Quando os dois pararam de se mexer, foi um silêncio total, como se não tivesse havido nenhuma onda de prazer. Edu se afastou da minha esposa, que se deixou cair no chão. Edu se recostou no sofá, com o pau meio duro, e minha esposa, jogada no meio da sala, com a bunda vermelha e as marcas das mãos desse adolescente, respirando ofegante. Edu: "Vem cá, puta, acho que te ensinei que você tem que limpar o pau do seu macho depois de dar pra ele.
Olha como minha esposa, com todo o cabelo bagunçado e se arrastando com dificuldade, chegou até onde o Edu estava. Ela, ainda de quatro, sem usar as mãos, começou a chupar a pica do jovem amante dela. Não podia acreditar, e mais ainda, não podia acreditar no tesão que tava batendo em ver minha linda esposa daquele jeito.
Edu: Escuta, corno, a parada é simples: eu e sua mulher adoramos transar, e você adora ver.
Carlos: Você me impediu de comer ela por quase um mês.
Edu: Você viu como eu comi ela com força pela sua casa toda, ou não?
Carlos: Eu curti junto com ela.
Edu: Ah, é? Viram juntos como ela implorava pra eu não tirar a pica?
Carlos: Sim, e, sério, se você não se importa, eu vou foder sua puta.
Edu: Vamos perguntar. — puxou os cabelos da minha esposa — Ouviu, puta? Seu marido quer te comer.
Martha: Com ele, não fodo, Edu. Com ele, eu faço amor.
Edu: Já ouviu. Mas como sou um cara de negócios, você vai me dever uma por deixar você comer minha puta. E minha raposa sabe quem manda aqui, né, raposa?!
Martha: O que o senhor mandar, meu amo. — e, levantando a bunda, voltou a dar um baita boquete no filho da puta.
Eu me posicionei atrás dela e pude ver a porra daquele desgraçado escorrendo do cu da minha adorável esposa.
Enfiei meu pau no cu dela, queria sentir a sensação daquele filho da puta, mas minha esposa pegou meu pau e guiou pra buceta molhada dela, que tava ardendo, ainda não tinha se acalmado.
Edu: bem putinha, assim que eu gosto, que você sempre saiba que é minha, não importa onde ou com quem esteja. O filho da puta dizia isso enquanto penteava minha esposa e pressionava o rosto dela pra enterrar toda a pica na boca. — Viu, cara? É assim que se cala uma mulher pra ela não gritar, tá vendo?
Carlos: Uff, sim, tô vendo, minha esposa tá bem gostosa. Edu: Pois é, é a melhor puta que pode existir, olha como depois de todas as fodas que ela levou, continua vidrada no meu pau e repara como ela tá molhada. Carlos: Uffff, sim, adoro ter uma esposa tão puta, ela é bem gostosa, sim, sim, sim, sim, sim, tô gozando. Edu: Ela é minha puta, minha gostosa, minha puta. Levantou do sofá, com a mão no cabelo da minha esposa, e começou a mexer os quadris, e só se ouvia o som gutural da minha amada esposa. Não aguentei mais e gozei dentro da minha esposa. Edu: Beleza, já que você comeu minha puta, agora vou fazer amor com a sua esposa. Levantou ela com uma mão e ela se agarrou nele, os braços dela enlaçaram o pescoço dele, as pernas enroscaram na bunda dele, e o gemido inconfundível dela me disse que ele tinha acabado de penetrar ela. Subindo as escadas, vi como ele parou num degrau e começou a foder ela de pé. Pareciam tão unidos, tão sincronizados, dava pra ver que ela já era mulher dele, não minha. Mas ele tava comendo ela pelo cu, comeu ela pelo cu de novo. Uffff, dava pra ver como ele tava curtindo o brinquedo novo. Ficaram transando até quase amanhecer, caíram no sono. Ele acordou antes da minha esposa. Edu: Minha puta precisa descansar, espero que cuide bem dela. Daqui a umas semanas vou levá-la num fim de semana, e ela tem que estar recuperada e, mais importante, super quente. Você só pode comer ela uma vez, você decide quando. Sem me deixar responder, saiu da minha casa. Subi até minha esposa, que dormia com um sorrisão no rosto. Sem dúvida, tinham roubado minha esposa e arrebentado o cu da vaca peituda. Espero o apoio de vocês comentando e dando votos. Vêm mais histórias por aí, não só da minha vaca peituda, mas também da Pitufina, da minha tia Lúcia e da minha irmã Lili.
