Espero não entediar vocês com minhas histórias, mas desde que entrei no site, me sinto compreendida e apoiada. Quem não entende, quando conto, me chama de puta — e tudo bem que eu sou, mas isso não dá direito de me menosprezarem. Essa história começou há um ano, mais precisamente no dia do meu aniversário de 20 anos. O Germán é amigo do meu pai desde o colégio, 49 anos, casado e sem filhos porque a esposa não conseguiu engravidar. Claro que me conhece desde que nasci, e pra mim ele é tipo um pai do coração. No meu aniversário, teve um churrasco bem íntimo, com alguns amigos, avós e o Germán com a mulher dele. Vale contar que o Germán sempre me atraiu, moreno, alto. Pra minha festa, eu tinha vestido uma calça high bem justa e uma blusa amarela. A noite seguia normal até que o Germán saiu no quintal pra fumar. Aproveitei pra pedir um cigarro, e ele disse: "Não sabia que você fumava, Agus, como você cresceu, menina, e de todos os lados." Esse comentário me pareceu entre paternal e safado, e eu quis saber qual dos dois era mais forte. Lá dentro, todo mundo estava entretido, e claro que ninguém, nem a mulher dele, reparou que eu tava conversando com ele. Então aproveitei pra descobrir o que ele quis dizer com aquilo e, quase me fazendo de sonsa, perguntei: "Ger, o que você quis dizer com 'de todos os lados'?" O Germán sorriu, olhou pra dentro e falou: "Não leva a mal, Agus, você sabe que é como a filha que eu não tive, mas hoje, quando você se levantou pra pegar vinho, não consegui evitar de olhar sua raba. É perfeita, uma tentação." "Continua", falei. "Seu rostinho e esses peitos, uffff." O Germán, talvez pelo efeito da bebida, tava se soltando, e minha buceta já tava molhada — de verdade, eu tinha me masturbado várias vezes imaginando transar com ele. Senti que era a hora e, sem pensar, perguntei: "Entendi direito que te esquentei?" Ele me olhou como um pai prestes a dizer algo proibido e soltou: "Você não faz ideia, garota." Passei a mão na dele e falei: "Você também." Entramos pra evitar suspeitas, mas durante o resto da Na noite, trocamos olhares cúmplices e sorrisos. No dia seguinte, quando estava no trabalho, recebi um zap do Germán: "Agus, quero te pedir desculpas, me comportei como um velho tarado e me sinto horrível, te peço que esqueça o que eu disse." Eu: "Oi Germán, ontem à noite dediquei uma punheta gostosa pra você, mas não consegui aliviar o tesão. Me passa um hotel e vamos parar de enrolar, vamos foder." Germán: "Uau, gata, você me deixou de boca aberta e de pau duro. Se você topar, hoje às 18h no hotel da Independência. Me espera na esquina e sobe no carro." Eu: "Ok, papai, nos vemos." Umas 17h50 vi o carro chegar. Subi. Germán estava nervoso. "Tem certeza, Agus?", ele perguntou. "Certeza e com tesão", respondi. "Beleza." Entramos no quarto. Germán me comeu quase desesperado, me agarrou forte na bunda e enfiou a língua até minha garganta. "Vamos tomar um banho", ele disse. Me despiu beijando cada pedaço da minha pele que descobria. Meus peitos o enlouqueceram, e ele chupou e mordeu meus bicos. Eu o despi. Beijei seu peito. Desci e encontrei uma rola grossa e dura. Entramos no chuveiro. Ele me encostou na parede e chupou minha buceta, enfiando muita língua. Me pediu pra fazer um boquete, e chupei a rola dele devagar, engolindo até as bolas baterem no meu queixo. "Vagabunda, você faz garganta profunda, manda muito bem", ele dizia, acariciando minha cabeça. Nos secamos um ao outro e fomos pra cama. Ele começou chupando minha buceta e meu cu, me deixando louca. "Goza pra mim, gata, molha minha cara toda." Não demorou muito e eu banhei ele de sucos. Ele não me deu descanso, subiu e comeu meus peitos e