Depois que saí da casa do meu pai e me tornei a putinha dele, e não mais a filha dele, voltei pra casa da minha mãe e entrei de novo na faculdade. O tempo todo ficava pensando em como ele me comia, saía da faculdade e me masturbava no meu quarto, essa era minha rotina desde que fui embora. Ficava ansiosa esperando as próximas férias. Numa ocasião em que tinha que ir pra faculdade, decidi faltar um dia e ir pra casa do meu pai. Peguei um Uber e fui. Cheguei um pouco cedo e bati na porta, ele abriu.
Pai: Carina, o que você tá fazendo aqui? Não devia estar na faculdade? Ainda não são suas férias.
Eu: A putinha da sua filha não aguenta mais de vontade de ser tratada como uma cadela no cio, seu idiota.
Ele me pegou pelo cabelo com força e me puxou pra dentro, me jogou no sofá da sala e tirou toda a minha roupa. Começou a chupar minha buceta, enfiando os dedos até o fundo.
Tive vários orgasmos com aquele oral tão gostoso que meu pai tava me dando, ele parou, me ajoelhou e tirou a rola pra eu chupar, me segurava pela nuca pra meter tudo, metia tão rápido que eu engasgava e quase vomitei, graças a deus ele tirou e me deu um tapão na cara, abriu minha boca com os dedos e cuspiu dentro, depois me levantou, me colocou de quatro no sofá e meteu de uma vez, me comia com tanta força e rapidez que só dava pra ouvir a batida da pelve dele na minha bunda e meus gemidos, eu gemia que nem uma louca, ele dava uns tapões tão fortes que deixou minha bunda toda vermelha, terminou gozando nas minhas costas, me ajoelhei de novo pra chupar a rola dele e deixar bem limpinha. Levantei e fui tomar um banho, quando saí me vesti e ele ainda tava trabalhando, peguei minhas coisas e falei: Pai, já vou ter que ir porque a mãe vai me buscar na faculdade e não quero que ela descubra que não fui. Pai: Tá bem, garota, gostei que você veio, mas não falta na faculdade, já já são suas férias pra você vir e eu te ter como meu puto brinquedo sexual. Eu: Tá bem, pai, já não aguentava mais de vontade, por isso vim. Ele me acompanhou até a porta enquanto me apertava a bunda, me despedi com um beijo na boca enquanto segurava a rola dele, chegou meu uber e fui embora, já na facul minha mãe chegou e me pegou pra ir pra casa, os dias passaram e eu continuava com vontade de ser comida de novo, só faltavam dois meses pras férias grandes do ano, pareceram uma eternidade mas finalmente chegaram, um dia antes de sair de férias falei pra minha mãe que ia voltar pra casa do meu pai pra ficar com ele, ela topou e disse que sem problemas, já de noite quando cheguei do meu último dia de faculdade arrumei uma mochilinha com calcinhas fio dental, não levei roupa porque já sabia que só ia passar o tempo transando com meu pai, de manhã minha mãe me levou na casa dele e finalmente chegamos, desci minha mala e me despedi da minha mãe, bati na porta do meu Papai me abriu a porta, tava meio irritado e chateado.
Papai: Oi Carina, entra.
Eu: Aconteceu alguma coisa, pai?
Papai: Tô muito ocupado com o trabalho e uns clientes que tão enchendo o saco, nada demais, vai desfazer as malas do que quer que você tenha trazido e descansa, agora não tenho tempo.
Eu obedeci e fui pro meu quarto, mas ia desfazer o quê, se só tinha trazido tangas? Tirei as tangas, coloquei numa gaveta e fui tomar um banho e descansar um pouco. Ficou tarde pra caralho, já era noite e meu pai me chamou pra jantar. Então, como uma boa putinha que ia levar uma bela foda, fiz igual nas férias passadas: minha tanga e os peitos de fora. Desci pra sala de jantar e meu pai me viu entrando assim.
Sentei no comedor e ele também, me olhava com cara de quem queria me arrebentar de porrada. Começamos a jantar normal e ele falou:
Papai: sou muito sortudo de ter uma filha bem putinha.
Eu: na verdade, você é muito sortudo mesmo, quase não dou o privilégio de me comerem e me fazerem de putinha igual ao seu pai.
Papai: vamos ver até que ponto você pode ser putinha, foxy girl.
A gente foi jantar até os dois terminarem. Peguei os pratos e fui lavar. Quando terminei e saí da cozinha, meu pai estava sentado na sala com o pau bem duro e me disse: "aqui está sua sobremesa". Não pensei duas vezes, fui e me ajoelhei pra chupar ele. Chupei gostoso enquanto ele olhava e fazia caretas de prazer. Com uma mão eu masturbava ele e com a boca eu chupava as bolas. Ele demorou muito pra gozar, até que finalmente gozou na minha boca. Meu pai viu eu engolir o leite dele, e chupei de novo pra deixar bem limpinho. Depois de deixar limpo, ele me puxou pelo cabelo e me deu um puta beijo de língua enquanto apertava meus peitos com uma mão. Terminou de me beijar e fui pro meu quarto bem feliz, ainda com o leite do meu pai na boca.
