polícia derrotada capítulo 10
Já se passaram 6 meses, não sei nada do Alex. O guarda que praticamente me tem na mão dele se chama Paul, sinto que ele tá de marcação comigo. Expliquei mil vezes que não traí eles, que o Rom me obrigou a apagar os antecedentes deles dos arquivos da polícia, mas claro, por que é que iam acreditar em mim.
Paul me deu um uniforme de prisioneira, mesmo já tendo o Rom capturado, o ódio que ele sente por mim não passa. Paul todos os dias me amarra numa cadeira e interroga, não sei o que mais ele quer de mim. Ele me amarra na cadeira, abre a parte de cima da minha roupa deixando minhas tetas de fora e depois me esbofeteia ou se masturba me olhando. Ele me faz sentir como um objeto, um simples brinquedo.
PAUL: Responde, sua puta maldita, quem mais está na rede do rom?
MADELYN: Te juro que não sei, o ROM é quem manda, já tá preso.. por favor.. me deixa em paz..
PAUL: Maldita traidora, mais cedo ou mais tarde os outros dessa organização vão cair e você vai pagar, porque não vai ter jeito nenhum de sair daqui.
MADELYN: Por favor, te juro que eu não faço parte dessa organização, fui capturada!
PAUL: Você apagou toda a informação do histórico do Rom, mas não me engana.
MADELYN: Já expliquei mil vezes, tava sob chantagem, não tive outra opção..
Paul me deu um tapa na cara que fez escorrer lágrimas dos meus olhos e senti meu rosto queimar ao receber aquele golpe.
PAUL: vou te falar uma coisa, sua puta, aqui a gente não perdoa traidor, te juro que isso aqui vai ser um paraíso comparado ao lugar pra onde vão te levar..
MADELYN: Do que você está falando? Eu sou inocente, o agente Alex vai vir com as provas da minha inocência, vocês não podem me levar pra lugar nenhum.
PAUL: Esquece toda esperança, amanhã mesmo você vai pra Sadiana.
MADELYN: sadiana? nunca ouvi falar desse lugar.
PAUL: É, bom, tem coisas que só os mais próximos sabem... Sadiana é uma ilha isolada do mundo onde ficam os presos mais violentos, é uma ilha sem lei, sobrevive o mais forte, não tem como escapar, fica no meio do mar. Imagina o que vão fazer contigo quando chegar, você vai ser a primeira mulher no lugar.
MADELYN: quê? de jeito nenhum eu vou a um lugar desses, você não pode me levar pra esse lugar.
PAUL: uma vez lá, a gente te dá por morta, te levo em 1 ou 2 dias, vou adorar ver o que os outros presos vão fazer com você naquele lugar, muita gente te conhece aí, haha.

Me deu um tapa e depois disso me arrastou pelos cabelos até uma cela onde eu deveria esperar para ser transferida junto com alguns outros presos que tiveram o mesmo azar que eu.

Continuava algemada com os peitos de fora, mas pelo menos tava com o uniforme, ainda assim implorei, supliquei que podia ter outro jeito, que eu podia provar minha inocência, que por favor não me mandasse pra aquele lugar, mas parecia que ele gostava de me ver desesperada chorando e implorando, vi nos olhos dele como ele curtia me ver daquele jeito, bem satisfeito ele se virou e saiu do lugar me deixando sozinha na cela de espera.
eu estava resignada, agachada chorando, procurando um jeito de sair daquele lugar, ouvi que traziam outro prisioneiro, nem tentei olhar, continuei desolada no chão quando de repente ouvi uma voz familiar.