minha boca. "Me come, velho filho da puta", falei, cheia de tesão, e isso o deixou louco. Ele enfiou até as bolas. "Que gostosa você é, sua puta, como engole essa pica", ele repetia. Me implorou pra comer sem camisinha, prometendo que gozaria na minha cara. "Vai, meu amor, preciso sentir o calor da buceta da minha filha", ele disse, já pirado. Imaginar que era filha dele me deixou com tanto tesão que falei: "Papai, me promete que não goza dentro." Ele saiu de mim e Tirei o globinho. Sentir o pau dele a seco foi lindo. Ele me metia devagar, me dando uns orgasminhos. Quando sentiu que ia gozar, tirou e me deu uma porrada de porra na cara toda, bufando e me chamando de puta, tomaaaa. A gente se beijou. Pediu uns drinques pro quarto. Daí a pouco ele falou: "vou no banheiro e volto, love". Segui ele e falei: "se for mijar, quero que mije em mim". A cara de choque e tesão dele foi divina. "Onde cê quer o mijo, putinha?" ele perguntou, doidão. "Boca e cara, pai". Ele mijou na minha boca como se fosse um vaso e passou o pau gotejando pelo meu rosto todo. Deus, que puta gostosa você é, sweet girl, e como você fode! Voltamos pra cama. Pedi pra ele chupar bem minha bunda porque queria que me comesse. Não consigo descrever a alegria do Germán quando ouviu que eu tava dando o cu. Ele chupou minha bunda, babando tudo. Fiquei de quatro e falei: "arrebenta meu cu, meu amor". Ele entrou como uma luva. "Que cu arrombado você tem, garota, que delícia", ele falava enquanto me macetava. A foda, por ser a segunda, foi longa e ele pôde curtir meu cu de verdade. Ele gozou me puxando pelo cabelo e caiu exausto nas minhas costas. Desde aquela tarde, virei amante dele. Ele me come gostoso pra caralho e o melhor é que ninguém desconfia de nada. Até a próxima.
Espero não entediar vocês com minhas histórias, mas desde que entrei no site, me sinto compreendida e apoiada. Quem não entende, quando conto, me chama de puta — e tudo bem que eu sou, mas isso não dá direito de me menosprezarem. Essa história começou há um ano, mais precisamente no dia do meu aniversário de 20 anos. O Germán é amigo do meu pai desde o colégio, 49 anos, casado e sem filhos porque a esposa não conseguiu engravidar. Claro que me conhece desde que nasci, e pra mim ele é tipo um pai do coração. No meu aniversário, teve um churrasco bem íntimo, com alguns amigos, avós e o Germán com a mulher dele. Vale contar que o Germán sempre me atraiu, moreno, alto. Pra minha festa, eu tinha vestido uma calça high bem justa e uma blusa amarela. A noite seguia normal até que o Germán saiu no quintal pra fumar. Aproveitei pra pedir um cigarro, e ele disse: "Não sabia que você fumava, Agus, como você cresceu, menina, e de todos os lados." Esse comentário me pareceu entre paternal e safado, e eu quis saber qual dos dois era mais forte. Lá dentro, todo mundo estava entretido, e claro que ninguém, nem a mulher dele, reparou que eu tava conversando com ele. Então aproveitei pra descobrir o que ele quis dizer com aquilo e, quase me fazendo de sonsa, perguntei: "Ger, o que você quis dizer com 'de todos os lados'?" O Germán sorriu, olhou pra dentro e falou: "Não leva a mal, Agus, você sabe que é como a filha que eu não tive, mas hoje, quando você se levantou pra pegar vinho, não consegui evitar de olhar sua raba. É perfeita, uma tentação." "Continua", falei. "Seu rostinho e esses peitos, uffff." O Germán, talvez pelo efeito da bebida, tava se soltando, e minha buceta já tava molhada — de verdade, eu tinha me masturbado várias vezes imaginando transar com ele. Senti que era a hora e, sem pensar, perguntei: "Entendi direito que te esquentei?" Ele me olhou como um pai prestes a dizer algo proibido