Bom, adorei os comentários de vocês e fico feliz que muita gente tenha gostado! Vou tentar fazer esse também agradar! Assim como no primeiro, vou tentar contar o mais próximo da realidade possível, embora mude algumas coisas pra facilitar a narrativa!
Deixo aqui a parte 1 pra quem não leu:http://www.poringa.net/posts/relatos/6141189/La-primer-vez-que-cobre-por-sexo-Arg.htmlDepois daquele telefonema, fiquei com a ideia martelando na cabeça. Não sabia o que fazer. Até que tava afim de fazer por um monte de razões (eu gostava do cara, a grana me interessava, me dava tesão ele ser casado e eu colega da filha dele), mas também me preocupava um pouco entrar nesse mundo. Sabia que se começasse com aquilo, não tinha volta, e tinha muita chance de minha família descobrir uma hora. Era isso que mais me dava medo.
Naquela noite, fui dormir e tive um sonho hiper realista onde eu transava forte com um cara, mas não era meu "cliente", era um desconhecido, e o sonho foi espetacular. Acordei umas 4 da manhã toda molhada e não tive escolha senão me aliviar sozinha. Voltei a dormir e um tempo depois, umas 6 e meia, o alarme tocou pra ir pra aula. Tomei café da manhã pensando nisso, não conseguia pensar em outra coisa, mas nessa altura já tava quase decidida que ia fazer. A puta que há em mim falou mais alto que a medrosa, como sempre na minha vida, haha.
Mandei uma mensagem bem longa explicando tudo que tinha pensado, contando como me sentia e que tava com muita vontade de fazer. Ele respondeu: "Ok. Depois organizo e te aviso. Saudações." Assim, seco, cortante. Mas em vez de me sentir mal ou me preocupar, esse jeito dele me tratar me deixou com muito tesão. Aí entendi que ia ser uma puta, que pagam, comem e vazam. Essa ideia me excitava pra caralho e entendi perfeitamente meu papel.
Naquela tarde, tava em casa tomando chimarrão com uma das minhas irmãs e chega uma mensagem: "Hoje à noite te espero às 20h no meu escritório. Sabe onde é?" Fiquei super nervosa e disfarcei como pude. Disse que não sabia e ele passou o endereço. Me chamou a atenção ele me marcar no escritório, pensei que a gente fosse pro único hotel que tinha nos arredores. Mais nervosismo e curiosidade me dava, e mais tesão tudo aquilo gerava.
Não via a hora passar, já tinha tomado banho, vestido roupa esportiva porque ia usar a desculpa de que "ia dar uma volta". Embora em casa não me controlassem muito com horário, eles ficavam de olho no que eu fazia. Seja minha mãe, meu pai ou meus irmãos mais velhos. Mas sempre fui bem esperta pra inventar coisas ou dar um jeito de escapar kkk.
Um pouquinho antes do horário combinado, já estava por perto disfarçando, olhando vitrines. 19:58 chegou uma mensagem: "vem". Cheguei no escritório e estava tudo fechado. Outra mensagem: "Tô no estacionamento". Fui e me aproximei da única caminhonete que tinha. Ele abriu o vidro e disse: "Oi Mili, tudo bem? Sobe, sobe".
Mili: Oi... Tudo bem, e você?
Francisco: Bem, bem, cansado do trampo. (Enquanto isso, ligou a caminhonete e saiu)
M: Aonde a gente vai? Pro hotel?
F: Não, não, nem louco de me arriscar a ir pro hotel, você sabe como é essa cidade pequena. Lembra que isso tem que ser tudo secreto.
M: Ah, pensei que a gente fosse pra lá. Sim, claro, eu também quero que seja segredo, morro se me descobrirem.
F: Kkk calma, Mili. Vamos fazer direito, não se preocupa. Por isso que propus isso pra você, não serve pra ninguém que descubram, então nós dois vamos ser cuidadosos.
M: Ai, sim, verdade. Mas então aonde a gente vai?
