Bom, aconteceu o que comecei a contar pra vocês outro dia. Depois de muita conversa, preparação e coordenação, conseguimos marcar e realizar o tão esperado menage que a Belén me devia. A ideia inicial era nos encontrarmos há uns fins de semana atrás, ir pra um hotel maneiro e fazer nosso menage. Mas na última hora a Sofi se cagou e desistiu. Óbvio que não quisemos pressionar ela nem nada. Deixamos como tava e eu não vi ela de novo até que essa semana ela me chamou no telegram e pediu pra gente se ver pra tomar um café na saída da faculdade (ela estuda numa faculdade bem perto do meu trampo). Acontece que o medo dela veio porque eu falei que minha amante, a Belén, é alguém que ela conhece. A real é que nem sei se ela faz ideia de quem é a Belén, mas eu lembro sim que numa festa na minha casa, a Belu tava com o marido dela e meu amigo Mario veio com a esposa e a Sofi, que na época tinha uns 15 ou 16 anos.
Pra tirar as dúvidas dela, contei sobre a Belu, mostrei a foto dela e até mostrei um vídeo íntimo que tenho dela, que tá criptografado com 8 senhas no meu celular. A Sofia nem lembrava da Belén, óbvio. Terminamos o café e cada um foi pro seu lado. Eu queria ter levado a Sofi pra um hotel, mas não tava rolando clima naquele momento.
Voltei pro escritório e falei com a Belu, contei sobre a conversa com a Sofi e a resposta da Belu me surpreendeu.
- Me passa o contato da Sofi. Vou escrever pra ela eu mesma.
Não tava muito convencido, mas acabei passando o contato pra Belu.
- Deixa comigo – falou a Belu e desligou a ligação.
Uns dias depois, a Belén aparece no meu escritório, joga umas três ou quatro pastas na minha mesa e começa a me perguntar sobre a segurança dos poços. Coisa estranha, porque essas paradas, que são reais e do nosso trampo, normalmente a gente resolve por telefone ou email.
Depois de uns 20 minutos falando sobre segurança e discutindo alto (de verdade) porque ela pede mais segurança nos poços e eu não tenho gente suficiente, a Belén fechou A porta do escritório se abriu e ela me disse com um sorriso de orelha a orelha.
- Pronto, já convenci a Sofi.
Me desconcertou totalmente, eu estava no modo trabalho e levei uns segundos para reorganizar meus pensamentos. Sentei na minha mesa e ela ficou parada perto da porta.
- Como você fez?
- A gente se encontrou pra tomar um café e conversar – Belu parecia ansiosa pra contar mais alguma coisa.
- E o que você disse pra ela?
- Sei lá, a gente conversou um tempão e quando terminou, fomos juntas pro shopping porque ela queria ver umas bolsas.
Eu não entendia que porra a bolsa tinha a ver com o café ou a conversa. Queria saber o que elas tinham combinado.
- A gente ficou um tempão olhando lojas e batendo papo. Mas você não sabe do melhor.
- O quê?
- A gente acabou numa loja de lingerie. Compramos os conjuntos que vamos usar esse fim de semana.
Eu tava pensando a mil por hora. Tinha que inventar uma desculpa pra sumir no fim de semana. Tinha que arrumar um quarto num lugar maneiro. Minha cabeça trabalhava a mil.
Belém, que me conhece, continuava com cara de quem queria me contar mais coisas.
- Já temos o lugar. Aluguei um chalé privado em Capilla del Señor pra todo o fim de semana.
Tem tudo pra duas pessoas, parque privado com piscina e jardim, também privado. Tudo cercado e sem ninguém poder ver pra dentro.
- Pra quando é a reserva?
- Pra esse fim de semana. Convenci ela pra esse fim de semana, não sei se ela toparia se a gente marcasse pra mais tarde. Temos que fazer o check-in ao meio-dia de sexta e temos até domingo à tarde. A Sofi se garantiu nessas condições.
A cabeça, já explodida, continuava detonando: sexta, sábado e domingo trancados num chalé com piscina e parque privado com Belu e Sofi.
- Ok, deixa eu ver como faço com minha família, não tínhamos planos específicos pra esse fim de semana, mas é estranho eu sumir de sexta a domingo.
