Conhecendo Eduardo, o engenheiro gostoso

Oi, meu nome é Fabiana. Tenho cabelo liso até a metade das costas, 1,70m de altura, sou magra, com uns peitos médios bem no lugar e firmes porque meu bebê não mamou neles. Tenho uma bunda e pernas bem definidas por horas de academia. Atualmente tenho 35 anos, sou casada há mais de 7 anos e fiquei 2 anos de namorada com Marcelo. Temos a mesma idade. Ele trabalha numa empresa multinacional e, por causa do cargo, vive viajando pelo interior do país e pra outros lugares. A cada 10 dias ele some por 10 ou 15 dias, dependendo do destino. Hoje temos nossa primeira filha, de 2 anos, que nasceu bem antes da pandemia de covid. E com meu marido, a coisa esfriou ainda mais na nossa vida íntima, que sempre foi bem sem graça, já que os dois viemos de famílias muito tradicionais. Sempre era só sábado ou domingo, e às vezes nada. E pra piorar, nas poucas vezes que a gente transava, na maioria das vezes eu não gozava. Além de ele ficar pouco em casa, meu corpo pedia mais, e muitas vezes eu tinha que me masturbar. Tinha vontade de comprar um vibrador bom, mas não tinha coragem, morria de vergonha. Com a pandemia, as compras online bombaram, então criei coragem e entrei no site de uma sex shop famosa da minha cidade. Comprei e meia hora depois chegou o que pedi. Mal olhei, já achei enorme. Comprei um realístico de silicone com vibrador, preto, que diz ser a rola de verdade de um ator pornô: 25 cm de comprimento por 5,5 cm de largura. Nunca tive coragem de meter ele inteiro, uso só como vibrador, é grande demais. Eu também trabalho, mas por causa da pandemia e da licença-maternidade, fiquei cuidando da minha bebê. Meu marido trabalhava de casa até poder voltar a viajar. Comecei a trabalhar de novo, mas em home office. Minha filha começou na creche, de manhã eu levava ela às 8h e ficava trabalhando num café-bar. da esquina da creche até meio-dia. Nesse bar chegavam todo dia dois senhores, um grisalho, olhos azuis, boa aparência, com uma barriguinha, uns 60 ou 65 anos mais ou menos, sempre muito bem vestido, e o outro mais novo, uns 48 anos mais ou menos, moreno, cabelo bem curto, magro, altura parecida com a minha, um pouquinho mais alto, então deduzi que tinha 1,75m ou quase 1,80m. Muito simpático, educado, e os conhecidos e o amigo dele chamavam ele de engenheiro. Ele sempre usava roupa de trabalho. Com o passar das semanas e a gente se vendo todo dia, começamos a nos cumprimentar. Um dia, o engenheiro veio sozinho no café. Achei estranho. Ele me cumprimentou como de costume, eu respondi e perguntei: "Só hoje?" "É, meu sócio viajou uns dias." Ele olhou pra cadeira vazia na minha mesa, e eu convidei: "Quer sentar?" Ele respondeu que era um prazer, se não fosse incômodo pra mim, já que eu tava trabalhando. Falei que pra mim também era um prazer e não era incômodo nenhum. Ele se apresentou formalmente: "Me chamo Eduardo", e estendeu a mão. "Fabiana, muito prazer." Quando ele apertou minha mão, meu coração já disparou. A mão dele era forte, um aperto firme. Conversando, fomos nos conhecendo um pouco mais. Ele me disse que é engenheiro eletromecânico e que trabalha, entre outras coisas, no complexo de prédios da outra quadra como consultor e chefe de manutenção, que o que ele faz é controlar as empresas que fazem os serviços de manutenção. Eu contei que sou contadora de uma empresa. Falei que achava curioso ele, sendo engenheiro, não estar de terno, que não é comum ver um engenheiro com roupa de trabalho. Ele respondeu que estudou engenharia porque é apaixonado por trabalhar com isso e não ficar sentado de terno numa mesa, usando o título só de enfeite. Aí ele se ofereceu pra fazer qualquer conserto na minha casa, se precisasse. Agradeci. Continuamos conversando, nos conhecendo