Selvagem me deu a buceta de bandeja

Isso aconteceu há alguns anos, quando fui trabalhar no interior e me apaixonei por uma mulher de uma beleza de tirar o fôlego. Sou engenheiro civil e, por um acaso do destino, fui parar numa cidade no meio da selva peruana. Quando cheguei e comecei a andar pelas ruas, fiquei chocado: aquele calor infernal me deixava com um tesão que, com o passar dos dias, só aumentava. Uma semana depois de chegar nessa cidade selvagem, não aguentei mais. Ver tanta mulher de roupas minúsculas, algumas com corpos exuberantes, me deixou arrepiado de tesão, e fui para um puteiro saciar meus instintos mais baixos. Quando cheguei no lugar, levei um susto: estava fechado. Um cara que encontrei na mesma rua me contou em detalhes que o antro tava funcionando em condições horríveis e que a prefeitura tinha lacrado o negócio. Perguntei se tinha mais puteiros na cidade, e ele disse que não. Quase derrotado, voltei pro meu quarto e comecei a ver pornô no laptop. Me masturbei desesperado, deitado na cama, e gozei em segundos, cheio de raiva. Tão puto que nem percebi que tava manuseando o laptop errado; num descuido, a máquina caiu da cama e, porra, quebrou. Não funcionava mais, e eu queria me masturbar de novo. Os dias passaram, e agora eu precisava de um computador pra trabalhar. Procurei uma lan house e achei uma a duas quadras do meu quarto. Foi nessa lan house que conheci Aixa, meu amor platônico e protagonista dessa história. Os computadores ficavam separados nos dois lados do ambiente, e lá no fundo eu vi, fascinado, uma moça de beleza selvagem: pele morena, cabelo liso e preto, olhos puxadinhos, lábios carnudos pintados de vermelho e um corpo bem proporcionado. Não sei o que aconteceu comigo, mas congelei na hora. Ela nem reparou em mim, tava concentrada escrevendo num caderno, sei lá o quê. Eu continuei... observando ela, ela estava usando uma blusa roxa amarrada na cintura, a barriga dela aparecia mais por baixo de uma legging cinza, os pés dela estavam descalços numa sandália, com as unhas dos dedos pintadas de vermelho. Depois de alguns segundos, ela notou minha presença e perguntou o que eu queria. Quase falei que queria ela. Pedi um computador por 2 horas e comecei a fazer meus trabalhos, de vez em quando ficava olhando pra ela. Ela saiu um pouco pra rua e eu pude observar com tesão que ela tinha uma raba perfeita. Quando terminei meu trabalho, fui até ela e paguei. Saí de lá pensando em como fazer ela minha, como possuir ela. Eu reconheço que não sou atraente, sou baixinho e rechonchudo, nunca nos meus 26 anos tive namorada, dificilmente conseguiria fazer ela se apaixonar. Então pensei em apelar pras artes ocultas pra conseguir levar pra cama aquela princesa da selva. Sabia da puzanga, que é um líquido que serve como feitiço de amor, você borrifa essa poção na mulher que você gosta e pronto! Ela cai rendida, apaixonada e disposta na sua frente. Então fui naquela mesma noite num xamã e por 200 contos ele me deu a puzanga. No dia seguinte, depois do trabalho, fui ver a Aixa, já era tarde e entrei no ciber, meu amor platônico não estava, um cara tava atendendo no lugar dela. Fui pro parque caminhar e clarear meus pensamentos sujos e me decepcionei ao ver numa esquina a Aixa e um cara alto e fortão se beijando. Fiquei com um ciúme do caralho vendo minha musa sendo beijada de língua por aquele otário. Voltei pro meu quarto cheio de raiva, me masturbei pensando na Aixa, não dormi em paz. No dia seguinte, rezei pra que dessa vez ela estivesse sozinha no ciber e derramei a puzanga numa garrafa de água. Quando cheguei no ciber, vi nervoso que a Aixa tava lá no lugar dela de controladora dos computadores. Ela tava de saia preta e dava pra ver as pernas e coxas bem torneadas dela. Pedi um computador e fingi demência, agi e falei que a máquina não tava funcionando direito. Ela veio até mim, rebolando a quadris e, ao me levantar pegando a garrafa sem tampa, fiz como se tropeçasse e espirrei umas 10 gotas na selvática. Ela só me disse pra ter cuidado, nem se irritou. Ver e ter ela por perto me fez perceber que era uma cabeça e meia mais alta que eu e tinha uma cintura fina como de vespa. Depois ela inspecionou o computador e não encontrou defeitos. "Viu? Tá funcionando direitinho!", disse ela. "Talvez agora o computador se consertou e tá funcionando bem! Valeu pela ajuda", falei eu, quase gaguejando. Todo dia eu ia pro ciber e via a reação que Aixa tinha comigo. Os dias passaram e no quinto dia ela falou comigo, perguntou de onde eu era e o que fazia na cidade. Batemos papo uns 15 minutos. Uma semana depois do borrifo da puzanga, vi a selvática mais atenta comigo. Foi ela mesma que agiu toda quente comigo numa tarde. Quando eu imprimia umas folhas do meu trabalho, ela começou a me dar beliscões e fazer piadas. No fundo da mesa dela tinha uma