Se já leram o começo dessa história, já sabem que o Carlos pagou bem caro por querer ser corno.
aí, deixo com vocês a terceira parte
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS DE VOCÊS
E PELOS PONTOS DELA
Carlos naquela semana pediu transferência, alegando que não queria mais viajar tanto. Eu estava convencido de que o motivo era não voltar a ser meu putinho depois do que tinha rolado entre a gente. Os dois sabíamos muito bem que aquilo era inevitável pro pinto pequeno dele. Então, depois de vários encontros com a Ana, coisa que tinha virado um costume muito bom, a curiosidade e o tesão dele aprontaram de novo. Ele tava desesperado pra saber se eu ainda tava comendo a esposa dele e como eu fazia. Aí marquei ele no meu escritório numa quinta, no horário do almoço. Não acreditei que ele viria, mas o tesão falou mais alto e ele veio. Ele sabia o que tava em jogo e também que ia perder de novo, e talvez por isso chegou tão submisso.
Oi, Carlos, você veio no final, vem, senta aí, o que você quer saber?
Carlos, você sabe por que eu vim. A Ana não para de sair toda semana e eu quero saber se ela tá te encontrando ou se é tão puta que já não liga pra mais nada.
Carlos, quero saber tudo.
Então você já sabe o que fazer, vai, abre essa boca.
Carlos não, de novo não, você já me deixou na miséria outro dia
Hoje vai ser pior, não tenha dúvidas.
Esfreguei a pica na cara dela e na hora ela abriu a boca e engoliu, começou a chupar como uma gostosa. O corno sabia muito bem o que fazia, chupava, lambia, chupava minhas bolas e enfiava de novo na boca enquanto tentava bater uma me ouvindo falar as coisas que eu fazia com a esposa dele. Naquele momento eu queria que o corno engolisse a porra do macho que comia a mulher dele, e falei isso quando enchi a boca dele. Ele só me olhou como quem implorava pra eu não fazer, mas resignado cumpriu minha ordem e engoliu de novo sem eu precisar pedir. Passei a mão na bunda dele, ele percebeu o que vinha e tirando minha pica da boca me disse
Carlos não, a bunda não, você já me arrebentou e doeu muito.
Sua esposa já não sente dor e me dá com frequência, então seu viado, fica na posição
Carlos, não seja tão mau, afinal de contas, eu te dei minha esposa pra você.
Fica de quatro que eu te mostro o que ela sente toda vez que eu como ela.
O cuck duvidou por um segundo, acho que ele tava com mais vontade do que eu de que eu arrebentasse a bunda dele, pelo jeito que ele abriu.
Ah mas essa buceta já tá bem arrombada, seu filho da puta. Quem tá te comendo?
Não dei tempo pra ele me responder, quando quis fazer isso já tinha metido com muita força e comecei a comer ele enquanto o promíscuo reclamava, não era à toa, tinha agarrado ele pelos ombros e comia com muita força enfiando a pica até as bolas, o promíscuo se queixava enquanto chorava de tão forte que eu comia ele até que ele se mijou todo, foi aí que soltei ele e falei
Você é muito viado promíscuo, sua mulher aguenta muito melhor que você, assim eu arrebento a buceta dela toda vez que a gente se vê, agora me diz quem tá te comendo
Carlos, você é uma fera, eu não queria isso
Vai, filho da puta, quem foi que te arrebentou o cu?
Carlos, outro dia eu encontrei um amigo do colégio e quando contei pra ele o que rolava entre você e minha mulher, a gente começou a se masturbar junto e eu acabei gozando, nem sei como aconteceu, mas ele me comeu a noite inteira. Não sei o que tá acontecendo comigo, eu não sou viado, mas sempre acabo dando o cu quando falo sobre ser corno.
Vai ao banheiro, se lava um pouco e volta pro trabalho, embora não acredite, além de ser um perdedor você é um putinho.
aí, deixo com vocês a terceira parte
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS DE VOCÊS
E PELOS PONTOS DELA
Carlos naquela semana pediu transferência, alegando que não queria mais viajar tanto. Eu estava convencido de que o motivo era não voltar a ser meu putinho depois do que tinha rolado entre a gente. Os dois sabíamos muito bem que aquilo era inevitável pro pinto pequeno dele. Então, depois de vários encontros com a Ana, coisa que tinha virado um costume muito bom, a curiosidade e o tesão dele aprontaram de novo. Ele tava desesperado pra saber se eu ainda tava comendo a esposa dele e como eu fazia. Aí marquei ele no meu escritório numa quinta, no horário do almoço. Não acreditei que ele viria, mas o tesão falou mais alto e ele veio. Ele sabia o que tava em jogo e também que ia perder de novo, e talvez por isso chegou tão submisso.
Oi, Carlos, você veio no final, vem, senta aí, o que você quer saber?
Carlos, você sabe por que eu vim. A Ana não para de sair toda semana e eu quero saber se ela tá te encontrando ou se é tão puta que já não liga pra mais nada.
Carlos, quero saber tudo.
Então você já sabe o que fazer, vai, abre essa boca.
Carlos não, de novo não, você já me deixou na miséria outro dia
Hoje vai ser pior, não tenha dúvidas.
Esfreguei a pica na cara dela e na hora ela abriu a boca e engoliu, começou a chupar como uma gostosa. O corno sabia muito bem o que fazia, chupava, lambia, chupava minhas bolas e enfiava de novo na boca enquanto tentava bater uma me ouvindo falar as coisas que eu fazia com a esposa dele. Naquele momento eu queria que o corno engolisse a porra do macho que comia a mulher dele, e falei isso quando enchi a boca dele. Ele só me olhou como quem implorava pra eu não fazer, mas resignado cumpriu minha ordem e engoliu de novo sem eu precisar pedir. Passei a mão na bunda dele, ele percebeu o que vinha e tirando minha pica da boca me disse
Carlos não, a bunda não, você já me arrebentou e doeu muito.
Sua esposa já não sente dor e me dá com frequência, então seu viado, fica na posição
Carlos, não seja tão mau, afinal de contas, eu te dei minha esposa pra você.
Fica de quatro que eu te mostro o que ela sente toda vez que eu como ela.
O cuck duvidou por um segundo, acho que ele tava com mais vontade do que eu de que eu arrebentasse a bunda dele, pelo jeito que ele abriu.
Ah mas essa buceta já tá bem arrombada, seu filho da puta. Quem tá te comendo?
Não dei tempo pra ele me responder, quando quis fazer isso já tinha metido com muita força e comecei a comer ele enquanto o promíscuo reclamava, não era à toa, tinha agarrado ele pelos ombros e comia com muita força enfiando a pica até as bolas, o promíscuo se queixava enquanto chorava de tão forte que eu comia ele até que ele se mijou todo, foi aí que soltei ele e falei
Você é muito viado promíscuo, sua mulher aguenta muito melhor que você, assim eu arrebento a buceta dela toda vez que a gente se vê, agora me diz quem tá te comendo
Carlos, você é uma fera, eu não queria isso
Vai, filho da puta, quem foi que te arrebentou o cu?
Carlos, outro dia eu encontrei um amigo do colégio e quando contei pra ele o que rolava entre você e minha mulher, a gente começou a se masturbar junto e eu acabei gozando, nem sei como aconteceu, mas ele me comeu a noite inteira. Não sei o que tá acontecendo comigo, eu não sou viado, mas sempre acabo dando o cu quando falo sobre ser corno.
Vai ao banheiro, se lava um pouco e volta pro trabalho, embora não acredite, além de ser um perdedor você é um putinho.
0 comentários - Chifrando com meu colega de trabalho 3