Meu nome é Grabiel, 23 anos, sou magro, baixinho, 1,65m, cabelo loiro comprido até a metade das costas. Às vezes já me confundiram com uma garota. Trabalho numa empresa de logística e, depois de 2 anos, me transferiram pra outra filial que abriu numa cidade nova, a 200 km da minha. Nas primeiras semanas, fiquei num hotel pago pela empresa, até encontrar um quarto pra alugar. O apartamento era de duas amigas que tinham um salão de beleza no andar de baixo, Vicky e Sandra. Me entrosei rápido com elas, só via elas de noite e nos sábados à tarde e domingos. Saí algumas vezes com elas pra balada.
Quando completei 7 meses, a empresa não ia bem e me mandaram embora. Comecei a procurar emprego, mas não achava nada. Dois meses depois, minhas economias estavam acabando e eu tinha que pagar o aluguel. Uma manhã, ao entrar no banheiro, uma delas tinha deixado umas calcinhas jogadas no chão. Olhei pra elas e voltei pro meu quarto. De repente, me veio na cabeça que tinha garotas que vendiam as calcinhas usadas. Comecei a pesquisar na internet e achei um site onde garotas faziam isso. Fui ao banheiro, peguei as calcinhas e levei pro meu quarto.
Criei uma conta com o nome de Grabiela, coloquei uma foto de uma garota de calcinha sem mostrar o rosto e botei uma foto das calcinhas à venda. Naquele dia, fui dormir sem receber nenhuma mensagem. Quando acordei no dia seguinte, tinha 3 mensagens de caras oferecendo dinheiro: dois ofereciam 50 euros e o terceiro, 100. Mandei uma mensagem dizendo que aceitava a oferta e que ia enviar por cobrança. Assim, durante um mês, consegui grana pra mais de 2 meses de aluguel vendendo as calcinhas que eu pegava do cesto de roupa suja.
Uma manhã, como tantas outras, enquanto elas trabalhavam, fui até o quarto da máquina de lavar, procurei umas calcinhas, peguei e, confiante, saí com elas na mão direto pro meu quarto. De repente, dei de cara com a Sandra. Tentei esconder as calcinhas. levando meu braço para trás, mas já era tarde. — O que você tá fazendo? Que pussy é essa que você tá fazendo com minha calcinha? — Nada, não, vi ela no chão e peguei pra colocar no cesto. — Pois o cesto tá ali dentro, pervertido, então essa desculpa não cola. Além disso, eu e a Vicky perdemos várias ultimamente. Você é um pervertido que gosta de cheirar ou vestir elas. — Não, desculpa, tô desesperado e cometi um erro, mas não vai acontecer de novo. — Desesperado! Um erro? Explica que erro e devolve as calcinhas roubadas. — Desculpa, não posso... vendi elas pra pagar o aluguel. — Como assim vendeu? — É, desculpa mesmo, não tinha como pagar o aluguel do quarto e vendi me passando por garota pra homens que compram calcinha usada. — Você é um degenerado, um pervertido. Vou chamar a Vicky agora, contar tudo e te denunciar pra polícia. — Por favor, desculpa, não me denuncia, tô desesperado mesmo, não faz isso, faço qualquer coisa pra resolver o que fiz.
Ela ficou me encarando por um tempo, eu ainda com a calcinha na mão. — Isso vai ser divertido. Já que você gosta de brincar com calcinha, tira a roupa e veste a calcinha. — O quê? Não vou vestir calcinha, desculpa mesmo pelo que fiz. — Veste a calcinha, se não quiser que eu te denuncie, vai fazer o que eu mandar. — Tá bom, vou fazer. — Vou pro meu quarto fazer isso. — Nada, aqui na minha frente. Anda, se liga.
Tirei a roupa, fiquei de cueca sem coragem de tirar. — Anda, tira a cueca. Tirei e fiquei pelado na frente dela, o que fez eu ter uma ereção. Peguei a calcinha pra vestir, era preta de renda. — Espera, deixa eu ver. Parece que você ficou excitado, essa coisinha aí ficou durinha. Ela se aproximou, pegou com dois dedos e começou a me masturbar. — Ficou bem dura, mas não vejo crescer mais. Isso deve ter uns 7 centímetros, no máximo. Pablito, o filho de dois meses da vizinha... Tem maior que a tua kkkkk, que engraçadinha você parece, mas vamos ter que dar um jeito nisso, espera um pouco. Abriu o congelador, pegou um cubo de gelo e começou a esfregar no meu pinto pequeno, que foi encolhendo até quase sumir, enquanto eu morria de vergonha. — Kkkkk, não acredito, desapareceu, tá igual a uma buceta, agora veste a calcinha. Coloquei a calcinha e ela ficou justinha no meu corpo. — Ficou divina, melhor do que aquelas cuecas feias que sobravam pano, vou te dar de presente junto com o conjunto de sutiã, pega no cesto e veste. Peguei e passei os braços, mas na hora de fechar não consegui, enquanto ela me olhava rindo. — Parece que você tá com dificuldade, tira e vou te ensinar como faz. Agora coloca as bojo nas costas deixando o gancho na frente, fecha e vira, depois passa os braços e pronto, viu que fácil? Eu tava morrendo de vergonha, de cabeça baixa. — Você tá muito gostosa, Grabiela, só falta encher o sutiã com alguma coisa pra dar um peito, vou buscar algo. Voltou com duas esponjas e colocou em mim. — Agora sim, gostei mais. Do jeito que tá, começa a limpar a cozinha. Comecei a limpar a cozinha e tava varrendo o chão quando a Vicky chegou. Ao entrar na cozinha, parou, olhando primeiro pra mim e depois pra Sandra. — Que porra é essa, por que ele tá assim? — Oi, Vicky, senta que vou te explicar. Sandra explicou tudo e, no final, as duas saíram da cozinha e voltaram uns 10 minutos depois com uma sacola. — Grabiela, para o que tá fazendo e escuta o que vamos te dizer. Nós duas conversamos e, se você não quiser que a gente te denuncie, vai fazer tudo que a gente mandar. Tá disposta? — Sim. — Primeiro, a partir de hoje, você vai usar calcinha e sutiã, mas claro que não vai ficar de calcinha pelo apartamento o dia todo, então a gente achou umas roupas mais adequadas pra você. Toma, veste isso. Me entregou uma minissaia branca. Quando coloquei e passei por cima de Os joelhos foram se ajustando bem apertados na minha bunda depois que coloquei. Depois ela me entregou uma camiseta que eu vesti. — Ficou perfeita em você, que número de sapato você calça? — 38. — O mesmo que eu — disse Vicky. — Tenho alguns sapatos que não uso mais e vou te dar. Vamos pro meu quarto. No quarto dela, ela pegou três pares de salto alto e me entregou uns pretos com um salto de uns seis centímetros. — Coloca. Eu coloquei e, quando levantei, quase torci o tornozelo. Elas me mandaram voltar pra cozinha, andando com muita dificuldade até chegar lá. — Agora você está mais apresentável. Vamos continuar com as regras. Você tem pouco pelo, mas esse pouco precisa ser depilado. Seu cabelo é comprido e bonito, mas precisa de um corte mais feminino. Você deu sorte de sermos cabeleireiras, e a depilação e o corte vão ser no sábado à tarde, quando o salão estiver fechado. Você tem que andar sempre maquiada, vamos te ensinar como fazer. Isso é tudo sobre sua vestimenta. Tem algo a dizer? — Acho que vocês estão exagerando no meu castigo. — E você não exagerou vendendo nossas roupas íntimas? — Sim, eu realmente sinto muito. — Então não sinta, e agora aguente as consequências. Mais regras: você vai cuidar de todas as tarefas de casa — limpar, cozinhar, lavar roupa, tudo. Por enquanto é só. Agora sirva a comida que deixamos pronta pro