Tudo aconteceu há uns anos. Os pais do meu melhor amigo, Damián, tinham se separado e ele foi morar com o pai. Mas como ele tava meio angustiado, recomendaram umas pílulas pra ajudar ele a dormir. Eu fazia companhia pra ele sempre que dava, quando não tava com a minha mina, e ficava pra dormir na casa dele, já que tinha um sofá-cama na sala de jantar. Mas quando ele apagava, eu ia pra sala ver um filme ou matar tempo até bater o sono. Às vezes eu ficava conversando com o José, o pai, que chegava tarde do trampo, já quando meu amigo tava dormindo. Ele era um cara fortão, de trinta e oito anos. Moreno, com um metro e oitenta de altura, costas largas, meio peludo e com uma barriguinha, barbudo mas careca. Sempre que tava em casa, ele andava pelado, só de um shortinho de futebol branco, no máximo, porque naquela temporada tava um calor do caralho e dava pra ver que ele não tava de cueca ou sunga, porque o pau dele descansado marcava. Eu também, geralmente, tava de short e camiseta ou só pelado, dependendo do dia. Mais de uma vez eu ficava falando com ele da porta da cozinha, agradecido por fazer companhia pro filho dele, e por algum motivo meu olhar descia pro volume dele e eu ficava encarando por um tempo. Só percebia depois de uns minutos, quando ele se ajeitava a bagaça e aí eu levantava o olhar. Ele não falava nada, mas sempre soltava um sorrisinho. Mas naquele dia não passou disso. No outro dia, ia me encontrar com minha mina, mas a gente discutiu e não se viu, e fui pra casa do Damián. Quando cheguei, não tinha luz, então subi os quatro andares pela escada, xingando baixinho. Troquei umas palavras com meu amigo, contei da briga, mas ele já tinha tomado o remédio e foi dormir. Faltava umas horas pro pai voltar, então peguei o celular e comecei a procurar um pornô, porque já que não fui transar, pelo menos queria bater uma, e sabia que meu amigo nem ia acordar. Aí fiquei pelado no meio do sofá-cama, aproveitando o apagão. Luz e comecei. Depois de um tempo me sacudindo, escuto. José: - Epa!!! O bagulho ficou duro. O celular caiu da minha mão de susto e eu não tinha nem como me cobrir. Era o pai, que estava dormindo porque não tinha ido trabalhar e eu nem sabia. José: - Continua, continua. Não queria te interromper. Levantei porque tava morrendo de calor com essa porra de apagão. Num tom super relaxado. Ele com a mesma roupa de casa que usava sempre. Enquanto eu tapava a pica com as duas mãos, totalmente envergonhado. E pedindo desculpa uma vez atrás da outra. Ele se aproximou repetindo pra eu me acalmar e sentou do meu lado, pegou o celular do tapete pra ver o que eu tava vendo, e segurou de um jeito que a gente visse os dois. Era um vídeo de uma chinesinha chupando um negão. José: - Uffff, que delícia, como eu gosto de um boquete. Te incomoda se eu ficar aqui contigo? Porque faz uns dez meses que não como ninguém! Enquanto falava isso, abaixou a calça e ficou pelado sentado do meu lado, enquanto começava a passar a mão na pica e nas bolas com a outra mão. Insistiu pra eu me masturbar também e, como vi que ele continuava na dele como se nada fosse, fui me acalmando e comecei a me masturbar também. O que eu não percebia era que ele diminuía o ritmo e me mandava tocar mais rápido e que queria me ver gozar. Depois de uns minutos, gozo e ele insiste pra eu me masturbar de novo, que não me preocupasse com a porra que eu tinha gozado. Ele mal tinha se tocado, só ficava insistindo. Depois de um bom tempo, gozo de novo, bem menos porra que da primeira vez, mas ele insistiu de novo pra eu continuar me tocando, até onde era meu limite. Então comecei a me tocar pela terceira vez e foi uma merda de esforço e vontade, mas gozei. A pica não queria mais subir. Eu quase sem fôlego e ele me diz: José: - Agora é minha vez... Quer me ajudar?... Ele pega minha mão que, sem resistência, coloca na pica dele e com a pressão da mão dele continua se masturbando. Depois de uns minutos, comenta de novo: José: - Continua sozinho agora, vamos ver... Obedeci e continuei. bombando aquela pica, mas não deu nem dez segundos e o José me fala:
- Chupa... Chupa igual a chinesinha do vídeo. E antes que eu responda, ele me puxa pela nuca e eu começo a chupar sem resistir quase. O gosto da pica invadiu minha boca toda, eu com a mente vazia, não conseguia acreditar. A pica entrava e saía da minha boca enquanto ele ia mandando: "... sem dentes, ... lambe ela, ... agora as bolas, ... mais rápido, ... até o fundo" e assim ia me corrigindo. De vez em quando enfiava tão fundo na garganta que eu tinha ânsias enormes e as lágrimas escorriam. Mas ele adorava isso. Quando parou de me corrigir, começou a repetir: "... Isso, ... siiiim bebê continua, ... uhh que gostoso que você faz, ... cê gosta, né? ... tava morrendo de vontade, ... come ela toda, ... chora pra mim que eu adoro" Enquanto eu continuava chupando, ele começou a apalpar minha bunda, que como eu tava pelada, não dava pra evitar. Num momento, ele cuspiu na mão e tateou meu cu, e o José falou:
- Epa, isso aqui tá bem fechadinho e apertado, justo o que o médico receitou, e riu entre excitado, ofegante e malicioso. Enquanto com a outra mão continuava bombando a pica na minha boca sem parar. Eu tava entregue total, com a pica morta depois de três punhetas. Mas com uma pica que me sufocava e um dedo enfiado no cu. Que arrancava mais gemidos e lágrimas do que a pica. Mas quanto mais ele enfiava o dedo, mais pressionava minha nuca, enquanto repetia as frases de antes: "... Isso, ... siiiim bebê continua, ... uhh que gostoso que você faz, ... cê gosta, né? ... tava morrendo de vontade, ... come ela toda" Depois de uns minutos, meu cu ardia, minha mandíbula tava travada. E quando eu já tava pensando que ele não ia acabar nunca, ele fala entre ofegos:
- Ei bebê, ali na banca lá embaixo vende um pacote de camisinha com lubrificante, se troca, desce e traz um que eu vou realizar sua vontade de eu fazer meu aquele seu rabo. Eu só consegui concordar com a cabeça, ainda com a pica na boca. Ele tirou o dedo do meu cu e aliviou a pressão na minha nuca. Nuca, sentia a bunda pulsando forte, com a mandíbula dolorida, vou tateando no escuro e pego minha calça e a camiseta. Desço devagar até a banca. E falo com o Darío, o dono da banca, tentando agir normal. Eles tinham luz por causa de um gerador, porque é uma banca 24h. Eu: - Oi, tudo bem? Me vê aí o pacote de camisinha com o gel íntimo. Darío: - Essa aí! Ele responde. Já que a gente tinha intimidade de se conhecer, e continua: - Que que houve, a negona deu o asterisco? Hehehe. Darío é um cara brincalhão. Eu: - Por quê... Ele vai responder e eu percebo que o pacote de camisinha. Era um pacote de uma camisinha com tachinhas, daquelas que parecem quadriculadas, com gel íntimo, e vinha escrito "para sexo mais intenso". E Darío me pergunta de novo: Darío: - O que que eu passo na sua cara que ela tá toda vermelha, e antes que eu responda ele continua... - Que grande!! Tá apressadinho, vai, vai. Depois passa aqui e me conta tudo. Se você ver o Darío, manda um abraço. Eu: - Fechou, mando sim, tchau. Subi quase sem pensar as escadas no escuro e quando entro. Quando entro, ele me pega pela mão no escuro e me encosta na parede e começa a devorar minha boca, enquanto tateia minha calça atrás das camisinhas, acha elas e me abaixa a calça e tira minha camiseta e começa a apalpar com força minha raba. No meio do apalpamento, ele tira uma camisinha e me dá, e pede pra eu colocar nela. E me empurra pra me ajoelhar. Tiro a camisinha e tento colocar, e aí percebo a grossura tremenda daquela pica e por que eu tava me engasgando, mas antes que eu fale algo ele diz: José: - Saliva um pouquinho e entra sem drama, e antes que eu responda, ele me pega pela nuca e enfia fundo. No escuro, voltavam a se ouvir os gemidos e ânsias da pica entrando quase inteira até a garganta. Depois de uns minutos assim, quando a pica ficou duríssima de novo. Ele me levanta, tira a camisinha e me leva até a mesa, me deita de pé e mantém uma mão nas minhas costas de um jeito que fico de pé com o tronco todo esticado na mesa. Enquanto ele ajusta o forro. Primeiro ele se abaixa, me pede pra levantar um pé e depois o outro, e sinto ele subindo uma espécie de elástico pelas minhas pernas até a cintura. Aí caio na real que ele tinha colocado uma tanga em mim. Como o pau tava morto de tanto bater punheta, ficou perfeito dentro dela.
