Normalmente não atendo números desconhecidos, mas estava esperando uma informação sobre uma frota de táxis pra fazer um seguro, e como não sabia de onde podia vir o dado, atendi. "Esta chamada é de um estabelecimento prisional". "Atende, negona, sou eu, o Cholo", ouço a voz de quem mais, depois do aviso. — Tá preso de novo? — pergunto, mais resignada do que surpresa. — Relaxa, não é nada sério, acontece que teve uma mudança na Superintendência, e o novo comissário quer apertar um pouco o meu parafuso, só isso — ele explica. Ele não me conta, mas depois eu ia descobrir que ele foi preso por uma denúncia da Diretoria do Almirante Brown, da qual meus irmãos e meu pai fazem parte. Mas ele não me liga pra reclamar nem pra eu interceder por ele, é por algo totalmente diferente. Ele quer que eu faça uma visita... uma visita higiênica. — Não aguento mais, negona, você não tem ideia de como estão meus ovos... — Mas e a Daiana? Ela não devia ir? — pergunto sobre a mina que tava morando com ele da última vez que vi. — Ela tá grávida, tem uma barriga que vai explodir a qualquer hora... — Engravidou ela de novo? — não sei por que me surpreendo, já que naquela vez que a gente se encontrou, a novinha também tava esperando bebê. — E o que você quer? Ela tem vinte anos, nunca se cansa... — Mas eu não sou sua namorada nem nada, não precisa comprovar algum vínculo pra isso? — Relaxa, que o advogado cuida de tudo... — Não sei, Cholo, quando você sair, se quiser, a gente passa um fim de semana inteiro num motel, mas ir trepar na cadeia, não me parece legal... — Por favor, Mary, me faz esse favor, você não sabe como eu tô, sou uma bomba atômica prestes a explodir... — Ele me faz rir, e também me excita. — Quanto tempo você tá aí dentro? — pergunto. — Já vou fazer três meses... — Pra um comedor nato como o Cholo é uma eternidade. Pra mim também, por isso eu entendia ele. Uns poucos dias sem levar uma pica, e já tô andando igual uma louca. pelas paredes. Com três meses, o Cholo devia estar que nem um leão enjaulado. —Deixa eu pensar, Cholo, mas não te prometo nada... — falo pra ele. No fim, não pensei muito. Na ligação seguinte, falei que sim, que ia visitar ele. Ele já tinha começado o processo pra visita íntima. Só faltava anexar meus dados e o exame médico correspondente. O advogado ia cuidar de justificar o vínculo com um certificado de convivência. Uns dias depois, chega um e-mail com a aprovação da visita higiênica, ou o "encontro", como eles chamam. Na hora que caiu a ficha de que eu ia pra uma cadeia transar com um preso, nunca tinha imaginado isso. Tive que tirar o dia, porque a Unidade do Serviço Penitenciário onde ele tá alojado fica no AMBA. Faço a fila, passo por todas as revistas, e mesmo indo vestida com roupa simples e discreta, já que proíbem cores escuras, leggings, decotes, botas e até cadarço, numa das revistas tenho que ficar de sutiã e calcinha enquanto revistam minha roupa. O horário da visita é longo, umas horas, dá pra ficar com o parceiro num pátio comum, tipo um dia de família, e se você tiver autorização, tem duas horas pra um encontro íntimo. Eu só fui pra isso, então em vez de me mandarem pra área onde os presos tão com as famílias, tenho que esperar num banco de cimento junto com outras duas mulheres. —E como é que continua isso? — pergunto pra uma. —Tem mais revista? — —Não, daqui já vamos pra polvera... — ela responde, apontando uma portinha quase na nossa frente. A polvera... É assim que chamam o lugar onde a gente vai transar com os presos. —Vão chamando a gente por turno, só temos que esperar — Ela tá visitando o marido, que já tem uns anos de cadeia. Como tem que buscar os filhos na escola, não tem muito tempo, então só vai dar atenção pra ele. Ela deve ter percebido que era minha primeira vez, porque na hora fala: —Não se preocupa... No começo Pode ser meio bagunçado, mas depois você se acostuma... Se tá apaixonada, não tem jeito...
