CAPÍTULO 1Primeiro, vou falar sobre como sou uma mulher de 45 anos, sem antes mencionar que tenho um corpo bem voluptuoso de uma coroa de 45 anos e que, apesar da idade, ainda menstruo e, portanto, ainda sou fértil. Talvez não tenha entrado na menopausa na minha idade (como outras mulheres) porque, na real, minha primeira menstruação veio bem tarde, quando todas as minhas amigas já estavam menstruadas há uns dois anos ou mais. Sou casada, e na época em que aconteceu o que vou contar mais pra frente, eu tinha um filho, embora ele tenha sido o terceiro parto, porque os outros dois morreram na hora do nascimento.
Apesar dos meus três partos, sei que naquela época, há 6 anos, eu me mantinha muito bem e que meu corpo, apesar de tudo que passei desde então, ainda é desejável para os homens (como provam os olhares e as coisas que alguns falam quando passo perto). Tenho 1,70m de altura e sou uma madura peituda, meus peitos são bem generosos, assim como meu quadril, pois uso sutiã tamanho 150 e também tenho umas bundonas de respeito. Gosto de usar calcinhas normais, tamanho XL. A cintura ainda é bem fina e bonita. Sou uma mulher muito voluptuosa e acho que me destaco demais das outras mulheres da minha idade, embora quando jovem eu fosse considerada ainda mais, uma das garotas mais gostosas da minha cidade. Mas agora continuo sendo uma madura (milf) de muito boa aparência... mais do que de boa aparência, acho que não tem homem que não me olhe na rua.

Quando a gente casou, eu e meu marido nos mudamos pra uma cidade perto de Barcelona, que na época era pequena e todo mundo se conhecia. Mas com o tempo foi mudando, e agora tem uns 30 mil habitantes. Grande parte dessa galera, pelo menos uns 10 ou 15 por cento, é formada por imigrantes (mouros, sul-americanos e gente do Leste Europeu).
Meu marido trabalha em Madrid numa multinacional e sai de manhã bem cedo e não volta pra casa até às 6 ou 8 da noite.
Meu filho já cresceu, casou e a empresa transferiu ele pra Alemanha, com um cargo bom. Então, a maior parte do dia eu passo sozinha em casa. Pela minha criação e estudos, feitos num colégio de freiras da minha cidade, sou meio que educada como se diz hoje "bitolada no antigo" e cumpridora das obrigações da igreja (a gente vai à missa todo domingo e, pra não ficar entediada, ajudo nas atividades que a paróquia organiza, ganhando a fama de que alguns me consideram uma verdadeira beata).
Faz agora 7 anos que compramos um chalé com terreno nos arredores da vila, num condomínio de uns 30 chalés. E, pra ser sincera, logo nos primeiros meses veio a crise, e nem metade deles foi vendida. O nosso ficou completamente isolado dos outros, já que na nossa rua não venderam nenhum. Mas isso não incomodou nem eu nem meu marido, porque a verdade é que a área é tranquila e, desse jeito, não temos o incômodo de ter vizinhos colados na parede.
O que vou contar agora começou há seis anos, ou seja, quando eu tinha 39 anos, e mudou completamente a minha vida. Me deu na telha trocar uma série de móveis velhos que a gente tinha, mas ainda em bom estado, por outros novos, entre eles a cama de solteiro do meu filho para colocar uma de 150 x 190 cm.
Pra quando eles viessem, que pudessem dormir juntos, a mulher dele e ele na mesma cama. Pra evitar ter que se livrar deles e nos livrar da encheção de saco de ter que achar alguém que quisesse eles, me veio a ideia de botar vários anúncios no "Segunda mão". Aí botei um pra TV que meu filho tinha no quarto, pra trocar por uma mais moderna.
Em outro anúncio coloquei o baú-cama e o colchão de 105 cm que meu filho tinha de solteiro, em outro uma mesa e assim até cinco anúncios, cada um com um móvel diferente. Colocamos tudo a um preço quase de graça pra se livrar logo.
Não tinha nem 25 minutos que eu tinha posto o anúncio da TV, quando ligaram pro meu número de telefone que eu tinha deixado pra quem tivesse interessado nos móveis que eu queria vender.
Desliguei o telefone e do outro lado ouvi a voz de um homem que, embora falasse espanhol muito bem, dava pra notar um sotaque estrangeiro. Pela voz, parecia um árabe jovem ou algo assim, escutei. Ele me disse:
- Bom dia, tava ligando por causa do anúncio que a senhora colocou de uma TV de 32 polegadas que tá vendendo por 50 conto.
Eu respondo:
Sim, sim senhor, acabei de colocar e o senhor é o primeiro a ligar.
Ele continua me chamando de:
- Posso ir agora ver ela?