F: Pra minha casa.
M: QUE?
F: Calma, não tem ninguém. Minha mulher e meus filhos estão no aniversário da minha cunhada em Neuquén (ficava a umas 1 hora de viagem mais ou menos de onde a gente morava). Então não tem risco, relaxa.
M: Ah, tá bom.
F: Falei pra você ir no escritório pra gente entrar de carro em casa e ninguém te ver entrando também, nenhum vizinho nem ninguém.
Isso me tranquilizou muito, essa conversa. Foi um pouco mais longa, mas resumi.
Chegamos na casa, ele colocou a caminhonete na garagem, descemos e entramos por uma porta interna pra casa. Eu já conhecia a casa porque tinha ido algumas vezes com minha colega/amiga (digo assim porque não éramos amigas amigas, mas quase, digamos). Fomos pra cozinha. Ele serviu uma taça de vinho e disse pra eu me servir do que quisesse. Naquela idade, não Eu não gostava quase nada de álcool, mas pra me fazer de "grande" peguei uma garrafinha de cerveja. Por sorte, era Corona, que era a que mais dava pro gasto pra mim.
Ele falou pra gente subir, só por precaução, caso viesse alguém, eu ficava lá e não tinha problema. Concordei com a cabeça e fomos. Ele me levou até o quarto da filha dele (a da minha idade) e mandou eu esperar ali, que ele ia tomar um banho rápido. O que mais me chamou a atenção foi ele falar: "Dá uma olhada naquelas gavetas, deve ter uma biquíni rosa meio fluorescente. Quero que você vista isso e me espere aqui. Se quiser, pode pegar mais cerveja ou o que quiser." E foi pro banheiro. Me deixou sozinha lá no quarto da filha dele com a missão de achar aquela biquíni. Comecei a revirar as gavetas até encontrar. Foi difícil porque a Flor tinha tudo meio bagunçado, haja. Fiquei meio com um pé atrás, mas tirei toda a minha roupa e vesti a biquíni rápido, e comecei a me olhar no espelho.
A Flor era bem mais menininha do que eu. A parte de cima ficava estourando com meus peitos de gordinha. E a parte de baixo apertava pra caralho e enfiava até o fundo da minha bunda. Até fiquei com medo de rasgar, mas fazer o quê, tinha que obedecer meu cliente. Ficava bem gostosa, tenho que admitir, haja. Aproveitei que ainda dava pra ouvir o chuveiro e desci correndo pegar outra cerveja. Parece que, de nervoso, eu tinha bebido a outra sem nem perceber. Subi e sentei na cama pra esperar ele.
Ouvi ele fechar o chuveiro e não aguentava mais de nervoso. Escuto passos se aproximando e ele aparece na porta, peladão. Eu devo ter ficado com uma cara de surpresa, porque ele riu e falou: "O que foi, Mili? Nunca viu um cara pelado? Vem cá, me dá um beijo." Fiquei olhando porque fisicamente ele era melhor do que parecia vestido. Até tinha uma barriga meio normal, mas o resto era tudo grandão, braços largos e musculosos. O que mais me chamou a atenção é que ele era completamente depilado (depois ele me contou). que era porque nadava desde sempre e sempre se depilava). A pica ainda tava meio dormindo mas parecia bem grande.
Eu me aproximei e quando tava chegando perto dele, ele pegou na minha mão e me fez dar uma volta.
F: Amo essa biquíni e amo como fica em você. Vamos ver a rabeta? (ele me virou de costas, me olhou e me apoiou. Me abraçou por trás, com as mãos me apalpava os peitos e começou a me beijar no pescoço. Eu tava muito puta de tesão e ele também, porque comecei a sentir na minha rabeta como a pica dele crescia. Ele me virou e começamos a beijar pra caralho. Ele me agarrou com as duas mãos na rabeta e me empurrava contra ele. Me falava de tudo: Que linda que você é, filha da puta. Como vou te foder. Que peitos gostosos, por favor.