— Eu não tô apaixonada pelo Cholo, só vou, igual ela, tirar a porra dele. Quando chega minha vez, levanto e, mesmo estando ali pelo mesmo motivo, sinto um pouco de vergonha de saberem pra que eu tô entrando naquele lugar. A sala de visitas é um corredor interno com quartos dos dois lados, cada porta tem uma folha plastificada com as regras a seguir durante a visita. Um segurança me manda entrar num deles e esperar até trazerem o Cholo do pavilhão. O quarto é simples: uma cama, uma mesinha e um banheiro pequeno. Zero romantismo, mas fazer o quê, o meu negócio com o Cholo nunca foi romântico. Coloco música, arrumo a cama com os lençóis que trouxe e deixo o mate preparado na mesa, mesmo sem saber se vamos ter tempo de tomar pelo menos um. As camisinhas tão na minha bolsa. Quando trazem o Cholo, ele fica me olhando como se quisesse me devorar viva. Aquele olhar escuro, faminto, me molha na hora. Ficamos sozinhos, e então ele se aproxima e me abraça, me agarrando, como sempre, na bunda. Me aperta contra o corpo dele, fazendo eu sentir o volume duro e quente do pau dele pressionando minha barriga.
— Hummm... deixam você vir armado? — falo, num sussurro excitado.
— Te falei que não aguentava mais...
— Já tô aqui pra resolver isso — respondo, descendo uma mão pra acariciar o pacote dele de ponta a ponta.
Nos beijamos com fome, com urgência, a língua de um na boca do outro, nos esfregando, nos apalpando como bichos no cio.
— Preciso que você me dê essa porra agora...! — ele diz, baixando a calça e a cueca de uma vez. O pau salta pra fora, grosso, cheio de veias, completamente duro, a cabeça inchada, brilhando de líquido pré-gozo. É um pau lindo, grande e pesado... Ele tira a camiseta, deixando à mostra as tatuagens de cadeia, e se deita na cama. Enquanto ele se mastiga devagar, pra não apressar o inevitável, eu tiro a minha roupa. a blusa, o sutiã, e me acomodando entre as pernas dele, faço um Boobs fuck que deixa ele num estado ainda mais desesperador. A cara de tarado com que o Cholo me olha arrepiaria qualquer mulher, mas em mim dá é tesão. —Chupa ela... faz com essa boquinha linda o que você sabe fazer tão bem...!— ele me apressa. Começo beijando os ovos dele, lambendo devagar, enquanto com uma mão acaricio a cock de cima a baixo, segurando entre meus dedos aquela pressão infernal que só quer explodir e levar tudo na frente. Subo com a língua por toda a base, marcando com saliva a veia do meio que percorre a cock inteira, até chegar na cabeça. Beijo a ponta, fazendo barulho de chupão, e meto na boca. —Uffffffff... sim, assim...!— ele rosna, excitado pra caralho. Chupo com gosto, descendo o máximo que consigo, sentindo como enche minha boca, até roçar na garganta. Movo a cabeça num ritmo constante, apertando os lábios em volta da grossura dele. De vez em quando tiro, não só pra respirar, mas também pra lamber inteira, dos ovos até a ponta. Cuspo nela, espalhando a saliva com a língua, pra depois devorar de novo e continuar chupando. O Cholo ofegante sem controle, empurrando devagar os quadris pra cima. —Mais fundo, Negrita... quero ver você engolir ela toda!— ele exige. Faço o que ele pede. Relaxo a garganta e meto quase inteira, até encostar o nariz no púbis dele. É isso que ele gosta, que eu faça garganta profunda. Fico ali uns segundos, com a cock toda dentro, os olhos lacrimejando, e depois subo cuspindo saliva. Repito o movimento várias vezes, cada vez mais rápido e mais babado. A saliva escorrendo pelo meu queixo, caindo nos ovos dele. O Cholo respira mais pesado, os quadris se movendo com mais força na direção da minha boca. Chupo mais forte, mais fundo, a cock inchando ainda mais, pulsando com força. Agora sou eu que não Aguenta. —Cholo, preciso que me coma...! —digo, tirando o pau da boca, deixando ele molhado, dormente. —Toda sua...! —responde, balançando ele exibido, tentador. Levanto, tiro o resto da roupa