Destino ou Acaso? Parte 13

Outra mudança de rumo totalmente inesperada: uma nova proposta, um novo lugar e... um novo problema? Acabei pegando no sono nos braços dele. Acordei umas 4 da manhã assustada depois de ter um sonho que parecia real: meu marido me pegava com o Gaston no próprio escritório dele. Acordei muito agitada, virei pro lado onde meu marido dormia e ele tava profundamente dormindo. Tirei devagar o braço dele que me prendia e levantei pra ir no banheiro. Passei pelos quartos das meninas e fiquei olhando, sem vê-las nas camas, e pensei: "como sinto falta das minhas filhas..." E fui andando pro banheiro. Quando saí, fui pra cozinha e peguei água porque minha garganta tava seca. Quando me virei, vi o Martin parado ali.

— Ai, amor... que susto!
— O que minha neném tá fazendo acordada a essa hora?
Eu sorri.
— Tava com vontade de ir no banheiro e também deu sede, papai...
— Ufffff... espera aqui, bebezinha...
Ele foi pro banheiro, enquanto eu continuava bebendo água. Quando o Martin voltou, veio na minha direção e me abraçou. Eu larguei o copo na pia e respondi o abraço dele, e ele foi me balançando devagar e sussurrou no meu ouvido:
— Vou colocar uma música e quero ver você dançar bem pertinho de mim.
Ele pegou o rádio e tinha música variada.
— Tem certeza? Porque você não gosta de dançar e...
— Eu não vou dançar, quero ver você dançar e sentir como você se mexe... lembra do nosso primeiro encontro?
— Siiim, claro que lembro, mas não foi numa balada, foi num pub. Eu tinha ido com umas amigas e um dos seus amigos queria ficar com a minha amiga Paula, lembra? Ela era loira, baixinha e mais patricinha, e vocês chegaram na gente. Seu amigo foi nela e você tava lá todo nervoso.
— Siiim, fiquei impactado quando te vi. Você tava linda com aqueles jeans e uma regata curta mostrando um piercing no umbigo, seu cabelo compridão e bem liso... você me convidou pra acompanhar você...
— Você me pagou um drink.
— A gente bebeu pouco naquela vez?
— Siiim... você tava muito nervoso, e eu falei: — Vem, vamos dançar.
— E eu... Me neguei - a gente riu - eu era um baita perna de pau e quando te vi se mexendo, fiquei colado no chão porque não conseguia acreditar como você dançava - E... depois tocou uma música que você me pegou pela cintura e me balançava devagar, mas não era uma música lenta - Não... era um som dos Decadentes, não lembro o nome da música, mas lembro de um pedaço da letra "me hipnotiza seu sorriso... mmmm... seu olhar... e não sei o que me acontece... quando tô com você... - Era assim a letra? - Eu ri - Nãooo... não lembro... sabe que sou péssimo com músicas - Era assim: Me hipnotiza seu sorriso.. me desarma seu olhar e de mim não sobra nada, eu derreto como gelo ao sol.... - Siiim... canta pra mim pra gente dançar igual naquele momento - Ela me abraçou pela cintura e eu pelo pescoço dela - Eu não sei o que me acontece quando tô com você... me hipnotiza seu sorriso, me desarma seu olhar... - E me deixa de pau duro! A gente riu junto - Ai Martin... - Não era assim? - Não... ai meu deus... você era péssimo cantando - E continuo sendo! E era incrível ver você sorrir tanto pra mim, mas eu via que no seu olhar você tava triste - Ah é? - Sim... e eu te perguntei e você me disse que alguém tinha partido seu coração e eu te falei que se você me deixasse... - Você ia curar todas as minhas feridas de amor - E curei? - Siiim, amor. Você fez muito bem e depois disso, lembra o que aconteceu? - Muito pouco porque a gente bebeu muito... - Nãooo a gente tomou só um gole e eu tomei quase sozinha. Você não era de beber muito - Nãooo porque eu queria ver se era verdade que tava com você ou se você era fruto da minha bebedeira e não, você era real! Você era muito real... - ela acariciou minha bochecha - E lembra o que a gente fez depois? - Siiim, você falou com sua amiga e eu te convidei pra ir num buteco perto dali - Mas a gente demorou pra chegar porque lembro que a gente tava andando e parou numa agência de banco ou financeira que tava bem escuro e você me encurralou na parede e me disse... - Que tava muito apaixonado por você e queria passar o resto da minha vida com você! Siiim... e a gente demorou porque aquela Mulher linda, subiu em mim e parecia que ali mesmo queria que a gente transasse! —Não consegui segurar o riso— mas foi assim, meu amor, você tava parecendo muito tarada —Eu não lembro de ter sido assim... —Eu lembro, sim, até eu te beijar naqueles lábios bem rosados e você subir em mim, passar a mão no meu cabelo e me dar beijos no pescoço, você sabia fazer muito bem... —Eu achava que quem queria ir logo pro que interessa era você... —Nãoooo, minha linda... você tava muito, mas muito quente