mais. Ele solteiro, bom, no meu caso, já sabe. Percebi que ele tava com o carrinho do meu bebê, mas notei a curiosidade dele em saber se eu tava em um relacionamento ou separada, sobre o pai do meu filho. Ele chegou às 11:45, e eu já tinha que ir buscar meu bebê na creche, então juntei minhas coisas, chamei a garçonete pra pagar, mas ele não deixou. Ele pagou porque eu tinha convidado ele pra minha mesa. Agradeci, me despedi com um beijo no rosto e falei: "Até amanhã". Ele respondeu com um "claro, com certeza". No dia seguinte, mesma rotina, mais conversa. Ele começou a fazer perguntas safadas, cheias de duplo sentido. Eu ficava vermelha, e isso me entregava, e ele confirmava o que tava dizendo. Chegou a hora de ir de novo, e eu falei que tinha um serviço em casa e não sabia quem chamar. Ele perguntou qual era o problema. Falei: "O botão da descarga do vaso e as torneiras do chuveiro que estão vazando, e não sei quem chamar". Ele respondeu: "Já tá falando com a pessoa certa". Pediu meu endereço, eu falei, e ele disse: "Melhor você me mandar uma mensagem". Passou o número do celular dele, anotei. Ele perguntou que horas queria que ele fosse. Respondi: "Às 14:00 já tô livre". Ele disse: "Ok. Nesse horário tô aí". Exatamente às 14:00, meu celular tocou. Era ele, uma mensagem no WhatsApp: "Oi, tô aqui embaixo". Eu tinha me vestido com uma legging de lycra superjusta e uma regata de lycra curtinha, na altura da cintura. Pra ser sincera, tava meio com tesão e, inconscientemente, queria me mostrar. Ao mesmo tempo, tava nervosa. Moro no quinto andar, respondi e desci pra abrir. Ele nunca tinha me visto vestida assim. Ficou com os olhos arregalados, igual um dois de ouro, e a boca aberta. Disse: "Mas que surpresa!" E começou com todo tipo de elogio e cantada. Chegamos no meu apartamento, expliquei os problemas. Ele começou pelo botão da descarga do vaso. Precisava comprar uma peça de reposição. Ele explicou e disse que ia ver o outro problema, as torneiras do chuveiro, porque se precisasse comprar algo, comprava tudo junto. Ele puxou cortina do chuveiro, pra nossa surpresa, tava pendurada numa das alças da torneira uma calcinha fio-dental preta minúscula. surpresa pra mim porque não lembrava que não tinha tirado, e pra ele por encontrar uma peça daquelas ali. ele, com toda naturalidade, pegou, olhou bem, cheirou meio de brincadeira, e falou: "bom gosto, hein, e cheiroso". senti todo o sangue subir pro rosto, só consegui falar: "me desculpa, esqueci de tirar daí, que vergonha". ele respondeu: "sem problema, é normal, e você tem muito bom gosto. espero que seu marido saiba apreciar". mas não devolvia, ficou com a calcinha na mão. olhei pra ele e dei um sorriso que dizia tudo. ele nem percebe do que uso, queria falar. com a atitude dele, fiquei mais tesuda, sentia que tava me molhando. ele colocou minha calcinha fio-dental no bolso e continuou trabalhando, tirou as peças da torneira, falou que ia comprar. enquanto isso, olhei pra minha calcinha que tava usando e tava encharcada. não podia me tocar porque tava muito quente. ele chegou, mesmo tendo dado as chaves, tocou a campainha quando voltou. montou tudo rapidinho, vaso sanitário e torneira do chuveiro, ficou tudo perfeito. eram 3 da tarde, ainda tinha tempo. sozinha, perguntei quanto era o serviço e se queria algo pra beber. ele respondeu entre risadas e em voz baixa: "você". olhei com cara de esposa carente e falei: "epa, como é que é? sou casada". ele respondeu que isso não era problema. ofereci um café, ele aceitou. perguntou que horas meu marido chegava. respondi que só daqui a dez dias. ele me olhou com cara de safado e disse: "que pena pra você, que sorte pra mim". eu só ri, perguntei de novo quanto ficava o serviço. ele disse que nada, que