Na manhã seguinte, tudo igual: minha calcinha fio dental e meus peitos de fora pra fazer a limpeza. Meu pai adorou me ver assim de novo. Mas agora, quando eu limpava a sala, ia até ele e me ajoelhava onde ficava a cadeira da escrivaninha dele pra chupar o pau enquanto ele trabalhava. Meu pai adorava que eu aliviasse o estresse dele com umas boquetas da própria filha. Cada vez mais eu amava o leite dele. Às vezes eu sentava em cima dele pra ele brincar com meus peitos. Eu tinha virado uma putinha pro meu pai, e parecia que era verdade o que ele disse naquele dia: que eu não era mais filha dele, mas sim a putinha dele. Eu já era só um objeto sexual pra ele.
Já de noite era quando ele me deixava bem submissa, me comendo gostoso. Meu pai era um selvagem, me dava uns tapas violentos, umas palmadas, e me deixava toda vermelha. Meu corpo inteiro doía, mas eu adorava o jeito que ele me tratava, me deixava morta de tanto sexo que me dava. Só conseguia descansar quando dormia, mas ainda queria que ele continuasse me comendo bem forte.
Já tinha passado uma semana, e todo dia era só trepar e trepar. Uma noite, depois que terminamos de transar, ele foi tomar banho, e eu também. Já cada um no seu quarto, fiquei com uma vontade danada de pica, saí do meu quarto toda pelada e entrei no quarto do meu pai.
Pai: O que você tá fazendo aqui, sua estúpida?
Eu: Fiquei com vontade de pica, e já que sou sua putinha, de agora em diante vou dormir com você, bom, se é que a gente vai dormir.
Pai: Mas que rabuda você me saiu, vem aqui e engole minha pica, garota.
Não hesitei, fui na direção dele e comecei a chupar a pica dele enquanto ele estava deitado. Não demorou muito, quando ele já me tinha dominada de novo na cama dele, metia a pica inteira até o talo, puxava meu cabelo, me sufocava, não parava de apertar meus peitos. Meu pai era uma máquina de sexo selvagem, tudo que eu precisava de um homem de verdade. A noite inteira ele passou me dando pica até a gente cair de exaustão, e eu fiquei lá dormindo com ele. Já era toda noite que a gente transava, a gente quase não dormia, mas amava.
Já tinham se passado duas semanas de puro sexo com meu pai e, uma manhã quando acordei, fiz minha rotina de higiene. Quando estava quase entrando na sala onde meu pai estava, não fiz muito barulho e o ouvi falando ao telefone:
Pai: Se vocês vissem a putinha que a Carina se tornou, nas últimas férias que ela veio me ver, passava o tempo todo com os peitos de fora. A menina ficou uma gostosa sem vergonha, e agora já estou comendo a vadiazinha. Ela saiu igualzinha à mãe, uma puta. Mas quando quiserem vir vê-la ou comê-la, é só me avisar que eu fico de olho.
Ao ouvir isso, uma sensação de medo e curiosidade tomou conta do meu corpo. Cheguei na sala e meu pai não deixou que eu fizesse a limpeza, pois me fez chupar o pau dele no sofá. A noite chegou e eu não parava de pensar em quem eram as pessoas com quem ele tinha falado, e quantas eram, já que ele disse "Se vocês vissem". Fiquei meio pensativa, não falei nada com meu pai. Tudo seguiu normal pelo resto da semana: eu fazia a limpeza e meu pai me enchia de porra e me comia com força.
Chegou o fim de semana e eu acordei como todos os dias. Fui tomar um banho e coloquei uma calcinha fio-dental bem fininha, era puro fio, e como sempre, meus peitos de fora.
Comecei a fazer a limpeza pela casa toda, tudo normal, até que quase entrando na sala onde meu pai estava trabalhando, escuto mais vozes. Não consegui reconhecer de quem eram, mas eram mais dois homens além do meu pai. Me fiz de sonsa e entrei sem descaro nenhum, com as tetas bem pra fora. Quando vou entrando na sala, vejo que meu pai estava lá e olho pros outros dois homens e, pra minha surpresa, eram meus dois tios, irmãos do meu pai. Um deles se chama Javier, tem 42 anos, e o outro, Raul, tem 45. Não os via desde que meu pai e minha mãe se separaram. Eu detestava eles, porque quando eu era mais nova, me assediavam e me olhavam com maldade. Terminei de entrar na sala e fiquei em choque, e eles me viram entrar quase nua, não tiravam os olhos das minhas tetas. Nisso, falo pro meu pai:
Eu: Pai, pelo menos podia ter me avisado que meus tios iam vir, pra eu não sair assim, que vergonha.
Pai: Te avisar? Mandei chamar eles justamente pra verem que puta é minha filha e como ela é gostosa.
Javier: Como você cresceu, Carina, e vejo que suas tetas também. Você ficou mais gostosa do que da última vez que nos vimos.
Não falei mais nada e continuei fazendo a limpeza. Eles não paravam de me olhar de jeito nenhum. Eu tava com um pouco de medo e angústia, porque eram meus tios e tinha receio de que falassem alguma coisa e vazasse algo do que tava rolando. Já tava quase terminando quando meu pai me diz:
Pai: Acho que você esqueceu de limpar debaixo do móvel.
