Outro reviravolta totalmente inesperada: uma nova proposta, um novo lugar e... um novo problema? Também acabei adormecendo nos braços dele. Acordei por volta das 4 da manhã, assustada depois de ter um sonho que parecia real: meu marido me descobrindo com Gaston no próprio escritório dele. Acordei muito agitada, virei para o lado onde meu marido dormia e ele estava num sono profundo. Lentamente, tirei o braço dele que me prendia e levantei para ir ao banheiro. Passei pelos quartos das meninas e fiquei olhando, ao não vê-las nas camas, e pensei: "Como sinto falta das minhas filhinhas..." E fui andando até o banheiro. Ao sair, fui para a cozinha e peguei água porque estava com a garganta seca e, ao me virar, vejo Martin parado ali.
— Ai, amor... que susto!
— O que minha nenê está fazendo acordada a essa hora?
— Eu sorri.
— Tive vontade de ir ao banheiro e fiquei com sede também, pai...
— Ufffff... me espera aqui, bebê...
Ele foi até o banheiro, enquanto eu continuava tomando água. Martin, ao voltar, vem até mim e me abraça. Eu deixo o copo na bancada e retribuo o abraço, e ele vai me movendo lentamente e me diz no ouvido:
— Vou colocar música e quero ver você dançar bem pertinho de mim.
Ele procura o rádio-gravador e havia uma música variada.
— Tem certeza? Porque você não gosta de dançar e...
— Eu não vou dançar, quero ver você dançar e sentir como você se mexe... lembra do nosso primeiro encontro?
— Simmmm, claro que lembro, mas não foi numa balada, foi num pub, que eu tinha ido com amigas e um dos seus amigos queria ficar com minha amiga Paula, lembra?? Ela era loira, baixinha e mais patricinha, e vocês se aproximaram da gente. Seu amigo foi atrás dela e você estava lá todo nervoso.
— Simmmm, me impactou ver você, estava linda com aqueles jeans e uma regata mostrando um piercing no seu umbigo, seu cabelo super longo e liso... você me convidou para te acompanhar...
— Você me convidou para um drink.
— Bebemos pouco naquela vez?
— Sim... você parecia muito nervoso e eu te disse:
— Vem, vamos dançar.
— E eu... Eu recusei – a gente riu – eu era um pé no saco e quando te vi dançando, fiquei colado no chão porque não conseguia acreditar como você dançava. – E... depois tocaram uma música que você me pegou pela cintura e me movia devagar, mas não era uma música lenta. – Não... era um tema dos Decadentes, não lembro o nome da música, mas lembro de uma parte da letra: "me hipnotiza teu sorriso... mmmm... teu olhar... e não sei o que me acontece... quando estou com você..." – Era assim a letra? – Eu ri. – Nãooo... não lembro... sabe que sou péssimo com músicas. – Era assim: Me hipnotiza teu sorriso... me desarma teu olhar e de mim não resta nada, me derreto como um gelo ao sol... – Siiii... canta pra gente dançar como naquele momento – ela me abraçou pela cintura e eu pelo pescoço. – Eu não sei o que me acontece quando estou com você... me hipnotiza teu sorriso, me desarma teu olhar... – E me deixa com o pau duro! Ambos rimos. – Ai, Martin... – Não era assim? – Não... ai, meu Deus... você era péssimo cantando. – E ainda sou! E era incrível te ver sorrindo tanto pra mim, mas via que no seu olhar você estava triste. – Ah, é? – Sim... e eu te perguntei e você me disse que alguém tinha partido seu coração e eu te disse que se você me deixasse... – Você ia curar todas as minhas feridas de amor. – E curei? – Siiii, amor. Você fez muito bem e depois disso, lembra o que aconteceu? – Muito pouco porque bebemos muito... – Nãoooo, só tomamos um drink e eu bebi quase sozinha. Você não era de beber muito. – Nãooo, porque eu queria ver se era verdade que estava com você ou se você era produto da minha bebedeira, e não, você era real! Você era muito real... – ela acariciou minha bochecha. – E lembra o que fizemos depois? – Siiiii, você conversou com sua amiga e eu te convidei pra ir a uma balada ali perto. – Mas demoramos a chegar porque lembro que estávamos andando e paramos numa agência de banco ou financeira que estava bem escura e você me encurralou contra a parede e me disse... – Que estava muito apaixonado por você e queria passar o resto da minha vida com você! Siiii... e demoramos porque aquela Linda, você subiu em mim e parecia que queria que a gente transasse ali mesmo! - Não consegui segurar a risada - mas foi assim, meu amor, você parecia estar com muito tesão - Eu não lembro que foi assim... - Eu lembro, sim, até que te beijei nesses lábios bem rosados e você subiu em mim, acariciou meu cabelo e me deu beijos no pescoço, você sabia fazer muito bem... - Eu achava que quem queria ir direto ao ponto era você... - Nããão, minha linda... você estava muito, mas muito quente e eu entrei na brincadeira, te levantei, levantei sua blusa e você desabotoou seu sutiã e eu comi seus peitos, seu pescoço e sua boca - E daí...? - Fomos para um hotel e transamos, você não parecia virgem... - Eu disse que era??? - Você me disse que sim. E eu ri de novo - sério? - Eu não minto, meu amor. Você me indicava como acariciar você, como tocar e como queria que eu te comesse. Você entendia muito do assunto e ainda estava com muito tesão!! - Ai, meu amor... não lembrava que tinha sido assim... achei que você estava com esse tesão todo... - Nããão, você que estava com tesão, com muita vontade de transar comigo... Não sei se comigo... mas que você queria dar era certo... - E bom... eu tinha acabado de terminar com meu ex! Com ele eu fiquei vários meses e sim... com ele tive minha primeira vez e daí pra frente não paramos! - Siiim, eu percebi... você era muito fogosa e gostava de ir um pouco mais longe cada vez que a gente transava. Você era muito ardente, apaixonada, muito ousada e muito carinhosa. Embora você continue sendo tudo isso. Você é linda, perfeita e tem essa pitada de mistério quando fica pensando, que às vezes me dá medo de que ideia você vai ter naquele momento? Hahahahahahahahahaha - Ai, meu Deus... você me faz corar... - E é por isso que eu te adoro, meu amor! Você tem esse olhar que brilha quando fica corada ou quando quer atacar... que me excita... me deixa com muito tesão!! - Te amo, amor... - Eu também te amo... mas de agora em diante, quero que qualquer coisa que aconteça com você, me conte e se aquele cara se aproximar de você de novo, me avise e eu juro que ele não vai querer se aproximar - Nunca mais te incomodar - Tá bom, meu amor... vamos deitar mais um pouco? Ainda está muito cedo...
- Quer um tempinho de carinho e...?? - Sua mão roçou meus peitos desnudos e, ao sentir sua mão, eles endureceram e fizeram meu corpo arrepiar completamente - Vamos pra cama, minha linda?? - Ele desligou a música
- Siiim, me leva no colo, papai?
- Ai siiim, minha neném!! Ele me levantou de repente, encaixando bem o pau dele na minha bucetinha e foi caminhando devagar até nosso quarto. E ia me beijando pelo peito, descendo até meus peitos e meteu um na boca, não cabia todo e ele brincava passando a língua, dando beijos e chupando devagar
- Mmmmmmmm que peitos lindos que você tem!! Mmmmmmmm e parece que já tem o que eu tanto queria!!
- Vem leitinho? Ele acenou com a cabeça e me apoiou lentamente na cama, eu me acomodei bem no meio da cama, coloquei uns travesseiros nas minhas costas e pescoço. Ele se aproximou devagar, de joelhos, e passava as mãos suavemente pelas minhas pernas e eu gemia devagar e me arqueava, aproveitando o prazer que ele me dava. Ao chegar nos meus peitos, ele lambia bem no meio deles e foi subindo devagar as mãos nos dois peitos e os apalpava, apertava devagar e ia aumentando mais e mais os movimentos
E ele se pôs do meu lado esquerdo e eu me enrolei pra esse lado e agarrei com meus pés o lençol e fui puxando pra nos cobrir e poder dormir mais um pouco, mas Martin ficava brincando com meus peitos, passava a língua e os movia de cima pra baixo e eu sorria
- Ai não faz assim, amor... quero dormir mais um pouco. E podemos ir mais tarde pro trabalho. Quem vai nos mandar embora!
- Bom, mas prefiro aproveitar e dormir, hoje vamos ter um dia cheio de trabalho, com certeza!
- Mmmmmmmmmmm... - ele continuava brincando com meu peito, apertando e movendo com a boca ou o nariz
- Amor... eu quero dormir mais um pouquinho...
- E dorme! Eu que tô brincando com meu peito!
- E eu ri e acariciei sua cabeça, beijando seu cabelo e testa - mmmmmmm se continuar assim, me... Você vai me relaxar e me fazer dormir... - continue tocando suavemente o rosto dele, acariciando suas bochechas e dando beijos leves por todo o rosto. Ele se acomodou no meu braço, com a mão esquerda se ajustou, segurou meu peito e se prendeu enquanto com o braço direito me abraçou apertando-me contra ele. Pouco a pouco foi dormindo e parecia que ia soltar meu peito, quando de novo o procurava e voltava a se prender, fazendo exatamente igual ao Guille. Achei muito fofo vê-lo agir assim. Cobri ele bem, arrumei os travesseiros e o sono me venceu e adormeci.
Acordei com um pouco de luz que entrava pela nossa janela e ao olhar a hora em cima do criado-mudo onde estava nosso relógio, já passava das 9. Martín ainda estava com a boca bem perto do meu peito e profundamente adormecido. Me aproximei e o beijei enquanto falava com ele:
- Martín... amor...
