Esta é a continuação da história anterior, espero que vocês curtam muito lendo 🔥
Aí estou eu naquele sofá fazendo garganta profunda num cara, enquanto o filho desse cara eu tava masturbando com meus pezinhos suados, era assim que a gente tava:
Olha eu sentada no sofá, recebendo na minha boca outra pica enorme. Era uma combinação que deixava minha buceta toda melada de fluidos: um senhor muito mais velho que eu enfiando a pica até o fundo da minha garganta, e uma pica jovem, mas grande, brincando com meus pés. A gente tava num êxtase do caralho, de repente o garoto começou a ficar mais excitado e pegou meus pés, apertou bem com as mãos, deixando a pica dele entre meus pés. Segurando firme, começou a mexer a pélvis pra cima e pra baixo, tava fodendo meus pezinhos enquanto o velho, pai dele, aumentava o ritmo das estocadas na minha garganta. Eu sentia que os dois iam gozar, mas não podia deixar isso acontecer ainda, além disso o adolescente ainda não tinha provado a primeira buceta dele. Falei: "De jeito nenhum isso vai acabar aqui, essa foxy ainda quer mais". Rapidamente, fiz os dois sentarem no sofá e eu me ajoelhei na frente deles. Falei pro jovem: "Agora é sua vez de sentir minha garganta". Ele só disse: "Doutora Shecid, você é muito boa no que faz, tem problema se eu chamar alguns amigos meus que também são virgens pra te visitar?" Eu respondi: "Claro que sim, desde que tudo fique entre nós, sem problema". O pai, desesperado, falou: "Doutora come pica, se apressa que não temos muito tempo, sua foxy maldita". E ele tinha razão, a gente precisava ir mais rápido porque passar tanto tempo com eles dentro ia levantar suspeitas. Peguei a base da pica do garoto, cuspi nela, bati contra meu rosto. Dava pra ver como ela ficava ainda mais dura ao ver que a doutora dele tava se batendo na cara com a pica enorme dele. Antes de fazer garganta profunda, passei minha língua devagar da base até a cabeça dele, e também chupei os ovos dele. Com a mão livre, segurava o pedaço enorme de carne do pai, masturbando ele com minha mão pequena, quentinha e macia. Com um olhar de puta, encarei o adolescente nos olhos.
Quando achei que já tinha brincado o suficiente, enfiei o pau dele goela abaixo de forma selvagem, dava pra sentir a pulsação do pau dele na minha garganta. Ele disse: "ahhhh sim, puta, come meu pau", e era exatamente o que eu tava fazendo. Tava metendo tão forte na minha garganta que dava pra ouvir o barulho que ela fazia ao receber o pau dele. Depois de um tempo dando prazer pro jovem, comecei a alternar com o pai dele. Pra eles, devia ser um espetáculo ver uma jovem médica pulando com a boca de um pau pro outro, tava fazendo a garganta profunda da vida deles. Toda minha saliva escorria pelos paus duros deles, a gente se esqueceu do mundo e continuamos assim por um tempo. Minha buceta tava escorrendo, meus líquidos desciam pelas minhas pernas enquanto eu tava de cócoras. Era hora de eu também ser chupada. Me concentrei um pouco mais no adolescente, já que era a primeira vez dele. Deitei ele no sofá, montei em cima até colocar minha buceta na altura do rosto dele, abri minha buceta com a mão na frente dele e falei: "Olha bem, pivete, olha a buceta que você vai comer. Tá molhadinha demais pra você". O pai dele dizia: "Filho, chupa a buceta dessa doutora, não tem pena da Shecid". Com um pouco de lentidão, ele começou a chupar minha buceta, dava pra ver que era a primeira vez dele. Parece que o gosto na primeira língua não foi tão bom, hehe. Só falei: "Não se preocupa, aos poucos você vai pegando o gosto da minha buceta". E foi assim, cada vez ele me chupava com mais desespero. Eu ia indicando onde ele devia chupar mais. Uff, eu me arrepiava com cada chupada que ele dava no meu clitóris. Tava indo bem. Depois de uns minutos, o pai dele o tirou, dizendo que ia ensinar como se chupa uma puta. O senhor substituiu o filho e começou a meter a língua na minha buceta, mexia de um jeito que eu sentia a língua dele nas paredes da minha buceta. Eu tava bem depilada, então ele podia lamber cada detalhe, só deixava um pouco de pelo em cima. O senhor me dizia: O sabor da sua bucetinha é uma delícia, que gostosa você é, hein, olha como você reclama" sem me avisar, ele me puxou pra mais perto e começou a chupar meu cu. Quando senti a língua dele preenchendo meu ânus, não consegui evitar de gozar, jorrando na cara toda do senhor. Eu tinha gozado, mas ainda queria mais e mais. Sem tempo, falei: "é hora de dar o pau pra essa Promíscua, não temos mais tempo, então vão ter que fazer uma dupla penetração em mim". O senhor logo disse: "eu pego o seu cu". A gente se acomodou no sofá, o adolescente ficou embaixo, eu montei nele, abri minha buceta com os dedos pra que o pau enorme dele pudesse entrar. A cara do jovem era de pura satisfação ao ver que a primeira mulher que ele ia penetrar tinha 27 anos e ainda era médica, e que estava no consultório dela. O pau dele foi abrindo cada centímetro da minha buceta, eu reclamei bem alto, minha buceta estava aguentando aquele pedaço de carne. Assim que senti ele dentro, comecei a pular nele igual uma puta.