e eu entrei na sua onda, te levantei, levantei sua camiseta e você soltou o sutiã, e eu chupei seus peitos, seu pescoço e sua boca —E daí...? —Fomos pra um motel e transamos, você não parecia virgem... —Eu te falei que era??? —Você me disse que sim E eu ri de novo— sério? —Eu não minto, meu amor. Você me mostrava como acariciar, como tocar e como queria que te comesse. Você manjava muito do assunto e ainda por cima tava muito tesuda!! —Nossa, meu amor... não lembrava que tinha sido assim... achei que você que tava assim, todo excitado... —Nãoooo, você que tava com tesão, morrendo de vontade de transar comigo... Não sei se comigo... mas que queria dar, era certeza... —E é... tinha acabado de terminar com meu ex! Fiquei vários meses com ele e sim... com ele perdi a virgindade e depois disso não paramos mais! —Simmm, percebi... você era muito safada e gostava de ir um pouco mais longe cada vez que a gente transava. Era muito fogosa, apaixonada, muito ousada e muito carinhosa. E ainda continua sendo tudo isso. Você é linda, perfeita e tem aquele toque de mistério quando fica pensativa, que às vezes me dá medo do que pode estar bolando naquela hora? Kkkkkkkkkkkkkkkkkk —Ai, meu Deus... me faz corar... —E é por isso que eu te adoro, meu amor! Você tem aquele olhar que brilha quando cora ou quando quer atacar... que me excita... me deixa louco de tesão!! —Te amo, amor... —E eu te amo... mas de agora em diante, quero que qualquer coisa que acontecer com você, me conte, e se aquele cara chegar perto de novo, me fala que eu juro que ele não vai querer se aproximar nunca mais vou te incomodar -Tá bom, meu amor... vamos deitar mais um pouco? Ainda é muito cedo... -Quer um tempinho de carinho e...?? - a mão dele roçava meus peitos nus e, ao sentir a mão dele, eles endureceram e arrepiaram meu corpo inteiro -Vamos pra cama, minha gostosa?? - Ele desligou a música -Siiim, você me carrega no colo, papai? -Ah siiiim, minha princesaaa!! Ele me levantou de repente, colocando bem o pau dele na minha buceta e foi andando devagar até nosso quarto E ia me beijando pelo peito, descendo pros meus peitos e enfiou um na boca, não cabia inteiro e ele brincava passando a língua, dando beijinhos e chupando devagar -Mmmmmmmm que peitos mais lindos que você tem!! Mmmmmmmm e parece que já tá com o que eu tanto queria!! -Vai sair leite? E ele balançou a cabeça que sim e me apoiou devagar na cama, eu me acomodei bem no meio da cama, coloquei uns travesseiros nas minhas costas e no meu pescoço. Ele se aproximou devagar de joelhos e passava as mãos suavemente pelas minhas pernas e eu gemia baixinho e me arqueava aproveitando o prazer que ele me dava. Quando chegou nos meus peitos, lambia bem no meio deles e foi subindo devagar as mãos pros dois peitos e os amassava, apertava devagar e ia aumentando cada vez mais os movimentos E ele se deitou do meu lado esquerdo e eu me aninhei pra aquele lado e peguei com os pés o lençol e fui puxando pra nos cobrir e poder dormir mais um pouco, mas Martin brincava com meus peitos, passava a língua e mexia pra cima e pra baixo e eu sorria -Ah, não faz assim, amor... quero dormir mais um pouco E mas a gente pode ir mais tarde pro trabalho. Quem vai nos mandar embora! -Tá bom, mas prefiro aproveitar e dormir, hoje vamos ter um dia de muito trabalho, com certeza! -Mmmmmmmmmmm... - ele continuava brincando com meu peito, apertando e mexendo com a boca ou o nariz -Amor... eu quero dormir mais um pouquinho... -Então dorme! Eu tô brincando com o meu peito! - E eu ri e acariciei a cabeça dele, beijava o cabelo e a testa dele - mmmmmmm se você continuar assim, vou Você vai me relaxar e me fazer dormir... — continue tocando ele suavemente pelo rosto, acariciando as bochechas dele e dando beijos leves por todo o rosto dele. Ele se acomodou entre meus braços, com a mão esquerda se ajeitou, segurou minha teta e mamou, enquanto com o braço direito me abraçou, me apertando contra ele. Aos poucos, ele foi dormindo e parecia que ia largar minha teta, quando de novo procurava e voltava a mamar, fazendo exatamente igual ao Guille. Achei muito fofo ver ele agindo assim. Cobri ele direitinho, arrumei os travesseiros e o sono me venceu, e eu dormi.

Acordei com um pouco de luz entrando pela nossa janela e, ao olhar as horas em cima da mesinha de cabeceira onde estava nosso relógio, já passava das 9. Martín ainda estava com a boca bem perto do meu peito e profundamente adormecido. Me aproximei e beijava ele enquanto falava:

— Martín... love...
— Mmmm...??
— Já são mais de nove... vamos... temos que ir trabalhar!
— Hoje vou ficar o dia com você!
— Mas não... como assim você vai ficar o dia?? Não não não... vamos...

