Vizinha curiosa leva rola até o talo

Oi, como vocês estão? É a primeira vez que escrevo, tudo são fatos reais, mudei os nomes só pra facilitar a identificação. Moro em Buenos Aires, sou casada, tenho dois filhos e vivo com meus sogros em apartamentos compartilhados. Eles são pessoas tranquilas. Minha sogra é uma pessoa dinâmica, com um físico digamos que bem legal, é de estatura média, tem seu charme, não vou negar. Apesar da idade, os peitos e o bumbum estão bem firmes, o físico consideravelmente bom. Fala alto, é o jeito dela, parece que está sempre brava, mas é assim mesmo.

Um dia, sem que ela percebesse que eu estava em casa e eu sem saber que ela estava, ouvi ela falando no telefone, e no celular, o que era muito estranho, já que ela sempre usava o fixo. Ao ouvir a voz muito suave, desci sem fazer barulho, mas não consegui escutar o que ela falava. E desde então comecei a observá-la. Ela tinha mudado um pouco, estava como mais radiante. Mesmo não tendo o corpo de uma modelo, devo reconhecer que ela tem seu charme e, com seus 60 e tantos anos, ninguém dava essa idade.

Andava com os peitos bem empinados e o bumbum lá em cima, e pensei: essa veterana tem um amante, já que meu sogro quase não rolava mais nada. Mas eu tinha que saber com certeza que era assim, não sei porquê, mas na hora não soube explicar, senti até uma certa inveja.

Além de ser real, eu tinha que saber em que momento eles se encontravam, o que pelas atividades dela, da família e do negócio, não era fácil. Ela andava toda gata, e isso me dava uma raiva... dissimulada, porque dava pra ver que ela tava curtindo com o amante, mas quando, como, quem era? Como tudo chega, um dia eu confirmei pelo que ouvi, e não sei se ela sabia que eu tava lá em cima, ela tava falando no telefone, dizia pro amante que tava bem, feliz, que tinha curtido muito, mas que tava dolorida e que tinha ficado com a buceta toda inchada, tudo isso num tom bem baixo, não sei o que falavam do outro lado mas eu imaginava, ela dizia que sim, que gostava, mesmo doendo a buceta, ela gozava com aquela pica tremenda que o amante tinha e que enchia ela de porra, e ela lembrava como ele tinha sacudido ela, e o que aconteceu no banheiro, pelo visto ele enfiou nela no chuveiro também, nessa hora minha respiração acelerou e eu tava ficando toda molhada com o que ouvia, escutando o que a veterana contava. Ela dizia: quando eu fui tomar banho, e você veio me ajudar, como eu curti, quando senti seu pauzão nas minhas nádegas eu fiquei toda excitada, você me ensaboou tão doce e seu pau começou a ficar duro, num momento quando senti a cabeça enorme na minha bunda, deu uma aflição, e pensei: adeus bunda Maria, se ele meter tudo isso aqui me parte em oito, e bem, eu fiquei resignada mas você é um cavalheiro, só que quando o sabão escorregou e na pressa de não deixar cair no chão eu arquei e deixei justo a buceta em cima do seu cacete e você não perdeu tempo, meteu um bom pedaço, parecia que ia me partir de novo, e eu gozei na hora, nunca pensei que podia me excitar tanto e ter orgasmo atrás de orgasmo na minha idade, mas não podia deixar você assim, você tava a mil, mesmo doendo eu pedi e você meteu o que faltava, escaparam jatos de xixi e até um peido quando você tirou até a cabeça e meteu de uma vez, a gente gozou junto... não sei o que respondiam do outro lado, e ela dizia: uma creminha, pra quê?.... Pelo visto ele pensava em comer a bunda da vovó, que pelo que ouvi tava se salvando até então. - Eu tava toda molhada, fui devagarinho até o Banheiro de cima e me masturbei sonhando com um pau daqueles. - À noite, quando tinha relações com meu marido, eu imaginava aquele pau, e gozei como nunca tinha gozado com ele, em todos os anos de casamento. - Uma vez ele disse: "Vou ao supermercado, precisa de algo?" Eu disse não, nada, não sei o que vamos fazer para comer e ele saiu. Naquele dia eu estava de saia e uma blusa, e ele foi. Fiquei arrumando as coisas em casa e não sei quanto tempo passou, quando ele voltou, não o senti. Quando desci, já com malícia, para ver se conseguia pegá-lo em algo, o encontro falando sozinho, lavando os legumes, mas muito baixinho, dava para ouvir o que ele dizia: "Que gostoso ele é, que foda que ele me deu rapidinho, que pau que ele tem, toda vez que ele me come me faz gozar como uma puta e como eu gosto. A putinha, como dói minha buceta, que gostoso ele é, mas eu gosto, me excita só de pensar naquele pau, ahhhhhhh." Para mim, ele teve um orgasmo só de pensar no amante, que filha da puta a velha. Aí me ocorreu uma coisa que seria minha perdição ou minha fortuna: o amante não devia estar muito longe, e pensei que podia ser o vizinho do apartamento do meio, um senhor elegante, fino, sempre bem vestido, muito educado, e comecei a observar até que foi minha perdição. Minha conclusão foi rápida: se ele foi ao supermercado e voltou com as compras e o amante tinha comido ela, tudo tinha que ser perto. - Assim passavam os dias e eu sem saber quem era. Devo reconhecer que naquela época me excitava só de pensar como seria aquele amante, me deixava com tesão, me molhava como uma adolescente. - Não sei se ela percebeu que eu observava ou se foi impressão minha, e eu pensava: "Comigo você não vai zoar, vou descobrir custe o que custar", e assim foi. - Um belo dia ela disse que tinha que sair, para fazer uns trâmites, e que não sabia a que hora ia voltar, e como ela cuidava de tudo, contas, bancos, do negócio, não estranhei, mas pensei: "Essa vai trepar um bom tempo". Ela se arrumou bem, como para um encontro, e eu disse: "Essa... é minha, e se fosse como eu imaginava, tudo ficaria bem, seria questão de minutos. Então me preparei. Não sei se era porque estava louca para saber quem era o amante ou o quê, já estava toda molhada. Fui me lavar e me arrumei como nunca: uma saia de jeans e uma camiseta, sem sutiã.

