Tendero come buceta de patricinha

Este vai ser meu primeiro conto de muitos, ou pelo menos espero que sim kkkk, tomara que vocês gostem. Não esqueçam de comentar se curtiram ou dar alguma dica pra eu melhorar minha escrita. Tenham paciência comigo, que isso é só o começo. Podem entrar no meu perfil e ver minha descrição pra saber mais sobre mim e conhecer minha rede social, aí vocês podem me mandar uma mensagem contando coisas interessantes ou fazendo alguma pergunta específica.


Oi, meu nome é Bianca. Atualmente tenho XX anos, mas isso começou quando eu estava no último ano do meu ensino médio — coloco assim pra não ter problema com a idade, que deixo por conta de vocês. Desde que entrei nessa fase da minha vida, os hormônios chegaram junto com tudo e o desenvolvimento do corpo. Tenho um rostinho fofo que sempre me faz parecer mais nova do que sou, e meu corpo é magrinho. Desde pequena, meus pais me colocaram pra fazer exercício, então eu tinha uma barriga chapada com uma cinturinha bem fina. Meus peitos estavam só começando a aparecer, nada de mais ali, mas eu tinha uma bunda tipo bolha, bem empinada e firme, que destacava ainda mais minha cintura. Eu media 1,45, sempre fui considerada baixinha e continuo até hoje.


Como eu tava falando, meus hormônios começaram a agir no início da puberdade, então comecei a me interessar por caras. No começo era só beijo, mas conforme fui conhecendo mais, comecei a transar. Só que era bem decepcionante, porque nenhum dos meus namorados me fazia sentir nada demais, não duravam nem 5 minutos. Meus pais passavam o dia todo trabalhando de tarde e de noite, vendendo roupa, então saíam lá pelas 11 ou 12 da manhã e voltavam depois das 10. Às vezes nem voltavam. Como eu saía da escola às 2, me deixavam em casa o dia inteiro.


Naquela época, a gente morava numa cidade onde as casas eram separadas, porque ainda não tinha tanta gente. Minha casa tinha só umas 6 ou 7 casas por perto. Também tinha uma venda na esquina, e ela tinha fama ruim, porque diziam que o velho que atendia era um porco sujo que vivia olhando pras mulheres. Eu nunca tinha ido lá, porque meus pais sempre compravam a despensa. Até que um dia, por ter matado aula pra ficar com meu namorado, cheguei cedo em casa, umas 11 da manhã. Como não tinha comido nada e tava com dinheiro pra comprar café na escola, resolvi ir na venda. Mas aí, minha surpresa: quando me aproximei e abri a porta sem fazer muito barulho, comecei a ouvir gemidos. Fiquei bem quietinha pra escutar melhor.


- Ai, Ceferino, devagar, devagarinho...
- Aguenta ela, que você não queria!!
- É, mas ela é muito grande, ai, ai...



Fiquei totalmente chocada, porque não esperava ouvir nada. Assim que ele falou aquilo, me virei com o coração batendo a mil. Meus hormônios começaram a me sabotar, ainda mais por causa da insatisfação que me deixaram. Saí correndo pra casa e me masturbei um pouco com o que tinha acabado de ouvir. Quando terminei, fiquei super curiosa pra saber quem era o cara. Umas duas horas depois, fui até lá, toda nervosa e meio envergonhada. Quando cheguei na porta, tentei escutar alguma coisa, mas tava tudo quieto. Então abri a porta, fazendo um pouco mais de barulho pra ver se ainda estavam fazendo algo, mas tava tudo calmo. Aí entrei sem mais delongas e ouvi a voz dele, meio rouca.


-Boa tarde
-Boa tarde – respondi meio nervosa e com voz tímida – Desculpa, tem ovo?
-Claro que tenho muito ovo – ele tinha um sorriso que me deixava ver o duplo sentido – Quanto você quer? – Deu uma risadinha
-Me dá meio quilo, por favor
-Nunca te vi por aqui, acabou de se mudar?
-Não, já moro aqui há um tempo, só que meus pais é que compram as coisas
-Quem são seus pais?
-Meu pai chama Oscar e minha mãe Rebeca
-Ah, sim, já vi o Oscar, às vezes ele vem comprar. E você, como se chama?
-Eu sou Bianca, e o senhor?
-Eu me chamo Ceferino
-Prazer – Estendi a mão pra ele, e ele deu a volta no balcão. Aí finalmente pude ver ele direito: era um senhor de uns 65 anos, alto, quase 1,90, bem moreno, com uma barriga que se destacava e pouco cabelo.
-Prazer – ele se aproximou, me pegou pela cintura e me cumprimentou com um beijo – Que cinturinha você tem – Eu só cumprimentei ele de volta e fiquei super nervosa
-Obrigada – me sentia nervosa e já não sabia o que fazer – Quanto é o ovo?
-São 12 reais – Ele se esticou, fechou o saco e me entregou – Toma.