almoço de hoje, porque daqui a pouco voltamos pro trabalho. Coloquei os macarrões que elas tinham deixado prontos pro almoço, andando com cuidado pra não cair, já que ainda não dominava os saltos. Elas terminaram de comer. — Nós vamos pro salão. Deixa a cozinha arrumada, depois tira o pó, varre e passa pano no chão inteiro. E quando a gente chegar, queremos a janta pronta. Comecei a fazer tudo. Aos poucos, fui me acostumando com os saltos. Às 7 da noite, comecei a preparar uma tortilha de batata com pão com tomate pra quando elas chegassem, já que fechavam o salão às 8. Fiquei esperando na cozinha, mas depois desse horário elas não apareceram. Só chegaram depois das 10. de noite, elas chegaram com várias sacolas. — Grabiela, já chegamos, vem, vamos pro teu quarto. Deixaram as sacolas em cima da cama. — Tira todas as cuecas que você tem e coloca nessa sacola, não vai mais precisar delas. Eu coloquei na sacola. — Agora coloca o que tem nessa sacola no lugar. Quando abri a sacola, tinha várias calcinhas e conjuntos de lingerie. — Vai, coloca elas, compramos pra você ter suas próprias calcinhas, não vai ficar usando as nossas, vamos te dar algumas nossas que não usamos mais. Coloquei na gaveta 10 calcinhas e 6 sutiãs, e aí me deram outra sacola. — Agora tira as calças do armário e no lugar delas coloca isso. Na sacola tinha 5 saias curtas, 2 vestidos e umas camisetas, tops e 2 camisolas. Uma terceira sacola onde tinha 2 pares de sapato de salto rosa e vermelho, e uma quarta com um kit de maquiagem. — Muito bem, agora você tem sua própria roupa, já pode servir o jantar pra gente. Depois de jantar e arrumar a cozinha. — Vamos pro teu quarto e experimenta a roupa que compramos pra você. Quase uma hora experimentando roupa, e a última coisa foram as camisolas, as duas de cetim e acima do joelho, a última era rosa, com a qual me fizeram trocar a calcinha e o sutiã por um conjunto rosa. — Já acabamos, ficou tudo muito bem em você, e te deixamos pronta pra dormir com essa camisola linda. Custou muito a pegar no sono, pensando na enrascada que me meti, e acabei ficando excitado pensando na humilhação que tava sofrendo. Fui acordado pela Sandra às 7:30. — Hora de levantar, Grabiela, você tem que preparar nosso café da manhã. — Porra, quase não dormi. — Esse não é meu problema, acorda, enquanto eu preparo a roupa que você vai usar hoje. Levantei e coloquei meus chinelos de ficar em casa. — Para aí, onde cê vai com isso, coloca os saltos rosa. Fui de camisola preparar o café e torradas pra elas, em 5 minutos as duas estavam sentadas tomando café, quando terminaram, recolhi as xícaras e coloquei na A pia pra lavar elas. — Deixa isso pra depois e vamos pro teu quarto te vestir. Em cima da cama tinha uma saia plissada rosa e uma camiseta rosa daquelas que tinham comprado pra mim. — Coloca isso e senta aqui que a gente vai te maquiar um pouco. Eu vesti enquanto elas riam, e depois sentei e elas começaram a me maquiar. — Já pode começar a ver tutoriais de maquiagem pra aprender a fazer sozinha. Um tempo depois. — Já tá bem maquiada, ninguém ia dizer que você é um garoto, parece uma garota de verdade, se olha. Me olhei no espelho e ela tinha razão, eu podia passar por uma garota fácil. — Porra, é verdade. — A gente vai embora agora, você tem serviço pra fazer: as camas, limpar nossos quartos, colocar uma lavadora com minha roupa e outra com a da Vicky, e a comida, hoje queremos lentilha. — Tá bom. Elas foram embora e eu comecei colocando uma lavadora e depois os quartos delas, depois estendi a roupa e coloquei outra lavadora e por último a comida, por sorte eu cozinho bem, até elas chegarem pra almoçar. — Essa tarde dedica a ver tutoriais de maquiagem. Passei a tarde toda vendo tutoriais, quando elas chegaram me ensinaram como desmaquiar e me fizeram maquiar sozinha, ficou horrível e me fizeram desmaquiar de novo, e nessa segunda vez elas foram me guiando e saiu um pouco melhor, depois servi o jantar e fomos dormir. — Amanhã sábado às 7:30 você tem que estar de pé, põe o despertador. Levantei naquela hora pra preparar o café da manhã, deixaram a roupa do dia pronta, conjunto preto por baixo e vestido preto curtinho e colado no corpo, me maquiei sozinha, elas foram trabalhar, de novo quartos, recolhi a roupa e dobrei e preparei a comida, elas chegaram às 2 da tarde e depois de comer e arrumar a cozinha. — Grabiela, você tá pronta pra uma pequena mudança de visual. — Não, já tô de castigo o bastante, não acham? — É pouco do que ainda te espera, temos planos bonitos que vamos explicar hoje à noite, então vamos pro salão de beleza. — Não. Peço perdão, como vou descer assim na rua. - Para de reclamar e vamos. Elas me agarraram entre as duas, me tiraram do apartamento e me levaram até o salão. Lá dentro, me colocaram na sala de depilação. - Tira o vestido que vamos depilar os poucos pelos que você tem. Me fizeram deitar na maca só de calcinha e depilaram os poucos pelos com cera. Depois, me levaram pro salão, me sentaram no lavatório e fiquei lá quase meia hora. - Senta aqui agora enquanto o que colocamos no teu cabelo faz efeito. Sentei, vendaram meus olhos, e enquanto a Sandra arrumava minhas sobrancelhas, a Vicky cuidou das minhas unhas. Não sei quanto tempo passou até me sentarem de novo no lavatório e lavarem meu cabelo de novo enquanto continuavam nas minhas unhas. Depois de lavado, me sentaram de novo onde estava antes. - Seu cabelo ficou lindo, gostosa, você vai ver. Eu ainda estava de olhos vendados. A Sandra começou a cortar meu cabelo, a Vicky um tempo depois terminou as unhas das mãos, tirou um dos meus sapatos e começou com as dos pés. As duas terminaram quase ao mesmo tempo. - Já acabamos, você tá linda, Grabiela, pronta pra se ver. Tiraram a venda dos meus olhos e fiquei chocada ao me ver no espelho. Meu cabelo agora era loiro platinado, caía pelos meus ombros totalmente liso e muito feminino. Minhas sobrancelhas bem finas e minhas unhas muito compridas e de um vermelho intenso. Me ver assim me fez sentir totalmente humilhada, mas me excitou e causou uma ereção que ficou visível no vestido. Eu gostava daquela sensação, mas quis mostrar o contrário. - Não pode ser, vocês passaram dos limites, não podem fazer isso comigo. - Bom, esse volume que cresceu aí parece dizer o contrário, que você gostou. - Sim, eu fiquei excitada. - Hahaha, vamos arrumar essa maquiagem um pouco e depois dar uma volta no shopping pra você comprar umas coisinhas. - Vocês não podem me levar lá assim. - Claro que podemos. Me desmaquiaram, me maquiaram de novo, me entregaram uma bolsa preta e fomos. do carro e sentada no banco de trás sozinha, me levaram pro shopping. quando cheguei, me levaram direto pra uma loja de lingerie. — você vai fazer sua primeira compra de calcinhas, vai olhando e escolhe uns conjuntos. peguei um vermelho e um azul, de lá me levaram pra comprar uma saia e um vestido, elas pagaram tudo, e depois de comprar umas pizzas voltamos pra casa. — Grabiela, arruma a mesa sem perder tempo pra gente comer, que temos coisas pra fazer com você