Universidad Primer Año 4ta parte

Espero que vocês curtam, deixem seus pontos, comentários e compartilhemParte IV

Ficamos descansando um tempão largados no quarto da Flor, o som do telefone nos trouxe de volta à terra, Flor levantou correndo pelada até a cozinha pra atender. Depois de alguns minutos, voltou com uma garrafa de água.

Flor – Gente, era minha mãe, eles voltam à noite, perguntou se a gente tava com fome, se quiséssemos pedir pizza na Farola. Vocês querem?

Olhamos um pro outro, eu e a Maca, e concordamos com a cabeça. Levantei da cama e vesti a cueca e a camiseta, mas vi que as minhas só colocaram as calcinhas e desceram de peitos de fora, então resolvi descer assim também, de camiseta e cueca. Tava com o pau meio duro porque ainda queria mais ação, mas também tava com muita fome.

Flor – Beleza, vou pedir duas pizzas. Do que vocês gostam?

Nacho – Napolitana ou com pimentão, eu curto.

Maca – Muçarela dupla, melhor, com muito queijo.

Flor – Ok, peço uma de muçarela dupla e uma de pimentão.

Quando a pizza chegou, tive que receber de cueca. Fiquei com vergonha de abrir a porta assim, mas por sorte foi rápido e parece que ninguém percebeu como eu tava vestido.

Sentamos na mesa pra comer. Enquanto devorávamos as pizzas, sentia os pés das minhas se disputando pra tocar meu pau, entre risadas e mais risadas, a gente continuava brincando e se esquentando.

Flor – Isso é a mesma coisa que vocês fazem com as outras minas? – perguntou, bem séria.

Pensei na resposta e decidi contar a verdade pra ver se elas topavam ir mais longe.

Nacho – Sim, mas também transamos. Com a Vane, fizemos várias vezes na buceta dela, e com a Sandra, como ela ainda não se anima, a gente tentou pelo cu, porque isso excitou ela pra caralho. – Essa última parte era mentira, mas queria ver se elas se animavam, além disso, tava muito curioso sobre sexo anal.

As duas ficaram caladas, de boca aberta.

Maca – Sério que você transou com a Vane? E como foi? Quero saber.

Flor – Eu também quero saber. Doeu nela? Porque seu pau parece grosso, e não sei se cabe numa buceta, muito menos num... uma Booty.

Nacho — acredita em mim, se entrar e no começo doeu um pouco, mas depois foi muito gostoso o que a gente sentia, mas como a gente tá fazendo isso muito seguido, recomendaram pra Vane tomar pílula anticoncepcional pra não engravidar, é que a gente não sabia e tava fazendo sem camisinha, e na maioria das vezes eu gozava dentro da buceta da Vane.

As duas ficaram me encarando, nem vi elas piscarem por uns minutos até que finalmente a Maca saiu do choque que tava.

Maca — e na Sandra também cê goza na Booty? E entra, porque ela é mais magra que eu e vendo teu pau duro deve doer muito.

Nacho — não doeu tanto pelo que ela me disse, além disso a gente deixou a bunda bem babada e foi isso que permitiu que meu pau entrasse sem causar tanta dor. A Sandra adora sentir meu pau na Booty dela e muito mais quando eu gozo dentro.

Flor — bom, Nacho, então agora quero que a gente transe e ver se é verdade que é tão gostoso assim.

Disse Flor quase como se fosse uma ordem e me condicionando a ter que fazer a gente se divertir.

Nacho — bom, a gente pode tentar, além disso vocês é que tão me usando pros jogos de vocês, eu gosto de ficar com vocês, meninas, mas vocês deviam ter algum amigo de confiança ou um namorado pra fazer isso. — falei pensando na Sandra e na Vane.

Maca — a verdade é que nenhuma tem namorado e os caras não dão muita bola pra gente, além disso o único com quem a gente sempre se sentiu à vontade é com você. Mas a gente tinha vergonha de falar porque você tava sempre com suas amigas.

Nacho — agora entendo porque vocês sempre ficavam olhando pra gente quando a gente se juntava com a Sandra e a Vane, a gente achava que vocês tinham raiva da gente, kkkkk.

Flor — Nãooo, bom, talvez delas um pouco, mas era mais por inveja agora que eu vejo por outro lado.

A gente riu do comentário da Flor por um bom tempo enquanto limpava a mesa e jogava o lixo fora. Enquanto ajeitava tudo, não consegui parar de olhar pra elas, me excitava muito ter elas assim, meu pau foi ficando duro, me coloquei atrás da Florencia e apoiei meu pau na bunda dela, segurando ela pela cintura, apertei ela forte contra meu corpo.

Flor — que abraço gostoso, mas mais gostoso ainda o que sinto atrás. — enquanto mexia a bunda de um lado pro outro.

