Laura, a prof de física. Conselheira sexual. P. 2

Bom, aqui trago pra vocês aparte 2da história com a Laura e nossas primeiras aproximações. Desculpa pela demora, mas sempre que escrevo, tento lembrar e me alongar em todos os detalhes, e isso leva tempo. Já tô escrevendo a terceira parte, então se vocês deixarem pontos e comentários, vai ser um baita empurrão pra contar tudo que rolou com a prof.PARTE 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5664963/Laura-la-profe-de-Fisica-Parte-1.html

PARTE 2 - A conselheira sexualA verdade é que nunca soube se naquele dia a professora tinha notado minha ereção, o que eu sabia é que entrei num grupo seleto que ela dava mais atenção, basicamente porque a gente era bom na matéria, se interessava e isso era visível. No colégio a gente tinha laboratório, e ela era a responsável por nos levar. Um desses dias no laboratório, a Laura me chama na mesa dela. Quando chego perto, vejo que ela tava misturando num tubo de ensaio um metal pequeno com um líquido.

LAURA: Olha isso, presta atenção.

Quando ela derramou o líquido, o metal reagiu na hora soltando uma fumaça vermelha que ela rapidamente tampou pra não vazar.

LAURA: O níquel reage assim quando o ácido sulfúrico toca nele, é incrível a cor, né?

Naquele momento eu consegui dizer que sim, mas na real eu tava muito concentrado no peito dela. Ela tinha vindo com uma blusa vinho bem justa no corpo que, quando se inclinou pra derramar o líquido, me deu uma vista impressionante das tetinhas dela. No meio, um colar meio hippie com uma pedra que se fundia naquele decote… eu vi aqueles limõezinhos pequenos, aqueles que quando você vê pelados dá vontade de chupar devagar e por um bom tempo.

LAURA: Achei que ia te deixar de boca aberta com isso (apontando pro tubo de ensaio). Mas parece que não…

EU: Não, não… Tipo, gostei sim. O níquel é do que são feitas as moedas? (foi a primeira coisa que veio na cabeça pra me livrar daquela situação)

LAURA: Sim, na maioria delas sim. Tudo bem com a Julieta?

Essa pergunta me trouxe de volta à realidade. Com a Juli a gente tinha terminado fazia duas semanas e isso já era notado na sala, como um elefante no meio do ambiente. A história acabou porque ela começou a ficar muito pesada, queria que a gente ficasse junto o tempo todo e eu tava mais afim de vagabundear com meus amigos. A gente nem tinha chegado a transar, era só amasso… Naqueles meses eu tava muito tarado e devo admitir que acabei traindo ela com a Anabel, uma vizinha do bairro que já tava na faculdade e sempre Eu tava com a casa vazia porque meus velhos trampavam o dia inteiro. Então, quando eu me livrava das provas, mandava um SMS e a gente transava a tarde toda. Eu descarregava toda a tesão que a Julieta me causava, e admito que também pensei na professora várias vezes — só de imaginar aquele rabo de quatro, eu já ficava tão excitado que gozava e ficava exausto de prazer.

EU: Não, a gente terminou, quer dizer… eu terminei com ela. Por quê? Dá pra perceber?
LAURA: Sim, não só dá pra perceber como eu encontrei ela chorando no banheiro e, quando fui consolar, ela me contou tudo.

Não sabia o que ela queria dizer com “tudo”, e isso me deixou muito curioso.

EU: O que acontece é que ela diz que me ama e que precisa de mim, mas… eu não sinto o mesmo.
LAURA: Acho que você devia conversar com ela, porque o que rola é que ela pensa outra coisa…
EU: Outra coisa? Não entendi.
LAURA: Sim… ela acha que tem a ver com algo mais íntimo… entendeu?

Eu não fazia ideia do que ela tava falando… Será que a professora tava insinuando algo de cunho sexual? Precisava saber até onde podia ir na conversa.

EU: Por favor, me fala você, porque a situação tá super tensa e a gente não consegue conversar sem brigar, e eu tô cansado disso… às vezes nem quero cruzar com ela, e a gente divide a sala de aula.
LAURA: Eu não deveria te contar nada, mas se isso tá atrapalhando seu desempenho e sua vontade de estar na escola, acho que posso te ajudar… vamos fazer o seguinte: isso fica entre nós. Ok?
EU: Sim, fica tranquila.

Aquela última frase… esse negócio de “fica entre nós”… me deu um arrepio elétrico no corpo todo. Ter um segredo com a professora foi o começo de tudo o que viria depois.

LAURA: Vem pra cá, chega mais (quando eu cheguei perto, ela começou a falar baixinho, pra nenhum dos meus colegas ouvir). A Julieta acha que você terminou com ela porque vocês não transaram.

Ela não perdeu tempo com rodeios, foi direto ao ponto. As palavras dela foram tão diretas que eu fiquei travado por uns segundos.