depois. jantamos rápido, praticamente em silêncio, e no final. — Grabiela, vai buscar seu notebook e traz. fui pegar e me fizeram sentar no meio das duas. — abre a página onde você vende as calcinhas. abri a página. — hahaha, você se colocou o nome de Grabiela e a foto de perfil, quem é? — não sei, peguei no Google. — você devia colocar uma sua. — não, isso não. — claro que sim, fica aí na frente que vou tirar uma. fiquei na frente e ela tirou uma foto com meu celular. — agora sobe. fui cortar a foto pra não aparecer meu rosto. — sem cortar, de corpo inteiro, gata. — como vou mostrar o rosto? — claro que sim, pra eles verem como é gostosa a putinha que vende as calcinhas usadas pra eles, ah, não te falamos? agora você vai vender suas calcinhas usadas pra pagar o aluguel, a roupa que compramos pra você e a comida, e as primeiras que você vai vender são as que você tá usando. volta aí na frente, levanta o vestido que vou tirar uma foto com elas vestidas. — não posso colocar uma foto de calcinha, vão perceber que sou um menino. — enfia bem entre as pernas, não é grande coisa o que você tem que esconder, e não vão perceber. tiraram duas fotos, uma de frente e outra de costas, e me fizeram subir na página e colocar à venda. — Grabiela, não te excita saber que logo um homem vai estar cheirando suas calcinhas? pensar nisso, na verdade, me dava muito tesão. — um pouco. — hahaha, sabia, você é patética. depois de colocar minhas calcinhas à venda, ficaram olhando a página, e um tempo depois recebi uma mensagem. — Grabiela, chegou uma mensagem pra você. A gente leu e tavam oferecendo 30 euros por elas. - Agora já pode vender suas primeiras calcinhas. - Vamos esperar, isso é pouco dinheiro, vão oferecer mais. - Pouco? 30 euros. - Sim, no mínimo já vendi por 50 e umas por 125 euros. - Caralho, tem uns pervertidos por aí mesmo. Fomos dormir sem receber mais nenhuma oferta, acordei às 9, era domingo e dava pra dormir um pouco mais, preparei o café e daí a pouco elas se levantaram. - Bom dia, Grabiela. - Bom dia. - Você viu se ofereceram mais alguma coisa? - Não, ainda não olhei. - Vai pegar o notebook e vamos ver. - Olha, ofereceram 50. - Aceita a oferta, não vamos esperar mais. Aceitamos a oferta e na segunda de manhã a Sandra foi comigo e eu enviei por reembolso nos Correios. A partir daquele dia, eu vendia 2 ou 3 calcinhas usadas minhas por semana e cuidava das tarefas de casa. Todo sábado me levavam no shopping pra comprar novas. As primeiras eram calcinhas clássicas, mas de renda. No sábado seguinte, já me fizeram comprar tangas, fio-dental, calcinhas de todo tipo. Aprendi a me maquiar, elas cuidavam das minhas unhas e cabelo. Cada vez eu gostava mais do meu novo papel. Conforme as semanas passavam, elas foram pesquisando na internet, me compraram uns peitos de silicone e uma jaula de castidade em forma de buceta de silicone com um argola rosa que segurava minhas bolas e escondia meu pau pequeno num tubo por onde a ponta saía pra eu poder mijar com ela. Poucos dias depois, um consolo de borracha de 15 cm que me obrigaram a usar deitada na cama com a calcinha virada pro lado enquanto me gravavam. Já tinham passado mais de 4 meses e um sábado, depois de uma sessão de cabelereiro e manicure, me levaram a uma loja fetichista e me fizeram comprar 2 vestidos colados bem putaria, várias saias putinhas que ficavam no meio da bunda, e um uniforme de empregada. Quando cheguei em casa, depois do jantar, me fizeram vestir um vermelho que ficava totalmente justo. ao corpo e deixava à mostra tanto na frente quanto atrás minha calcinha vermelha, elas sentadas no sofá e eu de pé na frente delas. — Grabiela, você quer saber por que compramos essas roupas, né? — Sim. — A venda das suas calcinhas tá indo muito bem, mas a gente pensou em te criar um OnlyFans e te gravar brincando com seus brinquedos. — Não, isso não, não quero fazer isso. — Você pode e não pode recusar, é decisão nossa e você tem que aceitar. — Não quero, não, podem me reconhecer. — Calma, tá tudo planejado, você vai usar uma máscara pra não ser reconhecida, então já sabe, não pode recusar. Abriram o notebook que tava em cima da mesa, procuraram o OnlyFans e começaram a abrir uma conta no meu nome como sissy Grabiela. A Vicky foi embora um instante e voltou logo, me entregando uma máscara. — Coloca ela que vamos tirar uma foto pro perfil. Coloquei, ela tampava meus olhos e metade do nariz, tiraram uma foto minha e colocaram. Depois de aberta, me mandaram ir pro quarto gravar meu primeiro vídeo enfiando o dildo no cu. Naquela noite e no dia seguinte, me fizeram gravar vários com roupas diferentes e um fazendo tarefas de casa com o vestido de empregada. Com o passar dos dias, sem perceber, parei de usar a máscara e foram adicionando novos brinquedos, um vibrador, roupas novas de colegial, freira, policial, enfermeira, etc... Entre as calcinhas que vendíamos e os vídeos, estavam ganhando muito dinheiro que eu não via, tudo ficava com elas. Uns 5 meses depois. — Grabiela, um seguidor seu do OnlyFans nos fez uma proposta muito interessante, quer gravar um vídeo com você num quarto de hotel e nos oferece muito dinheiro. — Não, agora eu recuso de vez, não vou ficar com nenhum homem. — Sabe que não pode recusar, além disso já tá combinado com ele, lugar e hora, a gente vai estar presente gravando. — Não, com um homem não. — E como vai ser com homem sim, vai ser daqui a 2 sábados, ele paga 1000 euros por você, mas coloca umas condições que Aceitamos. - 1000 euros, é muito dinheiro. - Por isso mesmo que você vai fazer, e pra você ver que não somos tão más, vamos te dar 300 pra você. Um sábado antes, voltamos na loja fetichista e me compraram um putivestido rosa que ficava totalmente justo no meu corpo, por sorte, mesmo sendo curto, ele batia na altura da bunda e cobria, depois um conjunto de lingerie rosa com liga e meia-calça e, por último, uns saltos de 12cm. No dia do encontro, no sábado seguinte às 2 da tarde, me mandaram levar a comida delas até o salão de beleza porque iam fazer uma transformação no meu visual. Depois de lavar meu cabelo e vendar meus olhos enquanto Sandra mexia no meu cabelo, a Vicky fazia minhas unhas, quase 3 horas depois eu estava na frente do espelho me vendo com o cabelo totalmente rosa combinando com minhas unhas compridas. Daí subimos pra casa, eu tinha que me vestir, mas primeiro me fizeram fazer um enema. Depois de estar vestida e maquiada com uns lábios totalmente rosa, o reflexo no espelho era de uma boneca Barbie. Faltava uma hora pro encontro ainda, faltando 45 minutos. - Falta o último detalhe, você tem que colocar esse plug anal no cu. Ela me mostrou um plug com um coração rosa brilhante. - Levanta o vestido e abaixa um pouco a calcinha que eu vou colocar. Eu já tinha saído muitas vezes vestida de garota na rua, mas nunca assim vestida, o vestido na altura da bunda, mesmo escondendo a calcinha, e a liga à mostra, e comecei a sentir medo. - Não posso sair assim na rua, pareço uma puta, todo mundo vai me olhar. - Pode sair sim, e você não parece, você