- Mmmm...??
- Já passou das nove... vamos... temos que ir trabalhar!
- Hoje eu fico o dia com você!
- Mas não... como assim fica o dia?? Não não não... vamos.
E eu estava me sentando na cama e Martín me agarrou com seus dois braços, abraçando meu ventre:
- Nããão... você não vai - comecei a rir.
- Vamos, me deixa levantar...
- Nããão, o bebê e eu dizemos que você fica!
- Que bebê??? - continuei rindo.
- O que fizemos ontem à noite!
- Ai, Martin... qualé vamos... porque se você quer que tenha outra boca pra alimentar, vai ter que trabalhar muito mais.
- Nãããão... se você alimentasse com seu yummy cum nossas bocas!
- Ai, Martin... - me aproximei e dei um beijo na boca dele, ao soltá-lo, ele me segurou pelo pescoço e continuou me beijando, me tocava devagar pelas costas e ia descendo - mmm... amor... espera...
- ele continuava tocando tudo lentamente e um dedo entrou dentro da minha buceta e eu suspirei - mmmmmmmmmmmm... amor... mmmmmm
- continuava metendo e tirando um dedo e depois meteu dois e metia e tirava devagarinho da minha buceta.
Eu estava ofegando lentamente e ele se aproximou mais de mim:
- Pra onde você quer ir, minha... Gostosa?? Quer perder um dia inteiro de muito sexo?? -Mas... -Opa... hoje minha nenê acordou bem rebelde, hein?? E eu sorri e ele subiu em cima de mim, com as pernas dele abertas e as minhas ele deixou fechadas. Ele se movia devagar, pegou meus dois braços e prendeu meus dois pulsos com uma só mão. -Agora sim, minha adolescente rebelde... se a sua buceta diz que hoje você fica, você fica quietinha assim, aqui... - eu sorri - e então?? Vai me obedecer? E eu balancei a cabeça que sim, ele se movia devagar e brincava com a minha buceta que, pela posição que ele me deixou, tinha meus lábios bem fechados e ele foi se mexendo, abrindo caminho lentamente na minha cavidade e o pau dele foi entrando bem apertado na minha buceta, eu me retorcia e ofegava cada vez mais e mais alto e com um único movimento ele enfiou o pau totalmente e eu gritei -Aaaaiii... -Mmmmmmmmm minha neném, que buceta linda e apertada, meu pau fica tão justinho... vou ter que te foder com muita frequência para te abrir mais e mais... -Mmmmmmmmm papai... é que seu pau é muito grande e minha buceta é pequenininha.. -Uuuuuuuuuufff- ele se aproximou, devorou minha boca e mordeu meus lábios, brincou com meu nariz e meu queixo e foi descendo um pouco até olhar minhas tetas que estavam durinhas. De novo uma das mãos dele massageou minhas duas tetas e apertou uma, puxando e eu gemia de prazer -Mmmmmmm.... que delícia de teta, meu deusss.... -Ai amor... mmmmmmm aaaahhhhhhh... eu estava no auge do clímax, apertei ele contra meu corpo e não parava de gozar e de gemer, minhas pernas tremiam e eu respirava muito ofegante Ufff minha linda Ana... meu deus... quanta porra você soltou... -Mmmmmmmmm... essa posição me deixou muito louca -Uffff meu amor... você gosta que sua buceta te domine??? -Siiiii, meu papai... E nos beijamos. Ele brincava com meu pescoço e minhas orelhas e me fazia retorcer toda de novo e dava mordidinhas suaves no meu pescoço e tocava meu ombro e me apertava mais contra o corpo dele e eu, com meus braços ainda em cima dos travesseiros, tocando o encostada não conseguia quase me mexer nem fazer nada, só curtir ele, seu corpo e os movimentos da pica dele na minha buceta
- Ai Ana... por Deus... como eu gosto de te dominar assim... você é tipo minha escrava e eu sou seu dono!
- Mmmmmmmm meu amo... minha bucetinha linda
- Mmmmmmmmmm minha neném... aaaaaahhhhh... minha linda neném.... aaaaahhh
- Mmmmmmmmmmm papai...
- Ayyyyyyyyy lindaaaa...
- ele desabou no meu peito e respirava muito ofegante e na minha buceta entravam os jatos do sêmen dele
- Ai por Deus... você é tão linda... me deixa muito louco...
- ele se endireitou e a mão que segurava meus pulsos, baixou e acariciou minha bochecha e a outra me abraçou apertando bem contra ele. Respirávamos quase no mesmo ritmo quando ouvimos vibrar o celular dele.
- Não se mexe!
- Mas quero ir no banheiro
- Se for tomar banho, me espera...
- Tá, mas primeiro vou esvaziar minha bexiga...
- Ok...
- ele levantou o celular e viu quem era e disse
- te salvou o Marcelo!
Eu fui completamente pelada pro banheiro e ao voltar a passar pelos quartos das meninas me invadiu um pouco de tristeza porque já sentia falta das minhas filhinhas! Fui pro banheiro e ao terminar, enxaguei o rosto e me olhei e tinha uma marca entre meu pescoço e meu peito, não sei se era daqueles últimos beijos que o Martin tinha me dado ou de ontem à noite quando transei com ele. Abri as torneiras e testei a água e disse em voz alta:
- amor... vou tomar banho, vem??
- não ouvi resposta nenhuma então entrei e fui lavando o cabelo, enxaguei e depois lavei todo o corpo. Ao sair, percebi que não tinha pegado uma toalha e de novo chamei o Martin
- amor... me traz uma toalha?
Também não ouvi resposta e decidi sair assim mesmo e ao passar pelo corredor em direção ao nosso quarto ouço murmúrios na sala e chamo ele de novo
- Martin!
- espiei só a cabeça e ainda bem porque ele estava parado na porta de entrada conversando com o Marcelo e fui pro meu quarto. Estava corada
"Ufff... tomara que ele não tenha me visto assim... Que vergonha!" E me sequei com a toalha e ouço meu celular tocar e vejo que era do escritório, atendi achando que era a Margo - Oi Margo! - Oi Ana - ao ouvir a voz percebi que era o Gastón - Você tá louco? Como vai me ligar no meu celular?? Quem te deu...? Quer me meter em...?? - Espera Ana me escuta... por favor... é muito importante... o Marcelo tá aí com seu marido? - Sim sim, eu tinha acabado de sair do banho quando ouvi que estavam aí e... - Me escuta com atenção, Ana, mas por favor presta atenção no que vou te dizer - O que foi?? Não enrola!! - Parece que em algum momento que nos encontramos, o Marcelo nos viu juntos! - O quê?? Você tá falando sério??? - Por favor, gostosa... toma muito cuidado. Te amo! - Mas Gastón... - ele desligou. Me sequei rapidamente. Coloquei a calcinha e meu sutiã de ontem à noite junto com uma camisola e uma calça jeans apertada e umas botas e saí com o cabelo molhado em direção à cozinha e vejo que saem para conversar lá fora o Martín com o Marcelo e eu já estava ficando desesperada, procurei meu celular antigo e mandei uma mensagem pro Gastón "Oi, por favor me explica melhor porque você tem essa suspeita? O que aconteceu?" E me pareceu uma eternidade aquele minuto que ele demorou pra responder e ele mandou "O Bruno quando te levou no meu carro naquela vez que você se alterou e me bateu no escritório, hoje cedo foi me deixar uma coisa e a Margarita perguntou dele como você tava e justo o Marcelo entrou. Por favor, toma cuidado... por favor. Sei que seu marido vai me interrogar e a você também! Toma cuidado, minha gostosa -"Ok, obrigada pela recomendação" Desliguei aquele celular e guardei no meu lado do guarda-roupa e ouvi que o Martín voltava com o celular e me diz - Ohhh, minha gostosa... desculpa não pude ir tomar banho porque veio o Marcelo... você tá bem? - Sim sim... acabei de tomar banho! Vai tomar banho? - Sim sim, com certeza, preciso ir no trabalho buscar uma coisa... e você, meu amor? Tá se sentindo bem? - Sim sim, amor... por que tá me perguntando? - Não não, por nada... porque eu gosto de saber como você está...
- Mas se com uma vez que eu digo que estou bem, você já percebia, não entendo sua insistência
- É porque me preocupo... vou tomar banho, deixa meu café pronto que vou tentar tomar enquanto me troco?
- Ok...
Ele tinha deixado o celular na mesa da sala e eu peguei e fui para a cozinha. Procurei entre as mensagens que tinham chegado e uma dizia do Marcelo: "¿Martín, martincho... como está sua mulher?"
"-Fica tranquilo porque não sei o que aconteceu, quando cheguei a Margo perguntou ao gorila que o Bart tem de segurança como estava sua mulher ¿O que aconteceu com ela?? ¿Ela está bem?"
"Segundo a Margo, ouviu sua mulher e o Bart discutindo..."
"Martincho... aí vou para sua casa..."
Comecei a preparar o café e coloquei umas torradas para o café da manhã.
Voltei a deixar o celular dele onde estava e fui preparar umas torradas com geleia, enquanto preparava nosso café e vejo o Martin saindo do banho indo para nosso quarto.
- Love... levo o café para você aí?
- Não não, linda... já vou.
Preparei tudo e levei para a mesa e ainda estava jogado o prato quebrado com sushi de ontem à noite, a mesa toda suja e voltei para a cozinha com um paninho e limpei aquela parte e pensei: "Aquilo ontem à noite foi uma loucura: muita coisa jogada, desde comida até minhas roupas, meu roupão estava de lado assim como ele tinha tirado de mim ontem à noite..."
Como o Martin estava demorando, fui pegar minhas roupas para depois lavar.