E eu estava me sentando na cama, e Martín me agarrou com os dois braços, abraçando minha barriga.

— Nãooo... você não vai — comecei a rir.
— Vamos, deixa eu levantar...
— Nãooo, o bebê e eu dizemos que você fica!
— Que bebê??? — eu continuava rindo.
— O que a gente fez ontem à noite!
— Ai Martin... vamos lá... porque se você quer mais uma boca pra alimentar, vai ter que trabalhar muito mais.
— Nãooo... se você alimentar com seu yummy cum as nossas bocas!
— Ai Martin... — me aproximei e dei um beijo na boca dele. Ao soltar, ele segurou meu pescoço e continuou me beijando, me tocava devagar pelas costas e ia descendo — mmm... love... espera...
— ele continuava tocando tudo devagar e um dedo entrou dentro da minha pussy e eu suspirei — mmmmmmmmmmmm... love... mmmmmm
— ele continuava enfiando e tirando um dedo, e depois enfiou dois, e enfiava e tirava devagarinho da minha pussy. Eu estava ofegando devagar e ele se aproximou mais de mim.
— Aonde você pensa que vai, minha hermosa?? Quer perder um dia inteiro de muito sexo?? -Mas... -Uyy... hoje minha nena acordou muito rebelde?? E eu sorri e ele subiu em cima de mim e as pernas dele ficaram abertas e as minhas ele deixou fechadas. Ele se movia devagar, segurou meus dois braços e prendeu meus dois pulsos com uma mão. -Agora sim, minha menina adolescente rebelde... se sua pussy disser que hoje você fica, você fica quietinha assim, aqui...- eu sorri- e então?? Vai me obedecer? E eu assenti com a cabeça, ele se movia devagar e brincava com minha pussy que, pela posição que ele me deixou, tinha meus lábios bem fechados e foi se movendo, abrindo caminho devagar na minha cavidade e o pau dele foi entrando bem apertado na minha pussy, eu me contorcia e gemia cada vez mais forte e de um movimento só ele enfiou o pau todo eu gritei -Aaaayyy... -Mmmmmmmmm minha neninha, que pussy linda tão apertada, meu pau fica bem justo.. vou ter que te comer direitinho pra te abrir mais e mais... -Mmmmmmmmm papai... é que seu pau é muito grande e minha pussy é pequenininha.. -Uuuuuuuuuufff- ele se aproximou, me beijou na boca e mordia meus lábios, brincava com meu nariz e meu queixo e foi descendo um pouco até olhar meus peitos que estavam durinhos. De novo uma das mãos dele massageava meus dois peitos e apertava um, esticando ele e eu gemia de prazer -Mmmmmmm.... que peito gostoso pelo amor de deus.... -Ai love... mmmmmmm aaaahhhhhhh... eu estava no clímax total, apertei ele contra meu corpo e não parava de gozar e gemer, minhas pernas tremiam e eu respirava muito ofegante Ufff minha linda Ana... pelo amor... que quantidade que saiu de você... -Mmmmmmmmm... essa posição me deixou muito louca -Uffff meu love... você gosta que sua pussy te domine??? -Siiiii, meu papai... E nos beijamos. Ele brincava com meu pescoço e minhas orelhas e eu me contorcia toda de novo e ele dava mordidinhas suaves no meu pescoço e tocava meu ombro e me apertava mais contra o corpo dele e eu, com meus braços ainda em cima dos travesseiros, tocando o Mal conseguia me mexer nem fazer nada, só aproveitar ele, o corpo dele e os movimentos do pau dele na minha buceta -Ai Ana... pelo amor de deus... como eu adoro te dominar assim... você é tipo minha escrava e eu sou seu dono! -Mmmmmmmm meu amo... minha buceta linda -Mmmmmmmmmm minha nenenzinha... aaaaaahhhhh... minha nenenzinha linda.... aaaaahhhh -Mmmmmmmmmmm papai... -Ayyyyyyyyy linda...- ele desabou no meu peito e respirava muito ofegante e na minha buceta entravam os jatos de sêmen dele -Ai pelo amor de deus... você é tão linda... me deixa muito louco... -ele se endireitou e a mão que segurava meus pulsos, ele abaixou e acariciou minha bochecha e a outra me abraçou me apertando bem contra ele. A gente respirava quase no mesmo ritmo quando ouvimos o celular dele vibrar. -Não se mexe! -Mas quero ir no banheiro -Se for tomar banho, me espera... -Tá bom, mas primeiro vou esvaziar a bexiga... -Ok...-ele pegou o celular e olhou quem era e disse- você se salvou, Marcelo! Eu fui completamente pelada pro banheiro e ao passar de novo pelos quartos das meninas me deu uma tristeza porque já tava sentindo falta das minhas filhotas! Fui pro banheiro e quando terminei, enxaguei o rosto e me olhei e tinha uma marca entre meu pescoço e meu peito, não sei se foi daqueles beijos que o Martin tinha me dado ou de ontem à noite quando transei com ele. Abri as torneiras e testei a água e falei em voz alta: -amor... vou tomar banho, cê vem?? -não ouvi resposta nenhuma então entrei e fui lavando o cabelo, enxaguei e depois lavei o corpo todo. Ao sair, percebi que não tinha pego uma toalha e de novo chamei o Martin -amor... me traz uma toalha? Também não ouvi resposta e decidi sair assim mesmo e ao passar pelo corredor pro nosso quarto ouço murmúrios na sala e chamo ele de novo -Martin!