Oi, tudo bem? É a primeira vez que escrevo, tudo é baseado em fatos reais. Mudei os nomes só pra facilitar a identificação. Moro em Buenos Aires, sou casada, tenho dois filhos e vivo com meus sogros em apartamentos conjugados. Eles são pessoas tranquilas. Minha sogra é uma mulher dinâmica, com um físico, digamos, bem bacana. Ela é de estatura média, tem seus atributos, não vou negar. Mesmo com a idade, os peitos e a bunda ainda são empinados, o corpo é consideravelmente bom. Ela fala alto, é do jeito dela, parece que tá sempre brava, mas é assim mesmo.
Um dia, sem que ela percebesse que eu estava em casa, e eu sem saber que ela estava, ouvi ela falando no celular — coisa rara nela, porque sempre usava o telefone fixo. Quando senti a voz dela bem suave, desci sem fazer barulho, mas não consegui ouvir o que ela tava falando. Desde então, comecei a observar ela. Ela tinha mudado um pouco, tava mais radiante. Claro, não tem corpo de modelo, mas tenho que admitir que ela tem seus encantos, e com 60 e tantos anos, ninguém diria. Andava com os peitos bem empinados e a bunda bem levantada. Aí pensei: essa coroa tem um amante, porque meu sogro já não tava dando conta. Mas eu precisava ter certeza. Não sei por que, mas na hora não consegui me explicar direito, senti uma pontinha de inveja.
Mesmo que fosse verdade, eu precisava saber quando eles se encontravam, porque com as atividades dela, da família e do negócio, não era fácil. Ela tava toda produzida, feita uma gostosa, e isso me dava uma raiva. Disfarçada, porque dava pra ver que ela tava se divertindo com o amante, mas quando, tipo, quem era? Como tudo chega, um dia se confirmou pelo que eu ouvi, e não sei se ela sabia que eu tava em cima, ela tava falando no telefone, dizia pro amante que tava bem, contente que tinha curtido muito, mas que tava dolorida e que tinha ficado com a pussy muito inchada, tudo isso num tom bem baixo, não sei o que diziam do outro lado mas eu imaginava, ela dizia que sim, que gostava, mesmo doendo a pussy, gozava com aquela cock enorme que o amante tinha e enchia ela de cum, e ela lembrava como ele tinha sacudido ela, e o que rolou no chuveiro, pelo visto também enfiou nela no chuveiro, nessa hora minha respiração acelerou e eu tava me molhando toda com o que ouvia, escutando o que a coroa falava. Se ela dizia quando fui tomar banho, e você veio me ajudar, como eu curti, quando senti seu poronga nas minhas nádegas me excitei, você me ensaboava tão doce e sua cock começou a endurecer, num momento quando senti a cabeçona no meu bum, fiquei com medo, e pensei tchau bum Maria, se meter tudo isso me parte em 8, e bom fiquei resignada mas você é todo um cavalheiro, não assim quando o sabão escorrega e na pressa de não cair no chão me arqueio e deixo bem a pussy em cima da sua vergota e você não perdeu tempo meteu um bom pedaço, parecia que você tava me partindo de novo, e eu gozei ali mesmo, nunca pensei que podia ficar tão excitada e ter orgasmo atrás de orgasmo na minha idade, mas não podia te deixar assim, você tava a mil, mesmo doendo eu pedi e você meteu o que faltava, escaparam uns jatos de mijo e algum peido ao tirar até a cabeça e meter de uma vez gozamos juntos... não sei o que respondiam do outro lado, e ela dizia um creme, pra quê????... Pelo visto ele ia fazer o bum na véia, que pelo que ouvi tava escapando. - Eu tava toda molhada, fui devagarinho até o Banho lá em cima e bati uma punheta sonhando com uma rola assim. - À noite, quando transava com meu marido, imaginava aquela rola e gozei como nunca tinha gozado com ele em todos os anos de casada. - Um dia ela falou: "Vou no mercado, precisa de algo?" Eu respondi: "Não, nada, nem sei o que vamos fazer de jantar", e ele saiu. Nesse dia, ela estava de saia e camisa, e foi embora. Fiquei arrumando as coisas em casa e nem sei quanto tempo passou, quando ele voltou, nem senti. Quando desci, já com malícia, pra ver se conseguia pegar ela em alguma, encontro ela falando sozinha, lavando os legumes, mas bem baixinho, dava pra ouvir o que dizia: "Que safado, que trepada que ele me deu num instante, que rola que ele tem, toda vez que me come me faz gozar igual uma puta e como eu gosto. Da puta, como dói minha buceta, que safado, mas eu gosto, me excito só de pensar naquela rola, ahhhhhhh." Pra mim, ela teve um orgasmo só de pensar no amante, que filha da puta a velha. Aí me veio uma ideia, que seria minha perdição ou minha sorte. O amante não devia estar longe, e pensei que podia ser o velho do prédio, dois apartamentos pra lá, um senhor elegante, fino, sempre bem vestido, muito educado. Comecei a observar até que foi minha perdição. Minha conclusão foi rápida: se ela foi ao mercado e voltou com as compras, o amante tinha comido ela, tudo tinha que ser perto. - Assim os dias passavam e eu sem saber quem era. Devo admitir que nessa época, só de pensar como seria esse amante, eu ficava com tesão, me molhava igual uma adolescente. - Não sei se ela percebeu que eu observava ou se foi impressão minha, e eu pensava: "Você não vai me enganar, vou descobrir custe o que custar", e foi o que aconteceu. - Um belo dia, ela disse que precisava sair pra resolver umas coisas e não sabia que horas voltaria. Como ela cuidava de tudo, contas, bancos, do negócio, não estranhei, mas pensei: "Essa vai passar um bom tempo na cama." Se arrumou bem pra um encontro e eu falei: "Essa é a minha, e se fosse como eu pensava, tudo estaria bem, seria questão de minutos, então me preparei. Não sei se era porque estava ansiosa pra saber quem era o amante ou o quê, já estava toda molhada. Fui, me lavei e vesti uma saia jeans como nunca, e uma camiseta, sem sutiã. — Quando ele se despede e sai, eu falo: "Liga se vier comer…" — "Sim, sim, começa a preparar que eu volto daqui a pouco", ele disse e saiu. Quando calculei que ele já tinha ido pra rua ou pra casa do veterano, saí devagar. Tava tão ansiosa que não medi as consequências. Não tinha ninguém no corredor do prédio e bati na porta do meu vizinho, que tava aberta. E pensei: "Cris, é agora ou nunca…" E entrei como uma ladra, fechei a porta sem fazer barulho, atravessei o pátio pequeno. A porta da cozinha tava aberta e dava pra ouvir vozes lá dentro. Já na cozinha, a porta que levava pros outros cômodos tava fechada e não dava pra identificar de quem eram as vozes. Tava ansiosa pra saber e ver. Na minha imaginação, eles estariam nos preparativos pro ato, e só de pensar já me excitava, quando uma voz me trouxe de volta à realidade: — O que você tá fazendo aqui na minha casa? Só saiu um som lamentoso de mim: — Você tá comendo a Maria e tem ela aqui. O veterano, muito seguro de si e da situação a favor dele, estava ali, com uma camiseta azul, bermudas sociais e sapatos de camurça, cheirando a colônia cara, tudo muito masculino. — Você tá enganada, não sei de quem você tá falando, mas me parece que você tá procurando alguma coisa… Não saía nada de mim. A fragrância me enlouquecia e minhas associações com o que ouvi e o momento me excitavam. Não podia gritar, eu tinha invadido a casa dele sem permissão. Comecei a chorar, não sei por quê. Pensei em mil coisas. Ele, seguro, disse: — Vem, pequena, vou te mostrar uma coisa. E me pegando pela mão, me levou pelos diferentes cômodos. Chegamos no quarto dele, não tinha ninguém, só música e uma TV ligada. Eu não sabia o que dizer. Ele se aproximou, me pegou pela cintura, me puxou pra perto dele e eu senti que estava perdida. O veterano me tinha nas mãos dele. Cara, eu não tava fazendo muita força pra me soltar dos braços dele e falei "e agora?", "vou embora" eu disse... Ele deu um sorriso suave e me apertou contra o corpo dele, eu tremi, e ele me deu um beijo na boca que me desmontou. Eu não reagia, tava nas nuvens, ou talvez fosse que eu tava procurando, no meu inconsciente procurava um amante, e me deixei levar. Em tempo recorde, ele me despiu, sem nenhuma resistência da minha parte, me deitou na cama enorme dele, que tinha um cheiro de fragrâncias enlouquecedoras, e começou o trabalho de sedução. Percorreu todo o meu corpo, com movimentos certeiros, meus peitos ficaram duros, comecei a ficar excitada numa velocidade absurda, pensando que se ele era o amante da Maria, agora também ia ser o meu, e conferir o tamanho do cock dele. Deixei ele fazer, e me entreguei aos jogos do sexo.