não ia cobrar. me aproximei pra dar a xícara de café, ele pegou minha mão, me puxou pra perto, me beijou nos lábios. vendo que não resisti, me beijou de novo, dessa vez mais apaixonado, e eu respondi. nossas línguas se entrelaçaram. minha calientura só aumentava, as mãos dele percorriam meu corpo inteiro, da minha bunda até meus peitos, minha respiração mudou, ficou mais ofegante, ele tirou minha camiseta, o vento fez minha pele se arrepiar e meus mamilos ficaram ainda mais durinhos, ele começou a brincar com eles por cima do meu sutiã fino e delicado de renda transparente, amassava minha bunda. Não parava de me beijar, tirou meu sutiã, amassou meus peitos com força quase até doer, começou a chupá-los, nunca ninguém chupou meus peitos daquele jeito, nenhum dos 3 imbecis anteriores, 2 ex-namorados e meu marido atual, enfiou as mãos dentro da minha legging e brincava com o elástico da minha calcinha fio-dental branca que eu tava usando naquele momento, eu não aguentava mais de tesão, queria mandar ele me comer já, mas não podia parecer tão vulgar e desesperada, mesmo estando, devagar ele começou a puxar minha legging pra baixo, me beijava nos meus pontos fracos mais erógenos, meu pescoço e orelhas, terminou de puxar minha legging até os joelhos, brincava com minha peça minúscula, me virou, colocando minhas costas contra o peito dele, apertava meus peitos e acariciava minha barriga quase até o começo da minha rachinha, que eu uso totalmente depilada, ele deixou claro o quanto gostou daquilo, mas ainda não chegava a tocar na minha bucetinha suculenta, me fazia desejar, meus gemidos eram bem evidentes, ele tira meus tênis e termina de tirar minha legging, me senta no sofá com o corpo bem reclinado pra trás, se ajoelha entre minhas pernas, chupa meus peitos, vai descendo pela minha barriga até ficar sobre minha vulva, que ele beijava por cima da calcinha delicada e minúscula, acariciava meu clitóris com os lábios por cima do tecido, meu quadril respondia naturalmente com movimentos pra cima e pra baixo, ele puxou o tecido fino da minha calcinha fio-dental só com o hálito, fez meu corpo tremer, passou a língua como quem lambe um sorvete, apoiou a boca como uma ventosa enorme na minha pussy molhada e escorrendo, em segundos tive um orgasmo tremendo que não consegui parar, tomei tudo que pude dos meus sucos, ele soltou a boca da minha buceta e enfiou dois dedos, começou um movimento lá dentro que meu corpo sentiu aquela sensação maravilhosa do orgasmo de novo, mas dessa vez era diferente, mais intenso. Não aguentei mais e explodi, saía líquido pra todo lado como se eu estivesse fazendo xixi, mas era algo que eu não conseguia controlar, era o orgasmo mais forte que já tive na vida. Meu corpo tremia igual uma folha, ele tirou os dedos de dentro de mim, levou à boca e chupou, enquanto eu me recuperava, me beijou com carinho. Agora era minha vez de fazer minha parte, tirei a camisa dele, abaixei a calça e me deparei com um volume mais que considerável, toquei por cima da cueca e senti algo muito duro. De repente, pulou uma pica enorme que eu nunca imaginaria, só lembrei daquele vibrador que comprei na internet e nunca tive coragem de enfiar. Mas agora eu tava mais excitada do que nunca, e isso era uma verga de verdade. Apesar do susto, pelo menos ia tentar. Comecei a dar beijinhos ao longo daquele pau fibroso, as veias pareciam que iam estourar, a cabeça era formada como um cogumelo. Cheirava bem limpo, ele tinha tomado banho antes de vir. Comecei a chupar a cabeçona com os lábios, depois tentei enfiar na boca, mas era impossível passar da cabeça. Eu não me considero uma boa chupadora de pica, nunca chupo meu marido, ele não pede e não me atrai, e ele também não faz sexo oral em mim. Mas agora eu ia dar