Beleza, como vocês tão?? Aqui vai mais uma das várias histórias que a gente viveu naqueles anos. Lembro de um sábado à noite, nossos pais saíram pra jantar e eu e meu irmão ficamos em casa. Sempre nessa idade eu preferia ficar sozinho em casa. Claro, aproveitamos a tarde e a noite inteira pra nos masturbar com meu irmão, usando como estímulo a roupa íntima da minha mãe e também as tangas que a gente tinha guardado.. Foi uma noite linda e ficamos exaustos de tanto prazer.. Comemos, tomamos banho e fomos dormir.. Parecíamos um casal, mas irmãos, irmãos que se masturbavam juntos.. Uma cumplicidade linda e secreta que aumentava o tesão e, claro, por ser proibido.. Mais a gente gostava. De madrugada, ouço meus pais chegando e até aí tudo normal.. Mas dava pra ouvir eles mais soltos do que o normal. Umas 2h da manhã, tavam aos gritos e claramente bêbados, não tavam nem aí pra nada. Foram pro banheiro um de cada vez e ouço eles rindo e começando a sussurrar bem baixinho.. Automaticamente, até por instinto, levantei e encostei a cabeça na porta pra ver a sala ou ouvir alguma coisa.. Eu tava com tudo apagado no meu quarto, e eles com a luz mais forte, então sabia que não podiam me ver e eu sim, via eles. Enquanto meu irmão dormia como uma pedra, nem percebeu. Com certeza meus pais também achavam que eu tava dormindo e por isso se soltaram ali mesmo. Nem chegaram no quarto deles, o que eu vi foi meu pai metendo a mão e tentando despir minha mãe ali mesmo.. Muito beijo e mão, muito excitados.. Adorei ver aquilo.. Ver eles assim.

Quando ele levanta o vestido dela e eu vejo a bunda da minha mãe, lisa, firme, apontando direto pra mim, juro que só de encostar na minha piroca já saíram os primeiros jatos de porra. Me segurando pra não fazer barulho, gozei pra caralho. Meu coração tava a mil e eu continuava muito tarado. Enquanto meu irmão dormia, eu continuava vendo aquela cena e me tocando sem dar a mínima. Meus pais tavam pouco se lixando se algum dos filhos tava vendo ou ouvindo, tão tarado tava eu com o que via.
Minha mãe de joelhos fazendo um boquete espetacular e meu pai gozando como nunca vi ninguém, confesso que senti inveja, ciúmes... Queria estar no lugar dela, assim ficaram um tempo até que meu pai a põe de pé e come ela de pé por um tempo, minha mãe gritava como se estivessem sozinhos, e eu já estava prestes a gozar pela segunda vez.
Eu tratava ela e ela se comportava como uma verdadeira puta. Nunca tinha visto algo assim. Nem em porno: beijos, tapas na bunda, puxão de cabelo... Ela fazia tudo e falava umas coisas muito ousadas, verdade seja dita, eles estavam se entregando de verdade. Minha mãe pediu pra ele sentar no sofá que ela ia montar... Uff, aí foi a segunda punheta na hora, quando ela sentou e eu vi aquela pica enorme que meu pai carrega entrando nela. Limpei a porra com um guardanapo e fui pegar uma das calcinhas fio dental que eu tinha guardado pra bater uma envolvendo a rola na calcinha dela enquanto via eles trepando. Conto isso e já fico pingando. Me deixa muito tesudo lembrar disso... E lembrar daquela pose de costas, minha mãe montando como uma verdadeira gostosa.
Enquanto eles continuassem, eu ia seguir firme com a pica dura, metendo bronha... Tava muito concentrado vendo aquela cena pela porta, quando ouço um passo atrás de mim. Meu irmão tinha levantado e parou atrás de mim. Ele fala pra eu não falar nada. Pra eu continuar, e sinto ele me abraçar por trás e começar a bater uma pra mim...
Foi só ouvir minha mãe gozar e na mesma hora falei pro meu irmão que ia gozar. Tirei a melhor punheta da minha vida e enchi de porra a calcinha fio-dental que tava enrolada na minha rola.
É uma das melhores lembranças que tenho de espiar e ouvir sexo.. No dia seguinte, a vida seguia como se nada tivesse acontecido. Minha mãe, toda uma senhora. Mas com meu irmão já tínhamos cruzado aquele limite gostoso. E não parecia que ninguém fosse colocar um freio.


Quando ele levanta o vestido dela e eu vejo a bunda da minha mãe, lisa, firme, apontando direto pra mim, juro que só de encostar na minha piroca já saíram os primeiros jatos de porra. Me segurando pra não fazer barulho, gozei pra caralho. Meu coração tava a mil e eu continuava muito tarado. Enquanto meu irmão dormia, eu continuava vendo aquela cena e me tocando sem dar a mínima. Meus pais tavam pouco se lixando se algum dos filhos tava vendo ou ouvindo, tão tarado tava eu com o que via.
Minha mãe de joelhos fazendo um boquete espetacular e meu pai gozando como nunca vi ninguém, confesso que senti inveja, ciúmes... Queria estar no lugar dela, assim ficaram um tempo até que meu pai a põe de pé e come ela de pé por um tempo, minha mãe gritava como se estivessem sozinhos, e eu já estava prestes a gozar pela segunda vez.
Eu tratava ela e ela se comportava como uma verdadeira puta. Nunca tinha visto algo assim. Nem em porno: beijos, tapas na bunda, puxão de cabelo... Ela fazia tudo e falava umas coisas muito ousadas, verdade seja dita, eles estavam se entregando de verdade. Minha mãe pediu pra ele sentar no sofá que ela ia montar... Uff, aí foi a segunda punheta na hora, quando ela sentou e eu vi aquela pica enorme que meu pai carrega entrando nela. Limpei a porra com um guardanapo e fui pegar uma das calcinhas fio dental que eu tinha guardado pra bater uma envolvendo a rola na calcinha dela enquanto via eles trepando. Conto isso e já fico pingando. Me deixa muito tesudo lembrar disso... E lembrar daquela pose de costas, minha mãe montando como uma verdadeira gostosa.
Enquanto eles continuassem, eu ia seguir firme com a pica dura, metendo bronha... Tava muito concentrado vendo aquela cena pela porta, quando ouço um passo atrás de mim. Meu irmão tinha levantado e parou atrás de mim. Ele fala pra eu não falar nada. Pra eu continuar, e sinto ele me abraçar por trás e começar a bater uma pra mim...
Foi só ouvir minha mãe gozar e na mesma hora falei pro meu irmão que ia gozar. Tirei a melhor punheta da minha vida e enchi de porra a calcinha fio-dental que tava enrolada na minha rola.
É uma das melhores lembranças que tenho de espiar e ouvir sexo.. No dia seguinte, a vida seguia como se nada tivesse acontecido. Minha mãe, toda uma senhora. Mas com meu irmão já tínhamos cruzado aquele limite gostoso. E não parecia que ninguém fosse colocar um freio.
2 comentários - Obsessão por ouvir 4