- espiei só a cabeça e ainda bem que ele tava parado na porta de entrada conversando com o Marcelo e fui pro meu quarto. Fiquei vermelha "Ufff... tomara que ele não tenha me visto assim... Que vergonha!" E me enxuguei com a toalha e ouço meu celular tocar e vejo que era do escritório, atendi pensando que era a Margo — Oi, Margo! — Oi, Ana — ao ouvir a voz, percebi que era o Gastón — Você tá louco? Como assim vai me ligar no meu celular?? Quem te deu isso...? Quer me meter em...?? — Calma, Ana, me escuta... por favor... é muito importante... o Marcelo tá aí com seu marido? — Sim, sim, eu tava saindo do banho quando ouvi que eles estavam aí e... — Me escuta com atenção, Ana, mas por favor presta atenção no que vou te dizer — O que foi?? Para de rodeios!! — Parece que em algum momento que a gente se encontrou, o Marcelo nos viu juntos! — Queee?? Tá falando sério?? — Por favor, gostosa... toma muito cuidado. Te amo! — Mas Gaston... — ele desligou. Eu me enxuguei rápido. Coloquei a calcinha e o sutiã de ontem à noite junto com uma camisola e uma calça jeans justa e umas botas e saí com o cabelo molhado pra cozinha e vejo o Martín e o Marcelo saindo pra conversar lá fora e eu já tava desesperada, peguei meu celular antigo e mandei uma mensagem pro Gastón: "Oi, por favor me explica melhor porque você tem essa suspeita? O que aconteceu?" E pareceu uma eternidade aquele minuto que ele demorou pra me responder e ele mandou: "O Bruno, quando te levei pro meu carro naquela vez que você se alterou e me bateu no escritório, hoje cedo foi me deixar uma coisa e a Margarida perguntou por você, como tava, e nisso o Marcelo entrou. Por favor, toma cuidado... por favor. Sei que seu marido vai me interrogar e você também! Toma cuidado, minha gostosa — "Ok, valeu pela dica" Desliguei aquele celular e deixei guardado na minha parte do armário e ouvi o Martín voltando com o celular e ele me diz — Ahhh, minha gostosa... desculpa, não consegui ir tomar banho porque o Marcelo veio... você tá bem? — Tô, tô... acabei de me banhar! Vai tomar banho? — Vou, vou sim, preciso ir no trabalho buscar uma coisa... e você, meu amor? Se sente bem? — Tô sim, amor... por que você pergunta? — Não, não, por nada... porque eu gosto de saber como você tá... -Mas se com uma vez que eu te falo que tô bem, você já sacava, não entendo sua insistência -É porque eu me preocupo... vou tomar um banho, me deixa pronto meu café que vou tentar tomar enquanto me troco? -Ok... Ele tinha deixado o celular na mesa da sala e eu peguei e fui pra cozinha. Procurei entre as mensagens que tinham chegado, que dizia Marcelo "Martín, martincho... como tá sua mulher?" "-Fica tranquilo porque não sei o que aconteceu que quando a Margo chegou, ela pergunta pro gorilão que tá de patrão do Bart como é que tava sua mulher. O que aconteceu?? Ela tá bem?" "Segundo a Margo, ela ouviu sua mulher e o Bart discutindo..." "Martincho... tô indo pra sua casa..." Comecei a preparar o café e coloquei umas torradas pra tomar café da manhã. Voltei a deixar o celular dele onde estava e comecei a preparar umas torradas com manteiga, enquanto preparava nossos cafés e vejo ele saindo do banheiro indo pro nosso quarto -amor... levo seu café pra lá? -Não não, linda... já vou Preparei tudo e levei pra mesa e ainda estava largado o prato quebrado com sushi de ontem à noite, a mesa toda suja e voltei pra cozinha com um paninho e limpei aquela parte e pensava: "A de ontem à noite foi uma loucura: muitas coisas jogadas, desde comida e minha roupa, tava meu roupão de um lado do jeito que eu tinha tirado ontem à noite..." Como o Martín demorava, fui pegar minha roupa pra depois lavar. Apareceu o Martín e tinha vestido uma camisa com um cardigã, jaqueta de linho fino com botões e uma calça combinando e seus sapatos -Bom dia, meu amor... você tá lindo -Bom dia... obrigada- ele me deu um beijo suave -O que foi, amor? -Isso mesmo que eu pergunto pra você, Anabella... o que foi? O que aconteceu no escritório que aquele molenga do tipo que o Bartolomeu tem te carregou no colo? -O que foi? -Ah... isso... passei mal da pressão, caiu muito de repente e desmaiei, a última coisa que lembro é que tava com o Bartolomeu conversando e... -Não mente pra mim! Falei com a Margo e ela Disse que se ouvia uma briga entre você e Bartolomé... o que aconteceu?
