Olá, boa tarde, meus seguidores. Vou contar como é minha mulher fisicamente e emocionalmente, além de falar o que aconteceu depois da bagunça que rolou com ela e os convidados. Bom, primeiro de tudo:
Fisicamente, ela é baixinha, tem um corpo gostoso e uns peitões enormes. Qualquer cara que veja ou fique exposto a eles fica completamente obcecado, além de que eles espremem uma porrada de leite. Na personalidade, ela costuma ser muito simpática e carinhosa com as pessoas. No entanto, às vezes ela fica com tesão do nada, sem motivo. Ela não gosta que desrespeitem ela, por mais que esteja com tesão. Falo isso porque um usuário daqui falou umas coisas que ela não gostou. Então, olho aberto, se comportem, manos. Agora sim, vem o relato, mas não sem antes uma foto dela.
Moro na delegacia Iztapalapa, no México, tenho 30 anos e sou separado, meço 1,75, tenho barriga de chopp e um pau de 19 cm, fino mas cabeçudo. Resumindo, tenho uma vizinha de 25 anos, casada, com uma filha de 5 anos. Desde que a vi, ela parecia muito séria, ela tem uns 1,70 de altura, magra, pouca bunda, quadril largo, mas tem duas tetas lindas e enormes. Não dava pra perceber porque ela sempre usava moletom e a jaqueta escondia, até que um dia ela veio com a filha da escola (imagino) e tava muito calor. Quando chegou na casa dela, que fica duas casas da minha, e eu na minha janela, notei que ela tirou a jaqueta do moletom e uauuuu, vi como a camiseta apertava aquelas tetas. A primeira coisa que senti foi inveja do marido dela, pensei em como ele devia se acabar naquelas tetas. A partir daquele dia, eu ficava sempre na janela esperando a hora que ela passava na minha casa, porque imaginava o tesão que seria chupar as tetas dela e meu pau ficava duro só de pensar. Nesses dias, como fui mandado embora do trabalho por ter comido uma colega numa loja (porque ela era amante do gerente), tinha tempo pra espionar a vizinha.
Os dias passaram e perto da minha casa montaram uma feira, fui ver o que ela comprava. Quando vi a vizinha comprando sozinha e com muitas sacolas, pensei: é agora. Quando ela tava indo pra casa, uma sacola rasgou e eu corri pra ajudar. Ela agradeceu e eu disse que podia ajudar a carregar. Ela falou que não, insisti e disse que era vizinho e que tava indo pra casa, podia ajudar e deixar as sacolas na casa dela. Ela não deu aprovação, mas também não disse não. Chegamos na casa dela e coloquei as sacolas na entrada, ela abriu a porta e me ofereceu um refrigerante pela ajuda. Fiquei surpreso e não hesitei em aceitar. Entrei na casa dela e enquanto ela foi até a geladeira, tirou a jaqueta do moletom e uauuu, agora vi de perto as tetas dela dentro da camiseta. Na hora meu pau ficou duro e também vi uma tatuagem que cobria o lado dela. Bunda enorme, quando voltei com o refrigerante comentei que a casa dela era muito bonita, ela disse que era alugada, e falou que não fazia muita amizade com os vizinhos porque o marido dela era muito ciumento e era pra evitar problemas. Falei que eu via ela direto com a filha, mas quase nunca com o marido. Ela disse que o marido tinha um trabalho que quase não ficava com elas e que às vezes viajava pra fora do país. Falei que ela devia tomar cuidado, porque tem muito ladrão no bairro, que se ficasse sozinha trancasse bem e que, se quisesse, eu deixava meu número de celular caso precisasse de ajuda. Me despedi e agradeci o refrigerante. Isso tinha sido um bom começo.
Nessas reuniões que a gente tinha, todo mundo queria dançar com minha esposa. E olhavam pra ela com tesão. Tanto os mais novos quanto os mais velhos. Ela é bem alegre e desinibida. Gosta de dançar e conversar com todo mundo. Talvez isso confunda alguns homens e eles pensem errado.
Acontece que, mais ou menos um mês atrás, a gente fez uma festinha em casa pro aniversário da minha esposa. Convidamos nossos amigos em comum. Entre eles, convidamos o Javier. Um amigo da adolescência. Ele tem 35 anos. Veio com outro amigo mais novo que a gente não conhecia. Mas recebemos ele por causa do nosso amigo Javier. Sabendo que ele mora bem longe da nossa casa. E foi um gesto legal ele ter vindo pra nossa festa.