e, pegando as camisinhas na minha bolsa, coloco uma. Minha buceta já tá pegando fogo. Enfio os dedos pra mostrar como ela tá. Puro fervor. Sobe em cima dele, de pernas abertas. —Vai devagar, Negrita… quero ver sua cara enquanto enfia! —pede. Levanto um pouco, seguro o pau dele, mantendo ele reto, e descendo, vou enfiando devagar, como ele pediu, aproveitando como ele vai me preenchendo com o volume. Um gemido forte e exaltado explode na minha garganta quando tenho tudo dentro. O Cholo me agarra pelos peitos e belisca meus bicos, enquanto começo a cavalgar devagar, pausado, totalmente entregue a cada sensação. O sexo é lindo, apesar do lugar onde estamos, enquanto transamos, é como estar numa bolha, longe de tudo, quase nem se ouve mais a música e os gemidos dos outros quartos, só nossas próprias expressões de prazer. O Cholo agora me agarra pela cintura e me acompanha na cavalgada, dando mais velocidade aos meus movimentos. Eu também me mexo mais forte, mais rápido, fazendo meus peitos balançarem na cara dele. Ele me deixa montar nele um tempo, até que a besta que carrega dentro se solta. Com um único movimento, me vira de costas, sobe em cima de mim e abre minhas pernas com os joelhos. Me olha nos olhos com uma intensidade selvagem, esfregando o pau duro e babudo por toda a minha buceta. "Uffffffffffff... que delícia...!" Ele me penetra de uma só enfiada, se movendo com um ritmo forte e constante, me cravando contra o colchão. Enquanto me fode, me agarra pelos pulsos acima da minha cabeça, me beijando com a língua, mordendo meu pescoço. Não consigo parar de gemer a cada investida, a cada centímetro de pau entrando e saindo, batendo no fundo. - Me olha... me olha enquanto te como...! - ele ordena, suando em cima de mim. Abro os olhos e olho pra ele, o rosto desfigurado num sorriso lascivo e obsceno, o corpo coberto de tatuagens de cadeia: correntes, cruzes, o Diego, São La Muerte, os nomes dos filhos, o da Daiana, e no meio dos peitos dele, bem embaixo, num lugar de destaque, uma tatuagem nova, recente. Fico olhando pra ela, surpresa. - É, é você...! - ele confirma, porque o que ele tem tatuado é meu nome: Mariela. Abraço ele e puxo ele pra mim, beijo a boca dele, agradecida por ele ter me gravado na pele dele. Envolvo a cintura dele com minhas pernas e me mexo com ele, indo ao encontro dele cada vez que ele tira, empurrando, sentindo ele mais pra dentro, mais fundo. - Me come, Cholo, me come...! - peço, desesperada. A cada estocada ele sacode minhas entranhas, me chacoalha, me arrebenta, me quebra toda, mas é isso que eu gosto, é por isso que tô aqui... O Cholo enfia bem até as bolas, e com um rugido quase animal, goza. Eu gozo junto com ele, tremendo inteira, apertando o pau dele dentro de mim. O prazer é imenso... Depois da foda, a gente fica deitado na cama, pelados, as pernas de um cruzadas com as do outro, tomando chimarrão. Não passa nem dez minutos a gente rindo de besteira, quando eu percebo que o pau dele tá endurecendo de novo. - De novo? - pergunto, rindo. - Falei que tava carregado... - ele responde, todo marrento. Largo o chimarrão no chão e chupo ele de novo. Tá duro, quente, molhadinho de líquido pré-gozo. Mas não dá pra saborear muito tempo, porque logo ele me pega pelo cabelo e me levanta. Não fala nada, só me joga de costas e abre minhas pernas. Se acomoda no meio, enfiando a cabeça entre elas, e chupa minha buceta... Bom, ele devora ela. - Aaaiiiii... Meu Deeeeeeus...! - eu gemo, arqueando as costas. Sem parar de chupetear meu clitóris, ele enfia os dedos, mexendo fluidamente, fazendo espirrar pra todo lado. O suquinho que sai de dentro de mim. É desesperador, tenho outro orgasmo pulsando ali, mas não sai, se recusa a explodir. Pego ele pelos cabelos e esfrego a buceta na cara dele toda, ansiante, desesperada. Me vendo nesse estado, o Cholo acelera, me chupando com mais força, enfiando