei pra cara dela, dei um selinho e perguntei:
— Trouxe o plug? Quero que assim que a gente se mexer, você meta no cu. No próximo sinal, vou conferir.
— Pelo amor! Assim que chegar, você coloca em mim!
— Não! Você já sabe, aqui obedece sem reclamar.
— Seu maldito! Enquanto eu dirigia, ela se levantou um pouquinho, se ajeitou e enfiou o plug, puxando a tanga por dentro da legging.
— Aii! Vou gozar antes de entrar no hotel.
— Goza se quiser, mas não pode abaixar a legging. Espero que tenha trazido outra.
Chegamos no sinal, mandei ela levantar a **rabeta** e, por fora, conferi com a mão. Realmente, estava dentro do cu dela.
— Sem dizer uma palavra, com a palma da mão inteira, acariciei toda a **buceta** dela devagar, mas com firmeza. Dava pra sentir o calor através da legging.
— Tô gozando na sua mão! Assim você me deixa, não aguento mais! Tô gozando, meu amor!!!
Depois que ela gozou, arranquei e ela disse:
— Já te conheço. Ainda bem que trouxe outra legging, com a desculpa de que moro longe e gosto de trocar de roupa quando tô na cidade.
Chegamos no hotel, paguei, entramos, fechei a porta, nos abraçamos de novo, talvez com mais carinho do que da primeira vez, mas com mais sentimento. Depois do abraço, fui pegar minha mochila e ordenei:
— Fica paradinha aí, do jeito que tá. A partir de agora, você vai gozar sem saber o que vem. Vai gozar até doer, e vai doer até gozar.
— Não fala assim comigo que me dá medo!! Tô nervosa.
— Deixa comigo. Tirei toda a roupa dela e, da mochila, peguei uma espécie de... Venda ou sei lá como chama pra tampar os olhos, ela vendeu e eu fingi que ia dar um tapa. Quando não se mexeu, me convenci que não enxergava.
Com a ponta dos dedos, eu percorria ela toda, os peitos, o rosto, a barriga, quase passei na buceta mas sem chegar, e ela tremia.
— Você tá me enlouquecendo.
Nessa hora, peguei um mamilo bem duro com os dentes, quase mordendo, e ela recuou.
— Aiiiiii!!! Doeu!
— Por que não confiou em mim?! Pra você aprender! Se não tivesse se mexido, não teria doído! Agora vamos começar um jogo.
— Que jogo?
— Chama beijo, pena, alfinete, beliscão. Tudo isso vai acontecer no seu corpo, mas você não sabe nem onde nem o quê.
— Não, meu amor! Faço o que você quiser, mas isso não!
Belisquei um mamilo dela. Quieta, falei! Enquanto segurava o mamilo, comecei a beijar o outro, passei a pena pela buceta, mexi o plug que ainda tava no cu dela. Ela começou a se excitar de novo. Quando vi que tava super lubrificada, meti dois dedos na buceta sem avisar.
— Deeeeeus!!! Continua, adoro!! Continua!!!
Claro que parei. Voltei pra mochila e peguei um pepino e lubrificante que trouxe.
Continuei acariciando, beijando, tocando, dando voltas ao redor dela. Tirei o plug e comecei a meter o pepino na buceta dela. As pernas dela foram amolecendo, e eu tive que ajudar ela a se segurar. Levei ela até a parede e mandei ela empinar a bunda pra fora.
— Por favor, me fode!! Já gozei três vezes e você ainda não me comeu! Por favor, preciso sentir você!
Tirei a venda, deixei ela encostada na parede e passei lubrificante no cu dela. Claro que entendeu. Colaborou, abrindo mais as pernas e empinando a bunda ainda mais pra fora. Apoiei a ponta, ela mesma fez força pra trás e foi enfiando tudo sem parar.
— Aiii, que lindo, você tá dentro de mim, olha como eu te fodo com a bunda! E continuei entrando e quase saindo pra enterrar de novo até o fundo.
— Uffa, como eu continuo gozando, me dá a porra no cu, me enche que vou levar pro corno. Pronto, te prometo que hoje à noite faço ela chupar meu cu, mas me come, vai, enche de porra amorrrrrrr aiiii como gozo de novo
o meu era inevitável entre o que fazia e dizia, gozei igual um adolescente,
— deussss!! como tô gozando em você, que lindo!! como imaginei todo esse tempo!! ai não consigo parar de soltar porra
— sim, love!! sinto ela, me come sempre, me come muito.
tudo começou a se acalmar, saí de dentro dela, ela se virou e a gente se abraçou de novo bem forte, não sei quanto tempo ficamos assim, o que sei é como continuou.