o meu melhor porque essa pica me atraía pra chupar e satisfazer meu amante. Mas a verdade é que não precisei, porque ele tomou o controle e meteu na minha boca do jeito que ele quis. Me pegou pelo cabelo, fez um rabo de cavalo e fez o que quis. Com a outra mão, tampou meu nariz e enfiou aquela tranca enorme até o fundo da minha garganta, deixou lá até eu sentir que não aguentava mais, aí tirava e deixava eu respirar. eu tava muito excitada quando percebi que eu mesma tava me tocando, ele deixou eu me levantar, peguei na mão dele e levei pro meu quarto, queria estar na minha cama com ele, ele me acomodou na beira da cama de barriga pra cima, ficou entre minhas pernas, tirou minha calcinha fio dental minúscula, me deu umas lambidas na minha buceta inundada, me ajeitou mais pro meio da cama, levantou minhas pernas, e aí chegou meu pesadelo, começou a me penetrar com uma pika enorme, que não tinha dificuldade pra entrar porque eu tava bem lubrificada e a pika bem babada, doía muito, como se eu tivesse perdendo a virgindade de novo, sentia a pele da minha pussy esticar, eu tive minha filha de cesárea, então minha pussy nem esticou por causa do parto, por isso essa vergonha me fazia doer, eu sentia centímetro por centímetro deslizando pra dentro de mim, ele ia com um vai e vem bem devagar, como se tivesse consciência do que tem, e do que pode causar numa mulher se não tomar cuidado, já tinha mais ou menos a metade dentro e parou quieto pra minha pussy se acostumar com o tamanho dele, enquanto me beijava e amassava meus peitos, eu adorava como ele fazia, forte, quase fazendo doer, mas isso me excitava ainda mais, tive um orgasmo violento, nem pensei em tapar a boca pra vizinha não ouvir, eu tava no meu mundo, esqueci de tudo ao redor, e aí ele começou a se mexer e meter mais pika dentro de mim, já sentia prazer, não tanta dor, ele percebeu e começou o vai e vem de ponta a ponta na minha pussy, com a sensibilidade do orgasmo recente não aguentei e explodi de novo num orgasmo violento, nunca na minha vida senti igual, meu corpo não parava de tremer igual folha, e os jatos que saíram de mim não dava pra acreditar, se o anterior foi escandaloso, esse nem imagina, não me importava com nada naquele momento, esqueci que tava na minha casa e com vizinhas fofoqueiras por perto que podiam me ouvir gemer e gritar com aquela pika orgasmos, acabo de descobrir que sou multiorgásmica, nunca pensei que saberia o que era isso quando minhas amigas falavam sobre isso. Eduardo continuava se movendo, me curtindo, enquanto eu não parava de ter orgasmos. Naquele segundo em que senti o pau dele mais duro e, como se fosse possível, mais inchado, junto com seus gemidos, como num ato reflexo, pedi pra ele não gozar dentro de mim. Não terminei de falar e já sentia aquela descarga tremenda, como o pau dele pulsava dentro da minha buceta, e o fogo da porra dele fez eu apertar ainda mais minhas pernas na cintura dele, como se fosse pra ele não escapar. E eu explodi de novo num orgasmo ao sentir a porra quente dele. Não amoleceu, mas ele diminuiu a intensidade, continuou se movendo bem devagar, como se quisesse acomodar bem a porra no fundo da minha buceta. Aí perguntei se ele queria me engravidar. Ele riu e disse: "Claro que não, você é casada, supostamente você se cuida." Quem ri agora sou eu: "Você supõe errado, porque eu não me cuido, quem faz isso é meu marido. Por isso quis te avisar, mas você não me deu tempo e já me encheu." Ele, com voz de deboche, falou: "Mas você também não insistiu muito", se referindo à minha reação quando ele tava gozando, que eu me enrolei com minhas pernas e gozamos juntos. Falei: "Mesmo assim, acho que não tô nos meus dias férteis, mas por via das dúvidas, vou comprar a pílula do dia seguinte."