Ele começou devagar a percorrer todo o meu corpo com a língua, ele manjava, e arrancava de mim suspiros de prazer, e chegou na minha pussy molhada, e como um mestre começou com a língua o trabalho dele. Ele era e é um expert, e ia me proporcionar coisas que ninguém nunca me deu, nunca ninguém me fez um oral igual àquele. Tive orgasmos consecutivos, que nem eu sabia como aconteciam. Ele só falou "hummm, que tasty, parece que não te tratam bem, bombom", e eu explodi num orgasmo interminável na boca dele... "Agora você vai ganhar um prêmio", ele disse, se levantou e começou a se despir. Tirou a camiseta, desabotoou a bermuda e deixou cair. Eu me sentei na cama e vi o que a cueca escondia: um volume enorme, digo, enorme mesmo, e sem pensar me joguei nele, desesperada, tava excitadíssima, e puxei a cueca pra baixo de uma vez, e só me saiu "mãe do céu, que cock!!!!!!". Ali estava, meia ereção, uma cabeçona e um tamanho foda. Já não me importava mais se ele comia a Maria, eu queria ele pra mim, não ligava como ia dar conta, queria e pronto. Tentei levar à boca, só a cabeça, e não cabia. Segurava com as duas mãos, era um presente dos deuses. Depois de brincar um pouco, quando ele ficou Dura, me chamou de bombocinho, "aqui tá seu prêmio, como você quer?" "Do jeito que você quiser, mas me dá o cum, já!!!" Me virou de barriga pra cima, colocou um travesseiro debaixo da minha bunda, sabia o que tava fazendo, eu só queria aquela pica já. Ele se ajoelhou, levantou minhas pernas e começou a passar ela na minha buceta, me deixou louca de tesão, eu tava explodindo em outro orgasmo, e falei como quem implora: "buceta, mete ela". Quando ele colocou na entrada da buceta, eu soube que era uma pica grande fora do comum, e com um empurrão ele meteu a cabeça. Soltei um grito desgarrado, abafado pela música. "Tá gostando?" ele perguntava baixinho no meu ouvido enquanto enfiava a língua, me esquentando mais e mais. "Siiim, buceta!" Tentei pegar nela e percebi que ainda tinha um pedaço enorme pra fora, então me preparei o melhor que pude, sabia que ia doer e fazer gozar. A cabeçona já tava quase dentro, abrindo caminho, tinha certa dificuldade pelo tamanho da pica que eu tava acostumada. Eu tava toda molhada, e isso facilitava a penetração. "Quer mais um pouquinho, bombocinho?" "Sim, buceta, faz sua!" E num movimento bom, ele meteu até a metade, parecia que me abriam em duas, e era real, tava me partindo ao meio. Tive um orgasmo interminável, ele seguiu os movimentos. "Vai, buceta, me dá seu cum", falei, já começando outro orgasmo. "Mete ela!" E o veterano não fez esperar, com um empurrão meteu tudo, parecia que me partia ao meio. Que filho da puta, que pedaço de pica! Ele tirou até a cabeça e mandou sem piedade, e antes de fazer isso falou: "aqui tá seu cum" e abafou meu grito com um beijo. Cravei minhas unhas nas costas dele, e isso potencializou ainda mais. Instantes depois, senti o cum saindo em torrentes da pica dele, inundando minha buceta, se misturando com a minha. — Ficou um tempo em cima de mim, e a pica continuava dura. Me fez carinho, me deixou enfiada, e eu adorava ter aquela pica dentro de mim. De vez em quando ele dava uma empurradinha e me fazia gozar como uma louca, eu não conseguia parar. acreditar no que tinha feito, desceu e ficou de lado e continuou me acariciando, dava pra ver que o veterano era de longo fôlego e aqui não tinha nada preparado, nem pílula nem nada, tudo natural, minha buceta tava doendo, mas se tivesse mais, não ia dizer que não, tava feliz, ia inchar, não me importava, tava descontrolada, e falei desafiando ele: tem mais...? sim, ele falou, e eu falei: eu por cima. Subi e enfiei aquela pica de uma vez, parecia que ia sair pela minha boca, e montei que nem uma louca, nem sei quantos orgasmos tive, quando pensando em mim e não nele falei: termina, e ele falou: já me comeu, agora vou te comer eu. Me colocou de quatro, só pensei e gritei: a bunda nãooooo!!! Ele falou: fica tranquila, isso fica pra próxima, senão você não vai andar, e era verdade. Fiquei de quatro e ele começou a meter, parecia que era a primeira vez, gozei na hora e depois ele enfiou até o fundo, sentia os ovos dele batendo, cada empurrão sentia ele entrando, e cada vez parecia maior, me fazia gritar de prazer, tava uma puta. Ali, de quatro, apoiada com as mãos na cama, empalada, já não aguentava mais, o próximo orgasmo já tava sentindo, ali, e falei: me parte e me dá seu gozo aaaaaaaaaahhhhhhhhh e ele gozou. Quando tirou, falou: agora vai ver quanto gozo você tinha pra mim. E tirou, ainda excitada pela foda, senti minha buceta transbordando, e o gozo escorrendo pelas minhas pernas, e assim de quatro fiquei sentindo a delícia. Ele passou a pica na minha buceta e na minha zanja, molhando com sêmen, e falou: mais um pouquinho e você vai ver o que tinha guardado. E enfiou de uma vez, coisa que não esperava, mas gostei, me deixou um tempo assim empalada, parecia uma marionete, e como eu gostava e gozava. Falei: tenho que ir. Bom, ele falou e tirou, dura, não podia acreditar no estado da pica. Quando me endireitei, caiu formando uma poça grande de sêmen e alguns fios de sangue, sem dúvida ele tinha me partido, caiu no Chão, impressionante a quantidade, levantei e fui me lavar e ele disse, te ajudo, pensei e falei não vou te pegar de novo no banheiro, outro dia. Me lavei com a buceta dolorida, mas satisfeita pela cock que encontrei e dei um beijo nele e ia saindo quando ele falou espera, vou espiar se tem alguém no corredor, espiou e disse não tem ninguém, ah e lembra, toda vez que te encontrar sozinha no corredor, vou te trazer aqui e te comer quantas vezes eu quiser, nem precisa, falei eu venho sozinha, ele me deu um beijo e fui pra minha casa.
- Cheguei, tomei um banho, e tava com a buceta toda arrebentada, começou a doer e inchar, joguei bastante água fria pra acalmar, me vesti e fui preparar a comida.
- Enquanto fazia isso, não parava de lembrar daquela cock, e já não me importava se era a mesma que a minha sogra comia, no fim das contas não me importava ter que dividir, porque resistência o veterano tinha e sabia usar bem.
- Tava no meio do corre na cozinha e ouço minha sogra chegar e ela fala, o povo tá tudo louco na rua, e eu nos meus pensamentos sujos, tô nem aí véia, você não sabe a cock que eu comi, mas claro não podia falar, agora tinha que descobrir se o veterano era também o amante dela, não por nada, mas porque agora tinha que ter mais cuidado, porque se fosse verdade, as duas queriam a mesma coisa, e a questão era não se descobrir.
- De vez em quando esquecia e fazia algum movimento brusco e a buceta doía, até na hora de mijar, não queria nem pensar quando ele metesse no meu cu, dava um pouco de medo, mas ao mesmo tempo queria saber como era, já que nunca tinham feito, era virgem e tava disposta a deixar o veterano arrebentar, sabia que ele ia preparar bem, mas também sabia que ia estourar com aquela cock enorme.
- Passaram os dias, encontrei ele várias vezes no corredor, muito educado me cumprimentava, porque sempre vinha com alguém ou eu tava ocupada e não podíamos ficar sozinhos. No supermercado, não podia levantar suspeitas, pelo menos na minha família, eu sonhava com aquela pica. Depois disso, em poucos dias, tive relações de rotina com meu marido, sem paixão, era só meter e tchau até amanhã. A pica do meu marido, comparada com a do veterano, era um palitinho, mas tinha que fingir. No fim, quando tivesse oportunidade, ia me vingar com o veterano, com uma pica boa.
- Passaram-se muitos dias, eu andava doida, subia pelas paredes, não podíamos ter contato, queria que o veterano me comesse, tava com um humor de cão, mas me acalmava porque, embora não tivesse certeza se ele também comia a velha, ela andava igual. Então me dava tranquilidade saber que, se era o problema dele, também não podia ter contato. No fundo, eu dizia: vou te vencer, véia.
- Um dia de manhã, acordei bem tranquila, vesti uma legging bermuda e uma camiseta, cumprimentei todo mundo que ainda estava em casa e fui cuidar das minhas tarefas. Lá pelo meio da manhã, perguntei pra Maria o que íamos preparar de comer. "Podemos fazer massa", ela disse. "Precisa ir ao supermercado. Eu tenho que ir ao negócio depois do almoço pra pegar os papéis pra liquidar." Essa é a minha chance, pensei.
- "Beleza", falei. "Aqui tá anotado o que precisa do supermercado. Vai agora, se quiser, que não deve ter muita gente." Peguei a bolsa e me preparei pra sair. Fecho a porta do corredor e vejo o veterano vindo. Os hormônios foram à loucura, acho que usei a palavra: buceta molhou na hora. Pra não levantar suspeitas, cumprimentei alto, tipo "como vai", e saí em direção à porta da rua. Ele vinha atrás. A cada dois passos, eu olhava pra ele e andava bem devagar, esperando ele e, ao mesmo tempo, observando se a velha não tava espiando. Faltavam uns 5 metros pra chegar na porta, já tava quase colada nele, e ele falava baixinho: "Que rabo gostoso, mamãe, vou chupar ele todinho!!!" "Cê gosta?", eu dizia, e rebolava. Quando chegamos na porta, eu não tinha tirado a chave, e ele disse: "Eu abro." Olhei pra trás. atrás, com uma mão eu tinha a chave, com a outra ele me agarrou pelos quadris e me puxou assim, e eu fiquei entre a porta e ele, com movimentos rápidos colocou a chave e a mão na minha pussy molhada, enquanto esfregava a porra da poronga dele na minha bunda, me deixou sem fôlego, ai papu, que cock você tem, balbuciei entrecortada, hoje te espero, tenho uma coisa pra você, ele me deu um beijo no pescoço e me apertou de novo, eu abri as pernas automaticamente de tão excitada que tava e senti o volume, quase gozei ali, saímos pra rua e fomos andando como bons vizinhos pro supermercado. Eu andava no supermercado, procurando as coisas que precisava, em outro momento eu teria demorado no máximo 20 minutos pra juntar tudo, mais o tempo do caixa, mas eu tentava localizar onde ele tava, às vezes a gente se encontrava nos corredores, ele me passava cada mão que me esquentava, ou me apoiava quando eu fingia que tava procurando algo nas