O filho da verdureira (conto gay)

Lucas não sabia se o que tinha era sorte ou azar. Não conseguia ficar um dia sem gozar pelo menos uma vez, não podia, precisava esvaziar as bolas, senão subia pelas paredes. Com seus 24 cm, não faltavam rabinhos, mas a verdade é que já tava meio cansado de servir buracos, de comer caras que só o procuravam pelo desafio de sentir uma pica de filme pornô dentro do cu.

Naquela manhã, como toda manhã, ele bateu uma no chuveiro. Mesmo tendo dado duas gozadas num motel na noite anterior com um promíscuo, não foi suficiente. A punheta foi longa, a água foi esfriando, mas finalmente a descarga de porra o relaxou.

Tomou seu chimarrão de sempre e arrumou a casa. Desde que tinha se separado da mulher, morava no casarão de Temperley que fora dos pais e avós, antiquíssimo, cercado de árvores velhas e um jardim descuidado. Às vezes, andando pelo jardim, se sentia um personagem de "Os Sete Loucos", embora o bairro já não fosse mais o pintado por Arlt. O casarão era cercado, roubando-lhe doentiamente o sol e deixando o jardim ainda mais lúgubre, pelos luxuosos apartamentos e chalés gigantescos, típicos de um bairro de classe média alta num subúrbio de Buenos Aires. Era um "enrustido" e se importava em continuar sendo, já que num bairro tradicionalista e preconceituoso, não era bem visto que um escritório de contabilidade fosse administrado por um "degeneradinho". Então, de vez em quando, seus vizinhos o viam entrar no casarão com alguma bela moça, geralmente uma escort VIP, que ele nem sequer comia, mas passava umas boas horas dentro de casa, saía sorrindo satisfeita e era despedida com um beijo na boca por Lucas.

Entre seus clientes estava a boliviana da esquina, que tinha uma verdureira gigante ali e mais duas em outros bairros. Na verdureira trabalhavam suas duas filhas e seu filho, de 18 anos, que tinha chegado há alguns meses de Cochabamba.

Lucas adorava os kollitas. Nas suas viagens de trabalho do primeiro emprego, tinha ido muitas vezes à Bolívia. E se não fosse porque os viadinhos não engravidam, eu teria tido uns quantos filhotes no país irmão. Aqueles cuzinhos cor de chocolate, grandes e redondos, aquelas bucetinhas que dilatavam gostoso, aquela pele lisa e sem pelo sem precisar depilar, o jeito deles gemerem, deixavam ele louco.

Mati, o filho da boliviana, era o kollita típico, lábios carnudos, uma rabeta grande que o moletom escuro e folgado de sempre não conseguia disfarçar. E ele tinha "aquilo" que a gente, gay, detecta nos nossos semelhantes, no jeito de andar, de olhar, de franzir os lábios... E Lucas não conseguia não notar.

Ele pesou o risco. Perder a cliente? O bairro inteiro ficar sabendo que ele era gay? Nada, o cara era viadinho demais, o faro dele não podia estar errado. Tinha que achar a oportunidade.

Finalmente apareceu. Lucas precisava de umas notas fiscais e uns VEPs, e a boliviana combinou que, naquela noite, depois de fechar a quitanda, Mati levaria pra ele.

Às 8:30 tocou a campainha. Lucas tinha se vestido bem gostoso, uma legging que marcava um volume enorme (e com 24 cm, motivo tinha) e uma camiseta que deixava o peito peludo à mostra. Claro, por baixo da legging, nada.

Assim que desceu a escadinha, viu Mati no portão, e Mati viu ele. Andou devagar os 15 metros que o separavam do portão, percebeu que Mati olhava ele de cima a baixo, levou a mão no volume e viu como Mati cravava os olhos ali.

— Oi, Mati, como cê tá? Entra tranquilo, minha casa parece o castelo do Drácula, mas não se assusta. Deixou ele passar na frente pra dar uma olhada na raba, hmm, dava água na boca e a legging começava a molhar. Quando viu a rebolada dele subindo os degraus, deu vontade de estuprar ele ali mesmo.

— Trouxe os VEPs? Olha que vencem amanhã — Mati virou a cabeça e viu que Lucas tinha a mão bem apoiada no volume enorme, os olhos cravados na bunda dele e uma cara de safado que, se fosse fogo, queimava a raba dele.

— Ué, Lucass, trouxe sim — e deu um sorriso que era como se quisesse baixar o moletom dele ali mesmo e enfiar a pica.

— Ah, Lu... Trouxe uns trabalhos de contabilidade da Secu que tenho que apresentar pra me reconhecerem umas equivalências, cê podia me ajudar?
- Os assuntos contábeis levaram 5 minutos.
- Vamo pra sua tarefa agora? Senta aqui, Mati.

Sentaram lado a lado, perna com perna, os rostos a 20 cm, o tesão tava no ar, mas primeiro tinha que resolver a atividade. Lucas explicou, Mati entendeu e começou a trabalhar.
- Café?
- Ué, claro.