- Diz pra eles que teve um incidente num poço e você tem Tenho que ir ver pessoalmente, não sei. Se você não vier, a gente vai estar lá. Eu busco a Sofi e encontramos com você lá.
Era quarta-feira à tarde, tinha dois dias pra resolver tudo. Pra não levantar suspeitas, saí de casa na madrugada de sexta, falei que ia pra um incidente num poço e que não sabia quando voltava.
Fiquei no escritório, matando tempo, e às 10 da manhã me despedi do pessoal e fui pro lugar combinado.
Com todo o trânsito saindo da capital pros condomínios e tudo mais, cheguei nas cabanas quando já tinham passado uns 40 minutos do meio-dia. O lugar tava muito bem montado. Um muro de madeira com mais de três metros de altura cercava a cabana inteira, o parque e a piscina; de dentro não dava pra ver nada lá fora. O carro da Belu tava no primeiro estacionamento da cabana, estacionei minha caminhonete do lado, peguei minha mochila e subi a escada pra cabana. A porta tava destrancada, entrei e lá estavam Belu e Sofi, esperando, enquanto terminavam de desfazer as malas. A cabana tinha um único cômodo grande, uma sala/estar/cozinha com uma cama enorme (maior que king size) com uma cortina mosquiteira pendurada no teto. Do lado da cama tinha um banheiro grande com um chuveiro bem espaçoso, e nesse chuveiro tinha um vidro separador que deixava ver o banho da cama.
Me aproximei da Sofi, ela veio e me deu um beijo longo, com muita língua e paixão, enquanto eu passava a mão na bunda dela. Belu se aproximou e me abraçou por trás, passou a mão na minha entreperna e me olhou de lado.
— Já quer começar? – disse Belu.
— Falta alguém? Tamo todo mundo? – respondi, olhando pra aqueles olhos escuros e profundos.
— Não, tamo todo mundo. Vou tomar um banho – disse Sofi.
Na mesma hora, ela entrou no banheiro e fechou a porta. Mal dois minutos depois, apareceu por trás do vidro que deixava ver o chuveiro da cama. Totalmente nua, abriu a água e começou a se molhar.
- Eu também preciso de um banho – disse Belu e foi para o banheiro.
Eu estava em êxtase. Duas mulheres gostosas tomando banho juntas, prontas pra me dar um show particular. Deitei na cama e vi elas se aproximarem, se tocarem e começarem a se ensaboar uma na outra. De repente, Belu aproximou o rosto de Sofi e elas se beijaram. Os dois pares de peitos se fundiram e ali mesmo decidi que a onda não era só olhar, mas participar.
Tirei a roupa e entrei no chuveiro. Ao entrar, vi as costas de Belu e me aproximei até quase encostar nela. Belu sentiu minha presença e se reposicionou. Ficamos todos de frente um pro outro. Dei um beijo em Sofi, minhas mãos desceram pelas costas das duas e acariciaram as duas bundas durinhas. Uma mão começou a passar a mão na minha pica, baixei o olhar e vi que era Belu começando a acordar meu pau pra ação.
De passar a mão nas bundinhas, comecei a buscar algo mais substancioso e encontrei, entre as nadeguinhas de Sofi, aquele buraquinho traseiro lindo. Comecei a massagear com o dedo, aplicando uma pressãozinha. Enquanto isso, Belu se ajoelhou e começou a lamber minha pica bem devagar. Sem enfiar tudo na boca ainda. Enquanto beijava Sofi e dedilhava sua entradinha traseira, minha outra mão estava na nuca de Belu, fazendo um pouco de pressão, do jeito que ela gosta. Sofi parou de me beijar e se abaixou pra dividir o boquete com Belén. Nessa altura, eu tava durasso e tava enfiando na boca e garganta de Belu com vontade e até com um pouco de força. Sofi olhava extasiada. Num momento, Belu precisou recuperar o ar e tirou toda minha pica da boca. Sofi pegou na hora e começou a chupar do jeito que ela sabe, dedicando bastante trabalho na cabeça e sugando, mas não enfiava tudo pra dentro igual Belu. Obviamente, eu tava nas nuvens. Belu olhava pra Sofi e vi a mão dela já tocando a própria buceta.