prateleiras de baixo. A gente voltou, ele tava na minha bunda atrás de mim, e como se fosse sem querer, com muita habilidade, me tocava, bem disfarçado, aquilo me excitava, a adrenalina tava lá, a mil, eu tava carregando um monte de coisas, ele pra disfarçar falou: "espere, senhora, eu ajudo com a sacola, só um momentinho", "obrigada", tudo um cavalheiro. A gente voltou, no caminho eu contei que teria um tempinho quando a velha saísse, pra nós, ele só disse: "a porta tá aberta, entra e tranca", não dava mais, a gente já tava dentro do corredor, eu andava devagar, ele me apalpava de vez em quando a bunda e os peitos, quando chegamos, quando fui abrir a porta e agradecer, ele me beijou com tudo, me apalpou os peitos, a bunda e a pussy molhada, e me apertou contra ele e me fez sentir, "a gente se vê" e foi embora, eu gritei "obrigada por me ajudar a trazer as sacolas". Quando entrei, a velha perguntou: "quem te ajudou?", "Alberto, o vizinho", "ahhh", disse a velha, "sempre tão atencioso com todo mundo aqui", e eu pensei comigo mesma. Mais que atento, juajauauau!!! Preparei o almoço, e eu já pensando na sobremesa, quando todo mundo fosse embora, os moleques pra escola, a véia pro trampo, não passava a hora e fui lá, troquei a calcinha molhada, mas deixei a legging. Ia ter umas 2 horas, e mesmo achando pouco, tinha que aproveitar ao máximo, só de pensar já me excitava, e me molhava. Bom, os moleques foram, faltava a véia sair e meu sogro vir comer, sempre deixava tudo pronto, porque ele comia e tirava um cochilo, depois ia embora e a véia voltava, mas nesse meio tempo eu ficava em casa sozinha mais de 2 horas, então tinha que tirar o leite, bahh, a buceta. Quando a véia tava saindo, toca o telefone, era meu sogro, falando pra ela levar a comida porque tinha chegado mercadoria e precisava arrumar e marcar, e que assim os dois resolviam mais rápido. "Beleza", disse a véia, "vou preparar e levar tudo". Quando ela me contou, uma alegria me deu, mas fiz cara de triste, e sabendo que a véia ia dizer não, falei: "Quer que eu vá ajudar?" "Não", disse ela, "a gente se vira, você tem que cuidar dos moleques quando voltarem da escola". Ela saiu, a véia, "qualquer coisa te ligo", falou no telefone, "assim você não precisa descer pra atender". "Beleza", falei, e ela foi. Quando passaram uns 5 minutos, fui no banheiro, tirei a calcinha e vesti outra legging limpa, uma camiseta que marcava os bicos dos peitos sem sutiã, tava excitada. Fui na porta pra ir ver ele e trombei com uma vizinha, que começou a conversar, a véia não ia embora nunca. Falei: "Bom, vou terminar de limpar", pra ela ir, e ela foi. Me espiava e sempre tinha gente no corredor, que filhos da puta, pensei, justo hoje todo mundo no corredor. Foram talvez minutos, mas pra mim parecia uma eternidade. De qualquer jeito, tinha que trancar a porta e deixar o telefone por perto, só por precaução. Então saí, qualquer coisa, se me pegassem no corredor, tocava a campainha do vizinho e entrava. Arrisquei. Saí, não tinha ninguém. Abri, entrei, tranquei a porta como ele me disse e fui pra sala. Ele tava sentado no computador. Levantou e me abraçou, começou a me paquerar. Eu tava louca de tesão, queria pica já!!!! Falei: "Como você me fez desejar hoje, não podia nem tocar, que safado que você é…" E meti a mão até meu prêmio. Abaixei a calça e a cueca dele, e lá estava meu brinquedo, pronto pra usar. Me ajoelhei e tentei enfiar na boca, desesperada. Ele foi endurecendo. Me levantou devagar, começou a me despir. Meus peitos ficaram de fora, e quando ele baixou a legging, falou: "Upa, sem calcinha." Eu disse: "Passei a manhã toda trocando de roupa, molhava só de pensar." Nós dois somos altos, então se ele quisesse me enfiar de pé, não precisava procurar nada. Quando fomos pro quarto, sentia ele encostando na minha bunda e lembrei do que ele tinha dito, que ia chupar ela. Pedi: "Você vai chupar minha bunda, né? Nunca fizeram isso." Ele respondeu: "Bom, parece que tem muita coisa que nunca fizeram em você, porque tão te comendo errado." Enquanto falava, passava a mão nos meus peitos por trás e eu sentia a pica grande dele entre minhas pernas. Me deixou doida. O suco seminal escorria, e ele percebeu: "Cê tá no cio." "Siiiiim, desde esta manhã, desde que te vi. E você me apalpou toda." Ele me deitou devagar na cama, com as pernas penduradas, começou a me lamber. Eu me contorcia de prazer. Me fez gozar quase na hora. Ele disse: "Fuck you, primeira chance. Como você quer?" "Toda", falei. "Já sei que quer toda. Que posição?" "Eu por cima primeiro, depois me come do jeito que quiser. Quero pica já!!!!" Ele deitou e se ajeitou. Eu ia molhar a pica dele com saliva, mas ele disse: "Não, usa o gel." Passei e me preparei. Quando senti a cabeça, me estremeceu. Era grande. Fui sentando, e quando achei que tava, sentei de uma vez. Percebi que tinha me enganado. Enfiei tudo. Doeu, e a dor virou prazer. Em poucos movimentos, começaram meus orgasmos. Eu vinha de uma manhã muito excitada. Semanas de abstinência, não contava a do meu marido porque não gozava, fingia. Agora sim tava aproveitando, sentia como meu gozo tentava sair, e a pica continuava dura. Eu queria sentir o gozo dele, e ele falou: "vira". Como assim? "Gira sem tirar ela, de costas pra mim". Ele sabia bem o que queria, eu não. Girei, tava com o quadril um pouco levantado e virei. Quando fiquei de costas, ele começou a me tocar. Não tinha mudado nada, sentia a mesma coisa com a pica toda dentro de mim. Ele me agarrou pelos peitos e me esquentava cada vez mais. Eu tava prestes a explodir em outro orgasmo e falei: "vai me dar gozo...?" "Sim", respondeu. "Quando você quer?" "Agora!" E comecei a cavalgar. "Agora, pussy, me dá seu gozo." "Tá bom", ele disse... e baixou o quadril. Ahhhhhhhhhhhh, a puta não tava preparada pra essa. Ele meteu a pica toda, pensei que ia me arrebentar. Que filho da puta. As bolas dele ficaram na altura da entrada. Agora sim podia dizer que ele tinha metido tudo. Essa posição eu não conhecia. E gozamos juntos, lindo. Quando terminei, falei: "seu filho da puta, me partiu de novo... essa eu não conhecia..." Quando me levantei, sentia o esperma escorrendo pelas minhas pernas, e a pica dele e os arredores estavam cheios de gozo, e um pouco de sangue. É um filho da puta, mas tem uma pica que me faz gozar, não me importa nada. "Vou dar uma enxaguada", falei... Fui no banheiro, enxaguei minha pussy maltratada, mas com vontade de continuar. Tinha que aproveitar o tempo. Sentei no vaso pra fazer xixi, doía, mas não tanto quanto da primeira vez. Parece que tava se acostumando com o tamanho do novo visitante. Ele entrou pra se lavar, se lavou e perguntou: "gostou, bombom?" "Siiiiim", respondi. Ele se aproximou e passou a pica no meu rosto e na minha boca. É um filho da puta... Quando voltei pra cama, ele tava deitado. Me joguei do lado dele, enquanto conversávamos eu brincava com a pica dele. Era mais forte que eu, tô completamente apaixonada. E perguntei como era que ele ia chupar minha bunda... Meu booty não digo que é top ten, mas vale uns 8 pontos, hahahaha, e tava disposta à proposta, sabendo que ele ia me partir. Estávamos deitados de barriga pra cima, e eu quase sempre por cima dele. Ele brincava com minhas costas e eu com o cock dele. Não acreditava como eu aguentava aquele pedaço de carne... De repente, ele gozou, pegou um vidrinho que tinha na mesa de cabeceira, era óleo de bebê, e começou a passar em mim. Eu achei relaxante. Ele começou a fazer massagem, me ajeitei, ele sentou nas minhas pernas, o cock dele meio duro eu sentia entre minhas nádegas, mais perto da pussy. Eu fingia que não tava vendo, e já tinha a cabeça dele na entrada. De repente, ele tira e sinto a língua no meu booty. Escapou um "ahhhhhhh". "Você gosta?", ele perguntou. "Siiiiim, pussy, tudo que você faz em mim eu gosto..." Ai, minha mãe, que prazer. Ele me dilatava o booty, tava quase me fazendo gozar de novo. Ele faz maravilhas com a língua. Que filho da puta, me esquentou bem. Eu queria que ele me comesse já, que enchesse minha pussy. Nunca pensei que pelo bum eu fosse sentir prazer. Ele continuou me dilatando e brincando com os dedos na minha pussy, que tava a mil. Ele disse: "Mamãe, agora você vai ter o prêmio da loteria maior. Depois te falo como chama!" A única coisa que saía entre gemidos de prazer era: "Mete o cock e me dá cum... ahhhhh". Ele me fez ficar de quatro, pensei que ia me comer pela pussy. Passou o cock como um pincel pela minha pussy, quase me fez gozar, e apontou pro meu bum. Só falei: "Pussy, devagar, você tem ele muito grande, vai me arrebentar." "Calma, vamos brincar, relaxa", e ele passava pela minha pussy e enfiava os dedos. Eu tava a mil, meu bum tava totalmente dilatado. O cock dele se esfregava sem entrar na minha pussy, me fazia desejar. Numa dessas, passei minha mão por baixo da minha barriga e agarrei ele, e entrei no jogo esfregando ele, mas minha intenção era outra: eu queria ele na pussy já. E numa dessas que ele vinha pra frente, coloquei na entrada, e entrou quase toda. Quase gozei. Ele disse: "Parece que meu bombom quer ficar enfiado." Falou muito safado. Suave, siiiim, como eu gosto. Tirei quase toda e ele meteu de uma vez. Escaparam uns jatos de mijo, mas na posição que eu tava não dava pra ir pra frente, então eu grunhia, ofegava. Ele me tinha empalada até o saco, e eu gozei. Ele não. Me segurou um tempão enquanto continuava brincando com os dedos no meu cu, e me excitava. A pica dele tá dura que nem um cacete. Agora vou te dar o prêmio. Eu tava nas nuvens de prazer. Ele tirou a pica, sentia meu gozo escorrendo pelas pernas. Colocou a ponta da pica dele no meu cu dilatado. A pica dele tava a mil, escorregadia de gel. Num empurrão pequeno, mas medido, fez eu sentir. O cu era pequeno pra tamanha poronga. Haaaaiii, dói. Você tem ela muito grande, vai me arrebentar. Sabia que não tinha muita escolha porque lembrei ele do cu. Agora era aguentar até onde desse. Tentei relaxar e colaborar, assim pensei que ia doer menos. Tava nessa, a cabeça não entrava, e ele