e soltou: "Você não faz ideia, garota." Passei a mão na dele e falei: "Você também." Entramos pra evitar suspeitas, mas durante o resto da Na noite, trocamos olhares cúmplices e sorrisos. No dia seguinte, quando estava no trabalho, recebi um zap do Germán: "Agus, quero te pedir desculpas, me comportei como um velho tarado e me sinto horrível, te peço que esqueça o que eu disse." Eu: "Oi Germán, ontem à noite dediquei uma punheta gostosa pra você, mas não consegui aliviar o tesão. Me passa um hotel e vamos parar de enrolar, vamos foder." Germán: "Uau, gata, você me deixou de boca aberta e de pau duro. Se você topar, hoje às 18h no hotel da Independência. Me espera na esquina e sobe no carro." Eu: "Ok, papai, nos vemos." Umas 17h50 vi o carro chegar. Subi. Germán estava nervoso. "Tem certeza, Agus?", ele perguntou. "Certeza e com tesão", respondi. "Beleza." Entramos no quarto. Germán me comeu quase desesperado, me agarrou forte na bunda e enfiou a língua até minha garganta. "Vamos tomar um banho", ele disse. Me despiu beijando cada pedaço da minha pele que descobria. Meus peitos o enlouqueceram, e ele chupou e mordeu meus bicos. Eu o despi. Beijei seu peito. Desci e encontrei uma rola grossa e dura. Entramos no chuveiro. Ele me encostou na parede e chupou minha buceta, enfiando muita língua. Me pediu pra fazer um boquete, e chupei a rola dele devagar, engolindo até as bolas baterem no meu queixo. "Vagabunda, você faz garganta profunda, manda muito bem", ele dizia, acariciando minha cabeça. Nos secamos um ao outro e fomos pra cama. Ele começou chupando minha buceta e meu cu, me deixando louca. "Goza pra mim, gata, molha minha cara toda." Não demorou muito e eu banhei ele de sucos. Ele não me deu descanso, subiu e comeu meus peitos e minha boca. "Me come, velho filho da puta", falei, cheia de tesão, e isso o deixou louco. Ele enfiou até as bolas. "Que gostosa você é, sua puta, como engole essa pica", ele repetia. Me implorou pra comer sem camisinha, prometendo que gozaria na minha cara. "Vai, meu amor, preciso sentir o calor da buceta da minha filha", ele disse, já pirado. Imaginar que era filha dele me deixou com tanto tesão que falei: "Papai, me promete que não goza dentro." Ele saiu de mim e Tirei o globinho. Sentir o pau dele a seco foi lindo. Ele me metia devagar, me dando uns orgasminhos. Quando sentiu que ia gozar, tirou e me deu uma porrada de porra na cara toda, bufando e me chamando de puta, tomaaaa. A gente se beijou. Pediu uns drinques pro quarto. Daí a pouco ele falou: "vou no banheiro e volto, love". Segui ele e falei: "se for mijar, quero que mije em mim". A cara de choque e tesão dele foi divina. "Onde cê quer o mijo, putinha?" ele perguntou, doidão. "Boca e cara, pai". Ele mijou na minha boca como se fosse um vaso e passou o pau gotejando pelo meu rosto todo. Deus, que puta gostosa você é, sweet girl, e como você fode! Voltamos pra cama. Pedi pra ele chupar bem minha bunda porque queria que me comesse. Não consigo descrever a alegria do Germán quando ouviu que eu tava dando o cu. Ele chupou minha bunda, babando tudo. Fiquei de quatro e falei: "arrebenta meu cu, meu amor". Ele entrou como uma luva. "Que cu arrombado você tem, garota, que delícia", ele falava enquanto me macetava. A foda, por ser a segunda, foi longa e ele pôde curtir meu cu de verdade. Ele gozou me puxando pelo cabelo e caiu exausto nas minhas costas. Desde aquela tarde, virei amante dele. Ele me come gostoso pra caralho e o melhor é que ninguém desconfia de nada. Até a próxima.
22 comentários - Amigo do papai (amador real)
Me cogi a mi sobrina
Tengo la chota que no me da mas, ojalá podría mostrarte como me pusiste la poronga.
👅