Depois de um tempo, meus quadris começaram a se mexer sozinhos, um calor subia pela minha espinha toda, e gemidos cada vez mais altos saíam da minha garganta. Além disso, o filho da puta usava uma mão pra me tocar por baixo na buceta, aumentando ainda mais o que eu sentia. — Olha só, sua puta, que pena que não botei a câmera, teria gravado como eu abri seu cu de novo. Pelo menos me deixa tirar umas fotos de como você tá, montada igual uma vagabunda qualquer, pra depois lembrar quem te arrombou o cu. Vou te foder tão forte que você não vai conseguir sentar por um mês — — Ahhhhh, porraaaaa, cuidado que você tá me machucando, aaaaaah Aaaaahhgg — eu gritava enquanto meus quadris aceleravam o ritmo.


Eu sentia um calor indescritível e cada vez ficava mais e mais excitada, meu corpo começava a se mover por instinto e a rebolar cada vez mais rápido, igual só as fêmeas sabem fazer pra aumentar o próprio prazer. Quando ele começou a acelerar as estocadas, virei pra olhar ele, via como meus peitos e minha bunda balançavam no ritmo das investidas dele, enquanto ele me filmava com a câmera do celular. Aí me soltei de qualquer pensamento, deixei minha decência e minhas amarras de lado e comecei a aproveitar e gritar pra ele: — Aaaaiiii, filho da puta, você tá com ela até o fundo do meu cu, tá me matando, tá doendo, seu gordo filho da puta, infeliz de merda, tá rasgando minha buceta!! — Minhas palavras deixaram ele louco e as estocadas ficaram ainda mais rápidas, eram brutais, parecia que ele queria estourar minha raba, largou o celular, colocou uma mão nas minhas costas e empurrou pra baixo, deixando minha bunda mais levantada e exposta, e depois me segurou firme pela cintura enquanto continuava bombando num ritmo infernal, que me fazia gemer cada vez mais, e eu já não conseguia disfarçar.

— ¡¡Ahh!! ¡¡Ahh!! ¡¡Ahh!! ¡¡Ahh!! ¡¡Filho da puta, você me parte toda!! ¡¡Ahh!! ¡¡Ahh!! Filho da mãe… Continua. Não para. Termina de arrombar minha buceta!! — — Hahahahaha, isso mesmo, puta, implora pra eu continuar arrombando seu cu, que prazer que tô sentindo. Agora vou encher ele de porra..— De repente senti o pau dele cada vez mais duro, e sabia que ele ia gozar, então fiquei parada o máximo possível, deixando minha raba à disposição dele, ele entre gemidos e suor gritava: — ¡¡Daniela, sempre tive fantasias de fazer isso com você e agora finalmente tô conseguindo, finalmente tô arrombando de novo essa bunda gostosa que sempre sonhei!! — As estocadas fortes dele me faziam ver estrelas e me faziam gritar coisas sem controle — ¡Agghh, Tito, filho da puta, gordo desgraçado, filho da puta! Você tá fodendo meu cu. Me come, infeliz, não para, arromba meu cu, continua me comendo, arromba meu cu!! — Depois dessas palavras, senti ele começando a encher meu cu com a porra nojenta dele, entrava pra caralho, ele bombeou mais um pouco, até que tirou de uma vez, jogando meus quadris pro lado, me puxou pelo cabelo violentamente e me virou, me deixando de barriga pra cima na cama, aí ele se colocou de novo na minha frente, se masturbando e continuava soltando o que restava do leite dele nos meus peitos e na minha cara, enquanto gemia sem controle — ¡¡AAhhhhh!! ¡¡AAaahhh!! ¡¡Muito bem, puta gostosa, muito bem!! ¡¡aaahhhh!! ¡¡Sente como eu te deixo toda melada de porra, puta!! — E continuava gozando em cima de mim, como uma chuva de porra pegajosa caindo no meu corpo. Depois de terminar tão bestialmente, a respiração dele não aguentava mais, parecia que ia ter um infarto de tão ofegante que tava, eu não abria os olhos por causa da quantidade de porra no meu rosto, mas sentia que ele tinha se sentado na beira da cama, como pude me limpei um pouco e vi o Tito se vestindo, obviamente satisfeito com tudo que tinha feito comigo, e quando terminou de se vestir, me disse: — Agora você é toda minha, puta, primeiro você Tomei posse da sua buceta e agora seu cu também me pertence. De agora em diante, seu corpo vai ficar à minha disposição pra eu te foder de frente ou de cu quando eu tiver vontade, e você vai ser minha puta sempre que eu quiser. Entendeu, sua vagabunda de merda? — Eu não falei nada, mas ali, na cama do meu quarto, pelada, coberta de porra na cara toda e com a rabeta arrombada, tava mais do que claro que o Tito ia continuar aproveitando meu corpo e minha bunda quantas vezes ele quisesse. E olha, mesmo sem dar o gosto de admitir, o orgasmo do caralho que eu ainda sentia fazia eu desejar que aquele dia chegasse logo.