Apareceu o Martin e tinha colocado uma camisa com um cardigan, casaco de malha fina com botões e uma calça combinando e seus sapatos.
- Bom dia, meu love... você está lindo.
- Bom dia... obrigado - me deu um beijo suave.
- O que você tem, love?
- É isso que eu pergunto para você, Anabella... o que você tem? O que aconteceu no escritório que aquele caminhão do cara que o Bartolomeu tem te carregou nos braços?
- O que aconteceu com você?
- Ah... isso... passei mal da pressão, caiu muito de repente e desmaiei, a última coisa que lembro é que estava com o Bartolomeu conversando e...
- Não minta para mim! Falei com a Margo e me ele disse que ouviu uma briga entre você e Bartolomé... o que aconteceu? -Porque ele está se comportando de um jeito que eu não gosto, que trabalhe assim e eu disse que ele deve respeitar horários e ser mais eficiente, senão falaria com você. Porque ele me disse que as pastas podia ler com calma e depois me disse que eu devia assinar e não ler tanto -Ah... só isso? -Siii só isso. Sabe que isso não me agrada nada, não posso ficar discutindo com alguém que está nisso há anos. Acho que desde um momento te avisei que não ia poder me responsabilizar por isso nem ficar à frente da empresa e lidando com gente como aquele babaca do Gas... do Bartolomé -Sim, sim, te entendo, gostosa. Mas você tem que me contar esse tipo de coisa para eu colocá-lo logo no lugar dele e você poder ficar muito mais tranquila e poder trabalhar em algo que não é só para mim, mas para o futuro de nós 4 ou os 5! -E acariciou minha barriga -Olha, amor... fiquei a noite toda pensando e não me sinto preparada para termos um bebê. Já estou confortável com essas duas meninas e só quero isso que temos hoje em dia! -Tudo bem, linda Ana. Se é sua decisão, vou respeitar! -Sim, é isso... -Muito bem e me diga, minha linda -olhando ao redor- vamos ter que contratar alguém para limpar toda essa bagunça? -Não, não se preocupe... eu faço. Se não te incomodar, eu fico em casa até terminar e depois vou para lá! -Tudo bem, minha linda. Me manda uma mensagem assim que for para o trabalho? -Sim, amor! -Como estou? -Você está lindo, papi! -Uuufff... mas não fala assim comigo... porque quero te comer de novo tanto mas tanto, minha bebezona... -me pendurei no pescoço dele com meus braços e beijei devagar sua "maçã" e ele já começou a gemer lentamente- ai não, meu amor... não entra no modo garotinha safada porque a única coisa que eu queria era te comer de novo!!! -Mas são só beijinhos, papi... -Mas esses beijinhos provocam no papi um calor indescritível que a única coisa que ele quer, é estar na cama com você! -Ah é? -Ai não... meu amor... não seja assim... eu preciso... eu preciso ir e olha como está meu pau - respirava entrecortado e muito ofegante - quero te revirar no sofá... e te comer toda, toda quero te comer... os peitos, a bunda, pela sua buceta... você me deixa louco! Então me soltei lentamente do seu pescoço e fui descendo e ao chegar no pau dele que estava quase explodindo da calça e da cueca, brincava por fora tentando acariciar com toda a roupa, ele gemeu e se sentou na cadeira e eu fiquei agachada bem debaixo da mesa e desabotoei o cinto, abaixei o zíper da calça e com minha boca brincava com o tecido da cueca - Aaaaaaaaahhh meu deus.. - Você gosta assim? - Enfia todo meu pau na sua boquinha, meu amor - Mmmmmmmmmmm papai... - Ai meu deus... como meu pau fica duro, ouvindo sua voz... meu deus, quero te comer, você me deixa louco... - Quero que você me dê todo seu leite na minha boca - Ai assim me olha... mmmmmmmmm...- eu olhava nos olhos dele enquanto minha boca subia e descia e chupava seu pau cada vez mais rápido- ayyyy meu deus.... - Ahhhhhhhhh.... mmmmmmmmmmmm- senti que saíam jatos de porra, era uma onda brusca de jatos potentes e ao recuperar o sentido, ele buscou meu olhar e tocou minha cabeça, acariciando-me e eu olhei e sorri ainda chupando o último que saía- agora sim... vou andar bem leve - Que bom meu pa...- ele meteu a mão na minha boca e me levantou - Shhhhh... não me chame assim... meu amor... eu tenho que ir, mesmo querendo tanto ficar aqui os dois sozinhos - Tá bom... não vou te chamar mais assim até a noite, quando você voltar! - Perfeito, meu amor... você é linda... é única - Tenha um bom dia, amor. Te amo - Eu também te amo minha garotinha- ele pegou suas coisas e saiu. Eu juntei as xícaras e as coisas que usamos no café da manhã, coloquei na lava-louças e fui trocar os lençóis e arrumar nosso quarto. Ao terminar tudo, fui me trocar e me olhei no espelho e estava usando o sutiã novo e gostei de como estava com a camisola e meus peitos mais altos, Eu podia desabotoar dois botões e ver a reação dos outros homens ao me ver assim, com meus peitos mais à mostra, notando mais a redondeza e o tamanho deles. Me penteiei, peguei meu celular, guardei na bolsa junto com as chaves, subi no carro e me olhei no espelho. Me vi totalmente diferente, muito mais sexy e selvagem. Pintei os lábios de vermelho, delineei os olhos e saí em direção à casa dos meus pais para ver como estava tudo.
Por volta das 11h cheguei ao trabalho e cruzei com a Margo na entrada.
— Bom dia.
— Bom dia, senhora... desculpe, está se sentindo melhor?
— Sim, sim, Margo. Fique tranquila. Já estou melhor. Obrigada!
— De nada!
— Meu marido está no escritório dele?
— Sim... está reunido com vários homens. Bata na porta e com certeza ele atende.
Bati suavemente e dava pra ouvir murmúrios e risadas. Então escutei:
— Sim, podem entrar, por favor.
Entrei e todos se viraram para me olhar.
— Bom dia!
— Bom dia! — ouviu-se em uníssono de todos os homens que estavam ali, e vi que vários olhavam minha figura enquanto eu caminhava lentamente até meu marido para cumprimentá-lo.
— Bom, aqui lhes apresento minha mulher, ela é a Anabella. Ela estará aqui muitas vezes, e qualquer um de nós dois pode ser chamado para organizar uma reunião. Então estou mais que agradecido a todos os presentes...
Bateram na porta e entrou a Margo com duas garrafas de champanhe e uma grande bandeja de frios para comemorar.
— Com licença, bom dia. Isso é do Marcelo.
— Ah, muitíssimo obrigado. — Muitos murmuravam, perguntando-se quem era aquele homem bondoso que teve um gesto tão generoso.
— Comento a vocês que o Marcelo é outra pessoa muito importante aqui, porque foi ele quem permitiu que tudo isso fosse possível. Ele deve chegar daqui a pouco, mas também precisa cuidar de outros trabalhos e negócios. Mas já terão a oportunidade de conhecê-lo. Então aproveitem, já podem ir lendo, assinando e depois curtir tudo isso, senhores.
O Martin se aproximou de mim e falou no meu ouvido:
— Pelo amor de Deus, Ana... você vai fazer minha cabeça explodir até a gente voltar pra casa. Você não poderia ter vindo vestida assim... está muito sexy e provocante.
- Fico feliz que tenha gostado, tudo isso é só seu.
Ela tocou os lábios com os dedos e sussurrou novamente no meu ouvido:
- Meu Deus... seus peitos estão me chamando, vou ter que parar tudo pra me jogar neles e te dar uma boa...
Bateram na porta.
Ela foi abrir e era Marcelo junto com "Bartolomé". Os dois entraram com uma expressão alegre.
- Olá, bom dia...
E foram se aproximando um a um para cumprimentar, apertando as mãos. Por último, Marcelo abraçou Martín e sorriram sem parar.
- Martincho... viemos bem, viu?
- Na verdade estou muito surpreso... isso é incrível. Obrigado por tudo.
E se abraçaram novamente.
Marcelo se aproximou de mim e apertou minha mão, dizendo:
- Olá, moça.
- Bom dia, Marcelo, como vai?
- Muito bem, muito bem... Ei Barto... traz aquelas pastas que deixei com a Margo, porque tem algo muito importante pra agora.
- Ok, deixa eu cumprimentá-los e já vou buscar as pastas.
- Olá, Martín... parabéns!
- Obrigado, obrigado.
Apertaram as mãos e depois se abraçaram.
Quando Bartolomeu se aproximou de mim, meu coração disparou e eu disse:
- Bom dia.
- Olá, Ana. Bom dia e parabéns.
Eu estava estendendo a mão para um aperto, mas ele a pegou e deu um beijo.
Eu fiquei corada. Ele saiu novamente para buscar algumas pastas e eu fiquei gelada e muito chocada, depois do beijo de Gastón na minha mão.
- Escuta, Martín, as pastas que o Barto traz são umas coisas de San Luis. Os caras de lá estão tão felizes com tudo isso que querem que você vá pra lá.
- De novo? Esqueceram de assinar?
- Não, não, querido... eles querem você lá! Querem que você esteja lá e seja quem comanda tudo, e que você vá pra lá, com sua família!!
Eu estava ao lado com um sorriso de orelha a orelha e, justo ao me ver, Barto, ao ouvir essa notícia, deixou as pastas caírem.
- Mas Barto... o que você tem nas mãos, irmão?
- Perdão, perdão... desculpem.