Ao ouvir a voz dele, me virei na hora pra olhar, sabia que era ele, eu não podia acreditar.
ROM: vamos, vamos, parece que viajaremos juntos, sua puta, puta traiçoeira.
MADELYN: Rom.. não pode ser, você não pode estar aqui..
ROM: vou ter que te punir, foxy, olha só fazer seu amigo me prender..
MADELYN: Não há nada que você possa fazer comigo.. estamos perdidos.
ROM: Quer que eu te dê uma surra, vadia? É melhor você começar a se desculpar.
MADELYN: não sou uma puta e você não vai fazer nada comigo, já aguentei o suficiente!
ROM: você vai se arrepender, talvez o melhor castigo seja te deixar aqui.
MADELYN: para de se gabar, nós dois vamos para o mesmo lugar, não tem como escapar.
ROM: fala por você, vadia, eu não vou chegar na ilha, se quer que eu te leve... vai ter que merecer.
MADELYN: O-que? fugir... é impossível, como você conseguiria...
ROM: bom, você vai ver na hora da verdade e bem vadia... você vai ficar?
Fiquei em silêncio por alguns minutos; se chegasse à ilha, não teria como escapar. No entanto, essa decisão mudaria minha vida para sempre. Se eu fugisse com o Rom, nunca mais poderia exercer minha profissão de policial, nem teria chance de provar minha inocência. Mas chegar àquela ilha seria o mesmo inferno para mim. Não faço ideia das atrocidades que fariam comigo lá, e também não acho que conseguiria sobreviver naquele lugar.
MADELYN: tá bom, Rom, eu vou com você.
ROM: hahaha mas eu não disse que te levaria, vadia.
MADELYN: pe-mas você me deu a entender isso.
ROM: implora, vadia, e aceita o seu lugar, eu só levaria a minha puta suja.
MADELYN: e-eu, e-eu.. p-por favor..
ROM: sh sh sh.. não.. implora direito.. de joelhos você já sabe como fazer..

Tive que me ajoelhar e engolir todas as minhas palavras e o pouco que me restava de orgulho, minha vida ia mudar pra sempre e, pra piorar, eu tinha que implorar e me humilhar praticamente pra conseguir escapar daquele destino torturante.
MADELYN: Por favor, me leva... me leva com você.
ROM: Por que eu te levaria? Quem é você?
MADELYN: Sou a ex-oficial Madelyn, sua putinha suja.
ROM: já nos entendemos um pouco melhor, mas ainda não me convenceu, vadia.
MADELYN: vou obedecer em tudo o que o senhor pedir, eu imploro, me leva com o senhor.
ROM: você vai ser uma putinha obediente?
MADELYN: Sim, serei uma putinha obediente.
ROM: você aceitaria o castigo? porque você foi desrespeitosa, eu tenho que te punir e te dar o que você merece.
MADELYN: por favor, rom, me perdoa, não me machuca mais.. eu te imploro.. eu faço o que você quiser, mas por favor não me bate.
ROM: bem, você não quer que eu te bata, sabe, tenho uma ideia, vai gerar dinheiro pra mim, suponho que você sabe como.
MADELYN: O-O QUÊ!?, v-você não está pensando.. em..
ROM: Sim, exatamente isso, Madelyn, fala isso, eu vou fazer igual, é isso ou você fica aqui.
MADELYN: você vai me prostituir? mas mas eu sou uma oficial de polícia reconhecida, vão me ver e me reconhecer..
ROM: você era uma oficial, já não é mais, agora você é só uma puta e seus clientes serão na maioria criminosos, então não se preocupa, eles vão adorar ver o pior pesadelo deles submetido diante deles.
MADELYNE: por favor.. não me faça isso..
ROM: vou te prostituir e pronto, aceita ou larga?
Não consegui segurar as lágrimas que escaparam dos meus olhos, eu ia ser prostituída e o pior é que aqueles criminosos que um dia me deram tanto trabalho seriam os que me alugaram, eu ia ficar à mercê deles, era muito humilhante e frustrante ao mesmo tempo, mas não tinha outra opção.
MADELYN: Tá bom, eu aceito.. vou fazer o que você mandar, aceito virar prostituta, mas me leva com você, por favor.
ROM: isso mesmo, vadia, assim que eu gosto. Fica tranquila que quando chegar a hora, a gente vai.
No dia seguinte, quando acordo, noto que o Rom já não estava. Entrei em pânico, não sabia se ele já tinha escapado e me abandonado ou se tinham levado ele primeiro. Naquele instante, o oficial Paul chegou de novo e abriu a grade.
PAUL: Anda, vadia, primeiro vou te levar a um ponto de entrega, digamos que sadiana é algo ilegal, por isso não se chega com os carros de polícia normais.
MADELYN: até que ponto eles vão me levar? já levaram a Rom?
PAUL: isso não é da sua conta, anda, sua traidora de merda.