é uma puta. Ele colocou em mim e disseram que era hora de sair. Andar com aquele vestido tão justo que a cada passo subia e eu tinha que ir abaixando, com aquilo enfiado no cu me fazia sentir uma sensação estranha, e ir sentada no carro era ainda pior. Chegamos no hotel, deixamos o carro no estacionamento, entramos e na recepção tinha um homem conversando com o porteiro. O homem estava olhando pra porta, ao nos ver entrar, sorriu pra gente. devia ter uns 40 anos, uns 1,90m de altura, moreno, parecia forte. - oi meninas, chegaram na hora. - oi, Fran. Elas se cumprimentaram com dois beijos. - e você é a Grabiela. E me deu dois beijos. - Pablo, me dá a chave. - aqui está, Fran, o quarto de sempre no último andar. Ele me agarrou na bunda e nos levou até o elevador. Quando entramos, ele colocou uma máscara e disse que podiam começar a gravar, e tirou algo do bolso. - tenho um presente pra você. Nas mãos dele, tinha um colar rosa que ele colocou em mim e depois me puxou por ele com uma corrente. - fica de quatro agora. Olhei pra ele, surpresa. - anda. Disse de forma autoritária, eu obedeci e fiquei de quatro dentro do elevador, e na mesma hora ele acariciou minha cabeça. - assim que eu gosto, que você seja uma putinha dócil e obediente. Quando o elevador parou e a porta abriu, ele puxou a coleira, me fazendo sair assim até a porta do quarto. Me senti totalmente humilhada, coisas que me excitaram a ponto de eu gozar. Entramos no quarto, ele me levou até a beirada da cama e de novo acariciou minha cabeça, descendo pelas costas até chegar na bunda. Acariciou com força, me deu umas palmadas e enfiou a mão entre minhas pernas. - adoro cachorrinhas como você, tão dóceis, tão submissas e obedientes, e já de cara excitada, molhando a calcinha. Fica de joelhos. Me ajoelhei enquanto ele acariciava minha cabeça e tirava a coleira. - assim, boa putinha. Ele começou a tirar a camisa, os sapatos e as calças até ficar nu a um palmo de mim. Na frente dos meus olhos apareceu uma pica flácida, mas bem grande. Ele pegou com uma mão e agarrou minha cabeça, mas eu, assustada, recuei pra trás. - não consigo fazer, não sou gay. Ele me deu dois tapas em cada bochecha e me agarrou pelo cabelo, fazendo eu olhar na cara dele. - claro que não é, eu só vejo uma putinha qualquer que vai fazer tudo que eu mandar, pelo que paguei muito dinheiro. Ele aproximou a pica de novo. Ela esfregou a cara dela nos meus lábios, me segurando pelo cabelo e olhando na cara dela, me deu vários tapas com ela e colocou a ponta nos meus lábios. — Começa a chupar. Sem me atrever a reclamar de novo, abri a boca e meti a ponta, que comecei a chupar, enquanto ele me olhava sorrindo. Ele manteve assim por um tempo e depois foi enfiando um pouco e voltando pra trás, enquanto eu sentia ele crescendo rápido na minha boca. Achei que tinha chegado no máximo quando ele enfiou até o fundo da minha garganta, parando um momento assim. Pensei que ia me afogar, meus olhos soltavam lagrimões, era muito maior que meu dildo, chutei uns 18 ou 19 cm, mas tava enganada. — Adoro ver esses olhos lacrimejando quando faço vocês engolirem meus 22 cm de pica. Ele me deixou chupando a pontinha de novo por um tempo e depois enfiou até o fundo de novo, pra depois tirar da minha boca, e sem desgrudar meus lábios do pau, desceu até as bolas. — Chupa minhas bolas. Comecei a chupar as bolas dele. — Enfia elas inteiras na boca. Enfiei uma na boca e depois a outra. — As duas ao mesmo tempo, putinha. Com dificuldade, enfiei as duas e então ele empurrou minha cabeça na direção dele enquanto me fazia olhar nos olhos dele, enquanto a Vicky me gravava de perto. — Como eu curto isso, vendo a cara de puta que você faz. Ele parou de apertar e eu continuei chupando um pouco até ele tirar as bolas e enfiar de novo na minha boca, mas agora me comendo cada vez mais rápido. Uns dois minutos depois, ele tirou e gozou uma porrada na minha cara, e enfiou de novo pra descarregar mais umas duas dentro da minha boca, que me fizeram ter ânsia por um momento. Pensei que ia vomitar, mas consegui evitar. — Você tá linda com a cara cheia de porra, levanta. Eu levantei e ele me virou, dando um tapa na minha bunda e começou a apalpar por uns dois minutos. — Sobe na cama e fica de quatro como uma boa putinha na beirada. — Não, por favor, não faz isso comigo, você vai me machucar. Ele me deu mais uns tapas na cara. — Obedece, quem manda aqui sou eu. Abaixando a cabeça... Cabeça baixa, subi na cama e fiquei de quatro. Ela me deu umas palmadas e levantou meu vestido, passou a mão na minha bunda por cima da calcinha. Mais umas palmadas e afastou a calcinha pro lado. — Que joia linda você tem no cu, gosta, sua putinha? — Sim. Ela começou a acariciar minha nádega nua, misturando com palmadas, tirou o plug e jogou na cama na minha frente. Continuou me apalpando e senti um frescor no ânus. Parou de me tocar por uns segundos e notei uma pressão que foi entrando devagar no meu cu, recuava e entrava de novo. Comecei a sentir uma dor, nada forte, mas incômoda, acho que por estar acostumada com os dildos. Por sorte, ela foi colocando com cuidado até que, sem avisar, me segurou pelos quadris e meteu de uma vez, me fazendo gritar. Começou uma metida lenta, mas constante, e a dor chata foi virando um prazer leve, depois um prazer delicioso que me fazia gemer igual uma puta. — Não queria, a safada, e olha como goza agora. Hoje você volta pra casa feita uma mulher de verdade, de pernas abertas, rebolando o cu e bem comida. Quando gozou — por sorte usou proteção —, me mandou descer da cama, colocou a coleira em mim e me fez andar igual uma putinha pelo quarto, me acariciando da cabeça até a bunda. — Você é uma boa putinha e se comportou muito bem. Depois de dar umas voltas pelo quarto e na varanda, lá fora mandou eu ficar de joelhos e chupar de novo até ela gozar quente na minha boca. — Bom, meninas, vou indo. Se quiserem, podem ficar pra passar a noite aqui, já tá pago. Se despediu das minhas donas com dois beijos, eu ainda de quatro no chão do lado dela, segurando a coleira na mão dela. — Tchau, meninas. Chao, putinha. E foi embora. Decidiram que a gente ia dormir ali, pediram janta pra três, elas dormiram na cama e eu numa poltrona que tinha lá. De manhã, depois do café, voltamos pra casa. Umas Semanas depois, decidiram que eu trabalharia com elas no salão, já que em casa eu ficava com muito tempo livre. Comecei fazendo a limpeza e me ensinaram a lavar cabeças. Me fizeram um contrato de meio período. Três meses depois, comecei um curso de cabeleireiro e estética. Um ano e meio depois. Eu cheguei na casa do Fran sozinha, vestida bem puta, exibindo uns peitos pequenos mas redondinhos por causa dos hormônios que eu tomava há um ano. — Oi, Grabiela. — Oi, Fran. A gente se cumprimentou com um beijo na boca, como já era costume uma vez por mês quando a gente se via, às vezes no apartamento dele, outras no que eu morava com as meninas. Minha página do OnlyFans tava inativa há meses, mas um sábado à noite por mês eu continuava sendo a putinha do meu Fran.