— te falei que hoje ia te batizar, já não falta muito pra sair seu micro.
— ajoelha aqui mesmo, agora!
— ai! o que você vai fazer?
— antes, pra você brincar, enfia o plug de novo e se acaricia a buceta.
— assim meu rei? assim?
ela tava ajoelhada sobre os próprios calcanhares com uma mão atrás e outra na frente enquanto brincava com o plug no cu
— abre a boca e fecha os olhos
— não! isso não!
— abre! e com a mão forcei a boca dela enquanto a outra guiava a piroca pra começar a mijar na boca dela
— engole! mesmo que um pouco! é seu batismo!
incrivelmente ela engoliu um pouco, abriu os olhos e me disse
— agora sou sua putinha! faz o que quiser comigo, mas me trata sempre assim tão bem, coração!
ajudei ela a levantar, a gente se beijou de novo, fomos pro chuveiro e depois não deu mais tempo e tivemos que ir.
até aqui o primeiro encontro, gostaram? ainda procuro uma submissa, sou veterano da zona oeste da grande Buenos Aires.
Minha prima já tinha se mudado de volta pra Argentina e voltou pra cidade onde foi criada, junto com o marido e os filhos. Nós continuávamos com as punhetas sob minha direção, como sempre, e ela me conta que precisava resolver um documento numa cidade grande a uma hora de viagem da casa dela. Sabendo que isso era mais ou menos no meio do caminho, falei pra ela se preparar porque finalmente íamos nos encontrar. A gente ia foder e ela seria minha submissa de vez, porque entre outras coisas, eu ia batizá-la. Ela me diz que está muito nervosa e precisa que eu coma ela de uma vez.
– Oi! Você já vai sair pra lá? Preciso que você leve o plug anal que te mandei pelo correio e esteja pronta pra obedecer em tudo!
– Ai, não acredito! Tá falando sério pra eu levar? Mal posso esperar pra estarmos juntos, respondi.
– Sim, tô falando sério. Vou estar estacionado na esquina de onde você vai estar e já vi que tem um hotel a 5 minutos. Já planejei tudo. Hoje vou te foder, chupar, beijar até você gozar mil vezes!
– Você não sabe a vontade que eu tô. Já tô meio molhada.
– Isso que eu gosto. Na estrada, vai se tocando na buceta e nos mamilos pra ficar mais quente. E me manda mensagem. Não vou responder porque vou estar dirigindo, mas assim que puder, leio e respondo.
– Sim, meu amor.
Primeira mensagem: – Amor! Coloquei um absorvente maior porque tenho medo de molhar a legging.
Segunda mensagem: – Quero que me coma! Não aguento mais!
Parei um segundo na estrada, li e falei pra ela tirar todo o absorvente e, se molhar, melhor ainda, pra todo mundo ver que puta ela é.
– Você é louco! Não vou fazer isso!
– Faz agora mesmo ou não te como! E ainda manda uma foto pra eu ver se tá falando a verdade.
– Toma, filho da puta, sempre faço o que você manda. Você quer, e ela me mandou uma foto com a legging molhada.
No final, a gente se encontrou! Vi ela vindo pela calçada, óculos, cabelo preso, camiseta branca e legging, dava pra ver a mancha na **buceta** de ter se molhado. Ela entrou no carro, imediatamente nos abraçamos bem forte, bem profundo. Depois daquele abraço, a gente se separou alguns centímetros, olhou nos olhos e se beijou como loucos, com as línguas se procurando, tentando ir não sei aonde, por uns dois minutos.
Quando a gente se acalmou, olhei pra cara dela, dei um selinho e perguntei:
— Trouxe o plug? Quero que assim que a gente se mexer, você meta no cu. No próximo sinal, vou conferir.
— Pelo amor! Assim que chegar, você coloca em mim!
— Não! Você já sabe, aqui obedece sem reclamar.
— Seu maldito! Enquanto eu dirigia, ela se levantou um pouquinho, se ajeitou e enfiou o plug, puxando a tanga por dentro da legging.
— Aii! Vou gozar antes de entrar no hotel.
— Goza se quiser, mas não pode abaixar a legging. Espero que tenha trazido outra.
Chegamos no sinal, mandei ela levantar a **rabeta** e, por fora, conferi com a mão. Realmente, estava dentro do cu dela.
— Sem dizer uma palavra, com a palma da mão inteira, acariciei toda a **buceta** dela devagar, mas com firmeza. Dava pra sentir o calor através da legging.
— Tô gozando na sua mão! Assim você me deixa, não aguento mais! Tô gozando, meu amor!!!