Assim que Mati ficou sozinho, pensou: "Ah, esse Lucas me faz ficar toda molhada, com aquele volume enorme e essas mãos grandes, se ele não me pegar, não sei o que vou fazer hoje à noite. Tomara que a mãe tenha trazido picles pra casa."

Lucas foi pra cozinha, a buceta dele encharcada de pré-gozo, a legging molhada na frente. Enquanto a chaleira esquentava, bolou o plano dele.

Voltou com as xícaras e viu ele debruçado sobre os papéis. Ficou atrás dele e começou a massagear os ombros.
- Coitado do Mati, entre o esforço do dia todo com suas gavetas e esse final de dia com esses balanços e ativos e passivos, seus ombros tão duros que nem pedra.

Matías puxou a cadeira pra trás, apoiou a cabeça entre as mãos e, com um sorrisão, se entregou às massagens enquanto o cu tremia de desejo.
- Sabe, Lucas? Na contabilidade que cê tá me ensinando, eu gosto dos ativos.
- Que bom, Mati, porque eu adoro os passivos.
- Então aqui tem um passivo, Lu, já me deixou toda molhada.

Lucas fez ele virar a cadeira e continuou as massagens, desceu pelas costas devagar até chegar na bunda dele.
- Aqui também precisa?
- Aí é onde mais preciso. Desde que me despedi do meu namorado na cidade, ninguém mais cuida de mim.

Lucas levantou ele e, enquanto esfregava o pau duro na bunda dele, começou a beijar o pescoço e a apalpar os peitinhos dele: os gemidos do Mati encheram a escrivaninha. Começou a puxar a calça dele.
- Me faz teu, Lucas, por favor.

Lucas inclinou ele sobre a mesa, com o pré-gozo do pau molhou a entrada e enfiou a metade de uma vez. Pau grossa. A quinta era grande, senão os vizinhos teriam ouvido o grito.
- Assim, Lucas, você não faz ideia de como eu tava precisando disso -
Lucas deu mais uma empurrada, o grito espantou até as lagartixas do forro, mas os 24 cm entraram até o saco naquela bunda morena, redonda, macia, naquela bucetinha que mais que rosada era arroxeada.

Começou a bombada, os gemidos encheram o ar, aqueles gemidos gostosos de índio, Lucas pirou, a cada metida levantava o Matias do chão.
- Ai, gaúcho, me destrói, me faz sangrar, faz feliz esse viadinho -

A gozada chegou e o rostinho redondo se iluminou com um sorriso de santo.
- Ai, gaúcho, como você me fez feliz -
- Gostou, piranha? Vem, vamos pra cama -
- Não, espera - Mati se ajoelhou e começou a chupar aquele pau que tinha deixado ele feliz, espremendo a uretra com a língua pra não sobrar nem uma gotinha de porra naquele pedaço enorme.

- Agora sim, me leva, mas olha, gaúcho safado, minha mãe tá esperando eu voltar. Deixa eu ligar pra ela avisar que não vou -
- Vai dizer que vai dormir comigo?????? -
- Nãao, relaxa, vou falar que vou pra casa do meu amigo Maxi. -

Na cama, aninhado nos braços de Lucas, mandou a mensagem pra mãe e depois, por via das dúvidas, pro amigo.
- E se teu amigo falar alguma coisa? -
- Calma, gaúcho, o Maxi é mais viado que eu, a única coisa que ele vai querer é que um dia a gente faça um menage, rsrs -

A porra começou a escorrer devagar da bunda morena.
- Ai, gaúcho, vou sujar teus lençóis -
- Relaxa, Mati, daqui a pouco eu tamo o vazamento - Lucas pegou com as mãos as bochechas redondas do boliviano e começou a beijar ele, mordeu as orelhas, desceu pro pescoço, foi até os peitinhos redondos e macios, lambeu, mordeu, apertou e Mati gemeu, tremeu, gritou. Desceu beijando a barriguinha e chegou no pau escuro meio duro, não muito grande, mas bem grosso. Deu um beijinho suave. Virou ele de costas.