Eu tava pelada na minha cama, com a cara, minha buceta e meu cu cheios de porra, escorrendo de tanta que o Tiro tinha gozado dentro de mim. Tinham passado 2 dias quando o Tito me ligou lá pras 7 da noite no celular, minha mãe e meu padrasto tavam em casa vendo algum programa na TV. Levantei e fui pro meu quarto. — Alô? — — Fala Dan, tô sozinho em casa e tô com as bolas cheias de porra, o que cê acha? Por que cê não vem abrir essa buceta pra mim? — Olhei de canto pros meus pais sentados, vendo TV. — Bom, é que agora tô ocupada, acho que não dá — Tentei soar convincente, mas a verdade é que minha voz tremia de tesão, e minha buceta já começava a ficar molhada. — Olha aqui, putinha, quero você aqui em 5 minutos, ou prefere que eu vá buscar você na sua casa? — Hesitei por um momento, com certeza o filho da puta teria coragem, e eu não queria dar explicação pros meus pais. — Tá, beleza, me espera um pouco enquanto eu me arrumo — — Veste algo que me deixe de pau duro, e que dê pra tirar rápido — Desliguei, enquanto ia pro meu quarto pensando no que vestir. — Quem era? — Perguntou minha mãe — Minha amiga, perguntando se posso ir buscar ela na estação porque quer me contar uma coisa. Acho que terminou com o namorado — Minha mãe me olhou de lado, mas não falou nada. Fui me trocar, coloquei uma blusa branca transparente e tirei o sutiã, vesti uma calcinha fio dental rosinha de renda e um shortinho preto no meio da coxa, e pra disfarçar essa cara de puta, coloquei um moletom comprido por cima.
Assim que saí na rua, tirei o moletom comprido e fui pra casa do lado. — Entra, tá aberto — uma voz mandou. Entrei e não vi ninguém, então fui direto pro quarto dela. Lá encontrei o Tito. Quando me viu, sorriu, o olhar dele tinha aquele brilho de tesão. — Nossa, Dani, você tá uma putinha de luxo. Vem cá, putinha — — Seu filho da puta, meus pais tão em casa. Você não pode me chamar quando bem entender, eu não sou sua — Sentado como tava, ele começou a me apalpar por baixo do short e eu, por instinto, abri as pernas. — Você é minha putinha, e vai estar aqui quando eu quiser usar seu corpo — Ele me virou de costas e começou a chupar por cima do meu short, minha bunda se levantava no instinto, facilitando o porco enfiar a língua mais fundo nas minhas entranhas. Depois de um minuto, me fez inclinar pra ele pegar melhor a rabeta. Enquanto chupava, as mãos dele apertavam minha bunda com força, enquanto os dedos grossos me penetravam.
— Agora vem e chupa ela, gatinha!! que meu pau tá com saudade da sua boquinha — De novo me abaixei pra chupar ele, ele aproveitou pra levantar minha blusa e deixar meus peitos de fora — Não me diga que você não tava afim de uma boa piroca, hein? — Fiquei ali subindo e descendo naquela vara boa, enquanto minha buceta começava a ficar molhada, tirei minha calcinha fio dental, e comecei a me estimular até me molhar toda. Em menos tempo do que conto, já tava pronta pra receber aquela pedaço enorme de carne do Tito.