Olha como minha esposa, com todo o cabelo bagunçado e se arrastando com dificuldade, chegou até onde o Edu estava. Ela, ainda de quatro, sem usar as mãos, começou a chupar a pica do jovem amante dela. Não podia acreditar, e mais ainda, não podia acreditar no tesão que tava batendo em ver minha linda esposa daquele jeito.Edu: Escuta, corno, a parada é simples: eu e sua mulher adoramos transar, e você adora ver.
Carlos: Você me impediu de comer ela por quase um mês.
Edu: Você viu como eu comi ela com força pela sua casa toda, ou não?
Carlos: Eu curti junto com ela.
Edu: Ah, é? Viram juntos como ela implorava pra eu não tirar a pica?
Carlos: Sim, e, sério, se você não se importa, eu vou foder sua puta.
Edu: Vamos perguntar. — puxou os cabelos da minha esposa — Ouviu, puta? Seu marido quer te comer.
Martha: Com ele, não fodo, Edu. Com ele, eu faço amor.
Edu: Já ouviu. Mas como sou um cara de negócios, você vai me dever uma por deixar você comer minha puta. E minha raposa sabe quem manda aqui, né, raposa?!
Martha: O que o senhor mandar, meu amo. — e, levantando a bunda, voltou a dar um baita boquete no filho da puta.
Eu me posicionei atrás dela e pude ver a porra daquele desgraçado escorrendo do cu da minha adorável esposa.
Enfiei meu pau no cu dela, queria sentir a sensação daquele filho da puta, mas minha esposa pegou meu pau e guiou pra buceta molhada dela, que tava ardendo, ainda não tinha se acalmado.
Edu: bem putinha, assim que eu gosto, que você sempre saiba que é minha, não importa onde ou com quem esteja. O filho da puta dizia isso enquanto penteava minha esposa e pressionava o rosto dela pra enterrar toda a pica na boca. — Viu, cara? É assim que se cala uma mulher pra ela não gritar, tá vendo?
Carlos: Uff, sim, tô vendo, minha esposa tá bem gostosa. Edu: Pois é, é a melhor puta que pode existir, olha como depois de todas as fodas que ela levou, continua vidrada no meu pau e repara como ela tá molhada. Carlos: Uffff, sim, adoro ter uma esposa tão puta, ela é bem gostosa, sim, sim, sim, sim, sim, tô gozando. Edu: Ela é minha puta, minha gostosa, minha puta. Levantou do sofá, com a mão no cabelo da minha esposa, e começou a mexer os quadris, e só se ouvia o som gutural da minha amada esposa. Não aguentei mais e gozei dentro da minha esposa. Edu: Beleza, já que você comeu minha puta, agora vou fazer amor com a sua esposa. Levantou ela com uma mão e ela se agarrou nele, os braços dela enlaçaram o pescoço dele, as pernas enroscaram na bunda dele, e o gemido inconfundível dela me disse que ele tinha acabado de penetrar ela. Subindo as escadas, vi como ele parou num degrau e começou a foder ela de pé. Pareciam tão unidos, tão sincronizados, dava pra ver que ela já era mulher dele, não minha. Mas ele tava comendo ela pelo cu, comeu ela pelo cu de novo. Uffff, dava pra ver como ele tava curtindo o brinquedo novo. Ficaram transando até quase amanhecer, caíram no sono. Ele acordou antes da minha esposa. Edu: Minha puta precisa descansar, espero que cuide bem dela. Daqui a umas semanas vou levá-la num fim de semana, e ela tem que estar recuperada e, mais importante, super quente. Você só pode comer ela uma vez, você decide quando. Sem me deixar responder, saiu da minha casa. Subi até minha esposa, que dormia com um sorrisão no rosto. Sem dúvida, tinham roubado minha esposa e arrebentado o cu da vaca peituda. Espero o apoio de vocês comentando e dando votos. Vêm mais histórias por aí, não só da minha vaca peituda, mas também da Pitufina, da minha tia Lúcia e da minha irmã Lili.
0 comentários - Arrebento a buceta da minha vaca peituda 6 final