EU: É que… não, não foi por isso. (Minha voz falhou) (nervosismo)
LAURA: fala devagar e se acalma, por favor, me escuta, Julian… é normal na sua idade ter os primeiros contatos sexuais e também medos que vêm da inexperiência, o problema é que esse colégio é muito católico. Eu propus que vocês tivessem uma palestra de educação sexual, até me ofereci pra dar, mas a diretoria não quis nem saber. Bom, como eu tava dizendo… com certeza você tem dúvidas e quero que saiba que pode contar comigo se precisar de algum conselho.
EU: é que, prof, não é isso. Eu terminei porque ela ficou muito intensa, queria que eu ficasse só com ela e eu gosto de sair e me divertir com meus amigos. Até se eu ia jogar bola, ela ficava incomodada.
LAURA: Ah, me desculpa então. Achei que era por esse lado… tudo bem, entendo a situação. Enfim, mesmo assim, já sabe que pode contar comigo se precisar resolver alguma dúvida.
Não queria abandonar uma conversa tão “íntima” sem jogar mais uma carta. Me aproximar um pouco mais da intimidade do nosso segredo…
EU: bom… mas eu já transo regularmente e acho que me saio bem.
LAURA: Ah, bom… melhor assim.
Ela ia falar mais alguma coisa, mas o tom foi bem seco, na hora ela desviou o olhar pras outras mesas do laboratório e perguntou se todos os grupos já tinham terminado. Entendi que não queria continuar a conversa, então voltei pra minha mesa. Desde aquele momento, soube que um novo canal tinha se aberto com a prof e que eu podia tentar alguma coisa, não sabia o quê… mas a possibilidade de continuar alimentando a confiança dela tava firme.
A gente tinha Laura duas vezes por semana, segunda a gente ia pro laboratório e quinta fazia teoria na sala. Depois daquela segunda em que tivemos aquela conversa no laboratório, fiquei a semana toda pensando no que dizer na quinta. Me ocorreu aceitar o desejo dela de ser conselheira de educação sexual. Chegou o dia e no meio da manhã Laura entrou na sala com uma calça jeans preta justa (que marcava bem as pernas e a raba) e uma camisa branca justa no corpo, pequenininha, que fazia parecer que a parte de cima dela era minúscula em comparação com os quadris, o típico "corpo de violão". Claramente os caras cochichavam sobre como ela era gostosa, e eu continuava pensando no que dizer pra ela. A aula passou normal e, quando a gente tava saindo com meus amigos pro recreio, inventei que tinha esquecido o celular na mochila e voltei pra sala. Laura tava terminando de guardar as coisas na mochila dela.

EU: Profe, quer que eu ajude a apagar o quadro?

LAURA: Pode ser, vai, enquanto eu arrumo minhas coisas aqui.

Arregacei a manga da camisa do colégio e deixei meus braços e mãos à mostra (algo que as minas sempre elogiavam) e, com o apagador na mão, comecei a tarefa.

LAURA: E isso? O que é?

A profe apontou pra tatuagem que eu tinha feito uns meses atrás no antebraço. Me virei, ela tava sentada, e estiquei o braço pra ela ver de perto. Ela pegou na minha mão e olhou com detalhe.

LAURA: O Homem Vitruviano do Da Vinci? Por que você fez isso?

EU: Da Vinci é um gênio pra mim, e as proporções que ele desenhou são incríveis.

LAURA: (rindo) Você é um nerd igual a mim, adorei.

EU: Valeu, Lau… posso te chamar de Lau?

LAURA: Pode, não precisa ser formal, não sou esse tipo de professora.

EU: Beleza então.

Laura se levantou e pegou a mochila, dando a entender que ia embora, mas eu cortei o caminho dela na hora.

EU: Lau, sabe que fiquei pensando naquilo que você me disse na segunda.

LAURA: O quê? Sobre o Juli?

EU: Não, esse assunto já era… sobre poder te perguntar.

LAURA: Ah, sim… fala.

Ela largou a mochila de novo na mesa e sentou a bunda como se fosse um banquinho.

EU: É que tem uma coisa que eu não entendo sobre as minas.

LAURA: Vai ter que ser mais específico pra eu ajudar, fica tranquilo, pode ser direto.

EU: Ok, tô saindo com uma mina, uma vizinha que é um pouco mais velha que eu, e quase sempre uso camisinha, mas tem dias que ela fica tipo doida e nem Nem chegou a colocar direito e já estávamos transando.
Ela tinha me dito pra ser direto, então aproveitei e falei logo "transar".

LAURA: Hum, e me diz, quando isso acontece, na semana seguinte é a mesma coisa?
EU: Não, depois fica mais de boa, é só uma vez por mês, mais ou menos. Sei lá…

LAURA: Olha, provavelmente é porque ela tá ovulando. Nessa fase do ciclo, a mulher fica hormonalmente muito estimulada e cheia de vontade. Entendeu? Você tem que tomar cuidado porque é também o momento em que ela tá mais propensa a engravidar, então nem pense em deixar isso acontecer de novo. É super perigoso por causa das doenças também. Gozou dentro?

EU: Não, profe, isso nunca, sempre gozo fora se não uso camisinha.

LAURA: Bom, pelo menos isso reduz as chances de gravidez… mas não se atreva a fazer de novo, hein, e você devia fazer uns exames já que tá nessa.