— Agora sobe em mim e enfia você mesma, quero te ver cavalgando como a gostosa rabuda que você é — Estando em cima dele, eu estava completamente à disposição dele, com uma mão ele dava tapas na minha bunda e brincava com meu cuzinho, com a outra me segurava pelo cabelo e com a boca chupava meus peitos. Ele me manteve assim até eu começar a gemer e xingar ele: — Seu filho da puta, ahhh, ahhh — Do jeito que estávamos, ele se levantou e me deixou no alto, me penetrando agarrado nas minhas nádegas — Ahhhh, ahhhh, ahhh, continua, continua, maldito… mmmghhhff —
Me tirou assim, enfiada no quintal, me abaixou e me apoiou na parede que dividia com minha casa — Agora sim, Dani, quero ouvir você gritar pra todo mundo saber que tá gozando com um pau bom — Assim que falou isso, o filho da puta enfiou metade da rola no meu cu. Segurei o grito o máximo que pude, mas na velocidade que ele tava metendo, escapavam gemidos sem eu conseguir controlar. Também os sons da minha bunda batendo na barriga dele eram difíceis de disfarçar. Qualquer um que estivesse no quintal do outro lado da parede saberia o que tava rolando.



— Agggh, por favor, Tito, vamos pra dentro, não aguento mais —
— Nada disso, putinha, quero que todo mundo saiba como você tá se divertindo —
Eu ouvia os passos dos meus pais do outro lado do muro: “O vizinho de novo fazendo das dele, com certeza pagou uma daquelas putas baratas pra dar uma força”. Ouvir minha mãe falando da puta que o gordo do meu vizinho tava comendo, sem saber que era a filha amada dela, me deixou num tesão quase no orgasmo.
Pra piorar, uma das mãos dele beliscava meus peitos, e a outra na minha buceta.
— Já ouviu sua mãe, você não passa de uma putinha barata, Dani, então faz direito — falou o filho da puta, enquanto soltava aquela risada odiosa.
— Aaahh, aaahh, porra, que delícia!! Continua, continua, safado —
— Espera, putinha, vira de costas e fica quieta. Quero gozar em cima de você —
Ele me virou e esporrou na minha cara e nos meus peitos, depois ainda teve o prazer de me dar uns tapas com o pau mole.
— Hahaha, que gostoso você me deu, Dani. Não se mexe, fica assim, mas parece que você tá meio insatisfeita —
— Você é um filho da puta — falei, me levantando e batendo no peito dele. Ele só ria, me pegou pelo braço e me puxou pro quarto.
— Calma, calma, gostosa, vamos pra dentro que ainda tenho muito pra te dar —
Ele me puxou pra sala, sentou no sofá e ficou acariciando o pau mole.
— Olha como você deixou ele, Dani. Agora quero que você venha aqui e deixe ele pronto de novo —
— Vai se foder, infeliz, já tá tarde, vou pra casa —
— Se sair, vou atrás de você e te como na frente da sua casa, na rua, putinha, pra todo mundo ver como você é gostosa —
Derrotada, me aproximei. Olhava pro membro flácido dele, brilhando com meus sucos e restos do meu cu, mas me dava nojo levar na boca. Resignada, acabei fazendo. No fim, Tito já tinha me mostrado que eu sempre acabava fazendo o que ele queria, mesmo contra minha vontade. Enchi de saliva, como se quisesse enxaguar, e fui enfiando de pouco em pouco. O gosto me invadiu, e embora não fosse desagradável, não era... Nada diferente do que já teria provado com outros caras, um gosto salgado com um toque azedo, e o cheiro de suor.