Quando completei 7 meses, a empresa não ia bem e me mandaram embora. Comecei a procurar emprego, mas não achava nada. Dois meses depois, minhas economias estavam acabando e eu tinha que pagar o aluguel. Uma manhã, ao entrar no banheiro, uma delas tinha deixado umas calcinhas jogadas no chão. Olhei pra elas e voltei pro meu quarto. De repente, me veio na cabeça que tinha garotas que vendiam as calcinhas usadas. Comecei a pesquisar na internet e achei um site onde garotas faziam isso. Fui ao banheiro, peguei as calcinhas e levei pro meu quarto.
Criei uma conta com o nome de Grabiela, coloquei uma foto de uma garota de calcinha sem mostrar o rosto e botei uma foto das calcinhas à venda. Naquele dia, fui dormir sem receber nenhuma mensagem. Quando acordei no dia seguinte, tinha 3 mensagens de caras oferecendo dinheiro: dois ofereciam 50 euros e o terceiro, 100. Mandei uma mensagem dizendo que aceitava a oferta e que ia enviar por cobrança. Assim, durante um mês, consegui grana pra mais de 2 meses de aluguel vendendo as calcinhas que eu pegava do cesto de roupa suja.
Uma manhã, como tantas outras, enquanto elas trabalhavam, fui até o quarto da máquina de lavar, procurei umas calcinhas, peguei e, confiante, saí com elas na mão direto pro meu quarto. De repente, dei de cara com a Sandra. Tentei esconder as calcinhas. levando meu braço para trás, mas já era tarde. — O que você tá fazendo? Que pussy é essa que você tá fazendo com minha calcinha? — Nada, não, vi ela no chão e peguei pra colocar no cesto. — Pois o cesto tá ali dentro, pervertido, então essa desculpa não cola. Além disso, eu e a Vicky perdemos várias ultimamente. Você é um pervertido que gosta de cheirar ou vestir elas. — Não, desculpa, tô desesperado e cometi um erro, mas não vai acontecer de novo. — Desesperado! Um erro? Explica que erro e devolve as calcinhas roubadas. — Desculpa, não posso... vendi elas pra pagar o aluguel. — Como assim vendeu? — É, desculpa mesmo, não tinha como pagar o aluguel do quarto e vendi me passando por garota pra homens que compram calcinha usada. — Você é um degenerado, um pervertido. Vou chamar a Vicky agora, contar tudo e te denunciar pra polícia. — Por favor, desculpa, não me denuncia, tô desesperado mesmo, não faz isso, faço qualquer coisa pra resolver o que fiz.
Ela ficou me encarando por um tempo, eu ainda com a calcinha na mão. — Isso vai ser divertido. Já que você gosta de brincar com calcinha, tira a roupa e veste a calcinha. — O quê? Não vou vestir calcinha, desculpa mesmo pelo que fiz. — Veste a calcinha, se não quiser que eu te denuncie, vai fazer o que eu mandar. — Tá bom, vou fazer. — Vou pro meu quarto fazer isso. — Nada, aqui na minha frente. Anda, se liga.
Tirei a roupa, fiquei de cueca sem coragem de tirar. — Anda, tira a cueca. Tirei e fiquei pelado na frente dela, o que fez eu ter uma ereção. Peguei a calcinha pra vestir, era preta de renda. — Espera, deixa eu ver. Parece que você ficou excitado, essa coisinha aí ficou durinha. Ela se aproximou, pegou com dois dedos e começou a me masturbar. — Ficou bem dura, mas não vejo crescer mais. Isso deve ter uns 7 centímetros, no máximo. Pablito, o filho de dois meses da vizinha... Tem maior que a tua kkkkk, que engraçadinha você parece, mas vamos ter que dar um jeito nisso, espera um pouco. Abriu o congelador, pegou um cubo de gelo e começou a esfregar no meu pinto pequeno, que foi encolhendo até quase sumir, enquanto eu morria de vergonha. — Kkkkk, não acredito, desapareceu, tá igual a uma buceta, agora veste a calcinha. Coloquei a calcinha e ela ficou justinha no meu corpo. — Ficou divina, melhor do que aquelas cuecas feias que sobravam pano, vou te dar de presente junto com o conjunto de sutiã, pega no cesto e veste. Peguei e passei os braços, mas na hora de fechar não consegui, enquanto ela me olhava rindo. — Parece que você tá com dificuldade, tira e vou te ensinar como faz. Agora coloca as bojo nas costas deixando o gancho na frente, fecha e vira, depois passa os braços e pronto, viu que fácil? Eu tava morrendo de vergonha, de cabeça baixa. — Você tá muito gostosa, Grabiela, só falta encher o sutiã com alguma coisa pra dar um peito, vou buscar algo. Voltou com duas esponjas e colocou em mim. — Agora sim, gostei mais. Do jeito que tá, começa a limpar a cozinha. Comecei a limpar a cozinha e tava varrendo o chão quando a Vicky chegou. Ao entrar na cozinha, parou, olhando primeiro pra mim e depois pra Sandra. — Que porra é essa, por que ele tá assim? — Oi, Vicky, senta que vou te explicar. Sandra explicou tudo e, no final, as duas saíram da cozinha e voltaram uns 10 minutos depois com uma sacola. — Grabiela, para o que tá fazendo e escuta o que vamos te dizer. Nós duas conversamos e, se você não quiser que a gente te denuncie, vai fazer tudo que a gente mandar. Tá disposta? — Sim. — Primeiro, a partir de hoje, você vai usar calcinha e sutiã, mas claro que não vai ficar de calcinha pelo apartamento o dia todo, então a gente achou umas roupas mais adequadas pra você. Toma, veste isso. Me entregou uma minissaia branca. Quando coloquei e passei por cima de Os joelhos foram se ajustando bem apertados na minha bunda depois que coloquei. Depois ela me entregou uma camiseta que eu vesti. — Ficou perfeita em você, que número de sapato você calça? — 38. — O mesmo que eu — disse Vicky. — Tenho alguns sapatos que não uso mais e vou te dar. Vamos pro meu quarto. No quarto dela, ela pegou três pares de salto alto e me entregou uns pretos com um salto de uns seis centímetros. — Coloca. Eu coloquei e, quando levantei, quase torci o tornozelo. Elas me mandaram voltar pra cozinha, andando com muita dificuldade até chegar lá. — Agora você está mais apresentável. Vamos continuar com as regras. Você tem pouco pelo, mas esse pouco precisa ser depilado. Seu cabelo é comprido e bonito, mas precisa de um corte mais feminino. Você deu sorte de sermos cabeleireiras, e a depilação e o corte vão ser no sábado à tarde, quando o salão estiver fechado. Você tem que andar sempre maquiada, vamos te ensinar como fazer. Isso é tudo sobre sua vestimenta. Tem algo a dizer? — Acho que vocês estão exagerando no meu castigo. — E você não exagerou vendendo nossas roupas íntimas? — Sim, eu realmente sinto muito. — Então não sinta, e agora aguente as consequências. Mais regras: você vai cuidar de todas as tarefas de casa — limpar, cozinhar, lavar roupa, tudo. Por enquanto é só. Agora sirva a comida que deixamos pronta pro almoço de hoje, porque daqui a pouco voltamos pro trabalho. Coloquei os macarrões que elas tinham deixado prontos pro almoço, andando com cuidado pra não cair, já que ainda não dominava os saltos. Elas terminaram de comer. — Nós vamos pro salão. Deixa a cozinha arrumada, depois tira o pó, varre e passa pano no chão inteiro. E quando a gente chegar, queremos a janta pronta. Comecei a fazer tudo. Aos poucos, fui me acostumando com os saltos. Às 7 da noite, comecei