Todos os outros começaram a comer e beber o que havia na... Eu estava circulando pela mesa sorrindo o máximo possível, de vez em quando me aproximava do Martin, meu marido, e ele me abraçava e passava a mão na minha cintura. Saí um pouco para tomar ar e vejo que "Barto" vem atrás de mim.
- Não posso acreditar no que meus olhos estão vendo...
- Pelo amor de Deus, Gastón... se afasta de mim. Passei por um momento terrível com meu marido e essa notícia é o que precisávamos.
- Precisávamos?
- Sim... agora vai ter uma grande distância entre você e eu. E não acho que você vai se atrever a me seguir porque todo mundo vai perceber!
- Acho que vou me mudar para Mendoza ou Córdoba!
- Já chega, Gastón...
- Vem... vem, por favor... me acompanha até o estacionamento.
- Não, não vou.
- Pelo amor de Deus, Ana... preciso que a gente possa conversar, vamos tomar um café.
- Não, não quero, obrigada.
- Te convido para almoçar perto das 12.
- Tenho que buscar minhas filhas.
- Ana... preciso te mostrar uma coisa. Por favor... me acompanha.
- Não, Gastón... vou voltar com meu marido para aproveitar o dia mais feliz da minha vida!
- Pelo amor de Deus... Ana... espera.
Voltei para dentro do escritório e estavam todos com taças de champanhe, e Marcelo e Martin tinham duas taças para mim e outra para o Gastón.
- Vem, amor... chegou na hora certa. Vamos brindar porque a viagem para San Luis está confirmada!
Atrás vinha o Barto, com uma cara que tentava disfarçar a amargura e a tristeza com um sorriso muito forçado.
- Barto... vem, irmão... vem brindar por eles e por tudo isso.
- Sim, Marce. Já vou.
Todos brindamos, e Martin foi brindando com um por um, enquanto recebia elogios. Seu rosto tinha um sorriso de orelha a orelha que era incrível de ver. Eu estava parada na ponta junto com o Marcelo, e o Barto se aproximou e me disse:
- Parabéns!
- Tocamos as taças e bebemos um pouco. Ele, ao abaixar a mão, roçou minhas costas e me eletrificou. Em vez de tirar a mão dele ou me mexer, fiquei parada, mas sua mão continuou descendo até quase tocar minha bunda. Aí reagi e me mexi, me aproximando do Martin com a taça na mão e balançando muito minha bunda para que o Gastón sentisse muito desejo, e o abracei, apertamos. nossos copos e ele me beijou. E ao olhar em volta, vi que Gastón tomou a copa de uma vez só enquanto nos observava. Quando tudo terminou, com tudo assinado, só restamos Marcelo, Martin e eu. Barto tinha ido embora e certamente foi beber depois de ver a cena que armei para provocar ciúmes dele. Olhei a hora no meu relógio e me aproximei do Martin:
- Amor... preciso ir. Vou buscar as meninas para almoçar com elas e meus pais.
- Tudo bem, amor... eu vou terminar tarde porque preciso deixar tudo em ordem para irmos para San Luis o quanto antes...
- Perfeito! - me aproximei do Marcelo - Obrigada por tudo, Marcelo.
- De nada, moça. Em algum momento vou visitá-los porque vocês são uma família linda.
- Obrigada. Até logo!
- Ele me deu a mão e me aproximei do Martin e dei um beijo nele.
Estava saindo, me despedi da Margo e fui até meu carro. Meu sorriso continuava no rosto e eu estava mais do que feliz indo buscar minhas filhas. A algumas quadras antes de chegar na escola, um carro freia e para o carro "cruzado" na minha frente. Temei o pior, achando que podiam ser ladrões ou algum sequestrador, porque tinha havido muitos casos, e vejo que desce Gastón. Tentei dar ré e tinha um carro atrás de mim que não se mexia. "Meu Deus... isso não pode estar acontecendo comigo..." E Gastón se aproximou da minha janela e disse:
- Ana, abre por favor...
- Não, Gastón, tira seu carro que preciso ir buscar minhas filhas...
- Não vou tirar até conversarmos.
- Tira seu carro ou eu bato!
- Eu tiro, mas assim que eu mover, você vai até onde eu deixar e a gente conversa?
- Sim...
- Ele foi até o carro dele e o moveu para o lado, e esperou do lado de fora. E eu, em vez de dar atenção, acelerei e fui até a escola das minhas filhas.
Chegando lá, desci do carro e atrás vinha Gastón no dele. Ele deixou o carro ligado e desceu:
- Ana... Ana... por favor, espera.
- Já chega, Gastón... preciso buscar minhas filhas.
- Vamos almoçar juntos, então...
- Não, obrigada, porque vou na casa dos meus pais...
- E mais tarde? Você poderia vir na minha casa e assim a gente conversa...
- Já deu, Gastón... não tem mais nada o que Falar! - Não... não, Ana... não quero te perder... se você fizer essa viagem, vou te perder para sempre e já te disse que eu te amo - Já é tarde, Gastón... sou casada. Tchau... preciso ir buscar minhas filhas... - entrei na escola por elas. Ele ficou parado lá fora esperando, ao nos ver sair, estava com Guille no colo e as duas mochilas das meninas e se aproximou querendo me ajudar - Oi, bonequinhas - Oi, Barti - disse Fran sorrindo - Oi, Bati - disse Guille segurando no pescoço da minha camisola - Olha, Ana... deixa eu te ajudar - Não, obrigada... vamos para a casa dos avós Amanda e Guido. E depois mamãe e papai têm uma grande notícia para minhas pombinhas... - Ah, é?? Qual é, mamãe? - Vamos nos mudar para outra casa maior, para um lugar lindo!! - Ah, que legal... - olhando para o Barto - você ouviu? Vamos nos mudar para outra casa, mais perto dos avós? - Não, não, linda, seus pais vão se mudar muito mais longe de todo mundo! - Ai, meu Deus... cala a boca. Como pode dizer isso para minha filha? - Que ela saiba, que vão ficar muito, muito longe de todo mundo: dos avós, da escola, das amigas e especialmente de mim - lágrimas rolavam pelas suas bochechas - Ui, Barti... não fica triste... por que você não se muda também com a gente? - Não, não, Fran... ele não vem com a gente, precisa ficar - Mas vou visitar vocês - Não... não vou permitir que você se aproxime mais de nós - Mas mamãe... bom, vamos. Tchau. E Guille cumprimentou acenando com a mão e Fran soltou minha mão e foi abraçar o Barto, enquanto ele continuava chorando - Você não pode ser assim, mamãe!! Olha como ele está, está muito triste! - Não se preocupa, linda... eu vou ficar bem! Vocês são umas meninas maravilhosas. Amo tanto vocês, assim como a mãe de vocês... - E eu te amo, Barti! E fomos andando até meu carro. Guille estava muito comovida e Fran estava com a testa muito franzida, muito brava - Olha, minhas bebezinhas... vamos - Por que a gente vai embora, mamãe? - Porque chamaram seu pai para fazer algo muito importante lá, em outro lugar - E que ele vá sozinho! Eu quero ficar aqui com meus avós, minhas tias e Barti -Eu amo o Bati! -Mas meus amores... e elas estavam muito bravas, a Guille chorando e a Fran muito brava e também chorando. Eu fiquei tentando animá-las, cantando músicas, falando com vozes estranhas e não teve jeito com nenhuma das duas. Chegamos na casa dos meus pais e as duas desceram correndo e minha mãe estava esperando na porta de entrada e as duas começaram a chorar nos braços dela: -Mas o que aconteceu com minhas meninas? - perguntou minha mãe -Minha mãe quer nos levar muito, muito longe e a gente não quer ir... - disse Fran chorando -O que foi, Ana? Ela me perguntou e meu pai acabou saindo - Mas o que tem com minhas bonequinhas que estão tristes?? -Vovô... a mamãe vai nos levar muito, muito longe - e Fran foi abraçar ele -Mas filha, você não devia ter contado assim... elas são pequenas - meu pai me repreendeu -Mas não fui eu, é que eu estava com um amigo e ele acabou soltando... é uma coisa muito boa de trabalho, depois eu explico. E entramos todos e aos poucos as meninas foram se acalmando e meus pais entenderam tudo e ficaram felizes por nós e pela nossa mudança iminente que estávamos esperando, embora ficassem um pouco tristes porque não veriam as netas com tanta frequência. Depois de terminar de almoçar, as meninas foram com meu pai para o que era meu quarto e dormiram. Eu estava prestes a tomar um remédio para dor de cabeça, minha mãe vem e me pergunta -Essa dor de cabeça é por causa do seu amigo? -Não, não é que... eu ouvi elas chorando muito tempo e... -Vamos, Ana... me conta a verdade. A Fran já nos contou tudo sobre o Barto, a gente sabe de tudo. Ela é muito esperta e percebe que você gosta dele, tudo o que aconteceu. Seja sincera e conta pra mim -Na verdade ele não é Bartolomeu, ele é Gaston... ele foi meu ex! Por favor... o Martin não pode ficar sabendo disso... -Eu nunca vou contar nada, Ana... mas é verdade isso que a Fran nos disse que você estava passando mal num carro e um homem grande buscou elas na escola? -Sim, é verdade... nesse dia eu discuti com o Gaston, porque eu quis bater nele e ele me segurou e não me deixava sair, não me... deixava eu ir e eu estava muito nervosa...
- Mas por quê?
- Porque naquela hora, nós nos reaproximamos
- Reaproximar... como?
- E de uma maneira indevida, proibida!
- Ai meu Deus, Anabella...
- Mãe... por favor... ninguém sabe disso!
- Mas suas filhas te viram perto de outro homem que não é seu marido
- Sim, mas eu nunca fiz nada na frente delas
- Sim, você fez... a Guille nos contou que te viu dando um beijo no seu amigo
- Mas...