Tito se deu ao luxo de mexer minha cabeça do jeito que queria, usando minha boca na profundidade e altura que lhe convinha. Fiquei assim por vários minutos, o pau dele começava a crescer de novo e cada vez ficava mais difícil manter ele dentro, porque a grossura também aumentava. Sabia que ele podia gozar em cima de mim e isso me dava nojo, mas depois de sentir como ele crescia e tomava conta da minha boca quase toda, comecei a ficar molhada de verdade. — O que você diz, Dani? Quer sentir ele dentro da sua bucetinha ou quer sua gozada? — Eu não conseguia falar nada, só gemia entre cada enfiada. — Bom, já que não responde, acho que vou gozar nessa boquinha linda, pra você lembrar de mim quando beijar seu namorado — E ele metia mais forte. Tito sabia o que eu queria e ia me obrigar a falar. — Não, espera, não goza — — Sua putinha, quer que eu meta, né? Fala o que você quer? — — Tá bom, seu gordo filho da puta, admito — — O que você disse, Dani? Daqui de trás não ouço — — Me fode, enfia em mim, seu gordo merda — — Vai ter que fazer melhor, putinha, ou encho sua boca de porra — e ele puxou até eu tossir — — Enfia, quero sentir ele dentro de mim, me dá logo que não aguento mais. Por favor, METE LOGOOOO — — Hahaha, assim tá melhor. E onde você quer? — — Na minha buceta, me dá na minha buceta, tá molhada e pronta — — Boa rabuda, vou fazer isso — Ele me colocou no encosto do sofá, com a raba pra cima, e se posicionou atrás de mim, metendo de uma vez até a barriga bater na minha bunda — Aaaaaahhh, mais devagaaaar, tá doendo, seu gordo filho da puta — — Grita, grita, putinha, senão vou achar que você gosta mais pelo cu, e não vou negar — — AAAIIII, AAAAAAH, continua, continua, filho da puta — Se alguém estivesse no quarto ao lado, com certeza ouviria meus gritos, mas já não ligava mais, mesmo ele ameaçando me dar pelo cu, não estava fingindo, estava me deixando levar e gritando de verdade pelo prazer que sentia, sem me segurar — Aaaaahhgg aaaahhhh isso, continua, seu gordo filho da puta aaaahhhh aaaahhhhg —



Finalmente consegui gozar, mas o Tito continuava me surrando sem piedade, aumentando e prolongando meu orgasmo. As mãos dele se agarravam nas minhas nádegas, abrindo, beliscando, me machucando. — Isso mesmo, putinha, adoro sua buceta, mas te aviso que vou entrar pelo seu cu — Já resignada, não falei nada, só me agarrei no sofá, enfiando a cara, esperando o que viria. O gordo não teve consideração. Quis meter de uma vez, e embora o pau dele estivesse molhado e lubrificado, só conseguiu enfiar a cabeça, mesmo assim, um raio de dor me inundou — AGGGGGH, seu gordo desgraçado, faz com cuidado — falei enquanto mordia o sofá. Ele nem ligou pros meus xingamentos, colocou as mãozonas nas minhas nádegas, apertando à vontade enquanto enfiava a vara toda no meu buraco traseiro. Nisso, ouvi a porta abrindo, e com horror reconheci a voz da minha amiga — Oi, cheguei, Tito, cadê você? — — Se veste rápido, enquanto eu distraio ela — — Yito, tem alguém aí com você? De novo trazendo suas putas pra casa? Vou contar pro papai — Me tampei o máximo que pude, vesti o short e a blusa, sem calcinha, cobri o cabelo com uma camisa que achei, e saí correndo, não sei se minha amiga me reconheceu, mas não olhei pra trás. O problema é que deixei meu casaco e minha calcinha fio dental, além das minhas chaves, então não tive escolha a não ser bater. Minha mãe abriu a porta. Não consegui nem olhar nos olhos dela, só agradeci enquanto tentava me esconder no meu quarto, ela perguntou o que tinha acontecido, e eu falei que nada, sentia ela me olhando enquanto eu abria a porta do quarto, trocamos um olhar, mas ela não disse mais nada. Depois, quando me olhei no banheiro, fiquei morrendo de vergonha, porque no espelho minha aparência não podia ser pior: a blusa tinha uma alça arrebentada, mostrando do meu ombro direito até o começo do meu mamilo, que estava duro de frio ou de adrenalina, e dava pra ver várias marcas vermelhas dos chupões que o gordo tinha me dado. Ao emagrecer meus peitos e no meu pescoço, do meu short desajeitado mal cobria minhas nádegas de tão curto que estava, e meu rosto, toda a maquiagem borrada nos meus olhos pelo esforço de chupar a ferramenta do Tito. O cabelo estava bagunçado e eu nem estava usando calcinha, o que dava pra perceber pelo short, já que ele entrava na minha bunda. Esperava que minha mãe tivesse sido discreta e no outro dia me perguntasse em particular o que tinha acontecido, mas no dia seguinte a encontrei fazendo suas coisas, como se o dia anterior não tivesse existido. Isso me causou estranheza, já que quando criança ela sempre foi muito próxima, perguntando sobre qualquer problema ou se me notava estranha. Seja lá o que fosse, eu estava grata por ela não me interrogar nem revelar meu segredo. Naquele momento não notei nada de estranho, mas parece que mamãe tinha seus próprios segredos. Parte 5....