A festa foi muito animada. Comemos e bebemos vinho e cerveja. Como sempre, todo mundo queria dançar com minha esposa. Pra mim, aquilo era normal. As horas passavam, todo mundo tava muito alegre, curtindo a festa. Mas percebi que o Javier e o amigo dele faziam minha esposa beber vinho. Toda hora falavam: "vamos brindar pelo seu aniversário, Carmencita". Minha esposa, alegre, aceitava beber o que o Javier e o amigo dele ofereciam. Depois, também ficavam me servindo vinho e cerveja direto.
Lá pelas duas da manhã, os convidados já estavam indo embora. Todo mundo foi. Até que só ficaram meu amigo Javier e o amigo dele. Minha esposa já tava bem bêbada. Então o Javier me disse:
— Renato. Já é muito tarde pra eu ir embora. Dá pra arrumar um cantinho pra mim e meu amigo dormir um pouco até amanhecer? Assim que clarear, a gente vai embora.
Pela amizade que a gente tinha, não dava pra recusar o pedido dele. Falei pra ficarem no sofá da sala, que é um sofá-cama. Levei minha esposa pro quarto, que a porta dá bem pra sala. Depois, dei uns cobertores pro Javier pra eles se cobrirem e descansar um pouco até amanhecer. Eu fui dormir com minha esposa no nosso quarto.
Adormeci rápido. Provavelmente por causa da bebida que tomei. Mas de Pronto acordo sentindo um movimento suspeito.
Bem devagar, olhei pra minha esposa que estava do meu lado. Tava dormindo profundamente. Deitada de lado com a cabeça virada pra mim, e a bunda na beirada da cama. Tentei acordar de vez pra entender o que tava rolando. As luzes estavam apagadas, mas dava pra ver um pouco.
Já mais acordado, ouço vozes do meu amigo Javier e do amigo dele. Um deles dizia: "Devagar, que o filho da puta do marido dela não acorde." O outro falava: "Já sai, agora é minha vez." Os dois estavam comendo minha mulher enquanto eu tava ali do lado. Eles tavam aproveitando que a bunda da minha esposa tava na beirada da cama. Se moviam devagarinho com aquele vai e vem típico de mete e tira, e faziam eu me mexer também.
Meu pau subiu na hora, duro igual aço. Quis levantar e pegar aqueles filhos da puta de surpresa, mas não fiz isso. Fiquei parado pra ver o que mais iam fazer. Um deles falou: "Puxa mais a calcinha dela pra baixo." O outro respondeu: "Não dá. Tem que meter no cu dela." O outro disse: "E se ela acordar?" O outro: "Não vai acordar não. Tá bêbada." E o vai e vem continuava. Meu coração batia a mil por hora. Meu pau duro igual ferro. Inacreditavelmente, aquilo me excitava pra caralho.
De repente, Javier falou: "Tamo desconfortáveis. Não entra direito. Melhor levar ela pro sofá da sala." O outro disse: "Sim, mas com cuidado pra não acordar o marido." Então Javier levantou minha esposa e levaram ela pra sala. O outro fechou a porta do meu quarto. Eu levantei devagarinho. Abri um pouco a porta do quarto e olhei pro sofá. Lá tava minha esposa ainda dormindo, de bruços, com as mãos penduradas no sofá.
Vi quando tiraram a roupa dela até deixar ela completamente pelada. Um deles disse: "Acende a luz pra gente ver bem a bunda dela." Acenderam a luz, e do meu quarto, pela pequena fresta da porta, dava pra ver tudo claramente o que tava rolando no sofá da sala. Vi quando começaram a passar a mão nela. mulher. Enfiavam o dedo no cu dela e na buceta. Davam palmadas sonoras nela. Falando devagar: que buceta gostosa que a puta tem. A cada palmada que davam, minha esposa parecia acordar um pouco. Porque gemia baixinho.
Viraram minha esposa e abriram as pernas dela. Javier disse: Eu primeiro. E enquanto Javier metia na buceta da minha esposa, o outro colocava a pica na boca dela. Depois se revezaram. Minha esposa parecia estar acordando. Porque começou a gemer baixinho.