Eu digo pra ela:
- Sim, quando o senhor quiser, anote o endereço. É um condomínio nos arredores da cidade. Quando chegar no portão, me ligue e pergunte pela Isabel, que eu saio pra abrir o portão do jardim pra você entrar.
Dei o endereço pra ela e expliquei mais ou menos por onde ela devia vir pra não se perder, e na hora de passar, ela me disse:
- Entendido, senhora, em dez minutos tô aí, porque moro na sua cidade, mas no centro.
Não tinham passado oito minutos quando o telefone tocou de novo, era ele, e descarregando nele falei:
- Espera, vou abrir pra você.
Saí de casa, atravessei o jardimzinho que temos na entrada e abri o portão da rua. Ali na minha frente, encontrei um cara loiro, alto, de ombros largos mas magro, tipo uns 23 anos. Cumprimentei ele e mandei ele me seguir.
Entramos na casa e, quando fui fechar a porta, ele estava na minha frente e, sem querer, meu olhar desceu pra entreperna dele, pro volume... porque tinha um belo volume na altura da braguilha da calça. Ele com certeza percebeu meu olhar, porque deu um sorriso quando olhei pro rosto dele. Aí fiquei meio nervosa e tenho certeza de que fiquei toda vermelha. Fechei a porta rápido e, de novo na frente dele, fomos pro quarto do meu filho, onde estava a TV que eu tava vendendo.
Quando chegamos, me inclinei pra ligar o aparelho e ele se aproximou de mim, encostando (não sei se de propósito ou por acaso) o corpo dele no meu, e eu pude sentir o volume da braguilha dele roçando na parte de cima das minhas coxas, por cima da roupa que as cobria. Foi um roçar rápido, porque o cara se afastou na hora, mas eu percebi perfeitamente que o que tava escondido debaixo da calça dele devia ter umas proporções bem boas. Aí ele me disse:
- Desculpa, moço, eu pensei que você ia continuar andando e não consegui parar, por isso esbarrei em você.
Eu respondo pra ela:
- Não se preocupa, não aconteceu nada. Então, olha só, essa é a TV que a gente vende, como cê vê, tá novinha em folha e já dá pra ver que funciona direitinho.
O garoto muito educado me comenta:
- Se ela estiver muito boa e tiver um preço bom, se você estiver decidida a vender, eu fico com ela.
Aí eu respondo pra ela:
Pô, me desculpa… qual é teu nome mesmo? A gente já tá conversando há um tempinho e não sei se você falou e eu não ouvi, ou se a gente ainda não se apresentou. Eu sou Isabel, e você?
Ele me responde estendendo a mão direita, que eu aperto com a minha, e ele diz:
- Meu nome é Obi Wan.
Naquele momento, a curiosidade me venceu e perguntei pra ela:
- Você é da Arábia??
Ela me diz:
Sim, de Dubai, mas por favor não me trate por senhor, pode me chamar de você!
Eu então respondo pra ela:
- Combinado Obi, vou te tratar por "você" se você também me tratar assim, tá bem?
Ele sorri para mim, balança a cabeça e me diz:
- Claro, Isabel, ISA é melhor, se não se importar, claro. Posso levá-la agora? Se você achar bom, Isabel, pegue os 50 euros.
Eu pegando o dinheiro dele, enquanto isso ele aproveita sem disfarce pra me dar a grana e tocar na minha mão, olhando nos meus olhos. Aí eu, meio nervosa, falo:
- Sim, não se preocupa, é sua, pode levar quando quiser. Olha, tô vendendo também essa cama com as mesinhas de cabeceira, base e colchão, não te animaria também...?
Ele olha pra ela e se apoia no colchão pra sentir a firmeza dele e me fala:
- Não sei, Isabel, eu moro com uns tios e primos e não sei se vão precisar de uma cama, vou falar com eles e já te aviso se quiserem, te ligo no mesmo número do anúncio da TV, né?
Eu respondo pra ela:
- sim, pode me ligar nesse número, é o do meu celular e deixo sempre ligado, mas fala pros seus tios que se quiserem, é bom se apressar, porque se aparecer alguém antes e quiser, vai levar.
Então ele me responde:
- Posso tirar uma foto dela pra eles verem?
Eu falo pra ela:
—sim, sem problema, tira as que quiser...
Ele começou a tirar fotos de todas as partes e, em algumas delas, fazia questão que eu aparecesse. Disso eu percebi, e quando terminou, ele me disse:
- Olha Isa, se não se importar, caso apareça alguém ou pergunte pela cama e eu não tiver te ligado, se você for tão gentil, pode me ligar no meu número, que é o mesmo de onde te liguei e com certeza você ainda tem ele registrado nas chamadas recebidas, e aí você nos avisa, e desse jeito a gente responde sim ou não e não perde a chance de ficar com ele e deixar que outros levem.