Consegui me levantar mesmo estando algemada e saí andando pra fora da cela. O Paul me levou de um jeito bruto, me jogou num carro de patrulha e me levou pra uma cidade horrível. Parecia que naquele lugar também não tinha lei nenhuma, e no meio de umas ruas tinha uma cela só, uma cela construída bem no meio da via pública. Naquela hora eu já tive um pressentimento do que ia acontecer comigo ali. Tentei resistir, mas o Paul me pegou pelo cabelo e me fez entrar à força.

Ele me puxou pelo cabelo e me empurrou, fechando a porta da cela pública atrás de mim. Eu me ajeitei e olhei pra ele, implorei que pelo menos cobrisse a cela, porque as pessoas que passavam podiam me ver, e ele disse que era exatamente essa a ideia, que era isso que eu merecia.

Ao lado dele só tinha mais um policial que, segundo ele me disse, era o que ficaria me vigiando pra eu não escapar, mas que hoje eu seria a protagonista do show.
Me tiraram as algemas e minhas calças, encaixaram uma espécie de vara dentro da cela onde me amarraram, também me colocaram um pano na boca pra eu não gritar e lá estava eu, exposta semi nua com as tetas de fora, pra qualquer um que passasse me ver.

Paul foi embora e deixou o segurança no comando, o cara ficava me encarando e de vez em quando me apalpava quando não tinha ninguém passando, eu não podia fazer nada, alguns passavam e me olhavam, até que em um momento juntou um grupo, tinha meninos e meninas, tiravam fotos de mim, eu tentava dizer pra eles não tirarem fotos, estava totalmente envergonhada, exposta e não sabia onde essas fotos iriam parar, praticamente estava exposta pra todo mundo, foi horrível a sensação de me sentir vulnerável, tão envergonhada, só saíam lágrimas e soluços, a vergonha me venceu, me senti tão inferior.

Naquele instante, perdi toda a esperança, o Rom não estava, foi a primeira vez na minha vida que desejei tanto ouvir a voz dele, mas em vez disso, eu ouvia as pessoas zombando e me insultando, me chamando de puta, ou de vadia, ou dizendo que eu era lixo, tiravam fotos e gravavam vídeos, mas no meio das risadas e insultos, ouviram-se tiros, a galera se alvoroçou e em poucos segundos não tinha mais ninguém, e o guarda também não estava, parece que ele foi atingido por alguma bala.

Era o Rom e mais uns caras que estavam com ele, parou na frente da minha cela e com um sorriso malvado me olhou de cima a baixo.
ROM: Te dá tesão me ver como uma putinha de merda?
Eu assenti com a cabeça, nunca imaginei que chegaria o momento em que eu ficaria feliz em ver a Rom de novo.