EU: Bom, profe, não briga comigo… então é por causa da ovulação? E com você também acontece? (Por dentro, eu continuava tentando ver até onde dava pra ir na conversa)

Laura ficou vermelha e desviou o olhar pra porta, de onde ninguém entrava nem saía…

LAURA: Hum, sim, acontece com todas nós. E vocês, homens, na adolescência, parece que tão ovulando todo santo dia.

EU: Kkkkk, por quê?

LAURA: Porque eu vejo… deixa pra lá. Vou indo que tenho que ir pra outra escola. Tchau, Juliano, se comporta.

Ela sorriu pra mim, olhando nos meus olhos, pegou a mochila e saiu… Eu fiquei com o apagador na mão e, claro, me virei pra ver aquela bunda desfilando até a porta. Acho que ela já sabia das minhas olhadas e por isso tinha dito o que disse.Laura, a prof de física. Conselheira sexual. P. 2Naquela tarde, mandei uma mensagem pra minha vizinha dizendo que queria vê-la, na hora ela respondeu pra eu ir e quando cheguei na casa dela, me joguei na boca dela e encostei todo o meu pau na barriga dela.
Anabel era bem gostosa, cuidava muito da pele e da estética no geral. Aquele tipo de mulher que sempre cheira bem e tem a pele macia, isso eu curtia muito… bom, isso e os peitos dela. Não porque ela fosse peituda, mas sim porque, pelo formato do corpo dela, os peitos naturais eram muito lindos, tinha os biquinhos rosados e pequenininhos e, combinado com a pele e o cheiro, fazia dela meu lanche favorito.
ANABEL: O que foi, tá tão tarado assim, cara?
EU: Você me deixa assim. (Apertei a bundinha dela com as mãos e puxei ela pra perto de mim enquanto beijava o pescoço e o peito dela)
ANABEL: Hummm, que delícia, me come inteira. Tira meu sutiã.
Com uma mão, desabotoei o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela como um desesperado, enquanto mamava, não parava de imaginar os limõezinhos da professora, aquela blusa e aquele decote tinham me deixado louco.
ANABEL: Isso, bebê, come tudo isso.
Eu, com a boca, lambia e mordia de leve os biquinhos dela e, com a mão, comecei a procurar a buceta dela que, quando encontrei, já estava toda molhada… comecei a bater uma pra ela enquanto olhava nos olhos dela, e ela se derretia de prazer. Tudo isso acontecendo de pé, ela derretida contra a parede, curtindo como eu tocava ela e gemendo como uma verdadeira puta.
ANABEL: Uff, olha como eu tô molhada, me dá o pau, cara.
Ela se abaixou, baixou minha calça de moletom e liberou um pau que tava duro e quente desde de manhã por causa da Laura. Na hora, ela levou ele pra boca e, enquanto brincava com a linguinha na cabeça, eu agarrei ela pelo cabelo pra guiar, queria encher a boca dela de pau, tava num nível de excitação extremo. Assim que ela começou a meter na boca, eu puxei o cabelo dela pra ela engolir tudo, e depois de uns segundos, afrouxei pra ela respirar. Os olhos dela tinham ficado lacrimejando.
ANABEL: Filho da puta, que duro que você tá. pau.
EU: Hoje vou te comer essa boquinha, vizinha
Com a mão enroscada no cabelo dela, continuei guiando as investidas da pau, que ela recebia feliz. Ela me olhava nos olhos e isso me enlouquecia. Falei pra irmos pro quarto e, mal chegamos na cama, ela ficou de quatro e deixou toda aquela bunda pequena disponível pra mim. Ela tava com uma calcinha fio dental branca bem pequenininha, que eu puxei com os dedos e comecei a chupar tudo. Enquanto apertava e abria as nádegas dela com as mãos, minha língua percorria o clitóris, passava pela vulva e terminava lambendo a bunda dela. Dava pra sentir na boca o gosto do tesão dela. Cada vez que sentia minha língua, ela se inclinava e gemia mais alto.
ANABEL: por favor, me dá essa pau, quero sentir você dentro de mim.
EU: tá bom, mas vou usar camisinha.
As palavras da professora tinham me deixado em alerta, e eu não queria arrumar problema, então prometi ser responsável.
ANABEL: tá bom, mas se apressa que eu quero você dentro de mim.
Assim que sentiu a pau entrando, ela soltou um gemido longo e profundo, igual à minha estocada. Comecei a comer ela apertando a bunda dela.
ANABEL: Assim, assim, vai, me come forte.
A voz dela entrecortada me deixou ainda mais excitado, então continuei por um bom tempo até que ela começou a se tocar na buceta, fechou os olhos e começou a gozar enquanto eu continuava comendo bem fundo. Aí aproveitei cada estocada pra sentir o corpo dela chegando ao êxtase de prazer. Logo aumentei o ritmo e gozei de um jeito bestial, e caí ofegante ao lado do corpo molhado dela, ainda tremendo.
VIZINHA: Nossa, que gostoso você me fez gozar… Você tava muito tarado hoje.
Nem respondi, mas por dentro sabia que toda aquela tensão sexual acumulada tinha profissão e nome… PROFE LAURA.


CONTINUA

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