falou: "mamãe, levanta mais o cu, abaixa os braços, apoia a cabeça na cama. Depois que entrar, você volta de quatro." Tava tão excitada que obedeci. Minhas pernas abertas apoiadas no chão e ele em pé atrás de mim, encaixou certinho. Só no fim caía de bruços na cama e ele por cima. Passou mais um pouco de gel, e no meu buraquinho, apoiou a cabeça e empurrou. O esfíncter cedeu um pouco, e eu também. Escaparam lágrimas e um pouco de urina. Fiz força ao contrário da dele e a cabeça entrou. Aaahhhhhhh, você me partiu o cu. Ficou parado um tempo e eu ali com a cabeça apoiada na cama e a ponta da pica querendo entrar. Quando me acostumei com o invasor, levantei as mãos. Ele continuava me fazendo carinho por todo lado, e sabendo o que fazia, foi descendo até minha pussy judiada e começou a brincar com meu clitóris. Já tava a mil, isso me atiçou de novo e comecei a rebolar. E a pica foi entrando de centímetro em centímetro. Cada centímetro era uma dor e um prazer, e o filho da puta Sabia usar, com a cock no cu e os dedos mágicos dela. Na buceta, tava prestes a explodir de orgasmos. Ela tirou e enfiou na buceta até a metade, acho. Continuou metendo os dedos no meu cu, eu gostava, mas doía, e sabia que não tinha escapatória. Tirou da buceta e colocou na entrada, eu empurrei pra trás e a cabeça entrou, não doeu tanto, e assim começamos o movimento. Ela interpretou meus movimentos e os dedos voltaram pra minha buceta, foi o estopim. O orgasmo tava ali, e acho que falei as palavras que ela esperava: "Mete tudo na buceta, não importa se eu gritar ou implorar, arrebenta meu cu, enche meus intestinos de cum". Ela começou os movimentos, eu sentia ela cada vez mais fundo, mas sabia que ainda faltava. O safado tirava até a cabeça e metia até a metade, tava esperando eu começar a gozar. Não precisei fazer ele esperar muito, já tava ali. Me joguei de cabeça pra baixo, deixando meu cu bem alto, empalado, e entre súplicas pedia cum e cock, e comecei a ter orgasmos. As mãos dele se encheram de semen, e ele meteu tudo que faltava, que era o mais grosso. Senti meu cu se alargando à força, e os ovos batendo na minha buceta maltratada. Isso sim foi bem comida, o cum encheu meus intestinos. Ahhhhhhhhhhh, que filho da puta, agora sim tinha arrebentado meu cu virgem. Assim ele me teve por um bom tempo, até a cock amolecer e, devagar, tirar. Um artista. Eu tava doendo pra caralho. Vi a cock dele semi-ereta, com um pouco de minha merda e sangue, escorrendo semen. Devagar, ele me levantou, eu dizia: "Tá doendo, papai, você tem ela muito grande". Ele me acariciava e beijava, isso me confortava. De pé, ao lado da cama, vimos o cum caindo da minha buceta e cu. Então fomos tomar banho juntos. Má ideia, pra mim. Sentei no vaso como pude e soltei o cum que tinha, bahhh, foi o que pensei. Tomamos banho, ele me mimou, me ensaboou, me lavou, e ficamos aproveitando o momento. ducha, nunca tinha aproveitado tanto uma transa, esse cara era foda. de repente lembro e pergunto que horas são, não era cedo, nem 45 minutos tinha passado desde que cheguei e ele já tinha me comido gostoso pela pussy e arrombado meu cu. relaxei e fiz algo que curti: virei de costas pra ele e comecei o jogo. Alberto não demorou a reagir, a cock que nunca tinha baixado de vez começou seu esplendor, e por instinto abri as pernas e senti ela passando pela minha pussy, ficava mais fácil com a água caindo. apoiei as mãos na parede e arqueei as costas, oferecendo minha pussy e meu cu arrombado. ele não demorou a meter a cabeça na pussy, me fez tremer, tava sensível, mas ainda dava pra ter umas duas horas de sexo e eu queria aproveitar. e foi assim, ele me empalou de uma vez e me comeu até falar "fuck you, goza". sim, papai, arqueei mais. quando entrou o que faltava, parecia que ia sair pela boca e a cum atrás. soltei a minha ou o que restava. ele me deixou um tempão empalada, fechou o chuveiro e continuou me segurando assim. perguntei: "vai me deixar assim a tarde inteira???" "cê não gosta?" ele perguntou. "sim, papai, mas não te desce." "bom, agora vai descer." ele tirou e colocou na porta do cu. eu gritei: "nãooooooo, dói, é muito grande tua cock", mas já era tarde, o cu arrombado tava dilatado e num movimento ele enfiou até a metade. não tinha muita escolha e eu falava: "papai, é muito grande, dói". eu dizia "não" mas empurrava pra trás pra entrar tudo. "ai, papai, dói mas eu gosto", era dor e prazer e falei "vou gozar" e ele respondeu "aqui, tem o que falta" e meteu fundo. ele me segurava pelas cadeiras, cada vez parecia sentir ela maior, e eu gritei "ahhhhh" e soltei a cum e ele encheu minha booty de cum de novo. e aí senti depois de um tempo que ele afrouxava, e meio que perguntando: "parece que pra ele acalmar tem que comer um cu, pode ser!!!" mas não qualquer cu. ele tirou, dessa vez não. Tinha cocô, só sêmen e um pouco de sangue. Lavei, sequei e fomos pro quarto. Falei: "Papu, vou embora, antes que alguém apareça, só por precaução." "Beleza", ele disse, "agora você já sabe, não precisa esperar tanto, me manda mensagem que eu te espero." "Beleza", falei, e olhei as horas. Era uma pena ir embora, com tanto tempo pela frente. Com mais uma hora, a gente se virava bem, e ainda tínhamos uns 40 minutos antes de começar a arriscar, quase 2 horas. Eu olhava com devoção pra essa cock que parecia adormecida, e me joguei na cama por um tempo. Tava dolorida, mas mesmo assim comecei a chupar e brincar com ela. Alberto me olhava, eu dizia: "Como eu gosto de você, como você me come, que cock." E aí perguntei se ele comia minha sogra. Ele disse que não, claro que não acreditei, mas não forcei muito pra resposta. Eu tinha uma cock quando queria, pelo mensagem, e ele falou pra me deixar tranquila: "Olha, se eu te fuder sua sogra, você vai perceber, pela sua experiência de hoje." Eu falei: "Não me importo se você come ela ou não, contanto que não me falte seu gozo. Não me importa quem você come, e sou capaz de trazer minha cunhada pra você, contanto que continue me comendo. Não me importo com nada. E se meu marido não me comer mais, também não me importo." Com um tom safado, ele disse: "Bom, se sua cunhada topar, ou alguma amiguinha..." "Você é um sem-vergonha", falei. Ele respondeu: "Pra que oferecer se não vai cumprir?" "Que nada", falei, "já vai ver", e continuei brincando com a cock dele. Essa cock exercia uma magia em mim. Ela já estava crescendo de novo. Guuuaaauu, parece que acordou. Ele disse: "Vem, deita aqui do meu lado." Fui, ele me fez deitar de bruços, colocou dois travesseiros na minha barriga, e fiquei com a bunda pra cima, deixando toda minha pussy exposta. Ele se ajoelhou sobre minhas pernas, passou gel na minha pussy arrebentada — sim, arrebentada, porque aquela cock tinha feito estrago. O gel parecia refrescar. Ele passou na cock dele e encaixou na entrada. Meus pelos se arrepiaram. Ele começou a massagear, e meus movimentos de me contorcer faziam a cabeça da cock brincar. em mim usa a palavra: buceta, me deixou louca de tesão, e de repente ela se deitou nas minhas costas e começou a chupar meu pescoço e orelhas, isso me detonou, e eu falei me come, enfia tudo quero gozar, ela não esperou e me empalou, poucos minutos depois eu falei entre gemidos goza, tio, e ela enfiou tudo e eu senti a porra saindo e se misturando com a minha, ficamos assim um tempão ela em cima de mim, me tinha empalada até os ovos e eu sentia a porra querendo sair, a pica tá dura e de vez em quando ela tirava um pouco e dava umas estocadas violentas, eu gosto, ela desceu de cima de mim e eu falei, agora vou embora, me lavo e pronto, a pica dela gotejava sêmen e eu passei a língua, dessa vez fui sozinha pro banheiro, a buceta já tava inchada, e o cu, nem vou contar, me vesti com muita dor, de tudo, porque tinha que ir embora e pela surra que ela tinha me dado, doía tudo, enquanto me vestia, ela se lavou e se vestiu, a cama tinha passado de cheiros perfumados pra cheiro de porra e sangue, a gente se deu uns beijos e ela me acompanhou até a porta, se espichou e eu saí, como doía tudo, cheguei em casa e tomei banho urgente, a legging tava impregnada de porra, que continuava saindo, e o cu soltava gotas grossas de sangue e porra. Que filha da puta, me partiu ao meio, me arrebentou o cu, bem arrebentado e ainda tô feliz. - Isso não foi tudo, conforme meu corpo foi esfriando doía a buceta e o cu, não conseguia sentar no vaso, caía lágrimas. - Tudo passou, naquela noite fingi um pouco de mal-estar, caso meu marido quisesse alguma coisa, coisa que duvidava, se eu não procurasse, não rolava nada, mas por via das dúvidas, minha buceta toda quebrada não tava disponível pra ele e muito menos com o cuzinho que eu tava. - Fiquei uns 5 dias sem conseguir nem sentar mas tinha que disfarçar, me maquiava bem pra esconder as olheiras, esperando me encontrar com meu amante quando pudesse, era só mandar um sms, e pica pronta, mas primeiro eu tinha que me recuperar. Parecia que um trem tinha passado por cima de mim, e se a velha percebeu, fingiu demência.
No dia seguinte depois da grande trepada, eu voltava toda quebrada pelo que aconteceu. Vejo ele saindo com uma bolsa, fiquei feliz e assustada ao mesmo tempo, pensei: ele vai embora… Quando me viu no corredor, acelerou o passo. A velha tava com a porta aberta, eu cumprimentei ela, e ela seguiu. Fiquei enrolando perto da entrada, e ele me disse: "Oi, como cê tá?" "Feita merda", respondi. "Você me quebrou toda, mas eu gostei. Pra onde cê vai?" "Não, bombom, vou levar a roupa pra lavanderia, os lençóis principalmente." "Ahhh", eu disse. Ele chegou perto, me deu um beijo rápido e perguntou: "Como tá minha pussy?" "Ahhh, papai, tá doendo e toda desfigurada. E o bum, nem se fala", falei. Ele largou a bolsa no chão, pegou a chave, e eu fiquei encostada na porta. Quando ele abriu, me deu um apertão e eu percebi que o cock dele tava endurecendo. Ele ainda tinha fôlego pra continuar. Eu disse: "Papai, não me faz querer, não posso, tô doendo." Antes de ir, ele falou: "Vou deixar a porta aberta, se quiser que eu te cure." E foi embora.