As duas se revezavam pra chupar um pouco. Mas eu ainda não queria gozar. Levantei Belu e Enquanto a Sofi me chupava, eu beijei ela e comecei a acariciar a buceta dela. A Belu se encostou no canto do chuveiro e levantou uma perna, como quem tava convidando.
Levantei a Sofi, trocamos um beijinho rápido e falei:
— Me ajuda?
Na hora desci pra chupar a buceta da Belén. Abri os lábios dela com os dedos e fui direto no que tinha de mais gostoso. Já falei mais de uma vez, vou repetir: a buceta da Belu é uma delícia. Chupar aquela carne rosada é uma sobremesa por si só, doce e suculenta. A Sofi tava agachada do meu lado e eu ia acariciando ela desde os peitos até a bunda. Me desgrudei um instante e olhei pra Sofi, pra ver se ela topava. Ela se aproximou e, esticando a língua no último segundo, começou a passar no clitóris dela, enquanto dava uma lambida de vez em quando nas laterais. A gente se alternou por uns momentos, cada um na sua vez, até que a Belu abaixou a perna e posicionou a Sofi de frente pra parede, se colocando entre as pernas dela. A Belén chupava a buceta dela e eu aproveitei a posição pra chupar um pouco o cu dela. A Sofi tava nas nuvens. Uns dois minutos assim e eu fiquei atrás dela e meti direto na buceta. A Belu ficou na frente da Sofi e beijou ela com muita língua enquanto eu começava a bombar. As duas se beijavam enquanto a Sofi, na ponta dos pés, recebia pica atrás de pica. A Sofi gozou, eu tirei e fiquei atrás da Belu, metendo nela também, na buceta. A Belén tava de pé, eu metia por trás e a Sofi acariciava o clitóris dela. Eu sentia os dedos da Sofi roçando no meu pau e isso me deixava ainda mais excitado. A água quente continuava caindo na gente, a Belu gozou, enquanto o meu gozo tava bem perto. Falei que ia gozar. A Belu se abaixou, tirou a camisinha e começou a bater uma punheta frenética em mim. A Sofi chegou bem pertinho e a Belu apontou meu pau na cara dela. A Sofi abriu a boquinha bem na hora que eu comecei a tremer de prazer. A Belu continuava sacudindo meu pau, enquanto a Sofi pegava todo o leite com a língua... quando não saiu mais nada, as duas se beijaram. compartilhando tudo. Levantei as duas e nos beijamos entre os três.
Nos abraçamos e saímos do chuveiro pra nos secar.
Eram só 14h de sexta-feira.
Pra tirar as dúvidas dela, contei sobre a Belu, mostrei a foto dela e até mostrei um vídeo íntimo que tenho dela, que tá criptografado com 8 senhas no meu celular. A Sofia nem lembrava da Belén, óbvio. Terminamos o café e cada um foi pro seu lado. Eu queria ter levado a Sofi pra um hotel, mas não tava rolando clima naquele momento.
Voltei pro escritório e falei com a Belu, contei sobre a conversa com a Sofi e a resposta da Belu me surpreendeu.
- Me passa o contato da Sofi. Vou escrever pra ela eu mesma.
Não tava muito convencido, mas acabei passando o contato pra Belu.
- Deixa comigo – falou a Belu e desligou a ligação.
Uns dias depois, a Belén aparece no meu escritório, joga umas três ou quatro pastas na minha mesa e começa a me perguntar sobre a segurança dos poços. Coisa estranha, porque essas paradas, que são reais e do nosso trampo, normalmente a gente resolve por telefone ou email.
Depois de uns 20 minutos falando sobre segurança e discutindo alto (de verdade) porque ela pede mais segurança nos poços e eu não tenho gente suficiente, a Belén fechou A porta do escritório se abriu e ela me disse com um sorriso de orelha a orelha.
- Pronto, já convenci a Sofi.
Me desconcertou totalmente, eu estava no modo trabalho e levei uns segundos para reorganizar meus pensamentos. Sentei na minha mesa e ela ficou parada perto da porta.
- Como você fez?
- A gente se encontrou pra tomar um café e conversar – Belu parecia ansiosa pra contar mais alguma coisa.