- Quando ele se despediu e saiu, eu disse: "Liga se for vir comer…". "Sisi, começa a preparar que eu volto num instante", ele respondeu. "Tá bom", eu disse, e ele saiu. Quando calculei que ele já tinha saído para a rua ou para a casa do veterano, saí devagarinho. Estava tão ansiosa que nem pensei nas consequências. Não tinha ninguém no corredor comum, e bati na porta do meu vizinho – estava aberta. E pensei: "Cris, essa é a sua chance…". E entrei feito uma ladra. Fechei a porta sem fazer barulho, deixei o pequeno pátio, a porta da cozinha estava aberta e dava pra ouvir vozes lá dentro. Já na cozinha, a porta que levava aos outros cômodos estava fechada, e não dava pra identificar de quem eram as vozes. Eu estava ansiosa para saber e ver.

Na minha imaginação, eles estariam a todo vapor se preparando para o ato, e só de pensar já me deixava excitada. Até que uma voz me trouxe de volta à realidade: "O que você está fazendo aqui na minha casa?". Só saiu um som lamentável de mim. "Você está transando com a Maria e a tem aqui". O veterano, muito seguro de si e da situação a seu favor, estava ali, com uma camiseta azul, uma bermuda social e sapatos de camurça, cheirando a uma colônia cara, tudo muito masculino. "Você está enganada, não sei de quem está falando, mas acho que você está procurando por algo…". Não saía nada de mim, a fragrância me deixava louca, e minhas associações com o que tinha ouvido e o momento me excitavam. Não podia gritar – eu tinha invadido a casa dele sem permissão. Comecei a chorar, não sei por quê. Pensei em mil coisas. Ele, seguro, me disse: "Vem cá, garotinha, vou te mostrar uma coisa". E, me pegando pela mão, me levou pelos diferentes cômodos. Chegamos ao quarto dele – não tinha ninguém, só música e uma TV ligada. Eu não sabia o que dizer. Ele se aproximou, me pegou pela cintura, me puxou para perto, e senti que estava perdida. O veterano me tinha em seus… Mano, eu não fazia muita força pra me soltar dos braços dele e ele disse: "E agora, o que vai fazer?" Eu respondi: "Eu vou embora..." Ele soltou um sorriso suave, me puxou contra o corpo dele, eu tremi, e ele me deu um beijo na boca que me desmontou. Eu não reagia, estava nas nuvens, ou talvez fosse porque eu tava procurando, no meu inconsciente tava atrás de um amante, e me deixei levar. Em tempo recorde, ele me despiu, sem eu apresentar nenhum impedimento, me deitou na cama enorme dele, que tinha um cheiro de fragrância enlouquecedor, e começou seu trabalho de sedução. Percorreu todo o meu corpo com movimentos precisos, meus peitos ficaram duros, comecei a ficar excitada rapidão, pensando que se ele era o amante da Maria, agora também ia ser o meu, e comprovar o tal do pau dele. Deixei ele fazer, e me entreguei aos jogos do sexo.