Eu obedeci e me abaixei de novo por completo, deixando ver toda minha buceta aberta na frente deles. Me senti muito observada e muito puta ao mesmo tempo.
Raul: Mas que delícia, a buceta dessa putinha da sua filha tá uma beleza, Ernesto.
Javier: E vocês viram o cuzinho dela todo fechadinho? Pelo visto você nunca meteu por ali, né, pai?
Pai: Não, nunca enfiei no cu dela. Tava esperando a gente arrebentar os três juntos. E acho que ela não vai ligar, porque é uma puta de primeira.
Ao ouvir aquilo, uma sensação de tesão percorreu meu corpo inteiro. Eu sabia que ia ser a putinha deles e que iam me destruir por completo, os três juntos. Tava com um pouco de medo, mas ao mesmo tempo me excitava. Quando vejo meu pai levantar do sofá e vir na minha direção, me puxa pelo cabelo e me joga perto dos meus tios. Fiquei de joelhos na frente deles. Meu pai ficou do meu lado, e meus tios se levantaram. Mandaram eu pegar na rola deles, e foi isso que eu fiz. Comecei a acariciar a rola dos três por cima da calça. Quando senti que tavam bem duras, abaixei a calça de cada um. E uau, Javier tinha uma rola enorme, uns 23 cm e uns 5 cm de grossura. E a do Raul era quase igual à do meu pai. E lá estava eu, de joelhos, com as rolas dos meus tios e do meu pai na minha cara. Não pensei duas vezes e comecei a chupar o pau deles. Ia alternando: chupava um enquanto batia punheta pros outros. Fiquei assim uns 30 minutos.
Depois Javier me pega pelo cabelo e me joga no sofá, arranca a calcinha que eu tava usando e começa a chupar minha buceta, passando a língua do meu cu até minha buceta, enquanto eu chupava meu pai e o Raul. Javier sabia como me agradar e fazia muito bem o trabalho dele na minha buceta. Não duramos muito quando Javier disse:
Javier: Quem dos três vai estrear o cu dessa puta bastarda?
Raul: Por privilégio e por ser a dona dessa gostosa, deve ser o pai dela. Então vai, Ernesto.
Meu pai deitou no sofá e foi enfiando o pau dele devagar no meu cu, até que entrou tudo. Eu gemia de prazer e sentia um pouco de dor, mas gostava. Depois, Raul ficou na minha frente e meteu o pau de uma vez na minha buceta. Fiquei com os dois me comendo rápido e com força. Javier ficou do meu lado pra eu chupar o pau dele, e assim eles se revezavam pra me deixar bem comida.
Duraram uns 40 minutos assim, eu tava bem empalada e meus buracos cheios de pica, tavam te fazendo gemer pra caralho, não paravam de tirar e meter as picas, parecia que não tinha fim, quando meu pai tava de novo no meu cu e Javier tava me comendo pela buceta, ele tirou a pica e posicionou no meu cu, eu senti um pânico porque não ia aguentar a pica do meu pai e a do Javier no meu cu, já que a pica do Javier é maior e mais grossa, muito grossa, não consegui falar nada porque tinha a pica do Raul na minha boca, quando comecei a sentir o Javier enfiando a cabeça da pica no meu cu, senti como se estivesse rasgando toda, consegui me soltar da pica do Raul e falei: Javier, não se atreva a met... Javier não ligou e de uma só vez enfiou a pica até o fundo, já tinha a pica do meu pai arrebentando meu cu e agora a do Javier era um massacre pro meu cu que ainda era virgem, a única coisa que pude fazer foi gritar e gritar pra ele tirar, e ele só me olhava e ria de mim, tentei resistir mas não consegui com os 3, Raul me pegou de novo pelo cabelo e me fez mamar enquanto meu pai e Javier já tinham meu cu bem aberto com as picas deles, depois de um tempo parou de doer e eu senti uma sensação muito gostosa porque com os fluidos deles e os do meu cu foi lubrificando.
Me pegavam bem selvagem e bem gostoso, depois de um tempo que arrebentaram meu cu, tiraram os paus, senti que meu cu não fechava, ficou meio aberto, mas doía. Me ajoelharam e eles ficaram de pé ao meu redor, começaram a bater punheta enquanto cuspiam na minha boca, me davam tapas, puxavam meu cabelo até que os três gozaram na minha cara. Fiquei com o rosto cheio de porra dos meus tios e do meu pai. Chupei os paus deles pra deixar bem limpos, e eles sentaram no sofá enquanto eu estava ajoelhada na frente deles engolindo a porra deles. Me senti uma puta, me senti bem usada pelos meus tios e meu pai, não acreditei que chegaria a esse ponto. Quando meu pai me diz: "Vira e fica de quatro no chão pra ver como deixaram teu cu". Eu obedeci as ordens do meu pai, me virei e me curvei completamente pra deixar eles verem como deixaram meu cu.
Meu cu ainda tava ardendo de tanta sentada que eu levei, Javier caiu na risada com tom de zoação falando que eu não ia conseguir sentar por uma semana, eu também ri porque era verdade que ia ficar doendo, mas ele não parou por aí.
Javier: Mas vejo que ainda tá bem fechadinho, acho que é meter de novo pra agora sim abrir bem essa putinha.