a preparar uma tortilha de batata com pão com tomate pra quando elas chegassem, já que fechavam o salão às 8. Fiquei esperando na cozinha, mas depois desse horário elas não apareceram. Só chegaram depois das 10. de noite, elas chegaram com várias sacolas. — Grabiela, já chegamos, vem, vamos pro teu quarto. Deixaram as sacolas em cima da cama. — Tira todas as cuecas que você tem e coloca nessa sacola, não vai mais precisar delas. Eu coloquei na sacola. — Agora coloca o que tem nessa sacola no lugar. Quando abri a sacola, tinha várias calcinhas e conjuntos de lingerie. — Vai, coloca elas, compramos pra você ter suas próprias calcinhas, não vai ficar usando as nossas, vamos te dar algumas nossas que não usamos mais. Coloquei na gaveta 10 calcinhas e 6 sutiãs, e aí me deram outra sacola. — Agora tira as calças do armário e no lugar delas coloca isso. Na sacola tinha 5 saias curtas, 2 vestidos e umas camisetas, tops e 2 camisolas. Uma terceira sacola onde tinha 2 pares de sapato de salto rosa e vermelho, e uma quarta com um kit de maquiagem. — Muito bem, agora você tem sua própria roupa, já pode servir o jantar pra gente. Depois de jantar e arrumar a cozinha. — Vamos pro teu quarto e experimenta a roupa que compramos pra você. Quase uma hora experimentando roupa, e a última coisa foram as camisolas, as duas de cetim e acima do joelho, a última era rosa, com a qual me fizeram trocar a calcinha e o sutiã por um conjunto rosa. — Já acabamos, ficou tudo muito bem em você, e te deixamos pronta pra dormir com essa camisola linda. Custou muito a pegar no sono, pensando na enrascada que me meti, e acabei ficando excitado pensando na humilhação que tava sofrendo. Fui acordado pela Sandra às 7:30. — Hora de levantar, Grabiela, você tem que preparar nosso café da manhã. — Porra, quase não dormi. — Esse não é meu problema, acorda, enquanto eu preparo a roupa que você vai usar hoje. Levantei e coloquei meus chinelos de ficar em casa. — Para aí, onde cê vai com isso, coloca os saltos rosa. Fui de camisola preparar o café e torradas pra elas, em 5 minutos as duas estavam sentadas tomando café, quando terminaram, recolhi as xícaras e coloquei na A pia pra lavar elas. — Deixa isso pra depois e vamos pro teu quarto te vestir. Em cima da cama tinha uma saia plissada rosa e uma camiseta rosa daquelas que tinham comprado pra mim. — Coloca isso e senta aqui que a gente vai te maquiar um pouco. Eu vesti enquanto elas riam, e depois sentei e elas começaram a me maquiar. — Já pode começar a ver tutoriais de maquiagem pra aprender a fazer sozinha. Um tempo depois. — Já tá bem maquiada, ninguém ia dizer que você é um garoto, parece uma garota de verdade, se olha. Me olhei no espelho e ela tinha razão, eu podia passar por uma garota fácil. — Porra, é verdade. — A gente vai embora agora, você tem serviço pra fazer: as camas, limpar nossos quartos, colocar uma lavadora com minha roupa e outra com a da Vicky, e a comida, hoje queremos lentilha. — Tá bom. Elas foram embora e eu comecei colocando uma lavadora e depois os quartos delas, depois estendi a roupa e coloquei outra lavadora e por último a comida, por sorte eu cozinho bem, até elas chegarem pra almoçar. — Essa tarde dedica a ver tutoriais de maquiagem. Passei a tarde toda vendo tutoriais, quando elas chegaram me ensinaram como desmaquiar e me fizeram maquiar sozinha, ficou horrível e me fizeram desmaquiar de novo, e nessa segunda vez elas foram me guiando e saiu um pouco melhor, depois servi o jantar e fomos dormir. — Amanhã sábado às 7:30 você tem que estar de pé, põe o despertador. Levantei naquela hora pra preparar o café da manhã, deixaram a roupa do dia pronta, conjunto preto por baixo e vestido preto curtinho e colado no corpo, me maquiei sozinha, elas foram trabalhar, de novo quartos, recolhi a roupa e dobrei e preparei a comida, elas chegaram às 2 da tarde e depois de comer e arrumar a cozinha. — Grabiela, você tá pronta pra uma pequena mudança de visual. — Não, já tô de castigo o bastante, não acham? — É pouco do que ainda te espera, temos planos bonitos que vamos explicar hoje à noite, então vamos pro salão de beleza. — Não. Peço perdão, como vou descer assim na rua. - Para de reclamar e vamos. Elas me agarraram entre as duas, me tiraram do apartamento e me levaram até o salão. Lá dentro, me colocaram na sala de depilação. - Tira o vestido que vamos depilar os poucos pelos que você tem. Me fizeram deitar na maca só de calcinha e depilaram os poucos pelos com cera. Depois, me levaram pro salão, me sentaram no lavatório e fiquei lá quase meia hora. - Senta aqui agora enquanto o que colocamos no teu cabelo faz efeito. Sentei, vendaram meus olhos, e enquanto a Sandra arrumava minhas sobrancelhas, a Vicky cuidou das minhas unhas. Não sei quanto tempo passou até me sentarem de novo no lavatório e lavarem meu cabelo de novo enquanto continuavam nas minhas unhas. Depois de lavado, me sentaram de novo onde estava antes. - Seu cabelo ficou lindo, gostosa, você vai ver. Eu ainda estava de olhos vendados. A Sandra começou a cortar meu cabelo, a Vicky um tempo depois terminou as unhas das mãos, tirou um dos meus sapatos e começou com as dos pés. As duas terminaram quase ao mesmo tempo. - Já acabamos, você tá linda, Grabiela, pronta pra se ver. Tiraram a venda dos meus olhos e fiquei chocada ao me ver no espelho. Meu cabelo agora era loiro platinado, caía pelos meus ombros totalmente liso e muito feminino. Minhas sobrancelhas bem finas e minhas unhas muito compridas e de um vermelho intenso. Me ver assim me fez sentir totalmente humilhada, mas me excitou e causou uma ereção que ficou visível no vestido. Eu gostava daquela sensação, mas quis mostrar o contrário. - Não pode ser, vocês passaram dos limites, não podem fazer isso comigo. - Bom, esse volume que cresceu aí parece dizer o contrário, que você gostou. - Sim, eu fiquei excitada. - Hahaha, vamos arrumar essa maquiagem um pouco e depois dar uma volta no shopping pra você comprar umas coisinhas. - Vocês não podem me levar lá assim. - Claro que podemos. Me desmaquiaram, me maquiaram de novo, me entregaram uma bolsa preta e fomos. do carro e sentada no banco de trás sozinha, me levaram pro shopping. quando cheguei, me levaram direto pra uma loja de lingerie. — você vai fazer sua primeira compra de calcinhas, vai olhando e escolhe uns conjuntos. peguei um vermelho e um azul, de lá me levaram pra comprar uma saia e um vestido, elas pagaram tudo, e depois de comprar umas pizzas voltamos pra casa. — Grabiela, arruma a mesa sem perder tempo pra gente comer, que temos coisas pra fazer com você depois. jantamos rápido, praticamente em silêncio, e no final. — Grabiela, vai buscar seu notebook e traz. fui pegar e me fizeram sentar no meio das duas. — abre a página onde você vende as calcinhas. abri a página. — hahaha, você se colocou o nome de Grabiela e a foto de perfil, quem é? — não sei, peguei no Google. — você devia