De repente ele me separa, me agarra pelo ombro e me empurra pra baixo. "Vamos ver como você chupa". Eu me ajoelhei e fiquei com o rosto na altura da pica dele, que nessa hora já tava dura e meio escorrendo. Comecei a dar beijinhos por toda a cabeça e o tronco, até que ele me agarrou pela nuca com uma mão e fez o movimento pra eu enfiar na boca. Coloquei os lábios na cabeça e logo senti o gostinho que ela tinha. Amei. Devagar fui enfiando até chegar na metade e tive que tirar pra respirar. Lambi bem e comecei o movimento até conseguir enfiar quase toda. Tinha bastante experiência nisso e mandava bem, pelo que me falaram. Parece que ele adorava, porque mordia os lábios e gemia baixinho.
F: Nossa, puta, que delícia você chupa, por favor. Se continuar assim, vai me fazer encher essa boquinha linda que você tem de porra!
A: Quer gozar na minha boca? (Eu já tinha soltado tudo com a cerveja e meia que tinha tomado)
F: Sim, claro, mas ainda não. Vem...
Ele me fez levantar e me jogou na cama de barriga pra cima. Ele se ajoelhou no chão e, puxando minhas pernas, ficou colado na minha buceta que nessa altura já tava inundada. Ele afastou a biquíni e começou a chupar ela. Eu tava no paraíso. Ele fazia muito bem. Enquanto isso, com uma das mãos, ele massageava meus peitos. Na hora, comecei a sentir eletricidade no corpo todo e já sabia o que vinha. Tive um orgasmo fortíssimo e senti que saiu muito "suco" da minha pussy. Ele adorou: "Nossa, que presentinho gostoso, love."
Ele se levantou. Eu fiquei deitada, meio tremendo, e ele disse: "Vamos, que agora vem a melhor parte, love. Fica de quatro pra eu ver como você fica nessa biquíni...
Bom, espero que vocês tenham gostado desse primeiro! Só falta a parte final dessa história! Como eu disse, aceito críticas, sugestões, opiniões, xingamentos, o que for! Leio vocês nos comentários!
Deixo aqui a parte 1 pra quem não leu:http://www.poringa.net/posts/relatos/6141189/La-primer-vez-que-cobre-por-sexo-Arg.htmlDepois daquele telefonema, fiquei com a ideia martelando na cabeça. Não sabia o que fazer. Até que tava afim de fazer por um monte de razões (eu gostava do cara, a grana me interessava, me dava tesão ele ser casado e eu colega da filha dele), mas também me preocupava um pouco entrar nesse mundo. Sabia que se começasse com aquilo, não tinha volta, e tinha muita chance de minha família descobrir uma hora. Era isso que mais me dava medo.
Naquela noite, fui dormir e tive um sonho hiper realista onde eu transava forte com um cara, mas não era meu "cliente", era um desconhecido, e o sonho foi espetacular. Acordei umas 4 da manhã toda molhada e não tive escolha senão me aliviar sozinha. Voltei a dormir e um tempo depois, umas 6 e meia, o alarme tocou pra ir pra aula. Tomei café da manhã pensando nisso, não conseguia pensar em outra coisa, mas nessa altura já tava quase decidida que ia fazer. A puta que há em mim falou mais alto que a medrosa, como sempre na minha vida, haha.
Mandei uma mensagem bem longa explicando tudo que tinha pensado, contando como me sentia e que tava com muita vontade de fazer. Ele respondeu: "Ok. Depois organizo e te aviso. Saudações." Assim, seco, cortante. Mas em vez de me sentir mal ou me preocupar, esse jeito dele me tratar me deixou com muito tesão. Aí entendi que ia ser uma puta, que pagam, comem e vazam. Essa ideia me excitava pra caralho e entendi perfeitamente meu papel.