Eu sentia um calor indescritível e cada vez ficava mais e mais excitada, meu corpo começava a se mover por instinto e a rebolar cada vez mais rápido, igual só as fêmeas sabem fazer pra aumentar o próprio prazer. Quando ele começou a acelerar as estocadas, virei pra olhar ele, via como meus peitos e minha bunda balançavam no ritmo das investidas dele, enquanto ele me filmava com a câmera do celular. Aí me soltei de qualquer pensamento, deixei minha decência e minhas amarras de lado e comecei a aproveitar e gritar pra ele: — Aaaaiiii, filho da puta, você tá com ela até o fundo do meu cu, tá me matando, tá doendo, seu gordo filho da puta, infeliz de merda, tá rasgando minha buceta!! — Minhas palavras deixaram ele louco e as estocadas ficaram ainda mais rápidas, eram brutais, parecia que ele queria estourar minha raba, largou o celular, colocou uma mão nas minhas costas e empurrou pra baixo, deixando minha bunda mais levantada e exposta, e depois me segurou firme pela cintura enquanto continuava bombando num ritmo infernal, que me fazia gemer cada vez mais, e eu já não conseguia disfarçar.

— ¡¡Ahh!! ¡¡Ahh!! ¡¡Ahh!! ¡¡Ahh!! ¡¡Filho da puta, você me parte toda!! ¡¡Ahh!! ¡¡Ahh!! Filho da mãe… Continua. Não para. Termina de arrombar minha buceta!! — — Hahahahaha, isso mesmo, puta, implora pra eu continuar arrombando seu cu, que prazer que tô sentindo. Agora vou encher ele de porra..— De repente senti o pau dele cada vez mais duro, e sabia que ele ia gozar, então fiquei parada o máximo possível, deixando minha raba à disposição dele, ele entre gemidos e suor gritava: — ¡¡Daniela, sempre tive fantasias de fazer isso com você e agora finalmente tô conseguindo, finalmente tô arrombando de novo essa bunda gostosa que sempre sonhei!! — As estocadas fortes dele me faziam ver estrelas e me faziam gritar coisas sem controle — ¡Agghh, Tito, filho da puta, gordo desgraçado, filho da puta! Você tá fodendo meu cu. Me come, infeliz, não para, arromba meu cu, continua me comendo, arromba meu cu!! — Depois dessas palavras, senti ele começando a encher meu cu com a porra nojenta dele, entrava pra caralho, ele bombeou mais um pouco, até que tirou de uma vez, jogando meus quadris pro lado, me puxou pelo cabelo violentamente e me virou, me deixando de barriga pra cima na cama, aí ele se colocou de novo na minha frente, se masturbando e continuava soltando o que restava do leite dele nos meus peitos e na minha cara, enquanto gemia sem controle — ¡¡AAhhhhh!! ¡¡AAaahhh!! ¡¡Muito bem, puta gostosa, muito bem!! ¡¡aaahhhh!! ¡¡Sente como eu te deixo toda melada de porra, puta!! — E continuava gozando em cima de mim, como uma chuva de porra pegajosa caindo no meu corpo. Depois de terminar tão bestialmente, a respiração dele não aguentava mais, parecia que ia ter um infarto de tão ofegante que tava, eu não abria os olhos por causa da quantidade de porra no meu rosto, mas sentia que ele tinha se sentado na beira da cama, como pude me limpei um pouco e vi o Tito se vestindo, obviamente satisfeito com tudo que tinha feito comigo, e quando terminou de se vestir, me disse: — Agora você é toda minha, puta, primeiro você Tomei posse da sua buceta e agora seu cu também me pertence. De agora em diante, seu corpo vai ficar à minha disposição pra eu te foder de frente ou de cu quando eu tiver vontade, e você vai ser minha puta sempre que eu quiser. Entendeu, sua vagabunda de merda? — Eu não falei nada, mas ali, na cama do meu quarto, pelada, coberta de porra na cara toda e com a rabeta arrombada, tava mais do que claro que o Tito ia continuar aproveitando meu corpo e minha bunda quantas vezes ele quisesse. E olha, mesmo sem dar o gosto de admitir, o orgasmo do caralho que eu ainda sentia fazia eu desejar que aquele dia chegasse logo.