Rom abriu a porta da cela, entrou e me desamarrou do poste, mas não tirou as correntes. Em vez disso, o que ele fez foi me puxar pelas correntes que amarravam minhas mãos e, sem tirar o pano da minha boca, simplesmente me levou com ele, me arrastando como se eu fosse uma espécie de troféu que ele exibia para as pessoas. Nunca vou esquecer a vergonha e o quão pequena me senti ao ser levada daquele jeito tão humilhante, totalmente exposta aos olhos de todo mundo.
ROM: Vamos, vadia... essa bunda tem que dar dinheiro... hahahaha...
CONTINUA…
Já se passaram 6 meses, não sei nada do Alex. O guarda que praticamente me tem na mão dele se chama Paul, sinto que ele tá de marcação comigo. Expliquei mil vezes que não traí eles, que o Rom me obrigou a apagar os antecedentes deles dos arquivos da polícia, mas claro, por que é que iam acreditar em mim.
Paul me deu um uniforme de prisioneira, mesmo já tendo o Rom capturado, o ódio que ele sente por mim não passa. Paul todos os dias me amarra numa cadeira e interroga, não sei o que mais ele quer de mim. Ele me amarra na cadeira, abre a parte de cima da minha roupa deixando minhas tetas de fora e depois me esbofeteia ou se masturba me olhando. Ele me faz sentir como um objeto, um simples brinquedo.

PAUL: Responde, sua puta maldita, quem mais está na rede do rom?
MADELYN: Te juro que não sei, o ROM é quem manda, já tá preso.. por favor.. me deixa em paz..
PAUL: Maldita traidora, mais cedo ou mais tarde os outros dessa organização vão cair e você vai pagar, porque não vai ter jeito nenhum de sair daqui.
MADELYN: Por favor, te juro que eu não faço parte dessa organização, fui capturada!
PAUL: Você apagou toda a informação do histórico do Rom, mas não me engana.
MADELYN: Já expliquei mil vezes, tava sob chantagem, não tive outra opção..
Paul me deu um tapa na cara que fez escorrer lágrimas dos meus olhos e senti meu rosto queimar ao receber aquele golpe.
PAUL: vou te falar uma coisa, sua puta, aqui a gente não perdoa traidor, te juro que isso aqui vai ser um paraíso comparado ao lugar pra onde vão te levar..
MADELYN: Do que você está falando? Eu sou inocente, o agente Alex vai vir com as provas da minha inocência, vocês não podem me levar pra lugar nenhum.
PAUL: Esquece toda esperança, amanhã mesmo você vai pra Sadiana.
MADELYN: sadiana? nunca ouvi falar desse lugar.
PAUL: É, bom, tem coisas que só os mais próximos sabem... Sadiana é uma ilha isolada do mundo onde ficam os presos mais violentos, é uma ilha sem lei, sobrevive o mais forte, não tem como escapar, fica no meio do mar. Imagina o que vão fazer contigo quando chegar, você vai ser a primeira mulher no lugar.
MADELYN: quê? de jeito nenhum eu vou a um lugar desses, você não pode me levar pra esse lugar.
PAUL: uma vez lá, a gente te dá por morta, te levo em 1 ou 2 dias, vou adorar ver o que os outros presos vão fazer com você naquele lugar, muita gente te conhece aí, haha.

Me deu um tapa e depois disso me arrastou pelos cabelos até uma cela onde eu deveria esperar para ser transferida junto com alguns outros presos que tiveram o mesmo azar que eu.

Continuava algemada com os peitos de fora, mas pelo menos tava com o uniforme, ainda assim implorei, supliquei que podia ter outro jeito, que eu podia provar minha inocência, que por favor não me mandasse pra aquele lugar, mas parecia que ele gostava de me ver desesperada chorando e implorando, vi nos olhos dele como ele curtia me ver daquele jeito, bem satisfeito ele se virou e saiu do lugar me deixando sozinha na cela de espera.
eu estava resignada, agachada chorando, procurando um jeito de sair daquele lugar, ouvi que traziam outro prisioneiro, nem tentei olhar, continuei desolada no chão quando de repente ouvi uma voz familiar.