dedos e língua o mais fundo possível, até que... gozo forte contra a boca dele, tremendo, apertando as coxas em volta da cabeça dele, enquanto solto um gemido longo e agudo. Nem termino de aproveitar esse orgasmo, e o Cholo já está me colocando de quatro. Ele coloca uma camisinha, me agarra forte pela bunda e sem me dar tempo pra nada, mete tudo de uma só vez. - Ahhhhhhhh... Siiiiiiiiiiiiim... Tudo... Me dá tudo...! - grito, exaltada. Ele começa a me foder com um ímpeto brutal, avassalador. Me agarra forte pelos quadris e me puxa contra ele a cada estocada. O som da pélvis dele batendo na minha bunda enche o quarto. PLAP... PLAP... PLAP... PLAP... PLAP... PLAP... Enquanto me fode, com o polegar ele tateia meu buraco do cu, pressionando pra dentro. Então ele tira a piroca, cospe bem no meio, e ataca pelo cuzinho, enérgico, brutal, sem piedade alguma pro meu orifício mais apertado... bom, não tão apertado na real. Ele crava os dedos com força nas minhas nádegas e começa a meter, duro e firme, acompanhando cada empurrão com tapas fortes e barulhentos na bunda. Vai deixar a raba toda marcada, mas não me importo, eu também quero ter ele gravado na minha pele. Ele puxa meu cabelo, arqueando minhas costas, enquanto me come como um animal, mudando o ritmo: às vezes forte e rápido, outras mais fundo e devagar, fodendo bem o meu cu. Sinto que ele vai gozar de novo, mas em vez de acelerar, ele envolve minha cintura com um braço e, deixando a piroca toda dentro, me vira de lado. Ele atrás de mim, de conchinha. Levanta uma das minhas pernas e começa a bombar de novo. Me abraça forte contra o peito dele, mete uma mão entre minhas pernas, e ele começa a chacoalhar meu clitóris enquanto arrasa lá dentro, as bolas dele batendo em mim a cada movimento. Uffffffffffff...! Levo uma mão pra trás, agarro ele pelos cabelos, e juntando a cabeça dele com a minha, peço pra gente gozar junto. O Cholo acelera o ritmo, grunhindo que nem um bicho, até que fica cravado dentro e, entre uns solavancos fortes, goza. Eu gozo com ele, os dois tremendo, ofegantes, cobertos de suor. Quando ele tira, sinto como se tivesse deixado um buraco entre minhas nádegas. Viro de bruços, e com as mãos tento acalmar a ardência daquela área toda. — Cholo, você é bruto demais... — falo, mas não é uma reclamação, é uma confirmação. — Mas é assim que você gosta, né? — ele responde, dando um tapa na minha raba. — Adoro...! — confirmo, sorrindo satisfeita...
— Eu não tô apaixonada pelo Cholo, só vou, igual ela, tirar a porra dele. Quando chega minha vez, levanto e, mesmo estando ali pelo mesmo motivo, sinto um pouco de vergonha de saberem pra que eu tô entrando naquele lugar. A sala de visitas é um corredor interno com quartos dos dois lados, cada porta tem uma folha plastificada com as regras a seguir durante a visita. Um segurança me manda entrar num deles e esperar até trazerem o Cholo do pavilhão. O quarto é simples: uma cama, uma mesinha e um banheiro pequeno. Zero romantismo, mas fazer o quê, o meu negócio com o Cholo nunca foi romântico. Coloco música, arrumo a cama com os lençóis que trouxe e deixo o mate preparado na mesa, mesmo sem saber se vamos ter tempo de tomar pelo menos um. As camisinhas tão na minha bolsa. Quando trazem o Cholo, ele fica me olhando como se quisesse me devorar viva. Aquele olhar escuro, faminto, me molha na hora. Ficamos sozinhos, e então ele se aproxima e me abraça, me agarrando, como sempre, na bunda. Me aperta contra o corpo dele, fazendo eu sentir o volume duro e quente do pau dele pressionando minha barriga.
— Hummm... deixam você vir armado? — falo, num sussurro excitado.
— Te falei que não aguentava mais...
— Já tô aqui pra resolver isso — respondo, descendo uma mão pra acariciar o pacote dele de ponta a ponta.
Nos beijamos com fome, com urgência, a língua de um na boca do outro, nos esfregando, nos apalpando como bichos no cio.