De repente Javier falou pro amigo: Deita no sofá pra fazer um sanduíche nela. O homem se deitou no sofá, e Javier colocou minha esposa em cima do amigo e disse: Mete na buceta dela. Eu vou meter no cu dela.
Minha esposa já parecia estar aceitando a situação. Porque parecia que até ajudava nas posições que faziam com ela. Não sei se por causa da bebedeira ela achava que tava comigo. Olhei minha esposa montada no amigo do Javier com a pica na buceta dela. E depois Javier meteu no cu dela. Agora sim minha esposa deu um grito forte. Aaaiii. E Javier falou com palavras duras que eu podia ouvir claramente: Aguenta, puta de merda. Já tá com duas picas enfiadas, agora mexe essa bunda como uma puta.
Essas imagens e essa cena que eu via e as palavras que falavam pra minha esposa me excitaram demais. Comecei a me masturbar com muito tesão. Nunca tinha pensado em ouvir chamarem minha esposa de puta de merda e meterem no cu e na buceta dela. Minha esposa começou a gemer alto. Ai, ai, ai. E vi como mexia a bunda como se quisesse que essas picas entrassem mais fundo.
De repente Javier perguntou: Sabe quem tá arrombando teu cu, né, puta? Ela disse: Sim. É o Javier. Essa bunda você dá pro corno do seu marido e nunca me deu bola quando a gente era adolescente. Ela só disse: Sim.
Javier falava: Que buceta gostosa você tem, puta de merda. Quem te fode melhor. Seu marido ou eu. Ela disse: Você, Javier. Quem é seu macho. Você, Javier. Quem é minha putinha. Eu amo ela.
Assim ficaram por um bom tempo trocando de posição Javier com o amigo dele. Já parecia que não ligavam se eu acordasse. Porque falavam alto e sem medo nenhum. Minha esposa também gemia e gritava sem se importar com nada. Eu molhei o chão inteiro da porta do meu quarto com a porra que tirei me masturbando até duas vezes seguidas.
Incrivelmente, eu não queria ir parar naqueles dois filhos da puta. Pelo contrário, queria que continuassem arrombando o cu da minha esposa. Nunca tinha sentido tanta excitação como estava sentindo ali. De repente vi que já estavam chegando ao orgasmo. Limpei o chão que molhei com meu sêmen. Fui pra cama e fingi que tava dormindo. Depois de um tempo, senti minha esposa entrar e deitar do meu lado.
Deixei ela dormir. Mas eu já não tinha mais sono nenhum. Todas aquelas imagens e palavras voltavam na minha mente. Depois de um tempo, coloquei minha mão entre as pernas da minha esposa. Estavam molhadas. Depois coloquei meu dedo no cu dela e também tava molhado. Não aguentei mais e enfiei pelo cu. Meu pau entrou suave. O cu dela tava cheio da porra do meu amigo Javier. Ela nem se mexeu. Acho que nem sentiu.
Lá no cu dela, me mexi com toda força, como se quisesse destruir aquele cu que ela tinha dado pro meu amigo Javier.
Esperava um gemido ou algum movimento, mas ela não fez nada. Adormeci com meu pau enfiado no cu dela.
No dia seguinte, umas 11 da manhã, minha esposa levantou e foi pro banheiro. Quando voltou, se deitou de novo do meu lado. Era domingo. Perguntei: "Gostou da festa do seu aniversário?" Ela respondeu: "Sim. Foi muito gostosa."
Falei: "Ouviu que horas o Javier e o amigo dele foram embora?" Ela disse: "Não. Não ouvi nada. Nem sabia que eles tinham ficado aqui." Eu ainda tinha esperança de que ela me contasse algo. Que o Javier tentou passar dos limites ou que ela não gostou dele ter ficado em casa. Mas ela não disse nada. Então tirei minhas conclusões. Ou eles eram amantes, ou ela queria que aquilo se repetisse. Mas não falei nada.
Já encontrei meu amigo Javier várias vezes. Mas também não falei nada. Ele me olha e me cumprimenta como se nada tivesse acontecido. Incrivelmente, eu queria ver minha mulher de novo assim, empalada pelo cu. A sensação de ciúme e excitação ao mesmo tempo desperta em mim um tesão que não consigo sentir com mais nada.
Essa foi minha experiência de corno. Que agora eu curto. Não sei se vai se repetir. Ou se minha mulher tá me chifrando e eu nem sei.