Entreguei o dinheiro agradecendo, mas quando me virei, como a porta era de vidro, vi que o olhar dele não saía da minha bunda, o que por algum motivo me deixava com uma certa quentura. Saí e fui pra casa com o corpo meio quente. Fiquei impressionada com o quanto ele era alto e como tinha se aproximado de mim com tanta facilidade. Quase todos os caras que tentavam falar comigo ficavam nervosos ou gaguejavam, então eu me sentia superior e adorava provocá-los, às vezes até humilhá-los. Agora era eu quem estava nervosa, então meu orgulho, digamos assim, veio à tona, querendo voltar com aquele ar de superioridade que sempre tive. Por isso, à tarde, decidi voltar com toda a pose, mas dessa vez me arrumei um pouco mais. Levantei um pouco a saia e me perfumei. Antes de sair, fiquei na dúvida se devia mesmo ir, afinal ele era só um velho que com certeza não se interessava por mulheres. Mas lembrei rapidamente dos barulhos que tinha ouvido de manhã, então me decidi e fui.


Assim que cheguei na loja, vi que ela tava atendendo uma senhora rindo. Pra ser sincero, a mulher era meio feia e gorda, então pensei que assim que ela me visse, ia parar de dar bola pra ela. Mas qual não foi minha surpresa que, quando entrei, ela nem virou pra me olhar, nada. Só ficou conversando com ela. Aí fui lá pro fundo pegar uns salgadinhos, paguei e vazei.
Por algum motivo, eu tava fervendo de raiva, como que era possível ser ignorada depois de ter me arrumado toda assim e, pra piorar, por causa de uma coroa gorda? Lá no fundo, eu sabia que não devia ligar, mas pela primeira vez não era o centro das atenções, então decidi que aquele velho ia ficar babando por mim.


Os dias foram passando e numa sexta que eu não ia pra escola porque tava "doente", comecei a planejar como ir. Já tinha pesquisado e a loja abria umas 7 horas, e meus pais, pra variar, iam sair bem cedo naquele dia, então eu teria um tempão. A primeira coisa que fiz foi tomar um banho, depois vesti uma calça legging bem justinha pra destacar minha bunda e uma blusa colada que deixava meu corpo bem magrinho, mas com a raba empinada — e, na minha pouca experiência, isso deixava os homens loucos. Terminei de me perfumar e fui com o cabelo liso. Cheguei na loja e decidi entrar.


-Bom dia- já mais segura de mim
-Bom dia- ele respondeu, dava pra ver que tinha acabado de abrir a loja, ainda tava com cara de sono
-Com licença, moço, sabe onde fica o sabão de lavar louça?- eu sabia que o objetivo de ir com uma roupa mais provocante era ele me olhar, mas como eu falei, sou muito baixinha, então o balcão que era tipo uma geladeira atrapalhava