- Ela fez um desenho e nos contou que era você e o "Bati" na cozinha se beijando. Meu Deus, Anabella. Você tem que protegê-las, não permita que te vejam com ele nem com ninguém de novo... imagina se contam pro seu marido? O que aconteceria??
- Ai meu Deus, mãe...
- eu chorava de angústia CONTINUARÁ.....
— Ai, amor... que susto!
— O que minha nenê está fazendo acordada a essa hora?
— Eu sorri.
— Tive vontade de ir ao banheiro e fiquei com sede também, pai...
— Ufffff... me espera aqui, bebê...
Ele foi até o banheiro, enquanto eu continuava tomando água. Martin, ao voltar, vem até mim e me abraça. Eu deixo o copo na bancada e retribuo o abraço, e ele vai me movendo lentamente e me diz no ouvido:
— Vou colocar música e quero ver você dançar bem pertinho de mim.
Ele procura o rádio-gravador e havia uma música variada.
— Tem certeza? Porque você não gosta de dançar e...
— Eu não vou dançar, quero ver você dançar e sentir como você se mexe... lembra do nosso primeiro encontro?
— Simmmm, claro que lembro, mas não foi numa balada, foi num pub, que eu tinha ido com amigas e um dos seus amigos queria ficar com minha amiga Paula, lembra?? Ela era loira, baixinha e mais patricinha, e vocês se aproximaram da gente. Seu amigo foi atrás dela e você estava lá todo nervoso.
— Simmmm, me impactou ver você, estava linda com aqueles jeans e uma regata mostrando um piercing no seu umbigo, seu cabelo super longo e liso... você me convidou para te acompanhar...
— Você me convidou para um drink.
— Bebemos pouco naquela vez?
— Sim... você parecia muito nervoso e eu te disse:
— Vem, vamos dançar.
— E eu... Eu recusei – a gente riu – eu era um pé no saco e quando te vi dançando, fiquei colado no chão porque não conseguia acreditar como você dançava. – E... depois tocaram uma música que você me pegou pela cintura e me movia devagar, mas não era uma música lenta. – Não... era um tema dos Decadentes, não lembro o nome da música, mas lembro de uma parte da letra: "me hipnotiza teu sorriso... mmmm... teu olhar... e não sei o que me acontece... quando estou com você..." – Era assim a letra? – Eu ri. – Nãooo... não lembro... sabe que sou péssimo com músicas. – Era assim: Me hipnotiza teu sorriso... me desarma teu olhar e de mim não resta nada, me derreto como um gelo ao sol... – Siiii... canta pra gente dançar como naquele momento – ela me abraçou pela cintura e eu pelo pescoço. – Eu não sei o que me acontece quando estou com você... me hipnotiza teu sorriso, me desarma teu olhar... – E me deixa com o pau duro! Ambos rimos. – Ai, Martin... – Não era assim? – Não... ai, meu Deus... você era péssimo cantando. – E ainda sou! E era incrível te ver sorrindo tanto pra mim, mas via que no seu olhar você estava triste. – Ah, é? – Sim... e eu te perguntei e você me disse que alguém tinha partido seu coração e eu te disse que se você me deixasse... – Você ia curar todas as minhas feridas de amor. – E curei? – Siiii, amor. Você fez muito bem e depois disso, lembra o que aconteceu? – Muito pouco porque bebemos muito... – Nãoooo, só tomamos um drink e eu bebi quase sozinha. Você não era de beber muito. – Nãooo, porque eu queria ver se era verdade que estava com você ou se você era produto da minha bebedeira, e não, você era real! Você era muito real... – ela acariciou minha bochecha. – E lembra o que fizemos depois? – Siiiii, você conversou com sua amiga e eu te convidei pra ir a uma balada ali perto. – Mas demoramos a chegar porque lembro que estávamos andando e paramos numa agência de banco ou financeira que estava bem escura e você me encurralou contra a parede e me disse... – Que estava muito apaixonado por você e queria passar o resto da minha vida com você! Siiii... e demoramos porque aquela Linda, você subiu em mim e parecia que queria que a gente transasse ali mesmo! - Não consegui segurar a risada - mas foi assim, meu amor, você parecia estar com muito tesão - Eu não lembro que foi assim... - Eu lembro, sim, até que te beijei nesses lábios bem rosados e você subiu em mim, acariciou meu cabelo e me deu beijos no pescoço, você sabia fazer muito bem... - Eu achava que quem queria ir direto ao ponto era você... - Nããão, minha linda... você estava muito, mas muito quente e eu entrei na brincadeira, te levantei, levantei sua blusa e você desabotoou seu sutiã e eu comi seus peitos, seu pescoço e sua boca - E daí...? - Fomos para um hotel e transamos, você não parecia virgem... - Eu disse que era??? - Você me disse que sim. E eu ri de novo - sério? - Eu não minto, meu amor. Você me indicava como acariciar você, como tocar e como queria que eu te comesse. Você entendia muito do assunto e ainda estava com muito tesão!! - Ai, meu amor... não lembrava que tinha sido assim... achei que você estava com esse tesão todo... - Nããão, você que estava com tesão, com muita vontade de transar comigo... Não sei se comigo... mas que você queria dar era certo... - E bom... eu tinha acabado de terminar com meu ex! Com ele eu fiquei vários meses e sim... com ele tive minha primeira vez e daí pra frente não paramos! - Siiim, eu percebi... você era muito fogosa e gostava de ir um pouco mais longe cada vez que a gente transava. Você era muito ardente, apaixonada, muito ousada e muito carinhosa. Embora você continue sendo tudo isso. Você é linda, perfeita e tem essa pitada de mistério quando fica pensando, que às vezes me dá medo de que ideia você vai ter naquele momento? Hahahahahahahahahaha - Ai, meu Deus... você me faz corar... - E é por isso que eu te adoro, meu amor! Você tem esse olhar que brilha quando fica corada ou quando quer atacar... que me excita... me deixa com muito tesão!! - Te amo, amor... - Eu também te amo... mas de agora em diante, quero que qualquer coisa que aconteça com você, me conte e se aquele cara se aproximar de você de novo, me avise e eu juro que ele não vai querer se aproximar - Nunca mais te incomodar - Tá bom, meu amor... vamos deitar mais um pouco? Ainda está muito cedo...
- Quer um tempinho de carinho e...?? - Sua mão roçou meus peitos desnudos e, ao sentir sua mão, eles endureceram e fizeram meu corpo arrepiar completamente - Vamos pra cama, minha linda?? - Ele desligou a música
- Siiim, me leva no colo, papai?
- Ai siiim, minha neném!! Ele me levantou de repente, encaixando bem o pau dele na minha bucetinha e foi caminhando devagar até nosso quarto. E ia me beijando pelo peito, descendo até meus peitos e meteu um na boca, não cabia todo e ele brincava passando a língua, dando beijos e chupando devagar
- Mmmmmmmm que peitos lindos que você tem!! Mmmmmmmm e parece que já tem o que eu tanto queria!!
- Vem leitinho? Ele acenou com a cabeça e me apoiou lentamente na cama, eu me acomodei bem no meio da cama, coloquei uns travesseiros nas minhas costas e pescoço. Ele se aproximou devagar, de joelhos, e passava as mãos suavemente pelas minhas pernas e eu gemia devagar e me arqueava, aproveitando o prazer que ele me dava. Ao chegar nos meus peitos, ele lambia bem no meio deles e foi subindo devagar as mãos nos dois peitos e os apalpava, apertava devagar e ia aumentando mais e mais os movimentos
E ele se pôs do meu lado esquerdo e eu me enrolei pra esse lado e agarrei com meus pés o lençol e fui puxando pra nos cobrir e poder dormir mais um pouco, mas Martin ficava brincando com meus peitos, passava a língua e os movia de cima pra baixo e eu sorria
- Ai não faz assim, amor... quero dormir mais um pouco. E podemos ir mais tarde pro trabalho. Quem vai nos mandar embora!
- Bom, mas prefiro aproveitar e dormir, hoje vamos ter um dia cheio de trabalho, com certeza!
- Mmmmmmmmmmm... - ele continuava brincando com meu peito, apertando e movendo com a boca ou o nariz
- Amor... eu quero dormir mais um pouquinho...
- E dorme! Eu que tô brincando com meu peito!
- E eu ri e acariciei sua cabeça, beijando seu cabelo e testa - mmmmmmm se continuar assim, me... Você vai me relaxar e me fazer dormir... - continue tocando suavemente o rosto dele, acariciando suas bochechas e dando beijos leves por todo o rosto. Ele se acomodou no meu braço, com a mão esquerda se ajustou, segurou meu peito e se prendeu enquanto com o braço direito me abraçou apertando-me contra ele. Pouco a pouco foi dormindo e parecia que ia soltar meu peito, quando de novo o procurava e voltava a se prender, fazendo exatamente igual ao Guille. Achei muito fofo vê-lo agir assim. Cobri ele bem, arrumei os travesseiros e o sono me venceu e adormeci.
Acordei com um pouco de luz que entrava pela nossa janela e ao olhar a hora em cima do criado-mudo onde estava nosso relógio, já passava das 9. Martín ainda estava com a boca bem perto do meu peito e profundamente adormecido. Me aproximei e o beijei enquanto falava com ele:
- Martín... amor...
- Mmmm...??
- Já passou das nove... vamos... temos que ir trabalhar!
- Hoje eu fico o dia com você!
- Mas não... como assim fica o dia?? Não não não... vamos.
E eu estava me sentando na cama e Martín me agarrou com seus dois braços, abraçando meu ventre:
- Nããão... você não vai - comecei a rir.