O pauzão dele, que tava mole dentro de mim, endureceu de novo. Ele começou a se mover devagar, e quando tava bem duro, pediu pra eu virar, ficando com o peito apoiado na cama, as pernas bem abertas, deixando minha intimidade à mercê dele. Achei que ele queria me comer pelo cu, fiquei em pânico e quase desisti, porque juro pela minha filha que nunca ninguém meteu lá, e esse pauzão ia me machucar de verdade. Mas não, ele se ajeitou e começou a chupar minha bunda, passando a língua de ponta a ponta por toda a minha racha, desde a minha buceta até o fim da minha bunda. Isso me arrepiou toda. Ele se concentrou na minha bunda, brincando com a língua por todo o lugar. e introduzindo a língua o mais fundo que dava naquele buraquinho, percebendo que aquilo nunca tinha sido usado. Ele se ajeitou atrás de mim e eu pensei: aqui não me salvo. Ele passou o pau inteiro pela minha bunda, encaixou aquela cabeçona na entrada do meu cu, fez uma pressãozinha, mas a verdade é que meu cu resistiu. E minha reação também fez ele desistir, pelo menos por enquanto. Ele disse: isso vai levar mais tempo e um bom lubrificante. (É, dessa vez não teve sexo anal, então isso fica pra outra história.) Ele encaixou a cabeçona na entrada da minha buceta, que estava escorrendo, e meteu. Começou a se mover devagar, e cada vez mais forte, batendo o pau no meu útero e a pélvis nas minhas nádegas. O plaf, plaf, plaf, e os gemidos, e umas palmadas bem picantes, me deixando bem marcada, como se dissesse: você me pertence. Ecoavam no meu quarto. Ele enfiou um dedo no meu cu, enfiava e tirava, e isso me levou de novo ao máximo tesão. Agora enfiou outro dedo da outra mão e abriu meu cu. Aquela sensação nunca vivida me enlouquecia. As estocadas eram bem fortes. Isso fez eu me tocar na buceta e, no segundo seguinte, comecei a gozar enormemente de novo. E isso fez ele me comer mais rápido e encher minha buceta de porra de novo. Pensei comigo: é isso que se sente com uma dupla penetração? Isso foi o mais perto que cheguei de ter um pau enorme enfiado até o fundo na minha buceta e dois dedos no meu cu. Mas amei. Agora entendia um par de amigas minhas que, sem vergonha, sempre contam em encontros de amigas suas experiências. E hoje pude comprovar que muitas das histórias delas são reais e tão gostosas quanto elas contam. Eduardo me vira de barriga pra cima, nos beijamos e acariciamos. Sai da alma um: isso é um sonho... Ele ri e diz: ok. Falo: são 19:00, daqui a pouco chega minha sogra com a menina. Ele diz: sim, claro. Eu não aguentava mais, não sei quantos orgasmos tive. Nos beijamos, acariciamos, ele me deu uma chupada de Peitos de novo, falei chega, já tá tarde. Perguntei se ela queria tomar banho, ela disse que sim, se a gente tomasse junto. Falei tá bom, rapidinho. Entramos na banheira, a primeira coisa que ela fez foi me encostar de frente na parede e enfiou o pau já duro de novo na minha buceta por trás. Adorei. Não demoramos muito pra gozar de novo. Terminamos de tomar banho, ela foi pro meu quarto se vestir, eu fiz o mesmo. Nos beijamos de novo como despedida e descemos pra ela ir embora. Subi, arrumei tudo, organizei o quarto, mas não troquei os lençóis porque não dava mais tempo. Lembrei da minha calcinha minúscula, pra não deixar largada no chão. Procurei, não achei em lugar nenhum. Mandei uma mensagem pro Eduardo: "Não acho minha calcinha fio dental". Ele respondeu: "haha, não sabe onde tirou?" Respondi: "Até sei, tirei na minha casa mesmo". Ele disse: "haha, qual é?" E mandou uma foto da minha calcinha branca, focando na parte que encosta na minha buceta, que tava toda molhada. Mandei um sticker de vergonha. Falei: "Te vejo amanhã". Ele respondeu: "Sim, ok." Minha sogra chegou com a pequena. CONTINUA... Espero que gostem e que excite vocês tanto quanto me excita.

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