Eu virei pra olhar eles e os caras ainda estavam de pau duro, eu falei que não dava porque tava doendo, Raul me pegou pelo braço bem bruto e me colocou de quatro no sofá e disse que eu não precisava me preocupar que ele ia lubrificar, e foi isso mesmo, ele cuspiu e enfiou a língua inteira no meu cu, eu senti uma delícia, meu pai e Julian enfiaram os dedos até o fundo, quando meu pai deitou e me puxou pra ele e começou a meter o pau no meu cu e na hora foram Julian e Raul chupar meus peitos, eu não aguentava, já sentia que meu cu não ia suportar tanto tempo assim, até que eles gozaram dentro do meu cu, senti quentinho, era a primeira vez que gozavam dentro de mim, não sei de onde esses homens tiravam tanta porra, acho que isso foi a cereja do bolo porque eles ficaram exaustos no sofá.
Meu pai me mandou tomar banho e disse que ia me deixar descansar essa noite, e eu obedeci e fui pro meu quarto tomar uma ducha. Graças a Deus, meu cu fechou de novo, mas não completamente. Agora eu já era puta dos meus tios também. Aquela sensação me encantava, mas eu tinha medo de que o Juliano falasse alguma coisa, já que ele é o mais fofoqueiro da família do meu pai. À noite, na hora do jantar, meu pai mandou me chamar e eu fui jantar. A gente jantou tudo normal, e aí eu falei:
— Pai, tô preocupada que o Juliano fale alguma coisa sobre o que aconteceu.
— Fica tranquila, ele não vai falar nada. Eu disse pra eles que tudo ficava entre nós.
— Tá bom, pai. E que selvagens vocês foram comigo. Eu ainda era virgem do cu e vocês estrearam ele como nunca.
— Teu cu parecia bem fechadinho e apertadinho, e a gente adorou isso.
Terminamos de jantar e fui dormir, igual meu pai. A gente tava exausto de tanto sexo. Na manhã seguinte, acordei e fui pra sala. Não quis mais fazer a limpeza, porque já queria levar pica de novo. Entrei na sala e só vi meu pai e o Javier. Estranhei o Raul não estar lá, e perguntei:
— Oi, meus amores. O Raul não veio ou vai chegar mais tarde?
— Ele não vai poder vir. Teve que viajar a negócios — respondeu meu pai.
— Mas não se preocupa, tem nós dois aqui. Pra que quer mais, putinha? Aliás, vem chupar minha pica.
Eu obedeci e fui até onde ele estava e comecei a chupar a pica dele. Adorava a pica dele, porque era a maior e mais grossa. Ele me deixou um tempão chupando a pica dele, até que chamei meu pai pra se juntar a gente. Ele disse que precisava terminar o trabalho que tava fazendo. Quando ouvi isso, o Juliano me carregou e me levou pro meu quarto. Me jogou na cama e disse:
— Vou te ter só pra mim, e vou terminar de arrebentar teu cu.
Ele me virou, me colocou de quatro na cama e começou a chupar minha buceta, passando pelo meu cu, deixando ele dilatado pra entrar mais fácil. Colocou a pica na entrada do meu cu e, com uma pancada forte, enfiou tudo. Tudo isso. O que eu podia fazer era gritar de dor, mas eu gostava que ele estivesse arrombando meu cu. Ele ficou um tempo me comendo, até que o Julián disse: "Quero ter uma lembrança de como eu rasgo seu cu, sua puta maldita." Ele tirou o celular e começou a gravar enquanto enfiava o pau no meu cu com tudo, bem forte. Eu pedi pra ele não mostrar pra ninguém, que por favor fosse nosso segredo. Ele disse que tudo bem, e assim continuou por uns 30 minutos até gozar dentro de mim.
Vestiu e saiu do meu quarto, eu fiquei lá toda molinha, sem querer acabei dormindo, e de noite meu pai chegou e abriu a porta, e me fez mamar e enfiou o pau até o fundo, com força, a noite toda até a gente dormir. Virou rotina todo dia o Juliano vir me comer, meu pai e ele não paravam de me dar no cu até o fim das minhas férias. Uma manhã acordei, minha mãe me ligou muito puta:
Mãe: Carina, que porra você tá fazendo!
Eu: Do que cê tá falando, mãe?
Mãe: Acabaram de me mandar um vídeo de você sendo comida
Eu: Não sei o que dizer, mãe
Mãe: Não precisa me dizer nada, não te quero mais na minha casa, vai ficar com seu pai, vê se ele aceita essa merda que você fez
Minha mãe desligou na minha cara e eu fiquei meio pistola, desci pra sala pra ver se o Juliano tava lá e por sorte encontrei ele
Eu: Juliano, por que você mandou o vídeo pra minha mãe?
Juliano: Queria que sua mãe visse que você também é uma puta que nem ela
Eu: E agora, o que eu vou fazer? Minha mãe disse que não me quer mais em casa, e não vou poder ir pra faculdade
Juliano: A única coisa que cê pode fazer é ser nossa puta
Pai: Fica tranquila, não precisa estudar, eu te sustento, mas vem e rebola essa bunda de puta
Eu me acalmei um pouco, mas ainda tava preocupada. Eles me comeram o dia inteiro, e agora não vou ter que voltar pra casa da minha mãe nem continuar estudando. E assim passou um ano só de putaria com o Juliano e meu pai, até que eu engravidei, mas não sabia quem era o pai do meu pequeno. Eles cuidaram dele, e eu continuei sendo a puta deles até eles se cansarem de mim.