colocar uma sua. — não, isso não. — claro que sim, fica aí na frente que vou tirar uma. fiquei na frente e ela tirou uma foto com meu celular. — agora sobe. fui cortar a foto pra não aparecer meu rosto. — sem cortar, de corpo inteiro, gata. — como vou mostrar o rosto? — claro que sim, pra eles verem como é gostosa a putinha que vende as calcinhas usadas pra eles, ah, não te falamos? agora você vai vender suas calcinhas usadas pra pagar o aluguel, a roupa que compramos pra você e a comida, e as primeiras que você vai vender são as que você tá usando. volta aí na frente, levanta o vestido que vou tirar uma foto com elas vestidas. — não posso colocar uma foto de calcinha, vão perceber que sou um menino. — enfia bem entre as pernas, não é grande coisa o que você tem que esconder, e não vão perceber. tiraram duas fotos, uma de frente e outra de costas, e me fizeram subir na página e colocar à venda. — Grabiela, não te excita saber que logo um homem vai estar cheirando suas calcinhas? pensar nisso, na verdade, me dava muito tesão. — um pouco. — hahaha, sabia, você é patética. depois de colocar minhas calcinhas à venda, ficaram olhando a página, e um tempo depois recebi uma mensagem. — Grabiela, chegou uma mensagem pra você. A gente leu e tavam oferecendo 30 euros por elas. - Agora já pode vender suas primeiras calcinhas. - Vamos esperar, isso é pouco dinheiro, vão oferecer mais. - Pouco? 30 euros. - Sim, no mínimo já vendi por 50 e umas por 125 euros. - Caralho, tem uns pervertidos por aí mesmo. Fomos dormir sem receber mais nenhuma oferta, acordei às 9, era domingo e dava pra dormir um pouco mais, preparei o café e daí a pouco elas se levantaram. - Bom dia, Grabiela. - Bom dia. - Você viu se ofereceram mais alguma coisa? - Não, ainda não olhei. - Vai pegar o notebook e vamos ver. - Olha, ofereceram 50. - Aceita a oferta, não vamos esperar mais. Aceitamos a oferta e na segunda de manhã a Sandra foi comigo e eu enviei por reembolso nos Correios. A partir daquele dia, eu vendia 2 ou 3 calcinhas usadas minhas por semana e cuidava das tarefas de casa. Todo sábado me levavam no shopping pra comprar novas. As primeiras eram calcinhas clássicas, mas de renda. No sábado seguinte, já me fizeram comprar tangas, fio-dental, calcinhas de todo tipo. Aprendi a me maquiar, elas cuidavam das minhas unhas e cabelo. Cada vez eu gostava mais do meu novo papel. Conforme as semanas passavam, elas foram pesquisando na internet, me compraram uns peitos de silicone e uma jaula de castidade em forma de buceta de silicone com um argola rosa que segurava minhas bolas e escondia meu pau pequeno num tubo por onde a ponta saía pra eu poder mijar com ela. Poucos dias depois, um consolo de borracha de 15 cm que me obrigaram a usar deitada na cama com a calcinha virada pro lado enquanto me gravavam. Já tinham passado mais de 4 meses e um sábado, depois de uma sessão de cabelereiro e manicure, me levaram a uma loja fetichista e me fizeram comprar 2 vestidos colados bem putaria, várias saias putinhas que ficavam no meio da bunda, e um uniforme de empregada. Quando cheguei em casa, depois do jantar, me fizeram vestir um vermelho que ficava totalmente justo. ao corpo e deixava à mostra tanto na frente quanto atrás minha calcinha vermelha, elas sentadas no sofá e eu de pé na frente delas. — Grabiela, você quer saber por que compramos essas roupas, né? — Sim. — A venda das suas calcinhas tá indo muito bem, mas a gente pensou em te criar um OnlyFans e te gravar brincando com seus brinquedos. — Não, isso não, não quero fazer isso. — Você pode e não pode recusar, é decisão nossa e você tem que aceitar. — Não quero, não, podem me reconhecer. — Calma, tá tudo planejado, você vai usar uma máscara pra não ser reconhecida, então já sabe, não pode recusar. Abriram o notebook que tava em cima da mesa, procuraram o OnlyFans e começaram a abrir uma conta no meu nome como sissy Grabiela. A Vicky foi embora um instante e voltou logo, me entregando uma máscara. — Coloca ela que vamos tirar uma foto pro perfil. Coloquei, ela tampava meus olhos e metade do nariz, tiraram uma foto minha e colocaram. Depois de aberta, me mandaram ir pro quarto gravar meu primeiro vídeo enfiando o dildo no cu. Naquela noite e no dia seguinte, me fizeram gravar vários com roupas diferentes e um fazendo tarefas de casa com o vestido de empregada. Com o passar dos dias, sem perceber, parei de usar a máscara e foram adicionando novos brinquedos, um vibrador, roupas novas de colegial, freira, policial, enfermeira, etc... Entre as calcinhas que vendíamos e os vídeos, estavam ganhando muito dinheiro que eu não via, tudo ficava com elas. Uns 5 meses depois. — Grabiela, um seguidor seu do OnlyFans nos fez uma proposta muito interessante, quer gravar um vídeo com você num quarto de hotel e nos oferece muito dinheiro. — Não, agora eu recuso de vez, não vou ficar com nenhum homem. — Sabe que não pode recusar, além disso já tá combinado com ele, lugar e hora, a gente vai estar presente gravando. — Não, com um homem não. — E como vai ser com homem sim, vai ser daqui a 2 sábados, ele paga 1000 euros por você, mas coloca umas condições que Aceitamos. - 1000 euros, é muito dinheiro. - Por isso mesmo que você vai fazer, e pra você ver que não somos tão más, vamos te dar 300 pra você. Um sábado antes, voltamos na loja fetichista e me compraram um putivestido rosa que ficava totalmente justo no meu corpo, por sorte, mesmo sendo curto, ele batia na altura da bunda e cobria, depois um conjunto de lingerie rosa com liga e meia-calça e, por último, uns saltos de 12cm. No dia do encontro, no sábado seguinte às 2 da tarde, me mandaram levar a comida delas até o salão de beleza porque iam fazer uma transformação no meu visual. Depois de lavar meu cabelo e vendar meus olhos enquanto Sandra mexia no meu cabelo, a Vicky fazia minhas unhas, quase 3 horas depois eu estava na frente do espelho me vendo com o cabelo totalmente rosa combinando com minhas unhas compridas. Daí subimos pra casa, eu tinha que me vestir, mas primeiro me fizeram fazer um enema. Depois de estar vestida e maquiada com uns lábios totalmente rosa, o reflexo no espelho era de uma boneca Barbie. Faltava uma hora pro encontro ainda, faltando 45 minutos. - Falta o último detalhe, você tem que colocar esse plug anal no cu. Ela me mostrou um plug com um coração rosa brilhante. - Levanta o vestido e abaixa um pouco a calcinha que eu vou colocar. Eu já tinha saído muitas vezes vestida de garota na rua, mas nunca assim vestida, o vestido na altura da bunda, mesmo escondendo a calcinha, e a liga à mostra, e comecei a sentir medo. - Não posso sair assim na rua, pareço uma puta, todo mundo vai me olhar. - Pode sair sim, e você não parece, você é uma puta. Ele colocou em mim e disseram que era hora de sair. Andar com aquele vestido tão justo que a cada passo subia e eu tinha que ir abaixando, com aquilo enfiado no cu me fazia sentir uma