— Porque ele tá se comportando de um jeito que não curto no trabalho, e falei que ele precisa respeitar horários e ser mais eficiente, senão eu ia falar com você. Aí ele disse que podia ler as pastas de boa, e depois falou que eu tinha que assinar e não ler tanto.
— Ah... só isso?
— Siiim, só isso. Sabe que isso não me agrada nada, não dá pra ficar discutindo com alguém que tem anos de estrada. Acho que desde o começo te avisei que não ia conseguir dar conta disso nem ficar na frente da empresa lidando com gente como aquele idiota do Gas... do Bartolomé.
— Sim, sim, te entendo, gostosa. Mas você tem que me contar essas coisas pra eu botar ele no lugar na hora, e você ficar muito mais tranquila e poder trabalhar em algo que não é só pra mim, mas pro futuro de nós 4 ou 5! — e ele acariciou minha barriga — Olha, love... fiquei a noite toda pensando e não me sinto preparada pra ter um bebê. Tô confortável já com essas 2 meninas e só quero isso que a gente tem hoje!
— Tá bom, linda Ana. Se é sua decisão, vou respeitar!
— Sim, é assim mesmo...
— Muito bem, e me diga, minha gostosa — olhando tudo ao redor — vamos ter que contratar alguém pra limpar essa bagunça toda?
— Não, não se preocupa... eu mesma faço. Se não te incomodar, fico em casa até terminar e depois vou pra lá!
— Tá bom, minha linda. Me manda uma mensagem assim que for pro trabalho?
— Sim, love!
— Como é que eu tô?
— Tá lindo, papai!
— Uuufff... mas não fala assim comigo... porque quero te comer de novo tanto, tanto, minha bebezinha... — me pendurei no pescoço dele com meus braços e beijava devagar a maçã do seu Adam, e ele já começou a gemer baixinho — ai não, meu love... não fica no modo gostosa tarada porque a única coisa que eu queria era te comer de novo!!!
— Mas são só beijinhos, papai...
— Mas esses beijinhos provocam no papai um calor indescritível que a única coisa que ele quer é estar na cama com você!
— Ah, é?
— Ai não... meu amor... não seja assim... eu tenho... eu tenho que ir e olha como eu tô com meu pau- respirava entrecortado e muito ofegante- quero te revirar no sofá... e te comer toda, toda quero te comer... os peitos, a bunda, pela sua buceta... você me deixa louco! Então me soltei devagar do pescoço dele e fui descendo e quando cheguei no pau dele que tava explodindo dentro da calça e da cueca, brincava por fora tentando acariciar com toda a roupa, ele gemia e sentou na cadeira e eu fiquei de cócoras bem debaixo da mesa e desabotoei o cinto dele, abaixei o zíper da calça e com minha boca brincava com o tecido da cueca -Aaaaaaaaahhh por deus.. -Você gosta assim? -Enfia todo meu pau na sua boquinha, meu amor -Mmmmmmmmmmm papai... -Ai por deus... como meu pau fica duro, ouvindo sua voz... por deus, quero te comer, você me deixa louco... -Quero que você dê todo seu leite na minha boca -Ai assim me olha... mmmmmmmmm...- eu olhava nos olhos dele enquanto minha boca subia e descia e chupava o pau dele cada vez mais rápido- aiii por deus.... -Ahhhhhhhhh.... mmmmmmmmmmmm- sentia jorros de esperma saindo dele, era uma onda brusca de jorros potentes e quando ele recuperou os sentidos, procurou meu olhar e tocou minha cabeça, me acariciando e eu olhei e sorri pra ele ainda chupando o último resto que saía- agora sim... vou andar bem leve -Que bom, meu pa...- ele enfiou a mão na minha boca e me levantou -Shhhhh... não me chama assim... meu amor... eu tenho que ir, mesmo que quisesse ficar aqui nós dois sozinhos -Tá bem... não vou te chamar mais assim até a noite, quando você voltar! -Perfeito, meu amor... você é gostosa... você é única -Tenha um bom dia, amor. Te amo -Eu também te amo, minha princesa- ele pegou as coisas dele e saiu Eu juntei as xícaras e as coisas que usamos no café, coloquei na lava-louças e fui trocar os lençóis e arrumar nosso quarto. Quando terminei tudo, fui me trocar e me olhei no espelho e tava com o sutiã novo e gostei de como eu tava com a camisola e meus peitos mais empinados pude desabotoar dois botões e ver a reação dos outros homens ao me ver assim, com meus peitos mais à mostra, reparando ainda mais na redondeza e no tamanho deles. Penteie o cabelo, peguei meu celular, guardei na bolsa junto com as chaves, subi no meu carro e me olhei no espelho. Me vi completamente diferente, muito mais sexy e selvagem. Passei batom vermelho, delineei os olhos e fui pra casa dos meus pais pra ver como estava tudo.

