Confissões Cornudas 1

Sandra sempre foi uma mulher ardente na cama, mas graças às minhas ferramentas, isso nunca foi algo que me preocupasse, já que ela fica mais que satisfeita depois de cada trepada. Quando ficamos mais velhos, as confissões vieram e eu realmente me surpreendi. Claro que eu também fiz as minhas, comendo inclusive quase todas as amigas dela, assim como ela fez com os meus amigos, sempre escondido. Devo admitir que nunca prestei muita atenção nos flertes dela com os outros, coisa que ela fazia e reclamava. Num casal, a fidelidade está na convivência, em se dar bem, em não mentir um para o outro e manter o amor que nos uniu. Então, enquanto estamos juntos, a gente se diverte pra caralho em todos os sentidos, e acho que essas safadezas sexuais mantinham o fogo aceso entre nós. Sexta-feira já começamos com as histórias que vamos contar juntos, tentando ser o mais descritivo possível, e esperamos não entediar vocês, já que são histórias de uma vida de chifres onde alguns já desconfiávamos que tinham rolado e outros nem fazíamos ideia. Então, vamos começar.




Como eu disse, já somos um casal mais velho e nenhum dos dois trabalha mais, então naquela sexta, depois do almoço, começamos a relembrar coisas do nosso passado. Naquela época, Sandra era uma mulher bonita, digamos, uma gordinha com uma bunda enorme que muitos admiravam, e de peitos também não ficava atrás. Do meu lado, também tenho meus atributos, e é isso que mantém minha autoestima lá em cima. Desde o começo era assim, e segundo ela, nos primeiros anos não teve outro na cama. Foi assim que tudo começou quando começamos a construir nossa casa. Eu trabalhava numa fábrica como mecânico e, para conseguir construir, precisei me dedicar a trabalhar muito mais de 8 horas por dia, o que fazia com que eu passasse pouco tempo em casa. O cansaço fez com que o sexo entre nós ficasse cada vez mais raro e, aos poucos, os pedreiros foram me substituindo. Tivemos a sorte de morar a meia quadra de onde estávamos construindo, então Sandra não ficava na obra direto, mas eles vinham em casa várias vezes ao dia. Eram três rapazes: Jorge, Miguel e Ramón. Segundo Sandra, muito respeitosos, e claro, a gente tinha que atender às necessidades deles, como usar o banheiro. Então, deixei a Sandra contar a história.


Sandra, bom, no começo eles vinham aqui em casa, se trocavam conforme iam chegando e iam pro terreno. No meio-dia, o Jorge vinha buscar o suco pro almoço e, quando escurecia, os três voltavam pra tomar um banho e ir embora. Fui percebendo que, mesmo estando em casa, todos me olhavam de um jeito delicioso, dava pra ver o fogo nos olhos deles, principalmente no do Jorge, ainda mais quando de vez em quando eu ia na obra ver como tava progredindo. Já no primeiro mês, não sei por quê, comecei a esperar eles com o chimarrão pronto, e assim, enquanto iam chegando, se trocavam e a gente tomava mate na sala antes de ir trabalhar. O primeiro a chegar era o Ramón, depois vinha o Miguel, e o último sempre era o Jorge. Naquela manhã, tanto o Ramón quanto o Miguel já tinham ido pra obra porque o Jorge tinha se atrasado. Quando ele chegou, me disse:


Jorge, bom dia. Sandra, desculpa pela demora, acabei dormindo. Vou no banheiro, me troco e já vou.


Sandra e k, cê não vai tomar um mate pelo menos?


Jorge, é que tá ficando tarde.


Jorge entrou no banheiro e começou a se trocar, não sei por que, mas depois fui levar um mate pra ele e me deparei com ele sem a camisa. Esperei ele tomar o mate e levei outro. Quando entrei, ele já estava sem calça e meu olhar foi direto pro volume. Jorge pegou o mate e minha mão, e em silêncio a levou até ele. Sentir o calor do pau dele me excitou. Peguei nele enquanto ele puxava a cueca pra baixo, ao mesmo tempo que procurava meus peitos e começou a apalpar. Meus mamilos me entregaram. Ele percebeu e, sem eu dizer nada, abaixei a cabeça e engoli o pau dele, fazendo um boquete daqueles. Na hora ele me levantou e me virou, me deixando apoiada na pia. Levantou meu vestido e, enquanto puxava minha calcinha fio dental, eu falei.


Sandra, por favor, não, não, meu marido, já chega, chega, por favor.


Senti como o pau dele entrava na minha buceta e me enchia de prazer, não consegui evitar gemer e aí ele começou a me foder com força até que em dois minutos gozou, me deixando ainda mais tesuda


Sandra, você tava com tanta vontade de me dar?


Jorge, desde que te vi, tava esperando esse momento.


Sandra, isso é entre nós, tá claro? Se meu marido descobrir, juro que você vai se arrepender.


Jorge nunca vai saber por mim.


Saí do banheiro e ele foi pra obra. Naquela noite te procurei, mas como sempre, você estava exausto. No dia seguinte, Miguel veio de manhã, Ramón ao meio-dia e Jorge à tarde. Tudo rápido, sem chegar a gozar. No outro dia, convidei todos pra almoçar em casa. Essa foi a primeira vez que tive uma festa sexual. Sentir a pussy do Jorge e o Ramón no meu cu enquanto o Miguel me fazia mamar foi um manjar que me fez gozar jorrando na nossa cama de casal. Naquele dia, acho que foi uma quarta-feira, eles foram embora bem mais tarde. Assim passaram as semanas, com essas festas se tornando frequentes, mas com a condição de que avançassem o mais rápido possível, até que fizemos a laje. Lembra daquele domingo? Você trouxe seus amigos e foi lá que conheci o Carlos, mais um que não parava de me olhar com desejo.


Sim, claro, mas nunca percebi. O que eu lembro é a rapidez com que avançavam na casa, quase não via os pedreiros. Eu só me dedicava a trabalhar e conseguir o dinheiro pros materiais, e até você cuidava de pagar eles semanalmente.


Sandra e como ela pagava eles, bom, mas foi assim que os mantive trabalhando, porque não dá pra dizer que eles não fizeram o serviço. Depois de um mês e meio, a gente já se mudou.


Sim, claro, e logo depois veio a gravidez. Só Deus sabe quem foi o culpado, não é mesmo? Depois de tantas festas.


Sandra, pra mim sempre soube que é teu, já que sempre com camisinha, mas pode ser que no final foi só no pelo, desculpa, mas o tesão levou a gente a isso, a verdade é que eram muito sacanas comigo e a despedida foi foda.


Como é isso?


Sandra, aquele dia eu lembro bem, já quase tinham terminado, só faltava a limpeza e guardar as ferramentas. Foi assim que ao meio-dia eles terminaram, trouxeram tudo pra casa e a gente passou três horas transando. Naquele dia, agora vou te contar, ninguém usou camisinha mesmo. Eu pedi, queria sentir as picas deles dentro de mim, e olha se eu não senti. Só vou te dizer que os três usaram todos os meus buracos, me tratando como uma puta e você como um cuck.






SÓ ESPERO QUE VOCÊS CURTAM
OBRIGADO POR ME LER
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS DE VOCÊS
E NÃO SE ESQUEÇAM DOS PONTOS DE VOCÊS.


AMANHÃ CONTINUA

1 comentários - Confissões Cornudas 1

Que lindo momento enterarse que te metieron los cuernos y ni siquiera sospechas 👏 a mi me paso y me calentó mucho 🔥