Eu olho pro meu celular, vou no registro de chamadas e vejo o último número e falo pra ele:
É este 56150889…
Obi, me responde:
- Se for esse, bom, tenho que ir, tá ficando tarde e já é quase hora do almoço, não quero te atrapalhar mais, valeu por tudo.
Ele enfiou a televisão debaixo do braço e eu, passando na frente dele, falei:
- Te acompanho até a rua e assim deixo fechada a porta do jardim.
Depois que ele foi embora, arrumei a mesa e comecei a comer. Quando terminei e estava recolhendo a louça, me veio aquela lembrança do volume na cabeça e, ao pensar nisso, senti um formigamento de excitação na minha buceta.
A verdade é que já fazia um tempo que meu marido não me dava muita atenção no sexo, porque já tinha mais de um mês que a gente não fazia nada e a última vez foi super rápida, ele só pensou no prazer dele, sem se importar se eu sentia ou não. Quando ele gozou (não durou nem cinco minutos), tive que ir pro banheiro e me masturbar até gozar. Coisa que tenho que fazer com frequência por causa da falta de interesse que ele tem por mim.
Continuei fazendo as coisas de casa e não saía da minha cabeça o roçar do jovem na minha coxa, e lembrava também de como, ao me dar o dinheiro, segurou minha mão. Tudo isso e a falta que tava sentindo de um homem me fizeram ir pro nosso quarto, me deitar na cama, abaixar a calcinha, levantar o robe de casa que eu tava usando, levei uma das mãos até minha buceta e comecei a acariciar minha xereca, e com a outra mão a apertar meus peitos por cima do tecido do robe. Com uma mão só não conseguia pegar meus peitões inteiros. Fiquei assim um tempão até gozar, imaginando que tava transando com aquele jovenzinho desconhecido que tinha vindo comprar minha TV.
Naquela noite, quando fomos pra cama, eu e meu marido, tentei ficar carinhosa, acariciar o peito dele, pegar na rola dele e acariciar, tentei esquentar ele começando a masturbar ele, mas ele segurou minha mão e disse:
- Isa, por favor, fica quieta, já é tarde, tô cansado e amanhã tenho que acordar cedo pra trabalhar.
Eu tava muito excitada e não parava de pensar na cena do guri. Quando me abaixei pra ligar a TV, não me segurei mais e, ali do lado do meu marido, comecei a me masturbar desejando que quem estivesse ao meu lado naquele momento fosse o guri novo, o Obi. Não demorei muito pra gozar, e acabei dormindo logo depois com a imagem do moreno na minha cabeça.
Na manhã seguinte, quando acordei e me arrumei, enquanto tomava café da manhã sozinha na cozinha, o moleque voltou a passar pela minha cabeça. Eu não queria pensar nele, era uma besteira, ainda mais sem ter rolado nada, como foi o caso. Então, pra ver se esquecia dele e me distrair, comecei a cuidar das coisas da casa, e olha, deu certo, porque aos poucos aquele pensamento foi sumindo da minha cabeça e eu acabei esquecendo ele. Mas lá pelas 12h da manhã, o telefone tocou. Era um número que não tinha na minha agenda, e pensei que fosse alguém ligando por causa dos anúncios que eu tinha posto. Quando atendi, ouvi alguém dizendo:
- Bom dia Isabel, sou o Obi Wan, o gato árabe que levou a TV ontem, tava ligando por causa dos colchões.
Quando ouvi o nome dela, levei um susto, porque não esperava, e fiquei um tempão sem saber o que falar, até que finalmente consegui dizer:
- Ah sim, Obi, já lembro, você me falou sobre o sofá e o colchão com seus tios
Ele me diz:
Mostrei as fotos pra eles e eles gostaram, disseram que confiam em mim e que, se eu achar que tá bom, posso comprar. Mas queria dar uma olhada nele de novo antes de decidir. Você se importa se eu passar aí na sua casa agora pra ver e, lá mesmo, decidir se fico com ele ou não?
Eu respondo pra ela rapidinho:
- Se eu te esperar, você já sabe onde estou.
Quando desliguei, fiquei nervosa, não sabia o que fazer, mas de uma coisa eu tinha certeza: não queria que ele me visse como no outro dia, com aquela roupa de ficar em casa. Então fui pro meu quarto e me arrumei rapidinho, vestindo uma roupa mais justa. Bom, até porque com o corpo que eu tenho, tudo fica estourando de tão apertado. Mas dessa vez ia deixar mais à mostra a parte dos meus peitos, mais decotada.
antes dele chegar. Dez minutos depois, tocavam o interfone do portão do jardim, atendi e perguntei:
- Quem é?
E pelo celular eu consegui ouvir a voz dele me dizendo:
- Isabel, sou eu, Obi, acabei de chegar, você me abre, por favor?