Umas 11h cheguei no trabalho e cruzei com a Margo na entrada.
— Bom dia.
— Bom dia, senhora... desculpa, a senhora tá se sentindo melhor?
— Tô sim, Margo. Fica tranquila. Já tô melhor. Obrigada!
— De nada!
— Meu marido tá no escritório dele?
— Tá... ele tá reunido com vários homens. Bate na porta que com certeza ele te atende.

Bati de leve e ouvi murmúrios e risadas. Então escutei:
— Pode entrar, por favor.

Entrei e todo mundo se virou pra me olhar.
— Bom dia!
— Bom dia! — responderam em coro todos os homens ali. Vi que vários estavam de olho na minha figura enquanto eu caminhava devagar até meu marido pra cumprimentá-lo.
— Então, aqui apresento minha esposa, ela é a Anabella. Ela vai estar aqui muitas vezes, e qualquer um de nós dois pode ser chamado pra organizar uma reunião. Tô muito grato a todos os presentes...

Bateram na porta e a Margo entrou com duas garrafas de champanhe e uma bandeja enorme de frios pra comemorar.
— Com licença, bom dia. Isso aqui foi o Marcelo que mandou.
— Ah, muito obrigado! — muitos murmuravam, se perguntando quem era aquele homem generoso que tinha tido um gesto tão bonito.
— Deixo vocês sabendo que o Marcelo é outra pessoa muito importante aqui, porque foi ele quem tornou tudo isso possível. Ele deve chegar daqui a pouco, mas também precisa cuidar de outros trabalhos e negócios. Mas vocês vão ter a chance de conhecê-lo. Então aproveitem, podem ir lendo, assinando e depois curtir tudo isso.

O senhor Martin se aproximou de mim e falou no meu ouvido:
— Pelo amor de Deus, Ana... você vai fazer minha cabeça explodir até eu chegar em casa. Não é possível que você tenha vindo vestida assim... você está muito sexy e muito provocante - Fico feliz que você gostou, tudo isso é só seu - e ela passou os dedos nos lábios e de novo sussurrou no meu ouvido - Meu Deus... suas tetas estão me chamando e vou ter que parar tudo pra mamar nelas e te dar uma boa... Bateram na porta E ela foi abrir, era o Marcelo junto com o "Bartolomeu" e os dois entraram com uma cara de alegria - Oi, bom dia... e foram se aproximando um por um pra cumprimentar, apertando a mão e por último o Marcelo abraçou o Martin e estavam sorrindo pra caralho - Martincho.... tamo chegando bem, viu??? - Tô muito surpreso, na real... isso é incrível. Valeu por tudo - e se abraçaram de novo O Marcelo veio até mim, apertou minha mão e disse: - Oi, moça - Bom dia, Marcelo, como cê tá? - Tô bem, tô bem... eu, Barto... me traz aquelas pastas que deixei com a Margo porque tem uma parada muito importante pra agora - Ok, deixa eu cumprimentar geral e já vou pegar as pastas - Oi, Martin... parabéns! - Valeu, valeu - e apertaram as mãos e depois um abraço. Quando o Bartolomeu se aproximou de mim, meu coração tava a mil e eu falo - Bom dia - Oi, Ana. Bom dia e parabéns - eu tava estendendo a mão pra apertar e ele pegou e deu um beijo. Eu fiquei vermelha. Ele saiu de novo pra pegar umas pastas e eu fiquei paralisada e em choque depois do beijo do Gastão na minha mão - Escuta aqui, Martin, as pastas que o Barto trouxe são umas coisas de São Luís, os caras de lá tão tão felizes com tudo isso que querem que você vá pra lá - De novo? Esqueceram de assinar alguma coisa? - Não, querido... eles querem você lá! Querem que você fique lá e seja quem comanda tudo, e que vá pra lá, com sua família!! Eu tava do lado e tava com um sorriso de orelha a orelha e bem na hora que o Barto me viu e ouviu a notícia, as pastas caíram da mão dele - Mas Barto... que que cê tem nas mãos, irmão? - Desculpa, desculpa... me perdoem. Todo mundo foi comer e beber o que tinha lá Mesa e eu passeava sorrindo pra caramba, de vez em quando me aproximava do Martin, meu marido, e ele me abraçava e roçava a mão na minha cintura. Saí um pouco pra tomar um ar e vejo que vem atrás de mim "Barto" — Não posso acreditar no que meus olhos veem... — Pelo amor de Deus, Gaston... fica longe de mim. Passei por um momento incrível com meu marido e essa notícia é o que a gente precisava — Precisava? — Sim... que agora vai ter uma distância enorme entre você e eu. E acho que você não vai se atrever a me seguir porque todo mundo vai perceber! — Acho que vou me mudar pra Mendoza ou Córdoba! — Já chega, Gaston... — Vem... vem, por favor... me acompanha até o estacionamento — Não, não vou — Pelo amor de Deus, Ana... preciso que a gente converse, vamos tomar um café — Não, não quero, obrigada — Te convido pra almoçar perto do meio-dia — Preciso buscar minhas filhas — Ana... preciso te mostrar uma coisa. Por favor... me acompanha — Não, Gastón... vou voltar pro meu marido e aproveitar o dia mais feliz da minha vida! — Pelo amor de Deus... Ana... espera— Voltei pra dentro do escritório e todo mundo estava com taças de champanhe, e o Marcelo com o Martin tinham duas taças pra mim e a outra pro Gastón — Vem, amor... chegou na hora certa. Vamos brindar porque a viagem pra San Luis é fato! Atrás vinha o Barto com uma cara que tentava disfarçar a amargura e a tristeza com um sorriso muito falso — Barto... vem, irmão... vem brindar por eles e por tudo isso — Sim, Marce. Já vou Todo mundo brindou e o Martin foi brindando um por um, enquanto recebia elogios, o rosto dele tinha um sorriso de orelha a orelha que era incrível vê-lo assim. Eu estava na ponta junto com o Marcelo e o Barto se aproximou e me disse — Parabéns! — Cruzamos as taças e bebemos um pouco. Quando ele baixou a mão, roçou minhas costas e me eletrizou, e em vez de tirar a mão ou me mexer, fiquei parada, mas a mão dele continuou descendo até quase tocar minha bunda e aí reagi e me movi, me aproximando do Martin com a taça na mão e rebolando muito pra ele sentir muito desejo, Gastón, e o abracei, nos apertamos Nossas taças e ele me beijou. E quando olhei ao redor, vi que Gastón virou a taça de uma vez só enquanto nos encarava. Quando tudo terminou, com tudo assinado, só restamos eu, Marcelo e Martin. Barto tinha ido embora, com certeza pra beber depois de ver a cena que montei pra provocar ciúmes nele. Olhei pro relógio e me aproximei do Martin:

— Love... preciso ir. Vou buscar as meninas pra almoçar com elas e meus pais.

— Tá bem, love... vou terminar tarde porque tenho que deixar tudo em ordem pra irmos pra San Luis o mais rápido possível.

— Perfeito! — me aproximei do Marcelo — Obrigada por tudo, Marcelo.

— De nada, garota. Uma hora vou visitar vocês, porque são uma família linda.

— Obrigada. Até logo!

Ele apertou minha mão, eu me aproximei do Martin e dei um beijo nele. Tava saindo, me despedi da Margo e fui pro meu carro. Meu sorriso ainda tava no rosto e eu tava mais que feliz indo buscar minhas filhas. A umas quadras de chegar no jardim de infância, um carro freia e para "atravessado". Ameacei o pior, pensei que fossem ladrões ou sequestradores, porque tava tendo muitos casos, e vejo que é o Gastón que desce. Tentei dar ré, mas tinha um carro atrás de mim que não saía. "Meu Deus... isso não pode estar acontecendo comigo..." E o Gastón chegou na minha janela e falou:

— Ana, abre pra mim, por favor...

— Não, Gastón, tira teu carro daí que preciso buscar minhas filhas.

— Não vou tirar até a gente conversar.

— Tira teu carro ou eu bato nele!

— Eu tiro, mas assim que eu mexer, você vai até onde eu deixei e a gente conversa?

— Sim...

Ele foi até o carro dele e estacionou de lado, e ficou esperando do lado de fora. Mas em vez de obedecer, eu acelerei e fui embora pro colégio das minhas filhas.

Quando cheguei, desci do carro e o Gastón vinha atrás no dele. Ele deixou o carro ligado e desceu:

— Ana... Ana... por favor, espera.

— Já chega, Gastón... tenho que buscar minhas filhas.

— Então vamos almoçar juntos.

— Não, obrigada, porque vou na casa dos meus pais.

— E mais tarde? Você podia ir pra minha casa e a gente conversa...

