Faz 2 anos que conheci o Leandro.
O Leandro era um cara de 29 anos que trabalhava num quiosque na frente do meu trampo. Era bonito e simpático, e não demorou nada pra me chamar pra sair. Começamos uma relação que era puro fogo. Eu com 20 anos e um corpo que pedia, e o Lea um comedor de primeira. A gente trepava onde desse, e eram umas fodas que soltavam toda nossa loucura. Depois de 6 meses saindo, pela primeira vez ele me convidou pro apê dele em Colegiales.
O Lea era filho de pais divorciados e tinha escolhido ficar com o pai, com quem tinha uma relação super amigável. Naquela tarde, o plano era transar o dia inteiro, mas quando ele abriu o apê, se surpreendeu ao ver que o pai estava lá.
Miguel era um homem de 55 anos, realmente lindo. Moreno, com olhos cor de mel, super conservado, bom físico e uma vibe de coroa gato. Ele me recebeu com alegria, e o Lea me apresentou como uma amiga, o que não me incomodou porque não curto o rótulo de namorada. Miguel sorriu, mostrando que tinha malícia, porque aquele "amiga" soava como se eu fosse uma foda do filho.
Ele me ofereceu algo pra beber e disse pro filho que ia sair pra ficarmos à vontade. Ficamos sozinhos com o Lea e não demorou nem um segundo pra ficarmos pelados e começarmos a trepar. Transamos na sala, na varanda sem nos importar se alguém via, e por último na cama dele. Tomei porra, ele me comeu gostoso, usou minha buceta e terminou com uma surra de louco.
Quando estávamos na cama fumando um cigarro, o Lea me perguntou: "O que achou do meu velho? Gato, né?"
"Ai, Lea, nem reparei nisso", respondi me fazendo de sonsa.
Mas o Lea me conhecia e continuou: "Teus olhos brilharam, putinha, e aposto que a calcinha molhou por ele."
Não sabia onde ele queria chegar, mas entrei na onda: "Bom, não vou mentir, ele é bem gostoso", falei, e ele reagiu me beijando e metendo de novo na minha buceta, me dando uma fodida furiosa.
Adormeci depois de transar. Não sei quanto tempo passou. De repente, senti o Lea beijando meu pescoço e apertando minhas nádegas. Ele acariciava minha buceta, me esquentando de novo. vez. Foi assim, Lea, foi assim que eu falei. Senti o pau dele deslizando pelo meu cuzinho e notei ele mais inchado e cabeçudo. Ele apertava meus peitos e gemia. Abri os olhos porque era hora de dar um boquete bem dado e fiquei chocada. Leandro estava sentado num canto do quarto se masturbando. Virei pra ver quem estava atrás de mim me dando prazer e era o pai dele. "Não fica brava, putinha, eu e meu filho compartilhamos tudo", ele disse e me beijou na boca. Eu tava muito excitada e o pai me atraía mais que o Lea, então me entreguei sem pensar. Como eu tinha sentido, o Miguel tinha o pau bem maior que o filho e comecei a chupar com gosto. O Miguel me dava tapinhas leves, gemendo e falando: "Filha da puta, como você chupa bem, garota." Olhou pro filho e disse: "Meu Deus, tem a melhor bunda que já vi, parabéns", e o Lea completou: "E você não sabe como ela adora comer nessa bunda divina." "Vai me fazer gozar", ele disse. Não parei, continuei chupando aquele pau lindo, mas evitando que ele gozasse, cravando as unhas nas bolas dele. "Meu Deus, que puta boa!", ele dizia. O Lea se aproximou e eu chupei os dois paus, dando uma chupada monumental. O Lea falou: "Monta nele pra mim." Pedi uma camisinha, coloquei com a boca no pai e montei. O pau dele era lindamente grosso e soltei um gemido quando entrou. As bolas dele batiam na minha bunda enquanto eu subia e descia no pau. "Gozei, preciso de outro pau pra chupar", falei pro Lea. Eu montava no pau do pai e chupava o pau do meu namorado. "É uma puta completa", disse o pai dele enquanto enchia a camisinha dentro de mim. Use a palavra: buceta. O Lea não aguentou e encheu minha boca de porra. Saí de cima do pai dele e fiquei do lado dele, provocando ele. O Lea deitou do nosso lado. Eu ia de uma boca pra outra, beijando de língua. "Quando eu me recuperar, quero fazer seu cu, Agus, deixa?", perguntou o Miguel. "Claro, meu amor, quero ficar cheia desse pau." Passou um tempo e o Lea começou a chupar meu cu, me preparando pro pai dele. O Miguel se dedicou a chupar bem meus peitos. O Miguel massageava o pau dele e não demorou pra ficar duro. Duro de novo. Lea, chupa um pouco a buceta dela pra eu ficar bem excitado — ordenou o filho.