Não consegui resistir e me afastei dela, peguei na bunda dela com as duas mãos e enfiei a calcinha fio dental bem entre as nádegas, deixei tão enfiada que quase não dava pra ver entre as bundinhas dela, me abaixei atrás dela e passei a língua em cada nádega e dei um beijo.
Depois fui até a Maca, abracei ela de frente e coloquei minhas mãos na bunda dela, passei a mão um pouco, fiz a mesma enfiada de calcinha que na Flor, coloquei bem entre as nádegas e separei os glúteos pra roupa entrar bem fundo naquele cu. Depois fiquei atrás dela, de joelhos, e passei a língua pelos glúteos dela, terminando com um beijo em cada um.

Elas se olharam e, com o rosto vermelho, caminharam rebolando até o quarto da Flor. Eu segui elas com o olhar e fui me aproximando da porta.

Ao entrar, encontrei uma imagem que fez meu pau dar vários pulinhos. A Flor estava deitada na cama com as pernas abertas e a Maca tava acariciando a buceta dela, as duas completamente peladas. Eu me aproximei da cabeça da Flor e tirei minha roupa, coloquei a ponta do pau duro nos lábios dela, e ela esticou a língua pra dar uns carinhos gostosos. Empurrei um pouco mais e meti o pau na boca dela, segurei a cabeça dela com uma mão e ela começou a se mexer devagar. De vez em quando, eu sentia os dentes dela roçando no meu tronco, mas gostava de sentir ela assim.

A Maca, vendo isso, esfregou com mais força a buceta da Flor, o que fez a Flor abrir mais a boca pra soltar um gemido e soltar meu pau, deixando ele balançando no ar. Eu me aproximei da Maca e ela parou de masturbar a Flor pra começar a curtir meu pau. Parecia descontrolada, a língua dela se movia percorrendo todo meu tronco e cabeça, chegou a enfiar meu pau inteiro na boca e bater o nariz na minha barriga. Ficou assim uns minutos e depois me soltou, deixando meu pau todo babado de saliva e meus sucos.

— Maca, ajoelha de costas pra mim na beirada da cama e apoia as mãos no colchão. — foi a ordem que eu dei, e ela obedeceu na maior rapidez.

Me coloquei atrás dela e passei a língua do clitóris até o buraco do cu. Ela ficou mole, senti o corpo todo tremer enquanto eu mantinha a língua grudada no cu dela. Continuei lambendo a buceta e o cu dela sem parar. intermitente, ouvindo os gemidos que a Maca me dedicava e que só me deixavam mais tarado, comecei a enfiar minha língua na buceta dela, que já tava bem quente e molhada, quando ela me parou com a mão.

— Não, Nacho, quero que você meta seu pau, não aguento mais. Desde que você mostrou ele na mesa, tô morrendo de vontade de você fazer isso comigo. Por favor, Nacho, enfia ele na minha buceta.

Ela se virou e ficou de barriga pra cima com as pernas abertas, se tocando a xereca com as duas mãos, mordendo o lábio inferior.

Não consegui parar de olhar pra ela, a cena tava super gostosa, e eu tava ficando ainda mais excitado, mas tudo foi pro caralho quando ela pegou os lábios da buceta dela com os dedos e abriu eles pra me mostrar o quanto tava louca pra ter minha pica dentro.

— Nacho, enfia aqui, sim... — ela disse, olhando nos meus olhos.

— Sim, Nacho, primeiro ela, quero ver vocês fazendo e depois é a minha vez. — A Flor falava enquanto abria as pernas e enfiava devagar o dedo do meio na buceta virgem dela.

Eu me aproximei da Maca, peguei meu pau com a mão direita e liberei a cabeça da minha pica, toda vermelha, babada e pulsando, acariciei a buceta dela com minha glande e passei por todos os lábios dela, fiz isso umas duas vezes e a Maca se arrepiou com o roçar do meu pau. Apoiei a cabeça na entrada da buceta dela, fiz um pouco de pressão e senti o quanto tava quente a caverninha dela, fui enfiando devagar, a cada avanço a Maca abria mais os olhos, não conseguia fechar a boca e não parava de ofegar, parecia que os gemidos não conseguiam sair do corpo dela. Consegui enfiar toda minha glande lá dentro, a Maca levantou a cabeça pra ver até onde meu pau tava, mal conseguiu ver um pouco e caiu de costas na cama.

— Maca: Haaaaa!!! Que gostoso, dói um pouco mas ao mesmo tempo eu gosto dessa dor, quero que você meta mais, por favor não para.

Eu obedeci o pedido dela e comecei a avançar devagar, segurei ela pela cintura quando meu pau chegou na metade e recuei um pouco, enfiei de novo, dessa vez um pouco mais fundo. Lá dentro, a Maca só se deixava fazer, com as mãos ao lado do corpo, segurando os lençóis, os olhos bem abertos e a boca quase sem conseguir soltar um som.

Recuei de novo, estava tudo tão molhado e escorregadio, meu pau se movia sem problemas e com pouca resistência, tava muito quente dentro dela e a pressão que a buceta dela fazia no meu pau era uma delícia. Meti na buceta da Maca, mas dessa vez minhas bolas bateram no corpo dela. Deixei bem encaixado por uns segundos enquanto a Maca me envolvia com as pernas e me segurava com força pra eu não me mexer, senti os braços dela me pegarem pelo pescoço e se pendurarem no meu corpo.