— Já era, Gastón... não tem mais o que conversar. falar! -Não... não, Ana... não quero te perder... se você fizer essa viagem, vou te perder pra sempre e já te falei que eu te amo -Já é tarde, Gastón... sou casada. Tchau.. tenho que buscar minhas filhas...- entrei no colégio pra pegar elas Ele ficou parado lá fora esperando, quando a gente saiu, ele tava com o Guille no colo e as duas mochilas das meninas, e se aproximou querendo me ajudar -Oi, bonequinhas -Oi, Barti- disse a Fran sorrindo -Oi, Bati- disse a Guille se agarrando no meu pescoço da camisola -Vamos, Ana... deixa eu te ajudar -Não, obrigada... a gente vai pra casa dos vovôs Amanda e Guido. E depois, mamãe e papai têm uma grande surpresa pra minhas pombinhas... -Ah é?? Qual é, mamãe? -A gente vai morar numa casa maior, num lugar lindo!! -Ai que bão...- olhando pro Barto -ouviu? A gente vai se mudar pra outra casa, mais perto dos avós? -Não, não, linda, seus pais se mudaram pra bem mais longe de todo mundo! -Ai, meu Deus... cala a boca. Como você fala uma coisa dessas pra minha filha? -Que ela saiba, que vão pra bem bem longe de todo mundo: dos avós, da escola, dos amigos e principalmente de mim- lágrimas escorriam pelo rosto dele -Uai, Barti.. não fica triste... por que você não se muda também, igual a gente? -Não, não, Fran... ele não vem com a gente, ele tem que ficar -Mas vou visitar vocês -Não... não vou deixar você chegar perto da gente nunca mais -Mas mamãe... bom, vamos. Tchau E a Guille acenou pra ele com a mão, e a Fran soltou da minha mão e foi abraçar o Barto, enquanto ele continuava chorando -Você não pode ser assim, mamãe!! Olha como ele tá, tá muito triste! -Não se preocupa, linda... vou ficar bem! Vocês são umas meninas maravilhosas. Amo vocês demais, assim como amo a mãe de vocês... -E eu te amo, Barti! E a gente foi andando até meu carro. A Guille tava bem emocionada e a Fran tava de cara fechada, muito brava -Vamos, minhas bebês... bora -Por que a gente vai, mamãe? -Porque chamaram o papai de vocês pra fazer uma coisa muito importante lá, em outro lugar -E que ele vá sozinho! Eu quero ficar aqui com meus avós, minhas professoras e Barti – Eu quero o Bati! – Mas, meus amores... e elas estavam muito bravas, a Guille chorava e a Fran estava muito irritada e também chorava. Eu tentava animá-las, cantando músicas, falando com vozes estranhas, e não adiantou com nenhuma das duas. Chegamos na casa dos meus pais e as duas desceram correndo, e minha mãe estava esperando na porta da entrada, e ambas começaram a chorar nos braços dela: – Mas o que aconteceu com minhas meninas? – perguntou minha mãe – Minha mãe quer nos levar pra muito, muito longe e a gente não quer ir... – disse a Fran chorando – O que houve, Ana? Ela me perguntou, e nessa hora meu pai estava saindo – Mas o que têm minhas bonecas que estão tristes?? – Vovô... mamãe vai nos levar pra muito longe – e a Fran foi abraçar ele – Mas, filha, você não devia ter falado assim com elas... elas são pequenininhas – meu pai me repreendeu – Mas não fui eu, é que eu estava com um amigo e ele acabou deixando escapar... é uma coisa muito boa de trabalho, já explico pra vocês. E entramos todos e aos poucos as meninas foram se acalmando, e meus pais entenderam tudo e ficaram felizes por nós e pela nossa mudança iminente que a gente esperava, embora estivessem um pouco tristes porque não veriam as netas com tanta frequência. Depois de terminar o almoço, as meninas foram com meu pai para o que era meu quarto e dormiram. Eu estava prestes a tomar um remédio para dor de cabeça, quando minha mãe vem e pergunta – Essa dor de cabeça é por causa do seu amigo? – Não, não é que... eu ouvi elas chorarem muito tempo e... – Olha, Ana... me fala a verdade. A Fran já nos contou tudo sobre o Barto, a gente sabe de tudo. Ela é muito esperta e percebe que você gosta dele, tudo o que aconteceu. Sê sincera e me conta – Na verdade ele não é o Bartolome, ele é o Gaston... ele foi meu ex! Por favor... isso não pode chegar aos ouvidos do Martin... – Nunca vou falar nada, Ana... mas é verdade o que a Fran nos disse, que você estava passando mal num carro e um homem grande foi te buscar no jardim? – Sim, sim, é verdade... naquele dia a gente discutiu com o Gaston, porque eu quis bater nele e ele me segurou e não me deixava sair, não me Eu deixava ele ir embora e ficava muito nervosa...
— Mas por quê?
— Porque na época, a gente se aproximou de novo.
— Se aproximar... como?
— E de um jeito errado, proibido!
— Ai, meu Deus, Anabella...
— Mãe... por favor... ninguém sabe disso!
— Mas suas filhas já te viram perto de outro homem que não é seu marido.
— Sim, mas eu nunca fiz nada na frente delas.
— Fez, sim... a Guille contou pra gente que te viu dando um beijo no seu amigo.
— Mas...
— Ela fez um desenho e contou que era você e o "Bati" na cozinha se beijando. Pelo amor de Deus, Anabella. Você precisa proteger elas, não deixa que te vejam com ele nem com mais ninguém de novo... imagina se contam pro seu marido? O que aconteceria?
— Ai, meu Deus, mãe...
— Eu chorava de desespero.
CONTINUA...

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