Ele começou devagar, percorrendo todo o meu corpo com a língua. Ele era experiente, e arrancava suspiros de prazer de mim. Chegou na minha buceta molhada e, como um mestre, começou o trabalho com a língua. Ele era e é um expert, e me proporcionou várias coisas que ninguém nunca tinha me dado. Nunca tinha feito um oral como aquele, tive orgasmos consecutivos que nem eu sabia como aconteciam. Ele só disse: "Hmm, que gostosa, parece que não te atendem bem, bombom." E eu tive um orgasmo interminável na boca dele... "Agora você vai ganhar um prêmio," ele disse. Se levantou e começou a se despir, tirou a camiseta, desabotoou a bermuda e deixou cair. Me sentei na cama e vi o que o slip escondia: um volume importante, ou melhor, muito importante. Sem pensar, me joguei nele, desesperada, estava excitadíssima, e puxei pra baixo de uma vez. Só consegui pensar: "Mãe do céu, que pau!!!!!" Lá estava, meio em ereção, uma cabeça grande e de tamanho impressionante. Já não importava se ele transava com a Maria, eu queria ele pra mim. Não importava como ele ia me comer, eu queria e pronto. Tentei levar na boca só a cabeça e não coube, segurei com as duas mãos, era um presente dos céus. Depois de brincar um pouco, quando ele ficou... Duro, ele me disse "bombonzinho, aqui está seu prêmio, como você quer?" "Como você quiser, mas me dá leite já!!!". Ele me colocou de costas, pôs um travesseiro debaixo da minha bunda, sabia o que estava fazendo, eu só queria aquela pica já. Ele se ajoelhou, levantou minhas pernas e começou a passar ela na minha buceta, me deixou louca de tesão, estava quase explodindo em outro orgasmo, e eu disse como um pedido: "pai, mete em mim". Quando ele colocou na entrada da minha buceta, eu soube que era uma pica grande fora do comum e com um empurrão ele meteu a cabeça, escapou um grito desgarrado abafado pela música. "Gostou???" ele me dizia suavemente no ouvido enquanto enfiava a língua, me deixando cada vez mais excitada. "Siiiiim, pai". Tentei agarrar e percebi que ainda tinha um pedaço enorme pra fora, então me preparei o melhor que pude, sabia que ia doer e me fazer gozar. A cabeçona estava quase dentro abrindo caminho, havia certa dificuldade pelo tamanho da pica, maior do que eu estava acostumada. Eu estava toda molhada, e isso facilitava a penetração. "Quer mais um pouquinho, bombom????" "Sim, pai, me faz sua". E num movimento bom ele meteu até a metade, parecia que me abriam em dois, e era real, estava me partindo ao meio. Tive um orgasmo interminável, ele continuou seus movimentos. "Vai, pai, me dá seu leite", eu disse, já estava pra começar outro orgasmo. "Mete em mim" e o veterano não se fez esperar, com um empurrão meteu tudo, parecia que me partia ao meio, que filho da puta, que pedaço de pica. Ele tirou até a cabeça e mandou sem piedade, e me disse antes de gozar: "aqui está seu leite" e abafou meu grito com um beijo, e eu cravei minhas unhas nas costas dele, e isso o deixou ainda mais potente. Instantes depois senti o leite dele saindo em torrentes da pica, inundando minha buceta e se misturando com o meu. Ele ficou um tempo em cima de mim, e a pica continuava dura. Ele fez carinho, me tinha enfiada, e eu gostava de ter aquela pica dentro de mim. De vez em quando ele dava uma empurradinha e me fazia gozar como uma louca, eu não aguentava. Acreditar no que ele tinha feito, ele desceu e ficou de lado e continuou me acariciando, dava pra ver que o veterano era de longo alcance e aqui não tinha nada preparado, nem pílulas nem nada, tudo natural, minha buceta estava doendo, mas se tinha mais, eu não ia dizer não... estava feliz, ia inchar, não me importava, estava descontrolada, e eu disse desafiando: "Tem mais...?" "Sim", ele disse, e eu falei: "Eu por cima", e subi e enfiei aquela pica de uma vez, parecia que ia sair pela minha boca, e cavalguei como uma louca, não sei quantos orgasmos tive, quando pensando em mim e não nele eu disse: "Goza!", e ele falou: "Agora você me comeu, agora vou comer você", e me colocou de quatro. Só pensei e gritei: "A bunda, não!!!!" Ele disse: "Fica tranquila, isso fica pra próxima, senão você não vai andar", e era verdade. Fiquei de quatro e ele começou a meter, parecia que era a primeira vez, eu gozei na hora e depois ele enfiou até o fundo, sentia os ovos dele batendo, cada empurrão eu sentia entrando, e cada vez parecia maior, me fazia gritar de prazer, estava virando uma puta. Ali estava eu, de quatro, apoiada com as mãos na cama, enfiada, já não aguentava mais, o próximo orgasmo já sentia chegando, ali, e eu disse: "Me parte e me dá teu leite, aaaaaaaaaahhhhhhhhh", e ele gozou. Quando ele tirou, disse: "Agora você vai ver quanto leite você tinha pra mim", e tirou, ainda excitada pela foda, senti minha buceta transbordando, e o gozo escorria pelas minhas pernas, e assim, de quatro, fiquei sentindo a delícia. Ele passou a pica na minha buceta e no rego, molhando com sêmen, e disse: "Mais um pouco e você vai ver o que estava guardado", e enfiou de uma vez, coisa que eu não esperava, mas gostei, ele me deixou um tempo assim enfiada, parecia uma marionete e como eu gostava e gozava... Eu disse: "Tenho que ir". "Tudo bem", ele disse, e tirou. Estava dura, não podia acreditar no estado da pica. Quando me endireitei, caiu formando uma poça grande de sêmen e alguns fios de sangue, sem dúvida ele me partiu, caiu no... Piso, impressionante a quantidade, levantei e fui lavar e ele disse: "te ajudo". Pensei e falei: "não vai me comer de novo no banheiro, outro dia". Lavei minha buceta dolorida, mas satisfeita pelo pau encontrado, e dei um beijo nele. Me preparava para sair e ele disse: "espera". Ele espiou para ver se tinha alguém no corredor, olhou e disse: "não tem ninguém. Ah, e lembre: toda vez que te encontrar sozinha no corredor, vou te trazer aqui e te comer quantas vezes eu quiser". "Não precisa", eu disse, "venho sozinha". Ele me deu um beijo e fui para casa.

Cheguei, tomei um banho, e minha buceta estava toda arrebentada. Começou a doer e inchar. Joguei bastante água fria para aliviar, me vesti e fui preparar a comida.

Enquanto fazia, não parava de lembrar daquele pau. E já não me importava se era o mesmo que comia minha sogra. No fim das contas, não me importava ter que compartilhar, porque o veterano tinha resistência e sabia usar muito bem.