Bom, espero que tenham gostado do meu relato sexual. Se quiserem, me chamem no privado que passo minha rede social 😃
Fisicamente, ela é baixinha, tem um corpo gostoso e uns peitões enormes. Qualquer cara que veja ou fique exposto a eles fica completamente obcecado, além de que eles espremem uma porrada de leite. Na personalidade, ela costuma ser muito simpática e carinhosa com as pessoas. No entanto, às vezes ela fica com tesão do nada, sem motivo. Ela não gosta que desrespeitem ela, por mais que esteja com tesão. Falo isso porque um usuário daqui falou umas coisas que ela não gostou. Então, olho aberto, se comportem, manos. Agora sim, vem o relato, mas não sem antes uma foto dela.
Moro na delegacia Iztapalapa, no México, tenho 30 anos e sou separado, meço 1,75, tenho barriga de chopp e um pau de 19 cm, fino mas cabeçudo. Resumindo, tenho uma vizinha de 25 anos, casada, com uma filha de 5 anos. Desde que a vi, ela parecia muito séria, ela tem uns 1,70 de altura, magra, pouca bunda, quadril largo, mas tem duas tetas lindas e enormes. Não dava pra perceber porque ela sempre usava moletom e a jaqueta escondia, até que um dia ela veio com a filha da escola (imagino) e tava muito calor. Quando chegou na casa dela, que fica duas casas da minha, e eu na minha janela, notei que ela tirou a jaqueta do moletom e uauuuu, vi como a camiseta apertava aquelas tetas. A primeira coisa que senti foi inveja do marido dela, pensei em como ele devia se acabar naquelas tetas. A partir daquele dia, eu ficava sempre na janela esperando a hora que ela passava na minha casa, porque imaginava o tesão que seria chupar as tetas dela e meu pau ficava duro só de pensar. Nesses dias, como fui mandado embora do trabalho por ter comido uma colega numa loja (porque ela era amante do gerente), tinha tempo pra espionar a vizinha.Os dias passaram e perto da minha casa montaram uma feira, fui ver o que ela comprava. Quando vi a vizinha comprando sozinha e com muitas sacolas, pensei: é agora. Quando ela tava indo pra casa, uma sacola rasgou e eu corri pra ajudar. Ela agradeceu e eu disse que podia ajudar a carregar. Ela falou que não, insisti e disse que era vizinho e que tava indo pra casa, podia ajudar e deixar as sacolas na casa dela. Ela não deu aprovação, mas também não disse não. Chegamos na casa dela e coloquei as sacolas na entrada, ela abriu a porta e me ofereceu um refrigerante pela ajuda. Fiquei surpreso e não hesitei em aceitar. Entrei na casa dela e enquanto ela foi até a geladeira, tirou a jaqueta do moletom e uauuu, agora vi de perto as tetas dela dentro da camiseta. Na hora meu pau ficou duro e também vi uma tatuagem que cobria o lado dela. Bunda enorme, quando voltei com o refrigerante comentei que a casa dela era muito bonita, ela disse que era alugada, e falou que não fazia muita amizade com os vizinhos porque o marido dela era muito ciumento e era pra evitar problemas. Falei que eu via ela direto com a filha, mas quase nunca com o marido. Ela disse que o marido tinha um trabalho que quase não ficava com elas e que às vezes viajava pra fora do país. Falei que ela devia tomar cuidado, porque tem muito ladrão no bairro, que se ficasse sozinha trancasse bem e que, se quisesse, eu deixava meu número de celular caso precisasse de ajuda. Me despedi e agradeci o refrigerante. Isso tinha sido um bom começo.
Nessas reuniões que a gente tinha, todo mundo queria dançar com minha esposa. E olhavam pra ela com tesão. Tanto os mais novos quanto os mais velhos. Ela é bem alegre e desinibida. Gosta de dançar e conversar com todo mundo. Talvez isso confunda alguns homens e eles pensem errado.Acontece que, mais ou menos um mês atrás, a gente fez uma festinha em casa pro aniversário da minha esposa. Convidamos nossos amigos em comum. Entre eles, convidamos o Javier. Um amigo da adolescência. Ele tem 35 anos. Veio com outro amigo mais novo que a gente não conhecia. Mas recebemos ele por causa do nosso amigo Javier. Sabendo que ele mora bem longe da nossa casa. E foi um gesto legal ele ter vindo pra nossa festa.
