Uns dias depois daquela quase violação na cozinha, que me deixou com uma puta vontade de transar, planejei minha vingança. Era sábado e o pai ia chegar de tarde pra começar os 5 dias de folga dele. Era uma tarde divina. O entardecer chegava devagar e tava um calorzinho. Eu tava vestida só com uma camiseta comprida, sem nada por baixo. Quando ouvi a voz dele dizendo "Oi, love, cheguei!", me arrepiei toda. Esperava ele com uma cerveja gelada na cozinha, sentada direto na bancada. Ele entrou com o uniforme arrumadinho e um sorrisão no rosto. - Finalmente em casa! - Oi, "meu love". Tava te esperando. Uma cervejinha? Ele chegou perto até encostar nos meus joelhos e virou a cerveja. Sem perder tempo, enquanto ele bebia, desabotoei a camisa dele e ele terminou de tirar. Me beijou com os lábios ainda frios e o gosto metálico da cerveja na boca. - Quer mais alguma coisa? Empurrei ele um pouco, abri minhas pernas e levantei a camiseta pra oferecer a melhor opção. - Sim. Tô com mais sede. Sem dizer mais nada, ele se ajoelhou e começou a passar a língua nas bordas e lábios da minha buceta. Na hora, eu gemi de prazer. Ele continuou chupando, lambendo e sugando com voracidade até eu parar ele. - Para. Levanta. Como bom policial, ele sabia obedecer ordens. - Me beija, Héctor! No momento em que nossas bocas se juntaram, desabotoei a calça e o cinto dele, puxei aquela piroca grossa e dura e fiquei esfregando ela por todo lado, quase enfiando a pontinha. Ele me segurou pelos joelhos e olhou nos meus olhos. - Tá tomando a pílula? - Tô, pá. Faz meses. Não sou boba! - Mmhmm... Então... Ele enfiou devagar. Primeiro a ponta, que me deu uma onda de calor no corpo todo que fez eu jogar a cabeça pra trás. Me beijou o pescoço e enfiou mais um pouco. Senti que me abria por dentro como nunca tinha sentido até então. Me agarrei na nuca dele, ele brincou um pouco com meus peitos, se mexendo só um pouquinho dentro de mim. Não aguentava, queria sentir ela toda. - Enfia tudo, por favor! Segura? Não te dói? – Que é que vai doer!? Tô gostando! – Então continuo... Ele enfiou o que faltava, que acabou sendo bastante. Agora sim podia dizer que tinham aberto minha buceta. A sensação foi de plenitude, calor, espanto, um pouquinho de dor e muito prazer. – Aaaiii... que pau! Entrou toda! – Aaahh... já não aguentava mais. É tão boooom! – É porque sou pra você, Héctor! Ele ficou empurrando o pau inteiro dentro de mim uns segundos, me beijando, antes de começar a tirar e meter. No começo foi bem devagar, mas aumentou a velocidade quando cravei as unhas nas costas dele. Nunca tinha me sentido tão cheia. – Aaaahh... Siiim... que delíciaaaa! Mais, mais! – Uhh... você é linda, suculenta e apertada. Vai me deixar louco! – Fica louco comigo! Me come mais forte!
Ele mostrou a força dos músculos. Segurava minhas pernas e metia com tudo. As batidas no meu útero me deram um orgasmo profundo, raríssimo, que me deixou hipersensível. Queria que ele gozasse logo. – Aaai... aaai... Aaaaahh! – Não acredito como é bom, meu amor! – Quero... que você sinta... melhoooor! Apertei o máximo que pude os músculos da minha buceta e lambi o pescoço dele como uma gata. – Ufff... vai me fazer gozaaaar! – Goza dentro de mim, papiii! – Aaaahh! – Mmhhh... siiiim! Aaaahh não pode seeeeeer!
Ele empurrou os quadris contra minha pélvis uma última vez, até ficarmos colados. A cabeça do pau abria meu útero. Ele tremeu e então senti o calor do sêmen me enchendo jato após jato. Era meu primeiro creampie e era tão gostoso, como um agasalho por dentro. Apertei ele contra mim, pra tudo ficar bem dentro. Não queria que aquele abraço acabasse. Ele começou a relaxar, me beijava o pescoço, os ombros, a boca. – Uau... Foi o melhor sexo da minha vida, pai. Já vencidas as resistências dele, não fazia sentido chamar pelo nome, quando percebi que o tesão que alimentava meu desejo também aumentava a excitação dele. – Totalmente. Ficou maluca, filha. Acho que nunca gozei assim na minha vida! — Espero que não seja a única vez! — Não, foi só a primeira. E foi lindo. Ela se afastou e me beijou. Um pouco de porra escorreu pro chão. A gente se olhou e riu que nem dois idiotas.
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