Que filho da puta, é um sem-vergonha. E eu sabia que se fosse, ele ia me partir de novo. Vontade não faltava, mas eu tava destruída e ia ficar pior. Decidi não ir, esperar me recuperar. Isso me aconteceu por ser curiosa e tarada, mas não me arrependo.
Um dia, sem que ela percebesse que eu estava em casa, e eu sem saber que ela estava, ouvi ela falando no celular — coisa rara nela, porque sempre usava o telefone fixo. Quando senti a voz dela bem suave, desci sem fazer barulho, mas não consegui ouvir o que ela tava falando. Desde então, comecei a observar ela. Ela tinha mudado um pouco, tava mais radiante. Claro, não tem corpo de modelo, mas tenho que admitir que ela tem seus encantos, e com 60 e tantos anos, ninguém diria. Andava com os peitos bem empinados e a bunda bem levantada. Aí pensei: essa coroa tem um amante, porque meu sogro já não tava dando conta. Mas eu precisava ter certeza. Não sei por que, mas na hora não consegui me explicar direito, senti uma pontinha de inveja.
Mesmo que fosse verdade, eu precisava saber quando eles se encontravam, porque com as atividades dela, da família e do negócio, não era fácil. Ela tava toda produzida, feita uma gostosa, e isso me dava uma raiva. Disfarçada, porque dava pra ver que ela tava se divertindo com o amante, mas quando, tipo, quem era? Como tudo chega, um dia se confirmou pelo que eu ouvi, e não sei se ela sabia que eu tava em cima, ela tava falando no telefone, dizia pro amante que tava bem, contente que tinha curtido muito, mas que tava dolorida e que tinha ficado com a pussy muito inchada, tudo isso num tom bem baixo, não sei o que diziam do outro lado mas eu imaginava, ela dizia que sim, que gostava, mesmo doendo a pussy, gozava com aquela cock enorme que o amante tinha e enchia ela de cum, e ela lembrava como ele tinha sacudido ela, e o que rolou no chuveiro, pelo visto também enfiou nela no chuveiro, nessa hora minha respiração acelerou e eu tava me molhando toda com o que ouvia, escutando o que a coroa falava. Se ela dizia quando fui tomar banho, e você veio me ajudar, como eu curti, quando senti seu poronga nas minhas nádegas me excitei, você me ensaboava tão doce e sua cock começou a endurecer, num momento quando senti a cabeçona no meu bum, fiquei com medo, e pensei tchau bum Maria, se meter tudo isso me parte em 8, e bom fiquei resignada mas você é todo um cavalheiro, não assim quando o sabão escorrega e na pressa de não cair no chão me arqueio e deixo bem a pussy em cima da sua vergota e você não perdeu tempo meteu um bom pedaço, parecia que você tava me partindo de novo, e eu gozei ali mesmo, nunca pensei que podia ficar tão excitada e ter orgasmo atrás de orgasmo na minha idade, mas não podia te deixar assim, você tava a mil, mesmo doendo eu pedi e você meteu o que faltava, escaparam uns jatos de mijo e algum peido ao tirar até a cabeça e meter de uma vez gozamos juntos... não sei o que respondiam do outro lado, e ela dizia um creme, pra quê????... Pelo visto ele ia fazer o bum na véia, que pelo que ouvi tava escapando. - Eu tava toda molhada, fui devagarinho até o Banho lá em cima e bati uma punheta sonhando com uma rola assim. - À noite, quando transava com meu marido, imaginava aquela rola e gozei como nunca tinha gozado com ele em todos os anos de casada. - Um dia ela falou: "Vou no mercado, precisa de algo?" Eu respondi: "Não, nada, nem sei o que vamos fazer de jantar", e ele saiu. Nesse dia, ela estava de saia e camisa, e foi embora. Fiquei arrumando as coisas em casa e nem sei quanto tempo passou, quando ele voltou, nem senti. Quando desci, já com malícia, pra ver se conseguia pegar ela em alguma, encontro ela falando sozinha, lavando os legumes, mas bem baixinho, dava pra ouvir o que dizia: "Que safado, que trepada que ele me deu num instante, que rola que ele tem, toda vez que me come me faz gozar igual uma puta e como eu gosto. Da puta, como dói minha buceta, que safado, mas eu gosto, me excito só de pensar naquela rola, ahhhhhhh." Pra mim, ela teve um orgasmo só de pensar no amante, que filha da puta a velha. Aí me veio uma ideia, que seria minha perdição ou minha sorte. O amante não devia estar longe, e pensei que podia ser o velho do prédio, dois apartamentos pra lá, um senhor elegante, fino, sempre bem vestido, muito educado. Comecei a observar até que foi minha perdição. Minha conclusão foi rápida: se ela foi ao mercado e voltou com as compras, o amante tinha comido ela, tudo tinha que ser perto. - Assim os dias passavam e eu sem saber quem era. Devo admitir que nessa época, só de pensar como seria esse amante, eu ficava com tesão, me molhava igual uma adolescente. - Não sei se ela percebeu que eu observava ou se foi impressão minha, e eu pensava: "Você não vai me enganar, vou descobrir custe o que custar", e foi o que aconteceu. - Um belo dia, ela disse que precisava sair pra resolver umas coisas e não sabia que horas voltaria. Como ela cuidava de tudo, contas, bancos, do negócio, não estranhei, mas pensei: "Essa vai passar um bom tempo na cama." Se arrumou bem pra um encontro e eu falei: "Essa é a minha, e se fosse como eu pensava, tudo estaria bem, seria questão de minutos, então me preparei. Não sei se era porque estava ansiosa pra saber quem era o amante ou o quê, já estava toda molhada. Fui, me lavei e vesti uma saia jeans como nunca, e uma camiseta, sem sutiã. — Quando ele se despede e sai, eu falo: "Liga se vier comer…" — "Sim, sim, começa a preparar que eu volto daqui a pouco", ele disse e saiu. Quando calculei que ele já tinha ido pra rua ou pra casa do veterano, saí devagar. Tava tão ansiosa que não medi as consequências. Não tinha ninguém no corredor do prédio e bati na porta do meu vizinho, que tava aberta. E pensei: "Cris, é agora ou nunca…" E entrei como uma ladra, fechei a porta sem fazer barulho, atravessei o pátio pequeno. A porta da cozinha tava aberta e dava pra ouvir vozes lá dentro. Já na cozinha, a porta que levava pros outros cômodos tava fechada e não dava pra identificar de quem eram as vozes. Tava ansiosa pra saber e ver. Na minha imaginação, eles estariam nos preparativos pro ato, e só de pensar já me excitava, quando uma voz me trouxe de volta à realidade: — O que você tá fazendo aqui na minha casa? Só saiu um som lamentoso de mim: — Você tá comendo a Maria e tem ela aqui. O veterano, muito seguro de si e da situação a favor dele, estava ali, com uma camiseta azul, bermudas sociais e sapatos de camurça, cheirando a colônia cara, tudo muito masculino. — Você tá enganada, não sei de quem você tá falando, mas me parece que você tá procurando alguma coisa… Não saía nada de mim. A fragrância me enlouquecia e minhas associações com o que ouvi e o momento me excitavam. Não podia gritar, eu tinha invadido a casa dele sem permissão. Comecei a chorar, não sei por quê. Pensei em mil coisas. Ele, seguro, disse: — Vem, pequena, vou te mostrar uma coisa. E me pegando pela mão, me levou pelos diferentes cômodos. Chegamos no quarto dele, não tinha ninguém, só música e uma TV ligada. Eu não sabia o que dizer. Ele se aproximou, me pegou pela cintura, me puxou pra perto dele e eu senti que estava perdida. O veterano me tinha nas mãos dele. Cara, eu não tava fazendo muita força pra me soltar dos braços dele e falei "e agora?", "vou embora" eu disse... Ele deu um sorriso suave e me apertou contra o corpo dele, eu tremi, e ele me deu um beijo na boca que me desmontou. Eu não reagia, tava nas nuvens, ou talvez fosse que eu tava procurando, no meu inconsciente procurava um amante, e me deixei levar. Em tempo recorde, ele me despiu, sem nenhuma resistência da minha parte, me deitou na cama enorme dele, que tinha um cheiro de fragrâncias enlouquecedoras, e começou o trabalho de sedução. Percorreu todo o meu corpo, com movimentos certeiros, meus peitos ficaram duros, comecei a ficar excitada numa velocidade absurda, pensando que se ele era o amante da Maria, agora também ia ser o meu, e conferir o tamanho do cock dele. Deixei ele fazer, e me entreguei aos jogos do sexo.