A festa foi muito animada. Comemos e bebemos vinho e cerveja. Como sempre, todo mundo queria dançar com minha esposa. Pra mim, aquilo era normal. As horas passavam, todo mundo tava muito alegre, curtindo a festa. Mas percebi que o Javier e o amigo dele faziam minha esposa beber vinho. Toda hora falavam: "vamos brindar pelo seu aniversário, Carmencita". Minha esposa, alegre, aceitava beber o que o Javier e o amigo dele ofereciam. Depois, também ficavam me servindo vinho e cerveja direto.
Lá pelas duas da manhã, os convidados já estavam indo embora. Todo mundo foi. Até que só ficaram meu amigo Javier e o amigo dele. Minha esposa já tava bem bêbada. Então o Javier me disse:
— Renato. Já é muito tarde pra eu ir embora. Dá pra arrumar um cantinho pra mim e meu amigo dormir um pouco até amanhecer? Assim que clarear, a gente vai embora.
Pela amizade que a gente tinha, não dava pra recusar o pedido dele. Falei pra ficarem no sofá da sala, que é um sofá-cama. Levei minha esposa pro quarto, que a porta dá bem pra sala. Depois, dei uns cobertores pro Javier pra eles se cobrirem e descansar um pouco até amanhecer. Eu fui dormir com minha esposa no nosso quarto.
Adormeci rápido. Provavelmente por causa da bebida que tomei. Mas de Pronto acordo sentindo um movimento suspeito.
Bem devagar, olhei pra minha esposa que estava do meu lado. Tava dormindo profundamente. Deitada de lado com a cabeça virada pra mim, e a bunda na beirada da cama. Tentei acordar de vez pra entender o que tava rolando. As luzes estavam apagadas, mas dava pra ver um pouco.
Já mais acordado, ouço vozes do meu amigo Javier e do amigo dele. Um deles dizia: "Devagar, que o filho da puta do marido dela não acorde." O outro falava: "Já sai, agora é minha vez." Os dois estavam comendo minha mulher enquanto eu tava ali do lado. Eles tavam aproveitando que a bunda da minha esposa tava na beirada da cama. Se moviam devagarinho com aquele vai e vem típico de mete e tira, e faziam eu me mexer também.
Meu pau subiu na hora, duro igual aço. Quis levantar e pegar aqueles filhos da puta de surpresa, mas não fiz isso. Fiquei parado pra ver o que mais iam fazer. Um deles falou: "Puxa mais a calcinha dela pra baixo." O outro respondeu: "Não dá. Tem que meter no cu dela." O outro disse: "E se ela acordar?" O outro: "Não vai acordar não. Tá bêbada." E o vai e vem continuava. Meu coração batia a mil por hora. Meu pau duro igual ferro. Inacreditavelmente, aquilo me excitava pra caralho.
De repente, Javier falou: "Tamo desconfortáveis. Não entra direito. Melhor levar ela pro sofá da sala." O outro disse: "Sim, mas com cuidado pra não acordar o marido." Então Javier levantou minha esposa e levaram ela pra sala. O outro fechou a porta do meu quarto. Eu levantei devagarinho. Abri um pouco a porta do quarto e olhei pro sofá. Lá tava minha esposa ainda dormindo, de bruços, com as mãos penduradas no sofá.
Vi quando tiraram a roupa dela até deixar ela completamente pelada. Um deles disse: "Acende a luz pra gente ver bem a bunda dela." Acenderam a luz, e do meu quarto, pela pequena fresta da porta, dava pra ver tudo claramente o que tava rolando no sofá da sala. Vi quando começaram a passar a mão nela. mulher. Enfiavam o dedo no cu dela e na buceta. Davam palmadas sonoras nela. Falando devagar: que buceta gostosa que a puta tem. A cada palmada que davam, minha esposa parecia acordar um pouco. Porque gemia baixinho.
Viraram minha esposa e abriram as pernas dela. Javier disse: Eu primeiro. E enquanto Javier metia na buceta da minha esposa, o outro colocava a pica na boca dela. Depois se revezaram. Minha esposa parecia estar acordando. Porque começou a gemer baixinho.
De repente Javier falou pro amigo: Deita no sofá pra fazer um sanduíche nela. O homem se deitou no sofá, e Javier colocou minha esposa em cima do amigo e disse: Mete na buceta dela. Eu vou meter no cu dela.