- Vamos, me deixa levantar...
- Nããão, o bebê e eu dizemos que você fica!
- Que bebê??? - continuei rindo.
- O que fizemos ontem à noite!
- Ai, Martin... qualé vamos... porque se você quer que tenha outra boca pra alimentar, vai ter que trabalhar muito mais.
- Nãããão... se você alimentasse com seu yummy cum nossas bocas!
- Ai, Martin... - me aproximei e dei um beijo na boca dele, ao soltá-lo, ele me segurou pelo pescoço e continuou me beijando, me tocava devagar pelas costas e ia descendo - mmm... amor... espera...
- ele continuava tocando tudo lentamente e um dedo entrou dentro da minha buceta e eu suspirei - mmmmmmmmmmmm... amor... mmmmmm
- continuava metendo e tirando um dedo e depois meteu dois e metia e tirava devagarinho da minha buceta.
Eu estava ofegando lentamente e ele se aproximou mais de mim:
- Pra onde você quer ir, minha... Gostosa?? Quer perder um dia inteiro de muito sexo?? -Mas... -Opa... hoje minha nenê acordou bem rebelde, hein?? E eu sorri e ele subiu em cima de mim, com as pernas dele abertas e as minhas ele deixou fechadas. Ele se movia devagar, pegou meus dois braços e prendeu meus dois pulsos com uma só mão. -Agora sim, minha adolescente rebelde... se a sua buceta diz que hoje você fica, você fica quietinha assim, aqui... - eu sorri - e então?? Vai me obedecer? E eu balancei a cabeça que sim, ele se movia devagar e brincava com a minha buceta que, pela posição que ele me deixou, tinha meus lábios bem fechados e ele foi se mexendo, abrindo caminho lentamente na minha cavidade e o pau dele foi entrando bem apertado na minha buceta, eu me retorcia e ofegava cada vez mais e mais alto e com um único movimento ele enfiou o pau totalmente e eu gritei -Aaaaiii... -Mmmmmmmmm minha neném, que buceta linda e apertada, meu pau fica tão justinho... vou ter que te foder com muita frequência para te abrir mais e mais... -Mmmmmmmmm papai... é que seu pau é muito grande e minha buceta é pequenininha.. -Uuuuuuuuuufff- ele se aproximou, devorou minha boca e mordeu meus lábios, brincou com meu nariz e meu queixo e foi descendo um pouco até olhar minhas tetas que estavam durinhas. De novo uma das mãos dele massageou minhas duas tetas e apertou uma, puxando e eu gemia de prazer -Mmmmmmm.... que delícia de teta, meu deusss.... -Ai amor... mmmmmmm aaaahhhhhhh... eu estava no auge do clímax, apertei ele contra meu corpo e não parava de gozar e de gemer, minhas pernas tremiam e eu respirava muito ofegante Ufff minha linda Ana... meu deus... quanta porra você soltou... -Mmmmmmmmm... essa posição me deixou muito louca -Uffff meu amor... você gosta que sua buceta te domine??? -Siiiii, meu papai... E nos beijamos. Ele brincava com meu pescoço e minhas orelhas e me fazia retorcer toda de novo e dava mordidinhas suaves no meu pescoço e tocava meu ombro e me apertava mais contra o corpo dele e eu, com meus braços ainda em cima dos travesseiros, tocando o encostada não conseguia quase me mexer nem fazer nada, só curtir ele, seu corpo e os movimentos da pica dele na minha buceta
- Ai Ana... por Deus... como eu gosto de te dominar assim... você é tipo minha escrava e eu sou seu dono!
- Mmmmmmmm meu amo... minha bucetinha linda
- Mmmmmmmmmm minha neném... aaaaaahhhhh... minha linda neném.... aaaaahhh
- Mmmmmmmmmmm papai...
- Ayyyyyyyyy lindaaaa...
- ele desabou no meu peito e respirava muito ofegante e na minha buceta entravam os jatos do sêmen dele
- Ai por Deus... você é tão linda... me deixa muito louco...
- ele se endireitou e a mão que segurava meus pulsos, baixou e acariciou minha bochecha e a outra me abraçou apertando bem contra ele. Respirávamos quase no mesmo ritmo quando ouvimos vibrar o celular dele.
- Não se mexe!
- Mas quero ir no banheiro
- Se for tomar banho, me espera...
- Tá, mas primeiro vou esvaziar minha bexiga...
- Ok...
- ele levantou o celular e viu quem era e disse
- te salvou o Marcelo!
Eu fui completamente pelada pro banheiro e ao voltar a passar pelos quartos das meninas me invadiu um pouco de tristeza porque já sentia falta das minhas filhinhas! Fui pro banheiro e ao terminar, enxaguei o rosto e me olhei e tinha uma marca entre meu pescoço e meu peito, não sei se era daqueles últimos beijos que o Martin tinha me dado ou de ontem à noite quando transei com ele. Abri as torneiras e testei a água e disse em voz alta:
- amor... vou tomar banho, vem??
- não ouvi resposta nenhuma então entrei e fui lavando o cabelo, enxaguei e depois lavei todo o corpo. Ao sair, percebi que não tinha pegado uma toalha e de novo chamei o Martin
- amor... me traz uma toalha?
Também não ouvi resposta e decidi sair assim mesmo e ao passar pelo corredor em direção ao nosso quarto ouço murmúrios na sala e chamo ele de novo
- Martin!
- espiei só a cabeça e ainda bem porque ele estava parado na porta de entrada conversando com o Marcelo e fui pro meu quarto. Estava corada
"Ufff... tomara que ele não tenha me visto assim... Que vergonha!" E me sequei com a toalha e ouço meu celular tocar e vejo que era do escritório, atendi achando que era a Margo - Oi Margo! - Oi Ana - ao ouvir a voz percebi que era o Gastón - Você tá louco? Como vai me ligar no meu celular?? Quem te deu...? Quer me meter em...?? - Espera Ana me escuta... por favor... é muito importante... o Marcelo tá aí com seu marido? - Sim sim, eu tinha acabado de sair do banho quando ouvi que estavam aí e... - Me escuta com atenção, Ana, mas por favor presta atenção no que vou te dizer - O que foi?? Não enrola!! - Parece que em algum momento que nos encontramos, o Marcelo nos viu juntos! - O quê?? Você tá falando sério??? - Por favor, gostosa... toma muito cuidado. Te amo! - Mas Gastón... - ele desligou. Me sequei rapidamente. Coloquei a calcinha e meu sutiã de ontem à noite junto com uma camisola e uma calça jeans apertada e umas botas e saí com o cabelo molhado em direção à cozinha e vejo que saem para conversar lá fora o Martín com o Marcelo e eu já estava ficando desesperada, procurei meu celular antigo e mandei uma mensagem pro Gastón "Oi, por favor me explica melhor porque você tem essa suspeita? O que aconteceu?" E me pareceu uma eternidade aquele minuto que ele demorou pra responder e ele mandou "O Bruno quando te levou no meu carro naquela vez que você se alterou e me bateu no escritório, hoje cedo foi me deixar uma coisa e a Margarita perguntou dele como você tava e justo o Marcelo entrou. Por favor, toma cuidado... por favor. Sei que seu marido vai me interrogar e a você também! Toma cuidado, minha gostosa -"Ok, obrigada pela recomendação" Desliguei aquele celular e guardei no meu lado do guarda-roupa e ouvi que o Martín voltava com o celular e me diz - Ohhh, minha gostosa... desculpa não pude ir tomar banho porque veio o Marcelo... você tá bem? - Sim sim... acabei de tomar banho! Vai tomar banho? - Sim sim, com certeza, preciso ir no trabalho buscar uma coisa... e você, meu amor? Tá se sentindo bem? - Sim sim, amor... por que tá me perguntando? - Não não, por nada... porque eu gosto de saber como você está...
- Mas se com uma vez que eu digo que estou bem, você já percebia, não entendo sua insistência
- É porque me preocupo... vou tomar banho, deixa meu café pronto que vou tentar tomar enquanto me troco?
- Ok...
Ele tinha deixado o celular na mesa da sala e eu peguei e fui para a cozinha. Procurei entre as mensagens que tinham chegado e uma dizia do Marcelo: "¿Martín, martincho... como está sua mulher?"
"-Fica tranquilo porque não sei o que aconteceu, quando cheguei a Margo perguntou ao gorila que o Bart tem de segurança como estava sua mulher ¿O que aconteceu com ela?? ¿Ela está bem?"
"Segundo a Margo, ouviu sua mulher e o Bart discutindo..."
"Martincho... aí vou para sua casa..."
Comecei a preparar o café e coloquei umas torradas para o café da manhã.
Voltei a deixar o celular dele onde estava e fui preparar umas torradas com geleia, enquanto preparava nosso café e vejo o Martin saindo do banho indo para nosso quarto.
- Love... levo o café para você aí?
- Não não, linda... já vou.
Preparei tudo e levei para a mesa e ainda estava jogado o prato quebrado com sushi de ontem à noite, a mesa toda suja e voltei para a cozinha com um paninho e limpei aquela parte e pensei: "Aquilo ontem à noite foi uma loucura: muita coisa jogada, desde comida até minhas roupas, meu roupão estava de lado assim como ele tinha tirado de mim ontem à noite..."
Como o Martin estava demorando, fui pegar minhas roupas para depois lavar.
Apareceu o Martin e tinha colocado uma camisa com um cardigan, casaco de malha fina com botões e uma calça combinando e seus sapatos.
- Bom dia, meu love... você está lindo.
- Bom dia... obrigado - me deu um beijo suave.
- O que você tem, love?
- É isso que eu pergunto para você, Anabella... o que você tem? O que aconteceu no escritório que aquele caminhão do cara que o Bartolomeu tem te carregou nos braços?