Pai: Carina, o que você tá fazendo aqui? Não devia estar na faculdade? Ainda não são suas férias.
Eu: A putinha da sua filha não aguenta mais de vontade de ser tratada como uma cadela no cio, seu idiota.
Ele me pegou pelo cabelo com força e me puxou pra dentro, me jogou no sofá da sala e tirou toda a minha roupa. Começou a chupar minha buceta, enfiando os dedos até o fundo.
Tive vários orgasmos com aquele oral tão gostoso que meu pai tava me dando, ele parou, me ajoelhou e tirou a rola pra eu chupar, me segurava pela nuca pra meter tudo, metia tão rápido que eu engasgava e quase vomitei, graças a deus ele tirou e me deu um tapão na cara, abriu minha boca com os dedos e cuspiu dentro, depois me levantou, me colocou de quatro no sofá e meteu de uma vez, me comia com tanta força e rapidez que só dava pra ouvir a batida da pelve dele na minha bunda e meus gemidos, eu gemia que nem uma louca, ele dava uns tapões tão fortes que deixou minha bunda toda vermelha, terminou gozando nas minhas costas, me ajoelhei de novo pra chupar a rola dele e deixar bem limpinha. Levantei e fui tomar um banho, quando saí me vesti e ele ainda tava trabalhando, peguei minhas coisas e falei: Pai, já vou ter que ir porque a mãe vai me buscar na faculdade e não quero que ela descubra que não fui. Pai: Tá bem, garota, gostei que você veio, mas não falta na faculdade, já já são suas férias pra você vir e eu te ter como meu puto brinquedo sexual. Eu: Tá bem, pai, já não aguentava mais de vontade, por isso vim. Ele me acompanhou até a porta enquanto me apertava a bunda, me despedi com um beijo na boca enquanto segurava a rola dele, chegou meu uber e fui embora, já na facul minha mãe chegou e me pegou pra ir pra casa, os dias passaram e eu continuava com vontade de ser comida de novo, só faltavam dois meses pras férias grandes do ano, pareceram uma eternidade mas finalmente chegaram, um dia antes de sair de férias falei pra minha mãe que ia voltar pra casa do meu pai pra ficar com ele, ela topou e disse que sem problemas, já de noite quando cheguei do meu último dia de faculdade arrumei uma mochilinha com calcinhas fio dental, não levei roupa porque já sabia que só ia passar o tempo transando com meu pai, de manhã minha mãe me levou na casa dele e finalmente chegamos, desci minha mala e me despedi da minha mãe, bati na porta do meu Papai me abriu a porta, tava meio irritado e chateado. Papai: Oi Carina, entra.
Eu: Aconteceu alguma coisa, pai?
Papai: Tô muito ocupado com o trabalho e uns clientes que tão enchendo o saco, nada demais, vai desfazer as malas do que quer que você tenha trazido e descansa, agora não tenho tempo.
Eu obedeci e fui pro meu quarto, mas ia desfazer o quê, se só tinha trazido tangas? Tirei as tangas, coloquei numa gaveta e fui tomar um banho e descansar um pouco. Ficou tarde pra caralho, já era noite e meu pai me chamou pra jantar. Então, como uma boa putinha que ia levar uma bela foda, fiz igual nas férias passadas: minha tanga e os peitos de fora. Desci pra sala de jantar e meu pai me viu entrando assim.
Sentei no comedor e ele também, me olhava com cara de quem queria me arrebentar de porrada. Começamos a jantar normal e ele falou:Papai: sou muito sortudo de ter uma filha bem putinha.
Eu: na verdade, você é muito sortudo mesmo, quase não dou o privilégio de me comerem e me fazerem de putinha igual ao seu pai.
Papai: vamos ver até que ponto você pode ser putinha, foxy girl.
A gente foi jantar até os dois terminarem. Peguei os pratos e fui lavar. Quando terminei e saí da cozinha, meu pai estava sentado na sala com o pau bem duro e me disse: "aqui está sua sobremesa". Não pensei duas vezes, fui e me ajoelhei pra chupar ele. Chupei gostoso enquanto ele olhava e fazia caretas de prazer. Com uma mão eu masturbava ele e com a boca eu chupava as bolas. Ele demorou muito pra gozar, até que finalmente gozou na minha boca. Meu pai viu eu engolir o leite dele, e chupei de novo pra deixar bem limpinho. Depois de deixar limpo, ele me puxou pelo cabelo e me deu um puta beijo de língua enquanto apertava meus peitos com uma mão. Terminou de me beijar e fui pro meu quarto bem feliz, ainda com o leite do meu pai na boca.
Na manhã seguinte, tudo igual: minha calcinha fio dental e meus peitos de fora pra fazer a limpeza. Meu pai adorou me ver assim de novo. Mas agora, quando eu limpava a sala, ia até ele e me ajoelhava onde ficava a cadeira da escrivaninha dele pra chupar o pau enquanto ele trabalhava. Meu pai adorava que eu aliviasse o estresse dele com umas boquetas da própria filha. Cada vez mais eu amava o leite dele. Às vezes eu sentava em cima dele pra ele brincar com meus peitos. Eu tinha virado uma putinha pro meu pai, e parecia que era verdade o que ele disse naquele dia: que eu não era mais filha dele, mas sim a putinha dele. Eu já era só um objeto sexual pra ele.