Naquela tarde, tava em casa tomando chimarrão com uma das minhas irmãs e chega uma mensagem: "Hoje à noite te espero às 20h no meu escritório. Sabe onde é?" Fiquei super nervosa e disfarcei como pude. Disse que não sabia e ele passou o endereço. Me chamou a atenção ele me marcar no escritório, pensei que a gente fosse pro único hotel que tinha nos arredores. Mais nervosismo e curiosidade me dava, e mais tesão tudo aquilo gerava.
Não via a hora passar, já tinha tomado banho, vestido roupa esportiva porque ia usar a desculpa de que "ia dar uma volta". Embora em casa não me controlassem muito com horário, eles ficavam de olho no que eu fazia. Seja minha mãe, meu pai ou meus irmãos mais velhos. Mas sempre fui bem esperta pra inventar coisas ou dar um jeito de escapar kkk.
Um pouquinho antes do horário combinado, já estava por perto disfarçando, olhando vitrines. 19:58 chegou uma mensagem: "vem". Cheguei no escritório e estava tudo fechado. Outra mensagem: "Tô no estacionamento". Fui e me aproximei da única caminhonete que tinha. Ele abriu o vidro e disse: "Oi Mili, tudo bem? Sobe, sobe".
Mili: Oi... Tudo bem, e você?
Francisco: Bem, bem, cansado do trampo. (Enquanto isso, ligou a caminhonete e saiu)
M: Aonde a gente vai? Pro hotel?
F: Não, não, nem louco de me arriscar a ir pro hotel, você sabe como é essa cidade pequena. Lembra que isso tem que ser tudo secreto.
M: Ah, pensei que a gente fosse pra lá. Sim, claro, eu também quero que seja segredo, morro se me descobrirem.
F: Kkk calma, Mili. Vamos fazer direito, não se preocupa. Por isso que propus isso pra você, não serve pra ninguém que descubram, então nós dois vamos ser cuidadosos.
M: Ai, sim, verdade. Mas então aonde a gente vai?
F: Pra minha casa.
M: QUE?
F: Calma, não tem ninguém. Minha mulher e meus filhos estão no aniversário da minha cunhada em Neuquén (ficava a umas 1 hora de viagem mais ou menos de onde a gente morava). Então não tem risco, relaxa.
M: Ah, tá bom.
F: Falei pra você ir no escritório pra gente entrar de carro em casa e ninguém te ver entrando também, nenhum vizinho nem ninguém.
Isso me tranquilizou muito, essa conversa. Foi um pouco mais longa, mas resumi.
Chegamos na casa, ele colocou a caminhonete na garagem, descemos e entramos por uma porta interna pra casa. Eu já conhecia a casa porque tinha ido algumas vezes com minha colega/amiga (digo assim porque não éramos amigas amigas, mas quase, digamos). Fomos pra cozinha. Ele serviu uma taça de vinho e disse pra eu me servir do que quisesse. Naquela idade, não Eu não gostava quase nada de álcool, mas pra me fazer de "grande" peguei uma garrafinha de cerveja. Por sorte, era Corona, que era a que mais dava pro gasto pra mim.
Ele falou pra gente subir, só por precaução, caso viesse alguém, eu ficava lá e não tinha problema. Concordei com a cabeça e fomos. Ele me levou até o quarto da filha dele (a da minha idade) e mandou eu esperar ali, que ele ia tomar um banho rápido. O que mais me chamou a atenção foi ele falar: "Dá uma olhada naquelas gavetas, deve ter uma biquíni rosa meio fluorescente. Quero que você vista isso e me espere aqui. Se quiser, pode pegar mais cerveja ou o que quiser." E foi pro banheiro. Me deixou sozinha lá no quarto da filha dele com a missão de achar aquela biquíni. Comecei a revirar as gavetas até encontrar. Foi difícil porque a Flor tinha tudo meio bagunçado, haja. Fiquei meio com um pé atrás, mas tirei toda a minha roupa e vesti a biquíni rápido, e comecei a me olhar no espelho.