Ao ouvir a voz dele, me virei na hora pra olhar, sabia que era ele, eu não podia acreditar.
ROM: vamos, vamos, parece que viajaremos juntos, sua puta, puta traiçoeira.
MADELYN: Rom.. não pode ser, você não pode estar aqui..
ROM: vou ter que te punir, foxy, olha só fazer seu amigo me prender..
MADELYN: Não há nada que você possa fazer comigo.. estamos perdidos.
ROM: Quer que eu te dê uma surra, vadia? É melhor você começar a se desculpar.
MADELYN: não sou uma puta e você não vai fazer nada comigo, já aguentei o suficiente!
ROM: você vai se arrepender, talvez o melhor castigo seja te deixar aqui.
MADELYN: para de se gabar, nós dois vamos para o mesmo lugar, não tem como escapar.
ROM: fala por você, vadia, eu não vou chegar na ilha, se quer que eu te leve... vai ter que merecer.
MADELYN: O-que? fugir... é impossível, como você conseguiria...
ROM: bom, você vai ver na hora da verdade e bem vadia... você vai ficar?
Fiquei em silêncio por alguns minutos; se chegasse à ilha, não teria como escapar. No entanto, essa decisão mudaria minha vida para sempre. Se eu fugisse com o Rom, nunca mais poderia exercer minha profissão de policial, nem teria chance de provar minha inocência. Mas chegar àquela ilha seria o mesmo inferno para mim. Não faço ideia das atrocidades que fariam comigo lá, e também não acho que conseguiria sobreviver naquele lugar.
MADELYN: tá bom, Rom, eu vou com você.
ROM: hahaha mas eu não disse que te levaria, vadia.
MADELYN: pe-mas você me deu a entender isso.
ROM: implora, vadia, e aceita o seu lugar, eu só levaria a minha puta suja.
MADELYN: e-eu, e-eu.. p-por favor..
ROM: sh sh sh.. não.. implora direito.. de joelhos você já sabe como fazer..

Tive que me ajoelhar e engolir todas as minhas palavras e o pouco que me restava de orgulho, minha vida ia mudar pra sempre e, pra piorar, eu tinha que implorar e me humilhar praticamente pra conseguir escapar daquele destino torturante.
MADELYN: Por favor, me leva... me leva com você.
ROM: Por que eu te levaria? Quem é você?
MADELYN: Sou a ex-oficial Madelyn, sua putinha suja.
ROM: já nos entendemos um pouco melhor, mas ainda não me convenceu, vadia.
MADELYN: vou obedecer em tudo o que o senhor pedir, eu imploro, me leva com o senhor.
ROM: você vai ser uma putinha obediente?
MADELYN: Sim, serei uma putinha obediente.
ROM: você aceitaria o castigo? porque você foi desrespeitosa, eu tenho que te punir e te dar o que você merece.
MADELYN: por favor, rom, me perdoa, não me machuca mais.. eu te imploro.. eu faço o que você quiser, mas por favor não me bate.
ROM: bem, você não quer que eu te bata, sabe, tenho uma ideia, vai gerar dinheiro pra mim, suponho que você sabe como.
MADELYN: O-O QUÊ!?, v-você não está pensando.. em..
ROM: Sim, exatamente isso, Madelyn, fala isso, eu vou fazer igual, é isso ou você fica aqui.
MADELYN: você vai me prostituir? mas mas eu sou uma oficial de polícia reconhecida, vão me ver e me reconhecer..
ROM: você era uma oficial, já não é mais, agora você é só uma puta e seus clientes serão na maioria criminosos, então não se preocupa, eles vão adorar ver o pior pesadelo deles submetido diante deles.
MADELYNE: por favor.. não me faça isso..
ROM: vou te prostituir e pronto, aceita ou larga?