Já de noite era quando ele me deixava bem submissa, me comendo gostoso. Meu pai era um selvagem, me dava uns tapas violentos, umas palmadas, e me deixava toda vermelha. Meu corpo inteiro doía, mas eu adorava o jeito que ele me tratava, me deixava morta de tanto sexo que me dava. Só conseguia descansar quando dormia, mas ainda queria que ele continuasse me comendo bem forte.
Já tinha passado uma semana, e todo dia era só trepar e trepar. Uma noite, depois que terminamos de transar, ele foi tomar banho, e eu também. Já cada um no seu quarto, fiquei com uma vontade danada de pica, saí do meu quarto toda pelada e entrei no quarto do meu pai.Pai: O que você tá fazendo aqui, sua estúpida?
Eu: Fiquei com vontade de pica, e já que sou sua putinha, de agora em diante vou dormir com você, bom, se é que a gente vai dormir.
Pai: Mas que rabuda você me saiu, vem aqui e engole minha pica, garota.
Não hesitei, fui na direção dele e comecei a chupar a pica dele enquanto ele estava deitado. Não demorou muito, quando ele já me tinha dominada de novo na cama dele, metia a pica inteira até o talo, puxava meu cabelo, me sufocava, não parava de apertar meus peitos. Meu pai era uma máquina de sexo selvagem, tudo que eu precisava de um homem de verdade. A noite inteira ele passou me dando pica até a gente cair de exaustão, e eu fiquei lá dormindo com ele. Já era toda noite que a gente transava, a gente quase não dormia, mas amava.
Já tinham se passado duas semanas de puro sexo com meu pai e, uma manhã quando acordei, fiz minha rotina de higiene. Quando estava quase entrando na sala onde meu pai estava, não fiz muito barulho e o ouvi falando ao telefone:Pai: Se vocês vissem a putinha que a Carina se tornou, nas últimas férias que ela veio me ver, passava o tempo todo com os peitos de fora. A menina ficou uma gostosa sem vergonha, e agora já estou comendo a vadiazinha. Ela saiu igualzinha à mãe, uma puta. Mas quando quiserem vir vê-la ou comê-la, é só me avisar que eu fico de olho.
Ao ouvir isso, uma sensação de medo e curiosidade tomou conta do meu corpo. Cheguei na sala e meu pai não deixou que eu fizesse a limpeza, pois me fez chupar o pau dele no sofá. A noite chegou e eu não parava de pensar em quem eram as pessoas com quem ele tinha falado, e quantas eram, já que ele disse "Se vocês vissem". Fiquei meio pensativa, não falei nada com meu pai. Tudo seguiu normal pelo resto da semana: eu fazia a limpeza e meu pai me enchia de porra e me comia com força.
Chegou o fim de semana e eu acordei como todos os dias. Fui tomar um banho e coloquei uma calcinha fio-dental bem fininha, era puro fio, e como sempre, meus peitos de fora.
Comecei a fazer a limpeza pela casa toda, tudo normal, até que quase entrando na sala onde meu pai estava trabalhando, escuto mais vozes. Não consegui reconhecer de quem eram, mas eram mais dois homens além do meu pai. Me fiz de sonsa e entrei sem descaro nenhum, com as tetas bem pra fora. Quando vou entrando na sala, vejo que meu pai estava lá e olho pros outros dois homens e, pra minha surpresa, eram meus dois tios, irmãos do meu pai. Um deles se chama Javier, tem 42 anos, e o outro, Raul, tem 45. Não os via desde que meu pai e minha mãe se separaram. Eu detestava eles, porque quando eu era mais nova, me assediavam e me olhavam com maldade. Terminei de entrar na sala e fiquei em choque, e eles me viram entrar quase nua, não tiravam os olhos das minhas tetas. Nisso, falo pro meu pai: Eu: Pai, pelo menos podia ter me avisado que meus tios iam vir, pra eu não sair assim, que vergonha.
Pai: Te avisar? Mandei chamar eles justamente pra verem que puta é minha filha e como ela é gostosa.
Javier: Como você cresceu, Carina, e vejo que suas tetas também. Você ficou mais gostosa do que da última vez que nos vimos.
Não falei mais nada e continuei fazendo a limpeza. Eles não paravam de me olhar de jeito nenhum. Eu tava com um pouco de medo e angústia, porque eram meus tios e tinha receio de que falassem alguma coisa e vazasse algo do que tava rolando. Já tava quase terminando quando meu pai me diz:
Pai: Acho que você esqueceu de limpar debaixo do móvel.
Eu obedeci e me abaixei de novo por completo, deixando ver toda minha buceta aberta na frente deles. Me senti muito observada e muito puta ao mesmo tempo.
Raul: Mas que delícia, a buceta dessa putinha da sua filha tá uma beleza, Ernesto. Javier: E vocês viram o cuzinho dela todo fechadinho? Pelo visto você nunca meteu por ali, né, pai?