Estava no meio do trabalho na cozinha quando ouvi minha sogra chegando. Ela disse: "O povo tá todo louco na rua". E eu, nos meus pensamentos ruins: "O que me importa, velha? Você não sabe o pau que eu comi". Mas claro, não podia dizer. Agora tinha que descobrir se o amante dela também era o veterano. Não por nada, mas porque agora precisávamos ter mais cuidado. Se fosse verdade, as duas queríamos a mesma coisa, e a questão era não nos descobrirmos.

Às vezes eu esquecia e fazia algum movimento brusco, e a buceta doía. Até quando ia mijar, não queria nem pensar quando ele fosse meter no meu cu. Dava um pouco de medo, mas ao mesmo tempo queria saber como era, já que nunca tinham feito isso. Estava virgem ali e disposta a deixar o veterano me arrombar. Sabia que ele ia me preparar bem, mas também sabia que ia me estourar com aquele pauzão.

Os dias passaram, encontrei ele várias vezes no corredor. Muito cordial, me cumprimentava, porque sempre vinha com alguém ou eu estava ocupada, e não podíamos nos encontrar sozinhos. No supermercado, não podia levantar suspeitas, pelo menos na minha família, sonhava com aquela rola. Depois disso, poucos dias depois, tive relações rotineiras com meu marido, sem paixão, era só botar porra e tchau até amanhã. A rola do meu marido, comparada com a do veterano, era um pititinho, mas tinha que fingir. No fim, quando tivesse a oportunidade, ia me descontar com o veterano, com uma rola boa.

Passaram muitos dias, eu andava igual uma louca, andando pelas paredes, não podíamos fazer contato. Queria que o veterano me comesse, estava de um humor de cachorro, mas me acalmava porque, mesmo não tendo certeza se ele também estava comendo a velha, ela andava igual. O que me dava tranquilidade era saber que, se fosse o macho dela, também não poderia fazer contato. No meu interior, dizia: "Eu vou te ganhar, velhinha".

Um dia de manhã, tinha me levantado bem tranquila, coloquei uma legging shorts e uma camiseta, cumprimentei todos que estavam em casa e fui fazer minhas tarefas. Por volta do meio da manhã, perguntei à Maria o que íamos preparar para comer. "Podemos fazer massas", ela disse. "Precisamos ir ao supermercado, tenho que ir ao negócio depois do almoço para trazer todos os papéis para liquidar." Essa é a minha chance, pensei.

"Bom", eu disse, "aqui está anotado o que precisamos do supermercado. Vai agora se quiser, não deve ter tanta gente." Peguei a bolsa e me preparei para sair. Fechei a porta do corredor e o vi chegando: o veterano. Os hormônios se agitavam, acho que a buceta ficou molhada na hora. Para não levantar suspeitas, cumprimentei alto, com um "como vai?" e saí em direção ao portão da rua. Ele caminhava atrás de mim. A cada dois passos, eu olhava para ele e andava devagar, esperando por ele e ao mesmo tempo observando se a velha não estava espiando. Faltavam uns 5 metros para chegar ao portão, ele já estava quase colado em mim, e falava baixo: "Que bunda linda, mami! Vou chupar ela toda!!!". "Você gosta?", eu dizia e balançava a bunda. Quando chegamos ao portão, eu não tinha tirado a chave, e ele disse: "Eu abro". Olhei para... por trás, com uma mão ele segurava a chave, com a outra me agarrou pelos quadris e me puxou pra ele, e assim fiquei entre a porta e ele, com movimentos rápidos colocou a chave e sua mão na minha buceta molhada, enquanto esfregava o pau dele na minha bunda, me deixou sem fôlego, ai papai, que pau grande você tem, balbuciei entrecortada, hoje te espero, tenho uma coisa pra você, ele me deu um beijo no pescoço, e me apertou de novo, eu abri as pernas automaticamente de tão excitada que estava e senti o volume, quase gozei ali mesmo, saímos pra rua e fomos andando como bons vizinhos até o supermercado.

Eu andava pelo supermercado, procurando as coisas que precisava, em outro momento teria demorado no máximo 20 minutos pra pegar tudo, mais o tempo no caixa, mas tentava localizar por onde ele andava, às vezes a gente coincidia nos corredores, ele me metia cada mão que me deixava louca, ou se encostava quando eu intencionalmente fingia procurar algo nas prateleiras de baixo. Voltamos, ele estava atrás de mim, e como se fosse sem querer, com muita habilidade me tocava, bem disfarçadamente, isso me excitava, a adrenalina lá em cima, a mil, eu carregava um monte de coisas, ele pra disfarçar disse espere senhora eu te ajudo com a sacola, sim espere um momentinho, bom obrigada, todo um cavalheiro.

Voltamos, no caminho eu contei, que teria um tempinho quando a velha fosse embora, pra nós, ele só disse a porta está aberta, entra e tranca a porta, não dava pra mais, estávamos já dentro do corredor, eu caminhava devagar ele me apalpava de vez em quando a bunda, e os peitos, quando chegamos, quando vou abrir a porta e agradecer, ele me partiu a boca com um beijo, me apalpou os peitos, a bunda e a buceta molhada, e me apertou contra ele e me fez sentir ele, nos vemos e ele foi embora, eu gritei obrigada por me ajudar a trazer as sacolas.