Maca - Haaaaaaa!!! Não!!!! Vou fazer xixi!!!! Vou gozar!!!! Haaaaaaaaaa! — gritou enquanto minha Vega era tomada pelos espasmos vaginais, senti uma explosão de fluidos saindo da buceta dela, molhando minha barriga e minhas pernas.

Me deixei cair sobre ela e meu pau enterrou ainda mais fundo, ela gritou de novo e me segurou com força. Ficamos abraçados assim por uns minutos enquanto os gemidos continuavam e iam sumindo aos poucos. Ouvi depois um pequeno soluço, quando me levantei e olhei no rosto da Maca, vi umas lágrimas escorrendo pelas bochechas dela.

Nacho - Tá bem, Maca? Te machuquei?

Maca - Tô bem, sim, só que nunca tinha perdido o controle do meu corpo assim, sinto que não tenho força pra nada. Obrigada, Nacho, te amo. — segurou meu rosto e me deu um beijo tão apaixonado e doce que me deixou bobo.

Depois do beijo, me levantei tirando meu pau devagar de dentro da Maca e vendo como ele tava molhado da porra forte. A Maca se deitou de lado e ficou em posição fetal, olhando pra gente.

A Flor tinha ficado imóvel vendo o que aconteceu com a Maca. Quando viu que eu me aproximava dela, levantou as pernas. Quando fiquei na frente, ela esticou e me envolveu com elas.

Flor - Agora é minha vez, Nacho, vai com calma, quero aproveitar igual minha amiga.

Me posicionei, cheio dos fluidos da Maca, segurei meu pau e deslizei a glande por... toda a buceta da Flor já tava bem molhada por causa de toda a excitação anterior, então coloquei minha cabeça na entrada da buceta dela e empurrei um pouco, fiquei surpreso que minha cabeça entrou de uma vez sem problema, empurrei um pouco mais e meu pau foi abrindo caminho aos poucos, parecia ainda mais quente que a outra buceta, só parei quando consegui meter meu pau inteiro, Flor tava parada de olhos fechados e as mãos massageando os peitos dela, deixei ela quieta uns segundos antes de começar a me mexer.
Senti como meu pau pulsava dentro da Flor, as batidas e espasmos da pussy dela, era uma sensação que eu não queria que acabasse, tirei meu cock até a metade e meti de novo devagar, o gemido da Flor ecoou por todo o quarto, repeti a ação umas quantas vezes mais e fui aumentando o ritmo das minhas penetrações, Flor gemia a cada estocada, tentava abafar os gemidos mordendo os lábios mas era inútil, de repente senti que meu pênis foi apertado com força e não aguentei mais a vontade e cravei o cock até o fundo deixando sair todo meu gozo dentro da Florencia, ela arqueou as costas, soltou um grito de alívio e prazer que se ouviu na casa toda, quase sem forças me deixei cair sobre o corpo dela e me deitei entre as duas garotas.

Flor- não acredito como isso foi bom, quando senti teu gozo dentro de mim, apagou tudo por uns segundos, só sentia teu sêmen percorrendo o interior da minha buceta, isso foi a coisa mais linda que já me aconteceu na vida Nacho, te amo pra caralho. - ela me disse entre lágrimas e me beijou com paixão.

Eu não podia acreditar no que tava acontecendo comigo, queria tirar foto do momento pra ter um registro daquilo, se eu contasse pra alguém ninguém ia acreditar, mas uma coisa era certa, eu tava me divertindo pra caralho.
Ficamos na cama nem sei quanto tempo, acordei de repente e vi que tava escurecendo, acordei as garotas que ainda estavam dormindo e peladas.

Nacho- meninas, levanta... já é muito tarde, Flor, teus pais vão chegar Em um instante a gente tem que dar uma limpada, eu preciso ir pra casa.

Flor — Fica tranquilo, Nacho, a gente limpa, mas me promete que a gente vai repetir.

Nacho — Sim, Flor, claro que sim, mas antes você vai ter que arrumar umas pílulas anticoncepcionais pra poder continuar sentindo meu gozo dentro de você, senão corre o risco de engravidar.

Maca — É, Nacho, minha irmã mais velha falou sobre isso com a gente, vou pedir pra ela me explicar direitinho e ver onde a gente consegue.

Flor — Toma, Nacho, leva minha calcinha usada de lembrança, tomara que a gente sempre possa ter momentos assim. Não esquece que você prometeu.

Me troquei como pude e guardei a calcinha da Flor no meu bolso, me despedi com um beijo em cada uma e tirei uma foto mental daquele momento pra nunca mais esquecer.

No meio do caminho pra casa, lembrei que tinha que contar pra Vane e pra Sandra o que aconteceu, não sabia como elas iam reagir, então uma sombra de preocupação pairou sobre mim... aquela segunda-feira no colégio ia ser um pouco complicada...

Continua... depende de vocês e dos seus pontos hehehehe

1 comentários - Universidad Primer Año 4ta parte