porta, e ela me disse que ali era o banheiro e perguntou se eu queria arrumar o cano da pia. Eu disse que sim. Ela tava vestida com uma blusa cinza na altura da cintura e uma legging tigrada. Aquele rabão dela me deixou hipnotizado, vendo ela na minha frente e rebolando descaradamente. Passei pela porta e fechei, vi que o banheiro era pequeno. Ela tava de costas pra mim e, criando coragem, dei um beliscão na bunda redonda dela. "Ai!", disse ela, e começou a rir. Me enchi de coragem ainda mais e agarrei uma nádega com tesão. "Ai!", falou ela, e se virou me olhando com olhos turvos e meio sorriso. Eu não aguentei mais, e semanas de tesão me deram ainda mais coragem. Me aproximei dela e comecei a dar beijos no pescoço e chupões. Minhas mãos foram automaticamente apalpar as bundonas de Aixa. Ela, depois de uns segundos, falou com voz entrecortada pra eu beijá-la. Eu não podia acreditar que ia lamber aquela mulherão e guiei meus lábios aos dela e comi aquela boca doce por minutos. Fiquei apalpando ela com Toquei a buceta dela e aquele rabão todo. Notei que o tecido que cobria a vagina dela tava encharcado de fluidos. Depois de ficarmos lá um tempão nos beijando naquele banheiro, desci com vontade a legging dela, depois puxei a calcinha fio dental até os joelhos, interrompendo o beijo, guiei ela pra colocar aquele rabão na posição. Ela virou de costas e eu observei com malícia as nádegas nuas dela. Abri o zíper da minha calça e tirei meu pau já duro e pronto pra festa. Tantos dias de tesão acumulado iam finalmente acabar. Peguei Aixa pelos quadris e guiei meu pau até a caverna dela. Com uma mão segurei minha rola e fui passando, sentindo com a ponta a buceta e o cu da minha selvagem. "O que seu namorado diria se te visse agora?" Pensei com ciúmes. Uma e outra vez, fui tateando com a ponta do meu pau a vagina encharcada de Aixa, aquela excitação me deixava louco. "Mete logo! Por favor!" Aixa implorou. E eu, sem rodeios, com uma estocada, penetrei ela. Ela deu um gritinho. Como aquele buraco precioso apertava forte! Fiquei no paraíso naquele instante, ter meu pau enterrado no fundo da caverna dela e aquele rabão pressionado contra minha pelve me encheu de orgulho. Depois, comecei a meter e tirar meu pau com força e vontade. Eu a penetrava com muito tesão, saboreando a invasão do meu pau dentro do tesouro dela. O "ploft ploft" da batida da minha carne contra as nádegas dela e os gemidos de puta de Aixa eram os únicos sons naquele banheiro pequeno. "Seu namorado te mete assim tão gostoso?" falei, ofegante. "Não! Ele é mais gentil! Não!" Aixa disse, suspirando. "Mas do jeito que você me excita, eu gosto, assim forte! Sim, amm, muito forte!" Ela disse, toda acalorada e gemendo. Eu virei mais animal e continuei metendo meu pau na bucetinha dela, fazia com paixão, até que ela apertou mais forte que o normal e espremeu meu pau com muita pressão, e achei que ia perder minha rola naquela gruta. Mas ela teve um orgasmo e banhou meu pau com caldo, e os fluidos dela caíram no chão. Eu não aguentei mais e descarreguei minha porra na Caverna da Aixa, jorrando e jorrando esperma naquela gruta, eu segurava ela pelos quadris contra minha pélvis e com um plop! Eu a descasquei. Ela deu o último gemido quando eu saí dela, eu com meu pau pra fora, via com uma tesão apagada que já tinha realizado o que tanto desejava naquela semana. Transar com aquela portentosa mulher selvagem. Conto pra vocês que essa paixão ardente durou 2 meses, eu levava a Aixa toda noite pra foder no meu quarto, minha posição favorita era meter nela contra a cama, eu por cima. Essa grande experiência não durou muito, como contei, só 2 meses durou essa trepada. Uma noite, quando eu tava penetrando ela pelo cu na posição missionária, ouvi insultos do lado de fora da minha porta no corredor, com medo vi quando arrebentaram e quebraram a porta, e chegou batendo em mim com chutes e socos igual um louco, o namorado da Aixa. Antes de apagar, ouvi o corno dizendo pra Aixa que eu tinha feito feitiço nele, que o cara tinha ido num xamã descobrir porque a parceira dele tava distante. E antes de desmaiar, vi desprezo e traição nos olhos da minha amor selvagem. Fiquei sabendo no hospital no dia seguinte que os vizinhos chamaram a polícia e eles me levaram pro hospital. No dia seguinte, me deram alta e fui pro meu quarto, foi lá que vi uma carta me ameaçando de morte, se eu não saísse daquela cidade, me matariam. Eu não quis ficar mais tempo naquela cidade, não queria que atentassem contra minha vida e decidi vazar de novo pra capital. E agora escrevo isso como uma lembrança pra você, linda mulher. Lembro de ter te possuído de mil maneiras, minha selvagem linda, nesses 2 meses você foi minha mulher e me encantou, pena que acabou o nosso rolê, verdadeiramente uma pena. Fim.

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