Corria o ano de 1993, eu adolescente com os hormônios a mil, tava na fase mais punheteira da vida, onde eu me excitava com tudo. Aproveitando que era sábado à noite e meus pais tinham saído com "amigos"... Fiquei em casa e comecei a olhar as revistas pornô que existiam na época e meus pais tinham uma coleção debaixo da cama.... Comecei a ficar excitado e não sei por que me deu curiosidade de experimentar uma calcinha fio dental vermelha da minha mãe, bem pequenininha... Me dava muito tesão ter ela vestida... Mas não sei se por viadagem até aquele momento... Me dava um tesão doentio me olhar e imaginar que era minha mãe toda pelada, a rola e os ovos escapavam pela frente, mas de rabo eu ficava uma gostosa..... Comecei a me punhetar, até cheguei a ficar de quatro na cama dos meus pais... E comecei a dedar o cu e rebolar a bunda feito uma menina.... Tava tão na minha... Que nunca percebi que eles tinham chegado.... Até que ouço a voz da minha mãe me dizendo.... Parada na porta do quarto... Filho de uma puta, não pode ser tão punheteiro... E ainda por cima viado... Cara, e a puta que te pariu, se seu pai te vê, ele te mata.... Dava pra ver que ela tava bêbada... Maquiagem meio borrada... Uma regatinha com os peitos estourados pra fora... Sem sutiã, com os bicos marcados pra caralho... Saia jeans bem curtinha.... E umas sandálias de plataforma bem de coroa puta.... Eu fiquei paralisado, assim de quatro, todo entalado pra caralho.... Não sabia o que fazer.... Minha mãe chama meu pai e diz.... Negãooo vem aqui... Olha isso... Temos um tarado em casa.... Eu queria morrer.... Minha mãe fala... Fica assim como tá, senão te encho de porrada.... Além de puta, a velha era brava.... Meu pai entra no quarto e me diz.... Filho de uma puta.... Viado degenerado.... Tira o cinto e me dá uma cintada no meio da bunda que me fez dobrar de dor..... Mas ao mesmo tempo eu sentia que minha rola ficava dura de novo.... Aí minha Mamãe para ele e diz... Não bate nele, tenho uma ideia melhor... Pela o pau preto... Meu velho olhou pra ela e os dois tinham aquele brilho de safadeza nos olhos, e eu me preparei pro que vinha... Mamãe se agachou e começou a chupar o pau do meu pai, meu velho moreno de barriguinha quarentona... Um pau comprido, grosso e pesado... Bem cabeçudo... Minha mãe me pega pelos cabelos e me obriga a abrir a boca, e junto com ela começamos a chupar aquele baita pau... Mamãe me dizia: Faz igual a mim... Dá-lhe, filho... Aprende que você vai gostar... E enfiava até o fundo... Umas duas engasgadas e tirava escorrendo fios de baba... Eu tentava fazer o mesmo, mas dava vontade de vomitar, não aguentava... Ela me empurrava e apertava meu nariz pra eu ficar sem ar... Eu babava igual porco... A puta da minha mãe também me obrigava a chupar os peitos dela e me dava uns beijos de língua impressionantes... Meu velho comia nossa boca um pouquinho em cada um, enquanto com os dedos molhados de saliva das nossas bocas acariciava os próprios mamilos... Me obrigam a deitar e meu pai se agacha no meu peito e continua me dando pau até morrer... Me dava tapas de pau na cara toda... Enquanto sinto uma língua que me arromba o cu... E uma mão me batendo uma punheta... Minha velha entre minhas pernas... Que chupada gostosa de cu ela me deu... De vez em quando comia minhas bolas... Cuspia no meu pau e continuava me punhetando... Meu velho com o pau entalado na minha garganta... Resfolegava como se fosse gozar... Minha velha diz: Negro, não goza que tô preparando ele... E já enfiava dedos no meu cu dilatando... Ela manda eu ficar de quatro de novo e levantar a raba e ficar molinho... Come ele, negro, já tá pronto... Meu pai vem por trás de mim, me dá uns tapas na raba, cospe no meu cu e começa a dar batidinhas de pau na bunda... Que prazer, pelo amor de Deus... Nunca tive tanta tesão e safadeza como naquela noite... Dá, enfia igual como você enfia em mim, dizia minha mãe toda louca... E aí comecei a sentir aquela cabeçona de pica que meu pai tinha entrando no meu cu... Comecei a sentir ardor e ele dizia... Devagar, devagar... Relaxa, bebê, que papai vai te dar a mamada... E cada vez mais aquela fera que papai tinha entre as pernas entrava... Nisso, minha mãe me beijava e eu sentia aquele cheiro de álcool saindo da boca dela, que me deixava com muito tesão, e ela dizia... Mmmm, que gostoso beijo com cheiro de pica... Agora entende por que mamãe grita tanto quando fode com papai e você bate umas punhetas do caralho ouvindo? Acha que a gente não sabe? Mamãe e papai sabem de tudo, garoto... E me beijava de novo, beliscando meus mamilos... Meu velho já tinha pegado o ritmo e me comia gostoso... Já sentia um prazer lindo... Mamãe se jogou na minha frente, levantou a saia jeans dela, puxou a calcinha fio dental preta que tava usando... E pegou minha cabeça e enterrou na buceta dela, toda molhada com um cheiro de mulher delicioso... Chupa, garoto viado... Dá língua na mamãe... O que você gosta mais? A pica do papai ou os peitos e a buceta da mamãe??... Eu nem conseguia falar... Minha mandíbula doía de tanto chupar aquela buceta por onde nasci... Com tanta desesperação e ao mesmo tempo meu velho me comendo genialmente... "Dá, negão, come ele forte... Viu que te falei que um dia você ia poder comer ele? Papai há tempos tá de olho em você, filho... Ele gosta de comer putinhos de vez em quando... E mamãe não se importa... E agora que sabemos que temos um em casa, como vamos nos divertir"... Nisso, meu velho começou a gemer alto... Tirou de uma vez, senti o cu aberto e aquele vazio que só quem gosta de ser comido sabe... E encheu minhas costas e meu cu de porra... Minha velha, vendo aquela situação, começou a se masturbar furiosamente... E espirrou na minha cara toda com um squirt que me deixou fazendo gargarejo, a filha da puta... Levantou depois dessa gozada como pôde. ... com as perninhas tremendo... Ela se colocou atrás de mim e limpou com a língua toda a porra do papai... Que ficou sentadinho num canto da cama, exausto. Minha mãe começou a me masturbar de quatro, por trás, cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos para me fazer gozar... Comecei a gritar de prazer e, ao ver a cara de prazer do meu velho... Ele não aguentou e me deu um beijo de língua bem safado... Primeira vez que beijava um cara e era meu pai... Como foi bom... Vai, acaba logo, seu degenerado, dizia minha mãe enquanto me dedilhava e me punhetava... Não aguentei mais e soltei porra... Muita porra... Encharquei a cama, gozei tanto e tão grosso que até o cheiro eu lembro ainda... A partir daquela noite... Aconteceram muitas coisinhas mais... Onde até terminei enfiando a minha irmã na festa, chupando pussy de mami, cock de papi e o meu... Mas isso é pra outro relato... Boas punhetas pra todos e todas.
5 comentários - Passei por tarada