Nessa hora o senhor ficou atrás de mim, abriu meu cu, passou um pouco de creme no pau dele que eu tinha no consultório, e meteu sem piedade até o fundo. Uffffffff não consigo descrever como eu me sentia, sempre que faço dupla penetração é o máximo e eu perco o controle do meu corpo. Aos poucos foram pegando o ritmo e metendo ao mesmo tempo, era um espetáculo: uma mulher de 1,51 no meio de dois touros sendo usada, sentindo um prazer imenso nos meus dois buracos. O senhor disse: "Shecid, você tem o cu muito apertado apesar de ser uma putinha, acho que já vou gozar" e o jovem falou a mesma coisa, os dois estavam prestes a gozar. Eu só falei: "Vai, solta logo o leite dentro de mim". Senti a rigidez dos paus enormes deles, e depois todo o fluido saindo. Nessa hora eu gozei de novo.
Depois que eles se aliviaram, fiquei deitada no chão, eles se vestiram e o senhor me disse: "obrigado, doutora, por essa consulta tão satisfatória, você é um pedaço de puta muito suja e vagabunda", e o filho agradeceu também: "obrigado, doutora, curti pra caralho minha primeira foda". Eles se vestiram e saíram do consultório, eu fiquei um tempão no chão com meus dois buracos escorrendo porra, e claro, muito feliz porque naquele dia eu tinha transado pra caralho.
Aguenta o próximo 🔥
Aí estou eu naquele sofá fazendo garganta profunda num cara, enquanto o filho desse cara eu tava masturbando com meus pezinhos suados, era assim que a gente tava:
Olha eu sentada no sofá, recebendo na minha boca outra pica enorme. Era uma combinação que deixava minha buceta toda melada de fluidos: um senhor muito mais velho que eu enfiando a pica até o fundo da minha garganta, e uma pica jovem, mas grande, brincando com meus pés. A gente tava num êxtase do caralho, de repente o garoto começou a ficar mais excitado e pegou meus pés, apertou bem com as mãos, deixando a pica dele entre meus pés. Segurando firme, começou a mexer a pélvis pra cima e pra baixo, tava fodendo meus pezinhos enquanto o velho, pai dele, aumentava o ritmo das estocadas na minha garganta. Eu sentia que os dois iam gozar, mas não podia deixar isso acontecer ainda, além disso o adolescente ainda não tinha provado a primeira buceta dele. Falei: "De jeito nenhum isso vai acabar aqui, essa foxy ainda quer mais". Rapidamente, fiz os dois sentarem no sofá e eu me ajoelhei na frente deles. Falei pro jovem: "Agora é sua vez de sentir minha garganta". Ele só disse: "Doutora Shecid, você é muito boa no que faz, tem problema se eu chamar alguns amigos meus que também são virgens pra te visitar?" Eu respondi: "Claro que sim, desde que tudo fique entre nós, sem problema". O pai, desesperado, falou: "Doutora come pica, se apressa que não temos muito tempo, sua foxy maldita". E ele tinha razão, a gente precisava ir mais rápido porque passar tanto tempo com eles dentro ia levantar suspeitas. Peguei a base da pica do garoto, cuspi nela, bati contra meu rosto. Dava pra ver como ela ficava ainda mais dura ao ver que a doutora dele tava se batendo na cara com a pica enorme dele. Antes de fazer garganta profunda, passei minha língua devagar da base até a cabeça dele, e também chupei os ovos dele. Com a mão livre, segurava o pedaço enorme de carne do pai, masturbando ele com minha mão pequena, quentinha e macia. Com um olhar de puta, encarei o adolescente nos olhos.