- E o que você disse pra ela?
- Sei lá, a gente conversou um tempão e quando terminou, fomos juntas pro shopping porque ela queria ver umas bolsas.
Eu não entendia que porra a bolsa tinha a ver com o café ou a conversa. Queria saber o que elas tinham combinado.
- A gente ficou um tempão olhando lojas e batendo papo. Mas você não sabe do melhor.
- O quê?
- A gente acabou numa loja de lingerie. Compramos os conjuntos que vamos usar esse fim de semana.
Eu tava pensando a mil por hora. Tinha que inventar uma desculpa pra sumir no fim de semana. Tinha que arrumar um quarto num lugar maneiro. Minha cabeça trabalhava a mil.
Belém, que me conhece, continuava com cara de quem queria me contar mais coisas.
- Já temos o lugar. Aluguei um chalé privado em Capilla del Señor pra todo o fim de semana.
Tem tudo pra duas pessoas, parque privado com piscina e jardim, também privado. Tudo cercado e sem ninguém poder ver pra dentro.
- Pra quando é a reserva?
- Pra esse fim de semana. Convenci ela pra esse fim de semana, não sei se ela toparia se a gente marcasse pra mais tarde. Temos que fazer o check-in ao meio-dia de sexta e temos até domingo à tarde. A Sofi se garantiu nessas condições.
A cabeça, já explodida, continuava detonando: sexta, sábado e domingo trancados num chalé com piscina e parque privado com Belu e Sofi.
- Ok, deixa eu ver como faço com minha família, não tínhamos planos específicos pra esse fim de semana, mas é estranho eu sumir de sexta a domingo.
- Diz pra eles que teve um incidente num poço e você tem Tenho que ir ver pessoalmente, não sei. Se você não vier, a gente vai estar lá. Eu busco a Sofi e encontramos com você lá.
Era quarta-feira à tarde, tinha dois dias pra resolver tudo. Pra não levantar suspeitas, saí de casa na madrugada de sexta, falei que ia pra um incidente num poço e que não sabia quando voltava.
Fiquei no escritório, matando tempo, e às 10 da manhã me despedi do pessoal e fui pro lugar combinado.
Com todo o trânsito saindo da capital pros condomínios e tudo mais, cheguei nas cabanas quando já tinham passado uns 40 minutos do meio-dia. O lugar tava muito bem montado. Um muro de madeira com mais de três metros de altura cercava a cabana inteira, o parque e a piscina; de dentro não dava pra ver nada lá fora. O carro da Belu tava no primeiro estacionamento da cabana, estacionei minha caminhonete do lado, peguei minha mochila e subi a escada pra cabana. A porta tava destrancada, entrei e lá estavam Belu e Sofi, esperando, enquanto terminavam de desfazer as malas. A cabana tinha um único cômodo grande, uma sala/estar/cozinha com uma cama enorme (maior que king size) com uma cortina mosquiteira pendurada no teto. Do lado da cama tinha um banheiro grande com um chuveiro bem espaçoso, e nesse chuveiro tinha um vidro separador que deixava ver o banho da cama.
Me aproximei da Sofi, ela veio e me deu um beijo longo, com muita língua e paixão, enquanto eu passava a mão na bunda dela. Belu se aproximou e me abraçou por trás, passou a mão na minha entreperna e me olhou de lado.
— Já quer começar? – disse Belu.
— Falta alguém? Tamo todo mundo? – respondi, olhando pra aqueles olhos escuros e profundos.
— Não, tamo todo mundo. Vou tomar um banho – disse Sofi.
Na mesma hora, ela entrou no banheiro e fechou a porta. Mal dois minutos depois, apareceu por trás do vidro que deixava ver o chuveiro da cama. Totalmente nua, abriu a água e começou a se molhar.
- Eu também preciso de um banho – disse Belu e foi para o banheiro.
Eu estava em êxtase. Duas mulheres gostosas tomando banho juntas, prontas pra me dar um show particular. Deitei na cama e vi elas se aproximarem, se tocarem e começarem a se ensaboar uma na outra. De repente, Belu aproximou o rosto de Sofi e elas se beijaram. Os dois pares de peitos se fundiram e ali mesmo decidi que a onda não era só olhar, mas participar.