-É até o fundo, no segundo corredor- Não tava com muita vontade de me atender, então me fiz de sonsa um pouco
-Nesse aqui- pra me guiar, já que fui pro meio do corredor, ele teve que se levantar e aconteceu exatamente o que eu esperava, a reação dele me encantou, porque ele abriu os olhos e se surpreendeu ao me ver
-É aquela banqueta ali, deixa eu ir pra te mostrar qual- Ele levantou quase correndo, veio na minha direção e ficou atrás de mim- olha, é aquela
-Ah, já vi- Eu andei o mais devagar que pude e, mesmo sem ver, sabia que ele tava olhando era pra minha bunda, me senti poderosa naquele momento- Ei, mas tá muito alto, não alcanço- Dei uns pulinhos e fiquei na ponta dos pés, empinando o máximo que podia a bunda
-Ah, espera um pouquinho- Vi ele andar na minha direção, mas não esperava que ele fosse ficar bem atrás de mim e abaixar o negócio se encostando em mim, que mesmo não batendo na altura das pernas dele, eu sentia minha bunda- Toma
-Obrigada- mesmo surpresa, tentei manter a calma sem me assustar- Ei, mas é o do lado
-Claro- ele se encostou de novo em mim, mas dessa vez colocou a mão no meu ombro me puxando pra trás, eu só ri
-Toma, Bianca
-Obrigada- fomos pro balcão passando na frente dele pra ele continuar olhando minha bunda
-Ei, Bianca, você é muito gostosa, não tinha te visto direito- isso me fez saber que já tinha conseguido o que queria, o que me encheu de orgulho
-Muito obrigada, seu Ceferino- coloquei o sabonete no balcão, mas qual não foi minha surpresa quando, em vez de ir pro outro lado do balcão, ele me empurrou com o corpo e fingiu que tava procurando troco, eu fiquei com as mãos no balcão me apoiando
-O que cê tá procurando?- ao ver que eu não resistia, ele começou a mexer as pernas- pesa muito- já tava começando a me sentir esmagada, então ele se afastou rápido
-Descupa, Bianca, é que de manhã caiu o troco debaixo do balcão e, na minha idade, já não consigo me abaixar, não quer me ajudar?
-Claro, mas tá aqui embaixo- apontei o mostrador e ia começar a me abaixar quando ele me para
— não, Bianquinha, é mais fácil pelo outro lado
— ah, ok, ok — fomos pro outro lado do balcão
— olha, é bem desse lado que fica o caixa — do outro lado, embora não fosse tão espaçoso, tinha um sofá, uma TV e o caixa no fundo, então eu praticamente tinha que me inclinar pra conseguir me abaixar
— tá, segura aqui o sabonete — entreguei e comecei a me inclinar, empinando minha bunda, e fiz de conta que tava procurando as moedas quando, de repente, sinto ele me pegar pela cintura e colar em mim. Foi tanta surpresa que dei um pulinho e já ia me levantar
— calma, Bianquinha, sou eu, só quis te segurar pra você não escorregar — mesmo nervosa, resolvi continuar
— aaaah, tá bom, deixa eu ver se tá aqui — me inclinei de novo e ele me pegou pelos quadris, mas dessa vez apertando como se tivesse me massageando. Eu comecei a ficar com tesão e rebolava minha bunda enquanto ele mexia as mãos
— não acho oooo — senti ele colar em mim, sentindo o pau dele entre minha bunda — cuidado que vai me furar com seu celular — eu queria continuar fazendo a sonsa
— desculpa, Bianquinha, mas deve estar aí sim, procura direito



Ela colocou a mão na minha espada e me curvou de novo, dessa vez, em vez de se grudar em mim, começou a descer as mãos até minha bunda, começando a massagear. Aí, de repente, sem aviso, enfiou a mão no meio das minhas pernas. Eu fechei um pouco ao sentir tão bruto, mas depois abri de novo. Minha tesão já estava nas alturas. Ele, com um dos dedos, começou a acariciar minha rachinha, eu só soltava uns gemidinhos. Era uma sensação nova pra mim. Continuou por um tempo até eu começar a sentir meu corpo muito quente e, de repente, PUM, meu primeiro orgasmo. Era tão bom que eu apertei a mão dele com minhas pernas e tremi toda, sentindo uma sensação incrível. Foi maravilhoso.


- Tá bem, Bianquita?
- Ahm, sim… — mal conseguia falar e, antes que eu pudesse dizer algo, sinto ele baixando minha calça. Por instinto, me levantei e não deixei ele tirar.
- Ah, acho que já vou. Desculpa, não achei nada.
- Antes que eu me levantasse, ele me abraçou por trás e se jogou no sofá, fazendo eu sentir toda a rola dele.
- Muito obrigado, Bianquita. Quem sabe outro dia a gente encontra. — Me surpreendi ao sentir, porque parecia que era grande, mas quando eu ia me deixar levar, ouvi alguém entrar. Ele me empurrou pra baixo na hora e, claro, eu também me escondi, já que não queria ser vista. Ele atendeu o cliente e, depois que o cara foi embora, disse que amanhã a gente podia tentar de novo. Eu falei que não, porque meus pais iam estar em casa, mas que na sexta eu não tinha aula.



Sem perceber, tinha marcado com o seu Ceferino na outra sexta.
Continua…
 
Espero que tenham gostado da primeira parte, lembrem de deixar nos comentários se curtiram, se querem que eu continue ou se é melhor eu arrumar outro hobby kkkk amo vocês, deixo minhas redes pra me mandarem mensagem com qualquer dúvida ou sugestão
* donaji2gris@gmail.com *

2 comentários - Tendero come buceta de patricinha

Me gusto mucho tu relato y espero con ansias la continuacion.