Eu tava pelada na minha cama, com a cara, minha buceta e meu cu cheios de porra, escorrendo de tanta que o Tiro tinha gozado dentro de mim. Tinham passado 2 dias quando o Tito me ligou lá pras 7 da noite no celular, minha mãe e meu padrasto tavam em casa vendo algum programa na TV. Levantei e fui pro meu quarto. — Alô? — — Fala Dan, tô sozinho em casa e tô com as bolas cheias de porra, o que cê acha? Por que cê não vem abrir essa buceta pra mim? — Olhei de canto pros meus pais sentados, vendo TV. — Bom, é que agora tô ocupada, acho que não dá — Tentei soar convincente, mas a verdade é que minha voz tremia de tesão, e minha buceta já começava a ficar molhada. — Olha aqui, putinha, quero você aqui em 5 minutos, ou prefere que eu vá buscar você na sua casa? — Hesitei por um momento, com certeza o filho da puta teria coragem, e eu não queria dar explicação pros meus pais. — Tá, beleza, me espera um pouco enquanto eu me arrumo — — Veste algo que me deixe de pau duro, e que dê pra tirar rápido — Desliguei, enquanto ia pro meu quarto pensando no que vestir. — Quem era? — Perguntou minha mãe — Minha amiga, perguntando se posso ir buscar ela na estação porque quer me contar uma coisa. Acho que terminou com o namorado — Minha mãe me olhou de lado, mas não falou nada. Fui me trocar, coloquei uma blusa branca transparente e tirei o sutiã, vesti uma calcinha fio dental rosinha de renda e um shortinho preto no meio da coxa, e pra disfarçar essa cara de puta, coloquei um moletom comprido por cima.
Assim que saí na rua, tirei o moletom comprido e fui pra casa do lado. — Entra, tá aberto — uma voz mandou. Entrei e não vi ninguém, então fui direto pro quarto dela. Lá encontrei o Tito. Quando me viu, sorriu, o olhar dele tinha aquele brilho de tesão. — Nossa, Dani, você tá uma putinha de luxo. Vem cá, putinha — — Seu filho da puta, meus pais tão em casa. Você não pode me chamar quando bem entender, eu não sou sua — Sentado como tava, ele começou a me apalpar por baixo do short e eu, por instinto, abri as pernas. — Você é minha putinha, e vai estar aqui quando eu quiser usar seu corpo — Ele me virou de costas e começou a chupar por cima do meu short, minha bunda se levantava no instinto, facilitando o porco enfiar a língua mais fundo nas minhas entranhas. Depois de um minuto, me fez inclinar pra ele pegar melhor a rabeta. Enquanto chupava, as mãos dele apertavam minha bunda com força, enquanto os dedos grossos me penetravam.
— Agora vem e chupa ela, gatinha!! que meu pau tá com saudade da sua boquinha — De novo me abaixei pra chupar ele, ele aproveitou pra levantar minha blusa e deixar meus peitos de fora — Não me diga que você não tava afim de uma boa piroca, hein? — Fiquei ali subindo e descendo naquela vara boa, enquanto minha buceta começava a ficar molhada, tirei minha calcinha fio dental, e comecei a me estimular até me molhar toda. Em menos tempo do que conto, já tava pronta pra receber aquela pedaço enorme de carne do Tito.