A Flor era bem mais menininha do que eu. A parte de cima ficava estourando com meus peitos de gordinha. E a parte de baixo apertava pra caralho e enfiava até o fundo da minha bunda. Até fiquei com medo de rasgar, mas fazer o quê, tinha que obedecer meu cliente. Ficava bem gostosa, tenho que admitir, haja. Aproveitei que ainda dava pra ouvir o chuveiro e desci correndo pegar outra cerveja. Parece que, de nervoso, eu tinha bebido a outra sem nem perceber. Subi e sentei na cama pra esperar ele.
Ouvi ele fechar o chuveiro e não aguentava mais de nervoso. Escuto passos se aproximando e ele aparece na porta, peladão. Eu devo ter ficado com uma cara de surpresa, porque ele riu e falou: "O que foi, Mili? Nunca viu um cara pelado? Vem cá, me dá um beijo." Fiquei olhando porque fisicamente ele era melhor do que parecia vestido. Até tinha uma barriga meio normal, mas o resto era tudo grandão, braços largos e musculosos. O que mais me chamou a atenção é que ele era completamente depilado (depois ele me contou). que era porque nadava desde sempre e sempre se depilava). A pica ainda tava meio dormindo mas parecia bem grande.
Eu me aproximei e quando tava chegando perto dele, ele pegou na minha mão e me fez dar uma volta.
F: Amo essa biquíni e amo como fica em você. Vamos ver a rabeta? (ele me virou de costas, me olhou e me apoiou. Me abraçou por trás, com as mãos me apalpava os peitos e começou a me beijar no pescoço. Eu tava muito puta de tesão e ele também, porque comecei a sentir na minha rabeta como a pica dele crescia. Ele me virou e começamos a beijar pra caralho. Ele me agarrou com as duas mãos na rabeta e me empurrava contra ele. Me falava de tudo: Que linda que você é, filha da puta. Como vou te foder. Que peitos gostosos, por favor.
De repente ele me separa, me agarra pelo ombro e me empurra pra baixo. "Vamos ver como você chupa". Eu me ajoelhei e fiquei com o rosto na altura da pica dele, que nessa hora já tava dura e meio escorrendo. Comecei a dar beijinhos por toda a cabeça e o tronco, até que ele me agarrou pela nuca com uma mão e fez o movimento pra eu enfiar na boca. Coloquei os lábios na cabeça e logo senti o gostinho que ela tinha. Amei. Devagar fui enfiando até chegar na metade e tive que tirar pra respirar. Lambi bem e comecei o movimento até conseguir enfiar quase toda. Tinha bastante experiência nisso e mandava bem, pelo que me falaram. Parece que ele adorava, porque mordia os lábios e gemia baixinho.
F: Nossa, puta, que delícia você chupa, por favor. Se continuar assim, vai me fazer encher essa boquinha linda que você tem de porra!
A: Quer gozar na minha boca? (Eu já tinha soltado tudo com a cerveja e meia que tinha tomado)
F: Sim, claro, mas ainda não. Vem...
Ele me fez levantar e me jogou na cama de barriga pra cima. Ele se ajoelhou no chão e, puxando minhas pernas, ficou colado na minha buceta que nessa altura já tava inundada. Ele afastou a biquíni e começou a chupar ela. Eu tava no paraíso. Ele fazia muito bem. Enquanto isso, com uma das mãos, ele massageava meus peitos. Na hora, comecei a sentir eletricidade no corpo todo e já sabia o que vinha. Tive um orgasmo fortíssimo e senti que saiu muito "suco" da minha pussy. Ele adorou: "Nossa, que presentinho gostoso, love."
Ele se levantou. Eu fiquei deitada, meio tremendo, e ele disse: "Vamos, que agora vem a melhor parte, love. Fica de quatro pra eu ver como você fica nessa biquíni...
Bom, espero que vocês tenham gostado desse primeiro! Só falta a parte final dessa história! Como eu disse, aceito críticas, sugestões, opiniões, xingamentos, o que for! Leio vocês nos comentários!
11 comentários - La primer vez que cobre por sexo (Arg) II
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