- O que aconteceu com você?
- Ah... isso... passei mal da pressão, caiu muito de repente e desmaiei, a última coisa que lembro é que estava com o Bartolomeu conversando e...
- Não minta para mim! Falei com a Margo e me ele disse que ouviu uma briga entre você e Bartolomé... o que aconteceu? -Porque ele está se comportando de um jeito que eu não gosto, que trabalhe assim e eu disse que ele deve respeitar horários e ser mais eficiente, senão falaria com você. Porque ele me disse que as pastas podia ler com calma e depois me disse que eu devia assinar e não ler tanto -Ah... só isso? -Siii só isso. Sabe que isso não me agrada nada, não posso ficar discutindo com alguém que está nisso há anos. Acho que desde um momento te avisei que não ia poder me responsabilizar por isso nem ficar à frente da empresa e lidando com gente como aquele babaca do Gas... do Bartolomé -Sim, sim, te entendo, gostosa. Mas você tem que me contar esse tipo de coisa para eu colocá-lo logo no lugar dele e você poder ficar muito mais tranquila e poder trabalhar em algo que não é só para mim, mas para o futuro de nós 4 ou os 5! -E acariciou minha barriga -Olha, amor... fiquei a noite toda pensando e não me sinto preparada para termos um bebê. Já estou confortável com essas duas meninas e só quero isso que temos hoje em dia! -Tudo bem, linda Ana. Se é sua decisão, vou respeitar! -Sim, é isso... -Muito bem e me diga, minha linda -olhando ao redor- vamos ter que contratar alguém para limpar toda essa bagunça? -Não, não se preocupe... eu faço. Se não te incomodar, eu fico em casa até terminar e depois vou para lá! -Tudo bem, minha linda. Me manda uma mensagem assim que for para o trabalho? -Sim, amor! -Como estou? -Você está lindo, papi! -Uuufff... mas não fala assim comigo... porque quero te comer de novo tanto mas tanto, minha bebezona... -me pendurei no pescoço dele com meus braços e beijei devagar sua "maçã" e ele já começou a gemer lentamente- ai não, meu amor... não entra no modo garotinha safada porque a única coisa que eu queria era te comer de novo!!! -Mas são só beijinhos, papi... -Mas esses beijinhos provocam no papi um calor indescritível que a única coisa que ele quer, é estar na cama com você! -Ah é? -Ai não... meu amor... não seja assim... eu preciso... eu preciso ir e olha como está meu pau - respirava entrecortado e muito ofegante - quero te revirar no sofá... e te comer toda, toda quero te comer... os peitos, a bunda, pela sua buceta... você me deixa louco! Então me soltei lentamente do seu pescoço e fui descendo e ao chegar no pau dele que estava quase explodindo da calça e da cueca, brincava por fora tentando acariciar com toda a roupa, ele gemeu e se sentou na cadeira e eu fiquei agachada bem debaixo da mesa e desabotoei o cinto, abaixei o zíper da calça e com minha boca brincava com o tecido da cueca - Aaaaaaaaahhh meu deus.. - Você gosta assim? - Enfia todo meu pau na sua boquinha, meu amor - Mmmmmmmmmmm papai... - Ai meu deus... como meu pau fica duro, ouvindo sua voz... meu deus, quero te comer, você me deixa louco... - Quero que você me dê todo seu leite na minha boca - Ai assim me olha... mmmmmmmmm...- eu olhava nos olhos dele enquanto minha boca subia e descia e chupava seu pau cada vez mais rápido- ayyyy meu deus.... - Ahhhhhhhhh.... mmmmmmmmmmmm- senti que saíam jatos de porra, era uma onda brusca de jatos potentes e ao recuperar o sentido, ele buscou meu olhar e tocou minha cabeça, acariciando-me e eu olhei e sorri ainda chupando o último que saía- agora sim... vou andar bem leve - Que bom meu pa...- ele meteu a mão na minha boca e me levantou - Shhhhh... não me chame assim... meu amor... eu tenho que ir, mesmo querendo tanto ficar aqui os dois sozinhos - Tá bom... não vou te chamar mais assim até a noite, quando você voltar! - Perfeito, meu amor... você é linda... é única - Tenha um bom dia, amor. Te amo - Eu também te amo minha garotinha- ele pegou suas coisas e saiu. Eu juntei as xícaras e as coisas que usamos no café da manhã, coloquei na lava-louças e fui trocar os lençóis e arrumar nosso quarto. Ao terminar tudo, fui me trocar e me olhei no espelho e estava usando o sutiã novo e gostei de como estava com a camisola e meus peitos mais altos, Eu podia desabotoar dois botões e ver a reação dos outros homens ao me ver assim, com meus peitos mais à mostra, notando mais a redondeza e o tamanho deles. Me penteiei, peguei meu celular, guardei na bolsa junto com as chaves, subi no carro e me olhei no espelho. Me vi totalmente diferente, muito mais sexy e selvagem. Pintei os lábios de vermelho, delineei os olhos e saí em direção à casa dos meus pais para ver como estava tudo.
Por volta das 11h cheguei ao trabalho e cruzei com a Margo na entrada.
— Bom dia.
— Bom dia, senhora... desculpe, está se sentindo melhor?
— Sim, sim, Margo. Fique tranquila. Já estou melhor. Obrigada!
— De nada!
— Meu marido está no escritório dele?
— Sim... está reunido com vários homens. Bata na porta e com certeza ele atende.
Bati suavemente e dava pra ouvir murmúrios e risadas. Então escutei:
— Sim, podem entrar, por favor.
Entrei e todos se viraram para me olhar.
— Bom dia!
— Bom dia! — ouviu-se em uníssono de todos os homens que estavam ali, e vi que vários olhavam minha figura enquanto eu caminhava lentamente até meu marido para cumprimentá-lo.
— Bom, aqui lhes apresento minha mulher, ela é a Anabella. Ela estará aqui muitas vezes, e qualquer um de nós dois pode ser chamado para organizar uma reunião. Então estou mais que agradecido a todos os presentes...
Bateram na porta e entrou a Margo com duas garrafas de champanhe e uma grande bandeja de frios para comemorar.
— Com licença, bom dia. Isso é do Marcelo.
— Ah, muitíssimo obrigado. — Muitos murmuravam, perguntando-se quem era aquele homem bondoso que teve um gesto tão generoso.
— Comento a vocês que o Marcelo é outra pessoa muito importante aqui, porque foi ele quem permitiu que tudo isso fosse possível. Ele deve chegar daqui a pouco, mas também precisa cuidar de outros trabalhos e negócios. Mas já terão a oportunidade de conhecê-lo. Então aproveitem, já podem ir lendo, assinando e depois curtir tudo isso, senhores.
O Martin se aproximou de mim e falou no meu ouvido:
— Pelo amor de Deus, Ana... você vai fazer minha cabeça explodir até a gente voltar pra casa. Você não poderia ter vindo vestida assim... está muito sexy e provocante.
- Fico feliz que tenha gostado, tudo isso é só seu.
Ela tocou os lábios com os dedos e sussurrou novamente no meu ouvido:
- Meu Deus... seus peitos estão me chamando, vou ter que parar tudo pra me jogar neles e te dar uma boa...
Bateram na porta.
Ela foi abrir e era Marcelo junto com "Bartolomé". Os dois entraram com uma expressão alegre.
- Olá, bom dia...
E foram se aproximando um a um para cumprimentar, apertando as mãos. Por último, Marcelo abraçou Martín e sorriram sem parar.
- Martincho... viemos bem, viu?
- Na verdade estou muito surpreso... isso é incrível. Obrigado por tudo.
E se abraçaram novamente.
Marcelo se aproximou de mim e apertou minha mão, dizendo:
- Olá, moça.
- Bom dia, Marcelo, como vai?
- Muito bem, muito bem... Ei Barto... traz aquelas pastas que deixei com a Margo, porque tem algo muito importante pra agora.
- Ok, deixa eu cumprimentá-los e já vou buscar as pastas.
- Olá, Martín... parabéns!
- Obrigado, obrigado.
Apertaram as mãos e depois se abraçaram.
Quando Bartolomeu se aproximou de mim, meu coração disparou e eu disse:
- Bom dia.
- Olá, Ana. Bom dia e parabéns.
Eu estava estendendo a mão para um aperto, mas ele a pegou e deu um beijo.
Eu fiquei corada. Ele saiu novamente para buscar algumas pastas e eu fiquei gelada e muito chocada, depois do beijo de Gastón na minha mão.
- Escuta, Martín, as pastas que o Barto traz são umas coisas de San Luis. Os caras de lá estão tão felizes com tudo isso que querem que você vá pra lá.
- De novo? Esqueceram de assinar?
- Não, não, querido... eles querem você lá! Querem que você esteja lá e seja quem comanda tudo, e que você vá pra lá, com sua família!!
Eu estava ao lado com um sorriso de orelha a orelha e, justo ao me ver, Barto, ao ouvir essa notícia, deixou as pastas caírem.
- Mas Barto... o que você tem nas mãos, irmão?
- Perdão, perdão... desculpem.
Todos os outros começaram a comer e beber o que havia na... Eu estava circulando pela mesa sorrindo o máximo possível, de vez em quando me aproximava do Martin, meu marido, e ele me abraçava e passava a mão na minha cintura. Saí um pouco para tomar ar e vejo que "Barto" vem atrás de mim.
- Não posso acreditar no que meus olhos estão vendo...
- Pelo amor de Deus, Gastón... se afasta de mim. Passei por um momento terrível com meu marido e essa notícia é o que precisávamos.
- Precisávamos?