A Lea me colocou de papo pra cima e meteu tudo. Ela me comeu por um tempo até que o pai pediu pra ela me virar de lado pra ele poder comer meu cu. A Lea colocou uma camisinha e deitou de barriga pra cima, me fazendo montar nela com a buceta. Quando eu já estava toda dentro, ela separou minhas nádegas, expondo meu cu bem aberto pra o pai dela meter o pau todo. Era grosso e doeu, mas meu cu já estava arrombado, então entrou tudo. Levei um tempo pra acompanhar os movimentos, mas conseguimos. O pau do pai batia no do filho dentro do meu útero. O Miguel me encheu de porra e eu amei.
Com os dois paus dentro, gozei várias vezes. O Miguel inundou meu cu e a porra dele escorreu pelas bolas do filho.
Montei furiosamente na Lea ainda com o pau do pai no meu cu e gozei ele num gozo longo.
Gozei atrás da Lea. O Miguel saiu do meu cu e chupou ele, limpando a própria porra.
Saí de cima da Lea e o Miguel também chupou minha buceta, me fazendo gozar mais uma vez.
Fiquei até o dia seguinte e à noite os três dormimos juntos, repetindo a trepada. Acordei com os paus dos dois acariciando meu rosto. Chupei eles, engolindo as gozadas de pai e filho.
Tomamos café e voltei pra casa.
Treparamos várias vezes os três e também transei muito com o Miguel sozinho.
Mas fiquei entediada e parei de vê-los.
Bom fim de semana pra todos.
O Leandro era um cara de 29 anos que trabalhava num quiosque na frente do meu trampo. Era bonito e simpático, e não demorou nada pra me chamar pra sair. Começamos uma relação que era puro fogo. Eu com 20 anos e um corpo que pedia, e o Lea um comedor de primeira. A gente trepava onde desse, e eram umas fodas que soltavam toda nossa loucura. Depois de 6 meses saindo, pela primeira vez ele me convidou pro apê dele em Colegiales.
O Lea era filho de pais divorciados e tinha escolhido ficar com o pai, com quem tinha uma relação super amigável. Naquela tarde, o plano era transar o dia inteiro, mas quando ele abriu o apê, se surpreendeu ao ver que o pai estava lá.
Miguel era um homem de 55 anos, realmente lindo. Moreno, com olhos cor de mel, super conservado, bom físico e uma vibe de coroa gato. Ele me recebeu com alegria, e o Lea me apresentou como uma amiga, o que não me incomodou porque não curto o rótulo de namorada. Miguel sorriu, mostrando que tinha malícia, porque aquele "amiga" soava como se eu fosse uma foda do filho.
Ele me ofereceu algo pra beber e disse pro filho que ia sair pra ficarmos à vontade. Ficamos sozinhos com o Lea e não demorou nem um segundo pra ficarmos pelados e começarmos a trepar. Transamos na sala, na varanda sem nos importar se alguém via, e por último na cama dele. Tomei porra, ele me comeu gostoso, usou minha buceta e terminou com uma surra de louco.
Quando estávamos na cama fumando um cigarro, o Lea me perguntou: "O que achou do meu velho? Gato, né?"
"Ai, Lea, nem reparei nisso", respondi me fazendo de sonsa.
Mas o Lea me conhecia e continuou: "Teus olhos brilharam, putinha, e aposto que a calcinha molhou por ele."
Não sabia onde ele queria chegar, mas entrei na onda: "Bom, não vou mentir, ele é bem gostoso", falei, e ele reagiu me beijando e metendo de novo na minha buceta, me dando uma fodida furiosa.