Ele começou devagar a percorrer todo o meu corpo com a língua, ele manjava, e arrancava de mim suspiros de prazer, e chegou na minha pussy molhada, e como um mestre começou com a língua o trabalho dele. Ele era e é um expert, e ia me proporcionar coisas que ninguém nunca me deu, nunca ninguém me fez um oral igual àquele. Tive orgasmos consecutivos, que nem eu sabia como aconteciam. Ele só falou "hummm, que tasty, parece que não te tratam bem, bombom", e eu explodi num orgasmo interminável na boca dele... "Agora você vai ganhar um prêmio", ele disse, se levantou e começou a se despir. Tirou a camiseta, desabotoou a bermuda e deixou cair. Eu me sentei na cama e vi o que a cueca escondia: um volume enorme, digo, enorme mesmo, e sem pensar me joguei nele, desesperada, tava excitadíssima, e puxei a cueca pra baixo de uma vez, e só me saiu "mãe do céu, que cock!!!!!!". Ali estava, meia ereção, uma cabeçona e um tamanho foda. Já não me importava mais se ele comia a Maria, eu queria ele pra mim, não ligava como ia dar conta, queria e pronto. Tentei levar à boca, só a cabeça, e não cabia. Segurava com as duas mãos, era um presente dos deuses. Depois de brincar um pouco, quando ele ficou Dura, me chamou de bombocinho, "aqui tá seu prêmio, como você quer?" "Do jeito que você quiser, mas me dá o cum, já!!!" Me virou de barriga pra cima, colocou um travesseiro debaixo da minha bunda, sabia o que tava fazendo, eu só queria aquela pica já. Ele se ajoelhou, levantou minhas pernas e começou a passar ela na minha buceta, me deixou louca de tesão, eu tava explodindo em outro orgasmo, e falei como quem implora: "buceta, mete ela". Quando ele colocou na entrada da buceta, eu soube que era uma pica grande fora do comum, e com um empurrão ele meteu a cabeça. Soltei um grito desgarrado, abafado pela música. "Tá gostando?" ele perguntava baixinho no meu ouvido enquanto enfiava a língua, me esquentando mais e mais. "Siiim, buceta!" Tentei pegar nela e percebi que ainda tinha um pedaço enorme pra fora, então me preparei o melhor que pude, sabia que ia doer e fazer gozar. A cabeçona já tava quase dentro, abrindo caminho, tinha certa dificuldade pelo tamanho da pica que eu tava acostumada. Eu tava toda molhada, e isso facilitava a penetração. "Quer mais um pouquinho, bombocinho?" "Sim, buceta, faz sua!" E num movimento bom, ele meteu até a metade, parecia que me abriam em duas, e era real, tava me partindo ao meio. Tive um orgasmo interminável, ele seguiu os movimentos. "Vai, buceta, me dá seu cum", falei, já começando outro orgasmo. "Mete ela!" E o veterano não fez esperar, com um empurrão meteu tudo, parecia que me partia ao meio. Que filho da puta, que pedaço de pica! Ele tirou até a cabeça e mandou sem piedade, e antes de fazer isso falou: "aqui tá seu cum" e abafou meu grito com um beijo. Cravei minhas unhas nas costas dele, e isso potencializou ainda mais. Instantes depois, senti o cum saindo em torrentes da pica dele, inundando minha buceta, se misturando com a minha. — Ficou um tempo em cima de mim, e a pica continuava dura. Me fez carinho, me deixou enfiada, e eu adorava ter aquela pica dentro de mim. De vez em quando ele dava uma empurradinha e me fazia gozar como uma louca, eu não conseguia parar. acreditar no que tinha feito, desceu e ficou de lado e continuou me acariciando, dava pra ver que o veterano era de longo fôlego e aqui não tinha nada preparado, nem pílula nem nada, tudo natural, minha buceta tava doendo, mas se tivesse mais, não ia dizer que não, tava feliz, ia inchar, não me importava, tava descontrolada, e falei desafiando ele: tem mais...? sim, ele falou, e eu falei: eu por cima. Subi e enfiei aquela pica de uma vez, parecia que ia sair pela minha boca, e montei que nem uma louca, nem sei quantos orgasmos tive, quando pensando em mim e não nele falei: termina, e ele falou: já me comeu, agora vou te comer eu. Me colocou de quatro, só pensei e gritei: a bunda nãooooo!!! Ele falou: fica tranquila, isso fica pra próxima, senão você não vai andar, e era verdade. Fiquei de quatro e ele começou a meter, parecia que era a primeira vez, gozei na hora e depois ele enfiou até o fundo, sentia os ovos dele batendo, cada empurrão sentia ele entrando, e cada vez parecia maior, me fazia gritar de prazer, tava uma puta. Ali, de quatro, apoiada com as mãos na cama, empalada, já não aguentava mais, o próximo orgasmo já tava sentindo, ali, e falei: me parte e me dá seu gozo aaaaaaaaaahhhhhhhhh e ele gozou. Quando tirou, falou: agora vai ver quanto gozo você tinha pra mim. E tirou, ainda excitada pela foda, senti minha buceta transbordando, e o gozo escorrendo pelas minhas pernas, e assim de quatro fiquei sentindo a delícia. Ele passou a pica na minha buceta e na minha zanja, molhando com sêmen, e falou: mais um pouquinho e você vai ver o que tinha guardado. E enfiou de uma vez, coisa que não esperava, mas gostei, me deixou um tempo assim empalada, parecia uma marionete, e como eu gostava e gozava. Falei: tenho que ir. Bom, ele falou e tirou, dura, não podia acreditar no estado da pica. Quando me endireitei, caiu formando uma poça grande de sêmen e alguns fios de sangue, sem dúvida ele tinha me partido, caiu no Chão, impressionante a quantidade, levantei e fui me lavar e ele disse, te ajudo, pensei e falei não vou te pegar de novo no banheiro, outro dia. Me lavei com a buceta dolorida, mas satisfeita pela cock que encontrei e dei um beijo nele e ia saindo quando ele falou espera, vou espiar se tem alguém no corredor, espiou e disse não tem ninguém, ah e lembra, toda vez que te encontrar sozinha no corredor, vou te trazer aqui e te comer quantas vezes eu quiser, nem precisa, falei eu venho sozinha, ele me deu um beijo e fui pra minha casa.
- Cheguei, tomei um banho, e tava com a buceta toda arrebentada, começou a doer e inchar, joguei bastante água fria pra acalmar, me vesti e fui preparar a comida.
- Enquanto fazia isso, não parava de lembrar daquela cock, e já não me importava se era a mesma que a minha sogra comia, no fim das contas não me importava ter que dividir, porque resistência o veterano tinha e sabia usar bem.
- Tava no meio do corre na cozinha e ouço minha sogra chegar e ela fala, o povo tá tudo louco na rua, e eu nos meus pensamentos sujos, tô nem aí véia, você não sabe a cock que eu comi, mas claro não podia falar, agora tinha que descobrir se o veterano era também o amante dela, não por nada, mas porque agora tinha que ter mais cuidado, porque se fosse verdade, as duas queriam a mesma coisa, e a questão era não se descobrir.
- De vez em quando esquecia e fazia algum movimento brusco e a buceta doía, até na hora de mijar, não queria nem pensar quando ele metesse no meu cu, dava um pouco de medo, mas ao mesmo tempo queria saber como era, já que nunca tinham feito, era virgem e tava disposta a deixar o veterano arrebentar, sabia que ele ia preparar bem, mas também sabia que ia estourar com aquela cock enorme.
- Passaram os dias, encontrei ele várias vezes no corredor, muito educado me cumprimentava, porque sempre vinha com alguém ou eu tava ocupada e não podíamos ficar sozinhos. No supermercado, não podia levantar suspeitas, pelo menos na minha família, eu sonhava com aquela pica. Depois disso, em poucos dias, tive relações de rotina com meu marido, sem paixão, era só meter e tchau até amanhã. A pica do meu marido, comparada com a do veterano, era um palitinho, mas tinha que fingir. No fim, quando tivesse oportunidade, ia me vingar com o veterano, com uma pica boa.
- Passaram-se muitos dias, eu andava doida, subia pelas paredes, não podíamos ter contato, queria que o veterano me comesse, tava com um humor de cão, mas me acalmava porque, embora não tivesse certeza se ele também comia a velha, ela andava igual. Então me dava tranquilidade saber que, se era o problema dele, também não podia ter contato. No fundo, eu dizia: vou te vencer, véia.
- Um dia de manhã, acordei bem tranquila, vesti uma legging bermuda e uma camiseta, cumprimentei todo mundo que ainda estava em casa e fui cuidar das minhas tarefas. Lá pelo meio da manhã, perguntei pra Maria o que íamos preparar de comer. "Podemos fazer massa", ela disse. "Precisa ir ao supermercado. Eu tenho que ir ao negócio depois do almoço pra pegar os papéis pra liquidar." Essa é a minha chance, pensei.
- "Beleza", falei. "Aqui tá anotado o que precisa do supermercado. Vai agora, se quiser, que não deve ter muita gente." Peguei a bolsa e me preparei pra sair. Fecho a porta do corredor e vejo o veterano vindo. Os hormônios foram à loucura, acho que usei a palavra: buceta molhou na hora. Pra não levantar suspeitas, cumprimentei alto, tipo "como vai", e saí em direção à porta da rua. Ele vinha atrás. A cada dois passos, eu olhava pra ele e andava bem devagar, esperando ele e, ao mesmo tempo, observando se a velha não tava espiando. Faltavam uns 5 metros pra chegar na porta, já tava quase colada nele, e ele falava baixinho: "Que rabo gostoso, mamãe, vou chupar ele todinho!!!" "Cê gosta?", eu dizia, e rebolava. Quando chegamos na porta, eu não tinha tirado a chave, e ele disse: "Eu abro." Olhei pra trás. atrás, com uma mão eu tinha a chave, com a outra ele me agarrou pelos quadris e me puxou assim, e eu fiquei entre a porta e ele, com movimentos rápidos colocou a chave e a mão na minha pussy molhada, enquanto esfregava a porra da poronga dele na minha bunda, me deixou sem fôlego, ai papu, que cock você tem, balbuciei entrecortada, hoje te espero, tenho uma coisa pra você, ele me deu um beijo no pescoço e me apertou de novo, eu abri as pernas automaticamente de tão excitada que tava e senti o volume, quase gozei ali, saímos pra rua e fomos andando como bons vizinhos pro supermercado. Eu andava no supermercado, procurando as coisas que precisava, em outro momento eu teria demorado no máximo 20 minutos pra juntar tudo, mais o tempo do caixa, mas eu tentava localizar onde ele tava, às vezes a gente se encontrava nos corredores, ele me passava cada mão que me esquentava, ou me apoiava quando eu fingia que tava procurando algo nas prateleiras de baixo. A gente voltou, ele tava na minha bunda atrás de mim, e como se fosse sem querer, com