— Agora sobe em mim e enfia você mesma, quero te ver cavalgando como a gostosa rabuda que você é — Estando em cima dele, eu estava completamente à disposição dele, com uma mão ele dava tapas na minha bunda e brincava com meu cuzinho, com a outra me segurava pelo cabelo e com a boca chupava meus peitos. Ele me manteve assim até eu começar a gemer e xingar ele: — Seu filho da puta, ahhh, ahhh — Do jeito que estávamos, ele se levantou e me deixou no alto, me penetrando agarrado nas minhas nádegas — Ahhhh, ahhhh, ahhh, continua, continua, maldito… mmmghhhff —
Me tirou assim, enfiada no quintal, me abaixou e me apoiou na parede que dividia com minha casa — Agora sim, Dani, quero ouvir você gritar pra todo mundo saber que tá gozando com um pau bom — Assim que falou isso, o filho da puta enfiou metade da rola no meu cu. Segurei o grito o máximo que pude, mas na velocidade que ele tava metendo, escapavam gemidos sem eu conseguir controlar. Também os sons da minha bunda batendo na barriga dele eram difíceis de disfarçar. Qualquer um que estivesse no quintal do outro lado da parede saberia o que tava rolando.



— Agggh, por favor, Tito, vamos pra dentro, não aguento mais — — Nada disso, putinha, quero que todo mundo saiba como você tá se divertindo —
Eu ouvia os passos dos meus pais do outro lado do muro: “O vizinho de novo fazendo das dele, com certeza pagou uma daquelas putas baratas pra dar uma força”. Ouvir minha mãe falando da puta que o gordo do meu vizinho tava comendo, sem saber que era a filha amada dela, me deixou num tesão quase no orgasmo.
Pra piorar, uma das mãos dele beliscava meus peitos, e a outra na minha buceta.
— Já ouviu sua mãe, você não passa de uma putinha barata, Dani, então faz direito — falou o filho da puta, enquanto soltava aquela risada odiosa.
— Aaahh, aaahh, porra, que delícia!! Continua, continua, safado —
— Espera, putinha, vira de costas e fica quieta. Quero gozar em cima de você —
Ele me virou e esporrou na minha cara e nos meus peitos, depois ainda teve o prazer de me dar uns tapas com o pau mole.
— Hahaha, que gostoso você me deu, Dani. Não se mexe, fica assim, mas parece que você tá meio insatisfeita —
— Você é um filho da puta — falei, me levantando e batendo no peito dele. Ele só ria, me pegou pelo braço e me puxou pro quarto.
— Calma, calma, gostosa, vamos pra dentro que ainda tenho muito pra te dar —
Ele me puxou pra sala, sentou no sofá e ficou acariciando o pau mole.
— Olha como você deixou ele, Dani. Agora quero que você venha aqui e deixe ele pronto de novo —
— Vai se foder, infeliz, já tá tarde, vou pra casa —
— Se sair, vou atrás de você e te como na frente da sua casa, na rua, putinha, pra todo mundo ver como você é gostosa —
Derrotada, me aproximei. Olhava pro membro flácido dele, brilhando com meus sucos e restos do meu cu, mas me dava nojo levar na boca. Resignada, acabei fazendo. No fim, Tito já tinha me mostrado que eu sempre acabava fazendo o que ele queria, mesmo contra minha vontade. Enchi de saliva, como se quisesse enxaguar, e fui enfiando de pouco em pouco. O gosto me invadiu, e embora não fosse desagradável, não era... Nada diferente do que já teria provado com outros caras, um gosto salgado com um toque azedo, e o cheiro de suor.