José: — Agora sim! Mas da próxima, uma depiladinha sem falta. — Fala com um ar triunfante e excitado.
Antes que eu possa dizer qualquer coisa, ele puxa a tanga de lado e começa a chupar meu cu. Depois abre o gel, passa nos dedos e já mete dois de uma vez. Isso me faz tremer, me sacudo inteiro, e ele só repetia:
— ...quieto que você adora, ...essa tiny ass é toda minha, ...há quanto tempo você tava desejando isso.
Daqui a pouco ele se levanta e começa a meter o pau. Mesmo com os dedos de salsicha e o gel, parecia que um torpedo tava entrando no meu cu. Cada enfiada parecia gigante, e eu sentia cada uma entrando e saindo. Eu não conseguia me mexer, só soltava gritos abafados. A dor era tremenda. Depois de uns minutos, quando ele conseguiu passar a cabeça, começou a bombar. Primeiro devagar, e depois foi aumentando o ritmo. De mim só saía um "ahhhhh" e "alivia", e ele falava entre ofegos:
José: — Fala que eu continuo, papi, continua... Fala que você adora e que eu nunca pare... Geme que nem uma puta, que nem uma puta... Me pede pra arrebentar essa tiny ass. Fala isso e eu paro.
Eu, entre a dor e a excitação, comecei a falar:
— Continua... — Mas com um tom cansado e grosso.
Ele aumentou o ritmo e me corrigiu:
José: — Assim não... Com vontade, você sabe que gosta... Fala com gosto.
Eu: — Continua...
E ele me corta seco:
José: — Mais feminino, vai.
Eu xingava pra dentro, mas obedeci e afeminei o máximo que pude o tom:
Eu: — Continua, papi, continua... Mmm — e simulava morder o lábio e gemer — Me faz teu, que essa tiny ass é toda tua.
Foi como se tivesse ligado um motor. Ele aumentou o ritmo e a força, enquanto dizia:
— Continua... Continua falando isso, vai.
Eu repetia como dava, mas as enfiadas já eram bestiais. Depois de meia hora, ele... Meu cu já tinha acostumado, mas de repente ela tira a pica do meu cu e me levanta da mesa, me coloca de joelhos com a rola colada na minha cara. Meu cu tava pulsando pra caralho e a dor era tremenda. Ela tira a camisinha e se masturba super forte e rápido, e me diz entre gemidos e cansaço, José:
- Agora vem a porra e você vai engolir tudo, não quero uma gota pra fora, então saboreia bem e engole porque você vai adorar. Abri bem a boca e coloca a língua pra fora.
Eu obedeço e depois de uns segundos ela apoia a pica na minha língua e começa a disparar jatos de porra que me davam muita ânsia, e eu tento engolir o mais rápido possível, e José me repreende de novo:
- Não, segura na boca e degusta, depois engole. Sente a porra do seu papai.
Eu obedeço e quando termino de engolir a porra, ela pede pra eu continuar chupando até deixar limpinha. Enquanto chupo, ela me diz em tom de ordem, José:
- Pra semana que vem, você vem de tanga e se depila da cintura pra baixo... Não depila, não, hein.
Eu concordo com a cabeça enquanto continuava chupando no escuro. José:
- Eu folgo quinta-feira, então vem na quinta que eu tenho mais brinquedinhos... Continua.