muita habilidade, me tocava, bem disfarçado, aquilo me excitava, a adrenalina tava lá, a mil, eu tava carregando um monte de coisas, ele pra disfarçar falou: "espere, senhora, eu ajudo com a sacola, só um momentinho", "obrigada", tudo um cavalheiro. A gente voltou, no caminho eu contei que teria um tempinho quando a velha saísse, pra nós, ele só disse: "a porta tá aberta, entra e tranca", não dava mais, a gente já tava dentro do corredor, eu andava devagar, ele me apalpava de vez em quando a bunda e os peitos, quando chegamos, quando fui abrir a porta e agradecer, ele me beijou com tudo, me apalpou os peitos, a bunda e a pussy molhada, e me apertou contra ele e me fez sentir, "a gente se vê" e foi embora, eu gritei "obrigada por me ajudar a trazer as sacolas". Quando entrei, a velha perguntou: "quem te ajudou?", "Alberto, o vizinho", "ahhh", disse a velha, "sempre tão atencioso com todo mundo aqui", e eu pensei comigo mesma. Mais que atento, juajauauau!!! Preparei o almoço, e eu já pensando na sobremesa, quando todo mundo fosse embora, os moleques pra escola, a véia pro trampo, não passava a hora e fui lá, troquei a calcinha molhada, mas deixei a legging. Ia ter umas 2 horas, e mesmo achando pouco, tinha que aproveitar ao máximo, só de pensar já me excitava, e me molhava. Bom, os moleques foram, faltava a véia sair e meu sogro vir comer, sempre deixava tudo pronto, porque ele comia e tirava um cochilo, depois ia embora e a véia voltava, mas nesse meio tempo eu ficava em casa sozinha mais de 2 horas, então tinha que tirar o leite, bahh, a buceta. Quando a véia tava saindo, toca o telefone, era meu sogro, falando pra ela levar a comida porque tinha chegado mercadoria e precisava arrumar e marcar, e que assim os dois resolviam mais rápido. "Beleza", disse a véia, "vou preparar e levar tudo". Quando ela me contou, uma alegria me deu, mas fiz cara de triste, e sabendo que a véia ia dizer não, falei: "Quer que eu vá ajudar?" "Não", disse ela, "a gente se vira, você tem que cuidar dos moleques quando voltarem da escola". Ela saiu, a véia, "qualquer coisa te ligo", falou no telefone, "assim você não precisa descer pra atender". "Beleza", falei, e ela foi. Quando passaram uns 5 minutos, fui no banheiro, tirei a calcinha e vesti outra legging limpa, uma camiseta que marcava os bicos dos peitos sem sutiã, tava excitada. Fui na porta pra ir ver ele e trombei com uma vizinha, que começou a conversar, a véia não ia embora nunca. Falei: "Bom, vou terminar de limpar", pra ela ir, e ela foi. Me espiava e sempre tinha gente no corredor, que filhos da puta, pensei, justo hoje todo mundo no corredor. Foram talvez minutos, mas pra mim parecia uma eternidade. De qualquer jeito, tinha que trancar a porta e deixar o telefone por perto, só por precaução. Então saí, qualquer coisa, se me pegassem no corredor, tocava a campainha do vizinho e entrava. Arrisquei. Saí, não tinha ninguém. Abri, entrei, tranquei a porta como ele me disse e fui pra sala. Ele tava sentado no computador. Levantou e me abraçou, começou a me paquerar. Eu tava louca de tesão, queria pica já!!!! Falei: "Como você me fez desejar hoje, não podia nem tocar, que safado que você é…" E meti a mão até meu prêmio. Abaixei a calça e a cueca dele, e lá estava meu brinquedo, pronto pra usar. Me ajoelhei e tentei enfiar na boca, desesperada. Ele foi endurecendo. Me levantou devagar, começou a me despir. Meus peitos ficaram de fora, e quando ele baixou a legging, falou: "Upa, sem calcinha." Eu disse: "Passei a manhã toda trocando de roupa, molhava só de pensar." Nós dois somos altos, então se ele quisesse me enfiar de pé, não precisava procurar nada. Quando fomos pro quarto, sentia ele encostando na minha bunda e lembrei do que ele tinha dito, que ia chupar ela. Pedi: "Você vai chupar minha bunda, né? Nunca fizeram isso." Ele respondeu: "Bom, parece que tem muita coisa que nunca fizeram em você, porque tão te comendo errado." Enquanto falava, passava a mão nos meus peitos por trás e eu sentia a pica grande dele entre minhas pernas. Me deixou doida. O suco seminal escorria, e ele percebeu: "Cê tá no cio." "Siiiiim, desde esta manhã, desde que te vi. E você me apalpou toda." Ele me deitou devagar na cama, com as pernas penduradas, começou a me lamber. Eu me contorcia de prazer. Me fez gozar quase na hora. Ele disse: "Fuck you, primeira chance. Como você quer?" "Toda", falei. "Já sei que quer toda. Que posição?" "Eu por cima primeiro, depois me come do jeito que quiser. Quero pica já!!!!" Ele deitou e se ajeitou. Eu ia molhar a pica dele com saliva, mas ele disse: "Não, usa o gel." Passei e me preparei. Quando senti a cabeça, me estremeceu. Era grande. Fui sentando, e quando achei que tava, sentei de uma vez. Percebi que tinha me enganado. Enfiei tudo. Doeu, e a dor virou prazer. Em poucos movimentos, começaram meus orgasmos. Eu vinha de uma manhã muito excitada. Semanas de abstinência, não contava a do meu marido porque não gozava, fingia. Agora sim tava aproveitando, sentia como meu gozo tentava sair, e a pica continuava dura. Eu queria sentir o gozo dele, e ele falou: "vira". Como assim? "Gira sem tirar ela, de costas pra mim". Ele sabia bem o que queria, eu não. Girei, tava com o quadril um pouco levantado e virei. Quando fiquei de costas, ele começou a me tocar. Não tinha mudado nada, sentia a mesma coisa com a pica toda dentro de mim. Ele me agarrou pelos peitos e me esquentava cada vez mais. Eu tava prestes a explodir em outro orgasmo e falei: "vai me dar gozo...?" "Sim", respondeu. "Quando você quer?" "Agora!" E comecei a cavalgar. "Agora, pussy, me dá seu gozo." "Tá bom", ele disse... e baixou o quadril. Ahhhhhhhhhhhh, a puta não tava preparada pra essa. Ele meteu a pica toda, pensei que ia me arrebentar. Que filho da puta. As bolas dele ficaram na altura da entrada. Agora sim podia dizer que ele tinha metido tudo. Essa posição eu não conhecia. E gozamos juntos, lindo. Quando terminei, falei: "seu filho da puta, me partiu de novo... essa eu não conhecia..." Quando me levantei, sentia o esperma escorrendo pelas minhas pernas, e a pica dele e os arredores estavam cheios de gozo, e um pouco de sangue. É um filho da puta, mas tem uma pica que me faz gozar, não me importa nada. "Vou dar uma enxaguada", falei... Fui no banheiro, enxaguei minha pussy maltratada, mas com vontade de continuar. Tinha que aproveitar o tempo. Sentei no vaso pra fazer xixi, doía, mas não tanto quanto da primeira vez. Parece que tava se acostumando com o tamanho do novo visitante. Ele entrou pra se lavar, se lavou e perguntou: "gostou, bombom?" "Siiiiim", respondi. Ele se aproximou e passou a pica no meu rosto e na minha boca. É um filho da puta... Quando voltei pra cama, ele tava deitado. Me joguei do lado dele, enquanto conversávamos eu brincava com a pica dele. Era mais forte que eu, tô completamente apaixonada. E perguntei como era que ele ia chupar minha bunda... Meu booty não digo que é top ten, mas vale uns 8 pontos, hahahaha, e tava disposta à proposta, sabendo que ele ia me partir. Estávamos deitados de barriga pra cima, e eu quase sempre por cima dele. Ele brincava com minhas costas e eu com o cock dele. Não acreditava como eu aguentava aquele pedaço de carne... De repente, ele gozou, pegou um vidrinho que tinha na mesa de cabeceira, era óleo de bebê, e começou a passar em mim. Eu achei relaxante. Ele começou a fazer massagem, me ajeitei, ele sentou nas minhas pernas, o cock dele meio duro eu sentia entre minhas nádegas, mais perto da pussy. Eu fingia que não tava vendo, e já tinha a cabeça dele na entrada. De repente, ele tira e sinto a língua no meu booty. Escapou um "ahhhhhhh". "Você gosta?", ele perguntou. "Siiiiim, pussy, tudo que você faz em mim eu gosto..." Ai, minha mãe, que prazer. Ele me dilatava o booty, tava quase me fazendo gozar de novo. Ele faz maravilhas com a língua. Que filho da puta, me esquentou bem. Eu queria que ele me comesse já, que enchesse minha pussy. Nunca pensei que pelo bum eu fosse sentir prazer. Ele continuou me dilatando e brincando com os dedos na minha pussy, que tava a mil. Ele disse: "Mamãe, agora você vai ter o prêmio da loteria maior. Depois te falo como chama!" A única coisa que saía entre gemidos de prazer era: "Mete o cock e me dá cum... ahhhhh". Ele me fez ficar de quatro, pensei que ia me comer pela pussy. Passou o cock como um pincel pela minha pussy, quase me fez gozar, e apontou pro meu bum. Só falei: "Pussy, devagar, você tem ele muito grande, vai me arrebentar." "Calma, vamos brincar, relaxa", e ele passava pela minha pussy e enfiava os dedos. Eu tava a mil, meu bum tava totalmente dilatado. O cock dele se esfregava sem entrar na minha pussy, me fazia desejar. Numa dessas, passei minha mão por baixo da minha barriga e agarrei ele, e entrei no jogo esfregando ele, mas minha intenção era outra: eu queria ele na pussy já. E numa dessas que ele vinha pra frente, coloquei na entrada, e entrou quase toda. Quase gozei. Ele disse: "Parece que meu bombom quer ficar enfiado." Falou muito safado. Suave, siiiim, como eu gosto. Tirei quase toda e ele meteu de uma vez. Escaparam uns jatos de mijo, mas na posição que eu tava não dava pra ir pra frente, então eu grunhia, ofegava. Ele me tinha empalada até o saco, e eu gozei. Ele não. Me segurou um tempão enquanto continuava brincando com os dedos no meu cu, e me excitava. A pica dele tá dura que nem um cacete. Agora vou te dar o prêmio. Eu tava nas nuvens de prazer. Ele tirou a pica, sentia meu gozo escorrendo pelas pernas. Colocou a ponta da pica dele no meu cu dilatado. A pica dele tava a mil, escorregadia de gel. Num empurrão pequeno, mas medido, fez eu sentir. O cu era pequeno pra tamanha poronga. Haaaaiii, dói. Você tem ela muito grande, vai me arrebentar. Sabia que não tinha muita escolha porque lembrei ele do cu. Agora era aguentar até onde desse. Tentei relaxar e colaborar, assim pensei que ia doer menos. Tava nessa, a cabeça não entrava, e ele falou: "mamãe, levanta mais o cu, abaixa os braços, apoia a cabeça na cama. Depois que entrar, você volta de quatro." Tava tão excitada que obedeci. Minhas pernas abertas apoiadas no chão e ele em pé atrás de