Pai: Não, nunca enfiei no cu dela. Tava esperando a gente arrebentar os três juntos. E acho que ela não vai ligar, porque é uma puta de primeira.
Ao ouvir aquilo, uma sensação de tesão percorreu meu corpo inteiro. Eu sabia que ia ser a putinha deles e que iam me destruir por completo, os três juntos. Tava com um pouco de medo, mas ao mesmo tempo me excitava. Quando vejo meu pai levantar do sofá e vir na minha direção, me puxa pelo cabelo e me joga perto dos meus tios. Fiquei de joelhos na frente deles. Meu pai ficou do meu lado, e meus tios se levantaram. Mandaram eu pegar na rola deles, e foi isso que eu fiz. Comecei a acariciar a rola dos três por cima da calça. Quando senti que tavam bem duras, abaixei a calça de cada um. E uau, Javier tinha uma rola enorme, uns 23 cm e uns 5 cm de grossura. E a do Raul era quase igual à do meu pai. E lá estava eu, de joelhos, com as rolas dos meus tios e do meu pai na minha cara. Não pensei duas vezes e comecei a chupar o pau deles. Ia alternando: chupava um enquanto batia punheta pros outros. Fiquei assim uns 30 minutos.
Depois Javier me pega pelo cabelo e me joga no sofá, arranca a calcinha que eu tava usando e começa a chupar minha buceta, passando a língua do meu cu até minha buceta, enquanto eu chupava meu pai e o Raul. Javier sabia como me agradar e fazia muito bem o trabalho dele na minha buceta. Não duramos muito quando Javier disse:Javier: Quem dos três vai estrear o cu dessa puta bastarda?
Raul: Por privilégio e por ser a dona dessa gostosa, deve ser o pai dela. Então vai, Ernesto.
Meu pai deitou no sofá e foi enfiando o pau dele devagar no meu cu, até que entrou tudo. Eu gemia de prazer e sentia um pouco de dor, mas gostava. Depois, Raul ficou na minha frente e meteu o pau de uma vez na minha buceta. Fiquei com os dois me comendo rápido e com força. Javier ficou do meu lado pra eu chupar o pau dele, e assim eles se revezavam pra me deixar bem comida.
Duraram uns 40 minutos assim, eu tava bem empalada e meus buracos cheios de pica, tavam te fazendo gemer pra caralho, não paravam de tirar e meter as picas, parecia que não tinha fim, quando meu pai tava de novo no meu cu e Javier tava me comendo pela buceta, ele tirou a pica e posicionou no meu cu, eu senti um pânico porque não ia aguentar a pica do meu pai e a do Javier no meu cu, já que a pica do Javier é maior e mais grossa, muito grossa, não consegui falar nada porque tinha a pica do Raul na minha boca, quando comecei a sentir o Javier enfiando a cabeça da pica no meu cu, senti como se estivesse rasgando toda, consegui me soltar da pica do Raul e falei: Javier, não se atreva a met... Javier não ligou e de uma só vez enfiou a pica até o fundo, já tinha a pica do meu pai arrebentando meu cu e agora a do Javier era um massacre pro meu cu que ainda era virgem, a única coisa que pude fazer foi gritar e gritar pra ele tirar, e ele só me olhava e ria de mim, tentei resistir mas não consegui com os 3, Raul me pegou de novo pelo cabelo e me fez mamar enquanto meu pai e Javier já tinham meu cu bem aberto com as picas deles, depois de um tempo parou de doer e eu senti uma sensação muito gostosa porque com os fluidos deles e os do meu cu foi lubrificando.
Me pegavam bem selvagem e bem gostoso, depois de um tempo que arrebentaram meu cu, tiraram os paus, senti que meu cu não fechava, ficou meio aberto, mas doía. Me ajoelharam e eles ficaram de pé ao meu redor, começaram a bater punheta enquanto cuspiam na minha boca, me davam tapas, puxavam meu cabelo até que os três gozaram na minha cara. Fiquei com o rosto cheio de porra dos meus tios e do meu pai. Chupei os paus deles pra deixar bem limpos, e eles sentaram no sofá enquanto eu estava ajoelhada na frente deles engolindo a porra deles. Me senti uma puta, me senti bem usada pelos meus tios e meu pai, não acreditei que chegaria a esse ponto. Quando meu pai me diz: "Vira e fica de quatro no chão pra ver como deixaram teu cu". Eu obedeci as ordens do meu pai, me virei e me curvei completamente pra deixar eles verem como deixaram meu cu.
Meu cu ainda tava ardendo de tanta sentada que eu levei, Javier caiu na risada com tom de zoação falando que eu não ia conseguir sentar por uma semana, eu também ri porque era verdade que ia ficar doendo, mas ele não parou por aí. Javier: Mas vejo que ainda tá bem fechadinho, acho que é meter de novo pra agora sim abrir bem essa putinha.