Tirei a roupa e entrei no chuveiro. Ao entrar, vi as costas de Belu e me aproximei até quase encostar nela. Belu sentiu minha presença e se reposicionou. Ficamos todos de frente um pro outro. Dei um beijo em Sofi, minhas mãos desceram pelas costas das duas e acariciaram as duas bundas durinhas. Uma mão começou a passar a mão na minha pica, baixei o olhar e vi que era Belu começando a acordar meu pau pra ação.
De passar a mão nas bundinhas, comecei a buscar algo mais substancioso e encontrei, entre as nadeguinhas de Sofi, aquele buraquinho traseiro lindo. Comecei a massagear com o dedo, aplicando uma pressãozinha. Enquanto isso, Belu se ajoelhou e começou a lamber minha pica bem devagar. Sem enfiar tudo na boca ainda. Enquanto beijava Sofi e dedilhava sua entradinha traseira, minha outra mão estava na nuca de Belu, fazendo um pouco de pressão, do jeito que ela gosta. Sofi parou de me beijar e se abaixou pra dividir o boquete com Belén. Nessa altura, eu tava durasso e tava enfiando na boca e garganta de Belu com vontade e até com um pouco de força. Sofi olhava extasiada. Num momento, Belu precisou recuperar o ar e tirou toda minha pica da boca. Sofi pegou na hora e começou a chupar do jeito que ela sabe, dedicando bastante trabalho na cabeça e sugando, mas não enfiava tudo pra dentro igual Belu. Obviamente, eu tava nas nuvens. Belu olhava pra Sofi e vi a mão dela já tocando a própria buceta.
As duas se revezavam pra chupar um pouco. Mas eu ainda não queria gozar. Levantei Belu e Enquanto a Sofi me chupava, eu beijei ela e comecei a acariciar a buceta dela. A Belu se encostou no canto do chuveiro e levantou uma perna, como quem tava convidando.
Levantei a Sofi, trocamos um beijinho rápido e falei:
— Me ajuda?
Na hora desci pra chupar a buceta da Belén. Abri os lábios dela com os dedos e fui direto no que tinha de mais gostoso. Já falei mais de uma vez, vou repetir: a buceta da Belu é uma delícia. Chupar aquela carne rosada é uma sobremesa por si só, doce e suculenta. A Sofi tava agachada do meu lado e eu ia acariciando ela desde os peitos até a bunda. Me desgrudei um instante e olhei pra Sofi, pra ver se ela topava. Ela se aproximou e, esticando a língua no último segundo, começou a passar no clitóris dela, enquanto dava uma lambida de vez em quando nas laterais. A gente se alternou por uns momentos, cada um na sua vez, até que a Belu abaixou a perna e posicionou a Sofi de frente pra parede, se colocando entre as pernas dela. A Belén chupava a buceta dela e eu aproveitei a posição pra chupar um pouco o cu dela. A Sofi tava nas nuvens. Uns dois minutos assim e eu fiquei atrás dela e meti direto na buceta. A Belu ficou na frente da Sofi e beijou ela com muita língua enquanto eu começava a bombar. As duas se beijavam enquanto a Sofi, na ponta dos pés, recebia pica atrás de pica. A Sofi gozou, eu tirei e fiquei atrás da Belu, metendo nela também, na buceta. A Belén tava de pé, eu metia por trás e a Sofi acariciava o clitóris dela. Eu sentia os dedos da Sofi roçando no meu pau e isso me deixava ainda mais excitado. A água quente continuava caindo na gente, a Belu gozou, enquanto o meu gozo tava bem perto. Falei que ia gozar. A Belu se abaixou, tirou a camisinha e começou a bater uma punheta frenética em mim. A Sofi chegou bem pertinho e a Belu apontou meu pau na cara dela. A Sofi abriu a boquinha bem na hora que eu comecei a tremer de prazer. A Belu continuava sacudindo meu pau, enquanto a Sofi pegava todo o leite com a língua... quando não saiu mais nada, as duas se beijaram. compartilhando tudo. Levantei as duas e nos beijamos entre os três.
Nos abraçamos e saímos do chuveiro pra nos secar.
Eram só 14h de sexta-feira.
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