Minha mãe se chama María, mas vamos chamar ela de Mari. Ela tem 48 anos hoje e ainda é bem gostosa, pra falar a verdade. Naquela época, ela tinha 37 e trabalhava num cinema aqui de Ocotlán, Jalisco — no Cinemex, pra ser exato. Ela limpava as salas e fazia parte da equipe de limpeza. Eu já via pornô naquela época e sempre curti as milfs, e ela se encaixava direitinho: rabão bonito e peitos aceitáveis. Ela tinha um costume meio estranho: toda vez que ia buscar comida, voltava com o batom meio borrado e umas manchas brancas no uniforme, do lado da buceta. Um dia passou pela minha cabeça: "E se for porra?" Essa dúvida toda foi resolvida num 20 de maio, o dia em que descobri que minha mãe era uma puta.
20 de maio. Eu tava vendo pornô, como de costume, de milfs. Como já tava fechando, minha mãe foi limpar as salas, tudo normal, até que tocou o telefone dela. Era um número desconhecido, eu atendi e uma voz grave falou: "Fala, Mari, já tô aqui fora da sala. Esses tacos não se pagam sozinhos, puta." Aí desligou. Na hora, fui até onde minha mãe tava pra avisar que ligaram. Pelas janelinhas que tinham na porta, vi minha mãe abrir a porta de emergência, um cara entrar, e eles começaram a se beijar. Eu passei o celular pra ela, e ela disse: "Filho, é seu tio, veio me visitar. Dá um oi pra ele." O cara falou: "E aí, moleque, quanto tempo! Tô aqui com sua mãe, visitando ela." Eu disse "oi" e fingi que tinha ido embora, mas fiquei espiando pelas janelas. Vi eles se beijando de novo e se pelando. Aí subiram, e eu entrei escondido pra ouvir os gemidos.
O cara: "Mari, cê é muito gostosa, juro. Se fosse minha mulher, eu te comia todo santo dia, meu amor."
Mamãe: "Você tem maior que meu marido, isso é excitante."
O cara: "Chupa aqui, essa boca vai ser paga com o mesmo leite que alimentou."
Tempo depois...
O cara: "Falou, Mari. Manda um abraço pro seu filho."
Ele foi embora, e eu ia pra despensa, mas vi uns caras escondidos atrás de um carro saindo, todos vestidos. De preto, e aqui entraram na sala fechando a porta. Aí minha mãe desceu pra abrir a porta de novo, mas quando chegou na porta, um dos caras pegou ela e levou pra debaixo da cortina da tela. Aí eu me aproximei e ouvi minha mãe dizer: "Mãe — aí, essas rolas tão gostosas e grossas, me dá minha droga." Aí se ouviu tanto gemido e como minha mãe chupava a rola desses caras. Depois que eles saíram, aí sim fui pro depósito e, quando minha mãe chegou, vi ela com o uniforme todo cheio de manchas brancas e na parte da buceta toda molhada. Aí eu soube que minha mãe nunca mais seria a mesma.
20 de maio. Eu tava vendo pornô, como de costume, de milfs. Como já tava fechando, minha mãe foi limpar as salas, tudo normal, até que tocou o telefone dela. Era um número desconhecido, eu atendi e uma voz grave falou: "Fala, Mari, já tô aqui fora da sala. Esses tacos não se pagam sozinhos, puta." Aí desligou. Na hora, fui até onde minha mãe tava pra avisar que ligaram. Pelas janelinhas que tinham na porta, vi minha mãe abrir a porta de emergência, um cara entrar, e eles começaram a se beijar. Eu passei o celular pra ela, e ela disse: "Filho, é seu tio, veio me visitar. Dá um oi pra ele." O cara falou: "E aí, moleque, quanto tempo! Tô aqui com sua mãe, visitando ela." Eu disse "oi" e fingi que tinha ido embora, mas fiquei espiando pelas janelas. Vi eles se beijando de novo e se pelando. Aí subiram, e eu entrei escondido pra ouvir os gemidos.
O cara: "Mari, cê é muito gostosa, juro. Se fosse minha mulher, eu te comia todo santo dia, meu amor."
Mamãe: "Você tem maior que meu marido, isso é excitante."
O cara: "Chupa aqui, essa boca vai ser paga com o mesmo leite que alimentou."
Tempo depois...
O cara: "Falou, Mari. Manda um abraço pro seu filho."
Ele foi embora, e eu ia pra despensa, mas vi uns caras escondidos atrás de um carro saindo, todos vestidos. De preto, e aqui entraram na sala fechando a porta. Aí minha mãe desceu pra abrir a porta de novo, mas quando chegou na porta, um dos caras pegou ela e levou pra debaixo da cortina da tela. Aí eu me aproximei e ouvi minha mãe dizer: "Mãe — aí, essas rolas tão gostosas e grossas, me dá minha droga." Aí se ouviu tanto gemido e como minha mãe chupava a rola desses caras. Depois que eles saíram, aí sim fui pro depósito e, quando minha mãe chegou, vi ela com o uniforme todo cheio de manchas brancas e na parte da buceta toda molhada. Aí eu soube que minha mãe nunca mais seria a mesma.
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