— Preciso que você me dê essa porra agora...! — ele diz, baixando a calça e a cueca de uma vez. O pau salta pra fora, grosso, cheio de veias, completamente duro, a cabeça inchada, brilhando de líquido pré-gozo. É um pau lindo, grande e pesado... Ele tira a camiseta, deixando à mostra as tatuagens de cadeia, e se deita na cama. Enquanto ele se mastiga devagar, pra não apressar o inevitável, eu tiro a minha roupa. a blusa, o sutiã, e me acomodando entre as pernas dele, faço um Boobs fuck que deixa ele num estado ainda mais desesperador. A cara de tarado com que o Cholo me olha arrepiaria qualquer mulher, mas em mim dá é tesão. —Chupa ela... faz com essa boquinha linda o que você sabe fazer tão bem...!— ele me apressa. Começo beijando os ovos dele, lambendo devagar, enquanto com uma mão acaricio a cock de cima a baixo, segurando entre meus dedos aquela pressão infernal que só quer explodir e levar tudo na frente. Subo com a língua por toda a base, marcando com saliva a veia do meio que percorre a cock inteira, até chegar na cabeça. Beijo a ponta, fazendo barulho de chupão, e meto na boca. —Uffffffff... sim, assim...!— ele rosna, excitado pra caralho. Chupo com gosto, descendo o máximo que consigo, sentindo como enche minha boca, até roçar na garganta. Movo a cabeça num ritmo constante, apertando os lábios em volta da grossura dele. De vez em quando tiro, não só pra respirar, mas também pra lamber inteira, dos ovos até a ponta. Cuspo nela, espalhando a saliva com a língua, pra depois devorar de novo e continuar chupando. O Cholo ofegante sem controle, empurrando devagar os quadris pra cima. —Mais fundo, Negrita... quero ver você engolir ela toda!— ele exige. Faço o que ele pede. Relaxo a garganta e meto quase inteira, até encostar o nariz no púbis dele. É isso que ele gosta, que eu faça garganta profunda. Fico ali uns segundos, com a cock toda dentro, os olhos lacrimejando, e depois subo cuspindo saliva. Repito o movimento várias vezes, cada vez mais rápido e mais babado. A saliva escorrendo pelo meu queixo, caindo nos ovos dele. O Cholo respira mais pesado, os quadris se movendo com mais força na direção da minha boca. Chupo mais forte, mais fundo, a cock inchando ainda mais, pulsando com força. Agora sou eu que não Aguenta. —Cholo, preciso que me coma...! —digo, tirando o pau da boca, deixando ele molhado, dormente. —Toda sua...! —responde, balançando ele exibido, tentador. Levanto, tiro o resto da roupa e, pegando as camisinhas na minha bolsa, coloco uma. Minha buceta já tá pegando fogo. Enfio os dedos pra mostrar como ela tá. Puro fervor. Sobe em cima dele, de pernas abertas. —Vai devagar, Negrita… quero ver sua cara enquanto enfia! —pede. Levanto um pouco, seguro o pau dele, mantendo ele reto, e descendo, vou enfiando devagar, como ele pediu, aproveitando como ele vai me preenchendo com o volume. Um gemido forte e exaltado explode na minha garganta quando tenho tudo dentro. O Cholo me agarra pelos peitos e belisca meus bicos, enquanto começo a cavalgar devagar, pausado, totalmente entregue a cada sensação. O sexo é lindo, apesar do lugar onde estamos, enquanto transamos, é como estar numa bolha, longe de tudo, quase nem se ouve mais a música e os gemidos dos outros quartos, só nossas próprias expressões de prazer. O Cholo agora me agarra pela cintura e me acompanha na cavalgada, dando mais velocidade aos meus movimentos. Eu também me mexo mais forte, mais rápido, fazendo meus peitos balançarem na cara dele. Ele me deixa montar nele um tempo, até que a besta que carrega dentro se solta. Com um único movimento, me vira de costas, sobe em cima de mim e abre minhas pernas com os joelhos. Me olha nos olhos com uma intensidade selvagem, esfregando o pau duro e babudo por toda a minha buceta. "Uffffffffffff... que delícia...!" Ele me penetra de uma só enfiada, se movendo com um ritmo forte e constante, me cravando contra o colchão. Enquanto me fode, me agarra pelos pulsos acima da minha cabeça, me beijando com a língua, mordendo meu pescoço. Não consigo parar de gemer a cada investida, a cada centímetro de pau entrando e saindo, batendo no fundo. - Me olha... me olha enquanto te como...! - ele ordena, suando em cima de mim. Abro os olhos e olho pra ele, o rosto desfigurado num sorriso lascivo e obsceno, o corpo coberto de tatuagens de cadeia: correntes, cruzes, o Diego, São La Muerte, os nomes dos filhos, o da Daiana, e