Tudo isso aconteceu comigo no meu primeiro ano da faculdade, logo depois que saí do colégio. Não vou dar muitos detalhes pessoais por segurança, e tô fazendo isso só pra meio que desabafar. Porque desde nova eu já tinha um corpo desenvolvido, já tinham surgido várias propostas, tipo pra modelar, senhores adultos me oferecendo dinheiro pra algum site, pra eu mandar fotos ou transar com eles. O máximo que rolou foi quando eu saía pra festa ou algo assim, ficava beijando pessoas, a maioria mais velhas, talvez pra elas me pagarem alguma coisa ou me levarem em casa, mas no máximo um oral, sem penetração. Sempre falei que não, mas às vezes me arrependia. Me formei na base do sufoco porque meus pais não ligavam muito pro meu futuro. Me formei exatamente quando fiz 18 anos, então meu objetivo era continuar estudando na faculdade, mas não tinha apoio. Já tinha um namorado, então pra me afastar da minha família, já que eles quase não ligavam pra mim, fui morar com ele. Conheci ele quase no último ano do colégio, não era exatamente uma santa ou virgem, mas tentava me comportar. Alugamos um apartamento pequeno, porque ele se formou e arrumou um emprego, e também pra me ajudar com a faculdade. Também procurei um trampo, mas na época tava difícil por causa dos horários de algumas aulas. Tinha uma vaga num lugar de fast food — vou evitar dizer o nome. Chegamos em 5 garotas naquele dia, e eu ainda cheguei por último, tava bem complicado. Fizemos a entrevista e eu agradei o senhor. Ele era um cara de uns 45 anos, acho? Terminamos e ele falou pra eu esperar, que poderia me ajudar com uma coisa. Eu precisava do emprego pra ter mais renda. Tinha sido a mais nova a chegar, e não é por ser arrogante ou algo assim, mas acho que eu era a que tinha a melhor "apresentação". Depois que a entrevista acabou, eu saí e ele me chamou de volta, e ficamos conversando no escritório. Ele disse: "Sabe aquelas outras garotas? Duas delas já têm experiência trabalhando com esse tipo de coisa, e tem outra mais preparada que você. Mas eu gostaria que você trabalhasse com a gente. Se você me ajudar, eu também faço. Fiquei meio decepcionada com o que ele me disse, mas tava precisando daquele emprego a todo custo, ia fazer de tudo pra conseguir, não tava nem aí. Ele chegou perto de mim e falou na lata que eu tava muito gostosa e perguntou o que eu tava disposta a fazer pela vaga. Falei que topava qualquer coisa, fazer turno duplo ou chegar mais cedo... Expliquei minha situação, mas nunca mencionei meu namorado, falei que era solteira. Tentei fazer ele ter pena de mim, contei sobre minha família e tudo mais. Ele disse que me entendia perfeitamente e que, se possível, me ajudava com os horários pra eu não faltar nas aulas. E me perguntou de novo: "O que você tá disposta a fazer?" Falei: "Qualquer coisa." "Tem certeza?" "Sim." Ele tocou meu ombro e começou a me acariciar. "Seria muito abuso se eu pedir um beijo? Sei que a gente mal se conhece, mas queria provar seus lábios." Aceitei e dei um beijo nele, um beijo curto. Meio sem graça, perguntei se o emprego já era meu. Ele disse que sim, mas que eu teria que fazer mais do que isso. Só falei o que ele queria ouvir, não pensei direito na hora. Passei a mão no meu peito e falei: "Se você gostou de me beijar, posso fazer mais, mas só depois de pelo menos um mês trabalhando aqui e de ter certeza de que vão me pagar." Ele ficou pensando e disse que aceitava, mas se eu não cumprisse minha palavra, ia me demitir. Eu falei: "Fechado." Ele pediu mais um beijo e tentou passar a mão na minha bunda, mas eu tirei a mão dele rápido e falei que a gente se via depois. Naquela mesma semana, me chamaram pra começar a trabalhar. Mais feliz que nunca, contei pro meu namorado que tinha conseguido a vaga, mas ele não sabia a que custo. Não sei se tem limite de palavras, mas já vou ver como posto o resto.
1 comentários - Vendi meu corpo por necessidade