Meu gosto por me vestir de femboy começou lá pelos 9 ou 10 anos, e fiquei assim por um bom tempo sem ninguém saber. Mas aos 15, fui numa festa à noite, saí e, na volta, não tinha transporte, então peguei um táxi. Eu sempre fui do tipo que, se saio à noite ou vou pra algum lugar, levo calcinha e meia numa mochila — sei lá por quê, hahaha, até hoje ainda carrego essa troca de roupa, hahaha. Bom, o ponto é: entrei no táxi, falei o endereço pro motorista e me sentei no banco de trás. O cara já era mais velho, grisalho, alto e meio gordinho. Pedi se ele podia apagar a luz, porque eu tinha vindo de uma bebedeira e não aguentava tanta claridade, hahaha. Ele apagou. Era umas 2, quase 3 da manhã, a cidade tava vazia. Comecei a olhar o taxímetro e pensei: "Porra, não vai dar o dinheiro", e ainda nem tinha ido na metade. Fui catar mais grana na mochila e achei a troca de roupa. Foi aí que comecei a bolar um plano. Pensei em chupar ele, mas decidi: "Vou me vestir de qualquer jeito". Então me virei pra trás do motorista e, na maior discrição, tirei o tênis e as meias. Como sempre uso calça de elástico, fui baixando ela devagar. Acho que ele percebeu, porque começou a puxar papo, perguntando como tinha sido a festa. Eu respondia, e aí ele soltou: "Poxa, que calorão, hein, até dá vontade de ficar pelado". Eu falei: "Pois é, dá vontade mesmo". E ele: "Qual é, cê já não tá afim?" Eu não respondi na hora. Depois de uns 20 segundos, falei: "Já que o senhor viu, foda-se as sutilezas". Subi as meias, coloquei a calcinha e, como sou lisinho e sempre me depilo, tava bonitinho, na minha opinião. Ele disse: "Ô jovem, não te imaginei com esse gosto". Respondi: "Pois é, com esse calor, pouca roupa já alivia um pouco". Vi ele começando a se tocar no pau e falou: "Vem pra cá, do meu lado". Eu disse: "Com uma condição". Ele perguntou qual, e eu falei: "Não me cobra a corrida". dava pra pagar e ele disse: "tá bom, mas eu também tenho uma, mas não vou te contar". E eu, no meio do álcool, não tinha entendido direito. Ele parou o carro e falou: "desce e passa pro lado". Eu desci, tirei meu moletom com a camiseta junto, e tenho um corpo bem feminino kkkk. Vi a cara de surpresa que ele fez, e ele segurou o pau de novo. Eu vi que ele tava bem duro. Subi, sentei e comecei a passar a mão. Desabotoei a calça dele, abaixei o zíper e tirei o pau da cueca enquanto ele dirigia. De repente, ele ficou enorme, e eu sentia que tava me afogando, mas não conseguia parar de chupar. Durante todo o caminho, eu ouvia uns gemidos de homem que me excitavam demais. Como eu tava de quatro, ele começou a pegar no meu cuzinho com saliva e foi dilatando. Senti um, depois dois dedos, e tava tão gostoso que eu fiquei duríssima. Depois, quase chegando na minha casa, ele gozou. Eu passei a mão, virei pra ele e perguntei: "e aí, curtiu?" Ele respondeu: "gostei". Mas eu vi que ele ainda tava duro e ele disse: "mas ainda não terminei". A uma rua da minha casa, ele desceu, eu passei pro banco de trás e ele me comeu tão gostoso que eu gozei sem me tocar. Cada vez que entrava e saía, fazia uns barulhos tão obscenos. Foi rápido, meia hora, e ele gozou. Foi tanto esperma tão quente que eu senti bem gostoso. E mais, cada estocada me tratava como a mulher dele e uma puta ao mesmo tempo. Deus, foi a melhor coisa. Ele disse pra eu não pagar, mas passei meu número daquela época. Depois de um tempo, vi ele mais algumas vezes, e ele sempre me trazia em casa do mesmo jeito.
2 comentários - MINHA PRIMEIRA VEZ FOI COM UM TAXISTA