Não consegui segurar as lágrimas que escaparam dos meus olhos, eu ia ser prostituída e o pior é que aqueles criminosos que um dia me deram tanto trabalho seriam os que me alugaram, eu ia ficar à mercê deles, era muito humilhante e frustrante ao mesmo tempo, mas não tinha outra opção.
MADELYN: Tá bom, eu aceito.. vou fazer o que você mandar, aceito virar prostituta, mas me leva com você, por favor.
ROM: isso mesmo, vadia, assim que eu gosto. Fica tranquila que quando chegar a hora, a gente vai.
No dia seguinte, quando acordo, noto que o Rom já não estava. Entrei em pânico, não sabia se ele já tinha escapado e me abandonado ou se tinham levado ele primeiro. Naquele instante, o oficial Paul chegou de novo e abriu a grade.
PAUL: Anda, vadia, primeiro vou te levar a um ponto de entrega, digamos que sadiana é algo ilegal, por isso não se chega com os carros de polícia normais.
MADELYN: até que ponto eles vão me levar? já levaram a Rom?
PAUL: isso não é da sua conta, anda, sua traidora de merda.

Consegui me levantar mesmo estando algemada e saí andando pra fora da cela. O Paul me levou de um jeito bruto, me jogou num carro de patrulha e me levou pra uma cidade horrível. Parecia que naquele lugar também não tinha lei nenhuma, e no meio de umas ruas tinha uma cela só, uma cela construída bem no meio da via pública. Naquela hora eu já tive um pressentimento do que ia acontecer comigo ali. Tentei resistir, mas o Paul me pegou pelo cabelo e me fez entrar à força.

Ele me puxou pelo cabelo e me empurrou, fechando a porta da cela pública atrás de mim. Eu me ajeitei e olhei pra ele, implorei que pelo menos cobrisse a cela, porque as pessoas que passavam podiam me ver, e ele disse que era exatamente essa a ideia, que era isso que eu merecia.

Ao lado dele só tinha mais um policial que, segundo ele me disse, era o que ficaria me vigiando pra eu não escapar, mas que hoje eu seria a protagonista do show.
Me tiraram as algemas e minhas calças, encaixaram uma espécie de vara dentro da cela onde me amarraram, também me colocaram um pano na boca pra eu não gritar e lá estava eu, exposta semi nua com as tetas de fora, pra qualquer um que passasse me ver.

Paul foi embora e deixou o segurança no comando, o cara ficava me encarando e de vez em quando me apalpava quando não tinha ninguém passando, eu não podia fazer nada, alguns passavam e me olhavam, até que em um momento juntou um grupo, tinha meninos e meninas, tiravam fotos de mim, eu tentava dizer pra eles não tirarem fotos, estava totalmente envergonhada, exposta e não sabia onde essas fotos iriam parar, praticamente estava exposta pra todo mundo, foi horrível a sensação de me sentir vulnerável, tão envergonhada, só saíam lágrimas e soluços, a vergonha me venceu, me senti tão inferior.

Naquele instante, perdi toda a esperança, o Rom não estava, foi a primeira vez na minha vida que desejei tanto ouvir a voz dele, mas em vez disso, eu ouvia as pessoas zombando e me insultando, me chamando de puta, ou de vadia, ou dizendo que eu era lixo, tiravam fotos e gravavam vídeos, mas no meio das risadas e insultos, ouviram-se tiros, a galera se alvoroçou e em poucos segundos não tinha mais ninguém, e o guarda também não estava, parece que ele foi atingido por alguma bala.

Era o Rom e mais uns caras que estavam com ele, parou na frente da minha cela e com um sorriso malvado me olhou de cima a baixo.
ROM: Te dá tesão me ver como uma putinha de merda?
Eu assenti com a cabeça, nunca imaginei que chegaria o momento em que eu ficaria feliz em ver a Rom de novo.


Rom abriu a porta da cela, entrou e me desamarrou do poste, mas não tirou as correntes. Em vez disso, o que ele fez foi me puxar pelas correntes que amarravam minhas mãos e, sem tirar o pano da minha boca, simplesmente me levou com ele, me arrastando como se eu fosse uma espécie de troféu que ele exibia para as pessoas. Nunca vou esquecer a vergonha e o quão pequena me senti ao ser levada daquele jeito tão humilhante, totalmente exposta aos olhos de todo mundo.
ROM: Vamos, vadia... essa bunda tem que dar dinheiro... hahahaha...
CONTINUA…
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