- Quando entrei a velha me perguntou quem te ajudou, Alberto, o vizinho, ahhh disse a velha sempre tão atencioso, com todos aqui, e eu pensei comigo mesma. mais que atento hahahaha!!! A gente preparou o almoço, e eu já pensando na sobremesa, quando todo mundo fosse embora, os meninos pra escola, a véia pro negócio, não passava mais a hora e eu fui, troquei a calcinha molhada, mas deixei as leggings.- Deve ter sido umas 2 horas, e mesmo parecendo pouco, tinha que aproveitar ao máximo, só de pensar já me excitava, e me molhava, bom os meninos foram, faltava a véia ir e meu sogro vir comer, sempre deixava tudo preparado pra ele, porque ele comia e deitava um pouco, depois ia embora e a véia voltava, mas nesse meio tempo eu ficava sozinha em casa mais de 2 horas, então tinha que extrair o suco, bah o leite, quando a véia tava pra sair ligam pra ela no telefone, era meu sogro, dizendo que já que ela ia, que levasse a comida porque tinha chegado mercadoria e tinha que arrumar e marcar, e que assim entre os dois era mais rápido, bom disse a véia, agora preparo e levo tudo. Quando ela me contou, uma alegria me pegou e fiz cara de pena, e sabendo que a véia ia dizer que não, eu disse quer que eu vá ajudar? nãoo disse ela, a gente se vira, você tem que cuidar dos meninos quando voltarem da escola. Saiu, a veterana, qualquer coisa te ligo me disse no phone, assim você não precisa ficar descendo pra atender, bom eu disse e ela foi, Quando tinham passado 5 minutos fui até o banheiro e tirei a calcinha e coloquei outra leggings limpa, uma camiseta que dava pra ver meus mamilos sem sutiã, tava excitada, vou até a porta pra ir vê-lo e esbarro numa vizinha, e ela começa a conversar, não ia embora a véia, e eu digo bom, vou terminar de limpar, pra ela ir embora, e ela foi, eu espiava e sempre tinha gente no corredor, que filhos da puta eu dizia, justo hoje todo mundo no corredor, foram talvez minutos mas pra mim pareciam eternos. De qualquer jeito tinha que trancar a porta, e deixar o phone à mão por precaução, então saí, qualquer coisa se me pegassem no corredor tocaria a campainha do vizinho e entraria, me arrisquei, Saí, não tinha ninguém, abri e entrei. Tranquei a porta como ele tinha me dito e passei para a sala de jantar. Ele estava sentado no computador. Ele se levantou e me abraçou, começou a me passar a mão... Eu estava com um tesão da porra, já queria pau!!!!

Falei pra ele: "Como você me fez ficar com vontade hoje, não podia tocar uma... que sacanagem, hein..." E mandei as mãos direto pro meu prêmio. Abaixei a calça e a cueca dele e lá estava meu brinquedo, pronto pra usar. Me ajoelhei e tentei enfiar na boca, desesperada. Ele foi ficando duro. Ele me levantou suavemente, começou a me despir, meus peitos ficaram à mostra, e quando ele abaixou minha legging ele disse: "Opa, sem calcinha". E eu falei: "Fiquei me trocando a manhã toda, ela ficava molhada só de pensar".

Nós dois somos altos, então se ele quisesse me enfiar de pé, não precisava procurar por nada. Quando fomos pro quarto, eu sentia ele encostando na minha bunda e lembrava do que ele tinha dito, que ia chupar ela. E eu lembrei, meio que pedindo: "Você vai chupar minha bunda? Nunca fizeram isso em mim". "Bom, parece que tem muitas coisas que não fizeram em você, porque tão te comendo mal", ele disse enquanto apalpava meus peitos por trás e eu sentia o pauzão dele entre minhas pernas. Isso me deixava com um tesão absurdo, o melado estava escorrendo e ele percebeu. "Você tá com muito tesão, hein?" "Siiim, desde essa manhã que tô assim, desde que te vi. E você me tocou toda".

Ele me deitou suavemente na cama, com as pernas penduradas, e começou a lamber. Eu me contorcia de prazer, ele me fez gozar quase na hora. Ele disse: "Porra, você já quer na primeira chance? Como você quer?" "Toda", eu disse. "Já sei que você quer toda. Que posição?" "Eu por cima primeiro, depois me come como você quiser, quero pau já!!!!"