Tito se deu ao luxo de mexer minha cabeça do jeito que queria, usando minha boca na profundidade e altura que lhe convinha. Fiquei assim por vários minutos, o pau dele começava a crescer de novo e cada vez ficava mais difícil manter ele dentro, porque a grossura também aumentava. Sabia que ele podia gozar em cima de mim e isso me dava nojo, mas depois de sentir como ele crescia e tomava conta da minha boca quase toda, comecei a ficar molhada de verdade. — O que você diz, Dani? Quer sentir ele dentro da sua bucetinha ou quer sua gozada? — Eu não conseguia falar nada, só gemia entre cada enfiada. — Bom, já que não responde, acho que vou gozar nessa boquinha linda, pra você lembrar de mim quando beijar seu namorado — E ele metia mais forte. Tito sabia o que eu queria e ia me obrigar a falar. — Não, espera, não goza — — Sua putinha, quer que eu meta, né? Fala o que você quer? — — Tá bom, seu gordo filho da puta, admito — — O que você disse, Dani? Daqui de trás não ouço — — Me fode, enfia em mim, seu gordo merda — — Vai ter que fazer melhor, putinha, ou encho sua boca de porra — e ele puxou até eu tossir — — Enfia, quero sentir ele dentro de mim, me dá logo que não aguento mais. Por favor, METE LOGOOOO — — Hahaha, assim tá melhor. E onde você quer? — — Na minha buceta, me dá na minha buceta, tá molhada e pronta — — Boa rabuda, vou fazer isso — Ele me colocou no encosto do sofá, com a raba pra cima, e se posicionou atrás de mim, metendo de uma vez até a barriga bater na minha bunda — Aaaaaahhh, mais devagaaaar, tá doendo, seu gordo filho da puta — — Grita, grita, putinha, senão vou achar que você gosta mais pelo cu, e não vou negar — — AAAIIII, AAAAAAH, continua, continua, filho da puta — Se alguém estivesse no quarto ao lado, com certeza ouviria meus gritos, mas já não ligava mais, mesmo ele ameaçando me dar pelo cu, não estava fingindo, estava me deixando levar e gritando de verdade pelo prazer que sentia, sem me segurar — Aaaaahhgg aaaahhhh isso, continua, seu gordo filho da puta aaaahhhh aaaahhhhg —



Finalmente consegui gozar, mas o Tito continuava me surrando sem piedade, aumentando e prolongando meu orgasmo. As mãos dele se agarravam nas minhas nádegas, abrindo, beliscando, me machucando. — Isso mesmo, putinha, adoro sua buceta, mas te aviso que vou entrar pelo seu cu — Já resignada, não falei nada, só me agarrei no sofá, enfiando a cara, esperando o que viria. O gordo não teve consideração. Quis meter de uma vez, e embora o pau dele estivesse molhado e lubrificado, só conseguiu enfiar a cabeça, mesmo assim, um raio de dor me inundou — AGGGGGH, seu gordo desgraçado, faz com cuidado — falei enquanto mordia o sofá. Ele nem ligou pros meus xingamentos, colocou as mãozonas nas minhas nádegas, apertando à vontade enquanto enfiava a vara toda no meu buraco traseiro. Nisso, ouvi a porta abrindo, e com horror reconheci a voz da minha amiga — Oi, cheguei, Tito, cadê você? — — Se veste rápido, enquanto eu distraio ela — — Yito, tem alguém aí com você? De novo trazendo suas putas pra casa? Vou contar pro papai — Me tampei o máximo que pude, vesti o short e a blusa, sem calcinha, cobri o cabelo com uma camisa que achei, e saí correndo, não sei se minha amiga me reconheceu, mas não olhei pra trás. O problema é que deixei meu casaco e minha calcinha fio dental, além das minhas chaves, então não tive escolha a não ser bater. Minha mãe abriu a porta. Não consegui nem olhar nos olhos dela, só agradeci enquanto tentava me esconder no meu quarto, ela perguntou o que tinha acontecido, e eu falei que nada, sentia ela me olhando enquanto eu abria a porta do quarto, trocamos um olhar, mas ela não disse mais nada. Depois, quando me olhei no banheiro, fiquei morrendo de vergonha, porque no espelho minha aparência não podia ser pior: a blusa tinha uma alça arrebentada, mostrando do meu ombro direito até o começo do meu mamilo, que estava duro de frio ou de adrenalina, e dava pra ver várias marcas vermelhas dos chupões que o gordo tinha me dado. Ao emagrecer meus peitos e no meu pescoço, do meu short desajeitado mal cobria minhas nádegas de tão curto que estava, e meu rosto, toda a maquiagem borrada nos meus olhos pelo esforço de chupar a ferramenta do Tito. O cabelo estava bagunçado e eu nem estava usando calcinha, o que dava pra perceber pelo short, já que ele entrava na minha bunda. Esperava que minha mãe tivesse sido discreta e no outro dia me perguntasse em particular o que tinha acontecido, mas no dia seguinte a encontrei fazendo suas coisas, como se o dia anterior não tivesse existido. Isso me causou estranheza, já que quando criança ela sempre foi muito próxima, perguntando sobre qualquer problema ou se me notava estranha. Seja lá o que fosse, eu estava grata por ela não me interrogar nem revelar meu segredo. Naquele momento não notei nada de estranho, mas parece que mamãe tinha seus próprios segredos. Parte 5....
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