no meio dos peitos dele, bem embaixo, num lugar de destaque, uma tatuagem nova, recente. Fico olhando pra ela, surpresa. - É, é você...! - ele confirma, porque o que ele tem tatuado é meu nome: Mariela. Abraço ele e puxo ele pra mim, beijo a boca dele, agradecida por ele ter me gravado na pele dele. Envolvo a cintura dele com minhas pernas e me mexo com ele, indo ao encontro dele cada vez que ele tira, empurrando, sentindo ele mais pra dentro, mais fundo. - Me come, Cholo, me come...! - peço, desesperada. A cada estocada ele sacode minhas entranhas, me chacoalha, me arrebenta, me quebra toda, mas é isso que eu gosto, é por isso que tô aqui... O Cholo enfia bem até as bolas, e com um rugido quase animal, goza. Eu gozo junto com ele, tremendo inteira, apertando o pau dele dentro de mim. O prazer é imenso... Depois da foda, a gente fica deitado na cama, pelados, as pernas de um cruzadas com as do outro, tomando chimarrão. Não passa nem dez minutos a gente rindo de besteira, quando eu percebo que o pau dele tá endurecendo de novo. - De novo? - pergunto, rindo. - Falei que tava carregado... - ele responde, todo marrento. Largo o chimarrão no chão e chupo ele de novo. Tá duro, quente, molhadinho de líquido pré-gozo. Mas não dá pra saborear muito tempo, porque logo ele me pega pelo cabelo e me levanta. Não fala nada, só me joga de costas e abre minhas pernas. Se acomoda no meio, enfiando a cabeça entre elas, e chupa minha buceta... Bom, ele devora ela. - Aaaiiiii... Meu Deeeeeeus...! - eu gemo, arqueando as costas. Sem parar de chupetear meu clitóris, ele enfia os dedos, mexendo fluidamente, fazendo espirrar pra todo lado. O suquinho que sai de dentro de mim. É desesperador, tenho outro orgasmo pulsando ali, mas não sai, se recusa a explodir. Pego ele pelos cabelos e esfrego a buceta na cara dele toda, ansiante, desesperada. Me vendo nesse estado, o Cholo acelera, me chupando com mais força, enfiando dedos e língua o mais fundo possível, até que... gozo forte contra a boca dele, tremendo, apertando as coxas em volta da cabeça dele, enquanto solto um gemido longo e agudo. Nem termino de aproveitar esse orgasmo, e o Cholo já está me colocando de quatro. Ele coloca uma camisinha, me agarra forte pela bunda e sem me dar tempo pra nada, mete tudo de uma só vez. - Ahhhhhhhh... Siiiiiiiiiiiiim... Tudo... Me dá tudo...! - grito, exaltada. Ele começa a me foder com um ímpeto brutal, avassalador. Me agarra forte pelos quadris e me puxa contra ele a cada estocada. O som da pélvis dele batendo na minha bunda enche o quarto. PLAP... PLAP... PLAP... PLAP... PLAP... PLAP... Enquanto me fode, com o polegar ele tateia meu buraco do cu, pressionando pra dentro. Então ele tira a piroca, cospe bem no meio, e ataca pelo cuzinho, enérgico, brutal, sem piedade alguma pro meu orifício mais apertado... bom, não tão apertado na real. Ele crava os dedos com força nas minhas nádegas e começa a meter, duro e firme, acompanhando cada empurrão com tapas fortes e barulhentos na bunda. Vai deixar a raba toda marcada, mas não me importo, eu também quero ter ele gravado na minha pele. Ele puxa meu cabelo, arqueando minhas costas, enquanto me come como um animal, mudando o ritmo: às vezes forte e rápido, outras mais fundo e devagar, fodendo bem o meu cu. Sinto que ele vai gozar de novo, mas em vez de acelerar, ele envolve minha cintura com um braço e, deixando a piroca toda dentro, me vira de lado. Ele atrás de mim, de conchinha. Levanta uma das minhas pernas e começa a bombar de novo. Me abraça forte contra o peito dele, mete uma mão entre minhas pernas, e ele começa a chacoalhar meu clitóris enquanto arrasa lá dentro, as bolas dele batendo em mim a cada movimento. Uffffffffffff...! Levo uma mão pra trás, agarro ele pelos cabelos, e juntando a cabeça dele com a minha, peço pra gente gozar junto. O Cholo acelera o ritmo, grunhindo que nem um bicho, até que fica cravado dentro e, entre uns solavancos fortes, goza. Eu gozo com ele, os dois tremendo, ofegantes, cobertos de suor. Quando ele tira, sinto como se tivesse deixado um buraco entre minhas nádegas. Viro de bruços, e com as mãos tento acalmar a ardência daquela área toda. — Cholo, você é bruto demais... — falo, mas não é uma reclamação, é uma confirmação. — Mas é assim que você gosta, né? — ele responde, dando um tapa na minha raba. — Adoro...! — confirmo, sorrindo satisfeita...
13 comentários - Tumbera...