Ele deitou e se acomodou. Eu ia molhar o pau dele com saliva e ele disse: "Não, para, usa o gel". Passei o gel e me preparei. Quando senti a cabeça, me estremeci. Era grande e fui sentando. Quando achei que estava, sentei de uma vez e percebi que tinha me enganado. Enfiei tudo, doeu, e a dor foi virando prazer. Em poucas movimentações começaram meus orgasmos. Eu vinha de uma manhã muito excitada, e... semanas de abstinência, não contei a do meu marido porque não gozava, fingia, agora sim eu estava curtindo, sentia meu gozo tentando sair, e o pau dele continuava duro, eu queria sentir, o gozo dele e ele me disse: vira de costas, como disse?, gira sem tirar ele de dentro, de costas pra mim, ele manjava e eu não, girei, tinha um pouco o quadril levantado e girei quando fiquei de costas, ele começou a me tocar, não tinha mudado nada sentia a mesma coisa com o pau todo dele dentro de mim, ele me agarrou pelos peitos, e me deixava cada vez mais excitada, eu estava pra explodir em outro orgasmo e disse: você vai gozar em mim…? Sim, ele respondeu, quando você quer???? Agora e comecei a cavalgar, agora buceta me dá seu gozo, bom ele disse….. e baixou o quadril, ahhhhhhhhhhhh essa puta não tava esperando, ele enfiou o pau todo, pensei que ia me arrebentar, que filho de uma puta, as bolas dele ficaram na altura da entrada agora sim podia dizer que ele tinha metido tudo, essa posição eu não conhecia, e gozamos juntos, lindo, quando acabamos eu disse: você é um canalha, me partiu de novo… essa eu não conhecia……, quando desci senti o sêmen escorrendo pelas minhas pernas e no pau dele e ao redor tinha sêmen por todo lado, e um pouco de sangue ele é um canalha, mas tem um pau que me faz gozar não importa nada. Vou me enxaguar um pouco eu disse…. Fui ao banheiro me lavei minha buceta maltratada mas com vontade de continuar tinha que aproveitar o tempo, sentei no vaso pra fazer xixi, doía, mas não tanto quanto da primeira vez, parece que ela estava se acostumando ao tamanho do seu novo visitante, ele entrou pra se lavar, se lavou e disse: você gostou, gostosa???? Siiiii, respondi, ele se aproximou e passou o pau na minha cara e na boca, ele é um canalha…. Quando voltei pra cama, ele estava deitado, me joguei ao lado dele, enquanto conversávamos eu brincava com o pau dele, era mais forte que eu tenho uma paixão total, e perguntei: como é que você ia chupar minha bunda…. Minha bunda não digo que é top dez mas vale 8 pontos hahahaha e eu estava disposta à proposta, sabendo que ele ia me partir todinha. estávamos deitados, ele de barriga para cima e eu quase sempre por cima dele. Ele brincava com minhas costas e eu com o pau dele, não podia acreditar como aguentava aquele pedaço de carne… De repente, ele gozou, pegou uma garrafinha que estava na mesa de cabeceira, era óleo de bebê, e começou a passar em mim. Parecia relaxante, ele começou a fazer massagens, me acomodei, ele sentou sobre minhas pernas, sentia o pau dele semi ereto entre minhas nádegas, mais perto da buceta. Eu fazia de sonsa, e já tinha a cabeça ali na entrada, de repente ele tirou e senti a língua no meu cu. Me escapou um "ahhhhhhhh". "Você gosta?", ele perguntou. "Siiii, tudo o que você me faz eu gosto… Ai, meu Deus, que prazer!" Ele estava dilatando meu cu, estava quase me fazendo gozar de novo, faz maravilhas com a língua, que filho da puta, me esquentou bem. Eu queria que ele me comesse já, que enchesse minha buceta. Nunca pensei que pelo cu ia ter prazer. Ele continuou dilatando e brincando com os dedos na minha buceta, que estava a mil. Ele disse: "Mamita, agora você vai ter o prêmio da loteria maior, depois te digo como se chama!!!!" A única coisa que saía entre gemidos de prazer era: "Metê o pau e me dá leite……ahhhhh". Ele me fez ficar de quatro, pensei que ia me comer pela buceta, passou o pau como se fosse um pincel pela buceta, quase me fez gozar, e mirou no meu cu. Só disse: "Por favor, devagarinho, você é muito grande, vai me rebentar". "Tranqui, vamos brincar, relaxa", e ele passava pela buceta e me enfiava os dedos. Eu estava a mil, meu cu estava totalmente dilatado, o pau dele se esfregava sem entrar na minha buceta, me deixando com vontade. Em um desses momentos, passei a mão por baixo do meu ventre e agarrei o pau dele, e entrei no jogo esfregando em mim, mas minha intenção era outra: eu queria ele na buceta já! E em uma dessas, quando ele veio para frente, coloquei na entrada, e entrou quase tudo, quase gozei. Ele disse: "Parece que minha gostosa quer estar enfiada". Ele falou muito… suave, siiiii como eu gosto, ele tirou quase toda e meteu de uma vez, escaparam uns jatos de mijo, mas na posição que eu tava não dava pra ir pra frente, aí eu grunhia, ofegava, ele me tinha enfiada até as bolas, e eu gozei, ele não, me segurou um bom tempo enquanto continuava brincando com os dedos na minha bunda, e me excitava, o pau dele tá tipo um cacete. Agora vou te dar o prêmio, eu tava nas nuvens do prazer, ele tirou, eu sentia meu gozo escorrendo pelas pernas, ele botou a ponta do pau no meu cu dilatado, o pau dele a mil escorregadio pelo gel, num empurrão pequeno, mas calculado, ele fez eu sentir, o cu era pequeno pra uma pica daquele tamanho, haaaayyyyy, tá doendo, você tem uma muito grande, você vai me arrebentar, eu sabia que não tinha muitas opções porque eu lembrei ele do cu, agora era aguentar, até onde desse, tentei relaxar, e colaborar, dessa