sensação estranha, e ir sentada no carro era ainda pior. Chegamos no hotel, deixamos o carro no estacionamento, entramos e na recepção tinha um homem conversando com o porteiro. O homem estava olhando pra porta, ao nos ver entrar, sorriu pra gente. devia ter uns 40 anos, uns 1,90m de altura, moreno, parecia forte. - oi meninas, chegaram na hora. - oi, Fran. Elas se cumprimentaram com dois beijos. - e você é a Grabiela. E me deu dois beijos. - Pablo, me dá a chave. - aqui está, Fran, o quarto de sempre no último andar. Ele me agarrou na bunda e nos levou até o elevador. Quando entramos, ele colocou uma máscara e disse que podiam começar a gravar, e tirou algo do bolso. - tenho um presente pra você. Nas mãos dele, tinha um colar rosa que ele colocou em mim e depois me puxou por ele com uma corrente. - fica de quatro agora. Olhei pra ele, surpresa. - anda. Disse de forma autoritária, eu obedeci e fiquei de quatro dentro do elevador, e na mesma hora ele acariciou minha cabeça. - assim que eu gosto, que você seja uma putinha dócil e obediente. Quando o elevador parou e a porta abriu, ele puxou a coleira, me fazendo sair assim até a porta do quarto. Me senti totalmente humilhada, coisas que me excitaram a ponto de eu gozar. Entramos no quarto, ele me levou até a beirada da cama e de novo acariciou minha cabeça, descendo pelas costas até chegar na bunda. Acariciou com força, me deu umas palmadas e enfiou a mão entre minhas pernas. - adoro cachorrinhas como você, tão dóceis, tão submissas e obedientes, e já de cara excitada, molhando a calcinha. Fica de joelhos. Me ajoelhei enquanto ele acariciava minha cabeça e tirava a coleira. - assim, boa putinha. Ele começou a tirar a camisa, os sapatos e as calças até ficar nu a um palmo de mim. Na frente dos meus olhos apareceu uma pica flácida, mas bem grande. Ele pegou com uma mão e agarrou minha cabeça, mas eu, assustada, recuei pra trás. - não consigo fazer, não sou gay. Ele me deu dois tapas em cada bochecha e me agarrou pelo cabelo, fazendo eu olhar na cara dele. - claro que não é, eu só vejo uma putinha qualquer que vai fazer tudo que eu mandar, pelo que paguei muito dinheiro. Ele aproximou a pica de novo. Ela esfregou a cara dela nos meus lábios, me segurando pelo cabelo e olhando na cara dela, me deu vários tapas com ela e colocou a ponta nos meus lábios. — Começa a chupar. Sem me atrever a reclamar de novo, abri a boca e meti a ponta, que comecei a chupar, enquanto ele me olhava sorrindo. Ele manteve assim por um tempo e depois foi enfiando um pouco e voltando pra trás, enquanto eu sentia ele crescendo rápido na minha boca. Achei que tinha chegado no máximo quando ele enfiou até o fundo da minha garganta, parando um momento assim. Pensei que ia me afogar, meus olhos soltavam lagrimões, era muito maior que meu dildo, chutei uns 18 ou 19 cm, mas tava enganada. — Adoro ver esses olhos lacrimejando quando faço vocês engolirem meus 22 cm de pica. Ele me deixou chupando a pontinha de novo por um tempo e depois enfiou até o fundo de novo, pra depois tirar da minha boca, e sem desgrudar meus lábios do pau, desceu até as bolas. — Chupa minhas bolas. Comecei a chupar as bolas dele. — Enfia elas inteiras na boca. Enfiei uma na boca e depois a outra. — As duas ao mesmo tempo, putinha. Com dificuldade, enfiei as duas e então ele empurrou minha cabeça na direção dele enquanto me fazia olhar nos olhos dele, enquanto a Vicky me gravava de perto. — Como eu curto isso, vendo a cara de puta que você faz. Ele parou de apertar e eu continuei chupando um pouco até ele tirar as bolas e enfiar de novo na minha boca, mas agora me comendo cada vez mais rápido. Uns dois minutos depois, ele tirou e gozou uma porrada na minha cara, e enfiou de novo pra descarregar mais umas duas dentro da minha boca, que me fizeram ter ânsia por um momento. Pensei que ia vomitar, mas consegui evitar. — Você tá linda com a cara cheia de porra, levanta. Eu levantei e ele me virou, dando um tapa na minha bunda e começou a apalpar por uns dois minutos. — Sobe na cama e fica de quatro como uma boa putinha na beirada. — Não, por favor, não faz isso comigo, você vai me machucar. Ele me deu mais uns tapas na cara. — Obedece, quem manda aqui sou eu. Abaixando a cabeça... Cabeça baixa, subi na cama e fiquei de quatro. Ela me deu umas palmadas e levantou meu vestido, passou a mão na minha bunda por cima da calcinha. Mais umas palmadas e afastou a calcinha pro lado. — Que joia linda você tem no cu, gosta, sua putinha? — Sim. Ela começou a acariciar minha nádega nua, misturando com palmadas, tirou o plug e jogou na cama na minha frente. Continuou me apalpando e senti um frescor no ânus. Parou de me tocar por uns segundos e notei uma pressão que foi entrando devagar no meu cu, recuava e entrava de novo. Comecei a sentir uma dor, nada forte, mas incômoda, acho que por estar acostumada com os dildos. Por sorte, ela foi colocando com cuidado até que, sem avisar, me segurou pelos quadris e meteu de uma vez, me fazendo gritar. Começou uma metida lenta, mas constante, e a dor chata foi virando um prazer leve, depois um prazer delicioso que me fazia gemer igual uma puta. — Não queria, a safada, e olha como goza agora. Hoje você volta pra casa feita uma mulher de verdade, de pernas abertas, rebolando o cu e bem comida. Quando gozou — por sorte usou proteção —, me mandou descer da cama, colocou a coleira em mim e me fez andar igual uma putinha pelo quarto, me acariciando da cabeça até a bunda. — Você é uma boa putinha e se comportou muito bem. Depois de dar umas voltas pelo quarto e na varanda, lá fora mandou eu ficar de joelhos e chupar de novo até ela gozar quente na minha boca. — Bom, meninas, vou indo. Se quiserem, podem ficar pra passar a noite aqui, já tá pago. Se despediu das minhas donas com dois beijos, eu ainda de quatro no chão do lado dela, segurando a coleira na mão dela. — Tchau, meninas. Chao, putinha. E foi embora. Decidiram que a gente ia dormir ali, pediram janta pra três, elas dormiram na cama e eu numa poltrona que tinha lá. De manhã, depois do café, voltamos pra casa. Umas Semanas depois, decidiram que eu trabalharia com elas no salão, já que em casa eu ficava com muito tempo livre. Comecei fazendo a limpeza e me ensinaram a lavar cabeças. Me fizeram um contrato de meio período. Três meses depois, comecei um curso de cabeleireiro e estética. Um ano e meio depois. Eu cheguei na casa do Fran sozinha, vestida bem puta, exibindo uns peitos pequenos mas redondinhos por causa dos hormônios que eu tomava há um ano. — Oi, Grabiela. — Oi, Fran. A gente se cumprimentou com um beijo na boca, como já era costume uma vez por mês quando a gente se via, às vezes no apartamento dele, outras no que eu morava com as meninas. Minha página do OnlyFans tava inativa há meses, mas um sábado à noite por mês eu continuava sendo a putinha do meu Fran.
3 comentários - Por vender las braguitas de mis compañeras de piso