- Chupa... Chupa igual a chinesinha do vídeo. E antes que eu responda, ele me puxa pela nuca e eu começo a chupar sem resistir quase. O gosto da pica invadiu minha boca toda, eu com a mente vazia, não conseguia acreditar. A pica entrava e saía da minha boca enquanto ele ia mandando: "... sem dentes, ... lambe ela, ... agora as bolas, ... mais rápido, ... até o fundo" e assim ia me corrigindo. De vez em quando enfiava tão fundo na garganta que eu tinha ânsias enormes e as lágrimas escorriam. Mas ele adorava isso. Quando parou de me corrigir, começou a repetir: "... Isso, ... siiiim bebê continua, ... uhh que gostoso que você faz, ... cê gosta, né? ... tava morrendo de vontade, ... come ela toda, ... chora pra mim que eu adoro" Enquanto eu continuava chupando, ele começou a apalpar minha bunda, que como eu tava pelada, não dava pra evitar. Num momento, ele cuspiu na mão e tateou meu cu, e o José falou:
- Epa, isso aqui tá bem fechadinho e apertado, justo o que o médico receitou, e riu entre excitado, ofegante e malicioso. Enquanto com a outra mão continuava bombando a pica na minha boca sem parar. Eu tava entregue total, com a pica morta depois de três punhetas. Mas com uma pica que me sufocava e um dedo enfiado no cu. Que arrancava mais gemidos e lágrimas do que a pica. Mas quanto mais ele enfiava o dedo, mais pressionava minha nuca, enquanto repetia as frases de antes: "... Isso, ... siiiim bebê continua, ... uhh que gostoso que você faz, ... cê gosta, né? ... tava morrendo de vontade, ... come ela toda" Depois de uns minutos, meu cu ardia, minha mandíbula tava travada. E quando eu já tava pensando que ele não ia acabar nunca, ele fala entre ofegos:
- Ei bebê, ali na banca lá embaixo vende um pacote de camisinha com lubrificante, se troca, desce e traz um que eu vou realizar sua vontade de eu fazer meu aquele seu rabo. Eu só consegui concordar com a cabeça, ainda com a pica na boca. Ele tirou o dedo do meu cu e aliviou a pressão na minha nuca. Nuca, sentia a bunda pulsando forte, com a mandíbula dolorida, vou tateando no escuro e pego minha calça e a camiseta. Desço devagar até a banca. E falo com o Darío, o dono da banca, tentando agir normal. Eles tinham luz por causa de um gerador, porque é uma banca 24h. Eu: - Oi, tudo bem? Me vê aí o pacote de camisinha com o gel íntimo. Darío: - Essa aí! Ele responde. Já que a gente tinha intimidade de se conhecer, e continua: - Que que houve, a negona deu o asterisco? Hehehe. Darío é um cara brincalhão. Eu: - Por quê... Ele vai responder e eu percebo que o pacote de camisinha. Era um pacote de uma camisinha com tachinhas, daquelas que parecem quadriculadas, com gel íntimo, e vinha escrito "para sexo mais intenso". E Darío me pergunta de novo: Darío: - O que que eu passo na sua cara que ela tá toda vermelha, e antes que eu responda ele continua... - Que grande!! Tá apressadinho, vai, vai. Depois passa aqui e me conta tudo. Se você ver o Darío, manda um abraço. Eu: - Fechou, mando sim, tchau. Subi quase sem pensar as escadas no escuro e quando entro. Quando entro, ele me pega pela mão no escuro e me encosta na parede e começa a devorar minha boca, enquanto tateia minha calça atrás das camisinhas, acha elas e me abaixa a calça e tira minha camiseta e começa a apalpar com força minha raba. No meio do apalpamento, ele tira uma camisinha e me dá, e pede pra eu colocar nela. E me empurra pra me ajoelhar. Tiro a camisinha e tento colocar, e aí percebo a grossura tremenda daquela pica e por que eu tava me engasgando, mas antes que eu fale algo ele diz: José: - Saliva um pouquinho e entra sem drama, e antes que eu responda, ele me pega pela nuca e enfia fundo. No escuro, voltavam a se ouvir os gemidos e ânsias da pica entrando quase inteira até a garganta. Depois de uns minutos assim, quando a pica ficou duríssima de novo. Ele me levanta, tira a camisinha e me leva até a mesa, me deita de pé e mantém uma mão nas minhas costas de um jeito que fico de pé com o tronco todo esticado na mesa. Enquanto ele ajusta o forro. Primeiro ele se abaixa, me pede pra levantar um pé e depois o outro, e sinto ele subindo uma espécie de elástico pelas minhas pernas até a cintura. Aí caio na real que ele tinha colocado uma tanga em mim. Como o pau tava morto de tanto bater punheta, ficou perfeito dentro dela.