Minha esposa já parecia estar aceitando a situação. Porque parecia que até ajudava nas posições que faziam com ela. Não sei se por causa da bebedeira ela achava que tava comigo. Olhei minha esposa montada no amigo do Javier com a pica na buceta dela. E depois Javier meteu no cu dela. Agora sim minha esposa deu um grito forte. Aaaiii. E Javier falou com palavras duras que eu podia ouvir claramente: Aguenta, puta de merda. Já tá com duas picas enfiadas, agora mexe essa bunda como uma puta.
Essas imagens e essa cena que eu via e as palavras que falavam pra minha esposa me excitaram demais. Comecei a me masturbar com muito tesão. Nunca tinha pensado em ouvir chamarem minha esposa de puta de merda e meterem no cu e na buceta dela. Minha esposa começou a gemer alto. Ai, ai, ai. E vi como mexia a bunda como se quisesse que essas picas entrassem mais fundo.
De repente Javier perguntou: Sabe quem tá arrombando teu cu, né, puta? Ela disse: Sim. É o Javier. Essa bunda você dá pro corno do seu marido e nunca me deu bola quando a gente era adolescente. Ela só disse: Sim.
Javier falava: Que buceta gostosa você tem, puta de merda. Quem te fode melhor. Seu marido ou eu. Ela disse: Você, Javier. Quem é seu macho. Você, Javier. Quem é minha putinha. Eu amo ela.
Assim ficaram por um bom tempo trocando de posição Javier com o amigo dele. Já parecia que não ligavam se eu acordasse. Porque falavam alto e sem medo nenhum. Minha esposa também gemia e gritava sem se importar com nada. Eu molhei o chão inteiro da porta do meu quarto com a porra que tirei me masturbando até duas vezes seguidas.
Incrivelmente, eu não queria ir parar naqueles dois filhos da puta. Pelo contrário, queria que continuassem arrombando o cu da minha esposa. Nunca tinha sentido tanta excitação como estava sentindo ali. De repente vi que já estavam chegando ao orgasmo. Limpei o chão que molhei com meu sêmen. Fui pra cama e fingi que tava dormindo. Depois de um tempo, senti minha esposa entrar e deitar do meu lado.
Deixei ela dormir. Mas eu já não tinha mais sono nenhum. Todas aquelas imagens e palavras voltavam na minha mente. Depois de um tempo, coloquei minha mão entre as pernas da minha esposa. Estavam molhadas. Depois coloquei meu dedo no cu dela e também tava molhado. Não aguentei mais e enfiei pelo cu. Meu pau entrou suave. O cu dela tava cheio da porra do meu amigo Javier. Ela nem se mexeu. Acho que nem sentiu.
Lá no cu dela, me mexi com toda força, como se quisesse destruir aquele cu que ela tinha dado pro meu amigo Javier.Esperava um gemido ou algum movimento, mas ela não fez nada. Adormeci com meu pau enfiado no cu dela.
No dia seguinte, umas 11 da manhã, minha esposa levantou e foi pro banheiro. Quando voltou, se deitou de novo do meu lado. Era domingo. Perguntei: "Gostou da festa do seu aniversário?" Ela respondeu: "Sim. Foi muito gostosa."
Falei: "Ouviu que horas o Javier e o amigo dele foram embora?" Ela disse: "Não. Não ouvi nada. Nem sabia que eles tinham ficado aqui." Eu ainda tinha esperança de que ela me contasse algo. Que o Javier tentou passar dos limites ou que ela não gostou dele ter ficado em casa. Mas ela não disse nada. Então tirei minhas conclusões. Ou eles eram amantes, ou ela queria que aquilo se repetisse. Mas não falei nada.
Já encontrei meu amigo Javier várias vezes. Mas também não falei nada. Ele me olha e me cumprimenta como se nada tivesse acontecido. Incrivelmente, eu queria ver minha mulher de novo assim, empalada pelo cu. A sensação de ciúme e excitação ao mesmo tempo desperta em mim um tesão que não consigo sentir com mais nada.
Essa foi minha experiência de corno. Que agora eu curto. Não sei se vai se repetir. Ou se minha mulher tá me chifrando e eu nem sei.
Bom, espero que tenham gostado do meu relato sexual. Se quiserem, me chamem no privado que passo minha rede social 😃
1 comentários - Minha esposa é gostosa
Bienvenido al mundo de los cuernos, cornudos como vos son bastante felices