mim, encaixou certinho. Só no fim caía de bruços na cama e ele por cima. Passou mais um pouco de gel, e no meu buraquinho, apoiou a cabeça e empurrou. O esfíncter cedeu um pouco, e eu também. Escaparam lágrimas e um pouco de urina. Fiz força ao contrário da dele e a cabeça entrou. Aaahhhhhhh, você me partiu o cu. Ficou parado um tempo e eu ali com a cabeça apoiada na cama e a ponta da pica querendo entrar. Quando me acostumei com o invasor, levantei as mãos. Ele continuava me fazendo carinho por todo lado, e sabendo o que fazia, foi descendo até minha pussy judiada e começou a brincar com meu clitóris. Já tava a mil, isso me atiçou de novo e comecei a rebolar. E a pica foi entrando de centímetro em centímetro. Cada centímetro era uma dor e um prazer, e o filho da puta Sabia usar, com a cock no cu e os dedos mágicos dela. Na buceta, tava prestes a explodir de orgasmos. Ela tirou e enfiou na buceta até a metade, acho. Continuou metendo os dedos no meu cu, eu gostava, mas doía, e sabia que não tinha escapatória. Tirou da buceta e colocou na entrada, eu empurrei pra trás e a cabeça entrou, não doeu tanto, e assim começamos o movimento. Ela interpretou meus movimentos e os dedos voltaram pra minha buceta, foi o estopim. O orgasmo tava ali, e acho que falei as palavras que ela esperava: "Mete tudo na buceta, não importa se eu gritar ou implorar, arrebenta meu cu, enche meus intestinos de cum". Ela começou os movimentos, eu sentia ela cada vez mais fundo, mas sabia que ainda faltava. O safado tirava até a cabeça e metia até a metade, tava esperando eu começar a gozar. Não precisei fazer ele esperar muito, já tava ali. Me joguei de cabeça pra baixo, deixando meu cu bem alto, empalado, e entre súplicas pedia cum e cock, e comecei a ter orgasmos. As mãos dele se encheram de semen, e ele meteu tudo que faltava, que era o mais grosso. Senti meu cu se alargando à força, e os ovos batendo na minha buceta maltratada. Isso sim foi bem comida, o cum encheu meus intestinos. Ahhhhhhhhhhh, que filho da puta, agora sim tinha arrebentado meu cu virgem. Assim ele me teve por um bom tempo, até a cock amolecer e, devagar, tirar. Um artista. Eu tava doendo pra caralho. Vi a cock dele semi-ereta, com um pouco de minha merda e sangue, escorrendo semen. Devagar, ele me levantou, eu dizia: "Tá doendo, papai, você tem ela muito grande". Ele me acariciava e beijava, isso me confortava. De pé, ao lado da cama, vimos o cum caindo da minha buceta e cu. Então fomos tomar banho juntos. Má ideia, pra mim. Sentei no vaso como pude e soltei o cum que tinha, bahhh, foi o que pensei. Tomamos banho, ele me mimou, me ensaboou, me lavou, e ficamos aproveitando o momento. ducha, nunca tinha aproveitado tanto uma transa, esse cara era foda. de repente lembro e pergunto que horas são, não era cedo, nem 45 minutos tinha passado desde que cheguei e ele já tinha me comido gostoso pela pussy e arrombado meu cu. relaxei e fiz algo que curti: virei de costas pra ele e comecei o jogo. Alberto não demorou a reagir, a cock que nunca tinha baixado de vez começou seu esplendor, e por instinto abri as pernas e senti ela passando pela minha pussy, ficava mais fácil com a água caindo. apoiei as mãos na parede e arqueei as costas, oferecendo minha pussy e meu cu arrombado. ele não demorou a meter a cabeça na pussy, me fez tremer, tava sensível, mas ainda dava pra ter umas duas horas de sexo e eu queria aproveitar. e foi assim, ele me empalou de uma vez e me comeu até falar "fuck you, goza". sim, papai, arqueei mais. quando entrou o que faltava, parecia que ia sair pela boca e a cum atrás. soltei a minha ou o que restava. ele me deixou um tempão empalada, fechou o chuveiro e continuou me segurando assim. perguntei: "vai me deixar assim a tarde inteira???" "cê não gosta?" ele perguntou. "sim, papai, mas não te desce." "bom, agora vai descer." ele tirou e colocou na porta do cu. eu gritei: "nãooooooo, dói, é muito grande tua cock", mas já era tarde, o cu arrombado tava dilatado e num movimento ele enfiou até a metade. não tinha muita escolha e eu falava: "papai, é muito grande, dói". eu dizia "não" mas empurrava pra trás pra entrar tudo. "ai, papai, dói mas eu gosto", era dor e prazer e falei "vou gozar" e ele respondeu "aqui, tem o que falta" e meteu fundo. ele me segurava pelas cadeiras, cada vez parecia sentir ela maior, e eu gritei "ahhhhh" e soltei a cum e ele encheu minha booty de cum de novo. e aí senti depois de um tempo que ele afrouxava, e meio que perguntando: "parece que pra ele acalmar tem que comer um cu, pode ser!!!" mas não qualquer cu. ele tirou, dessa vez não. Tinha cocô, só sêmen e um pouco de sangue. Lavei, sequei e fomos pro quarto. Falei: "Papu, vou embora, antes que alguém apareça, só por precaução." "Beleza", ele disse, "agora você já sabe, não precisa esperar tanto, me manda mensagem que eu te espero." "Beleza", falei, e olhei as horas. Era uma pena ir embora, com tanto tempo pela frente. Com mais uma hora, a gente se virava bem, e ainda tínhamos uns 40 minutos antes de começar a arriscar, quase 2 horas. Eu olhava com devoção pra essa cock que parecia adormecida, e me joguei na cama por um tempo. Tava dolorida, mas mesmo assim comecei a chupar e brincar com ela. Alberto me olhava, eu dizia: "Como eu gosto de você, como você me come, que cock." E aí perguntei se ele comia minha sogra. Ele disse que não, claro que não acreditei, mas não forcei muito pra resposta. Eu tinha uma cock quando queria, pelo mensagem, e ele falou pra me deixar tranquila: "Olha, se eu te fuder sua sogra, você vai perceber, pela sua experiência de hoje." Eu falei: "Não me importo se você come ela ou não, contanto que não me falte seu gozo. Não me importa quem você come, e sou capaz de trazer minha cunhada pra você, contanto que continue me comendo. Não me importo com nada. E se meu marido não me comer mais, também não me importo." Com um tom safado, ele disse: "Bom, se sua cunhada topar, ou alguma amiguinha..." "Você é um sem-vergonha", falei. Ele respondeu: "Pra que oferecer se não vai cumprir?" "Que nada", falei, "já vai ver", e continuei brincando com a cock dele. Essa cock exercia uma magia em mim. Ela já estava crescendo de novo. Guuuaaauu, parece que acordou. Ele disse: "Vem, deita aqui do meu lado." Fui, ele me fez deitar de bruços, colocou dois travesseiros na minha barriga, e fiquei com a bunda pra cima, deixando toda minha pussy exposta. Ele se ajoelhou sobre minhas pernas, passou gel na minha pussy arrebentada — sim, arrebentada, porque aquela cock tinha feito estrago. O gel parecia refrescar. Ele passou na cock dele e encaixou na entrada. Meus pelos se arrepiaram. Ele começou a massagear, e meus movimentos de me contorcer faziam a cabeça da cock brincar. em mim usa a palavra: buceta, me deixou louca de tesão, e de repente ela se deitou nas minhas costas e começou a chupar meu pescoço e orelhas, isso me detonou, e eu falei me come, enfia tudo quero gozar, ela não esperou e me empalou, poucos minutos depois eu falei entre gemidos goza, tio, e ela enfiou tudo e eu senti a porra saindo e se misturando com a minha, ficamos assim um tempão ela em cima de mim, me tinha empalada até os ovos e eu sentia a porra querendo sair, a pica tá dura e de vez em quando ela tirava um pouco e dava umas estocadas violentas, eu gosto, ela desceu de cima de mim e eu falei, agora vou embora, me lavo e pronto, a pica dela gotejava sêmen e eu passei a língua, dessa vez fui sozinha pro banheiro, a buceta já tava inchada, e o cu, nem vou contar, me vesti com muita dor, de tudo, porque tinha que ir embora e pela surra que ela tinha me dado, doía tudo, enquanto me vestia, ela se lavou e se vestiu, a cama tinha passado de cheiros perfumados pra cheiro de porra e sangue, a gente se deu uns beijos e ela me acompanhou até a porta, se espichou e eu saí, como doía tudo, cheguei em casa e tomei banho urgente, a legging tava impregnada de porra, que continuava saindo, e o cu soltava gotas grossas de sangue e porra. Que filha da puta, me partiu ao meio, me arrebentou o cu, bem arrebentado e ainda tô feliz. - Isso não foi tudo, conforme meu corpo foi esfriando doía a buceta e o cu, não conseguia sentar no vaso, caía lágrimas. - Tudo passou, naquela noite fingi um pouco de mal-estar, caso meu marido quisesse alguma coisa, coisa que duvidava, se eu não procurasse, não rolava nada, mas por via das dúvidas, minha buceta toda quebrada não tava disponível pra ele e muito menos com o cuzinho que eu tava. - Fiquei uns 5 dias sem conseguir nem sentar mas tinha que disfarçar, me maquiava bem pra esconder as olheiras, esperando me encontrar com meu amante quando pudesse, era só mandar um sms, e pica pronta, mas primeiro eu tinha que me recuperar. Parecia que um trem tinha passado por cima de mim, e se a velha percebeu, fingiu demência.
No dia seguinte depois da grande trepada, eu voltava toda quebrada pelo que aconteceu. Vejo ele saindo com uma bolsa, fiquei feliz e assustada ao mesmo tempo, pensei: ele vai embora… Quando me viu no corredor, acelerou o passo. A velha tava com a porta aberta, eu cumprimentei ela, e ela seguiu. Fiquei enrolando perto da entrada, e ele me disse: "Oi, como cê tá?" "Feita merda", respondi. "Você me quebrou toda, mas eu gostei. Pra onde cê vai?" "Não, bombom, vou levar a roupa pra lavanderia, os lençóis principalmente." "Ahhh", eu disse. Ele chegou perto, me deu um beijo rápido e perguntou: "Como tá minha pussy?" "Ahhh, papai, tá doendo e toda desfigurada. E o bum, nem se fala", falei. Ele largou a bolsa no chão, pegou a chave, e eu fiquei encostada na porta. Quando ele abriu, me deu um apertão e eu percebi que o cock dele tava endurecendo. Ele ainda tinha fôlego pra continuar. Eu disse: "Papai, não me faz querer, não posso, tô doendo." Antes de ir, ele falou: "Vou deixar a porta aberta, se quiser que eu te cure." E foi embora.
Que filho da puta, é um sem-vergonha. E eu sabia que se fosse, ele ia me partir de novo. Vontade não faltava, mas eu tava destruída e ia ficar pior. Decidi não ir, esperar me recuperar. Isso me aconteceu por ser curiosa e tarada, mas não me arrependo.
6 comentários - Vizinho me partiu ao meio por curiosidade
van 10