O corpinho doce e moreno do índio destacava contra os lençóis claros. lençóis.
—Ai, que coisa é essa! — exclamou Lucas. Colocou um travesseiro debaixo da buceta morta e mergulhou de cabeça naquele buraquinho lindo, quentinho, dilatado. A língua explorou cada cantinho daquela vagina de macho, molhada, com aquela mistura de sabores, o próprio esperma, o interminável pré-gozo e o interminável muco retal do Mati. Só parava de chupar pra levantar a cabeça e se deliciar com a vista daquelas nádegas incríveis, beijou elas, mordeu, apertou e de novo, com toda a paixão, enterrou a língua no canalzinho. Sentiu as contrações. Mati passou do gemido ao grito.
— Ai Lucas, me desculpa, molhei o travesseiro todinho com meu gozo —
— Ensopa ele à vontade, kollita lindo, que agora vou te encher de novo. —
Dessa vez os 24 cm entraram de uma vez e Lucas começou a bombar com tudo. Mati tava nas nuvens, Lucas tava nas nuvens. Às vezes tirava o pau e olhava a vulva dele, tinha dilatado tanto que até dava pra enfiar a mão, mas isso não curtia.
— Ai meu amor, gozei de novo — Lucas tirou o pau, virou ele e enfiou de novo com as perninhas pro ombro. Daquele pênis escuro jorraram golfadas de gozo branquíssimo, que se espalharam no peito dele. Pegou umas gotas, saboreou. Pegou mais um pouco e deu pra Mati chupar, que lambeu o dedo como se fosse uma rola. Mais uma enfiada funda, e a segunda gozada de Lucas aninhou no fundo do útero do promíscuo. Os dois riram felizes, ofegantes, plenos.
Descansaram um tempinho, a cabeça de Mati no peito do seu gaúcho, a mão de Mati o tempo todo acariciando aquela rola enorme que tinha deixado ele feliz.
Pediram uma pizza, jantaram pelados e voltaram pra cama. Antes de dormir, mais duas gozadas aninharam na buceta do Mati e mais duas gozadas de gozo kolla foram parar nos lençóis. Dormiram sorrindo.
Matias acordou, olhou o celular, eram 4 da manhã, viu as mensagens do amigo Maxi dizendo "ai marica!, te invejo hein, você comendo rola e eu aqui sozinho com meu plug enfiado e sonhando com uma". Na penumbra, viu Lucas do lado dele, viu o pau meio mole, mmmm!
Levantou, se ajeitou e começou a chupar de leve. O pau foi crescendo na boca dele, quando sentiu ele duro, virou e foi sentando devagar pra não acordar o gaúcho. Entrou suave, sem esforço, a bunda dele ainda estava dilatada. Sentiu duas mãos pegarem na cintura e puxarem pra baixo.
— Ai, meu homem, te acordei? — A resposta foi uma pirocada.
— Kollita insaciável, come ela toda.
— Sim, po — Mati começou a meter com a bunda, agora quem gemia era Lucas. A cavalgada que Mati tava dando com a bunda dele era incrível, a vista daquelas costas morenas, daquelas nádegas grandes, macias, perfeitas, levava Lucas pra estratosfera. Mais uma gozada de Mati e mais uma de Lucas. Quando Mati se levantou, todo o leite que levou saiu da bunda dele no púbis e no pau do Lu. Claro que não dava pra desperdiçar, Mati lambeu cada poça, cada gota, beijou e beijou aquele pau enorme e aos poucos foi se acalmando.
— Você é o kollita mais gostoso que já comi na vida, Mati.
— Oi, como é isso? Não sou seu primeiro bolita?
— Não fica com ciúme, promíscuo, mas na sua terra eu comi uns quantos.
— Que malvado você é! Não chupo mais seu pau! Agora, de castigo, me beija e me faz teu de novo. — Riram.
Se ajeitou de novo junto do Lu e colocou a cabeça no peito dele. Depois de um tempo, dormiram de novo.
Já entrava sol pelas frestas da janela. Dessa vez quem acordou foi Lucas, viu aquela bunda redonda e escura do lado dele e aquela carinha doce dormindo com um sorriso nos lábios. Ficou duro, abriu as nádegas dele e devagar enfiou. Começou a bombar devagar, Mati acordou e, virando a cabeça, deu um sorriso. Mais de meia hora Lu ficou bombando suave antes de gozar. Ficou mais um tempo sobre as costas de Mati e bem devagar foi tirando.
— Ai, não! Já vai tirar?
— Quer mais, promíscuo?????? Você é mais insaciável e leiteiro do que eu!!!! Vou preparar o café.
— Que horas são? — Já são mais de seis horas —
— Sério??? Tenho que ajudar a mãe a abrir a quitanda!!! —

Enquanto Lucas preparava o mate, Mati tomava banho. Pelados tomaram café da manhã, pelados se beijaram e pelados Mati arrancou mais uma gozada do seu gaúcho com a boca.

— Você vem hoje à noite? —
— Sim, meu gaúcho, hoje à noite e todas as noites que você quiser —

Mati se vestiu, se despediram com um beijo enorme. Lucas o viu se afastar entre as árvores centenárias que mal deixavam a luz do sol passar.

Naquela manhã, Lucas não precisou se masturbar.

3 comentários - O filho da verdureira (conto gay)

Que gostosa, que vontade de ir com o Lucas pra ele me comer também igual a sua
Ufff que lindo !!!tuve la suerte de cojerme y desvirgar a uno tambien,trabaja en la verduleria de sus padres,24años,hermoso cuerpo,hermoso culo,un ano oscuro,suave,deliciosamente perfumado,rico,caliente,lo coji detras de la verduleria y despues en su casa varias veces,me lo entrego de una,era virgen,gimio pero se la trago toda,se hizo adicto a mi verga,hsta me presento a su primo,lo coji,estaba roto ya,pero nunca quisieron trio.