- Sim... agora vai ter uma grande distância entre você e eu. E não acho que você vai se atrever a me seguir porque todo mundo vai perceber!
- Acho que vou me mudar para Mendoza ou Córdoba!
- Já chega, Gastón...
- Vem... vem, por favor... me acompanha até o estacionamento.
- Não, não vou.
- Pelo amor de Deus, Ana... preciso que a gente possa conversar, vamos tomar um café.
- Não, não quero, obrigada.
- Te convido para almoçar perto das 12.
- Tenho que buscar minhas filhas.
- Ana... preciso te mostrar uma coisa. Por favor... me acompanha.
- Não, Gastón... vou voltar com meu marido para aproveitar o dia mais feliz da minha vida!
- Pelo amor de Deus... Ana... espera.
Voltei para dentro do escritório e estavam todos com taças de champanhe, e Marcelo e Martin tinham duas taças para mim e outra para o Gastón.
- Vem, amor... chegou na hora certa. Vamos brindar porque a viagem para San Luis está confirmada!
Atrás vinha o Barto, com uma cara que tentava disfarçar a amargura e a tristeza com um sorriso muito forçado.
- Barto... vem, irmão... vem brindar por eles e por tudo isso.
- Sim, Marce. Já vou.
Todos brindamos, e Martin foi brindando com um por um, enquanto recebia elogios. Seu rosto tinha um sorriso de orelha a orelha que era incrível de ver. Eu estava parada na ponta junto com o Marcelo, e o Barto se aproximou e me disse:
- Parabéns!
- Tocamos as taças e bebemos um pouco. Ele, ao abaixar a mão, roçou minhas costas e me eletrificou. Em vez de tirar a mão dele ou me mexer, fiquei parada, mas sua mão continuou descendo até quase tocar minha bunda. Aí reagi e me mexi, me aproximando do Martin com a taça na mão e balançando muito minha bunda para que o Gastón sentisse muito desejo, e o abracei, apertamos. nossos copos e ele me beijou. E ao olhar em volta, vi que Gastón tomou a copa de uma vez só enquanto nos observava. Quando tudo terminou, com tudo assinado, só restamos Marcelo, Martin e eu. Barto tinha ido embora e certamente foi beber depois de ver a cena que armei para provocar ciúmes dele. Olhei a hora no meu relógio e me aproximei do Martin:
- Amor... preciso ir. Vou buscar as meninas para almoçar com elas e meus pais.
- Tudo bem, amor... eu vou terminar tarde porque preciso deixar tudo em ordem para irmos para San Luis o quanto antes...
- Perfeito! - me aproximei do Marcelo - Obrigada por tudo, Marcelo.
- De nada, moça. Em algum momento vou visitá-los porque vocês são uma família linda.
- Obrigada. Até logo!
- Ele me deu a mão e me aproximei do Martin e dei um beijo nele.
Estava saindo, me despedi da Margo e fui até meu carro. Meu sorriso continuava no rosto e eu estava mais do que feliz indo buscar minhas filhas. A algumas quadras antes de chegar na escola, um carro freia e para o carro "cruzado" na minha frente. Temei o pior, achando que podiam ser ladrões ou algum sequestrador, porque tinha havido muitos casos, e vejo que desce Gastón. Tentei dar ré e tinha um carro atrás de mim que não se mexia. "Meu Deus... isso não pode estar acontecendo comigo..." E Gastón se aproximou da minha janela e disse:
- Ana, abre por favor...
- Não, Gastón, tira seu carro que preciso ir buscar minhas filhas...
- Não vou tirar até conversarmos.
- Tira seu carro ou eu bato!
- Eu tiro, mas assim que eu mover, você vai até onde eu deixar e a gente conversa?
- Sim...
- Ele foi até o carro dele e o moveu para o lado, e esperou do lado de fora. E eu, em vez de dar atenção, acelerei e fui até a escola das minhas filhas.
Chegando lá, desci do carro e atrás vinha Gastón no dele. Ele deixou o carro ligado e desceu:
- Ana... Ana... por favor, espera.
- Já chega, Gastón... preciso buscar minhas filhas.
- Vamos almoçar juntos, então...
- Não, obrigada, porque vou na casa dos meus pais...
- E mais tarde? Você poderia vir na minha casa e assim a gente conversa...
- Já deu, Gastón... não tem mais nada o que Falar! - Não... não, Ana... não quero te perder... se você fizer essa viagem, vou te perder para sempre e já te disse que eu te amo - Já é tarde, Gastón... sou casada. Tchau... preciso ir buscar minhas filhas... - entrei na escola por elas. Ele ficou parado lá fora esperando, ao nos ver sair, estava com Guille no colo e as duas mochilas das meninas e se aproximou querendo me ajudar - Oi, bonequinhas - Oi, Barti - disse Fran sorrindo - Oi, Bati - disse Guille segurando no pescoço da minha camisola - Olha, Ana... deixa eu te ajudar - Não, obrigada... vamos para a casa dos avós Amanda e Guido. E depois mamãe e papai têm uma grande notícia para minhas pombinhas... - Ah, é?? Qual é, mamãe? - Vamos nos mudar para outra casa maior, para um lugar lindo!! - Ah, que legal... - olhando para o Barto - você ouviu? Vamos nos mudar para outra casa, mais perto dos avós? - Não, não, linda, seus pais vão se mudar muito mais longe de todo mundo! - Ai, meu Deus... cala a boca. Como pode dizer isso para minha filha? - Que ela saiba, que vão ficar muito, muito longe de todo mundo: dos avós, da escola, das amigas e especialmente de mim - lágrimas rolavam pelas suas bochechas - Ui, Barti... não fica triste... por que você não se muda também com a gente? - Não, não, Fran... ele não vem com a gente, precisa ficar - Mas vou visitar vocês - Não... não vou permitir que você se aproxime mais de nós - Mas mamãe... bom, vamos. Tchau. E Guille cumprimentou acenando com a mão e Fran soltou minha mão e foi abraçar o Barto, enquanto ele continuava chorando - Você não pode ser assim, mamãe!! Olha como ele está, está muito triste! - Não se preocupa, linda... eu vou ficar bem! Vocês são umas meninas maravilhosas. Amo tanto vocês, assim como a mãe de vocês... - E eu te amo, Barti! E fomos andando até meu carro. Guille estava muito comovida e Fran estava com a testa muito franzida, muito brava - Olha, minhas bebezinhas... vamos - Por que a gente vai embora, mamãe? - Porque chamaram seu pai para fazer algo muito importante lá, em outro lugar - E que ele vá sozinho! Eu quero ficar aqui com meus avós, minhas tias e Barti -Eu amo o Bati! -Mas meus amores... e elas estavam muito bravas, a Guille chorando e a Fran muito brava e também chorando. Eu fiquei tentando animá-las, cantando músicas, falando com vozes estranhas e não teve jeito com nenhuma das duas. Chegamos na casa dos meus pais e as duas desceram correndo e minha mãe estava esperando na porta de entrada e as duas começaram a chorar nos braços dela: -Mas o que aconteceu com minhas meninas? - perguntou minha mãe -Minha mãe quer nos levar muito, muito longe e a gente não quer ir... - disse Fran chorando -O que foi, Ana? Ela me perguntou e meu pai acabou saindo - Mas o que tem com minhas bonequinhas que estão tristes?? -Vovô... a mamãe vai nos levar muito, muito longe - e Fran foi abraçar ele -Mas filha, você não devia ter contado assim... elas são pequenas - meu pai me repreendeu -Mas não fui eu, é que eu estava com um amigo e ele acabou soltando... é uma coisa muito boa de trabalho, depois eu explico. E entramos todos e aos poucos as meninas foram se acalmando e meus pais entenderam tudo e ficaram felizes por nós e pela nossa mudança iminente que estávamos esperando, embora ficassem um pouco tristes porque não veriam as netas com tanta frequência. Depois de terminar de almoçar, as meninas foram com meu pai para o que era meu quarto e dormiram. Eu estava prestes a tomar um remédio para dor de cabeça, minha mãe vem e me pergunta -Essa dor de cabeça é por causa do seu amigo? -Não, não é que... eu ouvi elas chorando muito tempo e... -Vamos, Ana... me conta a verdade. A Fran já nos contou tudo sobre o Barto, a gente sabe de tudo. Ela é muito esperta e percebe que você gosta dele, tudo o que aconteceu. Seja sincera e conta pra mim -Na verdade ele não é Bartolomeu, ele é Gaston... ele foi meu ex! Por favor... o Martin não pode ficar sabendo disso... -Eu nunca vou contar nada, Ana... mas é verdade isso que a Fran nos disse que você estava passando mal num carro e um homem grande buscou elas na escola? -Sim, é verdade... nesse dia eu discuti com o Gaston, porque eu quis bater nele e ele me segurou e não me deixava sair, não me... deixava eu ir e eu estava muito nervosa...
- Mas por quê?
- Porque naquela hora, nós nos reaproximamos
- Reaproximar... como?
- E de uma maneira indevida, proibida!
- Ai meu Deus, Anabella...
- Mãe... por favor... ninguém sabe disso!
- Mas suas filhas te viram perto de outro homem que não é seu marido
- Sim, mas eu nunca fiz nada na frente delas
- Sim, você fez... a Guille nos contou que te viu dando um beijo no seu amigo
- Mas...
- Ela fez um desenho e nos contou que era você e o "Bati" na cozinha se beijando. Meu Deus, Anabella. Você tem que protegê-las, não permita que te vejam com ele nem com ninguém de novo... imagina se contam pro seu marido? O que aconteceria??
- Ai meu Deus, mãe...
- eu chorava de angústia CONTINUARÁ.....
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