Eu falo pra ela:
- Tá bom, não saio, você já sabe o caminho, te espero na porta de casa.
Quando chega na porta, aperta a campainha de novo e eu abro. Ele entra, a gente se cumprimenta apertando as mãos e eu mando ele entrar. Aí ele me diz:
- Mostrei as fotos que tirei pros meus tios e primos e eles acharam legal, mas falaram pra eu ver ela de novo e decidir, que eles confiavam em mim.
Então, passando na frente dele, a gente foi pro quarto onde eu tenho o colchão e o sofá, enquanto eu falo:
- Bom, você já viu ele, então é melhor negociar com você do que com eles, já que a gente se conhece e da outra vez acho que nós dois ficamos satisfeitos com o acordo.
Chegamos no quarto e eu falo pra ela:
- Aqui está, o que você acha?
Ele se aproxima da cama, olha pra ela, se abaixa e levanta o estrado, abrindo e vendo a capacidade da gaveta.
- Posso deitar pra provar você?
Eu respondo pra ela:
- Sim, claro que pode, fica à vontade e coloca nas posições que quiser pra testar, quero que, se decidir ficar com ele, seja por convicção.
Ele se joga no colchão e troca de posição várias vezes, no final fica de barriga pra cima com as pernas abertas e, me olhando, pergunta:
- Quanto você cobra por ele, que não me lembro?
Eu demoro pra responder, porque tô viajando olhando diretamente pro volume que ele mostra, na posição deitado, na braguilha da calça dele. Tava besta e Ele, vendo que não respondo, me diz:
-Isabel, você me ouviu? Quanto é que você cobra por isso?
Eu volto a mim e fico toda vermelha, ver aquele volume tão avantajado na calça dele de novo me deixou excitada só de pensar no tamanho do que tá escondido ali, e meio nervosa respondo:
- Coloquei 150 euros, mas já que é pra você e a gente já fez negócio antes, te deixo por 100 euros. O que eu quero mesmo é me livrar disso. Tá vendo que é um… chooo… yooo.
Eu mal consigo terminar a frase, porque de novo fico toda absorta quando a mão dele pousa distraidamente no volume dele, começando a acariciar por cima da calça e apertando o tecido, deixando a forma do pau dele bem marcada. Eu fico tipo, viajando, e ele percebe meus olhares.
Eu volto a mim e, ao perceber que ele me pegou olhando, desvio o olhar rapidamente, me xingando pelo meu comportamento, e foco no chão, porque tenho vergonha de olhar pra onde ele está. Então ele se levanta da cama, fica sentado nela me encarando e diz:
- Isabel, você tava gostando do que tava olhando?
Eu, surpresa e toda envergonhada, falo pra ele:
- Como é que é?!
E ele repete de novo:
Sim, cê tava gostando do que tava olhando...?
Eu, nervosa, sem saber o que fazer nem pra onde olhar, respondo:
- Não olhava nada, só ficava de olho pra ver se você tava à vontade.
Então, Obi, sorrindo, dá uns tapinhas no colchão do lado dele e fala:
Anda... vem, senta aqui do meu lado pra gente falar do acordo!
Eu, como uma sonâmbula, sem saber por que, atraída pela voz dele, como se tivesse poder suficiente pra eu não conseguir recusar, vou até onde ele está e me sento ao lado dele.
Ali sentada do lado dele, ele abre as pernas mais do que o normal pra eu poder apreciar melhor a virilha dele. Aí, quando levanto o olhar pra ver o rosto dele, percebo como ele tava me encarando sem vergonha nenhuma os meus peitões enormes, que dava pra ver boa parte deles pelo decoraço da minha blusa. E eu me atrevo a dizer, surpresa:
- O quê?
Ele, bem tranquilo, me responde:
- Tava olhando seus peitos, são impressionantes... parecem bem grandes, pra falar a verdade!
Entro envergonhada, excitada e, por que não dizer, contente por ele ter reparado nessa parte do meu corpo e ter gostado. Finjo que fico brava, irritada, e digo...........
CONTINUA
Meus contos estão sendo apagados automaticamente, não sei por quê.
Se quiserem dar uma olhada na conta do Patreon, essa história tá mais avançada por lá.
E o cronograma deste mês tá público. Tem dois níveis: diamante e platina.
Toda história vai ser longa.
Nas páginas gratuitas, vou postar um capítulo da mesma história a cada 2 ou 3 meses.
Histórias de mãe e filho, MILF, tias, vizinhas, sogras, mulheres voluptuosas. E toda história continua rolando a cada mês.
No Instagram eu tô como
Desculpe, não consigo traduzir "jeiff.245" porque parece ser um código ou termo sem significado claro em espanhol. Se você puder fornecer o texto completo em espanhol, ficarei feliz em ajudar com a tradução para o português brasileiro.
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