Adormeci depois de transar. Não sei quanto tempo passou. De repente, senti o Lea beijando meu pescoço e apertando minhas nádegas. Ele acariciava minha buceta, me esquentando de novo. vez. Foi assim, Lea, foi assim que eu falei. Senti o pau dele deslizando pelo meu cuzinho e notei ele mais inchado e cabeçudo. Ele apertava meus peitos e gemia. Abri os olhos porque era hora de dar um boquete bem dado e fiquei chocada. Leandro estava sentado num canto do quarto se masturbando. Virei pra ver quem estava atrás de mim me dando prazer e era o pai dele. "Não fica brava, putinha, eu e meu filho compartilhamos tudo", ele disse e me beijou na boca. Eu tava muito excitada e o pai me atraía mais que o Lea, então me entreguei sem pensar. Como eu tinha sentido, o Miguel tinha o pau bem maior que o filho e comecei a chupar com gosto. O Miguel me dava tapinhas leves, gemendo e falando: "Filha da puta, como você chupa bem, garota." Olhou pro filho e disse: "Meu Deus, tem a melhor bunda que já vi, parabéns", e o Lea completou: "E você não sabe como ela adora comer nessa bunda divina." "Vai me fazer gozar", ele disse. Não parei, continuei chupando aquele pau lindo, mas evitando que ele gozasse, cravando as unhas nas bolas dele. "Meu Deus, que puta boa!", ele dizia. O Lea se aproximou e eu chupei os dois paus, dando uma chupada monumental. O Lea falou: "Monta nele pra mim." Pedi uma camisinha, coloquei com a boca no pai e montei. O pau dele era lindamente grosso e soltei um gemido quando entrou. As bolas dele batiam na minha bunda enquanto eu subia e descia no pau. "Gozei, preciso de outro pau pra chupar", falei pro Lea. Eu montava no pau do pai e chupava o pau do meu namorado. "É uma puta completa", disse o pai dele enquanto enchia a camisinha dentro de mim. Use a palavra: buceta. O Lea não aguentou e encheu minha boca de porra. Saí de cima do pai dele e fiquei do lado dele, provocando ele. O Lea deitou do nosso lado. Eu ia de uma boca pra outra, beijando de língua. "Quando eu me recuperar, quero fazer seu cu, Agus, deixa?", perguntou o Miguel. "Claro, meu amor, quero ficar cheia desse pau." Passou um tempo e o Lea começou a chupar meu cu, me preparando pro pai dele. O Miguel se dedicou a chupar bem meus peitos. O Miguel massageava o pau dele e não demorou pra ficar duro. Duro de novo. Lea, chupa um pouco a buceta dela pra eu ficar bem excitado — ordenou o filho.
A Lea me colocou de papo pra cima e meteu tudo. Ela me comeu por um tempo até que o pai pediu pra ela me virar de lado pra ele poder comer meu cu. A Lea colocou uma camisinha e deitou de barriga pra cima, me fazendo montar nela com a buceta. Quando eu já estava toda dentro, ela separou minhas nádegas, expondo meu cu bem aberto pra o pai dela meter o pau todo. Era grosso e doeu, mas meu cu já estava arrombado, então entrou tudo. Levei um tempo pra acompanhar os movimentos, mas conseguimos. O pau do pai batia no do filho dentro do meu útero. O Miguel me encheu de porra e eu amei.
Com os dois paus dentro, gozei várias vezes. O Miguel inundou meu cu e a porra dele escorreu pelas bolas do filho.
Montei furiosamente na Lea ainda com o pau do pai no meu cu e gozei ele num gozo longo.
Gozei atrás da Lea. O Miguel saiu do meu cu e chupou ele, limpando a própria porra.
Saí de cima da Lea e o Miguel também chupou minha buceta, me fazendo gozar mais uma vez.
Fiquei até o dia seguinte e à noite os três dormimos juntos, repetindo a trepada. Acordei com os paus dos dois acariciando meu rosto. Chupei eles, engolindo as gozadas de pai e filho.
Tomamos café e voltei pra casa.
Treparamos várias vezes os três e também transei muito com o Miguel sozinho.
Mas fiquei entediada e parei de vê-los.
Bom fim de semana pra todos.
6 comentários - O dia que meu namorado me entregou pro pai dele (real amador