maneira achei que ia doer menos, a gente tava nisso, a cabeça não entrava, e ele disse: mamita, levanta mais a bunda, abaixa os braços, apoia a cabeça na cama, depois quando entrar você volta de quatro, eu tava tão excitada que obedeci, minhas pernas abertas apoiadas no chão e ele em pé atrás ficou na medida, só no final eu caí de bruços na cama e ele em cima de mim, ele botou mais um pouco de gel, e no meu buraquinho, apoiou a cabeça e empurrou, o cu cedeu um pouco, e eu também, escaparam lágrimas, e um pouco de xixi, eu fiz força no sentido contrário dele e a cabeça entrou aahhhhhhhhhhh, você partiu meu cu, ele ficou paradinho um tempo e eu ali com a cabeça apoiada na cama e a ponta da rola dele querendo entrar, quando me acostumei com o invasor levantei as mãos, ele continuou fazendo carinho por todo lado, e sabendo o que tava fazendo foi descendo até minha pussy maltratada e começou a brincar com meu clitóris, já tava a mil, isso me pegou de novo e comecei a fazer o balanço, e a rola foi entrando centímetro por centímetro, cada centímetro era uma dor e um prazer e o safadão a sabia usar, com o pau no cu e seus dedos mágicos, na use the word: buceta eu estava prestes a explodir em orgasmos, ele tirou e meteu na use the word: buceta até a metade acho, continuou enfiando os dedos no cu, eu gostava, mas doía, e sabia que não tinha escapatória, ele me tirou da use the word: buceta, e me colocou na entrada e empurrou pra trás e entrou a cabeça, não doeu tanto, e assim começamos o movimento, ele interpretou meus movimentos e seus dedos voltaram para minha use the word: buceta, foi o detonante, o orgasmo estava ali, e acho que eu disse as palavras que ele estava esperando, mete tudo porra não importa se eu gritar ou implorar, parte minha bunda me enche de porra os intestinos, , ele começou seus movimentos eu sentia cada vez mais fundo, mas sabia que faltava, o muito safado tirava até a cabeça e metia até a metade, estava me esperando começar a gozar, não precisei fazê-lo esperar muito, já estava lá, .me joguei sobre minha cabeça deixando bem alto minha bunda enfiada, e entre pedidos pedia porra e pau, e comecei a ter orgasmos, suas mãos se encheram de porra e ele meteu tudo que faltava, que era o mais grosso, senti minha bunda se alargando à força, e as bolas batendo na minha maltratada use the word: buceta, isso sim bem fodida a porra encheu meus intestinos ,ahhhhhhhhhhhhhh que filho da puta agora sim tinha partido bem meu cu virgem, assim me teve um bom tempo até que o pau afrouxou e devagarinho ele tirou, um artista, pra mim doía pra caralho, vi seu pau semi ereto com um pouco de merda minha e sangue, escorrendo porra, devagarinho me levantei, eu dizia tá doendo papai, você tem muito grande, ele me acariciava e me beijava, isso me confortava, estando em pé ao lado da cama vimos como caía a porra da minha use the word: buceta e cu, então fomos nos banhar juntos, má ideia, pra mim. Me sentei no vaso como pude e soltei a porra que tinha, bahhh, isso eu pensei, nos banhamos, ele me mimou me ensaboou me lavou, e ficamos aproveitando a chuveiro, nunca tinha curtido tanto uma transa, aquele era um macho, de repente lembro e pergunto que horas serão, não é cedo, nem fazia 45 minutos que eu estava lá e ele já tinha me comido bem pela buceta e tinha arrombado meu cu, me relaxei e fiz algo que gostei: virei de costas pra ele e comecei o jogo, Alberto não demorou a reagir, o pau que nunca tinha baixado totalmente começou seu esplendor, e por instinto abri as pernas, e senti ele passando pela minha buceta, ficava mais fácil com a água caindo, me apoiei com as mãos na parede e arquei minhas costas, oferecendo minha buceta e meu cu arrombado, ele não demorou a enfiar a cabeça na buceta, me fez tremer, estava sensível, mas ainda podia aguentar duas horas de sexo e queria aproveitar, e assim foi, ele me enfiou de uma vez e me deu até dizer "fuck you cum", sim papai, me arquei mais, quando ele entrou com o que faltava parecia que ia sair pela minha boca e a porra atrás, soltei a minha ou o que sobrava, ele me manteve enfiada um bom tempo, fechou o chuveiro e continuou me segurando assim, eu disse "você vai me deixar assim a tarde toda???", "não gosta?" ele perguntou, sim papai, mas ele não baixa, "bom agora vai baixar", ele tirou e colocou na porta do cu, eu disse "nããããoooooo, dói, é muito grande seu pau" mas já era tarde, o cu arrombado estava dilatado e num movimento ele enfiou até a metade, não tinha muita escolha e eu dizia papai, é muito grande, dói, eu dizia não mas empurrava pra trás, pra entrar toda, ai papai dói mas eu gosto, era dor e prazer e eu disse "eu vou gozar" e ele respondeu "aqui, tem o que falta" e enfiou, ele me segurava pelos quadris, cada vez parecia sentir ele maior, e eu disse "ahhhhh", e soltei a porra e ele encheu minha bunda de porra de novo, e aí senti depois de um tempo, que ele estava afrouxando, e como pergunta, parece que pra ele se acalmar tem que foder um cu, pode ser!!! mas não qualquer cu, ele tirou dessa vez não Tinha cocô, só sêmen e um pouco de sangue, lavei ela, sequei e fomos pro quarto. Eu disse: "Papu, vou indo, antes que venham por precaução". "Tá bom", ele disse, "agora você já sabe, não precisa esperar tanto, me manda mensagem e eu te espero". "Beleza", eu falei e olhei a hora. Era uma pena ir embora, tendo tanto tempo. Com mais 1 hora, a gente se viraria bem e ainda tínhamos