Depois que ela gozou, arranquei e ela disse:
— Já te conheço. Ainda bem que trouxe outra legging, com a desculpa de que moro longe e gosto de trocar de roupa quando tô na cidade.
Chegamos no hotel, paguei, entramos, fechei a porta, nos abraçamos de novo, talvez com mais carinho do que da primeira vez, mas com mais sentimento. Depois do abraço, fui pegar minha mochila e ordenei:
— Fica paradinha aí, do jeito que tá. A partir de agora, você vai gozar sem saber o que vem. Vai gozar até doer, e vai doer até gozar.
— Não fala assim comigo que me dá medo!! Tô nervosa.
— Deixa comigo. Tirei toda a roupa dela e, da mochila, peguei uma espécie de... Venda ou sei lá como chama pra tampar os olhos, ela vendeu e eu fingi que ia dar um tapa. Quando não se mexeu, me convenci que não enxergava.
Com a ponta dos dedos, eu percorria ela toda, os peitos, o rosto, a barriga, quase passei na buceta mas sem chegar, e ela tremia.
— Você tá me enlouquecendo.
Nessa hora, peguei um mamilo bem duro com os dentes, quase mordendo, e ela recuou.
— Aiiiiii!!! Doeu!
— Por que não confiou em mim?! Pra você aprender! Se não tivesse se mexido, não teria doído! Agora vamos começar um jogo.
— Que jogo?
— Chama beijo, pena, alfinete, beliscão. Tudo isso vai acontecer no seu corpo, mas você não sabe nem onde nem o quê.
— Não, meu amor! Faço o que você quiser, mas isso não!
Belisquei um mamilo dela. Quieta, falei! Enquanto segurava o mamilo, comecei a beijar o outro, passei a pena pela buceta, mexi o plug que ainda tava no cu dela. Ela começou a se excitar de novo. Quando vi que tava super lubrificada, meti dois dedos na buceta sem avisar.
— Deeeeeus!!! Continua, adoro!! Continua!!!
Claro que parei. Voltei pra mochila e peguei um pepino e lubrificante que trouxe.
Continuei acariciando, beijando, tocando, dando voltas ao redor dela. Tirei o plug e comecei a meter o pepino na buceta dela. As pernas dela foram amolecendo, e eu tive que ajudar ela a se segurar. Levei ela até a parede e mandei ela empinar a bunda pra fora.
— Por favor, me fode!! Já gozei três vezes e você ainda não me comeu! Por favor, preciso sentir você!
Tirei a venda, deixei ela encostada na parede e passei lubrificante no cu dela. Claro que entendeu. Colaborou, abrindo mais as pernas e empinando a bunda ainda mais pra fora. Apoiei a ponta, ela mesma fez força pra trás e foi enfiando tudo sem parar.
— Aiii, que lindo, você tá dentro de mim, olha como eu te fodo com a bunda! E continuei entrando e quase saindo pra enterrar de novo até o fundo.
— Uffa, como eu continuo gozando, me dá a porra no cu, me enche que vou levar pro corno. Pronto, te prometo que hoje à noite faço ela chupar meu cu, mas me come, vai, enche de porra amorrrrrrr aiiii como gozo de novo
o meu era inevitável entre o que fazia e dizia, gozei igual um adolescente,
— deussss!! como tô gozando em você, que lindo!! como imaginei todo esse tempo!! ai não consigo parar de soltar porra
— sim, love!! sinto ela, me come sempre, me come muito.
tudo começou a se acalmar, saí de dentro dela, ela se virou e a gente se abraçou de novo bem forte, não sei quanto tempo ficamos assim, o que sei é como continuou.
— te falei que hoje ia te batizar, já não falta muito pra sair seu micro.
— ajoelha aqui mesmo, agora!
— ai! o que você vai fazer?
— antes, pra você brincar, enfia o plug de novo e se acaricia a buceta.
— assim meu rei? assim?
ela tava ajoelhada sobre os próprios calcanhares com uma mão atrás e outra na frente enquanto brincava com o plug no cu
— abre a boca e fecha os olhos
— não! isso não!
— abre! e com a mão forcei a boca dela enquanto a outra guiava a piroca pra começar a mijar na boca dela
— engole! mesmo que um pouco! é seu batismo!
incrivelmente ela engoliu um pouco, abriu os olhos e me disse
— agora sou sua putinha! faz o que quiser comigo, mas me trata sempre assim tão bem, coração!
ajudei ela a levantar, a gente se beijou de novo, fomos pro chuveiro e depois não deu mais tempo e tivemos que ir.
até aqui o primeiro encontro, gostaram? ainda procuro uma submissa, sou veterano da zona oeste da grande Buenos Aires.
2 comentários - Primeiro encontro com minha prima da roça