José: — Agora sim! Mas da próxima, uma depiladinha sem falta. — Fala com um ar triunfante e excitado.
Antes que eu possa dizer qualquer coisa, ele puxa a tanga de lado e começa a chupar meu cu. Depois abre o gel, passa nos dedos e já mete dois de uma vez. Isso me faz tremer, me sacudo inteiro, e ele só repetia:
— ...quieto que você adora, ...essa tiny ass é toda minha, ...há quanto tempo você tava desejando isso.
Daqui a pouco ele se levanta e começa a meter o pau. Mesmo com os dedos de salsicha e o gel, parecia que um torpedo tava entrando no meu cu. Cada enfiada parecia gigante, e eu sentia cada uma entrando e saindo. Eu não conseguia me mexer, só soltava gritos abafados. A dor era tremenda. Depois de uns minutos, quando ele conseguiu passar a cabeça, começou a bombar. Primeiro devagar, e depois foi aumentando o ritmo. De mim só saía um "ahhhhh" e "alivia", e ele falava entre ofegos:
José: — Fala que eu continuo, papi, continua... Fala que você adora e que eu nunca pare... Geme que nem uma puta, que nem uma puta... Me pede pra arrebentar essa tiny ass. Fala isso e eu paro.
Eu, entre a dor e a excitação, comecei a falar:
— Continua... — Mas com um tom cansado e grosso.
Ele aumentou o ritmo e me corrigiu:
José: — Assim não... Com vontade, você sabe que gosta... Fala com gosto.
Eu: — Continua...
E ele me corta seco:
José: — Mais feminino, vai.
Eu xingava pra dentro, mas obedeci e afeminei o máximo que pude o tom:
Eu: — Continua, papi, continua... Mmm — e simulava morder o lábio e gemer — Me faz teu, que essa tiny ass é toda tua.
Foi como se tivesse ligado um motor. Ele aumentou o ritmo e a força, enquanto dizia:
— Continua... Continua falando isso, vai.
Eu repetia como dava, mas as enfiadas já eram bestiais. Depois de meia hora, ele... Meu cu já tinha acostumado, mas de repente ela tira a pica do meu cu e me levanta da mesa, me coloca de joelhos com a rola colada na minha cara. Meu cu tava pulsando pra caralho e a dor era tremenda. Ela tira a camisinha e se masturba super forte e rápido, e me diz entre gemidos e cansaço, José:
- Agora vem a porra e você vai engolir tudo, não quero uma gota pra fora, então saboreia bem e engole porque você vai adorar. Abri bem a boca e coloca a língua pra fora.
Eu obedeço e depois de uns segundos ela apoia a pica na minha língua e começa a disparar jatos de porra que me davam muita ânsia, e eu tento engolir o mais rápido possível, e José me repreende de novo:
- Não, segura na boca e degusta, depois engole. Sente a porra do seu papai.
Eu obedeço e quando termino de engolir a porra, ela pede pra eu continuar chupando até deixar limpinha. Enquanto chupo, ela me diz em tom de ordem, José:
- Pra semana que vem, você vem de tanga e se depila da cintura pra baixo... Não depila, não, hein.
Eu concordo com a cabeça enquanto continuava chupando no escuro. José:
- Eu folgo quinta-feira, então vem na quinta que eu tenho mais brinquedinhos... Continua.
5 comentários - De acompanhante a amante (conto gay) parte 1
te hace su mujercita ....!!