uns 40 minutos mais ou menos pra começar a arriscar, quase 2 horas. Eu olhava com devoção pra esse pau que parecia dormindo, e me joguei na cama. Um tempinho ela tava dolorida, mas mesmo assim comecei a chupar e brincar. Alberto me olhava, eu dizia como gosto de você, como você me come, que pauzão. Aí perguntei se ele comia minha sogra. Ele disse que não, claro que não acreditei. Não forcei muito pra obter a resposta, eu tinha um pau quando quisesse por mensagem. E ele disse, pra me deixar satisfeita: "Olha, se eu foder sua sogra, você vai perceber, pela sua experiência de hoje". Eu disse: "Não me importa se você come ela ou não, basta que não me falte sua porra. Não me importa com quem você fode, e sou capaz de trazer minha cunhada contanto que você continue me comendo. Não me importa nada, e se meu marido não me comer mais, não me importa". Com tom de provocação: "E bom, se sua cunhada topar, ou alguma amiguinha..." "Você é um safado", eu disse. Ele respondeu: "Pra que fazer ofertas se não vai cumprir?" "Quem disse que não?", falei, "você vai ver". E continuei brincando com o pau dele. Aquele pau exercia uma magia em mim, já estava crescendo de novo, guuuaaauu, parece que acordou. Ele disse: "Vem, deita aqui do meu lado". Fui, ele me fez deitar de bruços, colocou dois travesseiros sob minha barriga, e fiquei empinada pra cima, deixando toda minha buceta exposta. Ele se posicionou sobre minhas pernas, passou gel na minha buceta arrebentada – sim, arrebentada, porque um pau daquele tinha feito estragos. O gel parecia refrescar. Ele passou no próprio pau, e encaixou na entrada. Meus pelos ficaram arrepiados. Ele começou a me massagear, e meus movimentos de rebolado faziam a cabeça brincar. na minha use the word: buceta, me deixou muito excitada, e em um desses momentos ele se jogou nas minhas costas e começou a chupar meu pescoço e minhas orelhas, isso me detonou, e eu disse: me come, mete tudo, quero leite, ele não se fez de rogado e me enfiou, poucos minutos depois eu disse entre gemidos: goza, papai, e ele meteu tudo e eu senti o leite saindo e se misturando com o meu, assim ficamos um bom tempo com ele em cima de mim, ele me tinha enfiada até as bolas e eu sentia como o leite queria sair, o pau dele estava duro e de vez em quando ele tirava um pouquinho e dava uns empurrões violentos, eu gosto, ele desceu de cima de mim e eu disse: agora sim vou, me lavo e pronto, , o pau dele gotejava sêmen, coisa que eu fiz, passei a língua, dessa vez fui sozinha ao banheiro, a use the word: buceta já estava inchada, e a bunda, nem te conto, me vesti com muita dor, de tudo, porque tinha que ir embora e pela surra que ele tinha me dado, doía tudo, enquanto me vestia, ele se lavou e se vestiu, a cama tinha passado de cheiros perfumados para cheiro de sêmen e sangue, nos demos uns beijos e ele me acompanhou até a porta, espiou e eu saí, como doía tudo, cheguei em casa e urgentemente tomei banho, a legging estava impregnada de leite, que continuava saindo, e a bunda soltava gotas abundantes de sangue e sêmen. Que filho da puta, me partiu ao meio, me arrebentou o cu, bem arrebentado e ainda por cima estou feliz.- Isso não foi tudo, à medida que meu corpo foi esfriando, doía a use the word: buceta e o cu, não conseguia sentar no vaso, as lágrimas caíam.- Tudo passou, essa noite me fiz um pouco de doente, caso meu marido quisesse alguma coisa, o que eu duvidava, se eu não procurasse, não acontecia nada, mas por precaução, minha maltrapilha use the word: buceta, não estava disponível para ele e menos ainda com o furico que eu tinha.- Andei uns 5 dias sem conseguir sentar, mas tinha que disfarçar, me maquiava bem para esconder as olheiras, esperando encontrar meu amante quando pudesse, só tinha que mandar uma mensagem, e pau pronto, , mas primeiro eu tinha que me recuperar. Parecia que tinha passado um trem por cima de mim e se a véia percebeu, fez-se de sonso.
No outro dia, depois da grande trepada, eu voltava toda acabada por causa do que aconteceu, vejo ele saindo com uma bolsa, fiquei feliz e assustada, pensei que ele ia embora… Quando me viu no corredor, apressou o passo. A véia tinha a porta aberta, ele cumprimentou ela e seguiu. Fiquei enrolando perto da entrada e ele disse: "Oi, tudo bem?" Feita merda, eu falei: "Você me arrebentou toda, mas eu gostei. Pra onde você vai?" "Não, gostosa, vou levar as roupas no lavandero, os lençóis principalmente." "Ahhhh", eu disse. Ele se aproximou, me deu um beijo rápido e perguntou: "Como está minha buceta?" "Ahhh, papai, tá doendo e desfigurada. E a bunda, nem se fala", eu falei. Ele largou a bolsa no chão, tirou a chave e eu encostada na porta. Quando abriu, ele me deu um aperto e notei que o pau dele estava ficando duro. Ele tinha pique pra continuar, eu disse: "Papai, não me faz ficar com vontade, não posso, tá doendo." Antes de ir, ele falou: "Deixo a porta aberta, caso queira que eu te cure." E foi embora.
Que filho da puta, é um tarado. E eu sabia que se fosse, ele ia me arrebentar de novo. Vontade não faltava, mas eu estava destruída e ia ficar pior. Decidi não ir, esperando a recuperação. Isso me aconteceu por ser curiosa e tarada, mas não me arrependo.

6 comentários - Vizinha curiosa leva rola até o talo

A todas las cojen tipos con pijas enormes? Nadie coje nunca con vergas normales?
No por que para pija chica, ya tengo la de mi esposo
Jajajaja algo q nos quiera decir