Eu virei pra olhar eles e os caras ainda estavam de pau duro, eu falei que não dava porque tava doendo, Raul me pegou pelo braço bem bruto e me colocou de quatro no sofá e disse que eu não precisava me preocupar que ele ia lubrificar, e foi isso mesmo, ele cuspiu e enfiou a língua inteira no meu cu, eu senti uma delícia, meu pai e Julian enfiaram os dedos até o fundo, quando meu pai deitou e me puxou pra ele e começou a meter o pau no meu cu e na hora foram Julian e Raul chupar meus peitos, eu não aguentava, já sentia que meu cu não ia suportar tanto tempo assim, até que eles gozaram dentro do meu cu, senti quentinho, era a primeira vez que gozavam dentro de mim, não sei de onde esses homens tiravam tanta porra, acho que isso foi a cereja do bolo porque eles ficaram exaustos no sofá.
Meu pai me mandou tomar banho e disse que ia me deixar descansar essa noite, e eu obedeci e fui pro meu quarto tomar uma ducha. Graças a Deus, meu cu fechou de novo, mas não completamente. Agora eu já era puta dos meus tios também. Aquela sensação me encantava, mas eu tinha medo de que o Juliano falasse alguma coisa, já que ele é o mais fofoqueiro da família do meu pai. À noite, na hora do jantar, meu pai mandou me chamar e eu fui jantar. A gente jantou tudo normal, e aí eu falei:— Pai, tô preocupada que o Juliano fale alguma coisa sobre o que aconteceu.
— Fica tranquila, ele não vai falar nada. Eu disse pra eles que tudo ficava entre nós.
— Tá bom, pai. E que selvagens vocês foram comigo. Eu ainda era virgem do cu e vocês estrearam ele como nunca.
— Teu cu parecia bem fechadinho e apertadinho, e a gente adorou isso.
Terminamos de jantar e fui dormir, igual meu pai. A gente tava exausto de tanto sexo. Na manhã seguinte, acordei e fui pra sala. Não quis mais fazer a limpeza, porque já queria levar pica de novo. Entrei na sala e só vi meu pai e o Javier. Estranhei o Raul não estar lá, e perguntei:
— Oi, meus amores. O Raul não veio ou vai chegar mais tarde?
— Ele não vai poder vir. Teve que viajar a negócios — respondeu meu pai.
— Mas não se preocupa, tem nós dois aqui. Pra que quer mais, putinha? Aliás, vem chupar minha pica.
Eu obedeci e fui até onde ele estava e comecei a chupar a pica dele. Adorava a pica dele, porque era a maior e mais grossa. Ele me deixou um tempão chupando a pica dele, até que chamei meu pai pra se juntar a gente. Ele disse que precisava terminar o trabalho que tava fazendo. Quando ouvi isso, o Juliano me carregou e me levou pro meu quarto. Me jogou na cama e disse:
— Vou te ter só pra mim, e vou terminar de arrebentar teu cu.
Ele me virou, me colocou de quatro na cama e começou a chupar minha buceta, passando pelo meu cu, deixando ele dilatado pra entrar mais fácil. Colocou a pica na entrada do meu cu e, com uma pancada forte, enfiou tudo. Tudo isso. O que eu podia fazer era gritar de dor, mas eu gostava que ele estivesse arrombando meu cu. Ele ficou um tempo me comendo, até que o Julián disse: "Quero ter uma lembrança de como eu rasgo seu cu, sua puta maldita." Ele tirou o celular e começou a gravar enquanto enfiava o pau no meu cu com tudo, bem forte. Eu pedi pra ele não mostrar pra ninguém, que por favor fosse nosso segredo. Ele disse que tudo bem, e assim continuou por uns 30 minutos até gozar dentro de mim.
Vestiu e saiu do meu quarto, eu fiquei lá toda molinha, sem querer acabei dormindo, e de noite meu pai chegou e abriu a porta, e me fez mamar e enfiou o pau até o fundo, com força, a noite toda até a gente dormir. Virou rotina todo dia o Juliano vir me comer, meu pai e ele não paravam de me dar no cu até o fim das minhas férias. Uma manhã acordei, minha mãe me ligou muito puta: Mãe: Carina, que porra você tá fazendo!
Eu: Do que cê tá falando, mãe?
Mãe: Acabaram de me mandar um vídeo de você sendo comida
Eu: Não sei o que dizer, mãe
Mãe: Não precisa me dizer nada, não te quero mais na minha casa, vai ficar com seu pai, vê se ele aceita essa merda que você fez
Minha mãe desligou na minha cara e eu fiquei meio pistola, desci pra sala pra ver se o Juliano tava lá e por sorte encontrei ele
Eu: Juliano, por que você mandou o vídeo pra minha mãe?
Juliano: Queria que sua mãe visse que você também é uma puta que nem ela
Eu: E agora, o que eu vou fazer? Minha mãe disse que não me quer mais em casa, e não vou poder ir pra faculdade
Juliano: A única coisa que cê pode fazer é ser nossa puta
Pai: Fica tranquila, não precisa estudar, eu te sustento, mas vem e rebola essa bunda de puta
Eu me acalmei um pouco, mas ainda tava preocupada. Eles me comeram o dia inteiro, e agora não vou ter que voltar pra casa da minha mãe nem continuar estudando. E assim passou um ano só de putaria com o Juliano e meu pai, até que eu engravidei, mas não sabia quem era o pai do meu pequeno. Eles cuidaram dele, e eu continuei sendo a puta deles até eles se cansarem de mim.
4 comentários - Provocando meu pai, virei a putinha dele parte 2