Quando achei que já tinha brincado o suficiente, enfiei o pau dele goela abaixo de forma selvagem, dava pra sentir a pulsação do pau dele na minha garganta. Ele disse: "ahhhh sim, puta, come meu pau", e era exatamente o que eu tava fazendo. Tava metendo tão forte na minha garganta que dava pra ouvir o barulho que ela fazia ao receber o pau dele. Depois de um tempo dando prazer pro jovem, comecei a alternar com o pai dele. Pra eles, devia ser um espetáculo ver uma jovem médica pulando com a boca de um pau pro outro, tava fazendo a garganta profunda da vida deles. Toda minha saliva escorria pelos paus duros deles, a gente se esqueceu do mundo e continuamos assim por um tempo. Minha buceta tava escorrendo, meus líquidos desciam pelas minhas pernas enquanto eu tava de cócoras. Era hora de eu também ser chupada. Me concentrei um pouco mais no adolescente, já que era a primeira vez dele. Deitei ele no sofá, montei em cima até colocar minha buceta na altura do rosto dele, abri minha buceta com a mão na frente dele e falei: "Olha bem, pivete, olha a buceta que você vai comer. Tá molhadinha demais pra você". O pai dele dizia: "Filho, chupa a buceta dessa doutora, não tem pena da Shecid". Com um pouco de lentidão, ele começou a chupar minha buceta, dava pra ver que era a primeira vez dele. Parece que o gosto na primeira língua não foi tão bom, hehe. Só falei: "Não se preocupa, aos poucos você vai pegando o gosto da minha buceta". E foi assim, cada vez ele me chupava com mais desespero. Eu ia indicando onde ele devia chupar mais. Uff, eu me arrepiava com cada chupada que ele dava no meu clitóris. Tava indo bem. Depois de uns minutos, o pai dele o tirou, dizendo que ia ensinar como se chupa uma puta. O senhor substituiu o filho e começou a meter a língua na minha buceta, mexia de um jeito que eu sentia a língua dele nas paredes da minha buceta. Eu tava bem depilada, então ele podia lamber cada detalhe, só deixava um pouco de pelo em cima. O senhor me dizia: O sabor da sua bucetinha é uma delícia, que gostosa você é, hein, olha como você reclama" sem me avisar, ele me puxou pra mais perto e começou a chupar meu cu. Quando senti a língua dele preenchendo meu ânus, não consegui evitar de gozar, jorrando na cara toda do senhor. Eu tinha gozado, mas ainda queria mais e mais. Sem tempo, falei: "é hora de dar o pau pra essa Promíscua, não temos mais tempo, então vão ter que fazer uma dupla penetração em mim". O senhor logo disse: "eu pego o seu cu". A gente se acomodou no sofá, o adolescente ficou embaixo, eu montei nele, abri minha buceta com os dedos pra que o pau enorme dele pudesse entrar. A cara do jovem era de pura satisfação ao ver que a primeira mulher que ele ia penetrar tinha 27 anos e ainda era médica, e que estava no consultório dela. O pau dele foi abrindo cada centímetro da minha buceta, eu reclamei bem alto, minha buceta estava aguentando aquele pedaço de carne. Assim que senti ele dentro, comecei a pular nele igual uma puta.
Nessa hora o senhor ficou atrás de mim, abriu meu cu, passou um pouco de creme no pau dele que eu tinha no consultório, e meteu sem piedade até o fundo. Uffffffff não consigo descrever como eu me sentia, sempre que faço dupla penetração é o máximo e eu perco o controle do meu corpo. Aos poucos foram pegando o ritmo e metendo ao mesmo tempo, era um espetáculo: uma mulher de 1,51 no meio de dois touros sendo usada, sentindo um prazer imenso nos meus dois buracos. O senhor disse: "Shecid, você tem o cu muito apertado apesar de ser uma putinha, acho que já vou gozar" e o jovem falou a mesma coisa, os dois estavam prestes a gozar. Eu só falei: "Vai, solta logo o leite dentro de mim". Senti a rigidez dos paus enormes deles, e depois todo o fluido saindo. Nessa hora eu gozei de novo.
Depois que eles se aliviaram, fiquei deitada no chão, eles se vestiram e o senhor me disse: "obrigado, doutora, por essa consulta tão satisfatória, você é um pedaço de puta muito suja e vagabunda", e o filho agradeceu também: "obrigado, doutora, curti pra caralho minha primeira foda". Eles se vestiram e saíram do consultório, eu fiquei um tempão no chão com meus dois buracos escorrendo porra, e claro, muito feliz porque naquele dia eu tinha transado pra caralho.
Aguenta o próximo 🔥
4 comentários - Sou uma médica bem gostosa parte 2